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OPINIÕES E COMENTÁRIOS

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ABRIL 2008

JORNAL BIOCOM 39

Este é o trator alemão FENDT, que sai de fábrica apto a andar com OV qualificado, num sistema de 2 tanques computadorizado.
(Obs importante: não é bioBOBODiesel)

 

Collor continua estagiário... e relembrando que ele adorou a Parati a OV do Hernani... o que para mim foi o motivo de sua queda...



Meu caro Raymundo

Obrigado pelo título de anarquista, discutível. Sou a favor de regras e de leis desabobalhantes. Acontece que ainda não chegamos lá, e estamos rumando em direção oposta. A putaria já começa em casa, com os recém-nascidos, que são educados num regime hipócrita e mentiroso, com estorinhas estúpidas e malvadas como: arca de noé, lobo mau, ressureição, gata borralheira, virgem maria, 3 porquinhos, aiatolá, etc. Tudo, pura lorota.
Como querer que alguém criado nessas condições medíocres desde o berço, se torne alguém bom, verdadeiro, honrado e justo? Se na infância foi só enganado? Feito de trouxa? Que continua sendo depois de adulto?


Meu caro Sebastião

Você está coberto de razão. Como pode o setor florestal ser assim massacrado com infindáveis burocracias burras? Pra plantar capim e vagem não precisa de licença nenhuma... mas pra plantar uma árvore, o calvário é brochante, e muito pior quando for vender o tronco.
Nada disso é necessário pra colher e comercializar trigo ou vaca.
Desde que me conheço, vejo gente pisotear mudas de araucária que porventura insistam em crescer.
Que leis estúpidas provocam tal atrocidade? E pior, continuam vigentes e cada vez piores, aprimoradas na miopia santificada.


Minha querida Gracias

São um acinte, uma cafajestagem enrustida, nossas relações político-industriais.
Como pode haver tanta sacanagem e benesses, e mídia nenhuma põe a boca no trombone?
Falta-nos eliminar a impunidade dos parlamentares e da mídia. Precisamos fazer exatamente o inverso do atualmente legal, precisamos punir exemplarmente nossos representantes ladrões, assassinos e mentirosos. E essa punição tem de ser exemplar. Nada de abobados direitos humanos, pois estes engravatados não passam sanguinários objetos ambulantes.


Meu caro Euclides

Muito adequada tua análise sobre a mentirosa falta de alimentos no mundo, e que todas as abobadas mídias e corruptas hierarquias tentam imputar às bioenergias, quando na verdade a bioenergia faz exatamente o contrário ao quadrado, pois além de estar atrelada à produção concomitante de comida, minimiza os efeitos do pico do porcotróleo, este sim, camuflado e que ninguém quer assumir e divulgar. Afinal as grandes reservas fósseis estão minguando, sua produção está cada vez mais complicada e onerosa. Em menos de 2 anos se duplica o preço do barril, há vários anos, e a tendência é diminuir este prazo a galope, claro, óbvio. Portanto chegaremos nas barreiras dos 500 e dos mil dólares por barril em pouquíssimo tempo. Um caos total.
Deveríamos instituir imposto de exportação ao etanol.
Até que enfim chegou a era da ensolarada bioenergia, eterna, apesar da idiota e malvada contra-propaganda.


Meu caro Sanderson

As propinas dos grandes grupos é modus operandi para vencer licitações com carteado viciado. Nem nos cassinos de las vegas existem tantos baralhos marcados e tamanhas falcatruas. O povo que lá joga, pelo menos está ciente de que vai ser roubado.
De vez em quando, noticiam alguma propina como a da Alstom, mas via de regra, este modo universal de fazer negócios é muito bem camuflado, e só é notícia porque alguém achou que levou pouco. Tanto é que resultam sempre em obras superfaturadas que levam mais de meio século a se pagar, como nos mostra agora o povo paraguaio, com a negociata de Itaipu.
Aliás, taí mais um motivo para a descentralização das energias e de todos os impérios, quer sejam públicos ou privatados.
Não se justifica esta injusta e estúpida concentração de phoder, em campo nenhum.


Meu caro Galo

Que belo texto sobre a contabilidade dos impostos neççenoççopaíz.
É verdade, a grande maioria dos brasileiros é escorchada em benefício de uma patifa minoria.
É exatamente este o nosso problema. Com nossas leis cadelas, o povo trabalhador fica completamente de fora dos benefícios e retorno dos impostos. Os beneficiários se dividem em 3 classes:
Classe1: políticos com suas mamatas, imorais salários e benesses,
Classe 2: pelegos das estatais e grandes grupos privados, e a
Classe 3: beneficiários das bolsasqualquercoisa.
Perceba que a BIOENEREDE resolve tudo isso, numa paulada só. São 3 moscas mortas numa única esmagada:
Mosca 3: a microgeração distribue renda, trabalho, escola, desenvolvimento, dinheiro, lazer, cultura, auto-estima, etc, eliminando a necessidade das vagabundantes gorjetas.
Mosca 2: retirar as benesses e subsídios dos grandes, faz os pequenos proliferar feito pragas, pois se tornam competitivos em todos os aspectos e setores.
Mosca 1: acaba o chuncho e mutretas que alimentam as campanhas e os políticos corruptos. Serão políticos aqueles que se querem doar, e não aqueles que querem engordar o bolso próprio.


Meu caro Patriota

O escárnio das dívidas dos usineiros é o retrato da centralização e de excesso de impostos.
Imagina só quanto dinheiro de campanhas eleitorais e de pagamentos "extras", não está envolvido nestas maracutaias.
Te garanto que nenhuma microdestilaria de álcool sonegaria impostos, e nem deixaria de honrar os seus compromissos. Muito pelo contrário, ficaria evidente que os beberrõees motores flex são burrice. Haveria uma transição gradativa para as fantásticas bioenergias perenes tropicais.


Reunião vai discutir lei para geração eólica
http://www.power.inf.br:80/notic_dia.php?cod=9636
São completamente idiotas e pelegas estas reuniões e leis feitas para o setor de energias. Tem que mudar as leis e pronto. As concessionárias tem que comprar energia de pequenas fontes privadas. Elementar.
E para pagar decentemente por essa energia, tem que acabar a mamata tarifária eletrointensiva. Só isso.
Não precisam incentivos, subsídios e maracutaia nenhuma. Detalhes: Bioenerede em: http://www.fendel.com.br/cogeracao.html e em http://www.fendel.com.br/gerapor.html

Dancem macacos dancem...
http://video.google.com/videoplay?docid=-2219261287903697793
Um ótimo filme sobre as macacadas humanas...

Aneel faz consulta pública sobre preço da Copel
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=9746
Percebam as sacanagens: A notícia da consulta é divulgada fora do tempo hábil, além de que o endereço para consulta é falso, com erros, inclusive acentos nas letras...

Sanepar e Itaipu geram eletricidade de biomassa
http://www.power.inf.br:80/notic_dia.php?cod=9771
Trata-se de fanfarronice midiática... e nada de tarifas, nada de "comprar energia excedente" a preços reais, etc...
Embora errado, pelo menos começaram a seguir minhas instruções... valem os puxões de orelha que lhes passo em seminários, reuniões, ofícios, artigos, etc... há décadas.

FORMAÇÃO DE MACIÇOS FLORESTAIS NOS TRÓPICOS
http://www.tropicologia.org.br/CONFERENCIA/1987formacao_macicos.html
Uma longa e espetacular aula sobre árvores e energia. Realmente, uma aula fantástica.
E tem muito mais em: http://www.tropicologia.org.br/conferencias.html como por exemplo a imperdível palestra do meu ídolo Bautista Vidal em que afirma: "Estamos produzindo energia elétrica em Tucuruí a 42 dólares o megawatt-hora e vendendo a 13 para produzir alumínio para a exportação. O nosso minério de ferro, só em extração e transportes, nos custa 18 dólares a toneladas, e o estamos vendendo entre 11 e 15 dólares, e assim sucessivamente."

Documentário: A estória das coisas
http://video.google.com/videoplay?docid=-3412294239230716755&hl=en
São 20 minutos muito interessantes, que nos demonstram a estupidez do consumismo...

Pronunciamento do sen. Jefferson Peres em 30.08.2006 (in memorian)
http://videos.aonde.com:80/video/QhSeR-amXlQ/jefferson-peres.htm
Até que demorou pra ele perceber como funciona nossa antiga e durável cleptocracia...

Zeitgeist
http://video.google.com/videoplay?docid=-2282183016528882906
Um vídeo longo de 2 horas, sobre mentiras, falcatruas, inclusive religiosas e a montagem do 11 de setembro.

Grandes produtores estão exportando menos petróleo
http://www.power.inf.br:80/notic_dia.php?cod=9855
É o tal do pico do porcotróleo, que insistem em camuflar...

HidroEólicosBioAbraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
Na tragédia brasileira não existem inocentes. Somos todos cúmplices por omissão, covardia e conivência (Ricardo Bergamini).


----- Original Message -----
From: "Patriota"
Sent: Tuesday, May 27, 2008 8:46 PM
Subject: Seria verdade?
Seria interessante repassar uma cópia para o Ministro da Previdência Social, o ex comandante em chefe da CUT, Sr. Luiz Marinho. Repassar também para Srs. Deputados e Senadores. Será que todos receberam doações de campanha desses usineiros, ou só os do Estado de Pernambuco?
Se, de fato, forem verdades as informações abaixo, essas, por si só, justifica a derrubada do atual governo e fechamento do Congresso Nacional, no mínimo uma greve geral ao estilo daquelas programadas pela CUT quando o PT era oposição. O Patriota

----- Original Message -----
From: scordeiroes
To: brasil-politica@grupos.com.br
Sent: Sunday, May 06, 2007 8:21 PM
Subject: [Brasil-Política] usineiros não pagam o INSS
Eis a simples razão de que o governo tem 80% de popularidade:
Só em Pernambuco, os usineiros devem ao INSS mais de R$ 562.641.612,54. Isso sem contar os empréstimos de bancos estatais não-pagos e dívidas de outros impostos.
Usinas e destilarias de Pernambuco em dívida com o INSS (em R$):
Usina Pumaty S/A - 53.752.706,59
Usina Salgado S/A - 49.838.775,66
Usina Cruangi S/A - 47.761.362,18
Destilaria Liberdade S/A - 22.466.960,30
Destilaria Gameleira Sociedade Anônima - 21.267.969,01
Usina Estreliana Ltda. - 22.450.388,46
Usina Bom Jesus S/A - 15.588.878,59
Pessoa de Mello Indústria e Comércio S/A - 14.903.971,59
Usina Trapiche S/A - 13.092.372,82
Usina União e Indústria S/A - 10.614.768,40
Usina Água Branca Sociedade Anônima - 8.982.527,21
Usina Treze de Maio S/A - 7.945.378,37
Usina Frei Caneca S/A - 7.092.556,06
Usina Santa Terezinha S/A - 4.924.909,11
Usina São José S/A - 2.639.923,18
Usina Petribu S/A - 1.728.298,05
Associação dos Fornecedores de Cana de PE - 1.411.892,74
Usina Central Olho D'Água - 145.881,86
Pessoa de Melo e Cia. e ME - 65.143,34.
Comunidade - Brasil-Política
Desde - 30 de março de 2005


From: "ggalo10"
To: "lilicarabina"
Sent: Wednesday, May 14, 2008 9:25 AM
Subject: Re:[lilicarabina] Re: confisco do fisco
P.Q.P... É VERDADE!!!!
E o autor fala de boicote, meu prato preferido. Uma pena que nem isso a gente consegue colocar na cabeça dos pagadores de impostos!!! Seria uma maravilha...
Geraldo

----- Original Message -----
Assunto: [lilicarabina] Re: confisco do fisco
PQP... que texto lúcido...

----- Original Message -----
from: sawr
To: undisclosed-recipients:
Sent: Tuesday, May 13, 2008 9:16 PM
Subject: confisco do fisco
Meia verdade sobre impostos
por José Nivaldo Cordeiro em 02 de maio de 2008
Resumo: A super carga tributária é a mãe e o pai de toda a corrupção reinante.
© 2008 MidiaSemMascara.org
"Diante de uma sociedade corrupta, tudo que é possível é o boicote - a recusa de envolver-se com ela".
Eric Voegelin, em HITLER E OS ALEMÃES
A Folha de São Paulo de hoje (29/04) noticiou, citando pesquisa do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, que o "brasileiro trabalha metade da vida para o Fisco". Essa é uma meia verdade que esconde o maior dos escândalos morais da nossa sociedade, amparado nas falsas teses distributivistas do esquerdismo que tomou conta do poder desde 1985. Se as idéias não são claras, as soluções não aparecem. Meias verdades são piores que mentiras inteiras. Vejamos o porquê.
Em primeiro lugar, não existe esse "brasileiro" genérico. Tem-se, de um lado, os brasileiros pagadores dos impostos e, do outro, os brasileiros que são beneficiários DE impostos. Na prática temos que os brasileiros podem ser mais ou menos pagadores e beneficiários ao mesmo tempo, de sorte que temos aqueles que são pagadores "líquidos" (uso o conceito tomado das Ciências Contáveis) e os que são beneficiários "líquidos".
Líquido aqui é a diferença entre o que se paga e o que se recebe de impostos a qualquer título.
Os recebedores líquidos de impostos são óbvios. Banqueiros e rentistas aplicadores nos títulos da dívida pública são grandes beneficiários. É só ver quanto do orçamento público está destinado para o pagamento dos juros da dívida. Eles, os banqueiros, pagam seus impostos usando a parcela que recebem dos impostos a título de juros.
Os funcionários públicos são outro grande grupo de recebedores líquidos. Os "anistiados" políticos, essa chaga moral que caçoa de quem trabalha neste país. Veja-se o orçamento também que paga funcionários públicos e "anistiados". Temos os aposentados, os bolsistas das bolsas-esmola do Lula, os "donos" de ONGs, os indicatos, os partidos políticos, os fornecedores do governo, os que se dedicam às atividades de despachantes, facilitando as vidas das pessoas que têm sua vida regulamentada pelo Estado.
Advogados são como que recebedores de impostos privados, na medida em que se dedicam a defender seus clientes do monstro Estatal. Nobre e cara atividade. Contadores da mesma forma. Uma desgraça que o Estado custe tanto. Se somarmos os custos de advogados, contadores e despachantes à carga tributária veremos que a carga real do custo do Estado é muito maior.
Os pagadores são os empreendedores e seus empregados, que pouco ou nada recebem de impostos.
Agricultores, industriais, comerciantes, a classe média assalariada. Não vale "anistiado" dizer que também paga impostos, pois paga sobre aquilo que não deveria receber. Aqueles são os brasileiros roubados, vilipendiados, sugados, os escravos que pagam a festa da comunalha no poder. A mim me espanta que essa gente não tenha ainda fundado um partido de direita afirmativo, com base em um programa que comece e acabe exclusivamente na tese do Estado Mínimo. São os idiotas das praças públicas, os trouxas. Cada lei que a comunalha aprova beneficiando uma corriola qualquer implicitamente manda a conta para quem trabalha. Uma injustiça que clama aos céus.
Como toda injustiça precisa ser reparada. E não há tribunais para fazer essa reparação. Será preciso refundar a Nação para que os valores éticos superiores voltem a prevalecer na relação entre o Estado e os cidadãos, fazendo com que aqueles que produzem voltem a ser libertados de seus grilhões tributários, que a vagabundagem bancada com o suor alheio cesse e os vagabundos venham a fazer o que todos fazem: trabalhar, ao invés de esperar no fim do mês o seu quinhão de impostos. De novo é preciso libertar o povo do Faraó.
Não adianta o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário divulgar esses números se não qualificá-los, se não mostrar que, por detrás desse brasileiro genérico, tem uma minoria que moureja de sol a sol para bancar a vida boa de um magote de vagabundos, todos sócios do Erário. A super carga tributária é a mãe e o pai de toda a corrupção reinante.
José Nivaldo Cordeiro é economista e mestre em Administração de Empresas na FGV-SP.
http://www.nivaldocordeiro.net/


From: euro_san
To: biocom@grupos.com.br
Sent: Friday, May 09, 2008 12:30 PM
Subject: RE: [BioCom] Cleptocracia universal...
Bem... agora só falta a Siemens, ABB, CEGELEC (grupo alston), GE, Westinghouse,
Voith-Siemens power, e muitas outras...
Mas isso deve ser boi de piranha, e/ou alguém não recebeu o que achava que merecia na partilha e meteu a boca.
Abç´s, Sanderson.

----- Original Message -----
From: thomas@fendel.com.br
To: biocom@grupos.com.br
Subject: [BioCom] Cleptocracia universal...
Date: Fri, 9 May 2008 12:02:26 -0300
Suíça investiga propina da Alstom em contratos no Brasil - terça-feira - 6 de maio de 2008 - 09:22 | Online
Gigante de engenharia francesa teria pago US$ 68 milhões em propina para obter contrato em metrô de SP
CYNTHIA DECLOEDT - Agencia Estado
NOVA YORK - Autoridades da polícia suíça reuniram-se na semana passada com investigadores brasileiros para discutir o suposto pagamento de um total de US$ 68 milhões em propina pela gigante de engenharia francesa Alstom para obter um contrato de US$ 45 milhões para instalação de equipamentos na obra de expansão do metrô de São Paulo publicou nesta terça-feira6o The Wall Street Journal (WSJ). O encontro faz parte de uma ampla investigação conduzida pelas autoridades suíças sobre o pagamento de milhões de dólares em propinas pela Alstom para vencer licitações de projetos na América Latina e na Ásia entre 1995 e 2003.
Nas investigações envolvendo o Brasil estão o pagamento de propina para obtenção de contratos no projeto de construção da hidrelétrica de US$ 14 bilhão de Ita nos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A empresa gastou US$ 200 milhões ou 15% do valor do contrato para pagar comissões a fim de garantir o contrato. Ambas operações estão registradas em documentos da empresa e consultados pelo The Wall Street Journal. Os documentos envolvendo a hidrelétrica de Ita mostram que metade de tais comissões equivalente a 75% do valor do contrato foi paga por meio de contas em bancos offshore.
De acordo com o WSJas autoridades suíças requisitaram formalmente a ajuda das autoridades policiais brasileiras e francesas. No pedido feito por escrito estão nomes de 24 pessoas suspeitas de receber propinas ou intermediar os pagamentos. Na lista consta um brasileiro que teria negociado com representantes da Alstom o qual teria dito ser intermediário de um político conforme escrito em documentos da Alstom descrevendo o encontro e os quais foram vistos pelo WSJ.
O suspeito oferecia apoio político na obtenção de contrato para a obra do metrô de São Paulo em troca de uma comissão de 75% do valor do contrato diz o documento. O documento não deixa claro se o pagamento foi feito e o suspeito não foi encontrado pelo WSJ. A Alstom venceu a licitação para participar do projeto de expansão do metrô no final de 1990. A Alstom pagou propinas para obtenção de contratos em projetos de hidrelétricas também na VenezuelaCingapura e Indonésia.
Histórico
As investigações sugerem que os promotores europeus começam a apertar o cerco às práticas empresarias consideradas crime nos EUA. As companhias multinacionais norte-americanas têm reclamado durante anos que seus concorrentes europeus utilizam-se de vantagens injustas para obter contratos e operar em países em desenvolvimento.
Durante muito tempo o pagamento de "comissões" a autoridades de governos estrangeiros não só era permitido em muitos países europeus como tais pagamentos poderiam ser deduzidos de impostos. As mudanças começaram em 1997quando a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) requisitou de todos os estados membros que abandonassem tais práticas. A França eliminou esta permissão em julho de 2000 e até então as empresas francesas podiam deduzir de seus impostos até 75% das comissões pagas em vendas internacionais.
As investigações buscam saber se a Alstom desviou uma porção dos pagamentos para contas de companhias offshore já que as propinas pagas no Brasil, na Venezuela e na Indonésia chegavam a 15% do valor dos contratos revelam os documentos das investigações. A lei proibia entretanto todos os pagamentos de propina e após sua mudança a Alstom passou a direcionar um volume maior de pagamentos para contas offshore, segundo um relatório da empresa de auditoria KPMG. As informações são da Dow Jones.


----- Original Message -----
From: euclidestrivoli
To: biocom@grupos.com.br
Sent: Tuesday, April 29, 2008 4:59 AM
Subject: Res: [BioCom] Ainda a crise alimentar, do Estadão:
O problema da falta de alimentos (se existisse) não é por falta de produção ou utilização de terras para biocombustiveis. A fome é causada pela pobreza de nações, que não possuem recursos para pagar pela comida necessária, uma vez que os preços são aviltados e cobertos com subsídios dos países "ricos" a seus agricultores. Esse é o motivo da fome, principalmente na África... Mas faz parte do projeto de governança corporativa do Club Bilderberger... acham que têm muita gente sobre a face da terra... pretendem reduzir esta população à metade....

----- Mensagem original ----
De: ronaldo <ronjacinto@gmail.com>
Para: biocom@grupos.com.br
Enviadas: Segunda-feira, 28 de Abril de 2008 10:27:41
Assunto: [BioCom] Ainda a "crise" alimentar, do Estadão:
Brasil é 'solução óbvia' para crise de alimentos, diz jornal inglês
Para 'Financial Times', potencial do País tem sido ignorado; em entrevista, Amorim culpa subsídios dos ricos
LONDRES - O Brasil é uma "solução óbvia" para o problema da alta do preço dos alimentos que ameaça o mundo, avalia o Financial Times. Conforme o jornal inglês, no entanto, o potencial do País nessa área tem sido largamente ignorado. "O mundo desenvolvido parece propositadamente míope em relação às oportunidades que o Brasil apresenta."
O FT afirma que o País tem grandes reservas de terras cultiváveis desocupadas, a maioria delas hoje servindo como pasto, e que podem facilmente se transformar em áreas de produção de grãos e outros alimentos. "O problema é que a maior parte da produção agrícola brasileira continua enfrentando tarifas proibitivas e outras barreiras colocadas pelos mercados desenvolvidos na Europa e nos Estados Unidos.
Segundo o jornal, se a produtividade da pecuária for elevada de 0,8 gado por hectare para 1,2, cerca de 80 milhões de hectares de terras seriam liberados para o plantio de alimentos. "Mas isso irritaria os fazendeiros americanos e europeus."
Em entrevista ao jornal, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, afirmou que a resposta correta à crise dos alimentos, além de dar prioridade ao combate à fome, é atacar a raiz do problema: os subsídios dos países ricos, que enfraquecem a produção das nações em desenvolvimento. "A fome mundial não é resultado de falta de oferta, mas principalmente do baixo nível de renda dos países pobres", afirmou o ministro.
O FT avalia que o Brasil possui sua parcela de culpa nessa discussão, pois tem feito pouco para combater a "histeria contra a suposta ameaça do etanol à floresta Amazônica", por exemplo. "Uma ameaça que, se existe, está mais relacionada à ilegalidade na região da Amazônia do que aos imperativos econômicos da produção de etanol."
Grupo Virtual BIOCOMBUSTÍVEIS - Pesquisa e Desenvolvimento - Nosso e-mail: biocom@grupos.com.br. Uma bio-homenagem aberta ao Engenheiro Thomas Renatus Fendel - www.fendel.com.br.


From: * Gracias*
To: Undisclosed-Recipient:;
Sent: Wednesday, November 21, 2007 9:43 PM
Subject: [lilicarabina] EM TEMPO- DESENGANADO
ADICIONANDO..ESTES CARAS NÃO SÃO FÁCEIS NÃO!
----- Original Message -----
From: S A Mac Dowell
Repasso comentário de um amigo.
Quer ver uma boa? entra no site da Finep, veja subvenção econômica 01/2007 e peça o resultado. Na lista do item 1, você verá um empréstimo (a fundo perdido) de R$ 18 milhões ao grupo Vicunha que é de quem? do Vice do Lula, o doentinho. Pra botar grana limpa e sem retorno no bolso ele tem uma saúde de ferro..
Aproveita e veja o R$ 1,2 milhões que o grupo Moura de baterias ganhou (também a fundo perdido) enquanto bota uma puta grana na televisão pro Emerson Fitipaldi fazer propaganda.
E tem muito mais. A M.I. Montreal Informática pegou R$ 2.3 milhões para desenvolver um software que já está pronto no Japão (e que ela deve ter feito parceria) para identificação facial. Se eles fossem desenvolver do zero, gastariam pelo menos 30 milhões pois esta merda demorou 5 anos no Japão pra ficar mais ou menos.
Tudo a fundo perdido, ou seja se o projeto micar, não precisa devolver o din-din. Tá tudo certo.
Boa diversão para vocês otários pagadores de impostos e cpmf.

-------Mensagem original-------
Caros amigos, leio que o congresso tem 594 deputados e senadores + 28.000 servidores e custa R$16,4 milhões por DIA
Não importa qual o seu partido.
Neste país de miséria, deseducação e “des-saúde”, qualquer político minimamente sério, teria de tratar publicamente este despropósito, e fazer força para mudar a situação.
Você já ouviu qualquer deles bradar contra este abuso?
Gabeira, Jeferson Perez, Lula, FHC, Sarney, Simon etc., são todos CONIVENTES.


From: Sebastiao
To: Fendel
Cc: GEOPHOTO@wirelink.com.br
Sent: Wednesday, February 20, 2008 9:52 AM
Subject: Re: Ensino de matemática
Meu caro Fendel,
Bom dia. Permita-me discordar do sua sugestão.
Em primeiro lugar, o setor florestal é um setor de longo prazo e como tal, necessita dentre outras coisas de estabilidade de regras no sentido de garantir a viabilidade do empreendimento. Infelizmente, isso não ocorre no Brasil, pois, uma legislação pode mudar de uma hora para outra e, consequentemente inviabilizar o empreendimento. Dentro desse quadro, creio, é difícil que um empreendedor sério queira se arriscar. Então, essa instabilidade acaba atraindo para o setor os 'picaretas' que não têm qualquer compromisso com o setor nem com o futuro e o que lhes interessa é simplesmente 'garimpar' a floresta, ie. tiram da floresta as espécies de maior valor e após isso mudam-se para um outro lugar e iniciam tudo de novo. Em suma, creio, que era necessário que as regras fossem claras e estáveis;
Em segundo lugar, tem a questão a excessiva burocracia. No Brasil é muito mais fácil desenvolver uma atividade agropecuária que uma atividade florestal. Um exemplo, é o projeto energia verde no Piaui que tem enfrentado todo tipo de obstáculo, se ao invés de uma atividade florestal o seu proprietário tivesse optado por uma atividade agropecuária com certeza estaria dono da situação e não estaria enfrentando todos os problemas que vem enfrentando. Se você quiser saber mais sobre esse projeto, poderá enviar uma mensagem para o colega Eliseu para quem já estou enviando uma cópia desta mensagem. Em suma, existe um ambiente totalmente desistimulante ao desenvolvimento de atividades florestais;
Quanto a sua sugestão de plantar um determinado número de árvores para cada cortada, a legislação já prevê a reposição florestal (determinado número de árvores/metro cúbico utilizado);
Quanto ao monocultivo de árvores, para mim, é semelhante a qualquer outro monocultivo agrícola.
Abraços, Sebastiao.

----- Original Message -----
From: Fendel
To: AEITA-PR@yahoogroups.com ; BIOCOMBUSTIVEIS - Produção Social Doméstica ; T82@yahoogroups.com ; lilicarabina ; tudosobreplantas@yahoogrupos.com.br ; solidariosbrasil
Sent: Monday, February 18, 2008 5:07 PM
Subject: Re: Ensino de matemática
Meu caro Solomon
O cortador de lenha do artigo abaixo, pode ser substituído pelo atual papeleiro, madeireiro, moveleiro, carvoeiro, etc...
Todos eles não necessitam fazer monoculturas ou simples extração sem replantio.
É tão simples e barato plantar 2 árvores iguais e mais 10 exóticas mistas, para cada uma cortada...
No Brasil de hoje, o governo ganha muito mais do que o lenhador, quer seja funcionário ou pequeno empresário.
E os vultosos impostos viram fumaça inaproveitável (para o povo) no roto fogão público.
Heb[ ]s Fendel

----- Original Message -----
From: Alex Solomon
To: AEITA-PR@yahoogroups.com
Sent: Monday, February 18, 2008 1:22 PM
Subject: Re: [Spam] [AEITA-PR] Re: Ensino de matemática 2008
O mesmo cortador de lenha vende um carro de lenha por 100R$. O custo foi 80R$.
Comente em poucas palavras a ganância do lenhador e qual a razão de ele não querer vender a preço de custo.
O custo foi de :
( )Zero (ele desmatou) ( ) 60 R$ ele superfaturou e/ou escondeu o lucro ( ) 80R$ a Receita Federal arbitrou.
SDSAS

----- Original Message -----
From: Fendel
To: abcsilk; BIOCOMBUSTIVEIS - Produção Social Doméstica ; AEITA-PR ; T82@yahoogroups.com
Sent: Monday, February 18, 2008 12:50 PM
Subject: [Spam] [AEITA-PR] Re: Ensino de matemática
É meu caro Silvio
E o mesmo drama se repete em todos os níveis e matérias escolares...
Tem engenheiro phd que dá consultoria em energias, que não sabe a diferença entre volume e massa... Heb[ ]s Fendel

Fw: Assunto: Ensino de matemática
1. Ensino de matemática em 1950:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção desse carro de lenha é igual a 4/5 do preço de venda .
Qual é o lucro?
2. Ensino de matemática em 1970:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção desse carro de lenha é igual a 4/5 do preço de venda ou R$ 80,00.
Qual é o lucro?
3. Ensino de matemática em 1980:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção desse carro de lenha é R$ 80,00. Qual é o lucro?
4. Ensino de matemática em 1990:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção desse carro de lenha é R$ 80,00. Escolha a resposta certa, que
indica o lucro:
( )R$ 20,00 ( )R$40,00 ( )R$60,00 ( )R$80,00 ( )R$100,00
5. Ensino de matemática em 2000:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção desse carro de lenha é R$ 80,00. O lucro é de R$ 20,00.
Está certo?
( )SIM ( ) NÃO
6. Ensino de matemática em 2007:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$100,00. O custo de produção é R$ 80,00. C coloque um X no lucro de R$ 20,00.
( )R$ 20,00 ( )R$40,00 ( )R$60,00 ( )R$80,00 ( )R$100,00


From: Raymundo Araujo Filho
To: Fendel
Sent: Wednesday, April 16, 2008 1:03 PM
Subject: Re: Alimentos em alta...
Prezado
Continuo em concordância com o mais astuto, radical e propositivo ANARQUISTA que conheço. De carteirinha. Proudhon, Malatesta, Koprotkin e Bakunim são fichinhas perto de ti.
Este é o meu amigo Fendel, a quem prezo tanto!
Raymundo

--- Em ter, 15/4/08, Fendel <thomas@fendel.com.br> escreveu:
De: Fendel <thomas@fendel.com.br>
Assunto: Re: Alimentos em alta...
Data: Terça-feira, 15 de Abril de 2008, 10:22
Meu caro Hermínio
Felizmente os vultosos subsídios aos alimentos estão caindo por terra, fazendo com que a comida alcance o preço de produção.
Falta ainda quebrar as pernas dos atravessadores e impostores, para que a agricultura descentralizada e sustentável consiga competir com os grandes grupos e suas vergonhosas benesses.
Outrossim, é falácia responsabilizar o clima ou os biocombustíveis pela alta dos preços, pois as alterações climáticas não se alteram concomitantemente no globo todo, além de que para se fazer um litro de óleo de soja, se faz obrigatoriamente e ao mesmo tempo, 5 kg de farelo, ou seja, de comida. Idem no etanol, que produz grandes quantidades de bagaço e vinhoto, ótimo alimento de vaca, claro preferencialmente em produção descentralizada, o que continua estupidamente proibido neççepaíç de pelegos sindicalistas.
HidroEólicosBioAbraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
Na tragédia brasileira não existem inocentes. Somos todos cúmplices por omissão, covardia e conivência (Ricardo Bergamini).

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