|
OPINIÕES
E COMENTÁRIOS
Jornal BIOCOM 1
Meus caros presentes e futuros Bioamantes
O objetivo deste informativo (quase) semanal é combater as falácias
e mentiras veiculadas pelas mídias convencionais sobre bio+energias
e filosofias, bem como distribuir e comentar as informações
que recebo e julgo importantes a respeito.
Meu caro Dep. Mauro Passos – Membro da Frente Parlamentar em Defesa
da Energia de Fontes Renováveis
Disponho-me a dar uma palestrea de 15 a 30 minutos, em vosso SEMINÁRIO
INTERNACIONAL DE ENERGIAS RENOVÁVEIS Dia 11 de abril de 2006, Plenário
2 da Câmara dos Deputados, sobre BIOENEREDE, com ênfase no
uso dos óleos vegetais combustíveis (não é
desnecessário e caro biodiesel), e na injeção de
EE nas redes, com demonstração prática de conexão
de um cogerador de EE de 2 kW a óleo de soja, ligado a qualquer
tomada monofásica de 110 ou 220 V nas imediações
do evento, bem como a apresentação de meu carro Toyota Caldina
adaptado a óleo de fritura, com o qual rodei 51.000 km com a mais
diversa mistura de óleos vegetais, novos e usados, emplacado no
Paraguai, com inclusão no documento do veículo: combustible
"aceite vegetal", porque aqui, neste país de chupin$
men$ali$ta$, ainda não consegui regularizar meus veículos
carbono sequestrantes nacionais.
Meu caro Kerber
Certamente Saddan não é flor que se cheire, mas, o tal
bush não passa de um fétido animal inescrupuloso.
A invasão do Iraque apenas demonstra o quanto o povo no mundo é
babaca, é capacho, e se deixa engambelar pela vassala mídia.
As nuvens de resíduos radiativos, decorrentes do uso bandido, por
Bush, de urânio empobrecido, no Iraque, já atingem a Europa,
e apenas a mídia terciária se manifesta e protesta a respeito.
Eita politicalhagem suína que nos governa, auxiliada pela imprensa
corrupta que nos desinforma e deseduca.
Meu caro Gabriel
Não sou Dr., embora o manda chuva da PUC - Curitiba, após
assistir 5 minutos de aula magna que ministrei em conjunto com o deputado
Greca, na PUC - PR, sugeriu me outorgar um título "honoris
causa".
Obrigado pelos sobejos elogios, e se minha opinião te serve, sugiro
a vc e a teus professores se dedicarem ao óleo vegetal, ao álcool
de microdestilaria, ao biogás, à elaboração
de legislação pertinente, e francamente, esqueçam
o abobalhado biodiesel.
Recomendo a vc vasculhar um pouco mais em "opiniões"
na página www.fendel.com.br pois lá tem centenas de informações
e endereços interessantes, principalmente sobre bioenergias, coletados,
experimentados e avaliados por mim, nos últimos 30 anos.
Meu caro Brito (Cote)
Quanta mentira criminosa divulga a abestalhante mídia, baseada
em "especialistas" de araque, como por exemplo no título
da matéria abaixo: "Brasil já lidera corrida mundial
de biocombustíveis."
O correto, seria a frase no passado, ou seja, "já liderou",
pois desde janeiro de 2006, os EUA produzem mais etanol e produziram mais
biodiesel, do que o Brasil.
Está correta a reportagem em afirmar que lá (EUA) a produção
da bioenergia é às custas de imorais subsídios e
de caras benesses, aliás o que querem fazer aqui também.
É ridícula e caluniosa a informação de que
o hidrogênio é "limpo, renovável e ecologicamente
correto". Simplesmente desconhecem química elementar e matemática
básica. Como podem insistir em tal barbárie? Como podem
analisar apenas o produto da combustão, sem considerar a origem
da matéria e da energia envolvida? Estes idiotas querem agora justificar
o H2 através do nosso fantástico etanol. Esquecem, ou varrem
prá debaixo do tapete, todo o estúpido, gastador, desnecessário
processo de reforma do álcool, sem falar no estratosférico
processo de liquefazer o julioverneano H2 à temperatura de zero
absoluto, e que a cada dia de armazenagem perde 2,5% do próprio
H2.
Como se não bastasse, esses "entendidos" orelhudos convidam
estrangeiros falastrões para vir aqui proferir bostejos sobre geração
de energia elétrica a partir do H2... onde a continha real resulta
em injetar 100 MW elétricos..., para se obter medíocres
10 MW elétricos. Qualquer criancinha alfabetizada consegue enxergar
o que estes embasbacados engravatados não querem ou não
conseguem entender.
Meu caro Gert
Pelo menos, se vc virar guarda de trânsito, vc vai deixar meus
carros andarem a óleo vegetal, e vai deixar os pequenos produzir,
transportar e comercializar etanol combustível, hehehé.
Nunca vi uma discussão sobre micro, mini e maxi comércio
de xuxú. Será que discutir comida é tão menos
importante do que discutir combustíveis?
Prá que criar cooperativas de etanol? É só pra embol$ar
mais propina$? Mais impo$to$? A $urrupiação oficial e extraoficial
existente ainda não é suficiente? Quando e onde iremos parar
com tamanha gatunagem?
Meus caros Sérgio, Acácio, Pedro, Sebastião, Eder
e Rodrigo
A monocultura precede o homus babacus. Vejam as formigas (mais antigas
que as mulhus macacus), elas coletam folhas apenas para fazer o substrato
de seu cultivo de fungos em monocultura, seu único alimento (que
deve ser melhor e mais forte que espinafre, hehehé).
O papel, por sua vez, não precisa ser produzido de fibra única
e nem em escala astronômica. Por quê não o fazem dos
mais diversos resíduos vegetais? Vcs sabem por quê o papel
reciclado é mais caro que o novo? Porque a energia que os grandes
recebem lhes custa apenas 14% do preço pago pelo pequeno. Isso
é uma putaria que o MST, Stedile e ONGs deveriam combater, e não
as florestas plantadas ou nossas invejadas hidroelétricas.
Com um liquidificador, água e uma cueca velha, se faz papel de
qualquer vegetal...
No endereço
http://groups.google.com/group/TudoSobrePlantas/browse_thread/thread/e33bb3a435ffa4d8
com o artigo "eucalipto x sustentabilidade" o autor acusa as
monoculturas como secadoras de rios. Mas, até onde eu sei, toda
água evaporada vira chuva e volta pra terra, ... limpinha da Silva.
E como diz o nosso amigo Sebastião: as monoculturas de abobrinha,
são muito mais danosas que as florestais.
Aliás a badalada agricultura familiar é a ideal para promover
o ciclo orgânico, de forma realmente sustentável, mas para
isso, a turma dos enca$telados mafio$o$, precisa deixar o povo viver,
e poder vender o fruto de seu trabalho, como por exemplo os valorosos
biocombustíveis, etanol, biogás, óleo vegetal, e
a excedente energia elétrica.
Meus caros Phillip, Sebastião e Humberto
Não existe energia mais ecológica e eficiente que a hidroelétrica.
Os problemas das grandes barragens são "apenas" de corrupção,
como por exemplo o caixa 2 de Itaipu, maior que seu faturamento. O que
existe é uma orquestração contra nossas fantásticas
represas, oriundas de porcos, suicidas e mesquinhos investidores termoelétricos.
As licenças ambientais hidroelétricas são nada mais
do que se preocupar com pirilampos e vagalumes, afinal nenhuma outra obra
de porte as necessitam em tamanha profundidade, como por exemplo as extensas
monoculturas da arroz, soja, etc, muito mais agressivas ao meio ambiente.
Nossas supérfluas, negociatadas e emporcalhantes termoelétricas,
que não necessitam de licenças ambientais "rigorosas"
e que deveriam ser tocadas a porco gás natural (o fóssil
GN é apenas 15% menos sujo do que a gasolina) serão agora
alimentados por subsidiado e imundo óleo diesel fóssil,
devido à politicalhagem do corrupto setor energético nacional.
Se a energia de Itaipu, por exemplo, service ao povo, a área inundada
por habitante seria menor do que a área necessária para
sua moradia, ou seja, algo simplesmente maravilhoso. Mas o que de fato
acontece é que a energia eletrointensiva é doada por bagatela
aos amigo$ pagante$ dos men$alões, e claro, a conta é o
estuprado povo que paga.
Meu caro Alexandre
Essa estória de negação de men$alão, e seu
rumo prá pizzaria, é como as estorinhas de Adão e
Eva, coelhinho da páscoa, virgem Maria, galinha preta, etc. Todo
mundo sabe que é mentira, que é enganação,
mas faz de conta que é isso mesmo...
O objetivo das nojenta$ hierarquia$ preguiço$a$ é sempre
o mesmo... exaurir o leite das vacas do presépio.
Meu caro Mauro
A estorinha de motor a ar é igualzinha a do hidrogênio.
Estes larápios ainda propagam barbáries como produzir "geradores"
a ar comprimido, ou seja, querem transformar EE em ar comprimido e este
de volta em EE... um burro desperdício...
Simplesmente esquecem de considerar as enormes ineficiências, e
pior, passam por cima do fator: energia/massa/volume, que, para dar alguns
exemplos, significam: 1 litro de óleo vegetal tem 9.2 kW, enquanto
1 litro de badalado e bobo H2 liquefeito a - 253 C tem apenas 2.3 kW,
ou então, a eficiência de um compressor de ar é de
míseros 5%, e, sendo generosos em considerar a eficiência
do motor a ar "especial" como sendo de 10%, resulta num gasto
de 200 kW nobres elétricos para obter apenas 1 kW elétrico...
e... sem considerar que 80% da energia elétrica mundial é
ainda produzida em porcas termoelétricas fósseis ou nucleares.
Esse fantasioso pessoal burrocrático não tem noção
nenhuma de graxa na mão ou martelada no dedo.
Quanto à economia solidária, isso é tudo o que os
político$ de roupa íntima dolarizada menos querem, afinal,
quanto maiores os imposto$ e propina$, maior imaginam seu phoder.
Meu caro Banfoldy
Desculpe-me responder via este "jornal", é que teu assunto
é de interesse de muitos bioamantes, e assim... talvez consigamos
sensibilizar outros entusiastas.
Um de meus sonhos é desenvolver um gasogênio automotivo a
carvão vegetal briquetado, carvão este produzido em máquinas
com recuperação dos gases condensáveis e não
condensáveis. Estes "ovos prêtos" de energia concentrada,
seriam vendidos em pacotinhos de papel branco, nos postos "ecológicos"
junto ao álcool, óleo vegetal e biogás.
Como tenho experiência prática com gasogênios, penso
que os "briquetes" de carvão vegetal apresentam a seguinte
vantagem sobre os de resíduos vegetais: 1- energia mais concentrada,
em menor volume e peso, 2- o sistema de gaseificação de
carvão vegetal puro é mais simples e confiável, 3-
o sistema de filtragem é mais simples, devido a ausência
de alcatrão, 4- qualidade e umidade constante e controlada do combustível,
5- fácil, limpo e eficiente transporte e comércio, 6- fácil
e simples produção.
Meu caro Heinz
Ótima a tua sugestão de eliminar a reeleição
consecutiva em todos os escalões. Assim, quem sabe, junto com a
divulgação do voto nulo, seria possível fazer uma
limpa no planalto central, e eleger pessoas interessadas no bem comum,
acima do bem particular.
Meu caro Alexandre
Um engenheiro que libera um laudo e fotos de "motor enfartado"
a óleo vegetal, é no mínimo muito ignorante e mal
informado.
Imagina pegar um motor a gasolina, sem ser adaptado para o álcool,
e fazê-lo funcionar com álcool. Se este motor "pegar"
ele funde em menos de duas horas...
Divulgar resultados de testes com óleos vegetais, em motores não
adaptados, é sacanagem, é coisa de incompetente, de bandido.
E veja, que mesmo assim, estes analfabetos técnicos da Valtra,
funcionaram estes motores por consideráveis e admiráveis
200 e 600 horas. Isso, se devidamente interpretado, é um resultado
fantástico, pois demonstra o potencial dos óleos vegetais,
ou seja, que é mais fácil adaptar um motor Diesel para óleo
vegetal, do que adaptar um motor a gasolina para álcool.
A glicerina, devidamente pulverizada e aquecida é um poderoso combustível,
sendo trinitroglicerina autoexplosiva...
Se estes babacas fossem bem intencionados, teriam no mínimo importado
alguns kits da Alemanha, onde tem mais de 50 fundos de quintal fazendo
estas adaptações.
Repito: Fazer biodiesel de óleos vegetais é como fazer biogasolina
de álcool... uma estupidez desnecessária, com poder calorífico
menor, custo maior, desperdício de energia e exclusão social.
Meu bioamigo alemão Juergen recomenda a leitura sobre a bactéria
diazotrophicus que fixa nitrogênio nos vegetais:
http://latin.arizona.edu/~kennedy/research.html
Também recomenda o artigo sobre a produção de etanol
a partir da beterraba:
http://www.sunstar.com.ph/static/dav/2005/11/20/bus/rp.to.produce.sugar.sorghum.for.biofuel.html
E, Fixação Biológica de Nitrogênio (FBN) em
Gramíneas no Brasil:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0001-37652005000300014
Desabobalhantes bioabraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
Divulgação autorizada e desejável.
"Entendo como desertos verdes: a Mata Atlântica, a Mata Amazônica,
os cerrados, o Pantanal, a soja, a cana-de-açucar, o trigo, as
pastagens, os girasois, entre outros, todos sequestradores de CO²
e benfeitores da diminuição do efeito estufa." - Gert
R. Fischer
De: andexal
Enviada em: sábado, 1 de abril de 2006 16:22
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: motor enfartado com oleo vegetal
Prezado Dr. Fendel.
Já li muito sobre o funcionamento dos motores a Diesel, nos quais
está sendo utilizado óleo vegetal no lugar do Diesel.
No entanto, vi hoje num programa da TV TEM, que é filiada da Globo,
uma reportagem sobre o uso do Biodesiel, numa fábrica de tratores,
creio que era a Valtra (antiga Valmet).
O engenheiro que foi entrevistado, disse que o uso do óleo vegetal,
sem ainda estar transformado em "biodiesel", estraga o motor.
Ele afirmou que a glicerina que não é queimada no motor,
desce para o óleo lubrificante, formando uma espécie de
goma, prejudicando a circulação do óleo lubrificante.
Ele comparou aquela goma ao colesterol, que entope as veias, causando
o enfarto; daí ele chamou o motor de "motor enfartado",
sendo que tais depósitos reduzem sobremaneira a vida útil
do motor.
E, de fato ele mostrou um produto enegrecido, parecido com uma graxa,
e disse que aquilo era a tal glicerina não queimada que havia descido
para o óleo lubrificante e "enfartado o motor".
Gostaria de saber se isto realmente procede e, em caso de ser verdade,
se existe alguma forma de minimizar este efeito.
Desde já, agradeço.
Alexandre Edison
Araçatuba/SP
From: Gustavo Heinz Schmidt Wiggers
To: Gustavo 3
Sent: Wednesday, March 29, 2006 9:05 PM
Subject: [solidariosbrasil] Voto nulo anula a eleição?
Florianópolis/SC, 29 de março de 2006.
A propósito do artigo do Dr. Fernando Beltrão Lemos Monteiro,
penso que 50% ou mais de votos nulos deveriam, sim, anular, as eleições.
Se as pessoas vão para a rua protestar são baderneiras.
Ora, quer meio mais legítimo de protestar do que anular o voto
e fazendo em consequência, na minha opinião, que nenhuma
pessoa que já tenha exercido mandato eletivo possa participar do
próximo pleito, dando ensejo a uma verdadeira oxigenação
eleitoral no Brasil.
Isso, sim, seria uma revolução na CRFB/88 e na legislação
eleitoral brasileira.
Saudações,
Gustavo Heinz Schmidt Wiggers
OAB/SC - 15.722
http://www.migalhas.com.br/mostra_noticia_articuladas.aspx?cod=22602
-----Mensagem original-----
De: mario banfoldy
Enviada em: domingo, 2 de abril de 2006 04:05
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: Parcerias & Cooperacao
Bom dia Prezado colega Thomas !
Creio que alem de sermos colegas , devemos ser da mesma geração
(sou formado em Engenharia industrial 1969).
Alem do mais pelo que vi que somos “Don Quixotes“ em busca
de verdades maiores.
Sem duvida, a vida não é so fluxo de caixa, mas tambem qualidade
de vida e valores “COSMICOS“ maiores.
Nao vou filosofar muito ….
Vamos ao pratico ..objetivo e concreto.
Estou lhe contatando, bem low profile, para analisarmos o encontro de
sinergias em BIO-Energia sustentavel, em particular o reaproveitamento
dos residuos de madeira, na forma de pellets (cilindros de ca 6 mm, comprimidos).
È uma “nova“ forma de otimizacao do valor energetico
“madeira”, principalmente sua aplicacao como FLUIDO em tecnicas
de leito fluidizado.
Aqui na Austria , tem havido esforcos e sucessos, no desenvolvimento de
novas tecnicas de aplicacao e combustao.
Nos estamos iniciando novo Projeto para producao da mesma, e acreditamos
tambem no Brasil possamos ter sua aplicação otimizada.
Para tal gostaria de trocar informacoes em como poderiamos aplicar nosso
combustivel pellets, em seus sistemas de coo-geracao?
Uma das aplicacoes que estamos vislumbrando tambem, seriam em sistemas
automotores, re-inventando e atualisando as solucoes de gasogenio da segunda
guerra.
Sera um prazer ouvir suas ideias e sugestoes
Disponha de Salzburg
BANFOLDY and Partners
Dipl.Ing.Mario Banfoldy
Partner Manager
www.banfoldy.com
Tel : 00 43 650 48 007 46
De: Mauro Schorr
Enviada em: sexta-feira, 31 de março de 2006 19:35
Para: fendel
Assunto: Paul Singer em Floripa sobre Economia Solidária
O Secretário Nacional de Economia Solidária, Paul Singer,
responsável maior pela SENAES (Secretaria Nacional da Economia
Solidária), estará aqui em Floripa nesta semana.
Dia 30, quinta feira, ele participa da banca (a qual tbém terá
minha presença, de Ary Minella e outros colegas) que avaliará
a tese de doutorado da Claudia Soares (que era companheira do Marcelo
Lopes) s/moeda social intitulada "MOEDA SOCIAL. UMA ANÁLISE
INTERDISCIPLINAR DE SUAS POTENCIALIDADES NO BRASIL CONTEMPORÂNEO".
Possivelmente a primeira no Brasil s/este tema, e c/certeza uma das primeiras
no mundo.
Na sexta, a partir das 9:30 horas, o Singer fará uma conferência
aqui em Floripa s/o tema da Economia Solidária. Local: Auditório
do CSE/UFSC.
Ele é possivelmente o mais eminente economista brasileiro vivo.
Inté, Armando
Assunto: Carro a ar
*O Motor de Ar Comprimido MDI
Depois de doze anos de estudos, Guy Negre conseguiu desenvolver um motor
que pode ser convertido em um dos maiores avanços tecnológicos
deste século.
Sua aplicação nos veículos CAT´s, faz com que
estes adquirem grandes vantagens tanto em seu custo econômico, como
no meio ambiente. Com a incorporação da bi-energia (ar comprimido
+ combustivel) os veículos CAT´s aumentaram a sua autonomia
cerca dos 2.000km, com uma contaminação nula em cidades
e muito reduzida fora da área urbana.
Por sua vez, as aplicaçoes do motor MDI a outras áreas fora
do setor automobilístico, abrem múltiplas possiblidades
em campos como o náutico, geradores, motores auxiliares, grupos
elétricos, etc... O ar comprimido é um novo setor energético
que permite, de forma viável, a acumulaçao e o transporte
de energia.
MDI está muito perto de iniciar a produçao em série
de motores e veículos.
Se financia com a venda e cessoes de licenças de fabricação
de suas patentes em todo o mundo.
(+) http://www.motormdi.com/
De: Alexandre A. Brasil
Enviada em: quarta-feira, 29 de março de 2006 19:02
Para: Lista Floresta
Assunto: [Floresta-l] Relatório da CPI diz que mensalão
existiu e não era caixa dois
FELIPE RECONDO, da Folha Online, em Brasília
Depois de dez meses de investigação, a CPI dos Correios
concluiu que o mensalão existiu e nada tem a ver com despesas não
declaradas de campanha eleitoral. O relatório final da comissão
diz que houve pagamento de mesada para deputados da base governista.
No documento apresentado hoje o relator Osmar Serraglio (PMDB-PR) contesta
a versão apresentada pelos governistas e referendada pelo presidente
Luiz Inácio Lula da Silva na entrevista concedida na França.
Os governistas, durante as investigações, diziam que o pagamento
dos recursos servia para honrar compromissos de campanha não contabilizados.
No relatório, Serraglio diz não aceitar a versão.
"É reduzir-se em demasia a inteligência dos brasileiros
imaginar que será bastante dizer que os milhões não
foram distribuídos a parlamentares, mas sim corresponderiam a caixa
dois de campanhas", afirma o deputado no documento.
Como argumentos para dizer que mensalão difere de caixa dois, o
deputado diz que há repasse de recursos para deputados em 2003,
ano em que não houve campanha, e que os envolvidos não têm
comprovantes dos pagamentos de dívidas de campanha. "Minimamente,
deveriam ser comprovados tais pagamentos [de caixa dois]. Afora isso,
será
basófia", acrescentou Serraglio.
As fontes dos recursos "do valerioduto" seriam os cofres públicos,
como o Fundo de Recursos da Visanet, gerido pelo Banco do Brasil, e fontes
privadas, como a Brasil Telecom e a Usiminas.
Os empréstimos feitos pelo PT, no valor de R$ 55 milhões,
no Banco Rural e BMG seriam "mera formalidade contábil e financeira"
para a montagem de "uma farsa" para "mascarar" a origem
dos recursos.
Votação
Um pedido de vistas coletivo adiou para terça-feira a votação
do relatório final da CPI dos Correios. O presidente da CPI, senador
Delcídio Amaral (PT-MS), disse que assim haverá tempo para
o relatório final ser lido por todos os integrantes da comissão.
Depois disso, o texto pode sofrer alterações, já
que os parlamentares podem apresentar sugestões de mudança
no relatório final.
Uma das possibilidades em estudo pela ala governista é apresentar
um relatório paralelo. Esse relatório alternativo livraria
a maior parte dos nomes citados no texto original.
Outra hipótese é a apresentação de destaques,
que podem alterar o relatório original.
De: Sebastiao
Enviada em: quarta-feira, 29 de março de 2006 17:36
Para: redeflorestal-br@yahoogrupos.com.br
Assunto: RES: [redeflorestal-br] ainda, da cartilha Hidreletricas do Rio
Uruguai
Prezado Philipp,
Boa tarde.
Como eu havia dito eu não sou especialista quanto ao tema energia,
muito menos sobre hidroelétricas, entretanto, gostaria de perguntar
a você e aos colegas que entendam do tema sobre o que fazer nos
casos em que o empreendimento causar “um dano ambiental e social
tão grande que não deveriam ser construídas”.
A necessidade por energia continua e tende a aumentar, então o
que fazer?
Atenciosamente, Sebastiao.
De: redeflorestal-br@yahoogrupos.com.br
Em nome de Philipp Stumpe
Enviada em: segunda-feira, 27 de março de 2006 16:46
Para: redeflorestal-br@yahoogrupos.com.br
Assunto: [redeflorestal-br] ainda, da cartilha Hidreletricas do Rio Uruguai
Caro Sebastião,
a questão da geração de energia é mais complexa
do que você coloca.
Quanto a hidrelétricas serem "benéficas ou maléficas",
é questão de analizar em cada caso. Com certeza, há
hidrelétricas que precisam e podem ser construídas, contudo,
também há aquelas que NÃO deveriam de sair da fase
do Estudo de Impacto Ambiental, uma vez que o dano ocasionado pela construção
das mesmas, não está em relação aos benefícios
ocasionados. Ou em outras palavras: há empreendimentos que causam
um dano ambiental e social tão grande, que não deveriam
ser construidas.
Na cartilha: "o tema da geração de energia e seus impactos...
a dificuldade em obter informações sobre os empreendimentos,
tanto os planejados quantos os em construção, mesmo o direito
de acesso à informação ambiental estando previsto
na legislação nacional.".
A cartilha tem como objetivo "disponibilizar as informações
compiladas sobre o conjunto e sobre cada um dos empreendimentos na bacia
do rio Uruguai"... para servirem de subsídio à tal
avaliação de "cada caso é um caso".
Confira na cartilha... lá você encontrará outras colocações.
Atenciosamente,
Philipp
Em nome de hjs
Enviada em: segunda-feira, 27 de março de 2006 20:23
Para: redeflorestal-br
Assunto: Re:RES: [redeflorestal-br] cartilha Hidreletricas do Rio Uruguai
Sim, caro Sebastião, parece certa a sua conclusão, precisamos
de muita energia para sustentar o desenvolvimento do país, mas
não devemos subestimar o potencial da madeira como insumo para
a geração termoelétrica, porque reune qualidades
muito valorizadas, atualmente: é renovável e apresenta superávit
no seu balanço emissão/absorção de carbono.
Também não sou expert, mas arrisco uns palpites. Grande
abraço a todos.
Humberto J. Santos.
De: redeflorestal-br
Data: Mon, 27 Mar 2006 16:25:09 -0300
Assunto: RES: [redeflorestal-br] cartilha Hidreletricas do Rio Uruguai
Prezados colegas,
Boa tarde.
O Brasil necessita de energia, se a mesma não for produzida a partir
de hidroelétricas qual é a outra solução?
Embora eu não seja um expert no tema, me parece que as outras formas
de produção de energia são muito mais poluentes e
danosas que a de hidroelétrica. Me corrijam se estou errado.
Abraços, Sebastiao.
De: Em nome de Philipp Stumpe
Enviada em: segunda-feira, 27 de março de 2006 15:43
Assunto: [redeflorestal-br] cartilha Hidreletricas do Rio Uruguai
Meus car@s,
O Núcleo Amigos da Terra Brasil (NAT) de Porto Alegre lançou
a cartilha "Hidrelétricas do Rio Uruguai - Um guia para ONGs
e Movimentos Sociais".
A cartilha impressa pode ser obtida através do NAT (http://www.natbrasil.org.br),
a mesma em formato pdf pode ser baixada através da seção
"download" no site da apremavi - http://www.apremavi.com.br
Um abraço em todos e todas,
Philipp Stumpe
Dipl. Ing. Forstwirt (FH) - Germany
(Diploma de Engenharia Florestal de Fachhochschule da Alemanha)
APREMAVI Administração
De: Sergio Ahrens
Enviada em: sexta-feira, 31 de março de 2006 15:27
Para: Debates na área florestal em língua portuguesa
Assunto: Re: [Floresta-l] Aconcetece na Embrapa Florestas....., apesar
do MST
Prezados Pedro, Acácio e demais colegas da lista,
a) Sou Eng. Florestal e pesquisador da Embrapa Florestas há 28
anos.
b) Sim, confirmo que a Embrapa, e assim também a Embrapa Florestas,
tem, historicamente, parcerias com muitos atores e segmentos da sociedade
brasileira, inclusive com "assentados e suas organizações".
A pesquisa sobre sistemas agrosilvipastoris é uma das principais
linhas de nosso programa.
c) Respeitosamente, apreciaria ser informado sobre a fonte da informação
de que 92% do orçamento da Embrapa é dirigido às
"pesquisas que beneficiam apenas o agronegócio" e 8%
para as "pesquisas com agricultura familiar e assentamentos".
d) Quanto aos monocultivos, pergunto o que porventura seriam as lavouras
de trigo, de soja, de milho, sorgo, arroz, cenoura, ..., as gramíneas
plantadas para a formação de pastos, os cafezais, etc, etc,
estabelecidos em áreas de assentamentos? Alguém já
refletiu sobre a freqüência e intensidade com que os solos
são trabalhados mecanicamente
nas diferentes atividades produtivas? E o que dizer sobre a intensidade
de uso de adubos químicos, pesticidas e herbicidas?
Nas florestas plantadas, inclusive com espécies exóticas,
o solo permanece em repouso e protegido por (no mínimo) cerca de
20 anos; o uso de produtos químicos é comparativamente insignificante
(em verdade, usualmente é nulo) e a água de excelente qualidade.
Cordialmente, Sergio Ahrens
Acácio Zuniga Leite escreveu:
Ótimas colocações Pedro
APESAR do senso comum avançar cada vez mais é importante
encontrar pessoas que se posicionam de maneira coerente e pensante nessa
lista.
Abraços
Acácio
Sebastiao
Prezado Pedro,
Boa tarde.
Você diz que quando uma pessoa for assaltada deve "colocar
na conta do agronegócio e dos monocultivos de papel". Será
que apenas o agronegócio e os monocultivos de papel são
os únicos responsáveis pela degradação social?
Creio ser essa explicação muito simplista de um problema
muito maior e que vem de longas datas. Será que apenas acabando
com o agronegócio e os monocultivos de papel todos os problemas
sociais do Brasil serão resolvidos?
Atenciosamente,
Sebastiao.
Prezado Rodrigo,
Boa tarde.
Muito boa a sua colocação. Com a bitolação
do tal do Stédile já imaginou o quanto 'avançaremos'
em termos de pesquisas? É uma total falta de lógica.
Abraços,
Sebastiao.
Eder escreveu:
alguns sao contra os investimentos no agronegócio, outros sao contra
os sem-terra, esses dois sao extremos; nao existe problema de monocultivo
excludente ou deserto verde, falta um projeto de Arquitetura Florestal,
que contemple a necessária produtividade com a desejada inclusão
da sociedade, repartir os resultados economicos...é mais fácil
um camelo passar pelo buraco de uma agulha...
saudacoes florestais
Eder
Pedro Christoffoli escreveu
por falar em eleição...
quem quiser se eleger para defender ou atacar as celulósicas transnacionais,
posso enviar alguns dossiês para fomentar o debate. Quem quiser
solicite!
Sobre impostos: talvez a consigna seja:
toda a mais-valia social (impostos incluídos) para o povo. Nada
para o grande capital!
Pedro Rodrigo Corrêa escreveu:
Oi Pedro,
Obrigado pela explicação. Agora eu entendi. Algumas pesquisas
e instituições são permitidas pelo MST, outras não.
Não lembro de ter votado em alguém desse movimento. Por
que eles então se sentem representantes do povo? São eles
que decidem o que pode ou não neste país? Pensei que nossos
representantes fossem Luiz Inácio e os 300 picaretas. Quanto de
imposto é recolhido do MST? Pois parece que eles se divertem, mas
nós que sustentamos a farra. Abraços, Rodrigo
Pedro Christoffoli escreveu:
Rodrigo, apesar do teu "apesar...", é bom saber que:
a) os assentados e suas organizações têm uma parceria
histórica com a embrapa em geral e tb com embrapa florestas.
b) Que eles têm defendido mudanças nos rumos das pesquisas
que beneficiam apenas o agronegócio (92% do orçamento da
empresa) em detrimento das pesquisas com agricultura familiar e assentamentos
(8% do orçamento da embrapa).
c) que não são contra pesquisas, e muito menos florestas,
apenas contra os desertos verdes, os monocultivos que são ambientalmente
insustentáveis e socialmente excludentes. Os assentados desenvolvem,
p. ex. pesquisas em sistemas agroflorestais e agrosilvopastoris.
d) os sem terra são contra tb a destinação de bilhões
de reais para as empresas do agronegócio, ao passo que milhões
de famílias não tem acesso ao básico para custeio
e investimento, gerando degradação sócio-econômica
no meio rural e migração para as favelas. Quando alguém
próximo de vc for assaltado, lembre-se disso, para colocar na conta
do agronegócio e dos monocultivos de papel. abraço fraterno,
Pedro Christoffoli
Rodrigo Corrêa escreveu:
ACONTECE NA EMBRAPA FLORESTAS E NA UFPR Prezados Senhores, No período
de 26 a 28 de Abril de 2006, acontecerá o "CURSO INTENSIVO
DE VIVEIROS E PRODUÇÃO DE MUDAS". Agradecendo a atenção,
solicito, se possível, a divulgação deste evento
para seus parceiros e clientes. Atenciosamente, Antonio Maciel Botelho
Machado Chefe de Comunicação, Negócios e Apoio Embrapa
Florestas
De: ECOLOGIA EM AÇÃO
Enviada em: quarta-feira, 29 de março de 2006 08:50
Para: vários
Assunto: Res: Teimosia inadmissível
Telmo e demais desse grupo,
Em Luiz Alves - pequeno municipio produtor de aguardente em SC, produz
álcool em pequenas propriedades rurais, mas estes agricultores
estão proibidos de comercializar esse álcool por que a corporação
da PETROBRAS exige que tudo passe pelo mensalão opaco dela onde
o preço que chega é um e sai multiplicado por três.
Vandalismo contra o povo sofrido brasileiro. Putaria das mais avassaladoras
que existem. O coitado do agricultor nunca sai da merda em que se encontra.
Os engenheiros agrônomos não tem serviço e estão
procurando emprego publico onde existem em grande numero fazendo projetinhos
concorrendo com os eng. agrônomos que são autônomos
e estão mudando de profissão por que não suportam
a concorrência sacana e protegida dos colegas que estão nos
postos de fiscalização e análise de projetos.
Em Joinville foi criada a guarda municipal que paga R$ 850,00 de soldo
ao mes, inicial. Detectei dois engenheiros que trabalham la, uniformizados
de azul e com bloquinho de multas na mão.
Essa é a porcaria de pais em que moramos achando que um dia o futuro
da prosperidade e da inteligência nos alcançará.
Estou esperando 68 anos e não verei nada de melhor, muito pelo
contrario.
Eng. Agr. Gert Roland Fischer
Autonomo pensando em ser guarda de transito.
De: Telmo Heinen
Data: 03/29/06 01:02:49
Para: vários
Assunto: Teimosia inadmissível
CNA defende implantação de micro e pequenas destilarias
para regularizar oferta de álcool. Agora????
Como esse pessoal teima em desconhecer o que já existe... http://www.cna.org.br/cna/index.wsp
Imprensa CNA
Incentivar a criação de micro, mini e pequenas destilarias
de álcool por todo o Brasil é o tema de reunião da
Comissão Nacional de Cana-de-Açúcar da Confederação
da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que ocorre hoje, em
Brasília. “A idéia é estimular pequenos e médios
produtores, no sentido de colaborar com o suprimento da demanda de álcool,
geração de empregos e renda”, diz o presidente da
Comissão, Edison José Ustulin.
Atualmente, os produtores rurais respondem por apenas 25% da cana-de-açúcar
que é levada às destilarias, para a fabricação
do álcool. Há 15 anos, os produtores forneciam metade da
cana que era moída nas usinas. A nova estratégia da CNA
é criar um mecanismo que permita aos produtores de menor porte
também ter acesso ao processamento do álcool, ofertando
ao mercado o produto final, com maior valor agregado. Como benefício,
o mecanismo garantiria maior geração de empregos, pulverização
da oferta e aumento da concorrência, ajudando a equilibrar preços.
Além do benefício social, com a maior oferta de emprego
e renda no campo, a sugestão visa dar maior regularidade à
oferta de álcool, tanto em relação ao mercado interno
quanto às exportações. Ustulin ressalta que não
há como esquecer das vantagens ambientais quando se estimula a
produção e consumo de álcool combustível.
“Diminuímos a utilização de combustível
fóssil e, com isso, a poluição, ao estimular o uso
de um combustível renovável”, diz.
Como esse pessoal teima em desconhecer o que já existe...(Nenhuma
ref. aos Fabricantes que existem, PL 4080/04 etc...)
Uma das propostas em estudo defendida pela CNA é a de criar usinas
que produzam de 5 mil a 10 mil litros de álcool por dia, o que
exigiria uma produção de 11 mil a 22 mil toneladas de cana-de-açúcar,
respectivamente, por safra. Na prática, uma usina pequena poderia
beneficiar cerca de 15 produtores, cada um deles destinando apenas 10
hectares de sua propriedade ao cultivo da cana. Atualmente, no Brasil,
a usina de médio porte de álcool processa 1,5 milhão
de toneladas de cana-de-açúcar por safra, o que representa
uma área de 20 mil hectares. A política de pulverizar a
produção de cana e a produção de álcool,
defendida pela CNA, permitiria a um número maior de produtores
investir na atividade, evitando concentração na produção
e beneficiando a implantação de unidades industriais em
regiões nas quais não há destilarias.
Ustulin propõe que a criação de usinas de menor porte
seja estudada em parceria com outros órgãos, como os Ministérios
da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e da Ciência
e Tecnologia (MCT), além da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária
(Embrapa). Depois de concluído o projeto técnico dessas
usinas, será defendido o formato de financiamento dessas unidades
industriais. “Sempre com custos acessíveis ao produtor”,
diz.
“Estaríamos contribuindo para incrementar a produção
de álcool, atendendo a crescente demanda interna e externa, além
de gerar renda, empregos e aumentar a arrecadação de impostos”,
afirma Ustulin. Ele destaca que está em estudo a criação
de projetos de pequenas usinas, que produziriam entre 30 mil e 40 mil
litros de álcool por dia, sendo operadas por cooperativas.
A reunião da Comissão Nacional de Cana-de-Açúcar
da CNA ocorre hoje, das 10h às 17h30, na sede da entidade (SGAN,
Quadra 601, Módulo K, Brasília). Durante manhã, técnicos
da CNA e de outras instituições realizam apresentações
sobre o setor sucroalcooleiro. A tarde está reservada para debate
entre os técnicos sobre o projeto de mini-destilarias.
De: COTE- Consultoria Operacional Ltda.
Enviada em: quinta-feira, 30 de março de 2006 22:20
Para: 'COTE - Consultoria - Campo Grande' www.cote.com.br
Assunto: Brasil já lidera corrida mundial de biocombustíveis
terça, 28 março 2006 - Fonte: 24HorasNews
Produtores brasileiros, sem qualquer tipo de subsídio ou incentivo
governamental, estão colocando o país na liderança
mundial de agroenergia e biocombustíveis. Só no Estado de
São Paulo, estão sendo construídas 89 novas usinas
sucroalcooleiras, que entrarão em funcionamento até 2010.
Unidades industriais também estão sendo implantadas em praticamente
todos os outros Estados para produzir açúcar, etanol e biodiesel.
“O mercado interno exige volume cada vez maior de produção
e o externo está ávido para importar nosso etanol e biodiesel”,
afirma Ronaldo Knack, presidente da Feira Internacional de Agroenergia
e Biocombustíveis – Enerbio/2006.
O evento será promovido em São Paulo de 13 a 15 de novembro
no Transamerica Expo Center e servirá de vitrine para mostrar ao
país e ao mundo a tecnologia desenvolvida em biocombustíveis
e agroenergia no país nos últimos 30 anos. Através
do Núcleo de Conhecimento da Enerbio/2006, será promovida
simultaneamente à feira a 1ª Conferência Internacional
de Biocombutíveis.
“Além da produção de etanol e biodiesel, o
Brasil já está produzindo para testes as células
combustível a hidrogênio, que utilizam como fonte de matéria
prima, álcool anidro, o mesmo que é misturado na proporção
de 20% à nossa gasolina. Este vem sendo apontado como o combustível
do futuro, por ser 100% limpo, renovável e ecologicamente correto”,
garante Ronaldo Knack.
A produção de agroenergia pode também colocar os
produtores de grãos, de óleos vegetais e de sebo animal
numa condição privilegiada, abrindo os mercados interno
e externo para a produção de biocombustíveis. “Trata-se
de uma iniciativa de inclusão social, geração de
empregos e distribuição de renda, notadamente no momento
em que os preços das commodities agrícolas estão
em baixa”, explica Ronaldo Knack.
De: Gabriel
Enviada em: sexta-feira, 31 de março de 2006 17:30
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: Parabéns
Boa Tarde Thomas, me chamo Gabriel e te mando este e-mail o parabenizando
por suas formidaveis contribuições para o inicio de uma
nova era na geração de energias para a população,
que em pouco tempo se haver interesse não vai mais depender dos
comb. fosseis, usando energias renovaveis e menos destruidoras do nosso
planeta, estudo Engenharia
Agrícola 7º sem. na URI (Universidade Regional Integrada do
Alto Uruguai e das Missões) em Santiago RS, junto com alguns professores
estamos começando a trabalhar com alcool (cana-de-açucar)
e biodiesel (soja e girasol), se puder por favor me mande alguns links
sobre o assunto, muito obrigado.
Carlos Gabriel Nunes dos Santos
055 3251 5182 / 055 8401 3223
gabriehns@bol.com.br
De: Romeu Kerber
Enviada em: quinta-feira, 30 de março de 2006 16:11
Para: bioenergia-l
Assunto: Crime de guerra
Invadiram o Iraque em busca de armas quimicas. Mas acabaram contaminando
aquele País por 4,5 milhões de anos Esta é a forma
pela qual os americanos querem implantar a democracia deles no Iraque
e quem sabe depois aqui na
América Latina.
Perita internacional denuncia
O urânio empobrecido (DU) é uma arma de destruição
maciça Consequências oncológicas e genéticas
irreversíveis e "eternas"
9 de Agosto de 2005
Leuren Moret, cientista nuclear
Fonte: Battle Creek Enquirer (Michigan, EUA) [www.battlecreekenquirer.com]
O meu avô Edwin Joseph McAllister, coronel do exército dos
Estados Unidos, nasceu em Battle Creek em 1895. Mal ele sabia que a sua
primeira neta seria perita internacional do urânio empobrecido.
Trabalhei em dois laboratórios
de armamento nuclear dos EUA e, em 1991, comecei a denunciar o que se
passava no Laboratório Livermore. O urânio empobrecido [depleted
uranium ou DU] é algo muito, muito nocivo:
• O armamento com urânio empobrecido (DU) corresponde à
definição de arma de destruição maciça
[ADM] em duas das três categorias definidas pelo Código Federal
dos EUA, Título 50, capítulo 40, Secção 2302.
• O armamento com urânio empobrecido (DU) viola todos os tratados
e acordos internacionais, as convenções de Haia e de Genebra
sobre a guerra, o Protocolo de Genebra de 1925 sobre o gás, as
leis dos EUA e as leis militares dos EUA.
• Desde 1991, os EUA disseminaram na atmosfera do planeta a atomicidade
radioactiva equivalente a, pelo menos, 400.000 bombas de Nagasaki. O que
é 10 vezes a quantidade disseminada com os testes atómicos
atmosféricos, que
era equivalente a 40.000 bombas de Hiroshima. Os EUA têm continuadamente
contaminado a atmosfera mundial com poluição radioactiva,
a qual tem uma semi-vida de 2.500 milhões de anos.
• Os EUA fizeram quatro guerras ilegais – na Jugoslávia,
no Afeganistão e duas vezes no Iraque desde 1991 –, considerando
“convencionais” as armas com urânio empobrecido (DU),
que são realmente armas nucleares.
• O urânio empobrecido (DU) tem, no teatro de guerra, três
efeitos sobre os seres vivos: é um veneno “químico”
enquanto metal pesado; é um veneno “radioactivo”; e
tem um efeito “atómico” devido à dimensão
extremamente
reduzida das partículas (0,1 micron ou menos) [10.000 vezes mais
pequeno que um milímetro].
• O plano inicial para o armamento de urânio empobrecido (DU)
foi um Memorando de 1943 do Projecto Manhattan ao General L. Groves que
recomendava o desenvolvimento de materiais radioactivos como armas de
gás venenoso –
bombas sujas, mísseis sujos e balas sujas.
• As armas de urânio empobrecido (DU) têm uma grande
energia cinética de penetração, mas são ainda
mais eficientes como armas biológicas porque o urânio empobrecido
(DU) tem um forte afinidade química com as estruturas de
fosfatos concentradas no AND.
• O urânio empobrecido (DU) é o “cavalo de Tróia”
da guerra nuclear – continua sempre a irradiar e a matar. Não
há processo de limpeza possível, não há maneira
de o fazer parar, porque ele continua a desintegrar-se em novos isótopos
radioactivos, numa série de de 20 fases.
• Terry Jameson, do Departamento dos Assuntos dos Antigos Combatentes
do governo EUA, declarou em Agosto de 2004 que mais de 518.000 veteranos
da Guerra do Golfo (período de 14 anos) se encontram actualmente
em situação de incapacidade médica, e que 7.039 foram
feridos no campo de batalha nesse mesmo período. Cerca de 500.000
veteranos de guerra dos EUA são pessoas sem abrigo.
• Vários estudos feitos com soldados que tiveram filhos normais
antes da guerra mostraram que 67 % dos bébés nascidos depois
da guerra nasceram com graves malformações de nascença
– ausência de cérebro, de olhos, de órgãos,
pernas e braços, e doenças do sangue.
• No sul do Iraque, há relatórios científicos
que apontam níveis cinco vezes mais elevados de radiação
gama na atmosfera, o que faz aumentar a carga radioactiva diária
no corpo dos habitantes. Na realidade, o Iraque, a Iugoslávia e
o Afeganistão tornaram-se inabitáveis.
• O cancro desenvolve-se a partir duma partícula alfa que
se encontre em condições apropriadas. Um grama de urânio
empobrecido (DU) tem o tamanho de um ponto final neste texto e liberta
12.000 partículas alfa por segundo.
Antes de morrer, o meu avô disse-me que a sua geração
tinha feito grandes estragos neste planeta. Imagino o que ele me diria
agora. Eu dir-lhe-ia para ver o novo documentário Beyond Treason
[Para além da traição] (www.beyondtreason.com) acerca
das traições do governo dos EUA contra as nossas próprias
tropas: ex-combatentes atómicos. MK-Ultra, agente laranja e urânio
empobrecido. Depois do Vietname, Henri Kissinger disse: “os militares
não passam de idiotas, animais idiotas para serem usados como peões
da nossa política externa…” (v. capítulo 5 de
Final Days, de Woodward e Benrstein).
Leuren Moret é uma especialista internacional das radiações,
com bacharelato científico de geologia da Universidade da Califórnia
(Davies), mestrado de Estudos do Próximo-Oriente da Universidade
da Califórnia (Berkeley) e pós-graduação em
geociências na Universidade da Califórnia (Davies). É
Comissária do Ambiente da cidade de Berkeley (Califórnia).
NDT: Para informação completa e cientificamente fundamentada
sobre a questão do DU (urânio empobrecido), aconselhamos
a consulta dos sites do Uranium Medical Research Center (www.umrc.net)
e da World Uranium Weapons Conference (Conferência de Hamburgo,
Outubro 2003) (www.uraniumweaponsconference.de), esta última sob
o lema “O cavalo de Tróia da Guerra nuclear”.
• Tradução ComRed TMI (JMB). Artigo original em:
http://www.battlecreekenquirer.com/apps/pbcs.dll/article?AID=/20050809/OPINION02/508090332/1014/OPINION
Ministro diz que biodiesel de soja seria uma saída
O ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, quando perguntado sobre
a utilização do biodiesel, disse que o assunto é
um “paradoxo da economia mundial”, devido ao reaproveitamento
de energia que deve ser discutido na Agricultura.
Rodrigues disse que a utilização da soja como fonte do biocombustível
seria uma saída, uma opção, até mesmo porque
o câmbio atual que se pratica com a soja vem se tornando “insuportável”,
ou seja, se compra por um preço e tem que se vender por um valor
abaixo do comprado.
De acordo com o ministro, a soja no biodiesel é uma “discussão
em andamento”, até o momento não há nada de
concreto sobre o assunto.
O biodiesel é um combustível renovável produzido
a partir de plantas oleaginosas, como mamona, dendê, soja e girassol.
A mistura do biodiesel é prevista pela Lei 11.097 de 2005, que
determina a obrigatoriedade da adição na proporção
de 2% a partir de 2008 e de 5% a partir de 2013.
Fonte: Campo Grande News
SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE ENERGIAS RENOVÁVEIS Dia 11 de
abril de 2006, Plenário 2 da Câmara dos Deputados.
O Conselho de Altos Estudos e Avaliação Tecnológica
e a Frente Parlamentar em Defesa de Energia de Fontes Renováveis
estará realizando no dia 11 de abril próximo o Seminário
Internacional de Energias Renováveis. O seminário tem como
proposta abrir espaço para uma discussão construtiva sobre
o que tem sido feito no Brasil e no mundo em termos de energia eólica,
solar, fotovoltaica e de biomassa e contará com a participação
de autoridades governamentais de pastas correlatas, autoridades européias
e palestrantes europeus e brasileiros. Confira a programação
e preencha a ficha de inscrição clicando aqui. http://www2.camara.gov.br/conheca/altosestudos/programaenergia.html
Informações: caeat@camara.gov.br 3215 8626/8625.
Jornal BIOCOM 2
Meu caro Kerber
Quando é que o povo perceberá, que serve apenas para levar
o piano prá festa dos cafetões de bordel?
O custo de produção de álcool é muito baixo.
Nosso amigo Sérgio Pataro www.alcoolcombustivel.com.br produz a
R$ 0,35 o litro, em pequena escala artesanal... imagina então o
preço real em grande escala.
Mas, como quem faz as leis são aqueles que recebem o men$alão
do caixa 2 dos grandes, fica claro que nenhum deputado se digna a quebrar
o e$quemão de arrecadação, afinal se lambu$am nele.
Meu caro Oscar e meu caro Telmo
Como pode nosso preço de exportação da gasolina
ser inferior ao preço pago pelo povo? Isso é nada mais do
que puro assalto, é perpetuar o colonialismo, da mais ínfime
e prostituta espécie.
Meu caro Marcelo Guimarães
Embora seja viável e possível fazer álcool anidro
(sem água) na pequena destilaria, pergunto se tal dispêndio
é necessário?
Não é mais racional deixar os 4% de água no etanol?
Mesmo o misturado à gasolina? Prá que retirar esta água?
Aliás, existem relatos sobre os benefícios de se adicionar
um pouquinho de água em motores à explosão, onde,
através de sua evaporação, se aproveita melhor a
energia contida nos combustíveis.
O problema seria corrosão?
Minha querida Veridiana
Teu relato sobre a sacanagem das nossas concessionárias elétricas,
é típica da barbárie que ocorre em republiquetas
de araque, onde os caciques das estatais mandam e desmandam, ao sabor
da fumaça. Prá começar são cargos políticos,
e mesmo que fossem ocupados por técnicos, com seus miolos lavados,
não conseguiriam entender os benefícios da ENEREDE. Para
tal precisariam de um pouco de massa cinzenta, desnecessária para
discutirem futebol, religião, tatuagem e boquinha da garrafa.
E a mídia, a mídia não quer nem saber...
Meu caro Eder
Em termos de política energética, o Brasil está
muito longe da Bolívia, está na lanterna, estamos atrasados
em décadas. Aliás, lá, o representante do povo está
mostrando porque e prá que foi eleito.
Quanto aos diâmetros mínimos de árvores, meu bioamigo
Dr. Nikolaus Foidl, aqui no Brasil, seria fuzilado em paredão público,
imagina, na Nicarágua ele colhe árvores "moringa olífera"
com colheitadeira... hehehé...
Meus caros Hernani e Telmo
Não estou indo mais "fazer platéia" a estes criminosos
que defendem o biobobodiesel, e que acabam infectando os demais bem intencionados.
Nossa luta agora é fazer-mos eventos independentes. Não
adianta falar para as paredes e nem lançar pérolas aos sujos.
Utilizar o fóssil metanol no lugar do bioetanol, é apenas
uma das mutretas do biobobodiesel "familiar" mentiroso.
Não vou nem perder tempo em ver os anais destes congressos de biobobodiesel...
chega de ler piada infame. Minha diversão é outra. Minha
diversão é ver a cara destes asquerosos vadios, quando os
chamo pelos adjetivos que lhes são devidos.
Meus caros Odair, Oscar, Hernani, Gert e Telmo
Notem que o jornalista automotivo, que pediu patrocínio, sequer
acusou o recebimento das e-missivas.
Ou ele ainda está "analisando" as propostas, ou o mais
provável, seguiram rapidinho pra latinha de e-lixo.
Certamente ele vai ser, ou já está sendo, patrocinado pela
porcobrás e congêneres, afinal o grande negócio é
engambelar, é mentir, é roubar... coitados.
Coitado do povo Brasileiro, que ficou sem o motor ELKO, sem dinheiro,
sem esperanças, e sem futuro... nas mãos destes bandidos
que nos iludem, em conluio com a imprensa, e seus "repórteres
especializados".
Meu caro Francisco
Então, nascemos no mesmo leito...
Para que a humanidade tenha uma "boa solução"
a única esperança é a internet, que ainda não
tem dono, e ainda é livre...
E caso um dia tiver "dono", vira nova hierarquia, novo esquemão,
e aí poderemos realmente esquecer as esperanças.
Meu caro Dartangnan
A Diferença entre o metano (CH4) e o gás carbônico
(CO2) na atmosfera é que, embora o metano seja 20 vezes mais causador
do efeito estufa, sua vida é 20 vezes menor, ou seja... praticamente
empatam como causadores do efeito.
Quanto ao badalado MDL (mecanismo de desenvolvimento limpo) inventado
por um espertalhão Brasileiro, a estorinha real é outra.
Para cada tonelada de carbono virtual negociatada, os porcos tem direito
a jogar uma tonelara real de carbono na atmosfera. Isso é como
vender uma passagem rumo ao inferno, e no bilhete constar impresso "céu".
E como se trata de complicadíssima e hipócrita negociata,
cada qual avalia o que lhe der na cachola. Certamente a definição
de quem pode e não pode receber estas idiotas gorgetas, passa por
mensalões, ingerências, benesses, belas noitadas em zonas
de luxo paloffianas...
Meus caros Gert, Pastor Fuchs, Baldini
Obrigado pelo DVD. Ficou ótima a entrevista comigo, Gert, em teu
programa de TV: "Ecologia em ação".
O deputado Mauro Passos, é outro que deve estar "analisando"
as sugestões, na "gaveta" ou no "lixo".
Será que sua assessoria não lhe repassa os recados importantes?
Ou será que considera a bioenergia uma fonte renovável despresível?
Gostei da idéia de fazermos uma audiência pública
e chamar na chincha a quadrilha do biobobodiesel.
Mãos à obra.
Acredito que as diferenças de opiniões que tenho com meu
bioamigo Pastor Fuchs serão apenas no campo religioso. Tenho certeza
de que nas relvas das hidroelétricas e dos óleos vegetais,
em breve estaremos falando o mesmo dialeto...
Defendo que os "alagados" recebam terras às margens da
nova reprêsa, com casa, caso a original fosse alagada, idem barracão,
etc. Imagino que os atingidos, todos, deveriam receber tudo melhor do
que era antes. Fácil, elementar.
O caixa 2 de Itaipu, maior que seu faturamento, e demais roubalheiras,
nada tem a ver com a exuberante hidroeletricidade.
Se a grande parte da sua energia não fosse doada aos eletrointensivos,
sobraria dinheiro para indenizar os atingidos quaquilhões de vezes.
A agressão ambiental por habitante beneficiado (desconsiderando
o roubo tarifário) de qualquer hidroelétrica é menor
que a agressão equivalente para construição de sua
moradia.
Quanto aos óleos vegetais brutos ou refinados, um dos passos do
refino, é a neutralização, afora várias filtragens,
lavagens e centrifugações, para a purificação
dos óleos.
Os bicos injetores poderão, conter insertos cerâmicos, por
exemplo, carbeto de nióbnio, altamente resistentes a ácidos
e abrasivos... aumentando sua vida útil a níveis inimagináveis.
Lembro de meus tempos de manutenção, na década de
80, onde em calandra de filme de fita magnética k7, os cilindros
em cromo duro lapidado eram trocadas semanalmente, e quando os revestimos
com carbêto de cromo e de titânio, eles duravam anos.
Necessitamos trocar as politicalhagens por políticas decentes,
meu caro Baldini, e o Brasil será o reinado do mundo, sob todos
os aspectos.
Meu caro Luís Fernando
Podemos marcar a palestra na UNESP - Botucatu - SP para maio? Aliás
me formei na UNESP - Guará, após expulsão do Ita.
Hehehé.
Até lá teremos mais alguns km de kits em teus motores.
Semana passada andei num gol clandestino com um motor "exclusivo
para exportação" 1.9 TDI Diesel de injeção
direta, eletrônico, turbinado, pressão de injeção
de 1800 kgf/cm2, etc.
Um espetáculo... aceleração incrível, realmente
inacreditável. A pressão do turbo já é "aliviada"
abaixo de 2000 rpm. Andando "normal" o carro faz 25 km com 1
litro de Diesel, e nenhum Brasileiro pode oficialmente ter um veículo
econômico destes. Imagina este motor com óleo vegetal...
No mercado paralelo, o motor custa R$ 7 mil, "fazer funcionar"
o módulo 3 mil, e mais 1,7 mil num chuncho para emplacar o veículo
no norte do Brasil...
Estou pensando se coloco um destes em meu Passat Variant alemão
94... e "legalizá-lo" lá por cima...
Meu caro Sebastião
Certamente a produção eficiente de etanol a partir da celulose,
passa por bactérias e microorganismos a desenvolver e "aperfeiçoar",
para que estes bichinhos trabalhem de graça e sem energia adicional,
pois é irracional produzir bioenergia com subsídios e baseada
em energia fóssil, como fazem os EUA, aliás que já
produzem mais álcool que o Brasil.
Meu caro Brito (Cote)
Desculpe minha franqueza, mas desconheço quem use 100% de biodiesel,
e sei de motores que não aguentaram o biobobodiesel.
Salento que meus kits estão em desenvolvimento, e que na Alemanha
tem seguradoras e fabricantes que garantem os motores transformados a
óleo de canola virgem qualificado.
E segundo avaliação de alguns frotistas e agricultores do
MT, vale a pena "limpar" internamente os motores a óleos
vegetais e sem kit, de vez em quando.
Entrementes meu Toyota Paraguaio está com 53.000 km a resíduos
de óleos vegetais "lavados", sem kit e sem limpeza ou
intervenção nenhuma no motor de injeção indireta.
Meu caro Rolf
Obrigado pelo artigo que denuncia a sacanagem envolvendo o imoral e cobiçado
mercado de carbono.
Finalmente mais alguém acordou para a realidade. Ótimo.
Triste é que a mídia não divulga este artigo com
o destaque que merece. O autor necessita apenas se informar melhor sobre
as maravilhas da hidroeletricidade, e que madeira alagada não apodrece,
mas petrifica. Vejam os tocos na água, sob qualquer ponte secular.
Para quem quiser saber sobre um caminhão extra-pesado a óleo
vegetal de frituras nos EUA, com maior autonomia que a fóssil,
leia:
http://www.greencarcongress.com/2006/04/brewing_company.html#more
E para quem ainda defende Angra3 e quiser ter uma idéia sobre
os horrores e efeitos radioativos do desatre nuclear de Chernobil, dê
uma olhada nas fotos do artigo em alemão:
http://www.spiegel.de/kultur/gesellschaft/0,1518,409404,00.html
Não sei se é possível, mas meu palpite é transformar
Angra3 num centro de bombas nucleares, para nos defendermos do assassino
bush, que, não satisfeito com o roubo do porcotróleo no
Iraque, agora ataca o Irã, e certamente o próximo alvo é
nossa bioenergia, afinal a produção fóssil está
no gogó mundo afora, e as mudanças climáticas ocasionam
invernos mais rigorosos e mais dependentes de energia nos gélidos
e ladrões países do hemisfério norte... provocando
escassês de energia, limitada em produção fóssil,
em insustentável quantidade.
No final, anexei um texto sobre nossa "tríplice fronteira"
em Foz do Iguaçú - PR onde o filho da puta do bush afirma
existir remessa de $$$ a "terrorristas". Assim começam
seus insanos e inquisidores ataques. Vide Iraque, Irã... e se "justificam"
os 400 milicos norteamericanos no Paraguai e as demais bases militares
dos EUA que pipocam às dezenas em torno do BraZil. E dê-lhes
desarmamento, rede bôbo e etc...
Antiabobalhantes bioabraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
Divulgação autorizada e desejável.
“O que se decide nos plenários públicos, são
encenações, teatro, uma vez que tudo já foi deliberado
na calada da noite. “Reunião? Perguntava Benedito Valadares.
Pois não, só depois de tudo decidido”!" - Frei
Cristóvão - ofm
De: Rolf Gieseler 2006
Enviada em: segunda-feira, 10 de abril de 2006 05:54
Para: FENDEL
Assunto: aval para poluir e consumir
O Crédito Carbono e a realidade
Antonio Germano Gomes Pinto (*)
O Crédito Carbono está se tornando algo digno de ser estudado
a fundo e reavaliado, não como um fenômeno econômico
natural e normal, típico de uma sociedade em constante evolução
e desenvolvimento, mas como um novo tipo de engodo, fraude, desta vez,
aplicado sem fronteiras, entre grandes empresas e nações.
Um projeto tão bem elaborado pela genialidade humana está
sendo deturpado e colocado num verdadeiro desserviço ao meio ambiente,
se prestando a ganância e falta de escrúpulos de uma minoria
que em busca de ganhos fáceis não se preocupam com a própria
segurança e a segurança da sociedade e do Meio Ambiente.
Os governos têm o dever e a obrigação de proporcionar
segurança ao Meio Ambiente, através normas, leis, regulamentos
e de uma fiscalização rigorosa e eficiente, mas muitas vezes,
têm sido omissos, os órgãos responsáveis pela
fiscalização por negligência, desinformação
ou para atender os interesses, fazem, vistas grossas ou criam dificuldades
para vender facilidades, obrigando a sociedade científica a buscar
arranjos paliativos para tentar conter uma situação já
a beira de uma catástrofe universal.
Criou-se o Crédito Carbono, acredita-se, com os melhores propósitos
e com a anuência dos políticos, governos e da comunidade
científica internacional.
Mas infelizmente, algo criado para o bem, para salvaguardar o já
combalido Meio Ambiente está sendo deturpado e fraudado porque
os grandes poluidores continuam no seu desvario, poluindo as águas,
o ar e a terra sem maiores constrangimentos ou remorsos, afinal estão
pagando para ter esse direito.
Negocia-se algo inegociável, um comportamento, uma maior ou menor
educação ambiental ou adaptação às
exigências da sociedade criadas por necessidade absoluta de sobrevivência
da espécie humana, da vida animal.
Se mal educado, se poluir vai desembolsar, vai pagar uma taxa para o que
não poluir, ou poluir menos. Temos uma situação esdrúxula.
Não se multa o poluidor, se premia o que não poluir ou poluir
menos como se não fosse sua obrigação. Zelar pelo
meio ambiente, nossa casa, é obrigação de todos nós.
Mas as coisas não param por aí.
A busca por fontes de energia limpa é uma necessidade imediata
dos governos de todo o mundo. Ou se busca uma alternativa para os combustíveis
fósseis ou chegaremos irremediavelmente ao caos.
Só para recordar vamos citar algumas opções de fontes
energéticas não poluidoras:
a) A energia nuclear, apesar de ser considerada a de maiores riscos, parece
ser uma das preferidas, não polui, não produz os chamados
gases do efeito estufa;
b) A energia solar, energia primária, fonte de todas as outras
energias existentes sobre a terra;
c) A energia marinha, produzida pelo efeito das ondas e marés,
infelizmente, até a presente data, não chamou a atenção
de nossos políticos e cientistas;
d) A energia eólica, produzida pelo vento, afirma-se ser de alto
custo, por isso está sendo, de certa forma, pouco explorada;
e) A energia proveniente do aproveitamento do gás metano gerado
nos aterros sanitários. Trata-se de uma providência de suma
importância, pois o gás metano ou gás natural é,
vinte e uma vezes mais poluente que o gás carbônico. Uma
tonelada de gás metano faz o estrago de vinte e uma toneladas de
gás carbônico se atirado na atmosfera. Essa iniciativa deveria
ser subsidiada e incentivada pelos governos tal sua importância,
urgência e necessidade;
f) A hidráulica, decantada em prosa e verso, como ideal e não
poluente, tem-se chegado a conclusão que não é bem
assim. Destrói e inutiliza grandes áreas, sua flora e fauna,
e libera para atmosfera grandes massas de metano, produto da decomposição
anaeróbia da biomassa alagada e asfixiada pelas águas das
represas;
g)Energia geotérmica que consiste no aproveitamento da energia
existente no interior do globo terrestre.
Essas fontes são dignas e merecedoras de todos os Créditos
de Carbono e incentivos possíveis, apesar das ponderações
sobre o alagamento e inutilização de grandes áreas
e liberação do gás metano quando nos referimos à
energia hidráulica.
Um novo tipo de fraude está em curso, uma farsa espetacular nesta
área de Crédito de Carbono e as autoridades ambientais precisam
ser alertadas sobre este assunto para criar mecanismos capazes de inibi-la.
Trata-se da incineração do resíduo ou lixo urbano
visando a co-geração de energia elétrica.
É muito fácil de se entender a manobra. O resíduo
urbano ou lixo urbano possui baixo poder energético, a energia
produzida na incineração deste tipo de material só
produz calor suficiente para calefação, de pouco potencial,
energia apenas suficiente para destruição do lixo e para
neutralização do potencial poluidor dos gases e vapores
da queima por choque térmico em solução de lavagem
alcalina.
Para se gerar energia térmica capaz de movimentar uma turbina termoelétrica
torna-se necessário o emprego de um combustível de alto
poder calorífico e freqüência contínua no abastecimento
deste combustível na fornalha para assim obter-se vapor de alta
pressão e temperatura na caldeira e esse vapor, impulsionar a turbina
moto geradora de eletricidade.
Como isso é impossível com o lixo, estão utilizando
o mesmo como coadjuvante de uma farsa, como uma cortina, para utilizar
o combustível fóssil em grandes quantidades nas chamadas
usinas travestidas de co-geração de energia.
Estão criando termoelétricas, que funcionam com combustíveis
fosseis, poluindo em grandes escalas, dissimuladas como incineradores
de lixo em co geração e o pior, recebendo os ricos dólares
do Credito de Carbono com o aval, por desconhecimento da sociedade e conivência
de muitas instituições ditas sérias e confiáveis,
incluindo universidades.
Estamos diante de uma fraude muito bem arquitetada que precisa ser desmascarada
antes que cresça, tome vulto e cause prejuízos irreversíveis
ao meio ambiente.
É inacreditável como o ser humano por ganância é
capaz de arquitetar as mais incríveis malandragens em busca do
lucro fácil, sem atentar para os prejuízos que irão
acarretar a si mesmos e ao próximo.
Felizmente, esse tipo de malandragem, é muito fácil de ser
detectada e desmascarada!
* É bacharel em Química, licenciado em Química, químico
industrial, engenheiro químico, especialista em Recursos Naturais
com ênfase em Geologia, especialista em Tecnologia e Gestão
Ambiental, professor universitário e autor de duas patentes registradas
no INPI e em grande número de países.
E-mails: aggpinto@hotmail.com ou ag.pinto@uol.com.br
De: COTE- Consultoria Operacional Ltda.
Enviada em: sábado, 8 de abril de 2006 10:49
Para:
Assunto: RESPONDENTO A DIVERSAS PERGUNTAS.
Prezado Senhores.
Respondendo a diversas perguntas de como utilizar o óleo de soja
em certas percentagens na mistura com óleo diesel.
Para o uso do óleo de soja como combustível, há necessidade
de retirar as gomas e filtrá-lo; alguns produtores da região
de Sinop, Primavera, Sorriso, Diamantino, Tapurá e outros, estão
misturando em média 75% de óleo Diesel com 25% de óleo
de soja; outros estão usando a mescla de 70% óleo diesel
e 30% óleo de soja, em alguns casos estão usando 50 x 50%
em virtude do custo abusivo do diesel em toda região.
Veja o que o Senhor Fendel diz a respeito.
Meu caro Brito
Realmente, adicionar mais do que 30% de óleo vegetal "qualificado"
ao Diesel fóssil no inverno e 50% no verão, sem adaptar
os motores com kits específicos, resulta em danos aos motores.
É a mesma coisa, minto, é muito menos danoso (>>100x)
funcionar a óleo vegetal "qualificado" os motores Diesel,
do que fazer um motor a gasolina não adaptado funcionar a álcool.
Como mostrado nas fotos, os motores Diesel não adaptados devidamente
aos óleos vegetais "qualificados" resistiram no mínimo
a consideráveis e espantosas 200 horas de funcionamento.
O que te garanto é que se vc pegar qualquer motor a gasolina, não
adaptado ao álcool, ele funde em menos de 2 horas tocado a álcool
"qualificado"...
Bioabraços Fendel www.fendel.com.br
Os Senhores poderão utilizar o óleo de soja com os Kts do
Sr. Fendel sem problemas, ele já tem veículos funcionando
com estes Kts com milhares de Km. rodados.
Porém o correto é poderá transformá-lo em
biodiesel e rodar sem nenhuma preocupação.
Temos usina para R$ 5.000 litros diários pelo sistema de batelada
dentro das normas da ANP por R$ 480.000,00.
Estas usinas estão tendo uma aceitação muito grande
no mercado.
Temos também conjunto de extrusoras e prensas, não as que
estão no site, mas outras muito superior, de 300 Kg/h até
3.000 kgs. de soja por hora, produzindo o farelo semi-integral e o óleo
virgem, em torno de R$380.000,00 (3ton.p/hora).
O farelo é especial para rações animais e aves, o
mesmo pode ficar armazenado pelo período de 6 meses, é superior
a qualquer farelo produzido pelas multinacionais.
Estas extrusoras e prensas poderão produzir o farelo, ou farinha
de soja semi-integra, com alto teor protéico, retirando a película
da soja antes da entrada na extrusora, através de uma coluna de
ar; ou também poderá ser retirada parte da casca da soja,
passar pela extrusora, não se extrair o óleo e ter uma farinha
texturizada integral de alto valor nutritivo, e passar por um moinho com
tela de 2.mm tornando-se uma espécie de farinha de trigo, mas será
farinha de soja Texturizada integral; ser retirar parte do óleo
teremos uma farinha texturizada semi-integral com teor de energia entre
8 a 10% de acordo com a aceitação do mercado.
Quanto a casca a mesma poderá ser dosada com quebrados de soja
e quirera na entrada da extrusora e produzir uma espécie de Lowpro
para gado pois terá uma quantidade elevada de fibras.
Havendo interresse, por favor, nos retorne.
Atenciosamente, Brito
Cote Consultoria - Divisão de Cereais
Visite nosso site: www.cote.com.br
De: Sebastiao
Enviada em: sexta-feira, 7 de abril de 2006 16:32
Para: 'Fendel'
Assunto: ENC: Inovação Unicamp
Oi, Fendel
Na mensagem abaixo tem um texto sobre a produção de etanol
a partir da celulose.
http://www.inovacao.unicamp.br/report/le-etano060403.shtml
Abraços, Sebastiao.
De: lfbravin
Enviada em: segunda-feira, 3 de abril de 2006 01:12
Para: biocom@grupos.com.br
Cc: Bioenergia; Floresta
Assunto: [BioCom] Re: Jornal BIOCOM 1
Meu caro amigo Fendel,
Nossos kits estão funcionando a 100%...em comparação
com o consumo de diesel, estou conseguindo fazer uma média de apenas
5% a mais de consumo com seu kit e de 10% a mais com o meu kit, ainda
não compreendi o motivo da diferença, mas os motores estão
indo para os primeiros 1.000Km de sucesso total.
Qdo poderemos combinar a palestra aqui em Botucatu?
Abraço. Luís Fernando
De: rbaldini
Enviada em: sexta-feira, 7 de abril de 2006 16:22
Para: Fendel; Dep Fed Mauro Passos
Assunto: RES: Seminário Energias Renováveis
Caro Fendel,
Concordo com a maioria das suas colocações referentes as
fontes de energia renovável, entretanto quero ressaltar mais uma
vez minha posição sobre a falta de uma Política Nacinal
de ER, que discutimos amplamente entre os integrantes da missão
Biodiesel à Alemanha ano passado.
Durante estes 30 anos de atuação na área de Energia
Renovável especificamente em Energia Solar, venho reinvidicando
uma tomada de posição do Governo Brasileiro em relação
a esta fonte que brinda nosso território, em sua maior parte com
mais de 4500Wh/m²/ano. Países como a Alemanha, Espanha, Dinamarca
e Japão, entre outros, decidiram há mais de uma década
definirem uma política nacional para Energia Solar, a despeito
de terem uma incidência solar menor que a nossa. Com esta decisão,
esta fonte passou a ter números ainda pouco expressivos na matriz
energética, porem bastante expressivos na economia setorial e no
desenvolvimento tecnológico daqueles paises. Empresas como a BP,
Shell, Sharp entre outras, dedicam parte de seus investimentos no crescimento
da industria solar em paises que tiveram visão para criarem mecanismos
de apoio para o desenvolvimento da Energia Solar. O Brasil vem tentando
criar uma política desde de o PRO-Solar na década de 80,
mas ainda não decolou. Espero que o movimento que temos agora traga
uma Luz e crie a POLÍTICA DO SOL, que trará inúmeros
benefícios ao BRASIL.
Ruberval Baldini
Presidente
ABEAMA - Associação Brasileira de Energia Alternativa e
Meio Ambiente
www.abeama.org.br
-----Mensagem original-----
De: w.fuchs
Enviada em: sexta-feira, 7 de abril de 2006 13:21
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: [BioCom] Re: Seminário Energias Renováveis
Estimado Fendel,
há tempos estou querendo lhe escrever sobre a questão das
hidroelétricas. Você sabe que sou plenamente a favor das
energias renováveis, e estamos aqui no Paraná (Palmeira-PR)
com a primeira mini-usinas em funcionamento (de muitas que virão)
para que grupos de pequenos agriculotres passem a extrair o OV a frio,
já que o óleo vegetal extraído a quente, do qual
estão fabricando o biodiesel, a médio prazo e em percentuais
maiores de mistura ao diesel detonará os bicos injetores e motores
(corrosão por ácidos fosfóricos). A extração
a frio é muito mais barata e ecologicamente correta, assim como
o uso como combustível (não explode, colisões de
veículos movidos com ele não causam queimados, pode ser
estocado em casa, não contamina nem o ar, nem a água nem
a terra). Além da burrice de que você fala, que é
fabricar o biodiesel de uma matéria prima que já é
combustível (na Alemanha: 600 postos abastecem OV de canola!),
tem essas enormes vantagens ambientais do OV em estado natural, desde
que extraído a frio e devidamente filtrado..
É também sob esse aspecto ambiental que questiono as hidroelétricas.
Fui pastor na região de alagamento da Itaipu (orçada em
U$ 2,3 bilhões e construída por U$ 23 bi) de 1978 a 1982.
A prepotência da empresa e o drama social é indescritível.
Como igreja muitas vezes fomos o pára-raios ou muro de lamentações
diante da frustração e revolta do povo atingido (8.000 famílias),
e em pleno regime militar iniciamos com movimentos de luta por transparência
e indenizações justas. Nada justifica que terras planas
que em quase vinte anos de cultivo nunca precisaram de adubação
estejam hoje cobertas por meio metro de água.
Quanto alimento se deixou de produzir nos 140.000 hectares alagados?
Quanto óleo vegetal já poderia ter sido produzido ali nos
últimos 22 anos?
Outro exemplo: o Paranapanema já não é mais rio.
é formado por 12 barragens e 7 quilômetros de curso natural,
nos quais o restinho de biodiversidade original sobrevive até que
um grupo poderoso consiga a concessão para fazer a décima
terceira. Qualquer hidroelétrica tem em seu bojo um passivo ambiental
e social inestimáveis, tão terríveis como
a poluição fóssil que voce estigmatiza. O movimento
de Atingidos por Barragens, MAB, do qual convidamos um representante para
nosso evento (www.stef.com.br) aqui em Curitiba nos dias 7a9 de maio,
calcula que de cerca de 1 milhão de pessoas atingidas por barragens,
somente uns 300 mil foram devidamente indenizadas. Ou seja, cada quilowatt
que consumimos, pagos de forma justa ou injusta, vêm acompanhados
de lágrimas e sangue de brasileiros como nós!
Quem pensa em termos sociais e ambientais como você, em preservação
da biodiversidade, jamais deveria defender a construção
de barragens. No máximo apoiar a tecnologia mineira de geração
de energia hidroelétrica dentro das corredeiras dos rios. Isso,
sim, é energia "limpa".
Apesar de minha discordança nesse ponto, a amizade continua a mesma.
Um cordial abraço.
P. Werner Fuchs
-----Mensagem original-----
GERT escreveu também:
Caro Engenheiro Mecânico Fendel,
Podemos requerer audiência publica para discutir os temas que ficaram
de fora desse seminário custeado pela CFD.
Teríamos assim a oportunidade de preparar um relatório a
altura da ignorância que existe expressa na Camara dos Deputados.
Mostraríamos aos deputados que a inclusão dos agricultores
brasileiros seria uma alternativa importante para devolver-lhes a cidadania
e a inclusão social pela produção de bio-combustíveis
e através da injeção de energia elétrica nas
redes oficiais pelo investimento privado em pequenas unidades rurais geradoras
de energia elétrica.
Vamos escolher - meticulosamente - um deputado que não esteja com
o rabo-preso com a petrobrás, com o hipócrito projeto do
biodiesel que marginaliza os pequenos agricultores do processo de inclusão
social entre outros embróglios que abasteceram - até agora
- os delubianos valerio-dutos .
Feitas as devidas considerações, entre outras que oportunamente
deveremos preparar, feita a escolha do deputado que se comprometa a estar
do lado do povo, vamos negociar com o mesmo a AUDIÊNCIA PUBLICA
que poderá ser em Brasilia, Curitiba ou Joinville. Como ninguém
do terceiro setor tem dinheiro para custear os caros hoteis de mensalistas
em Brasilia, poderiamos exigir que a AP, fosse em Curitiba ou Joinville,
e assim estariamos deslocando os deputados para nossas regiões,
e assim não teremos que gastar tanto dinheiro com passagens, pois
não as temos como as tem os deputados, dinheiro que nos é
arrancado - queiramos ou não - dos nossos bolsos depauperados.
Vamos dar andamento a esse projeto, porque o seminário que começa
dia 11, esse já foi "ajeitado" entre outros fornecedores,
com os alemães que querem vender aerogeradores para o Brasil, (quando
nós no Brasil temos indústrias que os fabricam com muita
competência), e com outros parceiros que desejam ofuscar e negar
as alternativas dos setores que defendemos ha muitos anos.
Temos que nos afastar das motretas crônicas e nos isolarmos com
o Bautista Vidal, entre outros luminares defensores da cidadania com energias
limpas atmosferas limpantes.
Temos que ter também cuidado com alguns setores do ambientalismo
que tem impedido que nossas hidrelétricas tenham sucesso como geradoras
da energia mais limpa que ha.
Essa seria nossa colaboração para com o tema que o Governo
não aprendeu ainda a tratar com ética e sabedoria.
-----Mensagem original-----
De: gfischer.joi
Enviada em: sexta-feira, 7 de abril de 2006 11:28
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: [BioCom] Res: Seminário Energias Renováveis
Senhores dos mensalões.
Senhor mensalista deputado federal Mauro Passos
Quando teremos como brasileiros, cidadãos e eleitores, o respeito
que queremos receber dos nosso - infelizmente eleitos deputados que implantaram
a ilegalidade do caixa dois, da roubalheira dos recursos de fundos de
pensões oficiais para gastos pessoais e ditos de campanha, subtraídos
do banco do Brasil, da Caixa entre outros da Corporação?
O programa Ecologia em Ação, endossa integralmente a exposição-desabafo-justo
acrescidos dos questionamentos necessários feitos pelo ilustre
engenheiro Thomas Renatus Fendel de Rio Negro - Estado do Paraná,
esperando que vossa senhoria reformule a programação do
evento que esta promovendo e inclua a inteligencia da engenharia brasileira
nessas discussões que tomaram rumo alternativo nos ultimos meses.
Subscrevo-me como mais um envergonhado brasileiro
Eng. Gert Roland Fischer
CREA-SC 1288-4
-------Mensagem original-------
De: Fendel
Data: 04/07/06 11:10:12
Para: Dep Fed Mauro Passos
Cc: Dep. Damasceno; Dep. Elisa Costa; Dep. Federal Leonardo Monteiro -
PT/MG; Dep. Greca; Dep. Paulo Bauer; Dra. Ferrari; Abesco; Ag. Env.; Bautista;
Biocom; Bioenergia; Floresta; Fuchs; Gert; Gilberto Vasconcellos; Hernani;
Iturra; Lista do Agronegócio; Luis - Botucatu; Marilene Felinto;
Min. Marina Silva; Odair; Power; Rodrigues; SEIAA; Sen. Lucia Helena;
solidariosbrasil
Assunto: Seminário Energias Renováveis
Meu caro Deputado Federal Mauro Passos
Parabenizando-o pela iniciativa de promover tão importante evento
http://www.diap.org.br/agencia/anexos/EnergiaRenovávelSeminário.pdf
em nossa infelizmente desmoralisada casa, reitero algumas sugestões:
Primeiro: Qualquer hidroelétrica, de qualquer porte, é a
mais espetacular forma de energia renovável, e vosso belo seminário
sobre tão atual tema, não reservou nenhum espaço
à hidroeletricidade, no sentido de desmistificar as
criminosas bobagens que as vassalas mídias e técnicos ignorantes
propagam a respeito.
Segundo: Nenhum "especialista" nacional ou estrangeiro falará
sobre as tarifas de energia elétrica, verdadeiro crime contra o
povo, que subsidia vergonhosamente a energia eletrointensiva, onde o antonhão
e seus cupinchas, pagadores dos mensalões, recebem EE a apenas
R$0,06 pelo kW, enquanto a Mariasinha paga R$ 0,45, pelo mesmíssimo
kW. Uma vergonhosa hipocrisia camuflada nacional.
Terceiro: Ninguém falará sobre os óleos vegetais
combustíveis, mais baratos, mais ecológicos, menos agressivos
e muito menos oligopolizados do que o bobo e desnecessário biodiesel.
Fazer biodiesel de óleos vegetais, é o mesmo que fazer biogasolina
de álcool... UM ABSURDO, UMA BOBAGEM.
Assim como foram desenvolvidos os fantásticos motores a álcool,
foram também desenvolvidos os motores a óleos vegetais (motor
ELKO) na década de 80.
Meu amigo bahiano Hernani de Sá fez mais de 90.000 km com uma Parati
com um simples motor Diesel de Kombi, sem modificações,
a óleo de dendê, naquela época.
Eu tenho mais de 120.000 km rodados e estou fazendo 53.000 km com óleo
de soja num Toyota Caldina, emplacado no Paraguai, porque pateticamente
não consigo homologar meus veículos nacionais.
A turma dos mensalões e do porcotróleo esconde esta maravilhosa,
simples, ecológica e eficiente tecnologia.
Só na Alemanha, tem mais de 100.000 veículos movidos a óleo
de canola virgem.
Quarto: Utilizar bioenergias é sinônimo de efeito refrigerador,
contrário do efeito estufa. Detalhes em www.fendel.com.br
Fortes Bioabraços e sucesso no evento.
Eng. Thomas Renatus Fendel
"Entendo como desertos verdes: a Mata Atlântica, a Mata Amazônica,
os
cerrados, o Pantanal, a soja, a cana-de-açucar, o trigo, as pastagens,
os
girassois, entre outros, todos sequestradores de CO² e benfeitores
da
diminuição do efeito estufa." - Gert R. Fischer
De: Dartagnan Gorniski
Enviada em: sexta-feira, 7 de abril de 2006 09:47
Para: Debates na área florestal em língua portuguesa
Assunto: Re: [Floresta-l] Brasil fecha maior contrato decrédito
de carbono com alemão KFW
A minha duvida na verdade não é sobre metano/carbono...
existe uma correlação entre os dois gases, se não
me engano, de 18 para 1 na capacidade poluidora (não tenho certeza
do valor). Ou seja, uma tonelada de metano polui o mesmo que 18 t de carbono
- dai se nivela tudo pelo carbono, para facilitar o "comércio".
A minha dúvida é outra................................
Estou vendo varios projetos de MDL sendo aprovados... mas até agora
não vi nenhum projeto BRASILEIRO oriundo de áreas florestadas
ou reflorestadas.
Parece-me que a Costa Rica já conseguiu - li um comentaário
no Orkut a respeito, não sei se é real.
Tudo bem que na Costa Rica as coisas são diferentes... lá
quem destroi centro de pesquisa vai pra cadeia, ninguém fica dançando
macarena quando deputado corrupto é liberado, entre outras coisas...
Mas gostaria de saber PORQUE as florestas do Brasil ainda não podem
receber seus devidos créditos...
Alguém me explica?
Abraços a todos Dartagnan
----- Original Message -----
From: ederzanetti
To: floresta-l
Sent: Friday, April 07, 2006 9:25 AM
Subject: Re: [Floresta-l] Brasil fecha maior contrato decrédito
de carbono com alemãoKFW
só para esclarecer, nao seriam créditos de metano?
Eder
Quoting "Alexandre A. Brasil"
http://noticias.uol.com.br/economia/ultnot/reuters/2006/04/06/ult29u47126.jhtm
De: Francisco
Enviada em: terça-feira, 21 de março de 2006 20:11
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: Formas alternativas
Thomas
Vejo com simpatia as formas alternativas de energia, sobretudo pelo fato
de ver o mundo dependente dos árabes com todo seu fundamentalismo
desvairado.
Não sou engenheiro nem entendo do assunto, mas já respirei
muito ar empestado em Sao Paulo e Milão. Vamos ver se da nossa
terra natal (eu nasci aí na maternidade de RN, do lado da casa
do Sr. Marcos Fendel) sai uma boa solução para a humanidade...
Saudações Francisco José Saidl - Spring Grove, PA
- EUA
De: Telmo
Enviada em: sábado, 8 de abril de 2006 20:16
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: [BioCom] Re: Surpresa!!!OVN-DENDISEL- Re: Biodiesel
Caro Gert e demais,
Sempre o diagnóstico correto, significa 50% do problema resolvido.
No caso do povo brasileiro, até isto é difícil.
É "utópico" imaginar que nos próximos anos,
nosso povo VOTE pensando no coletivo. É cada um para si e Deus,
olhe lá, para todos.
Nossas discussões se perdem nos descaminhos - veja por exemplo
o NEPOTISMO - todos somos contra devido à forma como o tema é
apresent ado. O problema não está no nepotismo e sim no
fato de permitir que cargos EXECUTIVOS tenham provimento sem Concurso
Público. O que é cargo de confiança e o que é
cargo executivo - eis a questão, nem sequer mencionada pelas pessoas
que discutem o assunto.
Assim é o Brasil, como escreveu o Fendel ainda hoje - quem é
o corrupto, o motorista ou o Guarda que se posiciona em local de sinalização
questionável?
As notícias veiculadas pela imprensa fazer crer que esta é
a opinião pública. Mas quem é que disse que a Opinião
da Imprensa é a Opinião Pública? Simples conferir,
quando as manchetes não se confirmam sob uma análise nossa
do panorama geral na rua, a versão apresentada pela imprensa, era
falsa!
A chamada "Lei de Gérson" não foi uma invenção.
Estabeleceu-se pela constatação do tipo de comportamento
do nosso povo, originando o lema mais importante dos políticos:
"Não peço a Deus que me dê, mas que me ponha
onde haja..." (Veja recente pesquisa do IBOPE... 75% dos brasileiros
fariam a mesma coisa se fossem políticos).
Um pequeno resumo, porque as coisas não são facilmente alteráveis
- num país onde se paga impostos pelo lucro presumido, declara-se
ao Imposto de Renda pelo Lucro presumido e tem "desconto padrão"
e, a maioria das pessoas não exige uma Nota Fiscal do que se paga,
como poderia ser diferente sem alterar estes pressupostos?
Quase impossível!
Lembra-se do "futuro negro" previsto pelos brasileiros que eram
CONTRA a aprovação da Lei do Divórcio? Pois é,
aquele futuro chegou...
A Constituição americana é uma das que concede mais
liberdades e direitos ao cidadão. A brasileira, também...
em termos - a distinção entre as duas é que a americana
concede inúmeras liberdades ao cidadão mas todas elas não
custam nada ao Estado. No Brasil, os direitos e as liberdades concedidos,
patrocinados pelo MALA chamado Ulisses Guimarães (Tomara que nunca
encontrem os restos mortais, para nem túmulo no cemitério
tenha), como ia dizendo, os direitos dos brasileiros provocam um ENORME
custo ao Estado.
Detalhe: Nos dias de hoje, cada habitante do Brasil recolhe R$ 12,30 por
dia, eu disse, POR DIA, de impostos...e, analise quantos não tem
a mínima condição de arcar com tal valor, recaindo
a diferença sobre os demais.
A corda está sendo esticada.... um dia rebenta!
Telmo.
-----Mensagem Original-----
De: ECOLOGIA EM AÇÃO
Enviada em: sábado, 8 de abril de 2006 19:06
Assunto: Res: Surpresa!!!OVN-DENDISEL->Re: Biodiesel
Prezado irmão brasileiro renegado pelos corruptos.
Ser brasileiro é isso ai querido Hernani de Sá . O teu trabalho
heróico, cidadão, patriótico em nada resultou até
agora. Igual ao Ernani de Sá Fº existem centenas e milhares
perdidos e sufocados por esses brasis, mais parecidos com Biafra que com
a Islandia.
Até quando será mantido esse estado de sitio contra a inteligencia
brasileira ?
Os Ernanis, dos Fendels, os engenheiros das alternativas energéticas
estão todos aí, algemados e sem qualquer possibilidade de
colocarem seus projetos de valorização do povo brasileiro
para o povo brasileiro.
Tenho vergonha de me identificar como brasileiro em determinadas rodas
quando no exterior.
Em 1989 estava na Alemanha quando assisti a uma palestra de um candidato
a presidente do Brasil que falava para 270 empresários de elite
daquele pais, antes da queda do muro. Senhor Luiz Inácio, como
o senhor pensa em resolver a questão dos indios no Brasil ?
-- a solução é um grande sindicato. O sindicato dos
indios.
Neste ponto a debandada dos empreendedores - que estavam levando a sério
a palestra do Lula, foram saindo sorrateiramente e entenderam, ja naquele
longinquo ano de 1989, o que seria do povo do Brasil se esse homem fosse
presidente.
Enquanto que os Rotaris, os Lions, os Camaras juniors, as Associações
Comerciais e Industriais, as Associaçoes de Micro empreendedores,
os CDLs, associação de moradores de bairros, entre outros
grupos sacaneados e enganados, não se transformarem em partidos
politicos, teremos a mediocridade reinando entre os "anarfas".
O maior numero de votos no Brasil, é o voto comprado, o voto amigo,
o voto do que recebeu promessa de encosto no governo, esse é o
voto obrigatorio inclusive do analfabeto que vai eleger o proximo presidente.
É o que recebe bolsa familia, bolsa gas, bolsa escola, cesta basica,
etc. e que faz 15 fios em uma muié, e depois a abandona e vai fazê
mais 15 fio em outra muié, assim o machão brasileiro n vai
fazendo estragos e mais estragos e o exemplo dessa paternidade irresponsável
dos brasileiro s oitenta, esta atuante no Rio de Janeiro desencadeando
a guerra civil, que mata mais gente que a Guerra no Iraq.
Quanto pior melhor. Essa é a máxima dos bandidos e não
deixe certa Igreja de fora, que é da mesma fé, quanto pior
- melhor e mais fiéis temos.
Abraços
Gert Roland Fischer
-------Mensagem original-------
De: Hernani Lopes de Sà Filho
Data: 04/08/06 17:42:46
Para: Odair - Assessor da Presidencia; Fendel
Cc: Paulo Rollo; Oscar; Gert
Assunto: Surpresa!!!OVN-DENDISEL->Re: Biodiesel
Caros,
Em 1985, rodei Brasil a fora com a PARATI MOVIDA A DENDÊ.
Pasmem!!!!.
VIAJEI SEM DOCUMENTOS E SEM AUTORIZAÇÃO.
A polícia parou-me diversas vezes mas....a surpresa do escrito:
movido à óleos vegetais e DENDIESEL, os fazia esquecer de
pedir os documentos e eu prosseguia viagem com os camburões dentro
do carro.
Um fato inusitado foi quando dormi no hotel São Francisco, no centro
do Rio de Janeiro, por não ter vaga , o carro dormiu na rua.
Fui acordado informado que o reboque iria levar o carro!
Sabem o que aconteceu?
A POPULAÇÃO( deviam ser baianos) NÃO DEIXOU e....
fui para a praia do Botafogo, onde tirei a foto que está no site:
www.dendiesel.com.br
Abraços,
Hernani Sá
----- Original Message -----
De: Oscar Baldoni
Enviada em: quinta-feira, 6 de abril de 2006 20:06
Para: Thomas Renatus Fendel
Assunto: Viagem pela América
Dionisio Cerqueira, Santa Catarina, Brasil, 6 de abril de 2006
Ilmo. Sr. Paulo Rollo
Prezado Senhor :
Tomei hoje conhecimento de seu projeto por meio do Engenheiro Thomas Renatus
Fendel.
Acho sua experiência notável e desejo-lhe sorte na sua aventura.
Devo sinalar a coincidência dos seus anos de experiência,
com o cone de sombra forjado à socapa da opinião pública,
começando pela revista Quatro Rodas que publicara uma reportagem
ilustrando o fato indiscutível do veiculo movido pelo motor "Elko"
e o mais importante o simples "cavalo mecânico" que permitia
ao usuário do interior se liberar do problema do combustível,
e no mês seguinte desancar o mesmo, de forma deselegante, arteira
e cruel, começando na capa a dizer "Desmistificamos o motor
Elko Maravilha", fazendo um trocadilho infame com uma artista popular.
Não foi só o fato evidente de ter se vendido às forças
dos petroleiros, que causa indignação. Trata-se do movimento
covarde, fazendo perder todo o construído à favor do povo
brasileiro. Consultem o Engenheiro Walter Bautista Vidal, o pai do Proálcool
e depois falamos.
Eu posso falar como técnico em automotores, formado em 1960. Com
19 anos era professor de segundo grau de tecnologia do automotor. Já
fui concessionário Peugeot na década do 70. Conheço
os pecados dos fabricantes nacionais corruptos e conheci o prócer
Comandante Vicente Mammana Neto, fundador da Real Aerovias Brasil e da
fábrica CIMA de pistões e anéis. Colaboramos para
solucionar os problemas derivados do shock do petróleo, utilizando
veículos autorizados devidamente pelo Detran para rodar com gasogênio
e sofremos com os guardas de trânsito que nos paravam alegando erros
na autorização, quando era tudo legal. Rodamos 5.000 Km.
de estradas com carvão e 15.000 dentro do estado de Mato Grosso.
O biodiesel funciona perfeitamente, não há nenhuma dúvida.
Apenas vou salientar que as terminais fabricantes de veículos e
motores, abusaram vendendo por décadas modelos que não tinham
condições mínimas técnicas de existir. Só
pelo cheiro dava para perceber a combustão imperfeita, um horror.
Quero deixar a constância do conluio entre as petroleiras e as terminais
de veículos, que só agora, no limiar de esgotar as reservas
existentes, temos a chance de sair das sombras para a luz.
O engenheiro Rudolph Diesel foi assassinado em 1913, quando ia do continente
Europeu para as ilhas britânicas. Nunca chegou a destino e sumiu
a pasta com seus inventos. O motor que hoje leva seu nome genérico,
foi criado inicialmente para funcionar com óleo vegetal. Concretamente
foi apresentado em Paris, em 1900 funcionando com óleo de amendoim.
O engenheiro Fendel é o novo prócer. Ele tem três
veículos apreendidos em forma arbitrária. A imprensa não
levantou a voz para o defender. Nós estamos vivendo uma época
muito conturbada, recheada de crimes novos, que superam nossas leis antigas.
O jornalismo tem cumprido seu papel de informar e deve ficar alerte para
não formar junto com os inimigos da Nação e do povo.
Muitas vezes são surpreendidos na boa fé. Por exemplo, sabem
o teor da lei 11.116, que rege o fabrico do biodiesel ? ... não
sabiam de cor, como é lógico, ninguém pode ter tudo
na cabeça. Essa lei exige do produtor de biodiesel a integração
de um capital mínimo de R$ 500,000,00 para poder funcionar, além
de um "medidor de fluxo", sem o qual deverá interromper
imediatamente a produção.
Ainda a lei é muito clara : "Respeito dos pequenos e médios
produtores, poderá ser outorgado uma autorização
provisória por 6 meses". Que tal ? Significa, na prática
uma reserva de mercado para os poderosos.
Estamos nos debatendo, para obter um sistema sem tantas delongas, que
permita ao produtor rural sair da armadilha atual = Custos elevados e
ingressos deprimidos por um valor irreal do dólar. Os chineses
invadindo todas nossas atividades, acabando com as indústrias.
Conseguem isso na base do trabalho escravo de seu povo.
A imprensa tem noticiado detalhadamente as condições de
trabalho na China, mas os governantes não querem entender. Que
temos que fazer ? Como podemos chamar a atenção ?
Senhores, muito grato por ter dado atenção a mais um falido
por causa das invasões chinesas.
Atenciosamente: Oscar Armando Baldoni
-----Mensagem original-----
De: Odair - Assessor da Presidencia
Enviada em: quinta-feira, 6 de abril de 2006 19:50
Para: Fendel; Paulo Rollo
Cc: Hernani
Assunto: Re: Biodiesel
Prezado Jornalista PAULO ROLLO
Agência Superteste - Avaliações Automobilísticas
Ao cumprimentá-lo pela iniciativa, expresso minha concordância
com as ponderações do Eng.° Mecânico THOMAS RENATUS
FENDEL, da Fendel Tecnologia, de Rio Negro, Paraná, mesmo que o
pronunciamento dele seja acrescido de justa revolta em face da subjugação
a que o povo do Brasil é submetido, embora este País seja
a meca da substituição dos derivados do petróleo
fóssil por combustíveis naturais, derivados de oleaginosas.
Acrescento que, na Alemanha, até locomotivas são movidas
a óleo vegetal e, além disso, o Brasil é o maior
exportador de carros de passeio do mundo - com motores do ciclo diesel
- embora a legislação nacional não admita que deles
façamos uso aqui. Portanto, servem a países de clima frio
como a Alemanha, onde oleaginosas são mais difíceis de cultivar
mas lá o cultivo delas é estimulado. Ademais, como bem diz
o Dr. FENDEL, o Sr. DIESEL inventou o motor que leva o nome do próprio
objetivando permitir que cada família produzisse seu combustível
no, digamos, quintal de casa. O óleo combustível à
época seria o de amendoim. No entanto, apesar do motor de ciclo
diesel sobreviver, há informações que seu inventor
foi encontrado morto cerca de cinco anos depois do invento começar
a ser difundido... E, desde então, o motor a diesel passou a utilizar
- e fomos educados para isso - somente o diesel derivado de petróleo,
combustível fóssil e não vegetal.
II. Você, como Jornalista, deve conhecer também um motor
excepcional, citado pelo Eng.° FENDEL: o motor ELKO. Seria bom que
conhecesse pois ele veio até o Brasil e, depois, foi deixado de
lado apesar da excelente condição tecnológica. Penso
que seria oportuno encontrar uma forma de resgatá-lo. Quem sabe,
nessa expedição (ou noutra).
III. A propósito, sugiro: a) fazer a pretendida expedição
mas usando óleo vegetal e não diesel fóssil (para
tal, veja com o Eng.° se ele fornece a tecnologia, consultoria e,
até, kit de conversão caso seja necessário; b) utilizar
seu conhecimento e sua publicação para abrir espaço
à difusão do biocombustível derivado de oleaginosas,
caso seja possível e os eventuais patrocinadores já obtidos
o permitam. Você prestaria um serviço imensurável
ao Planeta, e não só ao Brasil.
Coloco-me ao inteiro dispor e fico na expectativa com relação
a maiores detalhes do seu projeto. Atenciosamente
Eng.° Civil ODAIR SANTOS JUNIOR
Assessor de Águas e Meio Ambiente da Presidência do CREA-MG
Representante da Secretaria Executiva na Comissão de Representação/Coordenação
do Fórum Estadual pela Construção da Agenda 21 em
Minas Gerais
Delegado do Brasil à Conferência das Nações
Unidas sobre Mudança Climática (COP 11 e COP/MOP 1), em
Montrèal, Canadá
----- Original Message -----
From: Fendel
To: Paulo Rollo
Cc: Hernani
Sent: Thursday, April 06, 2006 6:55 PM
Subject: RES: Biodiesel
Caro Paulo
Fazer biodiesel de óleos vegetais, é o mesmo que fazer biogasolina
de álcool... UM ABSURDO.
Assim como foram desenvolvidos os fantásticos motores a álcool,
foram também desenvolvidos os motores a óleo vegetal (motor
ELKO) na década de 80.
Meu amigo Hernani fez mais de 90.000 km com uma Parati a óleo de
dendê, naquela época.
Eu estou fazendo mais de 52.000 km com óleo de soja com um Toyota
Caldina, emplacado no Paraguai, porque não consigo homologar meus
veículos nacionais.
A turma dos mensalões e do porcotróleo esconde esta tecnologia.
Só na Alemanha, tem mais de 100.000 veículos movidos a óleo
de canola virgem.
O bobo, desnecessário e oligopolizado biodiesel é mais caro,
é mais fraco e é menos biodegradável do que os fantásticos
óleos vegetais virgens.
A escolha é tua...
Bioabraços
Fendel
www.fendel.com.br
-----Mensagem original-----
De: Paulo Rollo
Enviada em: quinta-feira, 6 de abril de 2006 17:55
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: Biodiesel
Boa tarde.
Meu nome é Paulo Rollo, sou jornalista especializado em automóveis
e nos últimos 20 anos visitei 71 países, rodando quase 1
milhão de kms testando veículos.
Atualmente me correspondo com 42 jornais brasileiros, tendo 1,7 milhão
de leitores. Estou motivado a realizar uma viagem entre a Terra do Fogo
e o Alasca com dois veículos utilizando Biodiesel. A equipe será
formada por 1 jornalista, 1 cineasta, 1 cinegrafista e 1 fotógrafo.
Gostaria de saber se os senhores teriam interesse em conhecer nosso projeto
e em nos ajudar a conseguir financiamento para o mesmo.
Agradeço antecipadamente a atenção, ficando no aguardo
de um contato.
Atenciosamente
Paulo Rollo
Agência Superteste
Avaliações Automobilísticas
De: Telmo
Enviada em: quarta-feira, 5 de abril de 2006 22:27
Para: biocom@grupos.com.br
Cc: Gert
Assunto: Re: [BioCom] O fim do mundo não pode estar muito longe
Fendel, "homus babacus" vi hoje 05/04/2006 apesar do emocionante
discurso do Prof. Bautista Vidal no Seminário BIODIESEL Combustivel
para cidadania....
Tinha Aldo Rebelo, Inocêncio de Oliveira, Patrus Ananias, Ministro
da ciencia e Tecnologia, Ariosto Holanda, Betinho Rosado, Alberto Silva,
Arnoldo Campos do MDA e mais uma catrefa da ANP e da Petrobrás...,
BB, BNB e BNDES, até da CONAB e um sem número de Assessores.
O Auditório Nereu Ramos esta lotado.
Uso de óleo vegetal diretamente.... já era!
Estão convictos de que é preciso estabelecer "padrões"...
Biodiesel é indispensável para a tal de "Inclusão
Social" embora o cultivo da mamona tenha despencado de 230 mil ha
em 2004/05 para menos de 130 mil ha na safra 2005/06.
Selo social Combustível agora vale também para adquirir
SOJA como matéria prima de agricultores familiares e, no sul do
país tem milhares de agricultores familiares, que não são
objeto da reforma agrária, o benefício do selo social combustível
tinha como foco inicial beneficiar os ah!sentados da Reforma Agrária...
ha ha he he he.
Outro grande perigo é os fabricantes de biodiesel usarem metanol
em vez de etanol. Voz corrente, velocidade maior na reação
e facilidade maior na separação da água.
Foi prometido que as apresentações que houveram (.pps),
brevemente estarão disponíveis no http://www.camara..gov.br/caeat
Abs, Telmo Heinen - Formosa (GO)
----- Original Message -----
De: lista-do-agronegocio-1@uol.com.br
Enviada em: quarta-feira, 5 de abril de 2006 22:17
Para: biocom@grupos.com.br
Cc: Gert
Assunto: Re: [BioCom] O fim do mundo não pode estar muito longe
Fendel ,
Não fui ver apresentação do biodiesel no Conselho
de Altos Estudo nem consegui convites.
Você vai entender porque O Ceará e Ribeirão Preto,
comandam!
Pocure saber quem são os chefes e seus relacionamentos com os "heróis".
Amanhã vamos tratar do nosso evento em Porto Seguro ou Ilhéus-BA.
Abraços, Hernani Sá
----- Original Message -----
From: thomas@fendel.com.br
To: biocom@grupos.com.br
Cc: Gert
Sent: Wednesday, April 05, 2006 10:07 PM
Subject: RES: [BioCom] O fim do mundo não pode estar muito longe
Meu caro Telmo, boas as frases e seus autores.
Mas, o mundo não acaba nunca.... o que está a perigo é
o homus babacus, que pode não suportar as adversidades provocadas
pelo clima em alteração muito rápida...
Bioabraços Fendel
-----Mensagem original-----
De: Telmo
Enviada em: terça-feira, 4 de abril de 2006 23:05
Para: biocom@grupos.com.br
Cc: Valdemar Meinhard; Oscar Baldoni; Léo Jorge Philippsen; Delmar
Philippsen
Assunto: [BioCom] O fim do mundo não pode estar muito longe
Falando sobre conflitos de gerações, o médico inglês
Ronald Gibson começou uma conferência citando quatro frases:
1) "Nossa juventude adora o luxo, é mal-educada, caçoa
da autoridade e não tem o menor respeito pelos mais velhos. Nossos
filhos hoje são verdadeiros tiranos. Eles não se levantam
quando uma pessoa idosa entra, respondem a seus pais e são simplesmente
maus."
2) "Não tenho mais nenhuma esperança no futuro do nosso
país se a juventude de hoje tomar o poder amanhã, porque
essa juventude é insuportável, desenfreada, simplesmente
horrível."
3) "Nosso mundo atingiu seu ponto crítico. Os filhos não
ouvem mais seus pais. O fim do mundo não pode estar muito longe."
4) "Essa juventude está estragada até o fundo do coração.
Os jovens são malfeitores e preguiçosos. Eles jamais serão
como a juventude de antigamente. A juventude de hoje não será
capaz de manter a nossa cultura."
Após ter lido as quatro citações, ficou muito satisfeito
com a aprovação que os espectadores davam às frases.
Então, revelou a origem delas:
A primeira é de Sócrates (470-399 a.C.)
A segunda é de Hesíodo (720 a.C.)
A terceira é de um sacerdote do ano 2.000 a.C.
E a quarta estava escrita em um vaso de argila descoberto nas ruínas
da Babilônia (Atual Bagdá) e tem mais de 4.000 anos de existência.
De: ederzanetti
Enviada em: quarta-feira, 5 de abril de 2006 11:21
Para: floresta-l
Assunto: Re: [Floresta-l] Jornal BIOCOM 1
Olá Thomas, em uma palestra de evento paralelo da COP8, o diretor
de financiamentos do BNDES disse que entre os ESCOs que eles estao buscando
incentivar, está a cogeração de energia...
O Brasil está aprendendo com a Bolívia a respeitar a sua
população, o governo daquele país já rechaçou
a iniciativa da Petrobras em regular os preços do gás boliviano,
no Brasil era preciso aprender isso...
Q uanto ao papel, Thomas, a burrice não é apenas institucional,
voce sabe que a tempos atrás estive tentando incitar os colegas
florestais a observarem os valores e a melhoria que seriam conseguidos
com as florestas utilizando madeiras de diametros inferiores...e viu o
resultado...
há tempos vejo a sua justa luta em torno da derrubada das barreiras
em torno do setor elétrico, enquanto assisto essas mesmas barreiras
sendo criadas no setor florestal, certificação florestal
estrangeira (um absurdo, pagar para colocar um selo de outra empresa em
produto próprio...), manejo florestal sustentavel (que retira ao
inves de colocar mais empresas no setor), mega unidades de conservação
(uma aberração da natureza totalitária de ecoterroristas)
e assim por diante, são instrumentos estúpidos utilizados
por gente sem consciencia histórica para favorecer determinados
grupos, em detrimento de toda a população.
foi Lao Tse que comentou, a respeito dos governantes, que: se o governo
é bom, o povo não vê as suas ações...
saudações florestais
Eder
De: Veridiana Kfouri
Enviada em: segunda-feira, 3 de abril de 2006 11:11
Para: Fendel
Assunto: Re: Jornal BIOCOM 1
Thomas, boa semana... Como vc está????
Lembra do processo de geração de energia a partir da "bosta"
dos porcos, das galinhas... que a EPAGRI estava implantando com bastante
êxito nas comunidades daqui de SC?? onde o ecxesso de energia gerada
era "jogada" na rede e os criadores chegavam a a economizar
mais de R$ 1000,00..., pois é, agora as cooperativas de energia
estão processando esses produtores. É mole???? Estou acompanhando
o processo só para ver até onde vai a ignorancia humana,
uma vez que além de não poluir o meio ambiente, pois a "merda"
dos animais é um grande problema de poluição dos
nossos mananciais hídricos eles estavam gerando energia e economizando,
uma vez que ainda estamos trabalhando só para pagar impostos e
isso vai até o mês de maio, né???
Beijos
De: reginaggss
Enviada em: segunda-feira, 3 de abril de 2006 15:47
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: Álcool anidro
Fendel, atendendo ao seu pedido:
“Comandante Fendel, esta questão do álcool anidro
exclusivo é justamente a tentativa dos grandes de dominarem a biomassa,
denunciada e temida pelo Gilberto Vasconcelos.
Acontece , porém,e é isto que gostaria de enfatizar: “a
biomassa é intrinsicamente democratizante”. Isto significa
que a biomassa não é uma mina de carvão mineral,
petróleo ou urânio, possível de ser dominada por poucos
pela força ou pela tecnologia. É impossível a um
grupo dominar os bem distribuídos raios solares, do “reator
nuclear à fusão” do Bautista Vidal”. E o mais
importante é que estes “grandes” através dos
seus “paus mandados” ainda não descobriram que a Tecnologia
para produção de biomassa energética é franciscanamente
simples,impossível de ser escondida sob “patentes”
dominadas por estes. Vejamos o caso do álcool anidro, não
há qualquer dificuldade de produzi-lo em “fundo de quintal”,
seja usando o terrível benzeno,seja através da agonizante
gasolina, ou por processos mais simples como as peneiras moleculares de
certas argilas ,ou mesmo através do nosso amido de mandioca.Para
os interessados posso reportar com mais detalhes. Por ora volto a me congratular
com a “Agência de Notícias Fendel”, Marcello
Guimarães”.
De: Oscar Baldoni
Enviada em: terça-feira, 4 de abril de 2006 12:25
Para: Telmo Heinen
Cc: Thomas Renatus Fendel; gfischer.joi@terra.com.br; Hernani De Sá
Filho
Assunto: Fw: Preço do Petróleo exportado...
Prezado Telmo e amigos : Sim. calculando o petróleo com uma densidade
de 870 Kg./m3 temos 330.000 barris. Se fosse mais leve (850) temos 337.400
barris. De todos modos a diferença de preço é pouca.
Para sua conta, venderam a U$S 47,52 o barril e na minha hipótese
venderam a 46,47 dólares. A pergunta é = Petrobrás
serve para isso ? Para vender 22% por baixo do preço internacional
(que deve estar pagando quando compra ??) Por que o petróleo passou
dos 60 dolares o barril. O ano passado, então, vendiam a 31 dólares
o barril ...será que é tão ruim o petróleo
nacional, para valer pouco ?
Já que mexeram com o tema. Me roubaram (faz tempo) um livro que
falava do Paraguai, a guerra com a Bolívia (por causa do petróleo)
e o mais interessante, trazia umas fotos muito boas. Em uma delas, era
a visita de Juscelino à cidade de Puerto Stroessner (atual Ciudad
del Este) e tratava-se de uma comitiva dos dois presidentes indo para
a casa do Stroessner que mandou fazer nesse lugar. A planta da mesma,
tem as iniciais "J K" justamente em homenaagem ao nossso presidente.
Stroessner adorava ele e dá para ver na foto : Na instantânea,
o presidente paraguaio estava na frente do grupo e vira-se para olhar
a Juscelino um pouco retrasado, quando é batida a foto. Essa cara
expressava AMOR.
Outra foto do mesmo livro (infelizmente) sumido era os poços em
território paraguaio, LACRADOS, até o ano 2.006. Ora, o
ano chegou ... e nada de notícias dos poços ... alguém
sabe algo disto ?
Abraços de Oscar.
----- Original Message -----
From: Telmo Heinen
To: Thomas Renatus Fendel
Cc: Gerth Roland Fischer ; Hernani ; Oscar Baldoni
Sent: Monday, April 03, 2006 9:18 PM
Subject: Preço do Petróleo exportado...
Caro Fendel, veja na pg 2 do anexo, o valor do petróleo exportado
pelo Brasil em março/2006: 45.600 t a US$ 343,90/t contra 37.800
t a 345,60 em fev/06 e apenas US$ 228,60 em março de 2005 (23.300
t)
No mesmo anexo constam as demais comodities exportadas nos mesmos meses.
Obs. 45.600 t deve corresponder a mais ou menos 330 mil barris...
Abs,
Telmo Heinen
De: Romeu Kerber
Enviada em: terça-feira, 4 de abril de 2006 17:24
Para: bioenergia-l
Assunto: [Bioenergia-l] RE: Digest Bioenergia-l, volume 24, assunto 1
Boa tarde.
Os "vivos" já estão dando uma de "joão-sem-braço"
nesta proposta das micro destilarias de álcool. Fazer 20 a 40 mil
litros por dia? Pra que? Se é viável fazer 100 ou 200 litros
por dia numa propriedade pequena para consumo próprio e vender
o excedente? Proposta de mais de 1.000 litros é jogada do governo
para saquear mais uma vez o trabalhador, que quando vê está
ganhando menos do que aquele que revende na bomba. Vejam o que acontece
com o leite ( quem vende a embalagem e o supermercado que vende ganha
mais do que o produtor). Grandes projetos, grandes roubalheiras, não
falha nunca, é sempre assim no Brasil. O negócio é
lutar para que seja permitida a produção e venda em pequenas
quantidades, assim como acontece com os gringos que fazem vinho, para
que seja de fato uma renda da propriedade agrícola familiar, caso
contrário vai virar mais uma sacanagem oficializada.
Um abraço a todos.
Tríplice fronteira acusada de abastecer terrorismo
A promotoria de Nova York anunciou ontem a desarticulação
de uma rede de transferência financeira pela qual teriam sido enviados
US$ 3 bilhões da América do Sul para grupos terroristas
do Oriente Médio.
Segundo o jornal The New York Post, a Al-Qaeda e outras organizações
eram abastecidas. Em grande parte, o dinheiro vinha da tríplice
fronteira existente entre o Brasil, a Argentina e o Paraguai. O promotor
do caso, Robert Morgenthau, negocia acordo que poderá resultar
numa pesada multa ao Bank of America pelo envio do dinheiro, que ocorria
há dois anos. O dinheiro vinha de drogas e outras atividades ilegais.
O montante era levado ao banco americano por meio de uma empresa sediada
em Montevidéu, Uruguai.
O banco então distribuía os recursos em várias cidades
do Oriente Médio. Riad, na Arábia Saudita, Beirute, no Líbano
e Ramalah, na Cisjordânia, estavam entre elas. Além da rede
Al-Qaeda, o Hezbollah e o Hamas receberam o dinheiro.
Segundo fontes oficiais brasileiras, o governo abandonou sua postura de
negar conhecimento das supostas atividades de financiamento de terroristas
e passou a pedir informações a Washington a respeito da
tríplice fronteira, foco de imigrantes libaneses e palestinos.
Essas mesmas fontes dizem não ter recebido nenhuma confirmação
ou detalhe dos EUA.
O promotor Morgenthau prometeu para os próximos dias o fim das
investigações. "Não posso sair e prender Osama
bin Laden, mas posso interromper seu suprimento de dinheiro", disse.
EFE
Publicado em: 05/04/06 - 09:05:00
Fonte: Jornal O Estado de São Paulo (05/04/06)
Jornal BIOCOM 3
Meu caro Guilherme
Que as siderúrgicas não consigam mais atender os "compromissos
internacionais" é até uma boa notícia, afinal
quantas centenas de navios carregados de aço correspondem a um
navio carregado de quinquilharias norteamericanas?
E quanto à produção de carvão vegetal, urge
utilizar e desenvolver um processo menos arcaico, afinal a tecnologia
ainda utilizada tem mais de 5 mil anos, e faz tempo que este desperdício
não se justifica ambientalmente.
Importante ressaltar: O carvão vegetal é muito melhor que
o mineral, apenas sua obtenção rudimentar tem de ser muito
melhorada. A fumaça resultante do carvoejamento é jogada
fora, e é em grande parte, no mínimo valiosa bioenergia.
Meu caro Telmo
A notícia sobre as termoelétricas a biomassa, parecem alentadoras,
mas, não deixam de desperdiçar mais de 50% da energia térmica
contida nos resíduos. O ideal é desenvolver e pesquisar
equipamentos de cogeração, onde, de alguma forma se possa
utilizar pelo menos parte deste imenso calor residual descartado inutilmente
ao meio ambiente.
Meu caro Prof. Dr. Edgar
Muito obrigado pela contribuição ao debate das bioenergias.
São as diversidades que geram o progresso.
A questão dos custos energéticos continua uma piada infame
aqui no Brasil. O mesmo kW que custa R$0,06 para o antonhão, custa
R$ 0,45 para a Mariasinha. Isso é algo escabroso. Um assalto. Deveria
ser exatamente o contrário: A Mariasinha deveria pagar R$ 0,20
e o antonhão deveria pagar R$ 15,00 por cada kW... Isso sim seria
a badalada justiça social. Os grandes que façam suas próprias
usinas. O estado não deve subsidiá-los. Uma pouca vergonha.
Um crime hediondo.
Não é a fantástica hidroeletricidade que não
presta, são as falcatruas envolvendo as hidroelétricas que
são criminosas.
Até hoje, o caixa 2 de Itaipú é maior que seu faturamento.
Não é porque o mercado é assim... que as coisas tem
de continuar assim.
Não é porque exportamos nossos bens por bagatela, que temos
que continuar com esse absurdo suicídio colonial.
Quanto ao custo do álcool, acontece que na cantada agricultura
familiar, tudo se aproveita, tudo se recicla, e uma coisa ajuda a outra.
Assim o vinhoto vira adubo, o bagaço vira ração animal,
a urina vira fertilizante, etc. Muito ao contrário da realidade
da grande indústria, que não tem o que fazer, por exemplo,
com o calor residual de seus equipamentos.
A mesma coisa vale para os óleos vegetais, onde o farelo vale mais
que o grão, e o óleo pode até ser subproduto.
A questão não se resume a discussão de picuinhas
legais, e sim à fantástica produção distribuída
de energia e seus infinitos benefícios, legalmente proibidos por
aqui. Temos que mudar as leis completamente.
Para dar mais um exemplo criminoso e vergonhoso de nossas falcatruas,
importamos GN da Bolívia, e jogamos fora o mesmo gás sujo,
em todos os nossos poços e refinarias da pocilgabrás.
A energia distribuída é melhor que a informação
distribuída. Assim a BIOENEREDE é mais fantástica
e útil do que a Internet. O breve futuro o dirá. É
a única maneira de evitarmos as próximas e estúpidas
guerras.
Desculpe meu radicalismo ácido, meu caro Professor Edgar, é
que não assito a rede bobo, não leio a "óia",
não concordo que os assaltos e mentiras tem de continuar, e não
consigo ser doce, simpático e leve.
Meu caro Professor Dr. Luis Fernando
Que ótimas notícias vem do meio universitário de
Botucatu - SP.
O pessoalsinho ganancioso das montadoras tem de acordar logo para a realidade
dos óleos vegetais.
Chega de falcatruas como: hidrogênio, células combustíveis,
biodiesel, synfuel, etc.
Quanto ao "Gol" a óleo vegetal, temos que acelerar e
reforçar nossa luta contra o abobalhamento, principalmente o Brasileiro...
Somos os únicos patetas mundiais proibidos de utilizar eficientes,
econômicos e os melhores motores do ciclo Diesel em automóveis.
O Prof. Dr. Laurindo do Tecpar, conseguiu um Golf da VW (com motor Diesel
antigo, com bomba injetora de baixa pressão e injeção
indireta) para testar o B20, ou seja 20% de biodiesel, veja em:
http://www.tecpar.br/cerbio/Palestras/07-D-Jose%20C%20Laurindo%20-%20Combustiveis....pdf
Tomara que vc consiga um Golf mais moderno, para testar os óleo
vegetais...
Caso vc não consiga, te repasso as coordenadas para vc comprar
um motor novo destes e te informo como fazer um chuncho no emplacamento,
já que a hipócrita legislação Brasileira incentiva
o porco e subsidiado GNV e não legaliza os fantásticos óleos
vegetais, apesar de constar óleo vegetal na porcaria digo portaria
do Denatran, 04/86 vigente.
Felizmente existem alguns diretores de Detrans no norte, menos FDP que
os do sul, e que irão homologar (espero) meus carros a óleo
vegetal, neste país, onde, castigos "maiores que a lei"
valem pro povo; e pros graúdos não vale lei nenhuma. O caseiro
Francelino que o diga.
Meu caro Bruno
Muito obrigado por me enviar o linque com o artigo sobre óleos
vegetais do Tecpar.
O que "eles" enxergam como tragédia, para mim, é
algo extraordinário.
Eu vejo a parte cheia do meio copo de água e "eles",
infelizmente, continuam concentrados na parte vazia.
Se dos 107 tratores a óleo vegetal exaustivamente testados na Alemanha,
mais da metade, depois de vários anos, ainda continua funcionando
exclusivamente a óleo vegetal, isto, para mim, signifita absoluto
e inquestionável sucesso.
É claro que os primeiros motores a álcool foram uma "bosta"
na concepção deste naipe de "especialistas", mas
no meu conceito, os sofridos proprietários de veículos a
álcool e o Bautista, foram heróis mundiais, a ponto de hoje
os motores a álcool serem cobiçados mundialmente feitos
chupeta de criança, e ninguém, mas ninguém mesmo,
ou seja, nenhum boboca babaca cogita fazer estúpida "biogasolina"
de álcool, embora "pesquisam" fazer o bobo H2 do etanol
nacional. Inacreditável.
Meu caro Patelli
Muito obrigado por me manter informado sobre o que acontece no mundo
em termos de energia, e pelo convite para o "Seminário de
Tecnologias Energéticas do Futuro", aqui perto, em Curitiba
- PR, nos dias 08 e 09 de maio de 2006.
Na programação deste seminário, http://www.stef.com.br/programa.asp
estou inscrito, por enquanto, na mesa redonda, no evento paralelo, bem
como estarei demonstrando meu cogerador e veículo a óleo
vegetal, com injeção de EE na rede.
O destaque espero ser a palestra do professor Ernst Schrimpff da Alemanha.
Para vc ter uma idéia de quem seja, meu amigo Pastor Fuchs traduziu
alguns de seus brilhantes trabalhos, já disponíveis na seção
"acervo técnico" da referida página, ou para facilitar
teu trabalho, clique:
http://www.stef.com.br/artigos/Oleo_Vegetal2_Prof_Schrimpff.doc
http://www.stef.com.br/artigos/Oleo_Vegetal_Prof_Schrimpf.doc
http://www.stef.com.br/artigos/Biomassa_Schrimpff3.doc
E veja como este Professor alemão explana de forma nítida
e inquestinável as vantagens dos óleos vegetais virgens
sobre o biobobodiesel. Espero que durante o evento tenhamos uma tradução
competente para que suas palavras não sejam "distorcidas",
e que os dirigentes das mesas redondas sejam capazes de enchergar além
de seus contaminados cheiradores, visto que nesta ocasião se dará
novamente ênfase e destaque "oficial" à hidrogênio,
células combustíveis e demais asneiras.
Meu caro Gert
Primoroso teu texto e anásise: "Brasil-Potência bioenergética
global - Promessa ou desastre?"
Pelo trote da carroça, teremos um "terremoto", pois os
vendilhões men$alista$ estão muito mais interessados em
mesquinhos ganhos particulares, do que em fazer uma política decente
para os próprios filhos e netos.
Imagina, profanam o óleo vegetal com besteiras como corrosão
nos bicos injetores, como se os "boshtas" não fossem
capazes de desenvolver bicos inoxidáveis e refratários.
Outra cachorrada infame é a questão das emissões,
onde os abobalhados e abobalhantes insistem na geração da
acroleína (que dá o cheiro de lagôsta frita) e se
esquecem dos aldeídos, das cancerígenas micropartículas
e das dioxinas geradas pelo Diesel fóssil em todos os motores nacionais,
em escala muito maior. Ignoram completamente que os óleos vegetais
são isentos de enxôfre, possibilitando a instalação
de oxi-catalizadores e demais sistemas para a completa combustão
dos componentes das exaustões, reduzindo-as a H2O e CO2 em mais
de 90%, como ocorre em todos os modernos motores de ciclo Otto.
Quanto à notícia parcialmente mentirosa sobre a redução
de enxôfre no Diesel metropolitano, veja a ironia: Estes energúmenos
informam na nota sobre o Diesel, que em "veículos leves"
a redução de poluentes atingiu consideráveis 98%.
Acontece que "veículos leves" no Brasil pelego ainda
não podem utilizar motores Diesel, que inclusive na Europa são
atualmente mais limpos em termos de emissões que os motores a gasolina.
E também, se adicionassem 10% de óleos vegetais naturais
ao Diesel fóssil, poderiam eliminar totalmente o enxôfre,
e exigir catalizadores nos escapamentos dos veículos a Diesel,
aí sim, reduzindo consideravelmente as emissões nocivas,
em todos os veículos, quer sejam leves ou pesados.
Meu caro Cássio
Os suínos que chafurdam contra os óleos vegetais combustíveis,
são aqueles que não sabem ou não querem diferenciar
uma pérola de um sabugo. O pior é que estes quadrúpedes
de rabo enrolado são eleitos ou contratados para defenderem os
nossos interesses, e o que fazem, é pelegar a favor das corporações
encasteladas sangue sugas que exploram o povo feito vampiros insaciáveis.
Imagina estes vermes nos primórdios do pro-álcool. E todos
foram combatidos com o pulso firme do bravo Bautista. Infelizmente agora,
parece que o Bautista está sendo manipulado e convencido pela nefasta
turma do biobobodiesel, parece que ele se esqueceu das qualidades do motor
ELKO, ele se esqueceu que os heróicos pioneiros dos motores a álcool
tinham que andar com um jogo de ferramentas e que a cada instante tinham
que desuntupir as oxidações e corrosões que bloqueavam
os orifícios dos carburadores da época. Quantos abnegados
motoristas chegavam atrasados ao trabalho, pois no rigoroso inverno do
Sul, era muito trabalhoso fazer os motores "pegar" no frio.
Parece-me que meu ídolo Bautista está cansando de tanta
putaria que ocorre no setor das energias.
Espero poder reanimá-lo novamente no evento de Curitiba, nos próximos
dias, onde ele também é palestrante.
Prá que servem os caros identificadores coloridos nos combustíveis?
Apenas para garantir o estúpido monopólio para a porcobrás.
Por que temos que sustentar as Pãobrás da vida e seus fundos
de pensão? Se cada dona de casa e cada padeiro sabe fazer pão
da melhor espécie, sem bromatos, sem joio e sem ovos de validade
vencida? Não se justificam as reservas de mercado aos amigos e
cupinchas do reinado nú, em pleno terceiro milênio. A era
medieval já se foi... ou deveria ter ido.
Mesmo que por ventura a manutenção inicial dos motores a
óleos vegetais venha a ser um pouco maior num primeiro momento,
a criativa engenharia nacional certamente encontrará meios de elevar
ainda mais sua alta longevidade, em pouco tempo. Basta iniciar. Somos
capazes hoje de produzir ótimos motores a álcool, que aliás,
estupidamente nem existem mais. Só existem os menos eficientes
Flex.
Meu caro Hernani e meu caro Telmo
Ótimo o vídeo que vc tem sobre Collor e o motor Elko. Isso
explica a fulminante saída do Collor. Vc foi o culpado, hehehé...
Por favor, mande os filmes restantes, importantíssimos para passar
a limpo a nossa porca história, aos interessados.
Me diga, quem aparece dentro da Parati a óleo de dendê, é
vc e o Collor? Que honra. Não fosse o Collor, ainda estaríamos
andando de fusca, aqui no Brasil, enxovalhado pela rede bobo.
Independente da nomenclatura oficial, temos que separar o lixo tóxico
do adubo orgânico. Não adianta chamarmos de biodiesel os
OVN (óleos vegetais naturais). Isso só causa confusão,
das grandes. Assim, estamos na verdade apoiando o biobobodiesel.
Para o povo e os bem intencionados, tem de ficar bem clara a diferença,
entre a engambelação e a realidade. Se a gente mesmo não
enfatizar esta diferença, ninguém o fará, e os "entendidos"
usarão os prós dos OVN a favor do biobobodiesel, e contiunuarão
a esconder e camuflar seus problemas.
O motor ELKO é algo simplesmente fantástico. O lendário
e já falescido Ludwig Elsbett, seu inventor, foi também
o inventor da injeção direta, e na época, todos os
fabricantes de motores mundiais, sem exceção, o chamavam
de louco, de lunático, e hoje, novamente sem exceção
nenhuma, todos os idiotas fabricantes utilizam sua injeção
direta e suas bombas (ou bicos eletrônicos) individuais de alta
pressão.
Falando em asnos, veja a notícia sobre a pré-falência
da GM, da Ford, de seus "fundos de pensão" e de suas
picapes beberronas:
http://www.mnp.org.br/materias.php?mat_id=76649&canal_id=13
O extraordinário motor ELKO era de apenas 3 cilindros, e não
necessitava de refrigeração por ar ou água, devido
à seu elevado rendimento de quase 50%, não alcançado
ainda por nenhum outro motor de nenhum outro fabricante parasita, que
certamente estão esperando passarem os 20 anos necessários
para "caducar" e então chupar a patente. A refrigeração
necessária era efetuada pelo óleo de lubrificação
do carter, e o pistão articulado, em sua parte superior era de
ferro fundido.
Para reforçar e confirmar que os responsáveis técnicos
das grandes indústrias de motores e componentes são lesos,
basta verificar seus investimentos seculares no bobo e fantasioso hidrogênio.
Então, a resposta para tua pergunta Telmo: "O que aconteceu
com o motor ELKO" é simples: Foi e continua sendo estupidamente
boicotado.
Para mim foi triste reler os artigos que vc garimpou, meu caro Telmo,
onde nota-se que após anos decorridos, as questões continuam
exatamente as mesmas, pior, agora já estamos com o Titanic do biobobodiesel
saindo do porto, rumo à pedra de gêlo chamada ignorância.
No linque abaixo, um pouco mais sobre a putaria do GNV, onde há
suspeita de "doação" de gás para "mega"
indústrias...
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=849
E continuam dizendo que cozinhar ou aquecer com eletricidade é
melhor que à lenha (não conhecem o brasileiro www.ecofogao.com.br),
e induzem a informações abestalhantes e mentirosas em que
os combustíveis fósseis emitem agora menos CO2 que outrora...
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=854
E para quem lê alemão, uma interessante entrevista com Hermann
Scheer, que implantou as leis de energias renováveis na Alemanha
a 20 anos, que chama a atual política energética alemã
de: "Argumentos mentirosos com iscas envenenadas":
http://www.freitag.de/2006/14/06140301.php e que infelizmente, no recente
discurso que fez aqui no Brasil, falou mais para agradar as prostitutas,
do que desmascarar as putarias mundiais no setor das energias renováveis.
Claro, ele como alemão, não tem a mínima idéia
do que seja a absurda politicalhagem nacional, como por exemplo o oligopolizado
PROINFA, tarifas disformes de EE, não legalização
dos óleos vegetais, proibição de microdestilarias
de álcool, sem falar do resto.
Desabobalhantes Bioabraços carbono seqüestrantes
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
Divulgação autorizada e desejável.
"Os militares são apenas animais estúpidos a serem
utilizados como peões na política externa" - Henry
Kissinger
De: Hernani Lopes de Sà Filho
Enviada em: segunda-feira, 17 de abril de 2006 11:40
Para: Biocom
Assunto: OVN-1 Por que Collor saiu ?
Amigos,
Collor contrariou grandes interesses; montadoras, distribuidoras, usineiros,
etc.
"O mais sério deles refere-se ao monopólio da Petrobrás
que impede o desenvolvimento do país e estimula as práticas
abusivas" - Missao Tanizaki.
Na ocasião fui demitido com estabilidade, por chefetes do órgão
(público) em que eu trabalhava, meu carro (Parati a óleo
de dendê puro) foi levado para Brasília.
Agora, durante as eleições vamos resgatar a verdade!
Depois mando mais vídeos da época
Abraços, Hernani Sá (o pai)
De: Telmo
Enviada em: domingo, 16 de abril de 2006 02:07
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: Re: [BioCom] RES: A química clássica e a indústria
oleoquímica
Qual terá sido o verdadeiro motivo da sucumbência do Motor
Elko?
Lembro-me que por iniciativa do então Ministro da Agricultura (O
Paulista Cabreira), no governo Collor, a "patente" foi trazida
para o Brasil e por falta de outros interessados, foi cedida ao Grupo
Garavello (Consórcios), mas que por sua vez "faliu" e,
com a baixa do petróleo para 12 a 15 dólares, e outras "cositas"
mais - tudo foi abandonado por falta de viabilidade econômica...
Nesta época eu residia no Maranhão e cobiçava uma
utilidade para aquela enormidade de babaçú que tem lá...
Uma das citações no Google procurando por "Garavello+Elko"
é esta:
Prezado Colega,
A sociedade brasileira precisa aprender a fazer o seu dever de casa, como
fazem um grupo de cidadãos que lutam e apresentam suas manifestações
(http://www2.ipef.br/pipermail/bioenergi ... 00980.html) (Fendel...)
Nos anos de 1983/84, o grupo Garavello, conseguiu direitos para produzir
o Motor Elko (citado também pelo grupo acima) de tecnologia alemã,
extremamente econômica que vem de encontro com a nova proposta constante
nesta matéria.
Há um conjunto de informações que podem ser acessadas
no endereço acima e merecem ser lidas por todos.
O mais sério deles refere-se ao monopólio da Petrobrás
que impede o desenvolvimento do país e estimula as práticas
abusivas.
Missao Tanizaki
Fiscal Federal Agropecuário
Esplanada dos Ministérios, Bloco "D", Sala 340-B, Brasília/DF
Prezado Colega,
Complementado o que descrivi anteriormente:
O motor equivalente a de um "Opla" era capaz de andar de 40
a 50 Km/litro de óleo vegetal (informaçãoes semelhantes
pondem ser acessadas na internet, como o do endereço (http://www2.ipef.br/pipermail/bioenergi
... 00698.html).
Realizando um cálculo grosseiro poderemos chegar-se-ia reduzir
o consumo de petróleo para cerca de 1/4 (25%) da demanda atual.
As Multinacionais já conseguiram impor muito, mas na situação
atual é perceptível que aos poucos a união dos pequenos
e a sociedade estão alterando o quadro ...
Missao Tanizaki
Fiscal Federal Agropecuário
Esplanada dos Ministérios, Bloco "D", Sala 340-B, Brasília/DF
Abs, Telmo.
De: lista-do-agronegocio-1
Enviada em: domingo, 16 de abril de 2006 01:28
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: Re: [BioCom] RES: A química clássica e a indústria
oleoquímica
Fendel,
É claro que sempre usei OVN desde 1978 (caracterização
em laboratórios do INT) em bancada 1979 e em ônibus em 1980.
Com a parati usei OVN de dendê de 1984 a 1986, porém uma
vez, usei (1litro) de cacaudiesel (manteiga de cacau-sólida, transesterificada
com etanol).
Em 1995 demonstrei na CEPLAC e na UESC o dendê pastoso em um motor
Elsbett.
Porém na minha última palestra, em novembro na Feisucro,
e digo agora para você que sempre defini o biodiesel como "
produtos da biomassa capazes de substituir o óleo diesel";
diferente da dos americanos que definem como transesterificados com Metanol.
Quanto à Revista Biodiesel, não acredito que eles retifiquem
mas vou tentar.
Eu acompanhei a história do motor Elko (Elsbett na ocasião)
é da minha época.
Abraços, Hernani
----- Original Message -----
From: thomas@fendel.com.br
To: biocom@grupos.com.br
Sent: Saturday, April 15, 2006 7:57 PM
Subject: [BioCom] RES: A química clássica e a indústria
oleoquímica
Meu caro avô Hernani
Afinal, vc rodou na Parati com Dendiesel? Biodiesel ou OVN?
Dendiesel é biodiesel de dendê? Era metílico?
E quantos km com cada?
Caso vc rodou com óleos vegetais, daria para solicitar uma retificação
da revista...
Vc acompanhou a estória do motor ELKO? É de tua época?
Bioabraços Fendel
-----Mensagem original-----
De: Telmo Heinen
Enviada em: sábado, 15 de abril de 2006 19:18
Para: Hernani Lopes de Sà Filho
Assunto: Re: A química clássica e a indústria oleoquímica
Caro Hernani,
para nós, que estamos na internet, estas Revistas quando saem,
parecem trazer matérias muito antigas.
Entretanto, é impressionante como se encontra pessoas aqui e acolá,
que mostram este tipo de Revista ou este tipo de matérias para
a Gente, como se fosse a maior novidade...
Seremos nós péssimos comunicadores?
Telmo.
-----Mensagem Original-----
De: Hernani Lopes de Sà Filho
Para: Thomas Fendel ; Fendel tecnologia
CcEnviada em: sábado, 15 de abril de 2006 17:56
Assunto: A química clássica e a indústria oleoquímica
Fendel e demais companheiros.
O que acham?
’USO DO BIODIESEL VAI SUPERAR O DO ÁLCOOL’
http://www.revistabiodiesel.com.br
De acordo com o pesquisador brasileiro Expedito Parente, em entrevista
concedida à Revista Biodiesel, o setor de biodiesel será
dez vezes maior do que é hoje o setor de álcool combustível.
O cientista, criador do biodiesel, recebeu, no final do ano passado, um
prêmio de mérito científico concedido pela ONU.
Produzido a partir da mistura de óleo vegetal comum com álcool,
através de uma reação química conhecida como
transesterificação, o biodiesel possui propriedades semelhantes
ao diesel de petróleo, podendo abastecer todos os motores que o
utilizam sem modificações ou adaptações. Sua
queima não contém agentes agressivos à camada de
ozônio, o que o torna ecologicamente correto, ainda mais que é
renovável.
De acordo com a legislação brasileira, somente 2% de biodiesel
pode ser adicionado ao diesel comum para o abastecimento nos postos de
combustíveis. Apesar de ainda ser opcional, essa mistura será
obrigatória a partir de 2008. Por isso, a indústria de óleos
vegetais e o setor sucroalcooleiro já se preparam para grandes
investimentos nesta área (Udop, Correio do Povo, 9/2/06). Companheiros,
Podem clicar em:
http://www.revistabiodiesel.com.br/materias.php?cdm=5
Após minha palestra no congresso internacional de biodiesel da
Feisucro no Anhebi em novembro, além de outras entrevistas, foi
publicada essa, pela Revista BIODIESEL, que recomendo o acesso, para quem
quiser se aprofundar no tema.
Minha entrevista versou mais sobre biocombustíveis inclusive OVN
(não comentados pelo óbvio).
Tem uma referência que saiu com 10 anos de atrazo.
Os trabalhos foram realizados em 1978 e não 1988; com diz a revista.
e/ou Abraços. Hernani Sá. (Um avô dos biocombustíveis)
De: Cassio Camilotti
Enviada em: sexta-feira, 14 de abril de 2006 13:10
Para: Fendel Thomas Fendel
Assunto: ANP
Veja só o desespero do parasita fóssil de Mato Grosso pedidndo
ao governo que impeça os agricultores de se beneficiar do óleo
de soja como combustivel.
Como se ensina no livro arte da guerra, "conhece a ti e a teu inimigo,
e não deverás temer o resultado de qualquer batalha".
Dá uma espiadinha nos passos que nossos inimigos pretendem tomar,
http://www.revistacombustiveis.com.br/edicao35/combustiveis03.htm
De: gfischer.joi
Enviada em: segunda-feira, 17 de abril de 2006 10:32
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: [BioCom] mais uma enganação - quem do governo estará
tirando vantagem ?
MAIS CLAREZA NA ESCOLHA DAS CIDADES QUE RECEBERÃO ÓLEO DIESEL
COM MENOS ENXOFRE
O Conselho Nacional do Meio Ambiente, - Conama, aprovou dia 12, a resolução
que define com clareza os critérios da definição
de quais as cidades que devem receber óleo diesel com baixo teor
de enxofre, que polui menos o ar. “É um avanço importante
na redução da poluição atmosférica”,
disse o diretor do Conama, Nilo Diniz. A nova resolução
define uma fórmula para o cálculo da qualidade do ar de
uma cidade, levando em conta o monitoramento feito nos últimos
três anos da concentração de partículas inaláveis
e de fumaça. A partir dessa fórmula, o Ministério
do Meio Ambiente vai definir uma lista de centros urbanos onde a poluição
é mais agressiva. A Agência Nacional de Petróleo deverá
distribuir o óleo que polui menos para as cidades que constam nessa
lista. Existem três tipos de óleo diesel metropolitano atualmente.
Um deles tem 3.500 ppm (parte por milhão) de enxofre e já
está saíndo do mercado. Outro tem 2.500 ppm e um terceiro
tipo, mais recente, tem 500 ppm. A redução do enxofre no
óleo diesel é resultado de investimentos feitos pela Petrobras.
O impasse consistia em decidir quais cidades deveriam receber o produto
com menos enxofre e, portanto, menos poluente, já que todas têm
interesse e as regras para distribuição não eram
claras. Desde 2002, o assunto é discutido dentro do conselho. A
nova decisão deve influenciar o Programa de Controle de Poluição
de Ar por Veículos Automotores (Proconve) do Ibama. Da década
de 80, quando o programa foi lançado, até agora, foram reduzidos
em até 98% os índices de emissão de monóxido
de carbono (CO), hidrocarbonetos (HC), óxidos de nitrogênio
(Nox) e aldeídos (COH) por veículos leves. Por Marluza Mattos,
da Ascom – MMA.
De: ECOLOGIA EM AÇÃO
Enviada em: sábado, 15 de abril de 2006 19:29
Assunto: BRASIL – POTÊNCIA BIOENERGÉTICA GLOBAL - PROMESSA
OU DESASTRE?
Gert Roland Fischer – CREA-SC 1288-4 (*)
Temos um sol brilhando generosa e permanentemente; temos uma boa distribuição
pluviométrica, aliada a um vasto território brasileiro disponibilizando
milhões de hectares ainda não ocupados e outros tantos já
prontos para cultivos de plantas oleaginosas e outras tantas produtoras
de álcool gerado pela fermentação de seus extratos
como é o caso da cana-de- açúcar, e desta forma somos
hoje vistos de fora, como uma potência energética alternativa
e sustentável emergente e talvez em pouco tempo, poderosa.
Olhando as guerras que começaram pela escassez de petróleo,
passamos de um povo desconhecido e ignorado, para nos tornarmos, depois
de citados por Busch, como um país detentor da melhor matriz bioenergética
de todos os tempos. Busch chamou a atenção dos povos ricos,
transformando-nos - em segundos - de desconhecidos sul-americanos, em
moradores de uma nação que é toda de energia solar
e desta forma passamos a ser cobiçados por nações
mais poderosas e que não dispõe duma matriz energética
sustentável permanente como poderá ser a brasileira.
O sol movimenta as águas, evaporando-as e transformando-as em nuvens
que enchem nossas represas geradoras de mais de 80% de toda a energia
elétrica gerada no país.
O sol faz crescer as plantas e pelo processo clorofiliano transforma esta
energia em celulose, açucares, amidos e óleos vegetais.
Esse crescimento vertiginoso das plantas, acontece ajudado pela poluição
atmosférica oriunda dos hidrocarbonetos contidos no petróleo
e queimado nas mais diferentes formas para gerar energia suja.
A Matriz bioenergética brasileira poderá ser generosa, sustentável,
renovável e socioambiental perfeita, garantindo milhões
de empregos, gerando gigantesca renda interna e trazendo qualidade de
vida e paz social para todas as camadas sociais até agora, privilégio
de algumas poucas.
Promessa ou Desgraça?
Esse desenho matricial - que poderá ser realidade à curto
prazo, poderá ser também a nossa desgraça. Pressente-se
que a grande desgraça está sendo montada há algum
tempo e nossas autoridades - se o sabem, ainda não deram o devido
alerta ao povo brasileiro.
Não seria essa desgraça uma potente escravização
de todo o povo brasileiro? Poderá ser uma escravatura bem mais
cruel do que a que o povo brasileiro está sendo submetido pelos
altos impostos, altos juros e corrupção que cresce geometricamente?
Analisemos a gigantesca área plantada com Cana-de-açúcar,
soja, girassol, milho, dendê, mamona, entre outras oleaginosas.
Todas essas culturas e seus sub-produtos são “commodities”
energéticas negociáveis em bolsa de valores que estão
longe do controle do Estado Brasileiro. O preço do álcool
subiu 35% neste ano de 2006. O Estado Brasileiro não teve como
controlar esses preços, menos ainda a exportação
do álcool para paises que estão mudando sua matriz energética
no hemisfério Norte.
Analisemos quem são os produtores da soja: Bunge, Cargil, entre
uns outros poucos que detém o controle - não só da
produção do óleo combustível, mas também
do transporte e exportação.
Analisemos as usinas produtoras de álcool - ainda de capital brasileiro
e que possam em segundos serem compradas - às dúzias, pelo
capital canibal internacional. Lembremo-nos de que este já tem
sido o tema de discussões no Brasil recentemente.
Portanto será o capital transnacional sem pátria, que já
detém em suas mãos as patentes dos vegetais produtores do
óleo combustível-do-amanhã-muito-próximo.
Os novos donos do poder mundial estão chegando com os bio-combustiveis.
Não se falará mais em petrodólares, mas em biodólares.
Qual o controle que o povo brasileiro terá sobre essa transferência
de poder e de dono?
Que nível estratégico de negociação deverá
apresentar o Estado Brasileiro para que gigantescas negociatas não
possam ser arquitetadas nos bastidores em prejuízo do povo desta
nação tão espoliada?
Que nível de especialidade poderá ter aquela imprensa brasileira
que fica sempre do outro lado do povo brasileiro, para identificar e investigar
esses movimentos de capital energético internacional?
Dia desses, leu-se na imprensa virtual, sobre uma compra de milhões
de hectares de terras amazônicas feitas por um abastado e poderoso
empreendedor do hemisfério norte. A justificativa prendia-se a
preservação da área para evitar a sua destruição.
O quanto de informação confiável teve o povo brasileiro
sobre essa transação e se realmente ocorreu?
Quem comprou e quem vendeu?
Para que o povo brasileiro não se torne um escravo do capital bioenergético
sem pátria, é importante e urgente que o Congresso Nacional
– já com anos de atraso, possa preparar instrumentos e ferramentas
indispensáveis para a proteção da nossa cidadania
e da soberania nacional.
(*) Gert Roland Fischer é engenheiro agrônomo, auditor ambiental
e ativista ambiental.
Gert Roland Fischer – CREA-SC 1288-4 (*)
Enviada em: quinta-feira, 13 de abril de 2006 07:51
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: Evento de Tecnologias de Energia do Futuro, em Curitiba
Evento de Tecnologias de Energia do Futuro, em Curitiba, promete sacudir
especialistas sobre energia do Brasil e de fora do país.
11 de Abril de 2005.
Entre os dias 7 e 9 de Maio, Curitiba será sede de um encontro
de grandes especialistas em energia do país - STEF - Seminário
de Tecnologias Energéticas do Futuro - , que realizarão
palestras e mesas de debates para discutir tecnologias de energia do presente
e do futuro, e buscar soluções estratégicas para
o país e o mundo.
Estarão presentes nomes como Albert Sobey, Maurício T. Tomasquim
, Ildo Sauer , Ernst Schrimpff, Hans Gerhard Schorer , Peter Heck, Francisco
Luiz Sibut Gomide, Maurício Cantão, dentre outros nomes
importantes envolvidos com assuntos como biomassa, biodiesel, energia
solar, eólica, nuclear e hidrogênio.
O evento também contará com a participação
do engenheiro Emilio Hoffmann Gomes Neto, diretor da Brasil H2, e que
será palestrante sobre células a combustível e hidrogênio.
Objetivos e Apresentação
Discutir os desafios energéticos globais e propor alternativas
de uma nova matriz energética compatível com a realidade
latino-americana.
Estamos num período de decisões estratégicas na história
da humanidade, qual seja, buscar soluções energéticas
que possam substituir o petróleo e o gás natural com a mesma
eficiência e abrangência. O esgotamento destes energéticos,
cujos primeiros sintomas já estão sendo observados, provocará
mudanças radicais na sociedade contemporânea. A bem da verdade,
necessita-se de novas soluções que sejam eficazes tanto
local quanto globalmente e que apresentem flexibilidade e coerência.
É premente uma reorientação dos planos internacionais
de energia que busquem racionalidade e sustentabilidade. Assim, deve-se
considerar: no curto prazo o aumento da eficiência energética;
no médio, o estabelecimento de transição harmoniosa
para nova matriz; e, no longo prazo, a adoção de soluções
limpas próprias para cada região do Planeta que possibilitem
o atendimento das demandas atuais e as das gerações futuras.
Realização e Patrocinadores
O Seminário de Tecnologias Energéticas do Futuro - STEF
- é uma realização da Copel, FIEP, IBQP, Lactec,
IPD e Governo do Estado do Paraná.
Os patrocinadores são a Itaipu, a Eletrobrás e a Compagás.
Para maiores informações, entre no site:
www.stef.com.br
De: Bruno Fade
Enviada em: quarta-feira, 12 de abril de 2006 22:28
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: óleo vegetal
Caro Fendel!!
como vai??? bem, trago uma notícia publicada no site da tecpar
sobre óleo vegetal...
http://www.tecpar.br/noticias.php?id=328
achei interessante que soubesse!
um grande abraço
Bruno Cesar Fade - Arquiteto
De: lfbravin
Enviada em: quinta-feira, 13 de abril de 2006 01:23
Para: biocom@grupos.com.br
Cc: Bioenergia; Floresta
Assunto: [BioCom] Re: Jornal BIOCOM 2
Meu estimado amigo Fendel,
A palestra pode ficar para Maio sim, vou verificar a melhor data e te
envio um e-mail para vc me informar se sua agenda permite.
Os kits estão funcionando muito bem, essa semana rodamos mais 1.000
km com os ônibus e a marca de consumo melhorou um pouco ( 3,1 Km/L
com meu kit e 3,4 Km/L com o seu kit, no Diesel o consumo estava em torno
de 3,7 Km/L ), no próximo mês vou iniciar ( espero q já
contando com o auxilio da Mercedes ou Scania ) os testes com um caminhão
movido a óleo vegetal e utilizando óleo de mamona com alguns
poucos aditivos como óleo lubrificante.
Ainda nesse mês termino a instalação um DGPS, um medidor
de vazão de combustivel e ainda uma sonda para análise dos
gases do escape, é apenas uma forma de comprovar e medir de forma
mais exata nossos resultados.
Qto ao veículo golf a diesel, existe a possibilidade de comprar
algum desse aqui no Brasil?
um grande abraço,
Prof. Dr. Luís Fernando Nicolosi Bravin
Coordenador dos Cursos de Logística e Informática
FATEC - Centro Paula Souza
www.centropaulasouza.com.br
www.fatecbt.edu.br
De: egfbeauc
Enviada em: terça-feira, 11 de abril de 2006 09:11
Para: biocom@grupos.com.br
Cc: Floresta; Bioenergia
Assunto: [BioCom] Re: [Bioenergia-l] Jornal BIOCOM 2
Meu caro Fendel e colegas
Ouso arriscar e AFIRMAR que para alguém ter este custo de produção
de álcool (menos de R$0,40) é preciso que existam condições
MUITO particulares, não esteja incluído o custo agrícola
e muito menos T.I.R. Acredite que estudo
isso a bastante tempo pra saber a ordem de grandeza, sejam pequenos ou
grandes produtores. Caso ainda tenham dúvidas, lembrem-se que mesmo
com custo reais próximos ao dobro do que esta colocado, existem
condições de
mercado conjunturais, tanto para os insumos quanto para os produtos, e
julgar só nas "vacas gordas" não parece justo.
E ainda assim, esse custo duas vezes maior que o citado é o MENOR
DO MUNDO! Interessante isso não?
Nossos mais próximos concorrentes não conseguem produzir
etanol ou metanol a menos de R$1,20 / L. Eu disse, repito e provo, NO
MUNDO!!!! Então por questões de profissionalismo e compromisso
com a verdade, é interessante uma certa cautela no uso desta premissa
para justificar alguma política agrícola. Mas não
sou contra as pequenas agroindústrias, muito pelo contrário,
sou extremamente favorável a elas e estamos montando uma aqui,
na ESALQ (USP), com uma área de cana de 10 ha, para produção
da nossa "famosa" pinga! Conheço ainda outros projetos
e equipamentos (principalmente cubanos e colombianos) apropriados a pequenas
propriedades para produção de etanol e rapadura (uma excelente
alternativa ao pequeno produtor), mas o que não podemos é
deturpar em nome de um dado MUITO particular, generalizando para todas
as condições, ainda mais num país como o Brasil,
extremamente
diversificado quando se fala em ambientes de produção e
mercado.
Mas tudo isso é insignificante perto da interferência da
Petrobrás quando o álcool produzido deixa de ser um "produto
agrícola" e passa a ser um "combustível".
Isso sim inviabiliza a produção e podemos discutir isso
(e o resto também, porque não?) nas próximas ocasiões.
Cordiais saudações
Prof. Dr. Edgar G. F. de Beauclair
Engenheiro Agrônomo
Depto. de Produção Vegetal
ESALQ / USP
De: Telmo
Enviada em: terça-feira, 11 de abril de 2006 20:36
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: Re: [BioCom] Re: [Bioenergia-l] Jornal BIOCOM 2
Professor,
ótimas as suas considerações. Ignore o "Mas"
abaixo. É uma interjeição disfarçada.
Sempre fui informado que a cana-de-açúcar produz ao redor
de 85 litros de álcool por t e não 150...
A amortização industrial, no caso do milho, dá para
desconsiderar uma vez que é um produto armazenável - a cana
sim, tem que ser processada logo após o corte que não pode
ser postergado indefinidamente.
Evidentemente que hávalor para os resíduos da cana... eu
só questionei a multiplicação (4 X mais caro o álcool
de milho) A t de milho vale entre 85 e 95 dólares nos EUA.
Quem sou eu para desmenti-lo, se vivenciou por lá...
Quando a gente diz "eles vão produzir mais álcool do
que nós", tem um tom pejorativo nisso.
E, o site http://www.cote.com.br/BR/ do Sr. Brito, já visitou?
(Óleos Vegetais)
Quanto ao Fendel, tem que lhe dar um desconto - é que ele já
está "rouco" de gritar e não ser ouvido! Por isto
se dá ao direito de responder com as vozes da rua... Ele demorou
a entender que em política tudo tem uma lógica contrária,
afinal, para que fazer fácil se dá para complicar?
Hoje comentava-se que o Conselhode ética da Câmara dos Deputados,
teve o "decoro" transformado em "decorativo"...
Telmo.
Próxima discussão da nossa parte, em mensagem nova.
De: egfbeauc
Para: biocom@grupos.com.br
Enviada em: terça-feira, 11 de abril de 2006 17:55
Assunto: Re: [BioCom] Re: [Bioenergia-l] Jornal BIOCOM 2
Prezado Telmo
Vou usar sua msg para facilitar o debate, minhas observações
estão em preto.
Mas Professor Dr. Edgar!
1) A gasolina é exportada sem os impostos, aliás como todas
as demais mercadorias. Fui em quem postou os dados da Balança comercial
de Março. O Fendel interpretou equivocadamente - não obstante,
a gasolina é uma comoditie e tem seu preço cotado em Bolsa;
Pois é Telmo, foi exatamente isso que eu disse, ou seja, não
importa que o preço aqui seja maior, pois o que vai determinar
o preço de exportação é o mercado e suas cotações,
gostemos ou não. Claro, quem tiver 10 milhões de dólares
pode ir pro espaço (literalmente falando....) ;-)) Não é
pessoal nem quero parecer ofensivo, só uma brincadeirinha pra descontrair...
A questão dos impostos é muito particular para cada produto.
Alguns sofrem taxação na produção, e/ou comercialização,
importação, etc e tal, e no caso dos combustíveis
existem impostos federais, estaduais e municipais, todo mundo botando
a mão na "combuquinha". Aliás, quando p preço
do álcool passou de R$2,00 / L ao consumidor, muito pouco foi dito
a este respeito, e quase nunca o preço pago ao produtor (R$1,20/L)
chegava ao conhecimento do grande público.
2) Hidrelétricas... não comentarei.
OK. O assunto é polêmico demais e com muito pouca informação
disponível, especialmente a questão das usinas nucleares.
3) A discussão sobre o álcool surgiu porque num Seminário
alguém sugeriu que todo álcool fosse anidro. Besteira de
quem não conhece o assunto já que é altamente higroscópico.
Nada contra a mistura do anidro na gasolina. A Conclusão do Fendel
refere-se ao consumo nos motores exclusivamente à álcool
- onde, se tivesse que ser anidro, o custo seria maior do que o benefício!
Estamos de pleno acordo. Ainda não entendi o "Mas" inicial,
e não precisa usar o Dr.
4) Álcool nos EUA -inúmeras notícias dão conta
que produzirão cerca de 18 bilhões de litros em 2006, portanto
superior à quantidade brasileira. Onde o Sr. acha que estes caras
da FNP vão pesquisar os dados? Por sinal, esta Empresa desfruta
de muito pouco crédito junto aos demais consultores do agronegócio!
Além disto, não sei se o custo é 4 vezes maior...
Eles produzem mais de 400 litros de álcool por t de milho cuja
produtividade média está acima de 9.000 kg/ha (Dizem que
na média são 4.000 litros/ha) e, ainda tem o resíduo
para vender ao passo que a cana, com seus 6 mil litros/ha deixa demais
resíduos de pouco valor....
Bem, agora vc esta falando de ESTIMATIVA. Este ano nós produzimos
mais álcool que os EUA, sugeri o Agrianual (que discordo sobre
a qualidade que vc diz ser baixa) mas pode ser via internet (odeio isso)
nos sites das Câmaras de Comércio, USDA (~safras) e nas cotações
do álcool. Eu trabalhei lá e medi os custos de produção.
Com cana o preço da tonelada (agrícola) é de US$36,00
!!!! O período de safra tanto de cana como de cereais é
de 3 a 5 meses no máximo (período da colheita e processamento),
devendo toda a amortização industrial ser distribuida para
o resto do ano. Nossa safra é de 8 a 9 meses, nossa matéria
prima, a cana tem custo de processamento menor. A cana produz em média
em SP mais de 80 t/ha, com rendimento de cerca de 150 L/t (em 2 dias no
máximo de processamento, que com milho passa de 7), temos 80 t/ha
x 150 L/t = 12000 L / ha em média, com relativa facilidade e pacotes
tecnológicos bastante conservadores e tradicionais, contra 400
L/t x 9 t/ha = 3600 L/ha, ou seja 3,3 vezes MENOS álcool por hectare,
numa safra CONCENTRADA (razões climáticas), onde primeiro
é necessário desfazer o amido em monossacarídeos
para depois iniciar a fermentação alcoólica.
As nossas estimativas das unidades produtoras ainda nos permitem afirmar
que não será neste ano que seremos ultrapassados pelos americanos
na produção de álcool. Como eu brinco com os alunos,
somos os primeiros em duas coisas, cana e futebol, mas se der moleza a
turma nos supera, tanto na cana (e álcool) como no futebol...
Quanto aos resíduos acho que precisamos nos informar melhor. A
vinhaça é rica em K, nutriente que importamos mais de 80%
do consumo nacional, rica em M.O., excelente condicionador de solos, reduz
os custos de produção e aumenta a produtividade. O bagaço
tem o preço superior a da tonelada de cana pois é queimado
em caldeiras industriais, e se usado na própria usina, gera energia
elétrica (e renda ao produtor) suficiente para manter o município
de SP durante todo inverno, industrias no meio, a um custo inferior aos
cobrados pelas distribuidoras (isso não tem valor?).... A palha
que fica no campo pode ser tb processada na geração de energia
ou se vc quiser ter os mesmos rendimentos e custos americanos, ela tb
pode ser usada e fermentada na produção de etanol, mas tecnicamente
falando isso é bobagem. Ela é melhor conservando a água
no solo, reciclando nutrientes e reduzindo erosão. Tem ainda os
resíduos Torta de filtro, usada na adubação e compostagem,
o furfurol, usado na indústria de cosméticos, vários
subprodutos de interesse regional (melaço por ex. na produção
de glutamato de sódio, glicose, etc.), uso do bagaço tb
na fabricação de papel e celulose...acho que já me
alonguei demais.
5) Se o Sr. não quiser que apareça o sinal > (Recuo da
mensagem na resposta), vá no seu Outlook - Ferramentas - Opções
- Envio - Configurações e desmarque a opção
de recuo...
Obrigado pela dica companheiro. Gosto de dizer que uma das grandes vantagens
da internet é poder manter o respeito sem o "cerimonial"
inerente a outras formas de comunicação. Assim, agradeço
a atenção com o tratamento que me foi dado, mas espero continuar
discutindo de forma bastante descontraída e informal. Gostaria
ainda de dizer que não pretendo com esta participação
polemizar com o Fendel. Admiro bastante a sua atuação para
fazer disso algo desagradável. Espero sim que possamos continuar
a trocar opiniões e pontos de vista, e o fato de discordar de alguns
pontos não nos coloca em posições antagônicas,
nem contigo! Mais uma vez obrigado pelas observações.
saudações
atenciosamente,
Telmo Heinen - Formosa (GO)
mudou... O BRASIL hoje é um País de MUITOS T O L O S
De: egfbeauc
Para: biocom@grupos.com.br
Cc: Floresta ; Bioenergia
Enviada em: terça-feira, 11 de abril de 2006 12:13
Assunto: [BioCom] Re: [Bioenergia-l] Jornal BIOCOM 2
Prezados colegas, prezado Fendel
Acompanho faz tempo suas participações e admiro sua combatividade
e ativismo, mas como na maioria das vezes e dos assuntos a discussão
tem apenas variações de pontos de vista eu acabo me abstendo
das discussões por
comodismo, não querer criar conflitos e coisas do gênero.
Porém, com atuação no setor de cana a cerca de 30
anos, tendo trabalhado no CTC, em Usinas, como pesquisador no USDA e atualmente
na USP/ESALQ, acho que esta na hora de "sair da moita" e me
expor um pouco com outras informações e pontos de vista.
Então vamos lá: Visitei o site do Sr. Sérgio e realmente,
o projeto parece bom mas FALTAM muitos componentes de custo. Tenho dúvidas
inclusive quanto a metodologia. Porque não usar valor presente?
Até em Excel se faz o cálculo e
pode-se perfeitamente "vender" a terra ao final do tempo de
estudo, mas não é justo fingir que tem custo zero.
A questão do preço da gasolina no mercado externo ser menor
do que o praticado aqui é realmente injusto, mas são coisas
de mercado. Nosso custo de extração é maior e temos
que financiar (!?) a Petrobrás para que ela possa pagar verbas
de publicidade para dudas mendonças e coisas do tipo. Mas falando
sério, comoditie (e gasolina é uma) tem seus preços
internacionais regulados em bolsa e podemos dizer que o "buraco é
mais embaixo".
O uso do etanol hidratado misturado na gasolina só teve tecnologicamente
falando solução recentemente com os motores flex. A água
é um problema sim, não só de corrosão como
existia um acúmulo nas câmaras de explosão
diminuindo o volume de compressão e a eficiência (que já
é relativamente baixa) dos motores à explosão. o
uso do anidro na gasolina PREVINE o uso de outros aditivos (chumbo p.ex.)
para melhorar a queima (octanagem) do
combustível melhorando seu rendimento (dos carros). Assim, o uso
de álcool anidro misturado à gasolina traz como principal
benefício uma ENORME redução da poluição
causada pela combustão da gasolina produzida com outros aditivos
necessários ao seu uso. Os benefícios são de TODA
sociedade.
A questão da eletricidade então é realmente uma vergonha.
as distribuidoras fazem de tudo para impedir que as usinas do Estado de
São Paulo sejam fornecedoras de energia na safra da cana, inverno
e "entressafra" das chuvas. As hidrelétricas trazem SIM
um ENORME DANO AMBIENTAL e só quem nunca viu uma represa sendo
feita poderá afirmar o contrário. Sem considerar o número
de espécies perdidas, se ficarmos apenas nos danos pedológicos,
nem
100 usinas atômicas (se não explodirem é claro) podem
causar o mesmo dano.
Mas a questão da comercialização de energia permanece
sendo POLÍTICO, falta de empenho e regulamentação
do governo, onde os interesses são sempre das geradoras e distribuidoras,
afinal, Furnas não colabora no mensalão?
Quanto a política da Bolívia, vamos ver se os fatos e ações
serão os mesmos do discurso. Aqui nós já temos a
nossa lição com o Lula... E quem conhece a região
de Santa Cruz na Bolívia sabe que são outras condições,
bem diferentes das nossas e não dá pra traçar um
paralelo.
Os EUA não produzem mais álcool que o Brasil. Eles são
o SEGUNDO produtor mundial. o álcool a partir de amido e celulose
terá que sofrer um processo a mais que a fermentação
de sacarose (e glicose e frutose), ou seja, é preciso
ANTES quebrar a cadeia de polissacarídeos (amido ou celulose) em
monossacarídeos ou dissacarídeos, para poderem então
passarem pela fermentação alcoólica. Este processo
ENCARECE o produto, razão principal do custo de produção
dos EUA ser 4 vezes o nosso, apenas na parte industrial.
Na parte agrícola o custo também é 4 vezes maior
porque a matéria prima utilizada por eles é o milho e a
nossa é cana, muito mais eficiente na conversão de energia
luminosa em química, apenas para ficar neste aspecto, mas existem
muitos outros. Bem, já me alonguei bastante, e quase sempre "contestando"
algumas informações. Não desejo de forma alguma criar
uma polêmica, mas tentar evitar que informações imprecisas
prejudiquem no futuro os resultados do
ativismo político tão importante na juventude e fundamental
na construção da sociedade.
Cordiais saudações
P.s. Caso alguém deseje a fonte de alguns dados (p.ex. da produção
brasileira e americana de álcool - FNP - agrianual 2005), posso
enviar a fonte. Quase NADA na internet, onde qq um pode alterar TODA uma
edição de um trabalho, mas nos LIVROS, estes sim, o grande
tesouro que nenhum governo conseguiu impedir, nem mesmo com as queimas
(Hitler, Stalin, generais brasileiros e latino americanos em geral, etc.)
Mais uma vez, cordiais saudações a todos e uma boa páscoa!
Prof. Dr. Edgar G. F. de Beauclair
Engenheiro Agrônomo
Depto. de Produção Vegetal
ESALQ / USP
De: Telmo Heinen
Enviada em: segunda-feira, 10 de abril de 2006 23:17
Para: Thomas Renatus Fendel
Assunto: R$ 25 milhões na geração de energia e silica
industrial e Rigotto cria comitê da cadeia produtiva de arroz
Fendel, além da energia proveniente, o projeto visa a recuperação
da sílica contida na casca de arroz através a queima controlada,
projeto da Universidade de Sáo Carlos-SP para a construção
de Placas Solares (Fotovoltaicas)
De: rogerio wallau
Para: rogerio wallau
Enviada em: segunda-feira, 10 de abril de 2006 21:11
Assunto: Empresa investe R$ 25 milhões na geração
de energia e silica industrial e Rigotto cria comitê da cadeia produtiva
de arroz
Nº 0269 de Segunda-feira, 10 de Abril de 2006 - Porto Alegre - RS
- Brasil
Editado pela Assessoria de Comunicação Social do Governo
do Rio Grande do Sul
Destaque do Dia
O governador Germano Rigotto e o diretor da empresa Geradora de Energia
Elétrica Alegrete (GEEA), Onélio Pilecco, assinaram, nesta
segunda-feira (10), protocolo de intenções para a implantação,
em Alegrete, de central termelétrica que vai gerar energia a partir
de resíduos de arroz. Vinculada à empresa Pilecco, a GEEA
investe R$ 25 milhões, R$ 18,6 milhões financiados pela
CaixaRS, na implantação da termelétrica de 4 megawatts
(MW), que pode chegar a 75 megawatts que utiliza 37.620 toneladas/ano
de resíduos de biomassa para gerar 36.640 MWh/ano de eletricidade,
e de uma unidade industrial para produção de sílica
a partir da casca de arroz. O projeto prevê a produção
de 13 mil toneladas/ano de sílica a partir do beneficiamento de
180 toneladas/dia de casca de arroz. Também nesta segunda-feira,
o governador assinou decreto criando o Comitê Gestor dos Arranjos
Prod utivos do Arroz do Estado do Rio Grande do Sul (AP/Arroz-RS), cuja
meta é a expansão da cadeia produtiva, com investimentos
na diferenciação e na diversificação do cultivo
de derivados do cereal. Leia mais na Agência de Notícias
do Estado.
De: Guilherme Floriani
Enviada em: quarta-feira, 12 de abril de 2006 08:55
Para: Bioenergia; floresta-l
Assunto: [Bioenergia-l] atpf
Siderúrgicas já operam com metade da capacidade e correm
risco de não cumprir compromissos internacionais
Na mesma semana em que a Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) anunciou que
pretende aumentar em 24,6% o preço do minério de ferro,
a principal indústria do estado sofre com a escassez de outro insumo
fundamental: o carvão vegetal.
A principal indústria do estado do Maranhão, a siderurgia
de ferro-gusa, está novamente ameaçada de paralisar suas
atividades. Desta vez, além dos problemas recorrentes do setor
(alto custo de insumos e impostos, queda crescente do dólar, entre
outros), as siderúrgicas maranhenses já estão operando
com apenas 50% de sua capacidade por causa da escassez de um dos seus
principais insumos: o carvão vegetal.
A falta do produto, entretanto, nada tem a ver com a produção
das carvoarias maranhenses e do estado vizinho, Pará, que fornecem
para as indústrias locais. O problema é que o carvão,
depois de produzido, está sendo impedido de chegar aos pátios
das siderúrgicas. Tudo por causa de um documento, a Autorização
para Transporte de Produtos Florestais (ATPF’s), que desde o dia
13 de março não é emitida, devido a uma determinação
interna da Gerente Executiva do Ibama/MA, Marluze Pastor.
A decisão do órgão foi comunicada em uma Circular
de apenas 1 parágrafo, onde a gerente executiva transfere para
a Divisão Técnica e para o seu Gabinete as decisões
sobre a emissão do documento. Antes, essa atribuição
cabia aos setores SISMAD (Sistema de Controle de Matéria-Prima)
e SISPROF (Sistema de Controle da Origem de Produtos Florestais), dentro
do próprio Ibama.
Paralelamente, o Ibama está promovendo ações de fiscalização
nas imediações das siderúrgicas maranhenses, exigindo
o documento - que não é mais emitido pelo órgão
desde o dia 13 de março, intimidando e multando os transportadores.
Na verdade, a ATPF é o documento que autoriza o transporte do produto
florestal que foi produzido com autorização do próprio
Ibama. "É incoerente o Ibama autorizar um projeto florestal
e depois impedir que o produto desse projeto seja transportado",
explica o diretor do Sindicato das Indústrias de Ferro Gusa do
Estado do Maranhão (Sifema), Cláudio Azevedo.
Segundo o presidente da entidade, Ricardo Nascimento, a decisão
do Ibama já está trazendo sérias conseqüências
ao setor. "Desde que foi suspensa a emissão de ATPF’s
já reduzimos nossa produção pela metade e corremos
um risco eminente de não conseguirmos cumprir compromissos que
assumimos com empresas internacionais", lamenta Nascimento.
As empresas siderúrgicas maranhenses exportam 90% de sua produção
para mercados internacionais, entre eles EUA, Japão, China, Taiwan,
Coréia, Itália, Espanha e Alemanha.
Antes da decisão da suspensão, as siderúrgicas já
enfrentavam problemas com o Ibama local para conseguir a liberação
do transporte do carvão vegetal para seus pátios de produção.
"O setor siderúrgico já acumula mais de 3.300 solicitações
de ATPF’s ao Ibama que nunca foram atendidas. Algumas já
remontam há mais de um ano sem retorno", denuncia o diretor
do Sifema, Cláudio Azevedo.
O diretor alerta ainda que, com a ocorrência de chuvas e o aumento
da umidade, as empresas ainda correm o risco de terem estragados os estoques
de carvão vegetal que já foram comprados mas ainda estão
aguardando liberação para serem chegarem aos fornos de produção.
BR-222 interditada novamente - Outro agravante para a produção
e escoamento das indústrias siderúrgicas é o estado
crítico em que se encontra a BR-222, sobretudo no trecho mais próximo
ao Distrito Industrial de Pequiá, em Açailândia, no
sul do Maranhão, justamente onde está localizado o maior
pólo siderúrgico do estado.
"É um absurdo! Esse problema nunca é resolvido e piora
ainda mais cada vez que chove. Já existe uma fila de quase mil
caminhões parados por causa da situação da estrada,
esperando para seguir viagem", conta Ricardo Nascimento.
O presidente do Sifema declarou que já comunicou os problemas que
o setor vem enfrentando ao governador do Estado, José Reinaldo
Tavares, na última terça-feira, 04. Agora, as indústrias
aguardam um posicionamento do chefe do executivo.
Jornal BIOCOM 4
Meu caro Professor aposentado Darcy
Uma vez Professor... sempre Professor.
Aguardamos teus comentários e experiências em óleos
vegetais.
Por favor, aqui, no jornal BIOCOM, é o espaço para esta
estória e debate.
Conte-nos com detalhes o que vc vivenciou em 1945 no Instituto de Óleos
na área da UFRRJ (Rural, km.47).
Conte com os nossos aficcionados para te incentivar em teus desejos de
finalmente andar e gerar energia com óleos vegetais.
O motor de tua Saveiro é ideal para os óleos vegetais, pois
é de injeção indireta, com compressão e temperatura
maiores, e portanto, necessita de apenas 1/3 de kit, ou seja, uma bomba
para facilitar a filtragem, para empurrar o óleo.
Neste caso, também te aconselho a misturar 7% de álcool
de posto ao óleo, para deixá-lo mais fininho, e assim não
prejudicar a bomba injetora, já que vc não vai precisar
aquecer o óleo vegetal, como num kit para motores de injeção
direta.
Meu caro Paulo Cesar (também Professor?)
Muito bom o rendimento de 40% em base seca do teu processo de carvoejamento.
Gostaria de saber se vc utiliza a combustão dos gases não
condensáveis para aquecer indiretamente a biomassa e efetuar a
pirólise, ou se vc usa para tal, parte da própria lenha?
O que eu defendo é melhorar este processo, é utilizar parte
destes 60% desperdiçados, condensando o alcatrão e ácido
pirolenhoso, e utilizando os gases não condensáveis para
aquecer o forno "ao lado", efetuando a secagem e a pirólise.
E embora esbarramos na questão dos preços e custos, necessitamos
"urgente" ser ecologicamente corretos, o que tem seus custos
e seus benefícios, que ainda não são mensurados,
e nem considerados, mas precisamos caminhar neste sentido.
Meu caro Professor Edgar
Obrigado pela consideração e dedicação em
comentar o jornal BIOCOM.
As mesmas qualidades que vc vê nas grandes usinas de álcool,
existem nas grandes barragens, idem seus defeitos.
Dias destes fiz umas continhas e cheguei à seguinte conclusão:
Se dividirmos a área inundada de Itaipu, pelo número de
pessoas que "poderiam" ou "deveriam" ser beneficiadas
com sua energia, resulta numa superfície menor do que a necessária
para sua moradia. Ou seja, se não houvesse a putaria tarifária,
em que a energia de Itaipu e congêneres é em grande parte
doada aos abastados, seria equivalente a cada habitante ter uma microrepresa,
menor que sua casa, em seu quintal.
Não digo que um grande lago não impacte o meio ambiente,
o que digo é que o impacto relativo é irrisório,
comparado ao benefício que poderia trazer ao povo, caso sua energia
lhe fosse distribuída de fato.
Da mesma forma, as imensas monoculturas de cana, também impactam
de certa forma o meio ambiente, mas, como vc muito bem relata, este impacto
é cada vez menor, e certamente seus benefícios são
incomparáveis em relação aos danos causados pelos
porcos combustíveis fósseis.
O grande problema são as politicalhagens que envolvem os setores
das energias, que $u$tentam as respectivas quadrilhas.
Meu caro Rogério
Penso que até 50% de óleo virgem qualificado bem filtrado
ou refinado, misturados ao Diesel, não causam maiores problemas
em motores Diesel não adptados. O importante é não
deixar o motor fazer fumaça branca, o que significa que o óleo
vegetal não está sendo bem queimado. Também é
importante ficar de olho no óleo lubrificante. Se ele subir, é
sinal de que parte do óleo vegetal está sendo misturado
ao óleo do carter. Neste caso, ocorre a gelificação
do óleo lubrificante, ele se torna como um plástico e aí
o motor funde.
Mas tudo depende da qualidade do óleo vegetal, do regime de uso,
do tipo de motor, etc.
Então o ideal é ir adicionando óleo vegetal, por
exemplo de 10 em 10% e sentir o comportamento.
E mesmo que de vez em quando seja necessária uma limpeza interna
do motor, os ganhos econômicos e ecológicos são certos.
Meu caro Professor Marcelo
O ideal é fazer a mistura do óleo vegetal e do Diesel num
recipiente externo.
A ocorrência de borras e incrustações são decorrentes
da falta de temperatura ideal de combustão da glicerina.
Num dos institutos que visitamos na Alemanha, um dos professores apresentou
uma máquina de misturar, composta de 2 bombas e 2 tanques, e que
efetuava a mistura na hora de abastecer. Segundo as experiência
dele, pode-se misturar até 30% de óleo qualificado em qualquer
motor, inclusive no inverno.
Que bom ter os retornos reais sobre o sucesso do uso das misturas de óleos
vegetais que vc menciona. Assim vamos informando o que é possível
e como proceder para o sucesso das bioenergias verdadeiras e definitivas.
Dias destes apareceu um artigo, informando que um produtor que usava 80%
de óleo vegetal, agora utiliza 20%.
Eu utilizo 93% de óleo vegetal e 7% de álcool de posto,
em meu motor de injeção indireta que já tem 55.000
km rodados com esta mistura, e apenas 1/3 do kit...
O ideal obviamente seria um programa federal, como tentei via MCT (ministério
da ciência e tecnologia), para certificar os óleos vegetais,
misturas, kits e motores... mas isso, embora óbvio, parece ser
pedir demais aos enca$telados men$ali$ta$.
Meu caro Professor Iturra
Obrigado pela correção nos índices de produtividade
do etanol da cana.
Como ainda nos encontramos na fase embrionária da bioenergia, certamente
estes números irão mudar várias vezes, inclusive
com a "por enquanto" mal utilizada, insipiente, camuflada e
ainda criminosa transgenia (criminosa por não estar devidamente
certificada, e por beneficiar, por enquanto, apenas um pequeno grupo de
espertalhões ladrões escravagistas - leia-se monsanto e
congêneres) que inclusive criminosamente tentam impor suas sementes
"terminator", ou seja sementes "capadas" incapazes
de gerar decendentes.
Meus caros Telmo e Gert
Estou apenas aguardando o barril de porcotróleo chegar nos mil
dólares... hehehé... hipihopihurra.
É a única maneira de acabar com a putaria energética...
como já estamos vendo... por exemplo no MT, onde o povo utiliza
óleos vegetais aos montes nos motores... e não vai haver
FDP de político nenhum que possa fazer leis contra isso... hehehé...
Ao invés de forçarem as indústrias de motores a se
adaptar ao estável e barato óleo vegetal, o governo está
incentivando a criação do caro, fraco e instável
biobobodiesel. Aliás, pelo que me consta, nenhum fabricante dá
garantias aos motores que utilizam biobobodiesel.
Um governo que se preze, faria como fez o Bautista com o proálcool,
que obrigou a indústria a fazer motores a álcool. Não
tem sentido fazer biogasolina... como não tem sentido retirar o
bobo hidrogênio de nosso fantástico álcool, como insistem
alguns orelhudos patetas.
Meu caro Zoccola
Lendo o artigo sobre "DIREITOS HUMANOS para os HUMANOS DIREITOS!"
chega-se à conclusão de que a pena de morte deveria ser
instituída aos bandidos de colarinhos brancos, como: donos da mídia,
de monopólios e políticos.
Meus caros Gert, Hernani e Telmo
Um povo desinformado, que não pensa, que só quer saber
de crenças e sempre se esquece do passado recente, é tolo
sim senhores.
A vultosa propaganda de autosuficiência em porcotróleo, apenas
confirma a sacanagem do preço nacional vinculado ao internacional.
Oras, essas palavras importadas como "commodity" apenas servem
para perpetuar o assalto dos monopólio$, impo$to$, caixa$ doi$
e men$alõe$.
Até a revista "Caros Amigos" que se diz independente
e reacionária, após permanentes anúncios corporativos
de 2 páginas inteiras da porcobrás, fica impossibilitada
de divulgar artigos que contrariam os interesses de seu maior anunciante.
Aliás, prá que tanta propaganda se tem o monopólio
da extração e refino? E se todas as distribuidoras compram
dela os sujos, agonizantes e fósseis combustíveis com exclusividade?
Ou seja, o objetivo desta cara e desnecessária propaganda é
nada mais, nada menos, que um "cale a bôca" para a mídia
"não se meter" em suas seculares falcatruas.
Onde estão os engenheiros que fizeram um juramento solene na época
de suas formaturas, de promover a verdade, e combater a sacanagem?
Meu caro Oscar
Prá que craquear ou transesterificar o maravilhoso óleo
vegetal?
A desprezada e mal falada glicerina é no mínimo ótimo
combustível, aliás a trinitroglicerina explode sozinha e
não necessita nem de faísca...
Esta questão é análoga ao abobalhante golpe de mídia
da nestlé de "reminalizar água mineral desmineralizada".
Meu caro Alexandre
Muito obrigado por reenviar a entrevista do Collor em uma rádio
nordestina. Realmente vale a pena o tempo um pouco longo, necessário
para "baixar" este ponderado áudio.
Para mim, não resta dúvida, que Collor assinou seu impedimento,
quando chamou a indústria automobilística de fabricantes
de carroças. Realmente, através dos men$alõe$, e
demais propina$, as montadoras mantinham e utilizavam suas sucatas de
ferramental, aqui no quintal dos quintos dos infernos. Não fosse
o Collor, até hoje estaríamos produzindo e andando em fuscas.
O pingo de água em seu afastamento, foi o apoio de Collor aos óleos
vegetais, com elle dando uma volta na Parati a óleo de dendê,
de nosso lendário Hernani de Sá. Aí a porca torceu
o rabo com seu fundo de pensão, pois se viram ameaçados
de extinção fulminante, e em conluio com os 400 e tantos
ladrõe$, armaram seeu afastamento. Aliás, deixaram Collor
só. Não lembro de nenhuma voz de apoio a elle.
No linque abaixo, informações sobre termoelétricas
movidas a "casca de arroz".
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=889
Que podem também utilizar os demais resíduos orgânicos
da produção rural, e devolver as cinzas para adubar a própria
lavoura. Claro que projetos menores de cogeração, seriam
mais eficientes e melhores... chegaremos lá um dia... com a ENEREDE.
Para quem quiser se aprofundar um pouco sobre as falcatruas envolvendo
produtos transgênicos, recomendo acessar:
http://www.ecoterrabrasil.com.br/home/index.php?pg=temas&tipo=temas&cd=114
E a quem puder participar, convidamos para o Seminário sobre Biocombustíveis,
amanhã (26/04) promovido por meu amigo Deputado Rafael Greca, em
Curitiba - detalhes em www.rafaelgreca.org.br
Bioabraços desabobalhantes
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
Divulgação autorizada e desejável.
"Os militares são apenas animais estúpidos a serem
utilizados como peões na política externa" - Henry
Kissinger
De: Alexandre A. Brasil
Enviada em: domingo, 23 de abril de 2006 14:11
Para: Lista Floresta
Assunto: [Floresta-l] entrevista com Collor de Mello sobre Lula!
Caros listeiros,
segue o link de uma entrevista muito interessant com nosso ex-presidente
Collor de Mello sobre o Presidente Lula.
http://www.mucao.net/entrevista/entrevista_fernando_collor_mello.mp3
PAz, Alexandre BRasil
De: Oscar Baldoni
Enviada em: domingo, 23 de abril de 2006 11:43
Para: Telmo Heinen
Cc: Thomas Renatus Fendel
Assunto: Fw: Óleo puro-Globo Rural 23-04-2006 (Reportagem)
Prezado Telmo e turma : Entendo sua indignação. Naturalmente
que não é novidade. Tem cada jornalista que coloca cada
coisa ... até Deus duvida. Lembro até hoje, no tempo da
euforia, quando começou a soja, no governo Geisel. Para bajular,
mostraram ao alemão uma produção estúpida,
exagerada mesmo. Não deu outra. O Homem chegou a Brasília
e baixou o "confisco" (mais ou menos o que o governo argentino
faz hoje). Nesse ambiente de exagero, saiu una publicação
ilustrada, com os fatos agrícolas de Rio Grande do Sul e um cretino
meteu lá que a capacidade dos silos do estado eram de um bilhão
de toneladas ... (vai ver que lhe pareceu pouco um milhão e o besta
colocou isso, mil vezes mais.
Voltando ao caso, é claro que gasta o dobro. Fala-se em gás,
motores elétricos, etc. Dá para sentir que esses caras nunca
tiraram a bunda de uma escrivaninha da cidade.
Eu tenho a solução : Adaptar meus fornos, que são
ótimos (modéstia aparte), funcionam sozinhos e poderia-se
aproveitar o calor (de graça) da carbonização, para
destilar (digamos) 1.000 litros de óleo. Precisa ver, estudar,
experimentar na prática como é. Provavelmente um tanque
elevado 6 ou 7 metros pode dar a pressão suficiente para trabalhar
por gravidade.
Poder ser interessante que funcione sem catalisador, ou seja bem simples,
para que qualquer dono de sitio ou peão possa utilizar sem erro.
Respeito de energia, no meio do mato, esses fornos podem proporcionar
gás pobre e tocar qualquer motor do ciclo Otto. A parte que raciocina
que é necessário solucionar justamente onde é mais
caro por causa da distância, é correto e eu agrego que é
justamente onde temos maior desperdício (inadmissível) e
biomassa disponível. Em Sinop tem máquina de arroz onde
podes pegar casca à vontade e serrarias que agradecem se levam
o lixo, pó de serra, etc.
Mas, como sempre falava Washington Novaes, somos perdulários.
Ontem apareceu uma notícia em biodiesel BR, que uns cientistas
japoneses desenvolveram uma nova tecnologia que permite a produção
de um bio-óleo equivalente ao óleo diesel a partir da madeira.
A grande vantagem do novo processo é que ele é contínuo,
mais simples e mais eficiente do que os processos já existentes,
podendo ser produzido em equipamentos pequenos e até portáteis.
O resto esconderam e tem que pagar separado e eu estou falido. Se alguém
pode se informar, agradecerei
Abraços do Velho Guerreiro.
----- Original Message -----
From: Telmo Heinen
To: Thomas Renatus Fendel ; Prof. Manoel Branquinho
Cc: Hernani Sá ; Oscar Baldoni ; Gerth Roland Fischer ; Jânio
Zeferino ; Fernando Freitas ; Mauro Berres ; Miguel Heinen ; Produtiva
- Oscar ; Valter Rücker
Sent: Sunday, April 23, 2006 10:16 AM
Subject: Óleo puro-Globo Rural 23-04-2006 (Reportagem)
http://globoruraltv.globo.com/GRural/0,27062,LTO0-4370-163523,00.html
Reportagem "Óleo puro-Globo Rural 23-04-2006". Leia e
veja os disparates. Além do mais, o craqueamento não é
uma "novidade" como anuncia o repórter. [Se calcularmos
bem, gasta-se dois (2) kg de energia para fazer um (1). rs rs rs]
Já não sei mais quem é pior, determinados jornalistas
ou determinados políticos ou se uns estão a serviço
dos outros. Afinal é o 4.o. Poder da República...
Telmo Heinen, Formosa (GO).
De: ECOLOGIA EM AÇÃO [mailto:gfischer.joi@terra.com.br]
Enviada em: sábado, 22 de abril de 2006 10:11
Para: Thomas Fendel; BIOCOMBUSTIVEIS - Produção Social Doméstica;
Lista do Agronegócio
Assunto: Res: Nação ou petrobras?--->Re: [BioCom] Previsões
da Petrobrás até 2010...
No petróleo brasileiro pagamos algo como 70% de impostos, grande
parte para os ocupantes dos cargos de confiança, que estão
em torno de 35.000, ++++ mensalões, Petrobras financiando "projetos
ecologicos" para as ONGs fiéis e amigas dos Silva, as caras
de deboche das Idelis, dos bitar, entre tantos deputados do PT que agora
podemos olhar nos olhos atraves das TVs camara e Senado, acrescente-se,
as mutretas dos diretórios do PT, do milhões de votos comprados
com o bolsa família, o bolsa gás, o bolsa escola, o bolsa
pescadores no defeso, os favelados, os nordestinos do Polígono
da industria politica das secas, tendo como a coordenação
da Ditadura sindicalista comunista,
entre outros projetos em andamento.
Agora com o controle de pagamento de impostos automatizado e computadorizado,
o Silva poderá saber de hora em hora como anda a arrecadação.
Quem não paga os impostos em dia, como castigo terá acrescido
ao débito uma multa de 200%, mais juros de 60% ao ano, mais correção.
Passado alguns dias, entram os Juizes nomeados pelo Governo Lula, que
vão processar imediatamente os contribuintes inadimplentes, taxando-os
de sonegadores e mau pagadores, por não terem podido juntar todo
o dinheiro para pagar essa gigantesca conta.
Quem não pagar vai será inscrito na divida ativa e terá
a casa penhorada, contas bancárias sequestradas, sim - porque antes
esse era o privilégio perverso dos "juízes" trabalhistas,
mas hoje os magistrados em geral, podem entrar em sua conta bancaria,
que depois do "caseiro" da casa de orgias de Ribeirão
Preto, ter seu sigilo bancário estuprado, nada mais é sigilo
hoje.
Ter uma conta bancaria hoje é o mesmo que deixar o dinheiro na
calçada da rua Nossa Senhora de Copacabana no Rio de Janeiro. Aí
o SEBRAE fica estupefato de constatar que os eu trabalho de organizar
a economia dos pequenos não deu certo: mais de 60% dos empreendedores
migraram para a informalidade, sem CNPJ, sem CPF, sem talão de
cheques.
Durante 3 anos o Governo de Ali Babá e os 40 ladrões denunciados
pelo MPF, nada fizeram - que colocar os "cofrinhos de poupança
de campanha" nas estatais, nos departamentos de propaganda dos ministérios,
colonizaram todos os postos de comando onde haviam advogados, engenheiros,
médicos, geologos, agrônomos, para humilhá-los e
submete-los aos "consultores" uma esmagadora maioria desabilitada,
desdentada, pés de chinelos, muitos - que antes exerciam a honrosa
profissão de pipoqueiro de junta trabalhista, e assim, numa bem
organizada, planejada tomada dos postos chaves criando total controle
sobre a maquina da arrecadação e da corrupção
fosse ativada e blindada com a ajuda das instituições constitucionais
que deveria estar do lado do povo.
Agora chegou o ano da enganação da pobreza deslumbrada com
a propaganda criminosa que esta sendo liberada para essa imprensa servil,
comprada, que pende para o lado do verde do dólar, sem ética,
hipócrita e prestadora do maior desserviço para a Nação
estuprada.
Agora a imprensa servil vai se locupletar, sim, por que o Marcos Valério
continua e o Duda tambem continua prestando serviços para a própria
turma.
O SEBRAE - esse elefante branco - agora tambem mostrou a cara que sempre
teve.
Sujou tudo. Vilipendiaram tudo, sem responsabilidade, sem compromisso
com o povo que construiu essa Nação, que virou uma desgraça
tipo Biáfra, escolha dos que almejam a conquista total do poder
pela força e ocupação das fabricas, imoveis públicos,
empresas governamentais, submetendo todos e a todos a força da
tirania.
Quanto pior melhor e mais fácil para que lideres oportunistas tomem
conta do poder com a ajuda das massas depauperadas, sem classe média
e com professores universitários, mestres abobalhados,doutores
enfurecidos e PhDs, fugindo para os "Esteites".
Fomos e estamos sendo varridos por um gigantesco Tsuname ( que as jornalistas
da Globalizada agora redefiniram como TEEEÇUNAME, ou a a outra
que anda fazendo férias na Itália, batizou o Papa Benedito
como Bento, tudo sob as hostes da Globalizada.
E o nosso Tiradentes, que foi enforcado ja naquele tempo, por que estava
irritado com os impostos escorchantes que a Coroa Portuguesa nos arrancava
e que não passava de 20% ou seja um quinto.
Não estaria chegado o momento de mandarmos tudo para os QUINTOS
DOS INFERNOS?
CHEGA GENTE.
ATÉ QUANDO IREMOS AGUENTAR TANTA SACANAGEM E A COISA NÃO
PARA, SÓ AUMENTA.
Gert
De: Lista do Agronegócio
Data: 04/22/06 08:06:27
Para: Thomas Fendel; BIOCOMBUSTIVEIS - Produção Social Doméstica
Assunto: Nação ou petrobras?---
Re: [BioCom] Previsões da Petrobrás até 2010...
Telmo e demais.
Não concordo com a afirmação que o Brasil é
um país de tolos....!
Admito que seja um país de ingênuos.
Quem é auto-suficiente:
A nação ou a MULTINACIONAL petrobras?
Antes de FHC a petrobras era nacional e Lula deu continuidade ao descalabro.
Só HH pode reverter.
"O PETRÓLEO É NOSSO"; tudo no sub-solo pertencia
à nação brasileira e não cabia vincular ao
mercado internacional(inflação etc.).
Os derivados subiam em função da diferença entre
o petróleo exportado e o importado(se a nação fosse
respeitada).
Analisem, desenvolvam e divulguem.
Abraços, Hernani Sá
From: Telmo
To: biocom@grupos.com.br
Sent: Friday, April 21, 2006 10:21 AM
Subject: [BioCom] Previsões da Petrobrás até 2010...
Nação conquista a auto-suficiência em petróleo
Em abril deste ano, o Brasil conquistou a auto-suficiência em petróleo.
Isso significa que o País já produz mais do que consome,
não sendo mais uma nação altamente dependente de
petróleo importado como antes e, portanto, superando a vulnerabilidade
das oscilações do mercado internacional do óleo combustível.
Para manter essa condição, a Petrobras atuou em projetos
de produção de grande porte, incrementando o desenvolvimento
da indústria e a abertura de mais postos de trabalho, como na construção
e operação da nova plataforma de exploração
P-50, no campo de Albacora Leste, no litoral do Rio de Janeiro.
(http://www.brasil.gov.br).
B R A S I L, UM PAÍS de T O L O S......!
De: Armando Zoccola Filho
Enviada em: sábado, 22 de abril de 2006 10:17
Para: Undisclosed-Recipient:;
Assunto: "Direitos Humanos, para Humanos Direitos"!!!!
A IMPUNIDADE DÁ CORAGEM A MUITA GENTE !!!
Sabe quantos padres, quantos sociólogos, quantos políticos
foram procurar a familia dos POLICIAIS brasileiros MORTOS?
NINGUÉM !
Ah! Se os fuzilados fossem assaltantes, presidiários ou algum interno
da Febem, os representantes da Igreja, Direitos Humanos, Políticos,
Imprensa, ONG´s e Comunidade Internacional, estariam com certeza
dando todo apoio e cobertura ao caso.
DIGA NÃO a INVERSÃO de VALORES !
DIREITOS HUMANOS para os HUMANOS DIREITOS!
Levante já esta bandeira .
PARA NOSSA REFLEXÃO
Coluna do jornalista Lucas Mendes, no site da BBC Brasil:
A Morte, a Glória e o Apelido
Dillon Stewart tinha 30 anos quando começou sua carrreira de policial
em Nova York. Negro, nascido na Jamaica, casado, pai de duas filhas, estava
feliz no emprego.
Não tinha medo de vizinhança, nem de horário perigoso.
Morava em Brooklyn. À noite patrulhava as ruas do bairro.
Na semana passada Stewart saiu em perseguição de carro que
avançou um sinal vermelho. Parou lado a lado com o motorista que
já estava com a arma apontada para ele. O tiro entrou debaixo do
braço, por cima do colete a prova de bala e entrou no coração
de Stewart. Ele ainda perseguiu o carro por alguns quarteirões.
Dillon Stewart foi o primeiro policial morto em Nova York neste ano. Nos
seus 5 anos de serviço, Stewart teve uma carreira sem grandes momentos.
A própria morte, por um bandido menor numa operação
de rotina, não é material para filme. Na história
de Nova York pouca gente teve um funeral tão concorrido.
O governador pediu a pena de morte para quem mata policiais. O prefeito
pediu leis mais rigorosas contra armas e promoveu o policial postumamente
a detetive para engrossar a pensão da viúva e das duas filhas.
Vinte mil policiais de várias cidades, inclusive do Japão,
vieram ao funeral de Stewart, no Brooklyn.
As televisões deram cobertura com boletins ao vivo e durante quase
toda semana Stewart mereceu tratamento de herói da cidade nas primeiras
páginas dos jornais.
Ano passado, quatro policiais foram fuzilados por traficantes no Rio,
durante o dia, numa patrulha rotineira. A notícia deu primeira
página mas sem maior destaque.
E pior. Ninguém publicou nem os nomes dos policiais mortos. Os
suspeitos e criminosos brasileiros merecem fotos, nomes e apelidos nos
jornais mas nossos policiais, em geral, só aparecem quando matam
ou viram bandidos.
PARABÉNS A IMPRENSA BRASILEIRA E A REDE GLOBO, QUE TRANSFORMAM
BANDIDOS EM HERÓIS.
De: Telmo Heinen
Enviada em: sexta-feira, 21 de abril de 2006 17:20
Para: ECOLOGIA EM AÇÃO
Cc: Thomas Renatus Fendel
Assunto: Re: Barril está indo a galope... US$ 75.00
É pura intuição dele, porém eu torço
para que isto aconteça também!
Muitos agricultores se queixam da minha torcida, entretanto quanto maior
o preço do petróleo, mais valorizados ficam os óleos
vegetais - que não obstante, subirão pouco no meu entender,
todavia na comparação econômica ficam mais viáveis.
Abs, Telmo.
De: ECOLOGIA EM AÇÃO
Para: Telmo Heinen
Enviada em: sexta-feira, 21 de abril de 2006 17:07
Assunto: Res: Barril está indo a galope... US$ 75.00
Telmo, no ano passado em Novembro o Fendel disse no meu programa de TV
que o petroleo em 2006 iria atingir os USD 100,00 - falta pouco e o ano
entrou tão somente no segundo quadrimestre
heheheheh Gert
De: Telmo Heinen
Data: 04/21/06 16:52:39
Para: Thomas Renatus Fendel
Assunto: Barril está indo a galope... US$ 75.00
Foi só o líder chinês dizer que sua população
também deveria ter o direito de consumo dos americanos e olha o
que aconteceu:
Combustíveis - Petróleo supera os US$ 75 dólares
em Nova York
Sexta, 21 de Abril de 2006, 14h59 Fonte: AFP
O petróleo atingiu nesta sexta-feira os US$ 75 pela primeira vez
em Nova York, em meio aos temores sobre a crise iraniana e a uma eventual
escassez de gasolina nos Estados Unidos durante o verão (boreal).
A cotação do produto no mercado internacional tem batido
recordes seguidos esta semana. A crise nuclear do Irã tem gerado
temores de redução da oferta mundial do petróleo
e pressionado a cotação.
O verdadeiro motivo porém é que os chineses comprarão
cada vez mais petróleo, do Irã ou seja de quem for... e
o Bush vai ter que repetir muito aos americanos de que estão viciados
em petróleo, preparando-lhes o espírito para circularem
com carro de 1000 cc.
De: iturra
Enviada em: quarta-feira, 19 de abril de 2006 16:46
Para: Fendel
Assunto: Re: Jornal BIOCOM 3
Prezado Fendel,
Na análise comparativa de produção de etanol de cana
e de milho veiculado no Biocom 3 foi utilizada um dado equivocado. A produção
"normal" e atual de álcool de cana é de aproximadamente
95 l/ton (e não de 150 l/ton, como afirmado) o que leva a produção
aproximada a 6.500 l/ha/ano. Contudo, caso se aproveite o bagaço
para a mesma finalidade, via hidrólise ácida ou enzimática,
o resultado poderia chegar a produtividade considerada pelo autor da comparação.
Cordialmente,
Antonio René Iturra
De: marcelo nava
Enviada em: quarta-feira, 19 de abril de 2006 14:02
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: motores
Ainda sobre o tema.
Conversei com um produtor em Goiás e o mesmo estava rodando pivôs
com mistura diesel / oleo de soja há mais de um ano, e o motor
não apresentou problema algum.
Inclusive, o motor foi desmontado para verificação. Este
é um caso positivo de funcionamento com mistura de 50% de cada
óleo.
Você, que possui grande conhecimento no assunto, já teve
algum problema com relação à mistura? Os bicos injetores
devem ser diferentes e com limpeza num intervalo menor?
Abraço
De: marcelo nava
Enviada em: quarta-feira, 19 de abril de 2006 11:49
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: funcionamentomotor
Bom dia, Sr. Fendel.
Me chamo Marcelo e sou professor do CEFET Bahia .
Gostaria de saber se a mistura óleo diesel e oleo vegetal pode
ser feita diretamente no mesmo tanque de combustivel dos veiculos que
estão rodando hoje em dia?
Caso a resposta seja sim, quais são os problemas causados pela
queima da mistura? O motor não ficará com borras ou incrustações
em seu interior?
Desde já agradeço a atenção!
De: Mecfaedo
Enviada em: quarta-feira, 19 de abril de 2006 09:45
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: informação mistura diesel+oleode soja
Quero lhe dar os parabens pela entrevista no canal rural, pois pela primeira
vez vi alguém chamar esses caras daquilo que eles reamente são,
vagabundos.
Mas gostaria de ter se possivel alguma informação sobre
a mistura de diesel mais oleo de soja, se causa algum problema no motor
ou não.
Pois eu ja misturei 50% de oleo de soja refinado e o rendimento tanto
no trator quando numa camioneta D20 não muda, o consumo tambem
não, mas gostaria de saber se pode prejudicar a durabilidade do
motor?
Aqui tem muita gente querendo usar mas tem gente que fala que prejudica
o motor, se o Sr. tiver ulguma informação para nos passar,
agradecemos muito.
Sou produtor e tenho uma oficina e retifica de motores.
nosso site www.autoguiabr.com.br
desde já agradeço.
Rogerio J. Faedo
De: egfbeauc
Enviada em: terça-feira, 18 de abril de 2006 09:05
Para: biocom@grupos.com.br
Cc: Floresta; Bioenergia
Assunto: [BioCom] Re: [Bioenergia-l] Jornal BIOCOM 3
Prezado Fendel e colegas
O problema das hidroelétricas é a formação
da barragem, um verdadeiro crime ambiental. No caso delas sim eu concordo
que deveriam existir (como no passado) muitas pequenas represas (em áreas
de baixo aproveitamento) para
pequenas usinas. O dano ambiental de Itaipu foi muito superior a tudo
que eu consiga lembrar...
Quanto ao aproveitamento dos resíduos, volto a dizer que as grandes
usinas HOJE são experts nisso. A vinhaça é o adubo
orgânico mais bem aproveitado DO MUNDO! A questão é
que estes benefícios não são divulgados, ou haveriam
mais pressões para redução do preço do álcool
sobre os usineiros enquanto a Petrobrás e o governo lucram mais
que os produtores... O aproveitamento energético dos grandes equipamentos
é superior em eficiência (e eficácia) e
se vc desejar, terei prazer em agendar contigo ou um grupo de pessoas
interessadas uma visita a várias unidades produtoras aqui de SP
onde vcs poderão comprovar isso pessoalmente, pois não pretendo
parecer um "baluarte da defesa dos grandes produtores", mas
como já disse Jesus Cristo a mais de 2000 anos atrás, "
a César o que é de César...." . Essa interação
que vc cita p. ex. é feita de maneira exemplar na Usina Nova América,
onde existe um grande confinamento de gado alimentado com bagaço
hidrolisado. Existem centenas de projetos interessantes, como a concentração
de vinhaça com o calor residual, algo que um pequeno produtor jamais
conseguiria, na Usina Santa Elisa, ou o aproveitamento integral dos resíduos
na Usina São Francisco, e por aí vai. Se eu tentar citar
tudo irei com certeza cometer injustiças e esquecimentos. Os exemplos
não são exceções, mas apenas pioneiros, e
já tem algum tempo de uso...Isso não me coloca de forma
alguma contra os pequenos projetos. Eu mesmo tenho o sonho de um dia ter
capital
(não precisa muito, mas mais do que eu tenho...) para montar um
projeto assim para mim, mas sei que terei que utilizar tecnologias diferentes.
Uma visita deste tipo precisa de alguns contatos anteriores mas pode perfeitamente
ser arrumado, ainda mais se for para esclarecimento compromissado apenas
com os fatos. A evolução tecnológica do setor é
admirável, mesmo que hajam contradições políticas
e sócio-econômicas, mas não devemos confundir os argumentos...E
isso meu amigo, não nos obriga a ser ácido, apenas objetivos
e pragmáticos para termos mais resultado em nossas ações,
se realmente quisermos fazer a diferença e mudar alguma coisa neste
mundo.
Saudações cordiais
Prof. Dr. Edgar G. F. de Beauclair
Engenheiro Agrônomo
Depto. de Produção Vegetal
ESALQ / USP
De: Paulo Cesar da Costa Pinheiro/Engenharia Mecanica/ENG
Enviada em: terça-feira, 18 de abril de 2006 12:23
Para: Bioenergia
Assunto: Re: [Bioenergia-l] Jornal BIOCOM 3
Prezados Colegas,
O processo de carbonização da biomassa nos fornos de alvenaria,
apesar de parecer rudimentar, alcança o rendimento de 40% (massa
carvão seco/massa biomassa seca), rendimento melhor que as mais
"modernas" tecnologias de
carbonização contínua. A planta de carbonização
contínua Lambiotte (França) nao alcança rendimento
superiores a 30%.
A carbonização em fornos de alvenaria não é
arcaica. Muito pelo contrário carrega em si 50.000 anos de tecnologia.
O carvão vegetal é um combustível mais nobre que
a biomassa. A temperatura de combustão do carvão vegetal
é muito maior que a da biomassa. Pela 2a lei da termodinamica,
para passar de uma temperatura menor para uma temperatura maior só
com um certo consumo de energia. Assim, é impossível fabricar
o carvão vegetal sem perda de energia.
Parte da energia térmica sai dos fornos sob a forma de líquidos
condensáveis (alcatrão). Este material poderia ser recolhido
e utilizado como energia, mas o custo dos equipamentos necessários
para o seu uso superam em muito o custo do forno de carbonização.
Paulo Cesar C. Pinheiro
LC2 - Laboratório de Combustão e Carbonização
Dept. Engenharia Mecanica da UFMG
Citando Fendel <thomas@fendel.com.br>:
Meu caro Guilherme
Que as siderúrgicas não consigam mais atender os "compromissos
internacionais" é até uma boa notícia, afinal
quantas centenas de navios carregados de aço correspondem a um
navio carregado de quinquilharias norteamericanas?
E quanto à produção de carvão vegetal, urge
utilizar e desenvolver um processo menos arcaico, afinal a tecnologia
ainda utilizada tem mais de 5 mil anos, e faz tempo que este desperdício
não se justifica ambientalmente.
Importante ressaltar: O carvão vegetal é muito melhor que
o mineral, apenas sua obtenção rudimentar tem de ser muito
melhorada. A fumaça resultante do carvoejamento é jogada
fora, e é em grande parte, no mínimo valiosa bioenergia.
De: conforti
Enviada em: terça-feira, 18 de abril de 2006 16:53
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: 100% solidariedade
Tomei conhecimento hoje seus magnificos trabalhos atraves CANAL RURAL.
Professor universitário aposentado, vivendo minha propriedade rural
Nova Friburgo, RJ, pretendo difundir e desenvolver tudo o que se referir
assunto que conforme sua exposição, é a redenção
do Brasil que só os idiotas não podem ver.
Estou comprando Saveiro e gerador para agir conforme suas instruções.
Luto há sessenta anos pelo uso dos óleos (como ví
em 1945 no Instituto de Óleos na área da UFRRJ) (Rural,
km.47), mas só agora tenho condições (espaço
tempo e dinheiro) para concretizar. Preciso de sua resposta para incentivar-me;
e lhe ofereço meus humildes préstimos. Esta é uma
primeira mensagem, apressada. Outras virão depois de sua resposta.
Apertados abraços.
Darcy Conforto.
|