FENDEL tecnologia
Thomas Renatus Fendel ME FI
Rua 7 de setembro 167 - CEP 83.880-000 - Rio Negro - PR - Brasil
Fone/Fax: [55] (47) 3642-8224    Cel: [55] (47) 9986-2783
www.fendel.com.br                e-mail: thomas@fendel.com.br

OPINIÕES E COMENTÁRIOS

2006
 
             

2005
 

2004


ABRIL / 2006

Jornal BIOCOM 1
Meus caros presentes e futuros Bioamantes

O objetivo deste informativo (quase) semanal é combater as falácias e mentiras veiculadas pelas mídias convencionais sobre bio+energias e filosofias, bem como distribuir e comentar as informações que recebo e julgo importantes a respeito.

Meu caro Dep. Mauro Passos – Membro da Frente Parlamentar em Defesa da Energia de Fontes Renováveis

Disponho-me a dar uma palestrea de 15 a 30 minutos, em vosso SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE ENERGIAS RENOVÁVEIS Dia 11 de abril de 2006, Plenário 2 da Câmara dos Deputados, sobre BIOENEREDE, com ênfase no uso dos óleos vegetais combustíveis (não é desnecessário e caro biodiesel), e na injeção de EE nas redes, com demonstração prática de conexão de um cogerador de EE de 2 kW a óleo de soja, ligado a qualquer tomada monofásica de 110 ou 220 V nas imediações do evento, bem como a apresentação de meu carro Toyota Caldina adaptado a óleo de fritura, com o qual rodei 51.000 km com a mais diversa mistura de óleos vegetais, novos e usados, emplacado no Paraguai, com inclusão no documento do veículo: combustible "aceite vegetal", porque aqui, neste país de chupin$ men$ali$ta$, ainda não consegui regularizar meus veículos carbono sequestrantes nacionais.

Meu caro Kerber

Certamente Saddan não é flor que se cheire, mas, o tal bush não passa de um fétido animal inescrupuloso.
A invasão do Iraque apenas demonstra o quanto o povo no mundo é babaca, é capacho, e se deixa engambelar pela vassala mídia.
As nuvens de resíduos radiativos, decorrentes do uso bandido, por Bush, de urânio empobrecido, no Iraque, já atingem a Europa, e apenas a mídia terciária se manifesta e protesta a respeito. Eita politicalhagem suína que nos governa, auxiliada pela imprensa corrupta que nos desinforma e deseduca.

Meu caro Gabriel

Não sou Dr., embora o manda chuva da PUC - Curitiba, após assistir 5 minutos de aula magna que ministrei em conjunto com o deputado Greca, na PUC - PR, sugeriu me outorgar um título "honoris causa".
Obrigado pelos sobejos elogios, e se minha opinião te serve, sugiro a vc e a teus professores se dedicarem ao óleo vegetal, ao álcool de microdestilaria, ao biogás, à elaboração de legislação pertinente, e francamente, esqueçam o abobalhado biodiesel.
Recomendo a vc vasculhar um pouco mais em "opiniões" na página www.fendel.com.br pois lá tem centenas de informações e endereços interessantes, principalmente sobre bioenergias, coletados, experimentados e avaliados por mim, nos últimos 30 anos.

Meu caro Brito (Cote)

Quanta mentira criminosa divulga a abestalhante mídia, baseada em "especialistas" de araque, como por exemplo no título da matéria abaixo: "Brasil já lidera corrida mundial de biocombustíveis."
O correto, seria a frase no passado, ou seja, "já liderou", pois desde janeiro de 2006, os EUA produzem mais etanol e produziram mais biodiesel, do que o Brasil.
Está correta a reportagem em afirmar que lá (EUA) a produção da bioenergia é às custas de imorais subsídios e de caras benesses, aliás o que querem fazer aqui também.
É ridícula e caluniosa a informação de que o hidrogênio é "limpo, renovável e ecologicamente correto". Simplesmente desconhecem química elementar e matemática básica. Como podem insistir em tal barbárie? Como podem analisar apenas o produto da combustão, sem considerar a origem da matéria e da energia envolvida? Estes idiotas querem agora justificar o H2 através do nosso fantástico etanol. Esquecem, ou varrem prá debaixo do tapete, todo o estúpido, gastador, desnecessário processo de reforma do álcool, sem falar no estratosférico processo de liquefazer o julioverneano H2 à temperatura de zero absoluto, e que a cada dia de armazenagem perde 2,5% do próprio H2.
Como se não bastasse, esses "entendidos" orelhudos convidam estrangeiros falastrões para vir aqui proferir bostejos sobre geração de energia elétrica a partir do H2... onde a continha real resulta em injetar 100 MW elétricos..., para se obter medíocres 10 MW elétricos. Qualquer criancinha alfabetizada consegue enxergar o que estes embasbacados engravatados não querem ou não conseguem entender.

Meu caro Gert

Pelo menos, se vc virar guarda de trânsito, vc vai deixar meus carros andarem a óleo vegetal, e vai deixar os pequenos produzir, transportar e comercializar etanol combustível, hehehé.
Nunca vi uma discussão sobre micro, mini e maxi comércio de xuxú. Será que discutir comida é tão menos importante do que discutir combustíveis?
Prá que criar cooperativas de etanol? É só pra embol$ar mais propina$? Mais impo$to$? A $urrupiação oficial e extraoficial existente ainda não é suficiente? Quando e onde iremos parar com tamanha gatunagem?

Meus caros Sérgio, Acácio, Pedro, Sebastião, Eder e Rodrigo

A monocultura precede o homus babacus. Vejam as formigas (mais antigas que as mulhus macacus), elas coletam folhas apenas para fazer o substrato de seu cultivo de fungos em monocultura, seu único alimento (que deve ser melhor e mais forte que espinafre, hehehé).
O papel, por sua vez, não precisa ser produzido de fibra única e nem em escala astronômica. Por quê não o fazem dos mais diversos resíduos vegetais? Vcs sabem por quê o papel reciclado é mais caro que o novo? Porque a energia que os grandes recebem lhes custa apenas 14% do preço pago pelo pequeno. Isso é uma putaria que o MST, Stedile e ONGs deveriam combater, e não as florestas plantadas ou nossas invejadas hidroelétricas.
Com um liquidificador, água e uma cueca velha, se faz papel de qualquer vegetal...
No endereço
http://groups.google.com/group/TudoSobrePlantas/browse_thread/thread/e33bb3a435ffa4d8
com o artigo "eucalipto x sustentabilidade" o autor acusa as monoculturas como secadoras de rios. Mas, até onde eu sei, toda água evaporada vira chuva e volta pra terra, ... limpinha da Silva.
E como diz o nosso amigo Sebastião: as monoculturas de abobrinha, são muito mais danosas que as florestais.
Aliás a badalada agricultura familiar é a ideal para promover o ciclo orgânico, de forma realmente sustentável, mas para isso, a turma dos enca$telados mafio$o$, precisa deixar o povo viver, e poder vender o fruto de seu trabalho, como por exemplo os valorosos biocombustíveis, etanol, biogás, óleo vegetal, e a excedente energia elétrica.

Meus caros Phillip, Sebastião e Humberto

Não existe energia mais ecológica e eficiente que a hidroelétrica. Os problemas das grandes barragens são "apenas" de corrupção, como por exemplo o caixa 2 de Itaipu, maior que seu faturamento. O que existe é uma orquestração contra nossas fantásticas represas, oriundas de porcos, suicidas e mesquinhos investidores termoelétricos. As licenças ambientais hidroelétricas são nada mais do que se preocupar com pirilampos e vagalumes, afinal nenhuma outra obra de porte as necessitam em tamanha profundidade, como por exemplo as extensas monoculturas da arroz, soja, etc, muito mais agressivas ao meio ambiente.
Nossas supérfluas, negociatadas e emporcalhantes termoelétricas, que não necessitam de licenças ambientais "rigorosas" e que deveriam ser tocadas a porco gás natural (o fóssil GN é apenas 15% menos sujo do que a gasolina) serão agora alimentados por subsidiado e imundo óleo diesel fóssil, devido à politicalhagem do corrupto setor energético nacional.
Se a energia de Itaipu, por exemplo, service ao povo, a área inundada por habitante seria menor do que a área necessária para sua moradia, ou seja, algo simplesmente maravilhoso. Mas o que de fato acontece é que a energia eletrointensiva é doada por bagatela aos amigo$ pagante$ dos men$alões, e claro, a conta é o estuprado povo que paga.

Meu caro Alexandre

Essa estória de negação de men$alão, e seu rumo prá pizzaria, é como as estorinhas de Adão e Eva, coelhinho da páscoa, virgem Maria, galinha preta, etc. Todo mundo sabe que é mentira, que é enganação, mas faz de conta que é isso mesmo...
O objetivo das nojenta$ hierarquia$ preguiço$a$ é sempre o mesmo... exaurir o leite das vacas do presépio.

Meu caro Mauro

A estorinha de motor a ar é igualzinha a do hidrogênio. Estes larápios ainda propagam barbáries como produzir "geradores" a ar comprimido, ou seja, querem transformar EE em ar comprimido e este de volta em EE... um burro desperdício...
Simplesmente esquecem de considerar as enormes ineficiências, e pior, passam por cima do fator: energia/massa/volume, que, para dar alguns exemplos, significam: 1 litro de óleo vegetal tem 9.2 kW, enquanto 1 litro de badalado e bobo H2 liquefeito a - 253 C tem apenas 2.3 kW, ou então, a eficiência de um compressor de ar é de míseros 5%, e, sendo generosos em considerar a eficiência do motor a ar "especial" como sendo de 10%, resulta num gasto de 200 kW nobres elétricos para obter apenas 1 kW elétrico... e... sem considerar que 80% da energia elétrica mundial é ainda produzida em porcas termoelétricas fósseis ou nucleares.
Esse fantasioso pessoal burrocrático não tem noção nenhuma de graxa na mão ou martelada no dedo.
Quanto à economia solidária, isso é tudo o que os político$ de roupa íntima dolarizada menos querem, afinal, quanto maiores os imposto$ e propina$, maior imaginam seu phoder.

Meu caro Banfoldy

Desculpe-me responder via este "jornal", é que teu assunto é de interesse de muitos bioamantes, e assim... talvez consigamos sensibilizar outros entusiastas.
Um de meus sonhos é desenvolver um gasogênio automotivo a carvão vegetal briquetado, carvão este produzido em máquinas com recuperação dos gases condensáveis e não condensáveis. Estes "ovos prêtos" de energia concentrada, seriam vendidos em pacotinhos de papel branco, nos postos "ecológicos" junto ao álcool, óleo vegetal e biogás.
Como tenho experiência prática com gasogênios, penso que os "briquetes" de carvão vegetal apresentam a seguinte vantagem sobre os de resíduos vegetais: 1- energia mais concentrada, em menor volume e peso, 2- o sistema de gaseificação de carvão vegetal puro é mais simples e confiável, 3- o sistema de filtragem é mais simples, devido a ausência de alcatrão, 4- qualidade e umidade constante e controlada do combustível, 5- fácil, limpo e eficiente transporte e comércio, 6- fácil e simples produção.

Meu caro Heinz

Ótima a tua sugestão de eliminar a reeleição consecutiva em todos os escalões. Assim, quem sabe, junto com a divulgação do voto nulo, seria possível fazer uma limpa no planalto central, e eleger pessoas interessadas no bem comum, acima do bem particular.

Meu caro Alexandre

Um engenheiro que libera um laudo e fotos de "motor enfartado" a óleo vegetal, é no mínimo muito ignorante e mal informado.
Imagina pegar um motor a gasolina, sem ser adaptado para o álcool, e fazê-lo funcionar com álcool. Se este motor "pegar" ele funde em menos de duas horas...
Divulgar resultados de testes com óleos vegetais, em motores não adaptados, é sacanagem, é coisa de incompetente, de bandido. E veja, que mesmo assim, estes analfabetos técnicos da Valtra, funcionaram estes motores por consideráveis e admiráveis 200 e 600 horas. Isso, se devidamente interpretado, é um resultado fantástico, pois demonstra o potencial dos óleos vegetais, ou seja, que é mais fácil adaptar um motor Diesel para óleo vegetal, do que adaptar um motor a gasolina para álcool.
A glicerina, devidamente pulverizada e aquecida é um poderoso combustível, sendo trinitroglicerina autoexplosiva...
Se estes babacas fossem bem intencionados, teriam no mínimo importado alguns kits da Alemanha, onde tem mais de 50 fundos de quintal fazendo estas adaptações.
Repito: Fazer biodiesel de óleos vegetais é como fazer biogasolina de álcool... uma estupidez desnecessária, com poder calorífico menor, custo maior, desperdício de energia e exclusão social.

Meu bioamigo alemão Juergen recomenda a leitura sobre a bactéria diazotrophicus que fixa nitrogênio nos vegetais:
http://latin.arizona.edu/~kennedy/research.html
Também recomenda o artigo sobre a produção de etanol a partir da beterraba:
http://www.sunstar.com.ph/static/dav/2005/11/20/bus/rp.to.produce.sugar.sorghum.for.biofuel.html
E, Fixação Biológica de Nitrogênio (FBN) em Gramíneas no Brasil:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0001-37652005000300014

Desabobalhantes bioabraços

Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
Divulgação autorizada e desejável.
"Entendo como desertos verdes: a Mata Atlântica, a Mata Amazônica, os cerrados, o Pantanal, a soja, a cana-de-açucar, o trigo, as pastagens, os girasois, entre outros, todos sequestradores de CO² e benfeitores da diminuição do efeito estufa." - Gert R. Fischer

De: andexal
Enviada em: sábado, 1 de abril de 2006 16:22
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: motor enfartado com oleo vegetal
Prezado Dr. Fendel.
Já li muito sobre o funcionamento dos motores a Diesel, nos quais está sendo utilizado óleo vegetal no lugar do Diesel.
No entanto, vi hoje num programa da TV TEM, que é filiada da Globo, uma reportagem sobre o uso do Biodesiel, numa fábrica de tratores, creio que era a Valtra (antiga Valmet).
O engenheiro que foi entrevistado, disse que o uso do óleo vegetal, sem ainda estar transformado em "biodiesel", estraga o motor.
Ele afirmou que a glicerina que não é queimada no motor, desce para o óleo lubrificante, formando uma espécie de goma, prejudicando a circulação do óleo lubrificante.
Ele comparou aquela goma ao colesterol, que entope as veias, causando o enfarto; daí ele chamou o motor de "motor enfartado", sendo que tais depósitos reduzem sobremaneira a vida útil do motor.
E, de fato ele mostrou um produto enegrecido, parecido com uma graxa, e disse que aquilo era a tal glicerina não queimada que havia descido para o óleo lubrificante e "enfartado o motor".
Gostaria de saber se isto realmente procede e, em caso de ser verdade, se existe alguma forma de minimizar este efeito.
Desde já, agradeço.
Alexandre Edison
Araçatuba/SP

From: Gustavo Heinz Schmidt Wiggers
To: Gustavo 3
Sent: Wednesday, March 29, 2006 9:05 PM
Subject: [solidariosbrasil] Voto nulo anula a eleição?
Florianópolis/SC, 29 de março de 2006.
A propósito do artigo do Dr. Fernando Beltrão Lemos Monteiro, penso que 50% ou mais de votos nulos deveriam, sim, anular, as eleições.
Se as pessoas vão para a rua protestar são baderneiras. Ora, quer meio mais legítimo de protestar do que anular o voto e fazendo em consequência, na minha opinião, que nenhuma pessoa que já tenha exercido mandato eletivo possa participar do próximo pleito, dando ensejo a uma verdadeira oxigenação eleitoral no Brasil.
Isso, sim, seria uma revolução na CRFB/88 e na legislação eleitoral brasileira.
Saudações,
Gustavo Heinz Schmidt Wiggers
OAB/SC - 15.722
http://www.migalhas.com.br/mostra_noticia_articuladas.aspx?cod=22602

-----Mensagem original-----
De: mario banfoldy
Enviada em: domingo, 2 de abril de 2006 04:05
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: Parcerias & Cooperacao
Bom dia Prezado colega Thomas !
Creio que alem de sermos colegas , devemos ser da mesma geração (sou formado em Engenharia industrial 1969).
Alem do mais pelo que vi que somos “Don Quixotes“ em busca de verdades maiores.
Sem duvida, a vida não é so fluxo de caixa, mas tambem qualidade de vida e valores “COSMICOS“ maiores.
Nao vou filosofar muito ….
Vamos ao pratico ..objetivo e concreto.
Estou lhe contatando, bem low profile, para analisarmos o encontro de sinergias em BIO-Energia sustentavel, em particular o reaproveitamento dos residuos de madeira, na forma de pellets (cilindros de ca 6 mm, comprimidos).
È uma “nova“ forma de otimizacao do valor energetico “madeira”, principalmente sua aplicacao como FLUIDO em tecnicas de leito fluidizado.
Aqui na Austria , tem havido esforcos e sucessos, no desenvolvimento de novas tecnicas de aplicacao e combustao.
Nos estamos iniciando novo Projeto para producao da mesma, e acreditamos tambem no Brasil possamos ter sua aplicação otimizada.
Para tal gostaria de trocar informacoes em como poderiamos aplicar nosso combustivel pellets, em seus sistemas de coo-geracao?
Uma das aplicacoes que estamos vislumbrando tambem, seriam em sistemas automotores, re-inventando e atualisando as solucoes de gasogenio da segunda guerra.
Sera um prazer ouvir suas ideias e sugestoes
Disponha de Salzburg
BANFOLDY and Partners
Dipl.Ing.Mario Banfoldy
Partner Manager
www.banfoldy.com
Tel : 00 43 650 48 007 46

De: Mauro Schorr
Enviada em: sexta-feira, 31 de março de 2006 19:35
Para: fendel
Assunto: Paul Singer em Floripa sobre Economia Solidária
O Secretário Nacional de Economia Solidária, Paul Singer, responsável maior pela SENAES (Secretaria Nacional da Economia Solidária), estará aqui em Floripa nesta semana.
Dia 30, quinta feira, ele participa da banca (a qual tbém terá minha presença, de Ary Minella e outros colegas) que avaliará a tese de doutorado da Claudia Soares (que era companheira do Marcelo Lopes) s/moeda social intitulada "MOEDA SOCIAL. UMA ANÁLISE INTERDISCIPLINAR DE SUAS POTENCIALIDADES NO BRASIL CONTEMPORÂNEO". Possivelmente a primeira no Brasil s/este tema, e c/certeza uma das primeiras no mundo.
Na sexta, a partir das 9:30 horas, o Singer fará uma conferência aqui em Floripa s/o tema da Economia Solidária. Local: Auditório do CSE/UFSC.
Ele é possivelmente o mais eminente economista brasileiro vivo.
Inté, Armando

Assunto: Carro a ar
*O Motor de Ar Comprimido MDI
Depois de doze anos de estudos, Guy Negre conseguiu desenvolver um motor que pode ser convertido em um dos maiores avanços tecnológicos deste século.
Sua aplicação nos veículos CAT´s, faz com que estes adquirem grandes vantagens tanto em seu custo econômico, como no meio ambiente. Com a incorporação da bi-energia (ar comprimido + combustivel) os veículos CAT´s aumentaram a sua autonomia cerca dos 2.000km, com uma contaminação nula em cidades e muito reduzida fora da área urbana.
Por sua vez, as aplicaçoes do motor MDI a outras áreas fora do setor automobilístico, abrem múltiplas possiblidades em campos como o náutico, geradores, motores auxiliares, grupos elétricos, etc... O ar comprimido é um novo setor energético que permite, de forma viável, a acumulaçao e o transporte de energia.
MDI está muito perto de iniciar a produçao em série de motores e veículos.
Se financia com a venda e cessoes de licenças de fabricação de suas patentes em todo o mundo.
(+) http://www.motormdi.com/

De: Alexandre A. Brasil
Enviada em: quarta-feira, 29 de março de 2006 19:02
Para: Lista Floresta
Assunto: [Floresta-l] Relatório da CPI diz que mensalão existiu e não era caixa dois
FELIPE RECONDO, da Folha Online, em Brasília
Depois de dez meses de investigação, a CPI dos Correios concluiu que o mensalão existiu e nada tem a ver com despesas não declaradas de campanha eleitoral. O relatório final da comissão diz que houve pagamento de mesada para deputados da base governista.
No documento apresentado hoje o relator Osmar Serraglio (PMDB-PR) contesta a versão apresentada pelos governistas e referendada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na entrevista concedida na França.
Os governistas, durante as investigações, diziam que o pagamento dos recursos servia para honrar compromissos de campanha não contabilizados. No relatório, Serraglio diz não aceitar a versão.
"É reduzir-se em demasia a inteligência dos brasileiros imaginar que será bastante dizer que os milhões não foram distribuídos a parlamentares, mas sim corresponderiam a caixa dois de campanhas", afirma o deputado no documento.
Como argumentos para dizer que mensalão difere de caixa dois, o deputado diz que há repasse de recursos para deputados em 2003, ano em que não houve campanha, e que os envolvidos não têm comprovantes dos pagamentos de dívidas de campanha. "Minimamente, deveriam ser comprovados tais pagamentos [de caixa dois]. Afora isso, será
basófia", acrescentou Serraglio.
As fontes dos recursos "do valerioduto" seriam os cofres públicos, como o Fundo de Recursos da Visanet, gerido pelo Banco do Brasil, e fontes privadas, como a Brasil Telecom e a Usiminas.
Os empréstimos feitos pelo PT, no valor de R$ 55 milhões, no Banco Rural e BMG seriam "mera formalidade contábil e financeira" para a montagem de "uma farsa" para "mascarar" a origem dos recursos.
Votação
Um pedido de vistas coletivo adiou para terça-feira a votação do relatório final da CPI dos Correios. O presidente da CPI, senador Delcídio Amaral (PT-MS), disse que assim haverá tempo para o relatório final ser lido por todos os integrantes da comissão. Depois disso, o texto pode sofrer alterações, já que os parlamentares podem apresentar sugestões de mudança no relatório final.
Uma das possibilidades em estudo pela ala governista é apresentar um relatório paralelo. Esse relatório alternativo livraria a maior parte dos nomes citados no texto original.
Outra hipótese é a apresentação de destaques, que podem alterar o relatório original.

De: Sebastiao
Enviada em: quarta-feira, 29 de março de 2006 17:36
Para: redeflorestal-br@yahoogrupos.com.br
Assunto: RES: [redeflorestal-br] ainda, da cartilha Hidreletricas do Rio Uruguai
Prezado Philipp,
Boa tarde.
Como eu havia dito eu não sou especialista quanto ao tema energia, muito menos sobre hidroelétricas, entretanto, gostaria de perguntar a você e aos colegas que entendam do tema sobre o que fazer nos casos em que o empreendimento causar “um dano ambiental e social tão grande que não deveriam ser construídas”. A necessidade por energia continua e tende a aumentar, então o que fazer?
Atenciosamente, Sebastiao.
De: redeflorestal-br@yahoogrupos.com.br
Em nome de Philipp Stumpe

Enviada em: segunda-feira, 27 de março de 2006 16:46
Para: redeflorestal-br@yahoogrupos.com.br
Assunto: [redeflorestal-br] ainda, da cartilha Hidreletricas do Rio Uruguai
Caro Sebastião,
a questão da geração de energia é mais complexa do que você coloca.
Quanto a hidrelétricas serem "benéficas ou maléficas", é questão de analizar em cada caso. Com certeza, há hidrelétricas que precisam e podem ser construídas, contudo, também há aquelas que NÃO deveriam de sair da fase do Estudo de Impacto Ambiental, uma vez que o dano ocasionado pela construção das mesmas, não está em relação aos benefícios ocasionados. Ou em outras palavras: há empreendimentos que causam um dano ambiental e social tão grande, que não deveriam ser construidas.
Na cartilha: "o tema da geração de energia e seus impactos... a dificuldade em obter informações sobre os empreendimentos, tanto os planejados quantos os em construção, mesmo o direito de acesso à informação ambiental estando previsto na legislação nacional.".
A cartilha tem como objetivo "disponibilizar as informações compiladas sobre o conjunto e sobre cada um dos empreendimentos na bacia do rio Uruguai"... para servirem de subsídio à tal avaliação de "cada caso é um caso".
Confira na cartilha... lá você encontrará outras colocações.
Atenciosamente,
Philipp
Em nome de hjs

Enviada em: segunda-feira, 27 de março de 2006 20:23
Para: redeflorestal-br
Assunto: Re:RES: [redeflorestal-br] cartilha Hidreletricas do Rio Uruguai
Sim, caro Sebastião, parece certa a sua conclusão, precisamos de muita energia para sustentar o desenvolvimento do país, mas não devemos subestimar o potencial da madeira como insumo para a geração termoelétrica, porque reune qualidades muito valorizadas, atualmente: é renovável e apresenta superávit no seu balanço emissão/absorção de carbono. Também não sou expert, mas arrisco uns palpites. Grande abraço a todos.
Humberto J. Santos.

De: redeflorestal-br
Data: Mon, 27 Mar 2006 16:25:09 -0300
Assunto: RES: [redeflorestal-br] cartilha Hidreletricas do Rio Uruguai
Prezados colegas,
Boa tarde.
O Brasil necessita de energia, se a mesma não for produzida a partir de hidroelétricas qual é a outra solução? Embora eu não seja um expert no tema, me parece que as outras formas de produção de energia são muito mais poluentes e danosas que a de hidroelétrica. Me corrijam se estou errado.
Abraços, Sebastiao.
De: Em nome de Philipp Stumpe

Enviada em: segunda-feira, 27 de março de 2006 15:43
Assunto: [redeflorestal-br] cartilha Hidreletricas do Rio Uruguai
Meus car@s,
O Núcleo Amigos da Terra Brasil (NAT) de Porto Alegre lançou a cartilha "Hidrelétricas do Rio Uruguai - Um guia para ONGs e Movimentos Sociais".
A cartilha impressa pode ser obtida através do NAT (http://www.natbrasil.org.br), a mesma em formato pdf pode ser baixada através da seção "download" no site da apremavi - http://www.apremavi.com.br
Um abraço em todos e todas,
Philipp Stumpe
Dipl. Ing. Forstwirt (FH) - Germany
(Diploma de Engenharia Florestal de Fachhochschule da Alemanha)
APREMAVI Administração

De: Sergio Ahrens
Enviada em: sexta-feira, 31 de março de 2006 15:27
Para: Debates na área florestal em língua portuguesa
Assunto: Re: [Floresta-l] Aconcetece na Embrapa Florestas....., apesar do MST
Prezados Pedro, Acácio e demais colegas da lista,
a) Sou Eng. Florestal e pesquisador da Embrapa Florestas há 28 anos.
b) Sim, confirmo que a Embrapa, e assim também a Embrapa Florestas, tem, historicamente, parcerias com muitos atores e segmentos da sociedade brasileira, inclusive com "assentados e suas organizações". A pesquisa sobre sistemas agrosilvipastoris é uma das principais linhas de nosso programa.
c) Respeitosamente, apreciaria ser informado sobre a fonte da informação de que 92% do orçamento da Embrapa é dirigido às "pesquisas que beneficiam apenas o agronegócio" e 8% para as "pesquisas com agricultura familiar e assentamentos".
d) Quanto aos monocultivos, pergunto o que porventura seriam as lavouras de trigo, de soja, de milho, sorgo, arroz, cenoura, ..., as gramíneas plantadas para a formação de pastos, os cafezais, etc, etc, estabelecidos em áreas de assentamentos? Alguém já refletiu sobre a freqüência e intensidade com que os solos são trabalhados mecanicamente
nas diferentes atividades produtivas? E o que dizer sobre a intensidade de uso de adubos químicos, pesticidas e herbicidas?
Nas florestas plantadas, inclusive com espécies exóticas, o solo permanece em repouso e protegido por (no mínimo) cerca de 20 anos; o uso de produtos químicos é comparativamente insignificante (em verdade, usualmente é nulo) e a água de excelente qualidade.
Cordialmente, Sergio Ahrens

Acácio Zuniga Leite escreveu:
Ótimas colocações Pedro
APESAR do senso comum avançar cada vez mais é importante encontrar pessoas que se posicionam de maneira coerente e pensante nessa lista.
Abraços
Acácio

Sebastiao
Prezado Pedro,
Boa tarde.
Você diz que quando uma pessoa for assaltada deve "colocar na conta do agronegócio e dos monocultivos de papel". Será que apenas o agronegócio e os monocultivos de papel são os únicos responsáveis pela degradação social?
Creio ser essa explicação muito simplista de um problema muito maior e que vem de longas datas. Será que apenas acabando com o agronegócio e os monocultivos de papel todos os problemas sociais do Brasil serão resolvidos?
Atenciosamente,
Sebastiao.

Prezado Rodrigo,
Boa tarde.
Muito boa a sua colocação. Com a bitolação do tal do Stédile já imaginou o quanto 'avançaremos' em termos de pesquisas? É uma total falta de lógica.
Abraços,
Sebastiao.

Eder escreveu:
alguns sao contra os investimentos no agronegócio, outros sao contra os sem-terra, esses dois sao extremos; nao existe problema de monocultivo excludente ou deserto verde, falta um projeto de Arquitetura Florestal, que contemple a necessária produtividade com a desejada inclusão da sociedade, repartir os resultados economicos...é mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha...
saudacoes florestais
Eder

Pedro Christoffoli escreveu
por falar em eleição...
quem quiser se eleger para defender ou atacar as celulósicas transnacionais, posso enviar alguns dossiês para fomentar o debate. Quem quiser solicite!
Sobre impostos: talvez a consigna seja:
toda a mais-valia social (impostos incluídos) para o povo. Nada para o grande capital!


Pedro Rodrigo Corrêa escreveu:
Oi Pedro,
Obrigado pela explicação. Agora eu entendi. Algumas pesquisas e instituições são permitidas pelo MST, outras não. Não lembro de ter votado em alguém desse movimento. Por que eles então se sentem representantes do povo? São eles que decidem o que pode ou não neste país? Pensei que nossos representantes fossem Luiz Inácio e os 300 picaretas. Quanto de imposto é recolhido do MST? Pois parece que eles se divertem, mas nós que sustentamos a farra. Abraços, Rodrigo

Pedro Christoffoli escreveu:
Rodrigo, apesar do teu "apesar...", é bom saber que:
a) os assentados e suas organizações têm uma parceria histórica com a embrapa em geral e tb com embrapa florestas.
b) Que eles têm defendido mudanças nos rumos das pesquisas que beneficiam apenas o agronegócio (92% do orçamento da empresa) em detrimento das pesquisas com agricultura familiar e assentamentos (8% do orçamento da embrapa).
c) que não são contra pesquisas, e muito menos florestas, apenas contra os desertos verdes, os monocultivos que são ambientalmente insustentáveis e socialmente excludentes. Os assentados desenvolvem, p. ex. pesquisas em sistemas agroflorestais e agrosilvopastoris.
d) os sem terra são contra tb a destinação de bilhões de reais para as empresas do agronegócio, ao passo que milhões de famílias não tem acesso ao básico para custeio e investimento, gerando degradação sócio-econômica no meio rural e migração para as favelas. Quando alguém próximo de vc for assaltado, lembre-se disso, para colocar na conta do agronegócio e dos monocultivos de papel. abraço fraterno, Pedro Christoffoli

Rodrigo Corrêa escreveu:
ACONTECE NA EMBRAPA FLORESTAS E NA UFPR Prezados Senhores, No período de 26 a 28 de Abril de 2006, acontecerá o "CURSO INTENSIVO DE VIVEIROS E PRODUÇÃO DE MUDAS". Agradecendo a atenção, solicito, se possível, a divulgação deste evento para seus parceiros e clientes. Atenciosamente, Antonio Maciel Botelho Machado Chefe de Comunicação, Negócios e Apoio Embrapa Florestas

De: ECOLOGIA EM AÇÃO
Enviada em: quarta-feira, 29 de março de 2006 08:50
Para: vários
Assunto: Res: Teimosia inadmissível
Telmo e demais desse grupo,
Em Luiz Alves - pequeno municipio produtor de aguardente em SC, produz álcool em pequenas propriedades rurais, mas estes agricultores estão proibidos de comercializar esse álcool por que a corporação da PETROBRAS exige que tudo passe pelo mensalão opaco dela onde o preço que chega é um e sai multiplicado por três. Vandalismo contra o povo sofrido brasileiro. Putaria das mais avassaladoras que existem. O coitado do agricultor nunca sai da merda em que se encontra. Os engenheiros agrônomos não tem serviço e estão procurando emprego publico onde existem em grande numero fazendo projetinhos concorrendo com os eng. agrônomos que são autônomos e estão mudando de profissão por que não suportam a concorrência sacana e protegida dos colegas que estão nos postos de fiscalização e análise de projetos.
Em Joinville foi criada a guarda municipal que paga R$ 850,00 de soldo ao mes, inicial. Detectei dois engenheiros que trabalham la, uniformizados de azul e com bloquinho de multas na mão.
Essa é a porcaria de pais em que moramos achando que um dia o futuro da prosperidade e da inteligência nos alcançará.
Estou esperando 68 anos e não verei nada de melhor, muito pelo contrario.
Eng. Agr. Gert Roland Fischer
Autonomo pensando em ser guarda de transito.

De: Telmo Heinen
Data: 03/29/06 01:02:49
Para: vários
Assunto: Teimosia inadmissível
CNA defende implantação de micro e pequenas destilarias para regularizar oferta de álcool. Agora????
Como esse pessoal teima em desconhecer o que já existe... http://www.cna.org.br/cna/index.wsp Imprensa CNA
Incentivar a criação de micro, mini e pequenas destilarias de álcool por todo o Brasil é o tema de reunião da Comissão Nacional de Cana-de-Açúcar da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que ocorre hoje, em Brasília. “A idéia é estimular pequenos e médios produtores, no sentido de colaborar com o suprimento da demanda de álcool, geração de empregos e renda”, diz o presidente da Comissão, Edison José Ustulin.
Atualmente, os produtores rurais respondem por apenas 25% da cana-de-açúcar que é levada às destilarias, para a fabricação do álcool. Há 15 anos, os produtores forneciam metade da cana que era moída nas usinas. A nova estratégia da CNA é criar um mecanismo que permita aos produtores de menor porte também ter acesso ao processamento do álcool, ofertando ao mercado o produto final, com maior valor agregado. Como benefício, o mecanismo garantiria maior geração de empregos, pulverização da oferta e aumento da concorrência, ajudando a equilibrar preços.
Além do benefício social, com a maior oferta de emprego e renda no campo, a sugestão visa dar maior regularidade à oferta de álcool, tanto em relação ao mercado interno quanto às exportações. Ustulin ressalta que não há como esquecer das vantagens ambientais quando se estimula a produção e consumo de álcool combustível. “Diminuímos a utilização de combustível fóssil e, com isso, a poluição, ao estimular o uso de um combustível renovável”, diz.
Como esse pessoal teima em desconhecer o que já existe...(Nenhuma ref. aos Fabricantes que existem, PL 4080/04 etc...)
Uma das propostas em estudo defendida pela CNA é a de criar usinas que produzam de 5 mil a 10 mil litros de álcool por dia, o que exigiria uma produção de 11 mil a 22 mil toneladas de cana-de-açúcar, respectivamente, por safra. Na prática, uma usina pequena poderia beneficiar cerca de 15 produtores, cada um deles destinando apenas 10 hectares de sua propriedade ao cultivo da cana. Atualmente, no Brasil, a usina de médio porte de álcool processa 1,5 milhão de toneladas de cana-de-açúcar por safra, o que representa uma área de 20 mil hectares. A política de pulverizar a produção de cana e a produção de álcool, defendida pela CNA, permitiria a um número maior de produtores investir na atividade, evitando concentração na produção e beneficiando a implantação de unidades industriais em regiões nas quais não há destilarias.
Ustulin propõe que a criação de usinas de menor porte seja estudada em parceria com outros órgãos, como os Ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e da Ciência e Tecnologia (MCT), além da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Depois de concluído o projeto técnico dessas usinas, será defendido o formato de financiamento dessas unidades industriais. “Sempre com custos acessíveis ao produtor”, diz.
“Estaríamos contribuindo para incrementar a produção de álcool, atendendo a crescente demanda interna e externa, além de gerar renda, empregos e aumentar a arrecadação de impostos”, afirma Ustulin. Ele destaca que está em estudo a criação de projetos de pequenas usinas, que produziriam entre 30 mil e 40 mil litros de álcool por dia, sendo operadas por cooperativas.
A reunião da Comissão Nacional de Cana-de-Açúcar da CNA ocorre hoje, das 10h às 17h30, na sede da entidade (SGAN, Quadra 601, Módulo K, Brasília). Durante manhã, técnicos da CNA e de outras instituições realizam apresentações sobre o setor sucroalcooleiro. A tarde está reservada para debate entre os técnicos sobre o projeto de mini-destilarias.


De: COTE- Consultoria Operacional Ltda.
Enviada em: quinta-feira, 30 de março de 2006 22:20
Para: 'COTE - Consultoria - Campo Grande' www.cote.com.br
Assunto: Brasil já lidera corrida mundial de biocombustíveis
terça, 28 março 2006 - Fonte: 24HorasNews
Produtores brasileiros, sem qualquer tipo de subsídio ou incentivo governamental, estão colocando o país na liderança mundial de agroenergia e biocombustíveis. Só no Estado de São Paulo, estão sendo construídas 89 novas usinas sucroalcooleiras, que entrarão em funcionamento até 2010.
Unidades industriais também estão sendo implantadas em praticamente todos os outros Estados para produzir açúcar, etanol e biodiesel. “O mercado interno exige volume cada vez maior de produção e o externo está ávido para importar nosso etanol e biodiesel”, afirma Ronaldo Knack, presidente da Feira Internacional de Agroenergia e Biocombustíveis – Enerbio/2006.
O evento será promovido em São Paulo de 13 a 15 de novembro no Transamerica Expo Center e servirá de vitrine para mostrar ao país e ao mundo a tecnologia desenvolvida em biocombustíveis e agroenergia no país nos últimos 30 anos. Através do Núcleo de Conhecimento da Enerbio/2006, será promovida simultaneamente à feira a 1ª Conferência Internacional de Biocombutíveis.
“Além da produção de etanol e biodiesel, o Brasil já está produzindo para testes as células combustível a hidrogênio, que utilizam como fonte de matéria prima, álcool anidro, o mesmo que é misturado na proporção de 20% à nossa gasolina. Este vem sendo apontado como o combustível do futuro, por ser 100% limpo, renovável e ecologicamente correto”, garante Ronaldo Knack.
A produção de agroenergia pode também colocar os produtores de grãos, de óleos vegetais e de sebo animal numa condição privilegiada, abrindo os mercados interno e externo para a produção de biocombustíveis. “Trata-se de uma iniciativa de inclusão social, geração de empregos e distribuição de renda, notadamente no momento em que os preços das commodities agrícolas estão em baixa”, explica Ronaldo Knack.

De: Gabriel
Enviada em: sexta-feira, 31 de março de 2006 17:30
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: Parabéns
Boa Tarde Thomas, me chamo Gabriel e te mando este e-mail o parabenizando por suas formidaveis contribuições para o inicio de uma nova era na geração de energias para a população, que em pouco tempo se haver interesse não vai mais depender dos comb. fosseis, usando energias renovaveis e menos destruidoras do nosso planeta, estudo Engenharia
Agrícola 7º sem. na URI (Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões) em Santiago RS, junto com alguns professores estamos começando a trabalhar com alcool (cana-de-açucar) e biodiesel (soja e girasol), se puder por favor me mande alguns links sobre o assunto, muito obrigado.
Carlos Gabriel Nunes dos Santos
055 3251 5182 / 055 8401 3223
gabriehns@bol.com.br


De: Romeu Kerber
Enviada em: quinta-feira, 30 de março de 2006 16:11
Para: bioenergia-l
Assunto: Crime de guerra
Invadiram o Iraque em busca de armas quimicas. Mas acabaram contaminando aquele País por 4,5 milhões de anos Esta é a forma pela qual os americanos querem implantar a democracia deles no Iraque e quem sabe depois aqui na
América Latina.
Perita internacional denuncia
O urânio empobrecido (DU) é uma arma de destruição maciça Consequências oncológicas e genéticas irreversíveis e "eternas"
9 de Agosto de 2005
Leuren Moret, cientista nuclear
Fonte: Battle Creek Enquirer (Michigan, EUA) [www.battlecreekenquirer.com]
O meu avô Edwin Joseph McAllister, coronel do exército dos Estados Unidos, nasceu em Battle Creek em 1895. Mal ele sabia que a sua primeira neta seria perita internacional do urânio empobrecido. Trabalhei em dois laboratórios
de armamento nuclear dos EUA e, em 1991, comecei a denunciar o que se passava no Laboratório Livermore. O urânio empobrecido [depleted uranium ou DU] é algo muito, muito nocivo:
• O armamento com urânio empobrecido (DU) corresponde à definição de arma de destruição maciça [ADM] em duas das três categorias definidas pelo Código Federal dos EUA, Título 50, capítulo 40, Secção 2302.
• O armamento com urânio empobrecido (DU) viola todos os tratados e acordos internacionais, as convenções de Haia e de Genebra sobre a guerra, o Protocolo de Genebra de 1925 sobre o gás, as leis dos EUA e as leis militares dos EUA.
• Desde 1991, os EUA disseminaram na atmosfera do planeta a atomicidade radioactiva equivalente a, pelo menos, 400.000 bombas de Nagasaki. O que é 10 vezes a quantidade disseminada com os testes atómicos atmosféricos, que
era equivalente a 40.000 bombas de Hiroshima. Os EUA têm continuadamente contaminado a atmosfera mundial com poluição radioactiva, a qual tem uma semi-vida de 2.500 milhões de anos.
• Os EUA fizeram quatro guerras ilegais – na Jugoslávia, no Afeganistão e duas vezes no Iraque desde 1991 –, considerando “convencionais” as armas com urânio empobrecido (DU), que são realmente armas nucleares.
• O urânio empobrecido (DU) tem, no teatro de guerra, três efeitos sobre os seres vivos: é um veneno “químico” enquanto metal pesado; é um veneno “radioactivo”; e tem um efeito “atómico” devido à dimensão extremamente
reduzida das partículas (0,1 micron ou menos) [10.000 vezes mais pequeno que um milímetro].
• O plano inicial para o armamento de urânio empobrecido (DU) foi um Memorando de 1943 do Projecto Manhattan ao General L. Groves que recomendava o desenvolvimento de materiais radioactivos como armas de gás venenoso –
bombas sujas, mísseis sujos e balas sujas.
• As armas de urânio empobrecido (DU) têm uma grande energia cinética de penetração, mas são ainda mais eficientes como armas biológicas porque o urânio empobrecido (DU) tem um forte afinidade química com as estruturas de
fosfatos concentradas no AND.
• O urânio empobrecido (DU) é o “cavalo de Tróia” da guerra nuclear – continua sempre a irradiar e a matar. Não há processo de limpeza possível, não há maneira de o fazer parar, porque ele continua a desintegrar-se em novos isótopos radioactivos, numa série de de 20 fases.
• Terry Jameson, do Departamento dos Assuntos dos Antigos Combatentes do governo EUA, declarou em Agosto de 2004 que mais de 518.000 veteranos da Guerra do Golfo (período de 14 anos) se encontram actualmente em situação de incapacidade médica, e que 7.039 foram feridos no campo de batalha nesse mesmo período. Cerca de 500.000 veteranos de guerra dos EUA são pessoas sem abrigo.
• Vários estudos feitos com soldados que tiveram filhos normais antes da guerra mostraram que 67 % dos bébés nascidos depois da guerra nasceram com graves malformações de nascença – ausência de cérebro, de olhos, de órgãos, pernas e braços, e doenças do sangue.
• No sul do Iraque, há relatórios científicos que apontam níveis cinco vezes mais elevados de radiação gama na atmosfera, o que faz aumentar a carga radioactiva diária no corpo dos habitantes. Na realidade, o Iraque, a Iugoslávia e o Afeganistão tornaram-se inabitáveis.
• O cancro desenvolve-se a partir duma partícula alfa que se encontre em condições apropriadas. Um grama de urânio empobrecido (DU) tem o tamanho de um ponto final neste texto e liberta 12.000 partículas alfa por segundo.
Antes de morrer, o meu avô disse-me que a sua geração tinha feito grandes estragos neste planeta. Imagino o que ele me diria agora. Eu dir-lhe-ia para ver o novo documentário Beyond Treason [Para além da traição] (www.beyondtreason.com) acerca das traições do governo dos EUA contra as nossas próprias tropas: ex-combatentes atómicos. MK-Ultra, agente laranja e urânio empobrecido. Depois do Vietname, Henri Kissinger disse: “os militares
não passam de idiotas, animais idiotas para serem usados como peões da nossa política externa…” (v. capítulo 5 de Final Days, de Woodward e Benrstein).
Leuren Moret é uma especialista internacional das radiações, com bacharelato científico de geologia da Universidade da Califórnia (Davies), mestrado de Estudos do Próximo-Oriente da Universidade da Califórnia (Berkeley) e pós-graduação em geociências na Universidade da Califórnia (Davies). É Comissária do Ambiente da cidade de Berkeley (Califórnia).
NDT: Para informação completa e cientificamente fundamentada sobre a questão do DU (urânio empobrecido), aconselhamos a consulta dos sites do Uranium Medical Research Center (www.umrc.net) e da World Uranium Weapons Conference (Conferência de Hamburgo, Outubro 2003) (www.uraniumweaponsconference.de), esta última sob o lema “O cavalo de Tróia da Guerra nuclear”.
• Tradução ComRed TMI (JMB). Artigo original em:
http://www.battlecreekenquirer.com/apps/pbcs.dll/article?AID=/20050809/OPINION02/508090332/1014/OPINION
Ministro diz que biodiesel de soja seria uma saída
O ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, quando perguntado sobre a utilização do biodiesel, disse que o assunto é um “paradoxo da economia mundial”, devido ao reaproveitamento de energia que deve ser discutido na Agricultura.
Rodrigues disse que a utilização da soja como fonte do biocombustível seria uma saída, uma opção, até mesmo porque o câmbio atual que se pratica com a soja vem se tornando “insuportável”, ou seja, se compra por um preço e tem que se vender por um valor abaixo do comprado.
De acordo com o ministro, a soja no biodiesel é uma “discussão em andamento”, até o momento não há nada de concreto sobre o assunto.
O biodiesel é um combustível renovável produzido a partir de plantas oleaginosas, como mamona, dendê, soja e girassol. A mistura do biodiesel é prevista pela Lei 11.097 de 2005, que determina a obrigatoriedade da adição na proporção de 2% a partir de 2008 e de 5% a partir de 2013.
Fonte: Campo Grande News


SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE ENERGIAS RENOVÁVEIS Dia 11 de abril de 2006, Plenário 2 da Câmara dos Deputados.
O Conselho de Altos Estudos e Avaliação Tecnológica e a Frente Parlamentar em Defesa de Energia de Fontes Renováveis estará realizando no dia 11 de abril próximo o Seminário Internacional de Energias Renováveis. O seminário tem como proposta abrir espaço para uma discussão construtiva sobre o que tem sido feito no Brasil e no mundo em termos de energia eólica, solar, fotovoltaica e de biomassa e contará com a participação de autoridades governamentais de pastas correlatas, autoridades européias e palestrantes europeus e brasileiros. Confira a programação e preencha a ficha de inscrição clicando aqui. http://www2.camara.gov.br/conheca/altosestudos/programaenergia.html
Informações: caeat@camara.gov.br 3215 8626/8625.


Jornal BIOCOM 2

Meu caro Kerber

Quando é que o povo perceberá, que serve apenas para levar o piano prá festa dos cafetões de bordel?
O custo de produção de álcool é muito baixo. Nosso amigo Sérgio Pataro www.alcoolcombustivel.com.br produz a R$ 0,35 o litro, em pequena escala artesanal... imagina então o preço real em grande escala.
Mas, como quem faz as leis são aqueles que recebem o men$alão do caixa 2 dos grandes, fica claro que nenhum deputado se digna a quebrar o e$quemão de arrecadação, afinal se lambu$am nele.

Meu caro Oscar e meu caro Telmo

Como pode nosso preço de exportação da gasolina ser inferior ao preço pago pelo povo? Isso é nada mais do que puro assalto, é perpetuar o colonialismo, da mais ínfime e prostituta espécie.

Meu caro Marcelo Guimarães

Embora seja viável e possível fazer álcool anidro (sem água) na pequena destilaria, pergunto se tal dispêndio é necessário?
Não é mais racional deixar os 4% de água no etanol? Mesmo o misturado à gasolina? Prá que retirar esta água?
Aliás, existem relatos sobre os benefícios de se adicionar um pouquinho de água em motores à explosão, onde, através de sua evaporação, se aproveita melhor a energia contida nos combustíveis.
O problema seria corrosão?

Minha querida Veridiana

Teu relato sobre a sacanagem das nossas concessionárias elétricas, é típica da barbárie que ocorre em republiquetas de araque, onde os caciques das estatais mandam e desmandam, ao sabor da fumaça. Prá começar são cargos políticos, e mesmo que fossem ocupados por técnicos, com seus miolos lavados, não conseguiriam entender os benefícios da ENEREDE. Para tal precisariam de um pouco de massa cinzenta, desnecessária para discutirem futebol, religião, tatuagem e boquinha da garrafa.
E a mídia, a mídia não quer nem saber...

Meu caro Eder

Em termos de política energética, o Brasil está muito longe da Bolívia, está na lanterna, estamos atrasados em décadas. Aliás, lá, o representante do povo está mostrando porque e prá que foi eleito.
Quanto aos diâmetros mínimos de árvores, meu bioamigo Dr. Nikolaus Foidl, aqui no Brasil, seria fuzilado em paredão público, imagina, na Nicarágua ele colhe árvores "moringa olífera" com colheitadeira... hehehé...

Meus caros Hernani e Telmo

Não estou indo mais "fazer platéia" a estes criminosos que defendem o biobobodiesel, e que acabam infectando os demais bem intencionados.
Nossa luta agora é fazer-mos eventos independentes. Não adianta falar para as paredes e nem lançar pérolas aos sujos.
Utilizar o fóssil metanol no lugar do bioetanol, é apenas uma das mutretas do biobobodiesel "familiar" mentiroso.
Não vou nem perder tempo em ver os anais destes congressos de biobobodiesel... chega de ler piada infame. Minha diversão é outra. Minha diversão é ver a cara destes asquerosos vadios, quando os chamo pelos adjetivos que lhes são devidos.

Meus caros Odair, Oscar, Hernani, Gert e Telmo

Notem que o jornalista automotivo, que pediu patrocínio, sequer acusou o recebimento das e-missivas.
Ou ele ainda está "analisando" as propostas, ou o mais provável, seguiram rapidinho pra latinha de e-lixo.
Certamente ele vai ser, ou já está sendo, patrocinado pela porcobrás e congêneres, afinal o grande negócio é engambelar, é mentir, é roubar... coitados.
Coitado do povo Brasileiro, que ficou sem o motor ELKO, sem dinheiro, sem esperanças, e sem futuro... nas mãos destes bandidos que nos iludem, em conluio com a imprensa, e seus "repórteres especializados".

Meu caro Francisco

Então, nascemos no mesmo leito...
Para que a humanidade tenha uma "boa solução" a única esperança é a internet, que ainda não tem dono, e ainda é livre...
E caso um dia tiver "dono", vira nova hierarquia, novo esquemão, e aí poderemos realmente esquecer as esperanças.

Meu caro Dartangnan

A Diferença entre o metano (CH4) e o gás carbônico (CO2) na atmosfera é que, embora o metano seja 20 vezes mais causador do efeito estufa, sua vida é 20 vezes menor, ou seja... praticamente empatam como causadores do efeito.
Quanto ao badalado MDL (mecanismo de desenvolvimento limpo) inventado por um espertalhão Brasileiro, a estorinha real é outra. Para cada tonelada de carbono virtual negociatada, os porcos tem direito a jogar uma tonelara real de carbono na atmosfera. Isso é como vender uma passagem rumo ao inferno, e no bilhete constar impresso "céu".
E como se trata de complicadíssima e hipócrita negociata, cada qual avalia o que lhe der na cachola. Certamente a definição de quem pode e não pode receber estas idiotas gorgetas, passa por mensalões, ingerências, benesses, belas noitadas em zonas de luxo paloffianas...

Meus caros Gert, Pastor Fuchs, Baldini

Obrigado pelo DVD. Ficou ótima a entrevista comigo, Gert, em teu programa de TV: "Ecologia em ação".
O deputado Mauro Passos, é outro que deve estar "analisando" as sugestões, na "gaveta" ou no "lixo".
Será que sua assessoria não lhe repassa os recados importantes? Ou será que considera a bioenergia uma fonte renovável despresível?
Gostei da idéia de fazermos uma audiência pública e chamar na chincha a quadrilha do biobobodiesel.
Mãos à obra.
Acredito que as diferenças de opiniões que tenho com meu bioamigo Pastor Fuchs serão apenas no campo religioso. Tenho certeza de que nas relvas das hidroelétricas e dos óleos vegetais, em breve estaremos falando o mesmo dialeto...
Defendo que os "alagados" recebam terras às margens da nova reprêsa, com casa, caso a original fosse alagada, idem barracão, etc. Imagino que os atingidos, todos, deveriam receber tudo melhor do que era antes. Fácil, elementar.
O caixa 2 de Itaipu, maior que seu faturamento, e demais roubalheiras, nada tem a ver com a exuberante hidroeletricidade.
Se a grande parte da sua energia não fosse doada aos eletrointensivos, sobraria dinheiro para indenizar os atingidos quaquilhões de vezes. A agressão ambiental por habitante beneficiado (desconsiderando o roubo tarifário) de qualquer hidroelétrica é menor que a agressão equivalente para construição de sua moradia.
Quanto aos óleos vegetais brutos ou refinados, um dos passos do refino, é a neutralização, afora várias filtragens, lavagens e centrifugações, para a purificação dos óleos.
Os bicos injetores poderão, conter insertos cerâmicos, por exemplo, carbeto de nióbnio, altamente resistentes a ácidos e abrasivos... aumentando sua vida útil a níveis inimagináveis. Lembro de meus tempos de manutenção, na década de 80, onde em calandra de filme de fita magnética k7, os cilindros em cromo duro lapidado eram trocadas semanalmente, e quando os revestimos com carbêto de cromo e de titânio, eles duravam anos.
Necessitamos trocar as politicalhagens por políticas decentes, meu caro Baldini, e o Brasil será o reinado do mundo, sob todos os aspectos.

Meu caro Luís Fernando

Podemos marcar a palestra na UNESP - Botucatu - SP para maio? Aliás me formei na UNESP - Guará, após expulsão do Ita. Hehehé.
Até lá teremos mais alguns km de kits em teus motores.
Semana passada andei num gol clandestino com um motor "exclusivo para exportação" 1.9 TDI Diesel de injeção direta, eletrônico, turbinado, pressão de injeção de 1800 kgf/cm2, etc.
Um espetáculo... aceleração incrível, realmente inacreditável. A pressão do turbo já é "aliviada" abaixo de 2000 rpm. Andando "normal" o carro faz 25 km com 1 litro de Diesel, e nenhum Brasileiro pode oficialmente ter um veículo econômico destes. Imagina este motor com óleo vegetal...
No mercado paralelo, o motor custa R$ 7 mil, "fazer funcionar" o módulo 3 mil, e mais 1,7 mil num chuncho para emplacar o veículo no norte do Brasil...
Estou pensando se coloco um destes em meu Passat Variant alemão 94... e "legalizá-lo" lá por cima...

Meu caro Sebastião

Certamente a produção eficiente de etanol a partir da celulose, passa por bactérias e microorganismos a desenvolver e "aperfeiçoar", para que estes bichinhos trabalhem de graça e sem energia adicional, pois é irracional produzir bioenergia com subsídios e baseada em energia fóssil, como fazem os EUA, aliás que já produzem mais álcool que o Brasil.

Meu caro Brito (Cote)

Desculpe minha franqueza, mas desconheço quem use 100% de biodiesel, e sei de motores que não aguentaram o biobobodiesel.
Salento que meus kits estão em desenvolvimento, e que na Alemanha tem seguradoras e fabricantes que garantem os motores transformados a óleo de canola virgem qualificado.
E segundo avaliação de alguns frotistas e agricultores do MT, vale a pena "limpar" internamente os motores a óleos vegetais e sem kit, de vez em quando.
Entrementes meu Toyota Paraguaio está com 53.000 km a resíduos de óleos vegetais "lavados", sem kit e sem limpeza ou intervenção nenhuma no motor de injeção indireta.

Meu caro Rolf

Obrigado pelo artigo que denuncia a sacanagem envolvendo o imoral e cobiçado mercado de carbono.
Finalmente mais alguém acordou para a realidade. Ótimo. Triste é que a mídia não divulga este artigo com o destaque que merece. O autor necessita apenas se informar melhor sobre as maravilhas da hidroeletricidade, e que madeira alagada não apodrece, mas petrifica. Vejam os tocos na água, sob qualquer ponte secular.

Para quem quiser saber sobre um caminhão extra-pesado a óleo vegetal de frituras nos EUA, com maior autonomia que a fóssil, leia:
http://www.greencarcongress.com/2006/04/brewing_company.html#more

E para quem ainda defende Angra3 e quiser ter uma idéia sobre os horrores e efeitos radioativos do desatre nuclear de Chernobil, dê uma olhada nas fotos do artigo em alemão:
http://www.spiegel.de/kultur/gesellschaft/0,1518,409404,00.html
Não sei se é possível, mas meu palpite é transformar Angra3 num centro de bombas nucleares, para nos defendermos do assassino bush, que, não satisfeito com o roubo do porcotróleo no Iraque, agora ataca o Irã, e certamente o próximo alvo é nossa bioenergia, afinal a produção fóssil está no gogó mundo afora, e as mudanças climáticas ocasionam invernos mais rigorosos e mais dependentes de energia nos gélidos e ladrões países do hemisfério norte... provocando escassês de energia, limitada em produção fóssil, em insustentável quantidade.

No final, anexei um texto sobre nossa "tríplice fronteira" em Foz do Iguaçú - PR onde o filho da puta do bush afirma existir remessa de $$$ a "terrorristas". Assim começam seus insanos e inquisidores ataques. Vide Iraque, Irã... e se "justificam" os 400 milicos norteamericanos no Paraguai e as demais bases militares dos EUA que pipocam às dezenas em torno do BraZil. E dê-lhes desarmamento, rede bôbo e etc...
Antiabobalhantes bioabraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
Divulgação autorizada e desejável.
“O que se decide nos plenários públicos, são encenações, teatro, uma vez que tudo já foi deliberado na calada da noite. “Reunião? Perguntava Benedito Valadares. Pois não, só depois de tudo decidido”!" - Frei Cristóvão - ofm


De: Rolf Gieseler 2006
Enviada em: segunda-feira, 10 de abril de 2006 05:54
Para: FENDEL
Assunto: aval para poluir e consumir
O Crédito Carbono e a realidade
Antonio Germano Gomes Pinto (*)
O Crédito Carbono está se tornando algo digno de ser estudado a fundo e reavaliado, não como um fenômeno econômico natural e normal, típico de uma sociedade em constante evolução e desenvolvimento, mas como um novo tipo de engodo, fraude, desta vez, aplicado sem fronteiras, entre grandes empresas e nações.
Um projeto tão bem elaborado pela genialidade humana está sendo deturpado e colocado num verdadeiro desserviço ao meio ambiente, se prestando a ganância e falta de escrúpulos de uma minoria que em busca de ganhos fáceis não se preocupam com a própria segurança e a segurança da sociedade e do Meio Ambiente.
Os governos têm o dever e a obrigação de proporcionar segurança ao Meio Ambiente, através normas, leis, regulamentos e de uma fiscalização rigorosa e eficiente, mas muitas vezes, têm sido omissos, os órgãos responsáveis pela fiscalização por negligência, desinformação ou para atender os interesses, fazem, vistas grossas ou criam dificuldades para vender facilidades, obrigando a sociedade científica a buscar arranjos paliativos para tentar conter uma situação já a beira de uma catástrofe universal.
Criou-se o Crédito Carbono, acredita-se, com os melhores propósitos e com a anuência dos políticos, governos e da comunidade científica internacional.
Mas infelizmente, algo criado para o bem, para salvaguardar o já combalido Meio Ambiente está sendo deturpado e fraudado porque os grandes poluidores continuam no seu desvario, poluindo as águas, o ar e a terra sem maiores constrangimentos ou remorsos, afinal estão pagando para ter esse direito.
Negocia-se algo inegociável, um comportamento, uma maior ou menor educação ambiental ou adaptação às exigências da sociedade criadas por necessidade absoluta de sobrevivência da espécie humana, da vida animal.
Se mal educado, se poluir vai desembolsar, vai pagar uma taxa para o que não poluir, ou poluir menos. Temos uma situação esdrúxula. Não se multa o poluidor, se premia o que não poluir ou poluir menos como se não fosse sua obrigação. Zelar pelo meio ambiente, nossa casa, é obrigação de todos nós.
Mas as coisas não param por aí.
A busca por fontes de energia limpa é uma necessidade imediata dos governos de todo o mundo. Ou se busca uma alternativa para os combustíveis fósseis ou chegaremos irremediavelmente ao caos.
Só para recordar vamos citar algumas opções de fontes energéticas não poluidoras:
a) A energia nuclear, apesar de ser considerada a de maiores riscos, parece ser uma das preferidas, não polui, não produz os chamados gases do efeito estufa;
b) A energia solar, energia primária, fonte de todas as outras energias existentes sobre a terra;
c) A energia marinha, produzida pelo efeito das ondas e marés, infelizmente, até a presente data, não chamou a atenção de nossos políticos e cientistas;
d) A energia eólica, produzida pelo vento, afirma-se ser de alto custo, por isso está sendo, de certa forma, pouco explorada;
e) A energia proveniente do aproveitamento do gás metano gerado nos aterros sanitários. Trata-se de uma providência de suma importância, pois o gás metano ou gás natural é, vinte e uma vezes mais poluente que o gás carbônico. Uma tonelada de gás metano faz o estrago de vinte e uma toneladas de gás carbônico se atirado na atmosfera. Essa iniciativa deveria ser subsidiada e incentivada pelos governos tal sua importância, urgência e necessidade;
f) A hidráulica, decantada em prosa e verso, como ideal e não poluente, tem-se chegado a conclusão que não é bem assim. Destrói e inutiliza grandes áreas, sua flora e fauna, e libera para atmosfera grandes massas de metano, produto da decomposição anaeróbia da biomassa alagada e asfixiada pelas águas das represas;
g)Energia geotérmica que consiste no aproveitamento da energia existente no interior do globo terrestre.
Essas fontes são dignas e merecedoras de todos os Créditos de Carbono e incentivos possíveis, apesar das ponderações sobre o alagamento e inutilização de grandes áreas e liberação do gás metano quando nos referimos à energia hidráulica.
Um novo tipo de fraude está em curso, uma farsa espetacular nesta área de Crédito de Carbono e as autoridades ambientais precisam ser alertadas sobre este assunto para criar mecanismos capazes de inibi-la. Trata-se da incineração do resíduo ou lixo urbano visando a co-geração de energia elétrica.
É muito fácil de se entender a manobra. O resíduo urbano ou lixo urbano possui baixo poder energético, a energia produzida na incineração deste tipo de material só produz calor suficiente para calefação, de pouco potencial, energia apenas suficiente para destruição do lixo e para neutralização do potencial poluidor dos gases e vapores da queima por choque térmico em solução de lavagem alcalina.
Para se gerar energia térmica capaz de movimentar uma turbina termoelétrica torna-se necessário o emprego de um combustível de alto poder calorífico e freqüência contínua no abastecimento deste combustível na fornalha para assim obter-se vapor de alta pressão e temperatura na caldeira e esse vapor, impulsionar a turbina moto geradora de eletricidade.
Como isso é impossível com o lixo, estão utilizando o mesmo como coadjuvante de uma farsa, como uma cortina, para utilizar o combustível fóssil em grandes quantidades nas chamadas usinas travestidas de co-geração de energia.
Estão criando termoelétricas, que funcionam com combustíveis fosseis, poluindo em grandes escalas, dissimuladas como incineradores de lixo em co geração e o pior, recebendo os ricos dólares do Credito de Carbono com o aval, por desconhecimento da sociedade e conivência de muitas instituições ditas sérias e confiáveis, incluindo universidades.
Estamos diante de uma fraude muito bem arquitetada que precisa ser desmascarada antes que cresça, tome vulto e cause prejuízos irreversíveis ao meio ambiente.
É inacreditável como o ser humano por ganância é capaz de arquitetar as mais incríveis malandragens em busca do lucro fácil, sem atentar para os prejuízos que irão acarretar a si mesmos e ao próximo.
Felizmente, esse tipo de malandragem, é muito fácil de ser detectada e desmascarada!
* É bacharel em Química, licenciado em Química, químico industrial, engenheiro químico, especialista em Recursos Naturais com ênfase em Geologia, especialista em Tecnologia e Gestão Ambiental, professor universitário e autor de duas patentes registradas no INPI e em grande número de países.
E-mails: aggpinto@hotmail.com ou ag.pinto@uol.com.br

De: COTE- Consultoria Operacional Ltda.
Enviada em: sábado, 8 de abril de 2006 10:49
Para:
Assunto: RESPONDENTO A DIVERSAS PERGUNTAS.
Prezado Senhores.
Respondendo a diversas perguntas de como utilizar o óleo de soja em certas percentagens na mistura com óleo diesel.
Para o uso do óleo de soja como combustível, há necessidade de retirar as gomas e filtrá-lo; alguns produtores da região de Sinop, Primavera, Sorriso, Diamantino, Tapurá e outros, estão misturando em média 75% de óleo Diesel com 25% de óleo de soja; outros estão usando a mescla de 70% óleo diesel e 30% óleo de soja, em alguns casos estão usando 50 x 50% em virtude do custo abusivo do diesel em toda região.
Veja o que o Senhor Fendel diz a respeito.
Meu caro Brito
Realmente, adicionar mais do que 30% de óleo vegetal "qualificado" ao Diesel fóssil no inverno e 50% no verão, sem adaptar os motores com kits específicos, resulta em danos aos motores.
É a mesma coisa, minto, é muito menos danoso (>>100x) funcionar a óleo vegetal "qualificado" os motores Diesel, do que fazer um motor a gasolina não adaptado funcionar a álcool.
Como mostrado nas fotos, os motores Diesel não adaptados devidamente aos óleos vegetais "qualificados" resistiram no mínimo a consideráveis e espantosas 200 horas de funcionamento.
O que te garanto é que se vc pegar qualquer motor a gasolina, não adaptado ao álcool, ele funde em menos de 2 horas tocado a álcool "qualificado"...
Bioabraços Fendel www.fendel.com.br
Os Senhores poderão utilizar o óleo de soja com os Kts do Sr. Fendel sem problemas, ele já tem veículos funcionando com estes Kts com milhares de Km. rodados.
Porém o correto é poderá transformá-lo em biodiesel e rodar sem nenhuma preocupação.
Temos usina para R$ 5.000 litros diários pelo sistema de batelada dentro das normas da ANP por R$ 480.000,00.
Estas usinas estão tendo uma aceitação muito grande no mercado.
Temos também conjunto de extrusoras e prensas, não as que estão no site, mas outras muito superior, de 300 Kg/h até 3.000 kgs. de soja por hora, produzindo o farelo semi-integral e o óleo virgem, em torno de R$380.000,00 (3ton.p/hora).
O farelo é especial para rações animais e aves, o mesmo pode ficar armazenado pelo período de 6 meses, é superior a qualquer farelo produzido pelas multinacionais.
Estas extrusoras e prensas poderão produzir o farelo, ou farinha de soja semi-integra, com alto teor protéico, retirando a película da soja antes da entrada na extrusora, através de uma coluna de ar; ou também poderá ser retirada parte da casca da soja, passar pela extrusora, não se extrair o óleo e ter uma farinha texturizada integral de alto valor nutritivo, e passar por um moinho com tela de 2.mm tornando-se uma espécie de farinha de trigo, mas será farinha de soja Texturizada integral; ser retirar parte do óleo teremos uma farinha texturizada semi-integral com teor de energia entre 8 a 10% de acordo com a aceitação do mercado.
Quanto a casca a mesma poderá ser dosada com quebrados de soja e quirera na entrada da extrusora e produzir uma espécie de Lowpro para gado pois terá uma quantidade elevada de fibras.
Havendo interresse, por favor, nos retorne.
Atenciosamente, Brito
Cote Consultoria - Divisão de Cereais
Visite nosso site: www.cote.com.br


De: Sebastiao
Enviada em: sexta-feira, 7 de abril de 2006 16:32
Para: 'Fendel'
Assunto: ENC: Inovação Unicamp

Oi, Fendel
Na mensagem abaixo tem um texto sobre a produção de etanol a partir da celulose.
http://www.inovacao.unicamp.br/report/le-etano060403.shtml
Abraços, Sebastiao.


De: lfbravin
Enviada em: segunda-feira, 3 de abril de 2006 01:12
Para: biocom@grupos.com.br
Cc: Bioenergia; Floresta
Assunto: [BioCom] Re: Jornal BIOCOM 1

Meu caro amigo Fendel,
Nossos kits estão funcionando a 100%...em comparação com o consumo de diesel, estou conseguindo fazer uma média de apenas 5% a mais de consumo com seu kit e de 10% a mais com o meu kit, ainda não compreendi o motivo da diferença, mas os motores estão indo para os primeiros 1.000Km de sucesso total.
Qdo poderemos combinar a palestra aqui em Botucatu?
Abraço. Luís Fernando

De: rbaldini
Enviada em: sexta-feira, 7 de abril de 2006 16:22
Para: Fendel; Dep Fed Mauro Passos
Assunto: RES: Seminário Energias Renováveis
Caro Fendel,
Concordo com a maioria das suas colocações referentes as fontes de energia renovável, entretanto quero ressaltar mais uma vez minha posição sobre a falta de uma Política Nacinal de ER, que discutimos amplamente entre os integrantes da missão Biodiesel à Alemanha ano passado.
Durante estes 30 anos de atuação na área de Energia Renovável especificamente em Energia Solar, venho reinvidicando uma tomada de posição do Governo Brasileiro em relação a esta fonte que brinda nosso território, em sua maior parte com mais de 4500Wh/m²/ano. Países como a Alemanha, Espanha, Dinamarca e Japão, entre outros, decidiram há mais de uma década definirem uma política nacional para Energia Solar, a despeito de terem uma incidência solar menor que a nossa. Com esta decisão, esta fonte passou a ter números ainda pouco expressivos na matriz energética, porem bastante expressivos na economia setorial e no desenvolvimento tecnológico daqueles paises. Empresas como a BP, Shell, Sharp entre outras, dedicam parte de seus investimentos no crescimento da industria solar em paises que tiveram visão para criarem mecanismos de apoio para o desenvolvimento da Energia Solar. O Brasil vem tentando criar uma política desde de o PRO-Solar na década de 80, mas ainda não decolou. Espero que o movimento que temos agora traga uma Luz e crie a POLÍTICA DO SOL, que trará inúmeros benefícios ao BRASIL.
Ruberval Baldini
Presidente
ABEAMA - Associação Brasileira de Energia Alternativa e Meio Ambiente
www.abeama.org.br

-----Mensagem original-----
De: w.fuchs
Enviada em: sexta-feira, 7 de abril de 2006 13:21
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: [BioCom] Re: Seminário Energias Renováveis
Estimado Fendel,
há tempos estou querendo lhe escrever sobre a questão das hidroelétricas. Você sabe que sou plenamente a favor das energias renováveis, e estamos aqui no Paraná (Palmeira-PR) com a primeira mini-usinas em funcionamento (de muitas que virão) para que grupos de pequenos agriculotres passem a extrair o OV a frio, já que o óleo vegetal extraído a quente, do qual estão fabricando o biodiesel, a médio prazo e em percentuais maiores de mistura ao diesel detonará os bicos injetores e motores (corrosão por ácidos fosfóricos). A extração a frio é muito mais barata e ecologicamente correta, assim como o uso como combustível (não explode, colisões de veículos movidos com ele não causam queimados, pode ser estocado em casa, não contamina nem o ar, nem a água nem a terra). Além da burrice de que você fala, que é fabricar o biodiesel de uma matéria prima que já é combustível (na Alemanha: 600 postos abastecem OV de canola!), tem essas enormes vantagens ambientais do OV em estado natural, desde que extraído a frio e devidamente filtrado..
É também sob esse aspecto ambiental que questiono as hidroelétricas. Fui pastor na região de alagamento da Itaipu (orçada em U$ 2,3 bilhões e construída por U$ 23 bi) de 1978 a 1982. A prepotência da empresa e o drama social é indescritível. Como igreja muitas vezes fomos o pára-raios ou muro de lamentações diante da frustração e revolta do povo atingido (8.000 famílias), e em pleno regime militar iniciamos com movimentos de luta por transparência e indenizações justas. Nada justifica que terras planas que em quase vinte anos de cultivo nunca precisaram de adubação estejam hoje cobertas por meio metro de água.
Quanto alimento se deixou de produzir nos 140.000 hectares alagados?
Quanto óleo vegetal já poderia ter sido produzido ali nos últimos 22 anos?
Outro exemplo: o Paranapanema já não é mais rio. é formado por 12 barragens e 7 quilômetros de curso natural, nos quais o restinho de biodiversidade original sobrevive até que um grupo poderoso consiga a concessão para fazer a décima terceira. Qualquer hidroelétrica tem em seu bojo um passivo ambiental e social inestimáveis, tão terríveis como
a poluição fóssil que voce estigmatiza. O movimento de Atingidos por Barragens, MAB, do qual convidamos um representante para nosso evento (www.stef.com.br) aqui em Curitiba nos dias 7a9 de maio, calcula que de cerca de 1 milhão de pessoas atingidas por barragens, somente uns 300 mil foram devidamente indenizadas. Ou seja, cada quilowatt que consumimos, pagos de forma justa ou injusta, vêm acompanhados de lágrimas e sangue de brasileiros como nós!
Quem pensa em termos sociais e ambientais como você, em preservação da biodiversidade, jamais deveria defender a construção de barragens. No máximo apoiar a tecnologia mineira de geração de energia hidroelétrica dentro das corredeiras dos rios. Isso, sim, é energia "limpa".
Apesar de minha discordança nesse ponto, a amizade continua a mesma. Um cordial abraço.
P. Werner Fuchs

-----Mensagem original-----
GERT escreveu também:
Caro Engenheiro Mecânico Fendel,
Podemos requerer audiência publica para discutir os temas que ficaram de fora desse seminário custeado pela CFD.
Teríamos assim a oportunidade de preparar um relatório a altura da ignorância que existe expressa na Camara dos Deputados. Mostraríamos aos deputados que a inclusão dos agricultores brasileiros seria uma alternativa importante para devolver-lhes a cidadania e a inclusão social pela produção de bio-combustíveis e através da injeção de energia elétrica nas redes oficiais pelo investimento privado em pequenas unidades rurais geradoras de energia elétrica.
Vamos escolher - meticulosamente - um deputado que não esteja com o rabo-preso com a petrobrás, com o hipócrito projeto do biodiesel que marginaliza os pequenos agricultores do processo de inclusão social entre outros embróglios que abasteceram - até agora - os delubianos valerio-dutos .
Feitas as devidas considerações, entre outras que oportunamente deveremos preparar, feita a escolha do deputado que se comprometa a estar do lado do povo, vamos negociar com o mesmo a AUDIÊNCIA PUBLICA que poderá ser em Brasilia, Curitiba ou Joinville. Como ninguém do terceiro setor tem dinheiro para custear os caros hoteis de mensalistas em Brasilia, poderiamos exigir que a AP, fosse em Curitiba ou Joinville, e assim estariamos deslocando os deputados para nossas regiões, e assim não teremos que gastar tanto dinheiro com passagens, pois não as temos como as tem os deputados, dinheiro que nos é arrancado - queiramos ou não - dos nossos bolsos depauperados.
Vamos dar andamento a esse projeto, porque o seminário que começa dia 11, esse já foi "ajeitado" entre outros fornecedores, com os alemães que querem vender aerogeradores para o Brasil, (quando nós no Brasil temos indústrias que os fabricam com muita competência), e com outros parceiros que desejam ofuscar e negar as alternativas dos setores que defendemos ha muitos anos.
Temos que nos afastar das motretas crônicas e nos isolarmos com o Bautista Vidal, entre outros luminares defensores da cidadania com energias limpas atmosferas limpantes.
Temos que ter também cuidado com alguns setores do ambientalismo que tem impedido que nossas hidrelétricas tenham sucesso como geradoras da energia mais limpa que ha.
Essa seria nossa colaboração para com o tema que o Governo não aprendeu ainda a tratar com ética e sabedoria.

-----Mensagem original-----
De: gfischer.joi
Enviada em: sexta-feira, 7 de abril de 2006 11:28
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: [BioCom] Res: Seminário Energias Renováveis
Senhores dos mensalões.
Senhor mensalista deputado federal Mauro Passos
Quando teremos como brasileiros, cidadãos e eleitores, o respeito que queremos receber dos nosso - infelizmente eleitos deputados que implantaram a ilegalidade do caixa dois, da roubalheira dos recursos de fundos de pensões oficiais para gastos pessoais e ditos de campanha, subtraídos do banco do Brasil, da Caixa entre outros da Corporação?
O programa Ecologia em Ação, endossa integralmente a exposição-desabafo-justo acrescidos dos questionamentos necessários feitos pelo ilustre engenheiro Thomas Renatus Fendel de Rio Negro - Estado do Paraná, esperando que vossa senhoria reformule a programação do evento que esta promovendo e inclua a inteligencia da engenharia brasileira nessas discussões que tomaram rumo alternativo nos ultimos meses.
Subscrevo-me como mais um envergonhado brasileiro
Eng. Gert Roland Fischer
CREA-SC 1288-4

-------Mensagem original-------
De: Fendel
Data: 04/07/06 11:10:12
Para: Dep Fed Mauro Passos
Cc: Dep. Damasceno; Dep. Elisa Costa; Dep. Federal Leonardo Monteiro - PT/MG; Dep. Greca; Dep. Paulo Bauer; Dra. Ferrari; Abesco; Ag. Env.; Bautista; Biocom; Bioenergia; Floresta; Fuchs; Gert; Gilberto Vasconcellos; Hernani; Iturra; Lista do Agronegócio; Luis - Botucatu; Marilene Felinto; Min. Marina Silva; Odair; Power; Rodrigues; SEIAA; Sen. Lucia Helena; solidariosbrasil
Assunto: Seminário Energias Renováveis
Meu caro Deputado Federal Mauro Passos
Parabenizando-o pela iniciativa de promover tão importante evento http://www.diap.org.br/agencia/anexos/EnergiaRenovávelSeminário.pdf
em nossa infelizmente desmoralisada casa, reitero algumas sugestões:
Primeiro: Qualquer hidroelétrica, de qualquer porte, é a mais espetacular forma de energia renovável, e vosso belo seminário sobre tão atual tema, não reservou nenhum espaço à hidroeletricidade, no sentido de desmistificar as
criminosas bobagens que as vassalas mídias e técnicos ignorantes propagam a respeito.
Segundo: Nenhum "especialista" nacional ou estrangeiro falará sobre as tarifas de energia elétrica, verdadeiro crime contra o povo, que subsidia vergonhosamente a energia eletrointensiva, onde o antonhão e seus cupinchas, pagadores dos mensalões, recebem EE a apenas R$0,06 pelo kW, enquanto a Mariasinha paga R$ 0,45, pelo mesmíssimo kW. Uma vergonhosa hipocrisia camuflada nacional.
Terceiro: Ninguém falará sobre os óleos vegetais combustíveis, mais baratos, mais ecológicos, menos agressivos e muito menos oligopolizados do que o bobo e desnecessário biodiesel.
Fazer biodiesel de óleos vegetais, é o mesmo que fazer biogasolina de álcool... UM ABSURDO, UMA BOBAGEM.
Assim como foram desenvolvidos os fantásticos motores a álcool, foram também desenvolvidos os motores a óleos vegetais (motor ELKO) na década de 80.
Meu amigo bahiano Hernani de Sá fez mais de 90.000 km com uma Parati com um simples motor Diesel de Kombi, sem modificações, a óleo de dendê, naquela época.
Eu tenho mais de 120.000 km rodados e estou fazendo 53.000 km com óleo de soja num Toyota Caldina, emplacado no Paraguai, porque pateticamente não consigo homologar meus veículos nacionais.
A turma dos mensalões e do porcotróleo esconde esta maravilhosa, simples, ecológica e eficiente tecnologia.
Só na Alemanha, tem mais de 100.000 veículos movidos a óleo de canola virgem.
Quarto: Utilizar bioenergias é sinônimo de efeito refrigerador, contrário do efeito estufa. Detalhes em www.fendel.com.br
Fortes Bioabraços e sucesso no evento.
Eng. Thomas Renatus Fendel
"Entendo como desertos verdes: a Mata Atlântica, a Mata Amazônica, os
cerrados, o Pantanal, a soja, a cana-de-açucar, o trigo, as pastagens, os
girassois, entre outros, todos sequestradores de CO² e benfeitores da
diminuição do efeito estufa." - Gert R. Fischer

De: Dartagnan Gorniski
Enviada em: sexta-feira, 7 de abril de 2006 09:47
Para: Debates na área florestal em língua portuguesa
Assunto: Re: [Floresta-l] Brasil fecha maior contrato decrédito de carbono com alemão KFW
A minha duvida na verdade não é sobre metano/carbono... existe uma correlação entre os dois gases, se não me engano, de 18 para 1 na capacidade poluidora (não tenho certeza do valor). Ou seja, uma tonelada de metano polui o mesmo que 18 t de carbono - dai se nivela tudo pelo carbono, para facilitar o "comércio".
A minha dúvida é outra................................
Estou vendo varios projetos de MDL sendo aprovados... mas até agora não vi nenhum projeto BRASILEIRO oriundo de áreas florestadas ou reflorestadas.
Parece-me que a Costa Rica já conseguiu - li um comentaário no Orkut a respeito, não sei se é real.
Tudo bem que na Costa Rica as coisas são diferentes... lá quem destroi centro de pesquisa vai pra cadeia, ninguém fica dançando macarena quando deputado corrupto é liberado, entre outras coisas... Mas gostaria de saber PORQUE as florestas do Brasil ainda não podem receber seus devidos créditos...
Alguém me explica?
Abraços a todos Dartagnan

----- Original Message -----
From: ederzanetti
To: floresta-l
Sent: Friday, April 07, 2006 9:25 AM
Subject: Re: [Floresta-l] Brasil fecha maior contrato decrédito de carbono com alemãoKFW
só para esclarecer, nao seriam créditos de metano?
Eder
Quoting "Alexandre A. Brasil"
http://noticias.uol.com.br/economia/ultnot/reuters/2006/04/06/ult29u47126.jhtm

De: Francisco
Enviada em: terça-feira, 21 de março de 2006 20:11
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: Formas alternativas
Thomas
Vejo com simpatia as formas alternativas de energia, sobretudo pelo fato de ver o mundo dependente dos árabes com todo seu fundamentalismo desvairado.
Não sou engenheiro nem entendo do assunto, mas já respirei muito ar empestado em Sao Paulo e Milão. Vamos ver se da nossa terra natal (eu nasci aí na maternidade de RN, do lado da casa do Sr. Marcos Fendel) sai uma boa solução para a humanidade...
Saudações Francisco José Saidl - Spring Grove, PA - EUA

De: Telmo
Enviada em: sábado, 8 de abril de 2006 20:16
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: [BioCom] Re: Surpresa!!!OVN-DENDISEL- Re: Biodiesel
Caro Gert e demais,
Sempre o diagnóstico correto, significa 50% do problema resolvido.
No caso do povo brasileiro, até isto é difícil.
É "utópico" imaginar que nos próximos anos, nosso povo VOTE pensando no coletivo. É cada um para si e Deus, olhe lá, para todos.
Nossas discussões se perdem nos descaminhos - veja por exemplo o NEPOTISMO - todos somos contra devido à forma como o tema é apresent ado. O problema não está no nepotismo e sim no fato de permitir que cargos EXECUTIVOS tenham provimento sem Concurso Público. O que é cargo de confiança e o que é cargo executivo - eis a questão, nem sequer mencionada pelas pessoas que discutem o assunto.
Assim é o Brasil, como escreveu o Fendel ainda hoje - quem é o corrupto, o motorista ou o Guarda que se posiciona em local de sinalização questionável?
As notícias veiculadas pela imprensa fazer crer que esta é a opinião pública. Mas quem é que disse que a Opinião da Imprensa é a Opinião Pública? Simples conferir, quando as manchetes não se confirmam sob uma análise nossa do panorama geral na rua, a versão apresentada pela imprensa, era falsa!
A chamada "Lei de Gérson" não foi uma invenção. Estabeleceu-se pela constatação do tipo de comportamento do nosso povo, originando o lema mais importante dos políticos: "Não peço a Deus que me dê, mas que me ponha onde haja..." (Veja recente pesquisa do IBOPE... 75% dos brasileiros fariam a mesma coisa se fossem políticos).
Um pequeno resumo, porque as coisas não são facilmente alteráveis - num país onde se paga impostos pelo lucro presumido, declara-se ao Imposto de Renda pelo Lucro presumido e tem "desconto padrão" e, a maioria das pessoas não exige uma Nota Fiscal do que se paga, como poderia ser diferente sem alterar estes pressupostos?
Quase impossível!
Lembra-se do "futuro negro" previsto pelos brasileiros que eram CONTRA a aprovação da Lei do Divórcio? Pois é, aquele futuro chegou...
A Constituição americana é uma das que concede mais liberdades e direitos ao cidadão. A brasileira, também... em termos - a distinção entre as duas é que a americana concede inúmeras liberdades ao cidadão mas todas elas não custam nada ao Estado. No Brasil, os direitos e as liberdades concedidos, patrocinados pelo MALA chamado Ulisses Guimarães (Tomara que nunca encontrem os restos mortais, para nem túmulo no cemitério tenha), como ia dizendo, os direitos dos brasileiros provocam um ENORME custo ao Estado.
Detalhe: Nos dias de hoje, cada habitante do Brasil recolhe R$ 12,30 por dia, eu disse, POR DIA, de impostos...e, analise quantos não tem a mínima condição de arcar com tal valor, recaindo a diferença sobre os demais.
A corda está sendo esticada.... um dia rebenta!
Telmo.

-----Mensagem Original-----
De: ECOLOGIA EM AÇÃO
Enviada em: sábado, 8 de abril de 2006 19:06
Assunto: Res: Surpresa!!!OVN-DENDISEL->Re: Biodiesel
Prezado irmão brasileiro renegado pelos corruptos.
Ser brasileiro é isso ai querido Hernani de Sá . O teu trabalho heróico, cidadão, patriótico em nada resultou até agora. Igual ao Ernani de Sá Fº existem centenas e milhares perdidos e sufocados por esses brasis, mais parecidos com Biafra que com a Islandia.
Até quando será mantido esse estado de sitio contra a inteligencia brasileira ?
Os Ernanis, dos Fendels, os engenheiros das alternativas energéticas estão todos aí, algemados e sem qualquer possibilidade de colocarem seus projetos de valorização do povo brasileiro para o povo brasileiro.
Tenho vergonha de me identificar como brasileiro em determinadas rodas quando no exterior.
Em 1989 estava na Alemanha quando assisti a uma palestra de um candidato a presidente do Brasil que falava para 270 empresários de elite daquele pais, antes da queda do muro. Senhor Luiz Inácio, como o senhor pensa em resolver a questão dos indios no Brasil ?
-- a solução é um grande sindicato. O sindicato dos indios.
Neste ponto a debandada dos empreendedores - que estavam levando a sério a palestra do Lula, foram saindo sorrateiramente e entenderam, ja naquele longinquo ano de 1989, o que seria do povo do Brasil se esse homem fosse presidente.
Enquanto que os Rotaris, os Lions, os Camaras juniors, as Associações Comerciais e Industriais, as Associaçoes de Micro empreendedores, os CDLs, associação de moradores de bairros, entre outros grupos sacaneados e enganados, não se transformarem em partidos politicos, teremos a mediocridade reinando entre os "anarfas".
O maior numero de votos no Brasil, é o voto comprado, o voto amigo, o voto do que recebeu promessa de encosto no governo, esse é o voto obrigatorio inclusive do analfabeto que vai eleger o proximo presidente. É o que recebe bolsa familia, bolsa gas, bolsa escola, cesta basica, etc. e que faz 15 fios em uma muié, e depois a abandona e vai fazê mais 15 fio em outra muié, assim o machão brasileiro n vai fazendo estragos e mais estragos e o exemplo dessa paternidade irresponsável dos brasileiro s oitenta, esta atuante no Rio de Janeiro desencadeando a guerra civil, que mata mais gente que a Guerra no Iraq.
Quanto pior melhor. Essa é a máxima dos bandidos e não deixe certa Igreja de fora, que é da mesma fé, quanto pior - melhor e mais fiéis temos.
Abraços
Gert Roland Fischer

-------Mensagem original-------
De: Hernani Lopes de Sà Filho
Data: 04/08/06 17:42:46
Para: Odair - Assessor da Presidencia; Fendel
Cc: Paulo Rollo; Oscar; Gert
Assunto: Surpresa!!!OVN-DENDISEL->Re: Biodiesel
Caros,
Em 1985, rodei Brasil a fora com a PARATI MOVIDA A DENDÊ.
Pasmem!!!!.
VIAJEI SEM DOCUMENTOS E SEM AUTORIZAÇÃO.
A polícia parou-me diversas vezes mas....a surpresa do escrito: movido à óleos vegetais e DENDIESEL, os fazia esquecer de pedir os documentos e eu prosseguia viagem com os camburões dentro do carro.
Um fato inusitado foi quando dormi no hotel São Francisco, no centro do Rio de Janeiro, por não ter vaga , o carro dormiu na rua.
Fui acordado informado que o reboque iria levar o carro!
Sabem o que aconteceu?
A POPULAÇÃO( deviam ser baianos) NÃO DEIXOU e.... fui para a praia do Botafogo, onde tirei a foto que está no site: www.dendiesel.com.br
Abraços,
Hernani Sá

----- Original Message -----
De: Oscar Baldoni
Enviada em: quinta-feira, 6 de abril de 2006 20:06
Para: Thomas Renatus Fendel
Assunto: Viagem pela América
Dionisio Cerqueira, Santa Catarina, Brasil, 6 de abril de 2006
Ilmo. Sr. Paulo Rollo
Prezado Senhor :
Tomei hoje conhecimento de seu projeto por meio do Engenheiro Thomas Renatus Fendel.
Acho sua experiência notável e desejo-lhe sorte na sua aventura. Devo sinalar a coincidência dos seus anos de experiência, com o cone de sombra forjado à socapa da opinião pública, começando pela revista Quatro Rodas que publicara uma reportagem ilustrando o fato indiscutível do veiculo movido pelo motor "Elko" e o mais importante o simples "cavalo mecânico" que permitia ao usuário do interior se liberar do problema do combustível, e no mês seguinte desancar o mesmo, de forma deselegante, arteira e cruel, começando na capa a dizer "Desmistificamos o motor Elko Maravilha", fazendo um trocadilho infame com uma artista popular.
Não foi só o fato evidente de ter se vendido às forças dos petroleiros, que causa indignação. Trata-se do movimento covarde, fazendo perder todo o construído à favor do povo brasileiro. Consultem o Engenheiro Walter Bautista Vidal, o pai do Proálcool e depois falamos.
Eu posso falar como técnico em automotores, formado em 1960. Com 19 anos era professor de segundo grau de tecnologia do automotor. Já fui concessionário Peugeot na década do 70. Conheço os pecados dos fabricantes nacionais corruptos e conheci o prócer Comandante Vicente Mammana Neto, fundador da Real Aerovias Brasil e da fábrica CIMA de pistões e anéis. Colaboramos para solucionar os problemas derivados do shock do petróleo, utilizando veículos autorizados devidamente pelo Detran para rodar com gasogênio e sofremos com os guardas de trânsito que nos paravam alegando erros na autorização, quando era tudo legal. Rodamos 5.000 Km. de estradas com carvão e 15.000 dentro do estado de Mato Grosso.
O biodiesel funciona perfeitamente, não há nenhuma dúvida. Apenas vou salientar que as terminais fabricantes de veículos e motores, abusaram vendendo por décadas modelos que não tinham condições mínimas técnicas de existir. Só pelo cheiro dava para perceber a combustão imperfeita, um horror.
Quero deixar a constância do conluio entre as petroleiras e as terminais de veículos, que só agora, no limiar de esgotar as reservas existentes, temos a chance de sair das sombras para a luz.
O engenheiro Rudolph Diesel foi assassinado em 1913, quando ia do continente Europeu para as ilhas britânicas. Nunca chegou a destino e sumiu a pasta com seus inventos. O motor que hoje leva seu nome genérico, foi criado inicialmente para funcionar com óleo vegetal. Concretamente foi apresentado em Paris, em 1900 funcionando com óleo de amendoim.
O engenheiro Fendel é o novo prócer. Ele tem três veículos apreendidos em forma arbitrária. A imprensa não levantou a voz para o defender. Nós estamos vivendo uma época muito conturbada, recheada de crimes novos, que superam nossas leis antigas.
O jornalismo tem cumprido seu papel de informar e deve ficar alerte para não formar junto com os inimigos da Nação e do povo. Muitas vezes são surpreendidos na boa fé. Por exemplo, sabem o teor da lei 11.116, que rege o fabrico do biodiesel ? ... não sabiam de cor, como é lógico, ninguém pode ter tudo na cabeça. Essa lei exige do produtor de biodiesel a integração de um capital mínimo de R$ 500,000,00 para poder funcionar, além de um "medidor de fluxo", sem o qual deverá interromper imediatamente a produção.
Ainda a lei é muito clara : "Respeito dos pequenos e médios produtores, poderá ser outorgado uma autorização provisória por 6 meses". Que tal ? Significa, na prática uma reserva de mercado para os poderosos.
Estamos nos debatendo, para obter um sistema sem tantas delongas, que permita ao produtor rural sair da armadilha atual = Custos elevados e ingressos deprimidos por um valor irreal do dólar. Os chineses invadindo todas nossas atividades, acabando com as indústrias. Conseguem isso na base do trabalho escravo de seu povo.
A imprensa tem noticiado detalhadamente as condições de trabalho na China, mas os governantes não querem entender. Que temos que fazer ? Como podemos chamar a atenção ?
Senhores, muito grato por ter dado atenção a mais um falido por causa das invasões chinesas.
Atenciosamente: Oscar Armando Baldoni

-----Mensagem original-----
De: Odair - Assessor da Presidencia
Enviada em: quinta-feira, 6 de abril de 2006 19:50
Para: Fendel; Paulo Rollo
Cc: Hernani
Assunto: Re: Biodiesel
Prezado Jornalista PAULO ROLLO
Agência Superteste - Avaliações Automobilísticas
Ao cumprimentá-lo pela iniciativa, expresso minha concordância com as ponderações do Eng.° Mecânico THOMAS RENATUS FENDEL, da Fendel Tecnologia, de Rio Negro, Paraná, mesmo que o pronunciamento dele seja acrescido de justa revolta em face da subjugação a que o povo do Brasil é submetido, embora este País seja a meca da substituição dos derivados do petróleo fóssil por combustíveis naturais, derivados de oleaginosas. Acrescento que, na Alemanha, até locomotivas são movidas a óleo vegetal e, além disso, o Brasil é o maior exportador de carros de passeio do mundo - com motores do ciclo diesel - embora a legislação nacional não admita que deles façamos uso aqui. Portanto, servem a países de clima frio como a Alemanha, onde oleaginosas são mais difíceis de cultivar mas lá o cultivo delas é estimulado. Ademais, como bem diz o Dr. FENDEL, o Sr. DIESEL inventou o motor que leva o nome do próprio objetivando permitir que cada família produzisse seu combustível no, digamos, quintal de casa. O óleo combustível à época seria o de amendoim. No entanto, apesar do motor de ciclo diesel sobreviver, há informações que seu inventor foi encontrado morto cerca de cinco anos depois do invento começar a ser difundido... E, desde então, o motor a diesel passou a utilizar - e fomos educados para isso - somente o diesel derivado de petróleo, combustível fóssil e não vegetal.
II. Você, como Jornalista, deve conhecer também um motor excepcional, citado pelo Eng.° FENDEL: o motor ELKO. Seria bom que conhecesse pois ele veio até o Brasil e, depois, foi deixado de lado apesar da excelente condição tecnológica. Penso que seria oportuno encontrar uma forma de resgatá-lo. Quem sabe, nessa expedição (ou noutra).
III. A propósito, sugiro: a) fazer a pretendida expedição mas usando óleo vegetal e não diesel fóssil (para tal, veja com o Eng.° se ele fornece a tecnologia, consultoria e, até, kit de conversão caso seja necessário; b) utilizar seu conhecimento e sua publicação para abrir espaço à difusão do biocombustível derivado de oleaginosas, caso seja possível e os eventuais patrocinadores já obtidos o permitam. Você prestaria um serviço imensurável ao Planeta, e não só ao Brasil.
Coloco-me ao inteiro dispor e fico na expectativa com relação a maiores detalhes do seu projeto. Atenciosamente
Eng.° Civil ODAIR SANTOS JUNIOR
Assessor de Águas e Meio Ambiente da Presidência do CREA-MG
Representante da Secretaria Executiva na Comissão de Representação/Coordenação do Fórum Estadual pela Construção da Agenda 21 em Minas Gerais
Delegado do Brasil à Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP 11 e COP/MOP 1), em Montrèal, Canadá

----- Original Message -----
From: Fendel
To: Paulo Rollo
Cc: Hernani
Sent: Thursday, April 06, 2006 6:55 PM
Subject: RES: Biodiesel
Caro Paulo
Fazer biodiesel de óleos vegetais, é o mesmo que fazer biogasolina de álcool... UM ABSURDO.
Assim como foram desenvolvidos os fantásticos motores a álcool, foram também desenvolvidos os motores a óleo vegetal (motor ELKO) na década de 80.
Meu amigo Hernani fez mais de 90.000 km com uma Parati a óleo de dendê, naquela época.
Eu estou fazendo mais de 52.000 km com óleo de soja com um Toyota Caldina, emplacado no Paraguai, porque não consigo homologar meus veículos nacionais.
A turma dos mensalões e do porcotróleo esconde esta tecnologia.
Só na Alemanha, tem mais de 100.000 veículos movidos a óleo de canola virgem.
O bobo, desnecessário e oligopolizado biodiesel é mais caro, é mais fraco e é menos biodegradável do que os fantásticos óleos vegetais virgens.
A escolha é tua...
Bioabraços
Fendel
www.fendel.com.br

-----Mensagem original-----
De: Paulo Rollo
Enviada em: quinta-feira, 6 de abril de 2006 17:55
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: Biodiesel
Boa tarde.
Meu nome é Paulo Rollo, sou jornalista especializado em automóveis e nos últimos 20 anos visitei 71 países, rodando quase 1 milhão de kms testando veículos.
Atualmente me correspondo com 42 jornais brasileiros, tendo 1,7 milhão de leitores. Estou motivado a realizar uma viagem entre a Terra do Fogo e o Alasca com dois veículos utilizando Biodiesel. A equipe será formada por 1 jornalista, 1 cineasta, 1 cinegrafista e 1 fotógrafo. Gostaria de saber se os senhores teriam interesse em conhecer nosso projeto e em nos ajudar a conseguir financiamento para o mesmo.
Agradeço antecipadamente a atenção, ficando no aguardo de um contato.
Atenciosamente
Paulo Rollo
Agência Superteste
Avaliações Automobilísticas


De: Telmo
Enviada em: quarta-feira, 5 de abril de 2006 22:27
Para: biocom@grupos.com.br
Cc: Gert
Assunto: Re: [BioCom] O fim do mundo não pode estar muito longe Fendel, "homus babacus" vi hoje 05/04/2006 apesar do emocionante discurso do Prof. Bautista Vidal no Seminário BIODIESEL Combustivel para cidadania....
Tinha Aldo Rebelo, Inocêncio de Oliveira, Patrus Ananias, Ministro da ciencia e Tecnologia, Ariosto Holanda, Betinho Rosado, Alberto Silva, Arnoldo Campos do MDA e mais uma catrefa da ANP e da Petrobrás..., BB, BNB e BNDES, até da CONAB e um sem número de Assessores. O Auditório Nereu Ramos esta lotado.
Uso de óleo vegetal diretamente.... já era!
Estão convictos de que é preciso estabelecer "padrões"...
Biodiesel é indispensável para a tal de "Inclusão Social" embora o cultivo da mamona tenha despencado de 230 mil ha em 2004/05 para menos de 130 mil ha na safra 2005/06.
Selo social Combustível agora vale também para adquirir SOJA como matéria prima de agricultores familiares e, no sul do país tem milhares de agricultores familiares, que não são objeto da reforma agrária, o benefício do selo social combustível tinha como foco inicial beneficiar os ah!sentados da Reforma Agrária... ha ha he he he.
Outro grande perigo é os fabricantes de biodiesel usarem metanol em vez de etanol. Voz corrente, velocidade maior na reação e facilidade maior na separação da água.
Foi prometido que as apresentações que houveram (.pps), brevemente estarão disponíveis no http://www.camara..gov.br/caeat
Abs, Telmo Heinen - Formosa (GO)

----- Original Message -----
De: lista-do-agronegocio-1@uol.com.br
Enviada em: quarta-feira, 5 de abril de 2006 22:17
Para: biocom@grupos.com.br
Cc: Gert
Assunto: Re: [BioCom] O fim do mundo não pode estar muito longe
Fendel ,
Não fui ver apresentação do biodiesel no Conselho de Altos Estudo nem consegui convites.
Você vai entender porque O Ceará e Ribeirão Preto, comandam!
Pocure saber quem são os chefes e seus relacionamentos com os "heróis".
Amanhã vamos tratar do nosso evento em Porto Seguro ou Ilhéus-BA.
Abraços, Hernani Sá

----- Original Message -----
From: thomas@fendel.com.br
To: biocom@grupos.com.br
Cc: Gert
Sent: Wednesday, April 05, 2006 10:07 PM
Subject: RES: [BioCom] O fim do mundo não pode estar muito longe
Meu caro Telmo, boas as frases e seus autores.
Mas, o mundo não acaba nunca.... o que está a perigo é o homus babacus, que pode não suportar as adversidades provocadas pelo clima em alteração muito rápida...
Bioabraços Fendel

-----Mensagem original-----
De: Telmo
Enviada em: terça-feira, 4 de abril de 2006 23:05
Para: biocom@grupos.com.br
Cc: Valdemar Meinhard; Oscar Baldoni; Léo Jorge Philippsen; Delmar Philippsen
Assunto: [BioCom] O fim do mundo não pode estar muito longe
Falando sobre conflitos de gerações, o médico inglês Ronald Gibson começou uma conferência citando quatro frases:
1) "Nossa juventude adora o luxo, é mal-educada, caçoa da autoridade e não tem o menor respeito pelos mais velhos. Nossos filhos hoje são verdadeiros tiranos. Eles não se levantam quando uma pessoa idosa entra, respondem a seus pais e são simplesmente maus."
2) "Não tenho mais nenhuma esperança no futuro do nosso país se a juventude de hoje tomar o poder amanhã, porque essa juventude é insuportável, desenfreada, simplesmente horrível."
3) "Nosso mundo atingiu seu ponto crítico. Os filhos não ouvem mais seus pais. O fim do mundo não pode estar muito longe."
4) "Essa juventude está estragada até o fundo do coração. Os jovens são malfeitores e preguiçosos. Eles jamais serão como a juventude de antigamente. A juventude de hoje não será capaz de manter a nossa cultura."
Após ter lido as quatro citações, ficou muito satisfeito com a aprovação que os espectadores davam às frases. Então, revelou a origem delas:
A primeira é de Sócrates (470-399 a.C.)
A segunda é de Hesíodo (720 a.C.)
A terceira é de um sacerdote do ano 2.000 a.C.
E a quarta estava escrita em um vaso de argila descoberto nas ruínas da Babilônia (Atual Bagdá) e tem mais de 4.000 anos de existência.

De: ederzanetti
Enviada em: quarta-feira, 5 de abril de 2006 11:21
Para: floresta-l
Assunto: Re: [Floresta-l] Jornal BIOCOM 1
Olá Thomas, em uma palestra de evento paralelo da COP8, o diretor de financiamentos do BNDES disse que entre os ESCOs que eles estao buscando incentivar, está a cogeração de energia...
O Brasil está aprendendo com a Bolívia a respeitar a sua população, o governo daquele país já rechaçou a iniciativa da Petrobras em regular os preços do gás boliviano, no Brasil era preciso aprender isso...
Q uanto ao papel, Thomas, a burrice não é apenas institucional, voce sabe que a tempos atrás estive tentando incitar os colegas florestais a observarem os valores e a melhoria que seriam conseguidos com as florestas utilizando madeiras de diametros inferiores...e viu o resultado...
há tempos vejo a sua justa luta em torno da derrubada das barreiras em torno do setor elétrico, enquanto assisto essas mesmas barreiras sendo criadas no setor florestal, certificação florestal estrangeira (um absurdo, pagar para colocar um selo de outra empresa em produto próprio...), manejo florestal sustentavel (que retira ao inves de colocar mais empresas no setor), mega unidades de conservação (uma aberração da natureza totalitária de ecoterroristas) e assim por diante, são instrumentos estúpidos utilizados por gente sem consciencia histórica para favorecer determinados grupos, em detrimento de toda a população.
foi Lao Tse que comentou, a respeito dos governantes, que: se o governo é bom, o povo não vê as suas ações...
saudações florestais
Eder


De: Veridiana Kfouri
Enviada em: segunda-feira, 3 de abril de 2006 11:11
Para: Fendel
Assunto: Re: Jornal BIOCOM 1
Thomas, boa semana... Como vc está????
Lembra do processo de geração de energia a partir da "bosta" dos porcos, das galinhas... que a EPAGRI estava implantando com bastante êxito nas comunidades daqui de SC?? onde o ecxesso de energia gerada era "jogada" na rede e os criadores chegavam a a economizar mais de R$ 1000,00..., pois é, agora as cooperativas de energia estão processando esses produtores. É mole???? Estou acompanhando o processo só para ver até onde vai a ignorancia humana, uma vez que além de não poluir o meio ambiente, pois a "merda" dos animais é um grande problema de poluição dos nossos mananciais hídricos eles estavam gerando energia e economizando, uma vez que ainda estamos trabalhando só para pagar impostos e isso vai até o mês de maio, né???
Beijos

De: reginaggss
Enviada em: segunda-feira, 3 de abril de 2006 15:47
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: Álcool anidro
Fendel, atendendo ao seu pedido:
“Comandante Fendel, esta questão do álcool anidro exclusivo é justamente a tentativa dos grandes de dominarem a biomassa, denunciada e temida pelo Gilberto Vasconcelos.
Acontece , porém,e é isto que gostaria de enfatizar: “a biomassa é intrinsicamente democratizante”. Isto significa que a biomassa não é uma mina de carvão mineral, petróleo ou urânio, possível de ser dominada por poucos pela força ou pela tecnologia. É impossível a um grupo dominar os bem distribuídos raios solares, do “reator nuclear à fusão” do Bautista Vidal”. E o mais importante é que estes “grandes” através dos seus “paus mandados” ainda não descobriram que a Tecnologia para produção de biomassa energética é franciscanamente simples,impossível de ser escondida sob “patentes” dominadas por estes. Vejamos o caso do álcool anidro, não há qualquer dificuldade de produzi-lo em “fundo de quintal”, seja usando o terrível benzeno,seja através da agonizante gasolina, ou por processos mais simples como as peneiras moleculares de certas argilas ,ou mesmo através do nosso amido de mandioca.Para os interessados posso reportar com mais detalhes. Por ora volto a me congratular com a “Agência de Notícias Fendel”, Marcello Guimarães”.


De: Oscar Baldoni
Enviada em: terça-feira, 4 de abril de 2006 12:25
Para: Telmo Heinen
Cc: Thomas Renatus Fendel; gfischer.joi@terra.com.br; Hernani De Sá Filho
Assunto: Fw: Preço do Petróleo exportado...
Prezado Telmo e amigos : Sim. calculando o petróleo com uma densidade de 870 Kg./m3 temos 330.000 barris. Se fosse mais leve (850) temos 337.400 barris. De todos modos a diferença de preço é pouca. Para sua conta, venderam a U$S 47,52 o barril e na minha hipótese venderam a 46,47 dólares. A pergunta é = Petrobrás serve para isso ? Para vender 22% por baixo do preço internacional (que deve estar pagando quando compra ??) Por que o petróleo passou dos 60 dolares o barril. O ano passado, então, vendiam a 31 dólares o barril ...será que é tão ruim o petróleo nacional, para valer pouco ?
Já que mexeram com o tema. Me roubaram (faz tempo) um livro que falava do Paraguai, a guerra com a Bolívia (por causa do petróleo) e o mais interessante, trazia umas fotos muito boas. Em uma delas, era a visita de Juscelino à cidade de Puerto Stroessner (atual Ciudad del Este) e tratava-se de uma comitiva dos dois presidentes indo para a casa do Stroessner que mandou fazer nesse lugar. A planta da mesma, tem as iniciais "J K" justamente em homenaagem ao nossso presidente. Stroessner adorava ele e dá para ver na foto : Na instantânea, o presidente paraguaio estava na frente do grupo e vira-se para olhar a Juscelino um pouco retrasado, quando é batida a foto. Essa cara expressava AMOR.
Outra foto do mesmo livro (infelizmente) sumido era os poços em território paraguaio, LACRADOS, até o ano 2.006. Ora, o ano chegou ... e nada de notícias dos poços ... alguém sabe algo disto ?
Abraços de Oscar.

----- Original Message -----
From: Telmo Heinen
To: Thomas Renatus Fendel
Cc: Gerth Roland Fischer ; Hernani ; Oscar Baldoni
Sent: Monday, April 03, 2006 9:18 PM
Subject: Preço do Petróleo exportado...
Caro Fendel, veja na pg 2 do anexo, o valor do petróleo exportado pelo Brasil em março/2006: 45.600 t a US$ 343,90/t contra 37.800 t a 345,60 em fev/06 e apenas US$ 228,60 em março de 2005 (23.300 t)
No mesmo anexo constam as demais comodities exportadas nos mesmos meses.
Obs. 45.600 t deve corresponder a mais ou menos 330 mil barris...
Abs,
Telmo Heinen

De: Romeu Kerber
Enviada em: terça-feira, 4 de abril de 2006 17:24
Para: bioenergia-l
Assunto: [Bioenergia-l] RE: Digest Bioenergia-l, volume 24, assunto 1
Boa tarde.
Os "vivos" já estão dando uma de "joão-sem-braço" nesta proposta das micro destilarias de álcool. Fazer 20 a 40 mil litros por dia? Pra que? Se é viável fazer 100 ou 200 litros por dia numa propriedade pequena para consumo próprio e vender o excedente? Proposta de mais de 1.000 litros é jogada do governo para saquear mais uma vez o trabalhador, que quando vê está ganhando menos do que aquele que revende na bomba. Vejam o que acontece com o leite ( quem vende a embalagem e o supermercado que vende ganha mais do que o produtor). Grandes projetos, grandes roubalheiras, não falha nunca, é sempre assim no Brasil. O negócio é lutar para que seja permitida a produção e venda em pequenas quantidades, assim como acontece com os gringos que fazem vinho, para que seja de fato uma renda da propriedade agrícola familiar, caso contrário vai virar mais uma sacanagem oficializada.
Um abraço a todos.

Tríplice fronteira acusada de abastecer terrorismo

A promotoria de Nova York anunciou ontem a desarticulação de uma rede de transferência financeira pela qual teriam sido enviados US$ 3 bilhões da América do Sul para grupos terroristas do Oriente Médio.
Segundo o jornal The New York Post, a Al-Qaeda e outras organizações eram abastecidas. Em grande parte, o dinheiro vinha da tríplice fronteira existente entre o Brasil, a Argentina e o Paraguai. O promotor do caso, Robert Morgenthau, negocia acordo que poderá resultar numa pesada multa ao Bank of America pelo envio do dinheiro, que ocorria há dois anos. O dinheiro vinha de drogas e outras atividades ilegais.
O montante era levado ao banco americano por meio de uma empresa sediada em Montevidéu, Uruguai.
O banco então distribuía os recursos em várias cidades do Oriente Médio. Riad, na Arábia Saudita, Beirute, no Líbano e Ramalah, na Cisjordânia, estavam entre elas. Além da rede Al-Qaeda, o Hezbollah e o Hamas receberam o dinheiro.
Segundo fontes oficiais brasileiras, o governo abandonou sua postura de negar conhecimento das supostas atividades de financiamento de terroristas e passou a pedir informações a Washington a respeito da tríplice fronteira, foco de imigrantes libaneses e palestinos. Essas mesmas fontes dizem não ter recebido nenhuma confirmação ou detalhe dos EUA.
O promotor Morgenthau prometeu para os próximos dias o fim das investigações. "Não posso sair e prender Osama bin Laden, mas posso interromper seu suprimento de dinheiro", disse.
EFE
Publicado em: 05/04/06 - 09:05:00
Fonte: Jornal O Estado de São Paulo (05/04/06)

Jornal BIOCOM 3
Meu caro Guilherme

Que as siderúrgicas não consigam mais atender os "compromissos internacionais" é até uma boa notícia, afinal quantas centenas de navios carregados de aço correspondem a um navio carregado de quinquilharias norteamericanas?
E quanto à produção de carvão vegetal, urge utilizar e desenvolver um processo menos arcaico, afinal a tecnologia ainda utilizada tem mais de 5 mil anos, e faz tempo que este desperdício não se justifica ambientalmente.
Importante ressaltar: O carvão vegetal é muito melhor que o mineral, apenas sua obtenção rudimentar tem de ser muito melhorada. A fumaça resultante do carvoejamento é jogada fora, e é em grande parte, no mínimo valiosa bioenergia.

Meu caro Telmo

A notícia sobre as termoelétricas a biomassa, parecem alentadoras, mas, não deixam de desperdiçar mais de 50% da energia térmica contida nos resíduos. O ideal é desenvolver e pesquisar equipamentos de cogeração, onde, de alguma forma se possa utilizar pelo menos parte deste imenso calor residual descartado inutilmente ao meio ambiente.

Meu caro Prof. Dr. Edgar

Muito obrigado pela contribuição ao debate das bioenergias. São as diversidades que geram o progresso.
A questão dos custos energéticos continua uma piada infame aqui no Brasil. O mesmo kW que custa R$0,06 para o antonhão, custa R$ 0,45 para a Mariasinha. Isso é algo escabroso. Um assalto. Deveria ser exatamente o contrário: A Mariasinha deveria pagar R$ 0,20 e o antonhão deveria pagar R$ 15,00 por cada kW... Isso sim seria a badalada justiça social. Os grandes que façam suas próprias usinas. O estado não deve subsidiá-los. Uma pouca vergonha. Um crime hediondo.
Não é a fantástica hidroeletricidade que não presta, são as falcatruas envolvendo as hidroelétricas que são criminosas.
Até hoje, o caixa 2 de Itaipú é maior que seu faturamento.
Não é porque o mercado é assim... que as coisas tem de continuar assim.
Não é porque exportamos nossos bens por bagatela, que temos que continuar com esse absurdo suicídio colonial.
Quanto ao custo do álcool, acontece que na cantada agricultura familiar, tudo se aproveita, tudo se recicla, e uma coisa ajuda a outra. Assim o vinhoto vira adubo, o bagaço vira ração animal, a urina vira fertilizante, etc. Muito ao contrário da realidade da grande indústria, que não tem o que fazer, por exemplo, com o calor residual de seus equipamentos.
A mesma coisa vale para os óleos vegetais, onde o farelo vale mais que o grão, e o óleo pode até ser subproduto.
A questão não se resume a discussão de picuinhas legais, e sim à fantástica produção distribuída de energia e seus infinitos benefícios, legalmente proibidos por aqui. Temos que mudar as leis completamente.
Para dar mais um exemplo criminoso e vergonhoso de nossas falcatruas, importamos GN da Bolívia, e jogamos fora o mesmo gás sujo, em todos os nossos poços e refinarias da pocilgabrás.
A energia distribuída é melhor que a informação distribuída. Assim a BIOENEREDE é mais fantástica e útil do que a Internet. O breve futuro o dirá. É a única maneira de evitarmos as próximas e estúpidas guerras.
Desculpe meu radicalismo ácido, meu caro Professor Edgar, é que não assito a rede bobo, não leio a "óia", não concordo que os assaltos e mentiras tem de continuar, e não consigo ser doce, simpático e leve.

Meu caro Professor Dr. Luis Fernando

Que ótimas notícias vem do meio universitário de Botucatu - SP.
O pessoalsinho ganancioso das montadoras tem de acordar logo para a realidade dos óleos vegetais.
Chega de falcatruas como: hidrogênio, células combustíveis, biodiesel, synfuel, etc.
Quanto ao "Gol" a óleo vegetal, temos que acelerar e reforçar nossa luta contra o abobalhamento, principalmente o Brasileiro... Somos os únicos patetas mundiais proibidos de utilizar eficientes, econômicos e os melhores motores do ciclo Diesel em automóveis.
O Prof. Dr. Laurindo do Tecpar, conseguiu um Golf da VW (com motor Diesel antigo, com bomba injetora de baixa pressão e injeção indireta) para testar o B20, ou seja 20% de biodiesel, veja em:
http://www.tecpar.br/cerbio/Palestras/07-D-Jose%20C%20Laurindo%20-%20Combustiveis....pdf
Tomara que vc consiga um Golf mais moderno, para testar os óleo vegetais...
Caso vc não consiga, te repasso as coordenadas para vc comprar um motor novo destes e te informo como fazer um chuncho no emplacamento, já que a hipócrita legislação Brasileira incentiva o porco e subsidiado GNV e não legaliza os fantásticos óleos vegetais, apesar de constar óleo vegetal na porcaria digo portaria do Denatran, 04/86 vigente.
Felizmente existem alguns diretores de Detrans no norte, menos FDP que os do sul, e que irão homologar (espero) meus carros a óleo vegetal, neste país, onde, castigos "maiores que a lei" valem pro povo; e pros graúdos não vale lei nenhuma. O caseiro Francelino que o diga.

Meu caro Bruno

Muito obrigado por me enviar o linque com o artigo sobre óleos vegetais do Tecpar.
O que "eles" enxergam como tragédia, para mim, é algo extraordinário.
Eu vejo a parte cheia do meio copo de água e "eles", infelizmente, continuam concentrados na parte vazia.
Se dos 107 tratores a óleo vegetal exaustivamente testados na Alemanha, mais da metade, depois de vários anos, ainda continua funcionando exclusivamente a óleo vegetal, isto, para mim, signifita absoluto e inquestionável sucesso.
É claro que os primeiros motores a álcool foram uma "bosta" na concepção deste naipe de "especialistas", mas no meu conceito, os sofridos proprietários de veículos a álcool e o Bautista, foram heróis mundiais, a ponto de hoje os motores a álcool serem cobiçados mundialmente feitos chupeta de criança, e ninguém, mas ninguém mesmo, ou seja, nenhum boboca babaca cogita fazer estúpida "biogasolina" de álcool, embora "pesquisam" fazer o bobo H2 do etanol nacional. Inacreditável.

Meu caro Patelli

Muito obrigado por me manter informado sobre o que acontece no mundo em termos de energia, e pelo convite para o "Seminário de Tecnologias Energéticas do Futuro", aqui perto, em Curitiba - PR, nos dias 08 e 09 de maio de 2006.
Na programação deste seminário, http://www.stef.com.br/programa.asp estou inscrito, por enquanto, na mesa redonda, no evento paralelo, bem como estarei demonstrando meu cogerador e veículo a óleo vegetal, com injeção de EE na rede.
O destaque espero ser a palestra do professor Ernst Schrimpff da Alemanha. Para vc ter uma idéia de quem seja, meu amigo Pastor Fuchs traduziu alguns de seus brilhantes trabalhos, já disponíveis na seção "acervo técnico" da referida página, ou para facilitar teu trabalho, clique:
http://www.stef.com.br/artigos/Oleo_Vegetal2_Prof_Schrimpff.doc
http://www.stef.com.br/artigos/Oleo_Vegetal_Prof_Schrimpf.doc
http://www.stef.com.br/artigos/Biomassa_Schrimpff3.doc
E veja como este Professor alemão explana de forma nítida e inquestinável as vantagens dos óleos vegetais virgens sobre o biobobodiesel. Espero que durante o evento tenhamos uma tradução competente para que suas palavras não sejam "distorcidas", e que os dirigentes das mesas redondas sejam capazes de enchergar além de seus contaminados cheiradores, visto que nesta ocasião se dará novamente ênfase e destaque "oficial" à hidrogênio, células combustíveis e demais asneiras.

Meu caro Gert

Primoroso teu texto e anásise: "Brasil-Potência bioenergética global - Promessa ou desastre?"
Pelo trote da carroça, teremos um "terremoto", pois os vendilhões men$alista$ estão muito mais interessados em mesquinhos ganhos particulares, do que em fazer uma política decente para os próprios filhos e netos.
Imagina, profanam o óleo vegetal com besteiras como corrosão nos bicos injetores, como se os "boshtas" não fossem capazes de desenvolver bicos inoxidáveis e refratários. Outra cachorrada infame é a questão das emissões, onde os abobalhados e abobalhantes insistem na geração da acroleína (que dá o cheiro de lagôsta frita) e se esquecem dos aldeídos, das cancerígenas micropartículas e das dioxinas geradas pelo Diesel fóssil em todos os motores nacionais, em escala muito maior. Ignoram completamente que os óleos vegetais são isentos de enxôfre, possibilitando a instalação de oxi-catalizadores e demais sistemas para a completa combustão dos componentes das exaustões, reduzindo-as a H2O e CO2 em mais de 90%, como ocorre em todos os modernos motores de ciclo Otto.
Quanto à notícia parcialmente mentirosa sobre a redução de enxôfre no Diesel metropolitano, veja a ironia: Estes energúmenos informam na nota sobre o Diesel, que em "veículos leves" a redução de poluentes atingiu consideráveis 98%. Acontece que "veículos leves" no Brasil pelego ainda não podem utilizar motores Diesel, que inclusive na Europa são atualmente mais limpos em termos de emissões que os motores a gasolina.
E também, se adicionassem 10% de óleos vegetais naturais ao Diesel fóssil, poderiam eliminar totalmente o enxôfre, e exigir catalizadores nos escapamentos dos veículos a Diesel, aí sim, reduzindo consideravelmente as emissões nocivas, em todos os veículos, quer sejam leves ou pesados.

Meu caro Cássio

Os suínos que chafurdam contra os óleos vegetais combustíveis, são aqueles que não sabem ou não querem diferenciar uma pérola de um sabugo. O pior é que estes quadrúpedes de rabo enrolado são eleitos ou contratados para defenderem os nossos interesses, e o que fazem, é pelegar a favor das corporações encasteladas sangue sugas que exploram o povo feito vampiros insaciáveis.
Imagina estes vermes nos primórdios do pro-álcool. E todos foram combatidos com o pulso firme do bravo Bautista. Infelizmente agora, parece que o Bautista está sendo manipulado e convencido pela nefasta turma do biobobodiesel, parece que ele se esqueceu das qualidades do motor ELKO, ele se esqueceu que os heróicos pioneiros dos motores a álcool tinham que andar com um jogo de ferramentas e que a cada instante tinham que desuntupir as oxidações e corrosões que bloqueavam os orifícios dos carburadores da época. Quantos abnegados motoristas chegavam atrasados ao trabalho, pois no rigoroso inverno do Sul, era muito trabalhoso fazer os motores "pegar" no frio.
Parece-me que meu ídolo Bautista está cansando de tanta putaria que ocorre no setor das energias.
Espero poder reanimá-lo novamente no evento de Curitiba, nos próximos dias, onde ele também é palestrante.
Prá que servem os caros identificadores coloridos nos combustíveis? Apenas para garantir o estúpido monopólio para a porcobrás. Por que temos que sustentar as Pãobrás da vida e seus fundos de pensão? Se cada dona de casa e cada padeiro sabe fazer pão da melhor espécie, sem bromatos, sem joio e sem ovos de validade vencida? Não se justificam as reservas de mercado aos amigos e cupinchas do reinado nú, em pleno terceiro milênio. A era medieval já se foi... ou deveria ter ido.
Mesmo que por ventura a manutenção inicial dos motores a óleos vegetais venha a ser um pouco maior num primeiro momento, a criativa engenharia nacional certamente encontrará meios de elevar ainda mais sua alta longevidade, em pouco tempo. Basta iniciar. Somos capazes hoje de produzir ótimos motores a álcool, que aliás, estupidamente nem existem mais. Só existem os menos eficientes Flex.

Meu caro Hernani e meu caro Telmo

Ótimo o vídeo que vc tem sobre Collor e o motor Elko. Isso explica a fulminante saída do Collor. Vc foi o culpado, hehehé... Por favor, mande os filmes restantes, importantíssimos para passar a limpo a nossa porca história, aos interessados.
Me diga, quem aparece dentro da Parati a óleo de dendê, é vc e o Collor? Que honra. Não fosse o Collor, ainda estaríamos andando de fusca, aqui no Brasil, enxovalhado pela rede bobo.
Independente da nomenclatura oficial, temos que separar o lixo tóxico do adubo orgânico. Não adianta chamarmos de biodiesel os OVN (óleos vegetais naturais). Isso só causa confusão, das grandes. Assim, estamos na verdade apoiando o biobobodiesel.
Para o povo e os bem intencionados, tem de ficar bem clara a diferença, entre a engambelação e a realidade. Se a gente mesmo não enfatizar esta diferença, ninguém o fará, e os "entendidos" usarão os prós dos OVN a favor do biobobodiesel, e contiunuarão a esconder e camuflar seus problemas.
O motor ELKO é algo simplesmente fantástico. O lendário e já falescido Ludwig Elsbett, seu inventor, foi também o inventor da injeção direta, e na época, todos os fabricantes de motores mundiais, sem exceção, o chamavam de louco, de lunático, e hoje, novamente sem exceção nenhuma, todos os idiotas fabricantes utilizam sua injeção direta e suas bombas (ou bicos eletrônicos) individuais de alta pressão.
Falando em asnos, veja a notícia sobre a pré-falência da GM, da Ford, de seus "fundos de pensão" e de suas picapes beberronas:
http://www.mnp.org.br/materias.php?mat_id=76649&canal_id=13
O extraordinário motor ELKO era de apenas 3 cilindros, e não necessitava de refrigeração por ar ou água, devido à seu elevado rendimento de quase 50%, não alcançado ainda por nenhum outro motor de nenhum outro fabricante parasita, que certamente estão esperando passarem os 20 anos necessários para "caducar" e então chupar a patente. A refrigeração necessária era efetuada pelo óleo de lubrificação do carter, e o pistão articulado, em sua parte superior era de ferro fundido.
Para reforçar e confirmar que os responsáveis técnicos das grandes indústrias de motores e componentes são lesos, basta verificar seus investimentos seculares no bobo e fantasioso hidrogênio.
Então, a resposta para tua pergunta Telmo: "O que aconteceu com o motor ELKO" é simples: Foi e continua sendo estupidamente boicotado.
Para mim foi triste reler os artigos que vc garimpou, meu caro Telmo, onde nota-se que após anos decorridos, as questões continuam exatamente as mesmas, pior, agora já estamos com o Titanic do biobobodiesel saindo do porto, rumo à pedra de gêlo chamada ignorância.

No linque abaixo, um pouco mais sobre a putaria do GNV, onde há suspeita de "doação" de gás para "mega" indústrias...
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=849
E continuam dizendo que cozinhar ou aquecer com eletricidade é melhor que à lenha (não conhecem o brasileiro www.ecofogao.com.br), e induzem a informações abestalhantes e mentirosas em que os combustíveis fósseis emitem agora menos CO2 que outrora...
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=854
E para quem lê alemão, uma interessante entrevista com Hermann Scheer, que implantou as leis de energias renováveis na Alemanha a 20 anos, que chama a atual política energética alemã de: "Argumentos mentirosos com iscas envenenadas":
http://www.freitag.de/2006/14/06140301.php e que infelizmente, no recente discurso que fez aqui no Brasil, falou mais para agradar as prostitutas, do que desmascarar as putarias mundiais no setor das energias renováveis. Claro, ele como alemão, não tem a mínima idéia do que seja a absurda politicalhagem nacional, como por exemplo o oligopolizado PROINFA, tarifas disformes de EE, não legalização dos óleos vegetais, proibição de microdestilarias de álcool, sem falar do resto.

Desabobalhantes Bioabraços carbono seqüestrantes
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
Divulgação autorizada e desejável.
"Os militares são apenas animais estúpidos a serem utilizados como peões na política externa" - Henry Kissinger

De: Hernani Lopes de Sà Filho
Enviada em: segunda-feira, 17 de abril de 2006 11:40
Para: Biocom
Assunto: OVN-1 Por que Collor saiu ?
Amigos,
Collor contrariou grandes interesses; montadoras, distribuidoras, usineiros, etc.
"O mais sério deles refere-se ao monopólio da Petrobrás que impede o desenvolvimento do país e estimula as práticas abusivas" - Missao Tanizaki.
Na ocasião fui demitido com estabilidade, por chefetes do órgão (público) em que eu trabalhava, meu carro (Parati a óleo de dendê puro) foi levado para Brasília.
Agora, durante as eleições vamos resgatar a verdade!
Depois mando mais vídeos da época
Abraços, Hernani Sá (o pai)

De: Telmo
Enviada em: domingo, 16 de abril de 2006 02:07
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: Re: [BioCom] RES: A química clássica e a indústria oleoquímica
Qual terá sido o verdadeiro motivo da sucumbência do Motor Elko?
Lembro-me que por iniciativa do então Ministro da Agricultura (O Paulista Cabreira), no governo Collor, a "patente" foi trazida para o Brasil e por falta de outros interessados, foi cedida ao Grupo Garavello (Consórcios), mas que por sua vez "faliu" e, com a baixa do petróleo para 12 a 15 dólares, e outras "cositas" mais - tudo foi abandonado por falta de viabilidade econômica...
Nesta época eu residia no Maranhão e cobiçava uma utilidade para aquela enormidade de babaçú que tem lá...
Uma das citações no Google procurando por "Garavello+Elko" é esta:
Prezado Colega,
A sociedade brasileira precisa aprender a fazer o seu dever de casa, como fazem um grupo de cidadãos que lutam e apresentam suas manifestações (http://www2.ipef.br/pipermail/bioenergi ... 00980.html) (Fendel...)
Nos anos de 1983/84, o grupo Garavello, conseguiu direitos para produzir o Motor Elko (citado também pelo grupo acima) de tecnologia alemã, extremamente econômica que vem de encontro com a nova proposta constante nesta matéria.
Há um conjunto de informações que podem ser acessadas no endereço acima e merecem ser lidas por todos.
O mais sério deles refere-se ao monopólio da Petrobrás que impede o desenvolvimento do país e estimula as práticas abusivas.
Missao Tanizaki
Fiscal Federal Agropecuário
Esplanada dos Ministérios, Bloco "D", Sala 340-B, Brasília/DF

Prezado Colega,
Complementado o que descrivi anteriormente:
O motor equivalente a de um "Opla" era capaz de andar de 40 a 50 Km/litro de óleo vegetal (informaçãoes semelhantes pondem ser acessadas na internet, como o do endereço (http://www2.ipef.br/pipermail/bioenergi ... 00698.html).
Realizando um cálculo grosseiro poderemos chegar-se-ia reduzir o consumo de petróleo para cerca de 1/4 (25%) da demanda atual.
As Multinacionais já conseguiram impor muito, mas na situação atual é perceptível que aos poucos a união dos pequenos e a sociedade estão alterando o quadro ...
Missao Tanizaki
Fiscal Federal Agropecuário
Esplanada dos Ministérios, Bloco "D", Sala 340-B, Brasília/DF
Abs, Telmo.

De: lista-do-agronegocio-1
Enviada em: domingo, 16 de abril de 2006 01:28
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: Re: [BioCom] RES: A química clássica e a indústria oleoquímica
Fendel,
É claro que sempre usei OVN desde 1978 (caracterização em laboratórios do INT) em bancada 1979 e em ônibus em 1980.
Com a parati usei OVN de dendê de 1984 a 1986, porém uma vez, usei (1litro) de cacaudiesel (manteiga de cacau-sólida, transesterificada com etanol).
Em 1995 demonstrei na CEPLAC e na UESC o dendê pastoso em um motor Elsbett.
Porém na minha última palestra, em novembro na Feisucro, e digo agora para você que sempre defini o biodiesel como " produtos da biomassa capazes de substituir o óleo diesel"; diferente da dos americanos que definem como transesterificados com Metanol.
Quanto à Revista Biodiesel, não acredito que eles retifiquem mas vou tentar.
Eu acompanhei a história do motor Elko (Elsbett na ocasião) é da minha época.
Abraços, Hernani

----- Original Message -----
From: thomas@fendel.com.br
To: biocom@grupos.com.br
Sent: Saturday, April 15, 2006 7:57 PM
Subject: [BioCom] RES: A química clássica e a indústria oleoquímica
Meu caro avô Hernani
Afinal, vc rodou na Parati com Dendiesel? Biodiesel ou OVN?
Dendiesel é biodiesel de dendê? Era metílico?
E quantos km com cada?
Caso vc rodou com óleos vegetais, daria para solicitar uma retificação da revista...
Vc acompanhou a estória do motor ELKO? É de tua época?
Bioabraços Fendel

-----Mensagem original-----
De: Telmo Heinen
Enviada em: sábado, 15 de abril de 2006 19:18
Para: Hernani Lopes de Sà Filho
Assunto: Re: A química clássica e a indústria oleoquímica
Caro Hernani,
para nós, que estamos na internet, estas Revistas quando saem, parecem trazer matérias muito antigas.
Entretanto, é impressionante como se encontra pessoas aqui e acolá, que mostram este tipo de Revista ou este tipo de matérias para a Gente, como se fosse a maior novidade...
Seremos nós péssimos comunicadores?
Telmo.

-----Mensagem Original-----
De: Hernani Lopes de Sà Filho
Para: Thomas Fendel ; Fendel tecnologia
CcEnviada em: sábado, 15 de abril de 2006 17:56
Assunto: A química clássica e a indústria oleoquímica
Fendel e demais companheiros.
O que acham?
’USO DO BIODIESEL VAI SUPERAR O DO ÁLCOOL’
http://www.revistabiodiesel.com.br
De acordo com o pesquisador brasileiro Expedito Parente, em entrevista concedida à Revista Biodiesel, o setor de biodiesel será dez vezes maior do que é hoje o setor de álcool combustível. O cientista, criador do biodiesel, recebeu, no final do ano passado, um prêmio de mérito científico concedido pela ONU.
Produzido a partir da mistura de óleo vegetal comum com álcool, através de uma reação química conhecida como transesterificação, o biodiesel possui propriedades semelhantes ao diesel de petróleo, podendo abastecer todos os motores que o utilizam sem modificações ou adaptações. Sua queima não contém agentes agressivos à camada de ozônio, o que o torna ecologicamente correto, ainda mais que é renovável.
De acordo com a legislação brasileira, somente 2% de biodiesel pode ser adicionado ao diesel comum para o abastecimento nos postos de combustíveis. Apesar de ainda ser opcional, essa mistura será obrigatória a partir de 2008. Por isso, a indústria de óleos vegetais e o setor sucroalcooleiro já se preparam para grandes investimentos nesta área (Udop, Correio do Povo, 9/2/06). Companheiros, Podem clicar em:
http://www.revistabiodiesel.com.br/materias.php?cdm=5
Após minha palestra no congresso internacional de biodiesel da Feisucro no Anhebi em novembro, além de outras entrevistas, foi publicada essa, pela Revista BIODIESEL, que recomendo o acesso, para quem quiser se aprofundar no tema.
Minha entrevista versou mais sobre biocombustíveis inclusive OVN (não comentados pelo óbvio).
Tem uma referência que saiu com 10 anos de atrazo.
Os trabalhos foram realizados em 1978 e não 1988; com diz a revista.
e/ou Abraços. Hernani Sá. (Um avô dos biocombustíveis)

De: Cassio Camilotti
Enviada em: sexta-feira, 14 de abril de 2006 13:10
Para: Fendel Thomas Fendel
Assunto: ANP
Veja só o desespero do parasita fóssil de Mato Grosso pedidndo ao governo que impeça os agricultores de se beneficiar do óleo de soja como combustivel.
Como se ensina no livro arte da guerra, "conhece a ti e a teu inimigo, e não deverás temer o resultado de qualquer batalha".
Dá uma espiadinha nos passos que nossos inimigos pretendem tomar,
http://www.revistacombustiveis.com.br/edicao35/combustiveis03.htm

De: gfischer.joi
Enviada em: segunda-feira, 17 de abril de 2006 10:32
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: [BioCom] mais uma enganação - quem do governo estará tirando vantagem ?
MAIS CLAREZA NA ESCOLHA DAS CIDADES QUE RECEBERÃO ÓLEO DIESEL COM MENOS ENXOFRE
O Conselho Nacional do Meio Ambiente, - Conama, aprovou dia 12, a resolução que define com clareza os critérios da definição de quais as cidades que devem receber óleo diesel com baixo teor de enxofre, que polui menos o ar. “É um avanço importante na redução da poluição atmosférica”, disse o diretor do Conama, Nilo Diniz. A nova resolução define uma fórmula para o cálculo da qualidade do ar de uma cidade, levando em conta o monitoramento feito nos últimos três anos da concentração de partículas inaláveis e de fumaça. A partir dessa fórmula, o Ministério do Meio Ambiente vai definir uma lista de centros urbanos onde a poluição é mais agressiva. A Agência Nacional de Petróleo deverá distribuir o óleo que polui menos para as cidades que constam nessa lista. Existem três tipos de óleo diesel metropolitano atualmente. Um deles tem 3.500 ppm (parte por milhão) de enxofre e já está saíndo do mercado. Outro tem 2.500 ppm e um terceiro tipo, mais recente, tem 500 ppm. A redução do enxofre no óleo diesel é resultado de investimentos feitos pela Petrobras. O impasse consistia em decidir quais cidades deveriam receber o produto com menos enxofre e, portanto, menos poluente, já que todas têm interesse e as regras para distribuição não eram claras. Desde 2002, o assunto é discutido dentro do conselho. A nova decisão deve influenciar o Programa de Controle de Poluição de Ar por Veículos Automotores (Proconve) do Ibama. Da década de 80, quando o programa foi lançado, até agora, foram reduzidos em até 98% os índices de emissão de monóxido de carbono (CO), hidrocarbonetos (HC), óxidos de nitrogênio (Nox) e aldeídos (COH) por veículos leves. Por Marluza Mattos, da Ascom – MMA.
De: ECOLOGIA EM AÇÃO

Enviada em: sábado, 15 de abril de 2006 19:29
Assunto: BRASIL – POTÊNCIA BIOENERGÉTICA GLOBAL - PROMESSA OU DESASTRE?
Gert Roland Fischer – CREA-SC 1288-4 (*)
Temos um sol brilhando generosa e permanentemente; temos uma boa distribuição pluviométrica, aliada a um vasto território brasileiro disponibilizando milhões de hectares ainda não ocupados e outros tantos já prontos para cultivos de plantas oleaginosas e outras tantas produtoras de álcool gerado pela fermentação de seus extratos como é o caso da cana-de- açúcar, e desta forma somos hoje vistos de fora, como uma potência energética alternativa e sustentável emergente e talvez em pouco tempo, poderosa.
Olhando as guerras que começaram pela escassez de petróleo, passamos de um povo desconhecido e ignorado, para nos tornarmos, depois de citados por Busch, como um país detentor da melhor matriz bioenergética de todos os tempos. Busch chamou a atenção dos povos ricos, transformando-nos - em segundos - de desconhecidos sul-americanos, em moradores de uma nação que é toda de energia solar e desta forma passamos a ser cobiçados por nações mais poderosas e que não dispõe duma matriz energética sustentável permanente como poderá ser a brasileira.
O sol movimenta as águas, evaporando-as e transformando-as em nuvens que enchem nossas represas geradoras de mais de 80% de toda a energia elétrica gerada no país.
O sol faz crescer as plantas e pelo processo clorofiliano transforma esta energia em celulose, açucares, amidos e óleos vegetais. Esse crescimento vertiginoso das plantas, acontece ajudado pela poluição atmosférica oriunda dos hidrocarbonetos contidos no petróleo e queimado nas mais diferentes formas para gerar energia suja.
A Matriz bioenergética brasileira poderá ser generosa, sustentável, renovável e socioambiental perfeita, garantindo milhões de empregos, gerando gigantesca renda interna e trazendo qualidade de vida e paz social para todas as camadas sociais até agora, privilégio de algumas poucas.
Promessa ou Desgraça?
Esse desenho matricial - que poderá ser realidade à curto prazo, poderá ser também a nossa desgraça. Pressente-se que a grande desgraça está sendo montada há algum tempo e nossas autoridades - se o sabem, ainda não deram o devido alerta ao povo brasileiro.
Não seria essa desgraça uma potente escravização de todo o povo brasileiro? Poderá ser uma escravatura bem mais cruel do que a que o povo brasileiro está sendo submetido pelos altos impostos, altos juros e corrupção que cresce geometricamente?
Analisemos a gigantesca área plantada com Cana-de-açúcar, soja, girassol, milho, dendê, mamona, entre outras oleaginosas. Todas essas culturas e seus sub-produtos são “commodities” energéticas negociáveis em bolsa de valores que estão longe do controle do Estado Brasileiro. O preço do álcool subiu 35% neste ano de 2006. O Estado Brasileiro não teve como controlar esses preços, menos ainda a exportação do álcool para paises que estão mudando sua matriz energética no hemisfério Norte.
Analisemos quem são os produtores da soja: Bunge, Cargil, entre uns outros poucos que detém o controle - não só da produção do óleo combustível, mas também do transporte e exportação.
Analisemos as usinas produtoras de álcool - ainda de capital brasileiro e que possam em segundos serem compradas - às dúzias, pelo capital canibal internacional. Lembremo-nos de que este já tem sido o tema de discussões no Brasil recentemente.
Portanto será o capital transnacional sem pátria, que já detém em suas mãos as patentes dos vegetais produtores do óleo combustível-do-amanhã-muito-próximo. Os novos donos do poder mundial estão chegando com os bio-combustiveis. Não se falará mais em petrodólares, mas em biodólares.
Qual o controle que o povo brasileiro terá sobre essa transferência de poder e de dono?
Que nível estratégico de negociação deverá apresentar o Estado Brasileiro para que gigantescas negociatas não possam ser arquitetadas nos bastidores em prejuízo do povo desta nação tão espoliada?
Que nível de especialidade poderá ter aquela imprensa brasileira que fica sempre do outro lado do povo brasileiro, para identificar e investigar esses movimentos de capital energético internacional?
Dia desses, leu-se na imprensa virtual, sobre uma compra de milhões de hectares de terras amazônicas feitas por um abastado e poderoso empreendedor do hemisfério norte. A justificativa prendia-se a preservação da área para evitar a sua destruição. O quanto de informação confiável teve o povo brasileiro sobre essa transação e se realmente ocorreu?
Quem comprou e quem vendeu?
Para que o povo brasileiro não se torne um escravo do capital bioenergético sem pátria, é importante e urgente que o Congresso Nacional – já com anos de atraso, possa preparar instrumentos e ferramentas indispensáveis para a proteção da nossa cidadania e da soberania nacional.
(*) Gert Roland Fischer é engenheiro agrônomo, auditor ambiental
e ativista ambiental.
Gert Roland Fischer – CREA-SC 1288-4 (*)

Enviada em: quinta-feira, 13 de abril de 2006 07:51
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: Evento de Tecnologias de Energia do Futuro, em Curitiba
Evento de Tecnologias de Energia do Futuro, em Curitiba, promete sacudir especialistas sobre energia do Brasil e de fora do país.
11 de Abril de 2005.
Entre os dias 7 e 9 de Maio, Curitiba será sede de um encontro de grandes especialistas em energia do país - STEF - Seminário de Tecnologias Energéticas do Futuro - , que realizarão palestras e mesas de debates para discutir tecnologias de energia do presente e do futuro, e buscar soluções estratégicas para o país e o mundo.
Estarão presentes nomes como Albert Sobey, Maurício T. Tomasquim , Ildo Sauer , Ernst Schrimpff, Hans Gerhard Schorer , Peter Heck, Francisco Luiz Sibut Gomide, Maurício Cantão, dentre outros nomes importantes envolvidos com assuntos como biomassa, biodiesel, energia solar, eólica, nuclear e hidrogênio.
O evento também contará com a participação do engenheiro Emilio Hoffmann Gomes Neto, diretor da Brasil H2, e que será palestrante sobre células a combustível e hidrogênio.
Objetivos e Apresentação
Discutir os desafios energéticos globais e propor alternativas de uma nova matriz energética compatível com a realidade
latino-americana.
Estamos num período de decisões estratégicas na história da humanidade, qual seja, buscar soluções energéticas que possam substituir o petróleo e o gás natural com a mesma eficiência e abrangência. O esgotamento destes energéticos, cujos primeiros sintomas já estão sendo observados, provocará mudanças radicais na sociedade contemporânea. A bem da verdade, necessita-se de novas soluções que sejam eficazes tanto local quanto globalmente e que apresentem flexibilidade e coerência. É premente uma reorientação dos planos internacionais de energia que busquem racionalidade e sustentabilidade. Assim, deve-se considerar: no curto prazo o aumento da eficiência energética; no médio, o estabelecimento de transição harmoniosa para nova matriz; e, no longo prazo, a adoção de soluções limpas próprias para cada região do Planeta que possibilitem o atendimento das demandas atuais e as das gerações futuras.
Realização e Patrocinadores
O Seminário de Tecnologias Energéticas do Futuro - STEF - é uma realização da Copel, FIEP, IBQP, Lactec, IPD e Governo do Estado do Paraná.
Os patrocinadores são a Itaipu, a Eletrobrás e a Compagás.
Para maiores informações, entre no site:
www.stef.com.br

De: Bruno Fade
Enviada em: quarta-feira, 12 de abril de 2006 22:28
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: óleo vegetal
Caro Fendel!!
como vai??? bem, trago uma notícia publicada no site da tecpar sobre óleo vegetal...
http://www.tecpar.br/noticias.php?id=328
achei interessante que soubesse!
um grande abraço
Bruno Cesar Fade - Arquiteto

De: lfbravin
Enviada em: quinta-feira, 13 de abril de 2006 01:23
Para: biocom@grupos.com.br
Cc: Bioenergia; Floresta
Assunto: [BioCom] Re: Jornal BIOCOM 2
Meu estimado amigo Fendel,
A palestra pode ficar para Maio sim, vou verificar a melhor data e te envio um e-mail para vc me informar se sua agenda permite.
Os kits estão funcionando muito bem, essa semana rodamos mais 1.000 km com os ônibus e a marca de consumo melhorou um pouco ( 3,1 Km/L com meu kit e 3,4 Km/L com o seu kit, no Diesel o consumo estava em torno de 3,7 Km/L ), no próximo mês vou iniciar ( espero q já contando com o auxilio da Mercedes ou Scania ) os testes com um caminhão movido a óleo vegetal e utilizando óleo de mamona com alguns poucos aditivos como óleo lubrificante.
Ainda nesse mês termino a instalação um DGPS, um medidor de vazão de combustivel e ainda uma sonda para análise dos gases do escape, é apenas uma forma de comprovar e medir de forma mais exata nossos resultados.
Qto ao veículo golf a diesel, existe a possibilidade de comprar algum desse aqui no Brasil?
um grande abraço,
Prof. Dr. Luís Fernando Nicolosi Bravin
Coordenador dos Cursos de Logística e Informática
FATEC - Centro Paula Souza
www.centropaulasouza.com.br
www.fatecbt.edu.br

De: egfbeauc
Enviada em: terça-feira, 11 de abril de 2006 09:11
Para: biocom@grupos.com.br
Cc: Floresta; Bioenergia
Assunto: [BioCom] Re: [Bioenergia-l] Jornal BIOCOM 2
Meu caro Fendel e colegas
Ouso arriscar e AFIRMAR que para alguém ter este custo de produção de álcool (menos de R$0,40) é preciso que existam condições MUITO particulares, não esteja incluído o custo agrícola e muito menos T.I.R. Acredite que estudo
isso a bastante tempo pra saber a ordem de grandeza, sejam pequenos ou grandes produtores. Caso ainda tenham dúvidas, lembrem-se que mesmo com custo reais próximos ao dobro do que esta colocado, existem condições de
mercado conjunturais, tanto para os insumos quanto para os produtos, e julgar só nas "vacas gordas" não parece justo. E ainda assim, esse custo duas vezes maior que o citado é o MENOR DO MUNDO! Interessante isso não?
Nossos mais próximos concorrentes não conseguem produzir etanol ou metanol a menos de R$1,20 / L. Eu disse, repito e provo, NO MUNDO!!!! Então por questões de profissionalismo e compromisso com a verdade, é interessante uma certa cautela no uso desta premissa para justificar alguma política agrícola. Mas não sou contra as pequenas agroindústrias, muito pelo contrário, sou extremamente favorável a elas e estamos montando uma aqui, na ESALQ (USP), com uma área de cana de 10 ha, para produção da nossa "famosa" pinga! Conheço ainda outros projetos e equipamentos (principalmente cubanos e colombianos) apropriados a pequenas propriedades para produção de etanol e rapadura (uma excelente alternativa ao pequeno produtor), mas o que não podemos é deturpar em nome de um dado MUITO particular, generalizando para todas as condições, ainda mais num país como o Brasil, extremamente
diversificado quando se fala em ambientes de produção e mercado.
Mas tudo isso é insignificante perto da interferência da Petrobrás quando o álcool produzido deixa de ser um "produto agrícola" e passa a ser um "combustível". Isso sim inviabiliza a produção e podemos discutir isso (e o resto também, porque não?) nas próximas ocasiões.
Cordiais saudações
Prof. Dr. Edgar G. F. de Beauclair
Engenheiro Agrônomo
Depto. de Produção Vegetal
ESALQ / USP

De: Telmo
Enviada em: terça-feira, 11 de abril de 2006 20:36
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: Re: [BioCom] Re: [Bioenergia-l] Jornal BIOCOM 2
Professor,
ótimas as suas considerações. Ignore o "Mas" abaixo. É uma interjeição disfarçada.
Sempre fui informado que a cana-de-açúcar produz ao redor de 85 litros de álcool por t e não 150...
A amortização industrial, no caso do milho, dá para desconsiderar uma vez que é um produto armazenável - a cana sim, tem que ser processada logo após o corte que não pode ser postergado indefinidamente.
Evidentemente que hávalor para os resíduos da cana... eu só questionei a multiplicação (4 X mais caro o álcool de milho) A t de milho vale entre 85 e 95 dólares nos EUA.
Quem sou eu para desmenti-lo, se vivenciou por lá...
Quando a gente diz "eles vão produzir mais álcool do que nós", tem um tom pejorativo nisso.
E, o site http://www.cote.com.br/BR/ do Sr. Brito, já visitou? (Óleos Vegetais)
Quanto ao Fendel, tem que lhe dar um desconto - é que ele já está "rouco" de gritar e não ser ouvido! Por isto se dá ao direito de responder com as vozes da rua... Ele demorou a entender que em política tudo tem uma lógica contrária, afinal, para que fazer fácil se dá para complicar?
Hoje comentava-se que o Conselhode ética da Câmara dos Deputados, teve o "decoro" transformado em "decorativo"...
Telmo.
Próxima discussão da nossa parte, em mensagem nova.

De: egfbeauc
Para: biocom@grupos.com.br
Enviada em: terça-feira, 11 de abril de 2006 17:55
Assunto: Re: [BioCom] Re: [Bioenergia-l] Jornal BIOCOM 2
Prezado Telmo
Vou usar sua msg para facilitar o debate, minhas observações estão em preto.
Mas Professor Dr. Edgar!
1) A gasolina é exportada sem os impostos, aliás como todas as demais mercadorias. Fui em quem postou os dados da Balança comercial de Março. O Fendel interpretou equivocadamente - não obstante, a gasolina é uma comoditie e tem seu preço cotado em Bolsa;
Pois é Telmo, foi exatamente isso que eu disse, ou seja, não importa que o preço aqui seja maior, pois o que vai determinar o preço de exportação é o mercado e suas cotações, gostemos ou não. Claro, quem tiver 10 milhões de dólares pode ir pro espaço (literalmente falando....) ;-)) Não é pessoal nem quero parecer ofensivo, só uma brincadeirinha pra descontrair...
A questão dos impostos é muito particular para cada produto. Alguns sofrem taxação na produção, e/ou comercialização, importação, etc e tal, e no caso dos combustíveis existem impostos federais, estaduais e municipais, todo mundo botando a mão na "combuquinha". Aliás, quando p preço do álcool passou de R$2,00 / L ao consumidor, muito pouco foi dito a este respeito, e quase nunca o preço pago ao produtor (R$1,20/L) chegava ao conhecimento do grande público.
2) Hidrelétricas... não comentarei.
OK. O assunto é polêmico demais e com muito pouca informação disponível, especialmente a questão das usinas nucleares.
3) A discussão sobre o álcool surgiu porque num Seminário alguém sugeriu que todo álcool fosse anidro. Besteira de quem não conhece o assunto já que é altamente higroscópico. Nada contra a mistura do anidro na gasolina. A Conclusão do Fendel refere-se ao consumo nos motores exclusivamente à álcool - onde, se tivesse que ser anidro, o custo seria maior do que o benefício!
Estamos de pleno acordo. Ainda não entendi o "Mas" inicial, e não precisa usar o Dr.
4) Álcool nos EUA -inúmeras notícias dão conta que produzirão cerca de 18 bilhões de litros em 2006, portanto superior à quantidade brasileira. Onde o Sr. acha que estes caras da FNP vão pesquisar os dados? Por sinal, esta Empresa desfruta de muito pouco crédito junto aos demais consultores do agronegócio! Além disto, não sei se o custo é 4 vezes maior... Eles produzem mais de 400 litros de álcool por t de milho cuja produtividade média está acima de 9.000 kg/ha (Dizem que na média são 4.000 litros/ha) e, ainda tem o resíduo para vender ao passo que a cana, com seus 6 mil litros/ha deixa demais resíduos de pouco valor....
Bem, agora vc esta falando de ESTIMATIVA. Este ano nós produzimos mais álcool que os EUA, sugeri o Agrianual (que discordo sobre a qualidade que vc diz ser baixa) mas pode ser via internet (odeio isso) nos sites das Câmaras de Comércio, USDA (~safras) e nas cotações do álcool. Eu trabalhei lá e medi os custos de produção. Com cana o preço da tonelada (agrícola) é de US$36,00 !!!! O período de safra tanto de cana como de cereais é de 3 a 5 meses no máximo (período da colheita e processamento), devendo toda a amortização industrial ser distribuida para o resto do ano. Nossa safra é de 8 a 9 meses, nossa matéria prima, a cana tem custo de processamento menor. A cana produz em média em SP mais de 80 t/ha, com rendimento de cerca de 150 L/t (em 2 dias no máximo de processamento, que com milho passa de 7), temos 80 t/ha x 150 L/t = 12000 L / ha em média, com relativa facilidade e pacotes tecnológicos bastante conservadores e tradicionais, contra 400 L/t x 9 t/ha = 3600 L/ha, ou seja 3,3 vezes MENOS álcool por hectare, numa safra CONCENTRADA (razões climáticas), onde primeiro é necessário desfazer o amido em monossacarídeos para depois iniciar a fermentação alcoólica.
As nossas estimativas das unidades produtoras ainda nos permitem afirmar que não será neste ano que seremos ultrapassados pelos americanos na produção de álcool. Como eu brinco com os alunos, somos os primeiros em duas coisas, cana e futebol, mas se der moleza a turma nos supera, tanto na cana (e álcool) como no futebol...
Quanto aos resíduos acho que precisamos nos informar melhor. A vinhaça é rica em K, nutriente que importamos mais de 80% do consumo nacional, rica em M.O., excelente condicionador de solos, reduz os custos de produção e aumenta a produtividade. O bagaço tem o preço superior a da tonelada de cana pois é queimado em caldeiras industriais, e se usado na própria usina, gera energia elétrica (e renda ao produtor) suficiente para manter o município de SP durante todo inverno, industrias no meio, a um custo inferior aos cobrados pelas distribuidoras (isso não tem valor?).... A palha que fica no campo pode ser tb processada na geração de energia ou se vc quiser ter os mesmos rendimentos e custos americanos, ela tb pode ser usada e fermentada na produção de etanol, mas tecnicamente falando isso é bobagem. Ela é melhor conservando a água no solo, reciclando nutrientes e reduzindo erosão. Tem ainda os resíduos Torta de filtro, usada na adubação e compostagem, o furfurol, usado na indústria de cosméticos, vários subprodutos de interesse regional (melaço por ex. na produção de glutamato de sódio, glicose, etc.), uso do bagaço tb na fabricação de papel e celulose...acho que já me alonguei demais.
5) Se o Sr. não quiser que apareça o sinal > (Recuo da mensagem na resposta), vá no seu Outlook - Ferramentas - Opções - Envio - Configurações e desmarque a opção de recuo...
Obrigado pela dica companheiro. Gosto de dizer que uma das grandes vantagens da internet é poder manter o respeito sem o "cerimonial" inerente a outras formas de comunicação. Assim, agradeço a atenção com o tratamento que me foi dado, mas espero continuar discutindo de forma bastante descontraída e informal. Gostaria ainda de dizer que não pretendo com esta participação polemizar com o Fendel. Admiro bastante a sua atuação para fazer disso algo desagradável. Espero sim que possamos continuar a trocar opiniões e pontos de vista, e o fato de discordar de alguns pontos não nos coloca em posições antagônicas, nem contigo! Mais uma vez obrigado pelas observações.
saudações
atenciosamente,
Telmo Heinen - Formosa (GO)
mudou... O BRASIL hoje é um País de MUITOS T O L O S

De: egfbeauc
Para: biocom@grupos.com.br
Cc: Floresta ; Bioenergia
Enviada em: terça-feira, 11 de abril de 2006 12:13
Assunto: [BioCom] Re: [Bioenergia-l] Jornal BIOCOM 2
Prezados colegas, prezado Fendel
Acompanho faz tempo suas participações e admiro sua combatividade e ativismo, mas como na maioria das vezes e dos assuntos a discussão tem apenas variações de pontos de vista eu acabo me abstendo das discussões por
comodismo, não querer criar conflitos e coisas do gênero. Porém, com atuação no setor de cana a cerca de 30 anos, tendo trabalhado no CTC, em Usinas, como pesquisador no USDA e atualmente na USP/ESALQ, acho que esta na hora de "sair da moita" e me expor um pouco com outras informações e pontos de vista.
Então vamos lá: Visitei o site do Sr. Sérgio e realmente, o projeto parece bom mas FALTAM muitos componentes de custo. Tenho dúvidas inclusive quanto a metodologia. Porque não usar valor presente? Até em Excel se faz o cálculo e
pode-se perfeitamente "vender" a terra ao final do tempo de estudo, mas não é justo fingir que tem custo zero.
A questão do preço da gasolina no mercado externo ser menor do que o praticado aqui é realmente injusto, mas são coisas de mercado. Nosso custo de extração é maior e temos que financiar (!?) a Petrobrás para que ela possa pagar verbas de publicidade para dudas mendonças e coisas do tipo. Mas falando sério, comoditie (e gasolina é uma) tem seus preços internacionais regulados em bolsa e podemos dizer que o "buraco é mais embaixo".
O uso do etanol hidratado misturado na gasolina só teve tecnologicamente falando solução recentemente com os motores flex. A água é um problema sim, não só de corrosão como existia um acúmulo nas câmaras de explosão
diminuindo o volume de compressão e a eficiência (que já é relativamente baixa) dos motores à explosão. o uso do anidro na gasolina PREVINE o uso de outros aditivos (chumbo p.ex.) para melhorar a queima (octanagem) do
combustível melhorando seu rendimento (dos carros). Assim, o uso de álcool anidro misturado à gasolina traz como principal benefício uma ENORME redução da poluição causada pela combustão da gasolina produzida com outros aditivos necessários ao seu uso. Os benefícios são de TODA sociedade.
A questão da eletricidade então é realmente uma vergonha. as distribuidoras fazem de tudo para impedir que as usinas do Estado de São Paulo sejam fornecedoras de energia na safra da cana, inverno e "entressafra" das chuvas. As hidrelétricas trazem SIM um ENORME DANO AMBIENTAL e só quem nunca viu uma represa sendo feita poderá afirmar o contrário. Sem considerar o número de espécies perdidas, se ficarmos apenas nos danos pedológicos, nem
100 usinas atômicas (se não explodirem é claro) podem causar o mesmo dano.
Mas a questão da comercialização de energia permanece sendo POLÍTICO, falta de empenho e regulamentação do governo, onde os interesses são sempre das geradoras e distribuidoras, afinal, Furnas não colabora no mensalão?
Quanto a política da Bolívia, vamos ver se os fatos e ações serão os mesmos do discurso. Aqui nós já temos a nossa lição com o Lula... E quem conhece a região de Santa Cruz na Bolívia sabe que são outras condições, bem diferentes das nossas e não dá pra traçar um paralelo.
Os EUA não produzem mais álcool que o Brasil. Eles são o SEGUNDO produtor mundial. o álcool a partir de amido e celulose terá que sofrer um processo a mais que a fermentação de sacarose (e glicose e frutose), ou seja, é preciso
ANTES quebrar a cadeia de polissacarídeos (amido ou celulose) em monossacarídeos ou dissacarídeos, para poderem então passarem pela fermentação alcoólica. Este processo ENCARECE o produto, razão principal do custo de produção dos EUA ser 4 vezes o nosso, apenas na parte industrial.
Na parte agrícola o custo também é 4 vezes maior porque a matéria prima utilizada por eles é o milho e a nossa é cana, muito mais eficiente na conversão de energia luminosa em química, apenas para ficar neste aspecto, mas existem muitos outros. Bem, já me alonguei bastante, e quase sempre "contestando" algumas informações. Não desejo de forma alguma criar uma polêmica, mas tentar evitar que informações imprecisas prejudiquem no futuro os resultados do
ativismo político tão importante na juventude e fundamental na construção da sociedade.
Cordiais saudações
P.s. Caso alguém deseje a fonte de alguns dados (p.ex. da produção brasileira e americana de álcool - FNP - agrianual 2005), posso enviar a fonte. Quase NADA na internet, onde qq um pode alterar TODA uma edição de um trabalho, mas nos LIVROS, estes sim, o grande tesouro que nenhum governo conseguiu impedir, nem mesmo com as queimas (Hitler, Stalin, generais brasileiros e latino americanos em geral, etc.)
Mais uma vez, cordiais saudações a todos e uma boa páscoa!
Prof. Dr. Edgar G. F. de Beauclair
Engenheiro Agrônomo
Depto. de Produção Vegetal
ESALQ / USP

De: Telmo Heinen
Enviada em: segunda-feira, 10 de abril de 2006 23:17
Para: Thomas Renatus Fendel
Assunto: R$ 25 milhões na geração de energia e silica industrial e Rigotto cria comitê da cadeia produtiva de arroz
Fendel, além da energia proveniente, o projeto visa a recuperação da sílica contida na casca de arroz através a queima controlada, projeto da Universidade de Sáo Carlos-SP para a construção de Placas Solares (Fotovoltaicas)
De: rogerio wallau

Para: rogerio wallau
Enviada em: segunda-feira, 10 de abril de 2006 21:11
Assunto: Empresa investe R$ 25 milhões na geração de energia e silica industrial e Rigotto cria comitê da cadeia produtiva de arroz
Nº 0269 de Segunda-feira, 10 de Abril de 2006 - Porto Alegre - RS - Brasil
Editado pela Assessoria de Comunicação Social do Governo do Rio Grande do Sul
Destaque do Dia
O governador Germano Rigotto e o diretor da empresa Geradora de Energia Elétrica Alegrete (GEEA), Onélio Pilecco, assinaram, nesta segunda-feira (10), protocolo de intenções para a implantação, em Alegrete, de central termelétrica que vai gerar energia a partir de resíduos de arroz. Vinculada à empresa Pilecco, a GEEA investe R$ 25 milhões, R$ 18,6 milhões financiados pela CaixaRS, na implantação da termelétrica de 4 megawatts (MW), que pode chegar a 75 megawatts que utiliza 37.620 toneladas/ano de resíduos de biomassa para gerar 36.640 MWh/ano de eletricidade, e de uma unidade industrial para produção de sílica a partir da casca de arroz. O projeto prevê a produção de 13 mil toneladas/ano de sílica a partir do beneficiamento de 180 toneladas/dia de casca de arroz. Também nesta segunda-feira, o governador assinou decreto criando o Comitê Gestor dos Arranjos Prod utivos do Arroz do Estado do Rio Grande do Sul (AP/Arroz-RS), cuja meta é a expansão da cadeia produtiva, com investimentos na diferenciação e na diversificação do cultivo de derivados do cereal. Leia mais na Agência de Notícias do Estado.

De: Guilherme Floriani
Enviada em: quarta-feira, 12 de abril de 2006 08:55
Para: Bioenergia; floresta-l
Assunto: [Bioenergia-l] atpf
Siderúrgicas já operam com metade da capacidade e correm risco de não cumprir compromissos internacionais
Na mesma semana em que a Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) anunciou que pretende aumentar em 24,6% o preço do minério de ferro, a principal indústria do estado sofre com a escassez de outro insumo fundamental: o carvão vegetal.
A principal indústria do estado do Maranhão, a siderurgia de ferro-gusa, está novamente ameaçada de paralisar suas atividades. Desta vez, além dos problemas recorrentes do setor (alto custo de insumos e impostos, queda crescente do dólar, entre outros), as siderúrgicas maranhenses já estão operando com apenas 50% de sua capacidade por causa da escassez de um dos seus principais insumos: o carvão vegetal.
A falta do produto, entretanto, nada tem a ver com a produção das carvoarias maranhenses e do estado vizinho, Pará, que fornecem para as indústrias locais. O problema é que o carvão, depois de produzido, está sendo impedido de chegar aos pátios das siderúrgicas. Tudo por causa de um documento, a Autorização para Transporte de Produtos Florestais (ATPF’s), que desde o dia 13 de março não é emitida, devido a uma determinação interna da Gerente Executiva do Ibama/MA, Marluze Pastor.
A decisão do órgão foi comunicada em uma Circular de apenas 1 parágrafo, onde a gerente executiva transfere para a Divisão Técnica e para o seu Gabinete as decisões sobre a emissão do documento. Antes, essa atribuição cabia aos setores SISMAD (Sistema de Controle de Matéria-Prima) e SISPROF (Sistema de Controle da Origem de Produtos Florestais), dentro do próprio Ibama.
Paralelamente, o Ibama está promovendo ações de fiscalização nas imediações das siderúrgicas maranhenses, exigindo o documento - que não é mais emitido pelo órgão desde o dia 13 de março, intimidando e multando os transportadores.
Na verdade, a ATPF é o documento que autoriza o transporte do produto florestal que foi produzido com autorização do próprio Ibama. "É incoerente o Ibama autorizar um projeto florestal e depois impedir que o produto desse projeto seja transportado", explica o diretor do Sindicato das Indústrias de Ferro Gusa do Estado do Maranhão (Sifema), Cláudio Azevedo.
Segundo o presidente da entidade, Ricardo Nascimento, a decisão do Ibama já está trazendo sérias conseqüências ao setor. "Desde que foi suspensa a emissão de ATPF’s já reduzimos nossa produção pela metade e corremos um risco eminente de não conseguirmos cumprir compromissos que assumimos com empresas internacionais", lamenta Nascimento.
As empresas siderúrgicas maranhenses exportam 90% de sua produção para mercados internacionais, entre eles EUA, Japão, China, Taiwan, Coréia, Itália, Espanha e Alemanha.
Antes da decisão da suspensão, as siderúrgicas já enfrentavam problemas com o Ibama local para conseguir a liberação do transporte do carvão vegetal para seus pátios de produção. "O setor siderúrgico já acumula mais de 3.300 solicitações de ATPF’s ao Ibama que nunca foram atendidas. Algumas já remontam há mais de um ano sem retorno", denuncia o diretor do Sifema, Cláudio Azevedo.
O diretor alerta ainda que, com a ocorrência de chuvas e o aumento da umidade, as empresas ainda correm o risco de terem estragados os estoques de carvão vegetal que já foram comprados mas ainda estão aguardando liberação para serem chegarem aos fornos de produção.
BR-222 interditada novamente - Outro agravante para a produção e escoamento das indústrias siderúrgicas é o estado crítico em que se encontra a BR-222, sobretudo no trecho mais próximo ao Distrito Industrial de Pequiá, em Açailândia, no sul do Maranhão, justamente onde está localizado o maior pólo siderúrgico do estado.
"É um absurdo! Esse problema nunca é resolvido e piora ainda mais cada vez que chove. Já existe uma fila de quase mil caminhões parados por causa da situação da estrada, esperando para seguir viagem", conta Ricardo Nascimento.
O presidente do Sifema declarou que já comunicou os problemas que o setor vem enfrentando ao governador do Estado, José Reinaldo Tavares, na última terça-feira, 04. Agora, as indústrias aguardam um posicionamento do chefe do executivo.

Jornal BIOCOM 4

Meu caro Professor aposentado Darcy

Uma vez Professor... sempre Professor.
Aguardamos teus comentários e experiências em óleos vegetais.
Por favor, aqui, no jornal BIOCOM, é o espaço para esta estória e debate.
Conte-nos com detalhes o que vc vivenciou em 1945 no Instituto de Óleos na área da UFRRJ (Rural, km.47).
Conte com os nossos aficcionados para te incentivar em teus desejos de finalmente andar e gerar energia com óleos vegetais.
O motor de tua Saveiro é ideal para os óleos vegetais, pois é de injeção indireta, com compressão e temperatura maiores, e portanto, necessita de apenas 1/3 de kit, ou seja, uma bomba para facilitar a filtragem, para empurrar o óleo.
Neste caso, também te aconselho a misturar 7% de álcool de posto ao óleo, para deixá-lo mais fininho, e assim não prejudicar a bomba injetora, já que vc não vai precisar aquecer o óleo vegetal, como num kit para motores de injeção direta.

Meu caro Paulo Cesar (também Professor?)

Muito bom o rendimento de 40% em base seca do teu processo de carvoejamento.
Gostaria de saber se vc utiliza a combustão dos gases não condensáveis para aquecer indiretamente a biomassa e efetuar a pirólise, ou se vc usa para tal, parte da própria lenha?
O que eu defendo é melhorar este processo, é utilizar parte destes 60% desperdiçados, condensando o alcatrão e ácido pirolenhoso, e utilizando os gases não condensáveis para aquecer o forno "ao lado", efetuando a secagem e a pirólise.
E embora esbarramos na questão dos preços e custos, necessitamos "urgente" ser ecologicamente corretos, o que tem seus custos e seus benefícios, que ainda não são mensurados, e nem considerados, mas precisamos caminhar neste sentido.

Meu caro Professor Edgar

Obrigado pela consideração e dedicação em comentar o jornal BIOCOM.
As mesmas qualidades que vc vê nas grandes usinas de álcool, existem nas grandes barragens, idem seus defeitos.
Dias destes fiz umas continhas e cheguei à seguinte conclusão: Se dividirmos a área inundada de Itaipu, pelo número de pessoas que "poderiam" ou "deveriam" ser beneficiadas com sua energia, resulta numa superfície menor do que a necessária para sua moradia. Ou seja, se não houvesse a putaria tarifária, em que a energia de Itaipu e congêneres é em grande parte doada aos abastados, seria equivalente a cada habitante ter uma microrepresa, menor que sua casa, em seu quintal.
Não digo que um grande lago não impacte o meio ambiente, o que digo é que o impacto relativo é irrisório, comparado ao benefício que poderia trazer ao povo, caso sua energia lhe fosse distribuída de fato.
Da mesma forma, as imensas monoculturas de cana, também impactam de certa forma o meio ambiente, mas, como vc muito bem relata, este impacto é cada vez menor, e certamente seus benefícios são incomparáveis em relação aos danos causados pelos porcos combustíveis fósseis.
O grande problema são as politicalhagens que envolvem os setores das energias, que $u$tentam as respectivas quadrilhas.

Meu caro Rogério

Penso que até 50% de óleo virgem qualificado bem filtrado ou refinado, misturados ao Diesel, não causam maiores problemas em motores Diesel não adptados. O importante é não deixar o motor fazer fumaça branca, o que significa que o óleo vegetal não está sendo bem queimado. Também é importante ficar de olho no óleo lubrificante. Se ele subir, é sinal de que parte do óleo vegetal está sendo misturado ao óleo do carter. Neste caso, ocorre a gelificação do óleo lubrificante, ele se torna como um plástico e aí o motor funde.
Mas tudo depende da qualidade do óleo vegetal, do regime de uso, do tipo de motor, etc.
Então o ideal é ir adicionando óleo vegetal, por exemplo de 10 em 10% e sentir o comportamento.
E mesmo que de vez em quando seja necessária uma limpeza interna do motor, os ganhos econômicos e ecológicos são certos.

Meu caro Professor Marcelo

O ideal é fazer a mistura do óleo vegetal e do Diesel num recipiente externo.
A ocorrência de borras e incrustações são decorrentes da falta de temperatura ideal de combustão da glicerina.
Num dos institutos que visitamos na Alemanha, um dos professores apresentou uma máquina de misturar, composta de 2 bombas e 2 tanques, e que efetuava a mistura na hora de abastecer. Segundo as experiência dele, pode-se misturar até 30% de óleo qualificado em qualquer motor, inclusive no inverno.
Que bom ter os retornos reais sobre o sucesso do uso das misturas de óleos vegetais que vc menciona. Assim vamos informando o que é possível e como proceder para o sucesso das bioenergias verdadeiras e definitivas.
Dias destes apareceu um artigo, informando que um produtor que usava 80% de óleo vegetal, agora utiliza 20%.
Eu utilizo 93% de óleo vegetal e 7% de álcool de posto, em meu motor de injeção indireta que já tem 55.000 km rodados com esta mistura, e apenas 1/3 do kit...
O ideal obviamente seria um programa federal, como tentei via MCT (ministério da ciência e tecnologia), para certificar os óleos vegetais, misturas, kits e motores... mas isso, embora óbvio, parece ser pedir demais aos enca$telados men$ali$ta$.

Meu caro Professor Iturra

Obrigado pela correção nos índices de produtividade do etanol da cana.
Como ainda nos encontramos na fase embrionária da bioenergia, certamente estes números irão mudar várias vezes, inclusive com a "por enquanto" mal utilizada, insipiente, camuflada e ainda criminosa transgenia (criminosa por não estar devidamente certificada, e por beneficiar, por enquanto, apenas um pequeno grupo de espertalhões ladrões escravagistas - leia-se monsanto e congêneres) que inclusive criminosamente tentam impor suas sementes "terminator", ou seja sementes "capadas" incapazes de gerar decendentes.

Meus caros Telmo e Gert

Estou apenas aguardando o barril de porcotróleo chegar nos mil dólares... hehehé... hipihopihurra.
É a única maneira de acabar com a putaria energética... como já estamos vendo... por exemplo no MT, onde o povo utiliza óleos vegetais aos montes nos motores... e não vai haver FDP de político nenhum que possa fazer leis contra isso... hehehé...
Ao invés de forçarem as indústrias de motores a se adaptar ao estável e barato óleo vegetal, o governo está incentivando a criação do caro, fraco e instável biobobodiesel. Aliás, pelo que me consta, nenhum fabricante dá garantias aos motores que utilizam biobobodiesel.
Um governo que se preze, faria como fez o Bautista com o proálcool, que obrigou a indústria a fazer motores a álcool. Não tem sentido fazer biogasolina... como não tem sentido retirar o bobo hidrogênio de nosso fantástico álcool, como insistem alguns orelhudos patetas.

Meu caro Zoccola

Lendo o artigo sobre "DIREITOS HUMANOS para os HUMANOS DIREITOS!" chega-se à conclusão de que a pena de morte deveria ser instituída aos bandidos de colarinhos brancos, como: donos da mídia, de monopólios e políticos.

Meus caros Gert, Hernani e Telmo

Um povo desinformado, que não pensa, que só quer saber de crenças e sempre se esquece do passado recente, é tolo sim senhores.
A vultosa propaganda de autosuficiência em porcotróleo, apenas confirma a sacanagem do preço nacional vinculado ao internacional. Oras, essas palavras importadas como "commodity" apenas servem para perpetuar o assalto dos monopólio$, impo$to$, caixa$ doi$ e men$alõe$.
Até a revista "Caros Amigos" que se diz independente e reacionária, após permanentes anúncios corporativos de 2 páginas inteiras da porcobrás, fica impossibilitada de divulgar artigos que contrariam os interesses de seu maior anunciante.
Aliás, prá que tanta propaganda se tem o monopólio da extração e refino? E se todas as distribuidoras compram dela os sujos, agonizantes e fósseis combustíveis com exclusividade?
Ou seja, o objetivo desta cara e desnecessária propaganda é nada mais, nada menos, que um "cale a bôca" para a mídia "não se meter" em suas seculares falcatruas.
Onde estão os engenheiros que fizeram um juramento solene na época de suas formaturas, de promover a verdade, e combater a sacanagem?

Meu caro Oscar

Prá que craquear ou transesterificar o maravilhoso óleo vegetal?
A desprezada e mal falada glicerina é no mínimo ótimo combustível, aliás a trinitroglicerina explode sozinha e não necessita nem de faísca...
Esta questão é análoga ao abobalhante golpe de mídia da nestlé de "reminalizar água mineral desmineralizada".

Meu caro Alexandre

Muito obrigado por reenviar a entrevista do Collor em uma rádio nordestina. Realmente vale a pena o tempo um pouco longo, necessário para "baixar" este ponderado áudio.
Para mim, não resta dúvida, que Collor assinou seu impedimento, quando chamou a indústria automobilística de fabricantes de carroças. Realmente, através dos men$alõe$, e demais propina$, as montadoras mantinham e utilizavam suas sucatas de ferramental, aqui no quintal dos quintos dos infernos. Não fosse o Collor, até hoje estaríamos produzindo e andando em fuscas. O pingo de água em seu afastamento, foi o apoio de Collor aos óleos vegetais, com elle dando uma volta na Parati a óleo de dendê, de nosso lendário Hernani de Sá. Aí a porca torceu o rabo com seu fundo de pensão, pois se viram ameaçados de extinção fulminante, e em conluio com os 400 e tantos ladrõe$, armaram seeu afastamento. Aliás, deixaram Collor só. Não lembro de nenhuma voz de apoio a elle.

No linque abaixo, informações sobre termoelétricas movidas a "casca de arroz".
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=889
Que podem também utilizar os demais resíduos orgânicos da produção rural, e devolver as cinzas para adubar a própria lavoura. Claro que projetos menores de cogeração, seriam mais eficientes e melhores... chegaremos lá um dia... com a ENEREDE.

Para quem quiser se aprofundar um pouco sobre as falcatruas envolvendo produtos transgênicos, recomendo acessar:
http://www.ecoterrabrasil.com.br/home/index.php?pg=temas&tipo=temas&cd=114

E a quem puder participar, convidamos para o Seminário sobre Biocombustíveis, amanhã (26/04) promovido por meu amigo Deputado Rafael Greca, em Curitiba - detalhes em www.rafaelgreca.org.br

Bioabraços desabobalhantes
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
Divulgação autorizada e desejável.
"Os militares são apenas animais estúpidos a serem utilizados como peões na política externa" - Henry Kissinger

De: Alexandre A. Brasil
Enviada em: domingo, 23 de abril de 2006 14:11
Para: Lista Floresta
Assunto: [Floresta-l] entrevista com Collor de Mello sobre Lula!
Caros listeiros,
segue o link de uma entrevista muito interessant com nosso ex-presidente Collor de Mello sobre o Presidente Lula.
http://www.mucao.net/entrevista/entrevista_fernando_collor_mello.mp3
PAz, Alexandre BRasil

De: Oscar Baldoni
Enviada em: domingo, 23 de abril de 2006 11:43
Para: Telmo Heinen
Cc: Thomas Renatus Fendel
Assunto: Fw: Óleo puro-Globo Rural 23-04-2006 (Reportagem)
Prezado Telmo e turma : Entendo sua indignação. Naturalmente que não é novidade. Tem cada jornalista que coloca cada coisa ... até Deus duvida. Lembro até hoje, no tempo da euforia, quando começou a soja, no governo Geisel. Para bajular, mostraram ao alemão uma produção estúpida, exagerada mesmo. Não deu outra. O Homem chegou a Brasília e baixou o "confisco" (mais ou menos o que o governo argentino faz hoje). Nesse ambiente de exagero, saiu una publicação ilustrada, com os fatos agrícolas de Rio Grande do Sul e um cretino meteu lá que a capacidade dos silos do estado eram de um bilhão de toneladas ... (vai ver que lhe pareceu pouco um milhão e o besta colocou isso, mil vezes mais.
Voltando ao caso, é claro que gasta o dobro. Fala-se em gás, motores elétricos, etc. Dá para sentir que esses caras nunca tiraram a bunda de uma escrivaninha da cidade.
Eu tenho a solução : Adaptar meus fornos, que são ótimos (modéstia aparte), funcionam sozinhos e poderia-se aproveitar o calor (de graça) da carbonização, para destilar (digamos) 1.000 litros de óleo. Precisa ver, estudar, experimentar na prática como é. Provavelmente um tanque elevado 6 ou 7 metros pode dar a pressão suficiente para trabalhar por gravidade.
Poder ser interessante que funcione sem catalisador, ou seja bem simples, para que qualquer dono de sitio ou peão possa utilizar sem erro.
Respeito de energia, no meio do mato, esses fornos podem proporcionar gás pobre e tocar qualquer motor do ciclo Otto. A parte que raciocina que é necessário solucionar justamente onde é mais caro por causa da distância, é correto e eu agrego que é justamente onde temos maior desperdício (inadmissível) e biomassa disponível. Em Sinop tem máquina de arroz onde podes pegar casca à vontade e serrarias que agradecem se levam o lixo, pó de serra, etc.
Mas, como sempre falava Washington Novaes, somos perdulários.
Ontem apareceu uma notícia em biodiesel BR, que uns cientistas japoneses desenvolveram uma nova tecnologia que permite a produção de um bio-óleo equivalente ao óleo diesel a partir da madeira. A grande vantagem do novo processo é que ele é contínuo, mais simples e mais eficiente do que os processos já existentes, podendo ser produzido em equipamentos pequenos e até portáteis. O resto esconderam e tem que pagar separado e eu estou falido. Se alguém pode se informar, agradecerei
Abraços do Velho Guerreiro.

----- Original Message -----
From: Telmo Heinen
To: Thomas Renatus Fendel ; Prof. Manoel Branquinho
Cc: Hernani Sá ; Oscar Baldoni ; Gerth Roland Fischer ; Jânio Zeferino ; Fernando Freitas ; Mauro Berres ; Miguel Heinen ; Produtiva - Oscar ; Valter Rücker
Sent: Sunday, April 23, 2006 10:16 AM
Subject: Óleo puro-Globo Rural 23-04-2006 (Reportagem)
http://globoruraltv.globo.com/GRural/0,27062,LTO0-4370-163523,00.html
Reportagem "Óleo puro-Globo Rural 23-04-2006". Leia e veja os disparates. Além do mais, o craqueamento não é uma "novidade" como anuncia o repórter. [Se calcularmos bem, gasta-se dois (2) kg de energia para fazer um (1). rs rs rs]
Já não sei mais quem é pior, determinados jornalistas ou determinados políticos ou se uns estão a serviço dos outros. Afinal é o 4.o. Poder da República...
Telmo Heinen, Formosa (GO).

De: ECOLOGIA EM AÇÃO [mailto:gfischer.joi@terra.com.br]
Enviada em: sábado, 22 de abril de 2006 10:11
Para: Thomas Fendel; BIOCOMBUSTIVEIS - Produção Social Doméstica; Lista do Agronegócio
Assunto: Res: Nação ou petrobras?--->Re: [BioCom] Previsões da Petrobrás até 2010...
No petróleo brasileiro pagamos algo como 70% de impostos, grande parte para os ocupantes dos cargos de confiança, que estão em torno de 35.000, ++++ mensalões, Petrobras financiando "projetos ecologicos" para as ONGs fiéis e amigas dos Silva, as caras de deboche das Idelis, dos bitar, entre tantos deputados do PT que agora podemos olhar nos olhos atraves das TVs camara e Senado, acrescente-se, as mutretas dos diretórios do PT, do milhões de votos comprados com o bolsa família, o bolsa gás, o bolsa escola, o bolsa pescadores no defeso, os favelados, os nordestinos do Polígono da industria politica das secas, tendo como a coordenação da Ditadura sindicalista comunista,
entre outros projetos em andamento.
Agora com o controle de pagamento de impostos automatizado e computadorizado, o Silva poderá saber de hora em hora como anda a arrecadação. Quem não paga os impostos em dia, como castigo terá acrescido ao débito uma multa de 200%, mais juros de 60% ao ano, mais correção. Passado alguns dias, entram os Juizes nomeados pelo Governo Lula, que vão processar imediatamente os contribuintes inadimplentes, taxando-os de sonegadores e mau pagadores, por não terem podido juntar todo o dinheiro para pagar essa gigantesca conta.
Quem não pagar vai será inscrito na divida ativa e terá a casa penhorada, contas bancárias sequestradas, sim - porque antes esse era o privilégio perverso dos "juízes" trabalhistas, mas hoje os magistrados em geral, podem entrar em sua conta bancaria, que depois do "caseiro" da casa de orgias de Ribeirão Preto, ter seu sigilo bancário estuprado, nada mais é sigilo hoje.
Ter uma conta bancaria hoje é o mesmo que deixar o dinheiro na calçada da rua Nossa Senhora de Copacabana no Rio de Janeiro. Aí o SEBRAE fica estupefato de constatar que os eu trabalho de organizar a economia dos pequenos não deu certo: mais de 60% dos empreendedores migraram para a informalidade, sem CNPJ, sem CPF, sem talão de cheques.
Durante 3 anos o Governo de Ali Babá e os 40 ladrões denunciados pelo MPF, nada fizeram - que colocar os "cofrinhos de poupança de campanha" nas estatais, nos departamentos de propaganda dos ministérios, colonizaram todos os postos de comando onde haviam advogados, engenheiros, médicos, geologos, agrônomos, para humilhá-los e
submete-los aos "consultores" uma esmagadora maioria desabilitada, desdentada, pés de chinelos, muitos - que antes exerciam a honrosa profissão de pipoqueiro de junta trabalhista, e assim, numa bem organizada, planejada tomada dos postos chaves criando total controle sobre a maquina da arrecadação e da corrupção fosse ativada e blindada com a ajuda das instituições constitucionais que deveria estar do lado do povo.
Agora chegou o ano da enganação da pobreza deslumbrada com a propaganda criminosa que esta sendo liberada para essa imprensa servil, comprada, que pende para o lado do verde do dólar, sem ética, hipócrita e prestadora do maior desserviço para a Nação estuprada.
Agora a imprensa servil vai se locupletar, sim, por que o Marcos Valério continua e o Duda tambem continua prestando serviços para a própria turma.
O SEBRAE - esse elefante branco - agora tambem mostrou a cara que sempre teve.
Sujou tudo. Vilipendiaram tudo, sem responsabilidade, sem compromisso com o povo que construiu essa Nação, que virou uma desgraça tipo Biáfra, escolha dos que almejam a conquista total do poder pela força e ocupação das fabricas, imoveis públicos, empresas governamentais, submetendo todos e a todos a força da tirania.
Quanto pior melhor e mais fácil para que lideres oportunistas tomem conta do poder com a ajuda das massas depauperadas, sem classe média e com professores universitários, mestres abobalhados,doutores enfurecidos e PhDs, fugindo para os "Esteites".
Fomos e estamos sendo varridos por um gigantesco Tsuname ( que as jornalistas da Globalizada agora redefiniram como TEEEÇUNAME, ou a a outra que anda fazendo férias na Itália, batizou o Papa Benedito como Bento, tudo sob as hostes da Globalizada.
E o nosso Tiradentes, que foi enforcado ja naquele tempo, por que estava irritado com os impostos escorchantes que a Coroa Portuguesa nos arrancava e que não passava de 20% ou seja um quinto.
Não estaria chegado o momento de mandarmos tudo para os QUINTOS DOS INFERNOS?
CHEGA GENTE.
ATÉ QUANDO IREMOS AGUENTAR TANTA SACANAGEM E A COISA NÃO PARA, SÓ AUMENTA.
Gert

De: Lista do Agronegócio
Data: 04/22/06 08:06:27
Para: Thomas Fendel; BIOCOMBUSTIVEIS - Produção Social Doméstica
Assunto: Nação ou petrobras?---
Re: [BioCom] Previsões da Petrobrás até 2010...
Telmo e demais.
Não concordo com a afirmação que o Brasil é um país de tolos....!
Admito que seja um país de ingênuos.
Quem é auto-suficiente:
A nação ou a MULTINACIONAL petrobras?
Antes de FHC a petrobras era nacional e Lula deu continuidade ao descalabro.
Só HH pode reverter.
"O PETRÓLEO É NOSSO"; tudo no sub-solo pertencia à nação brasileira e não cabia vincular ao mercado internacional(inflação etc.).
Os derivados subiam em função da diferença entre o petróleo exportado e o importado(se a nação fosse respeitada).
Analisem, desenvolvam e divulguem.
Abraços, Hernani Sá

From: Telmo
To: biocom@grupos.com.br
Sent: Friday, April 21, 2006 10:21 AM
Subject: [BioCom] Previsões da Petrobrás até 2010...
Nação conquista a auto-suficiência em petróleo
Em abril deste ano, o Brasil conquistou a auto-suficiência em petróleo. Isso significa que o País já produz mais do que consome, não sendo mais uma nação altamente dependente de petróleo importado como antes e, portanto, superando a vulnerabilidade das oscilações do mercado internacional do óleo combustível. Para manter essa condição, a Petrobras atuou em projetos de produção de grande porte, incrementando o desenvolvimento da indústria e a abertura de mais postos de trabalho, como na construção e operação da nova plataforma de exploração P-50, no campo de Albacora Leste, no litoral do Rio de Janeiro.
(http://www.brasil.gov.br).
B R A S I L, UM PAÍS de T O L O S......!

De: Armando Zoccola Filho
Enviada em: sábado, 22 de abril de 2006 10:17
Para: Undisclosed-Recipient:;
Assunto: "Direitos Humanos, para Humanos Direitos"!!!!
A IMPUNIDADE DÁ CORAGEM A MUITA GENTE !!!
Sabe quantos padres, quantos sociólogos, quantos políticos foram procurar a familia dos POLICIAIS brasileiros MORTOS?
NINGUÉM !
Ah! Se os fuzilados fossem assaltantes, presidiários ou algum interno da Febem, os representantes da Igreja, Direitos Humanos, Políticos, Imprensa, ONG´s e Comunidade Internacional, estariam com certeza dando todo apoio e cobertura ao caso.
DIGA NÃO a INVERSÃO de VALORES !
DIREITOS HUMANOS para os HUMANOS DIREITOS!
Levante já esta bandeira .
PARA NOSSA REFLEXÃO
Coluna do jornalista Lucas Mendes, no site da BBC Brasil:
A Morte, a Glória e o Apelido
Dillon Stewart tinha 30 anos quando começou sua carrreira de policial em Nova York. Negro, nascido na Jamaica, casado, pai de duas filhas, estava feliz no emprego.
Não tinha medo de vizinhança, nem de horário perigoso. Morava em Brooklyn. À noite patrulhava as ruas do bairro.
Na semana passada Stewart saiu em perseguição de carro que avançou um sinal vermelho. Parou lado a lado com o motorista que já estava com a arma apontada para ele. O tiro entrou debaixo do braço, por cima do colete a prova de bala e entrou no coração de Stewart. Ele ainda perseguiu o carro por alguns quarteirões.
Dillon Stewart foi o primeiro policial morto em Nova York neste ano. Nos seus 5 anos de serviço, Stewart teve uma carreira sem grandes momentos.
A própria morte, por um bandido menor numa operação de rotina, não é material para filme. Na história de Nova York pouca gente teve um funeral tão concorrido.
O governador pediu a pena de morte para quem mata policiais. O prefeito pediu leis mais rigorosas contra armas e promoveu o policial postumamente a detetive para engrossar a pensão da viúva e das duas filhas.
Vinte mil policiais de várias cidades, inclusive do Japão, vieram ao funeral de Stewart, no Brooklyn.
As televisões deram cobertura com boletins ao vivo e durante quase toda semana Stewart mereceu tratamento de herói da cidade nas primeiras páginas dos jornais.
Ano passado, quatro policiais foram fuzilados por traficantes no Rio, durante o dia, numa patrulha rotineira. A notícia deu primeira página mas sem maior destaque.
E pior. Ninguém publicou nem os nomes dos policiais mortos. Os suspeitos e criminosos brasileiros merecem fotos, nomes e apelidos nos jornais mas nossos policiais, em geral, só aparecem quando matam ou viram bandidos.
PARABÉNS A IMPRENSA BRASILEIRA E A REDE GLOBO, QUE TRANSFORMAM BANDIDOS EM HERÓIS.

De: Telmo Heinen
Enviada em: sexta-feira, 21 de abril de 2006 17:20
Para: ECOLOGIA EM AÇÃO
Cc: Thomas Renatus Fendel
Assunto: Re: Barril está indo a galope... US$ 75.00
É pura intuição dele, porém eu torço para que isto aconteça também!
Muitos agricultores se queixam da minha torcida, entretanto quanto maior o preço do petróleo, mais valorizados ficam os óleos vegetais - que não obstante, subirão pouco no meu entender, todavia na comparação econômica ficam mais viáveis.
Abs, Telmo.
De: ECOLOGIA EM AÇÃO

Para: Telmo Heinen
Enviada em: sexta-feira, 21 de abril de 2006 17:07
Assunto: Res: Barril está indo a galope... US$ 75.00
Telmo, no ano passado em Novembro o Fendel disse no meu programa de TV que o petroleo em 2006 iria atingir os USD 100,00 - falta pouco e o ano entrou tão somente no segundo quadrimestre
heheheheh Gert

De: Telmo Heinen
Data: 04/21/06 16:52:39
Para: Thomas Renatus Fendel
Assunto: Barril está indo a galope... US$ 75.00
Foi só o líder chinês dizer que sua população também deveria ter o direito de consumo dos americanos e olha o que aconteceu:
Combustíveis - Petróleo supera os US$ 75 dólares em Nova York
Sexta, 21 de Abril de 2006, 14h59 Fonte: AFP
O petróleo atingiu nesta sexta-feira os US$ 75 pela primeira vez em Nova York, em meio aos temores sobre a crise iraniana e a uma eventual escassez de gasolina nos Estados Unidos durante o verão (boreal).
A cotação do produto no mercado internacional tem batido recordes seguidos esta semana. A crise nuclear do Irã tem gerado temores de redução da oferta mundial do petróleo e pressionado a cotação.
O verdadeiro motivo porém é que os chineses comprarão cada vez mais petróleo, do Irã ou seja de quem for... e o Bush vai ter que repetir muito aos americanos de que estão viciados em petróleo, preparando-lhes o espírito para circularem com carro de 1000 cc.

De: iturra
Enviada em: quarta-feira, 19 de abril de 2006 16:46
Para: Fendel
Assunto: Re: Jornal BIOCOM 3
Prezado Fendel,
Na análise comparativa de produção de etanol de cana e de milho veiculado no Biocom 3 foi utilizada um dado equivocado. A produção "normal" e atual de álcool de cana é de aproximadamente 95 l/ton (e não de 150 l/ton, como afirmado) o que leva a produção aproximada a 6.500 l/ha/ano. Contudo, caso se aproveite o bagaço para a mesma finalidade, via hidrólise ácida ou enzimática, o resultado poderia chegar a produtividade considerada pelo autor da comparação.
Cordialmente,
Antonio René Iturra

De: marcelo nava
Enviada em: quarta-feira, 19 de abril de 2006 14:02
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: motores
Ainda sobre o tema.
Conversei com um produtor em Goiás e o mesmo estava rodando pivôs com mistura diesel / oleo de soja há mais de um ano, e o motor não apresentou problema algum.
Inclusive, o motor foi desmontado para verificação. Este é um caso positivo de funcionamento com mistura de 50% de cada óleo.
Você, que possui grande conhecimento no assunto, já teve algum problema com relação à mistura? Os bicos injetores devem ser diferentes e com limpeza num intervalo menor?
Abraço
De: marcelo nava

Enviada em: quarta-feira, 19 de abril de 2006 11:49
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: funcionamentomotor
Bom dia, Sr. Fendel.
Me chamo Marcelo e sou professor do CEFET Bahia .
Gostaria de saber se a mistura óleo diesel e oleo vegetal pode ser feita diretamente no mesmo tanque de combustivel dos veiculos que estão rodando hoje em dia?
Caso a resposta seja sim, quais são os problemas causados pela queima da mistura? O motor não ficará com borras ou incrustações em seu interior?
Desde já agradeço a atenção!


De: Mecfaedo
Enviada em: quarta-feira, 19 de abril de 2006 09:45
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: informação mistura diesel+oleode soja
Quero lhe dar os parabens pela entrevista no canal rural, pois pela primeira vez vi alguém chamar esses caras daquilo que eles reamente são, vagabundos.
Mas gostaria de ter se possivel alguma informação sobre a mistura de diesel mais oleo de soja, se causa algum problema no motor ou não.
Pois eu ja misturei 50% de oleo de soja refinado e o rendimento tanto no trator quando numa camioneta D20 não muda, o consumo tambem não, mas gostaria de saber se pode prejudicar a durabilidade do motor?
Aqui tem muita gente querendo usar mas tem gente que fala que prejudica o motor, se o Sr. tiver ulguma informação para nos passar, agradecemos muito.
Sou produtor e tenho uma oficina e retifica de motores.
nosso site www.autoguiabr.com.br
desde já agradeço.
Rogerio J. Faedo

De: egfbeauc
Enviada em: terça-feira, 18 de abril de 2006 09:05
Para: biocom@grupos.com.br
Cc: Floresta; Bioenergia
Assunto: [BioCom] Re: [Bioenergia-l] Jornal BIOCOM 3
Prezado Fendel e colegas
O problema das hidroelétricas é a formação da barragem, um verdadeiro crime ambiental. No caso delas sim eu concordo que deveriam existir (como no passado) muitas pequenas represas (em áreas de baixo aproveitamento) para
pequenas usinas. O dano ambiental de Itaipu foi muito superior a tudo que eu consiga lembrar...
Quanto ao aproveitamento dos resíduos, volto a dizer que as grandes usinas HOJE são experts nisso. A vinhaça é o adubo orgânico mais bem aproveitado DO MUNDO! A questão é que estes benefícios não são divulgados, ou haveriam mais pressões para redução do preço do álcool sobre os usineiros enquanto a Petrobrás e o governo lucram mais que os produtores... O aproveitamento energético dos grandes equipamentos é superior em eficiência (e eficácia) e
se vc desejar, terei prazer em agendar contigo ou um grupo de pessoas interessadas uma visita a várias unidades produtoras aqui de SP onde vcs poderão comprovar isso pessoalmente, pois não pretendo parecer um "baluarte da defesa dos grandes produtores", mas como já disse Jesus Cristo a mais de 2000 anos atrás, " a César o que é de César...." . Essa interação que vc cita p. ex. é feita de maneira exemplar na Usina Nova América, onde existe um grande confinamento de gado alimentado com bagaço hidrolisado. Existem centenas de projetos interessantes, como a concentração de vinhaça com o calor residual, algo que um pequeno produtor jamais conseguiria, na Usina Santa Elisa, ou o aproveitamento integral dos resíduos na Usina São Francisco, e por aí vai. Se eu tentar citar tudo irei com certeza cometer injustiças e esquecimentos. Os exemplos não são exceções, mas apenas pioneiros, e já tem algum tempo de uso...Isso não me coloca de forma alguma contra os pequenos projetos. Eu mesmo tenho o sonho de um dia ter capital
(não precisa muito, mas mais do que eu tenho...) para montar um projeto assim para mim, mas sei que terei que utilizar tecnologias diferentes.
Uma visita deste tipo precisa de alguns contatos anteriores mas pode perfeitamente ser arrumado, ainda mais se for para esclarecimento compromissado apenas com os fatos. A evolução tecnológica do setor é admirável, mesmo que hajam contradições políticas e sócio-econômicas, mas não devemos confundir os argumentos...E isso meu amigo, não nos obriga a ser ácido, apenas objetivos e pragmáticos para termos mais resultado em nossas ações, se realmente quisermos fazer a diferença e mudar alguma coisa neste mundo.
Saudações cordiais
Prof. Dr. Edgar G. F. de Beauclair
Engenheiro Agrônomo
Depto. de Produção Vegetal
ESALQ / USP

De: Paulo Cesar da Costa Pinheiro/Engenharia Mecanica/ENG
Enviada em: terça-feira, 18 de abril de 2006 12:23
Para: Bioenergia
Assunto: Re: [Bioenergia-l] Jornal BIOCOM 3
Prezados Colegas,
O processo de carbonização da biomassa nos fornos de alvenaria, apesar de parecer rudimentar, alcança o rendimento de 40% (massa carvão seco/massa biomassa seca), rendimento melhor que as mais "modernas" tecnologias de
carbonização contínua. A planta de carbonização contínua Lambiotte (França) nao alcança rendimento superiores a 30%.
A carbonização em fornos de alvenaria não é arcaica. Muito pelo contrário carrega em si 50.000 anos de tecnologia.
O carvão vegetal é um combustível mais nobre que a biomassa. A temperatura de combustão do carvão vegetal é muito maior que a da biomassa. Pela 2a lei da termodinamica, para passar de uma temperatura menor para uma temperatura maior só com um certo consumo de energia. Assim, é impossível fabricar o carvão vegetal sem perda de energia.
Parte da energia térmica sai dos fornos sob a forma de líquidos condensáveis (alcatrão). Este material poderia ser recolhido e utilizado como energia, mas o custo dos equipamentos necessários para o seu uso superam em muito o custo do forno de carbonização.
Paulo Cesar C. Pinheiro
LC2 - Laboratório de Combustão e Carbonização
Dept. Engenharia Mecanica da UFMG
Citando Fendel <thomas@fendel.com.br>:
Meu caro Guilherme
Que as siderúrgicas não consigam mais atender os "compromissos internacionais" é até uma boa notícia, afinal quantas centenas de navios carregados de aço correspondem a um navio carregado de quinquilharias norteamericanas?
E quanto à produção de carvão vegetal, urge utilizar e desenvolver um processo menos arcaico, afinal a tecnologia ainda utilizada tem mais de 5 mil anos, e faz tempo que este desperdício não se justifica ambientalmente.
Importante ressaltar: O carvão vegetal é muito melhor que o mineral, apenas sua obtenção rudimentar tem de ser muito melhorada. A fumaça resultante do carvoejamento é jogada fora, e é em grande parte, no mínimo valiosa bioenergia.

De: conforti
Enviada em: terça-feira, 18 de abril de 2006 16:53
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: 100% solidariedade
Tomei conhecimento hoje seus magnificos trabalhos atraves CANAL RURAL.
Professor universitário aposentado, vivendo minha propriedade rural Nova Friburgo, RJ, pretendo difundir e desenvolver tudo o que se referir assunto que conforme sua exposição, é a redenção do Brasil que só os idiotas não podem ver.
Estou comprando Saveiro e gerador para agir conforme suas instruções. Luto há sessenta anos pelo uso dos óleos (como ví em 1945 no Instituto de Óleos na área da UFRRJ) (Rural, km.47), mas só agora tenho condições (espaço tempo e dinheiro) para concretizar. Preciso de sua resposta para incentivar-me; e lhe ofereço meus humildes préstimos. Esta é uma primeira mensagem, apressada. Outras virão depois de sua resposta.
Apertados abraços.
Darcy Conforto.

Opiniões e Comentários - Março/2006Opiniões e Comentário - Maio/2006