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OPINIÕES
E COMENTÁRIOS
Jornal BIOCOM 17
Meu caro Ricardo
Tá certo que nossa capital está no planalto, mas isso não justifica que 60% dos gastos com pessoal da união se concentrem por lá.
Isso representa um elefante muito grande, doente e inútil a ser alimentado.
Taí a explicação para programas oficiais afastados da realidade, como é o caso do biodiesel.
Na foto acima, o avião paranaense que estamos adaptando para funcionar a OVN, com um motor VW 1.9 TDI eletrõnico.
Meu caro Professor Luís
Estou abastecendo 45% de OVR (R de refinado), 5% de álcool e 50% de Diesel fóssil no motor eletrônico 1.9 TDI de meu VW.
A partida a quente está difícil devido à evaporação do álcool no aquecedor de combustível, original do motor.
Ainda não instalei o kit, pois estou tentando mais uma vez, homologar o veículo primeiro...
Adiciono a pequena quantidade de álcool com o objetivo de aproximar a viscosidade da mistura à viscosidade do Diesel, e assim espero enganar a eletrônica embarcada.
Até agora, com pouco mais de 2.000 km rodados, não percebi alteração no desempenho e consumo.
Meu caro Gert
O maior problema atual para se andar a OVN (afora a parte legal, claro) é obter o óleo vegetal qualificado.
O óleo virgem prensado a frio, decantado e micro-filtrado, se encontra, que eu saiba, só em Wittmarsum - PR, uma colônia alemã entre Curitiba e Ponta Grossa, e tem fila para aquisição.
Outra alternativa são os óleos refinados, cartelizados. Até agora, só consegui comprá-lo em frascos de supermercado. É muito difícil obtê-los a granel.
A opção que resta é a coleta de óleos de fritura em restaurantes e afins, o que envolve um pouco de trabalho e dedicação em seu preparo, que passa a ser um novo refino.
Meu caro Mario
Não, não senti raiva ao ler sobre o H-bio. Senti pena. Pena do enganado povo brasileiro, que é enganado com essa balela dos 2 %.
O povo não tem culpa. O povo confia e crê em ladrões. Os culpados são os insaciáveis abastados, que querem roubar cada vez mais.
Meu caro Edimar
Pelo menos as pessoas de SC e de SP não precisam votar nulo para deputados federais.
Em SC temos a Ana Echevenguá e em SP temos o Adriano Benayon, para defender nossos OVNs e combater a bioenganação em franco desenvolvimento.
Meu caro Evandro
Será que vc não pode usufruir dos laboratórios da pbrás para fazer a análise dos óleos de tuas experiências?
Assim tentaríamos adequar os óleos vegetais utilizados à pré-norma alemã, e evitaríamos diversos problemas adicionais.
Imagina, os OVs necessitam ser filtrados, neutralizados, degomados, centrifugados, etc, antes de serem transformados em biodiesel.
Da mesma forma, temos que qualificar os OVs para nossos motores, coitados, para que não engulam ossos de galinha, ácidos, sais e açúcares.
Meu caro Eurico
Teu carro Mercedes é de injeção indireta, e portanto adora óleo vegetal.
O único "senão" é com a qualidade do OVN, e para vc não ter problemas futuros, é necessário aumentar o diâmetro das mangueiras, pois o OVN é mais viscoso.
Pelo menos no atual verão escaldante de Portugal, vc nem precisa de kit.
Quanto à exportação do kit, ele ainda não está maduro para tal, mas, se vc quiser ser mais um cobaia, posso verificar a quastão do frete.
Museu Elsbett
http://www.elsbett-museum.de/
Infelizmente só em alemão, e com menos de 1000 visitas ainda...
Mesmo assim vale a pena ver a tabela de consumo de vários veículos da época (1993) onde um mercedes 190 ano 84 com o lendário motor ELKO, com 335.000 km rodados, bateu o record de consumo baixo, na primeira Ecotour da Europa. No ano seguinte (1994) a indústria do ptróleo não mais deixou este magnífico veículo a OVN participar oficialmente da prova, mas mesmo assim, o velho motor Elko correu por fora e evidentemente novamente bateu o record mundial de eficiência.
E nenhuma revista "especializada" mundial em automóveis, denunciou esta maracutaia, aliás como até hoje boicotam as verdadeiras bioenergias, em prol da indústria fóssil e de políticas arrecadadoras de impostos exagerados.
Com o fim da rodada, País deve retaliar EUA
http://novo.mnp.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id
=379319&Itemid=2
Por um lado, se faz esforço para combater os subsídios agrícolas internacionais, e por outro lado, se faz corpo mole e aceita-se o não cumprimento das negociações, por parte dos acusados. Ou seja, prevalece o canibalismo capitalista... o resto que se ajoelhe.
Gasolina do País é a mais cara entre os produtores de petróleo
http://www.intelog.net/site/default.asp?TroncoID=907492&SecaoID=508074&SubsecaoID=715548&
Template=../artigosnoticias/user_exibir.asp&ID=725260
Nem a máfia que nos governa e nem os oligopólios que nós sustentamos, se dão conta de que a vaca leiteira necessita comer bem, para não definhar.
Traduzindo: O povo mais pobre (o nosso) tem de pagar o combustível mais caro, para sustentar ladrões insaciáveis.
Brasil vai fabricar carro elétrico
http://www.intelog.net/site/default.asp?TroncoID=907492&SecaoID=508074&SubsecaoID=609211&Template=../
artigosnoticias/user_exibir.asp&ID=949060
Nem para trechos curtos, os veículos a bateria serão páreo para as desprezadas, boicotadas e graciosas veículos a bioenergias.
O silêncio dos inocentes
http://novo.mnp.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=379474&Itemid=2
Recomendo a leitura deste artigo, que trata sobre as barbáries de nosso (des)govêrno e o silêncio dos atingidos: o nosso silêncio.
Direção da Audi admite que errou ao construir uma fábrica no Brasil
http://www.intelog.net/site/default.asp?TroncoID=907492&SecaoID=508074&SubsecaoID=818291&Template=../
artigosnoticias/user_exibir.asp&ID=190931
Errou porque não fez aqui o pequeno A2 que faz na Alemanha, e nem tentou legalizar seus modelos a Diesel, que são muito mais econômicos, eficientes e poderiam facilmente ser adaptados aos fascinantes OVNs.
Fornecedores da FIAT já trabalham no projeto de produção do Punto
http://www.intelog.net/site/default.asp?TroncoID=907492&SecaoID=508074&SubsecaoID=818291&Template=../
artigosnoticias/user_exibir.asp&ID=709352
De longa data a Fiat é pioneira e produz carros minúsculos como por exemplo o lendário e econômico "cinquecento" na Itália, um fiatinho de 500 cm3.
Vale inaugura maior mina de minério de ferro do mundo
http://www.intelog.net/site/default.asp?TroncoID=907492&SecaoID=508074&SubsecaoID=538090&Template=../
artigosnoticias/user_exibir.asp&ID=809111
Claro, e exporta a preço de sucata. Maldita herança de fhc, o maior alibabá de toda a história.
Volvo apresenta seu lançamento mais esperado
http://www.intelog.net/site/default.asp?TroncoID=907492&SecaoID=508074&SubsecaoID=609211&Template=../
artigosnoticias/user_exibir.asp&ID=816322
Na contramão da moda ianqui, a relutante Volvo lança uma carro pequeno, com opção Diesel, que poderá ser convertido em OVN nos fundos de quintais mundo afora.
Brasil e Argentina discutem comércio sem uso de dólares
http://www.intelog.net/site/default.asp?TroncoID=907492&SecaoID=508074SubsecaoID=619181&Template=../
artigosnoticias/user_exibir.asp&ID=626454
Quanto mais o dólar for deixado de lado, mais chances tem a humanidade de sobreviver.
Cidades solares:
http://www.cidadessolares.org.br/cidadessolares/
Uma bela iniciativa para aquecimento de água solar.
Portugal deve renegociar Quioto!
http://www.negocios.pt/default.asp?SqlPage=Content_Opiniao&CpContentId=279636
Olhaí um português aprendendo como proceder contra o aquecimento global, denunciando a negociata do carbono, a favor das maravilhosas hidroelétricas, etc.
Pena que ele ainda não entendeu que o hidrogênio é mentira, e nuclear é um lixo, mas logo ele chega lá.
Os brasileiros, que inventaram a negociata do C, e fazem anedotas dos portugueses, deveriam se envergonhar, deixar as lorotas de lado e partir para a sustentabilidade.
Ao final, acrescentei um artigo do Xico Graziano, reenviado pelo Sebastião Skengen, intitulado "Crendices e Falácias".
Trata-se da constatação do óbvio que os crédulos não querem ver.
Ampliando o leque de opções às mentiras sobre: manga com leite e eucalipto bebedor de água, podemos acrescentar mais estorinhas como: papai noel, são sebastião, menino jesus, coelho de páscoa, ressurreição, galinha com charuto, arca de noé, mercado de carbono, biogasolina, etc.
HidroBioabraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
Divulgação autorizada e desejável.
"O que mais preocupa não é nem o grito dos violentos, dos corruptos, dos desonestos, dos sem-caráter, dos sem-ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons". - Martin Luther King
De: Eurico Lino Do Vale [lino.do.vale@vodafone.pt]
Enviada em: sábado, 29 de julho de 2006 21:35
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: Oleo Vegetal como fuel
Caro Thomas
Tomei conhecimento recentemente da possiblidade de usar o oleo vegetal como combustivel em motores diesel.
Participo num forum de discussão na internet de aficionados de Mercedes. Eu pessoalmente tenho um Mercedes 300 D de 1978.
Atravez desse forum conheci uma pessoa que me falou que estava usando no seu carro uma mistura de 50% de oleo vegetal para 50% de diesel (combustivel fossil) e que sem problemas e sem transformação nenhuma, o seu carro continua a andar.
Eu proprio já experimentei pela primeira vez essa mistura no meu carro e também não tenho tido problemas nenhuns, até parece que o motor está melhor.
O que eu acho mais extraordinário neste facto é que até agora o meu carro era um carro velho que emitia grandes quantidades de co2 para a atmosfera e de um momento para o outro transformei esse mal numa coisa mais equilibrada e menos nefasta para todos nós. Como que por magia. Tal , como este exemplo devem haver outros que por ignorancia nossa continuamos a utilizar a via mais nefasta. A área dos produtos farmaceuticos versus os naturais.
Enfim é um tema longo. Podia também falar da capacidade que o homem tem em comunicar entre si via telepatica e continua a usar os telemoveis etc.
Gostaria de divulgar esta maravilhosa noticia em Portugal, onde vivo e fazer alguma coisa para mudar a mentalidade das pessoas e leva-las a comprar o kit e usar o oleo vegetal.
Seria possivel exportar esse kit para Cá.
Já agora tambem lhe faço outra pergunta. Acha que é possivel eu usar apenas oleo vegetal no motor do meu carro sem problemas e sem o kit de transformação.
Obrigado pela Atenção
Eurico Vale
P.S. Agrada-me a ideia de uma economia sustentada em que o equilibrio entre as coisas seja a palavra de ordem. O CICLO DA VIDA NÃO PODE TER ARESTAS.
De: Evandro :evandro.petrobras@gmail.com]
Enviada em: segunda-feira, 31 de julho de 2006 09:15
Para: Fendel; barra.vilavelha@gmail.com
Assunto: estudo de nova tecnica de trat de WVO: oleo de fritura usado
Amigo, bom dia.
Fiz uma experiencia com as gomas do WVO recolhido em um restaurante: adicionei 5 g/L de soda caustica comum no oleo (bastante engomado) previamente misturado com 5% de diesel, mexi bem e aguardei; 2 horas depois havia a decantaçao de 10% de uma camada de goma e geleia no fundo, o resto era oleo limpissimo foi direto para o tanque e esta queimando muitissimo bem. Já repeti o experimento e deu certo de novo.
Podemos multiplicar essa experiencia para avaliacao, pois caso positivo, será uma novidade em tratamento de oleo usado.
[]´s Evandro - SGI de Petrobras-37 - (22) 2792-3752 (27) 3260-1341
De: Edimar Miguel Da Costa [EdimarMC@TCU.gov.br]
Enviada em: quarta-feira, 26 de julho de 2006 13:55
Assunto: RES: Candidatura a Deputado Federal SP
O paulista não tem desculpa de dizer não saber como dar um grande voto: Adriano Benayon
Enéas, o líder do Prona, tomou juízo. Em 2002, com seu milhão e meio de votos para deputado, em São Paulo, elegeu, na garupa, quatro ilustres desconhecidos (Elimar Damasceno, Vanderlei Assis, Irapuan Teixeira e Amauri Gasques). Nenhum teve 500 votos. Damasceno é um deputado íntegro.
Os outros eram três espertalhões. Mal chegaram à Câmara, venderam-se, foram para o PP e o PL, essas sarjetas partidárias. O governo os comprou na gamela do Mensalão. E logo apareceram no escândalo dos Sanguessugas.
Agora, para sua chapa de deputado federal em São Paulo, Enéas convidou um grande brasileiro, o embaixador, economista, professor da Universidade de Brasília Adriano Benayon, um patriota, nacionalista militante, autor de numerosos trabalhos, inclusive um livro fundamental, indispensável: "Globalização versus Desenvolvimento" (Editora Escrituras, SP).
De quebra segue trecho de futuro manifesto:
1 - "Nossa existência como Nação soberana e sociedade organizada está em perigo. Há 25 anos a renda nacional por habitante parou de progredir. Uma geração inteira nunca viu o Brasil se desenvolver. Cerca de 60% dos nossos jovens, entre 14 e 24 anos, não estudam nem trabalham. O crime organizado avança. Não podemos perder mais tempo".
2 - "Entre janeiro de 2003, quando tomou posse, e junho de 2006, o governo Lula destinou R$ 530 bilhões para remunerar especuladores financeiros discretamente, enquanto usou R$ 30 bilhões no programa Bolsa Família, tão divulgado. A grande maioria dos políticos, no exercício de mandatos, foi cúmplice disso. A senadora Heloisa Helena foi exceção".
3 - "Por defender os compromissos que havia assumido em campanha, foi expulsa injustamente do PT. A trajetória de Heloisa nos comove. Sua campanha nos reanima. Permite que reencontremos valores que desapareceram da política brasileira, como simplicidade, honestidade e verdade. Heloisa Helena não mente, não rouba e não trai".
4 - "Não vote contra o Brasil nem anule o voto. Ajude essa grande brasileira a cumprir sua missão, que também é a nossa. A missão de resgatar o nosso orgulho de ser brasileiros e construir o País dos nossos sonhos. Entre na campanha como for possível. Reúna os amigos. Converse com todos, em casa, no trabalho, nas ruas. Cada novo voto nos aproxima da hora da virada". Sebastião Nery, TI 26/07/2006
De: Mario Sergio Horita da Silva [mshoritas@yahoo.com.br]
Enviada em: quarta-feira, 26 de julho de 2006 00:06
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: Matéria Revista
Boa noite Fendel.
Como na minha opinião você é o expert no assunto, escrevo esse e-mail para saber o que você acha a respeito da matéria que saiu na Revista Dinheiro Rural de julho/2006 Edição 021, cuja capa é: Petrobrás acelera o campo (Com o novo H-Bio, combustível que adicionará óleos vegetais ao diesel, a estatal entra de vez no agronegócio. De imediato, deve provocar uma revolução no mercado da soja, comprando 10% das exportações brasileiras de óleo do grão e gerando efeitos diretos para milhares de produtores e para a agroindústria.)
Não tenho conhecimento aprofundado para falar sobre isso, mas ao ler a matéria fiquei inconformado em ver que a matéria tende a achar que a Petrobrás é a "descobridora da galinha dos ovos de ouro", sem falar nessa questão ridícula de adicionar 2% (????) de óleo vegetal ao diesel e chamar de Biodiesel (???). Minha pergunta: porque não usar 100% de óleo vegetal?
Outra coisa: porque é proibido fabricar motores à diesel aqui?
Se você ainda não leu e tiver oportunidade de ler por favor o faça, para dar sua opinião. Senti raiva ao ler, mas não sei se será essa mesma reação que você terá. Um abraço, Mario Horita
De: gfischer.joi@terra.com.br [gfischer.joi@terra.com.br]
Enviada em: quarta-feira, 26 de julho de 2006 21:51
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: [BioCom] programa ecologia em ação esta prestes a acabar.
Thomas, meus amigo
Estou reprisando o programa que gravamos em Mafra e na serraria que vai ser apresentado nos dias 28,29, 30 e 31 deste mes.
Serão momentos de muito aprendizado com voce, meu mestre.
Abraços Gert
PS: Estou vendo se troco o civic por uma camionete Toyota Ilux ando 2001 com motor diesel. Gostaria de equipa-la com um kit de conversão para oleo vegetal. O que voce me aconselha ?
Grupo Virtual "BIOCOMBUSTÍVEIS - PRODUÇÃO SOCIAL DOMÉSTICA" - Nosso e-mail: biocom@grupos.com.br. Uma bio-homenagem aberta a Thomas Renatus Fendel - www.fendel.com.br.
De: Luís Fernando Nicolosi Bravin [lfbravin@terra.com.br]
Enviada em: quarta-feira, 26 de julho de 2006 23:26
Para: Fendel
Assunto: Re: Jornal BIOCOM 16
Caramba Fendel..
Mandou muito bem na entrevista! Parabéns!!!
Estamos indo muito bem com nossos kits. O meu já entupiu 3 vezes e o seu apenas 1 vez! os veiculos estão andando muito bem. Qto aos testes com óleo vegetal no motor eletronico estou no valor de 10 % de OV adicionado a um motor international de 163 hp ( da ranger 2007 ) mas estamos tendo alguns problemas de falha em baixa rotação. Estou estudando a possibilidade de adicionar alcool na mistura.
mando noticias... abração, Luís Fernando
De: Ricardo Bergamini [rbfln@terra.com.br]
Enviada em: segunda-feira, 24 de julho de 2006 10:00
Para: Undisclosed-Recipient:;
Assunto: Gastos com Pessoal da União, por Unidade da Federação 015
Em 2003, o Distrito Federal detinha a maior RENDA PER CAPITA do Brasil de R$ 16.920,00. O segundo lugar cabia ao Rio de Janeiro com R$ 12.671,00 (IBGE).
Reflexão Sobre os Gastos com Pessoal da União, por Unidade da Federação – Fonte MF.
Base: De Janeiro de 2006 até Junho de 2006
Unidade da Federação R$ Bilhões %
Distrito Federal 31,7 59,70
Rio de Janeiro 9,4 17,70
Demais 25 Estados 12,0 22,60
Total 53,1 100,00
77,40% dos gastos com pessoal da União (FFAA, Técnicos do IBAMA e do Meio-Ambiente, Polícia Federal, Agrônomos, Engenheiros Florestais, Médicos, Professores, etc.) se concentram no Distrito Federal (59,70%), e no Rio de Janeiro (17,70%).
Arquivos oficiais do governo brasileiro estão disponíveis aos leitores.
Ricardo Bergamini
(48) 4009-2091
ricoberga@terra.com.br
rbfln@terra.com.br
http://paginas.terra.com.br/noticias/ricardobergamini
CRENDICES E FALÁCIAS
O artigo publicado hoje, terça-feira, 01 de Agosto, em minha coluna nos jornais O Estado de S. Paulo, O Globo e O Tempo, de MG, intitula-se "CRENDICES E FALÁCIAS". Caso não disponha dos jornais, o artigo encontra-se anexo. A relação completa das publicações pode ser encontrada em www.agrobrasil.agr.br .
Receba um abraço do
Xico Graziano
AgroBrasil
CRENDICES E FALÁCIAS
Agosto, no interior paulista, significava mês de cachorro louco. Trata-se, evidentemente, de uma crendice. Para espantar os cães raivosos, as crianças seguiam para a escola rural, à pé, apavoradas, vestindo seus uniformes ao avesso. Coisa de antigamente.
São comuns, na roça, estórias fantasmagóricas. Saci-pererê, boitatá, mula-sem-cabeça... O mundo rural, isolado e distante, e por que não dizer, inculto, cultivava suas crenças ilógicas para sossegar a alma. Mistura de religiosidade com resquício de naturalismo primitivo. Não fazia mal a ninguém.
Nas práticas agrícolas, época de pouca tecnologia, a Lua definia períodos de plantio e colheita. Cortar bambu, somente se permitia na fase minguante, para não carunchar. Para vingar forte, a muda de bananeira deveria ser plantada de ponta cabeça. Virou brincadeira de criança.
A maioria das crenças rurais acabou distante, perdida no trajeto da civilização brasileira. O folclore tenta resgatar essa riqueza cultural, valorizando as origens do povo. Lembrar do passado significa cultivar o futuro.
Curioso é perceber que, nessa transição do mundo mágico para a racionalidade, rumo à modernidade, certas crendices rurais permaneceram vivas, como se verdades científicas fossem. Um caso exemplar afeta o eucalipto.
Por mais que a ciência moderna comprove que a árvore é generosa, sua fama de má continua assombrando por aí. Dizem que espanta chuva, seca o solo, que nada nasce ao seu redor, nem vinga na terra com ela outrora ocupada. Nada disso é verdade, mas continua a conversa fiada.
É bem verdade, óbvio, que uma plantação de eucaliptos exige muita água para crescer. Os estudos florestais, todavia, comprovam que o consumo de água pela árvore não difere muito do consumo de outras espécies florestais. Mais ainda, considerando a quantidade de madeira produzida pela água consumida, o eucalipto mostra-se mais eficiente, quer dizer, mais econômico que árvores nativas. A diferença é que ele cresce rápido.
A inquietude remanescente sobre as florestas plantadas com eucalipto se explica por uma razão não-científica. Quem afirma é o Prof. Walter Lima, da ESALQ/USP, que elaborou sua tese do doutorado sobre o tema. E nesse ardil mora o perigo.
Afinal, as crendices populares são ingênuas, mas os mitos podem ser utilizados no jogo político da sociedade. Quando ocorre essa manipulação, se transformam em falácias, servindo ao proselitismo político e, no extremo, à guerra ideológica. Foi o que ocorreu com o pobre do eucalipto. Um ecologismo da pior espécie, disfarçado de social, taxa as plantações florestais de "desertos verdes". Um absurdo agronômico.
Falácia maior, entretanto, ataca hoje a economia e a sociologia rural qual doença contagiosa. Trata-se da alegada oposição entre a agricultura familiar e os agronegócios. O embate ideológico gerou um falso antagonismo, teórico e prático, palco da disputa pelo poder entre dois Ministérios da República. É inacreditável.
Argumenta-se que os produtores familiares, pequenos, geram empregos e protegem o mercado interno; os empresários rurais, por sua vez, grandes, são anti-sociais e visam apenas os dólares da exportação. A falácia imputa virtude aos pequenos e vício aos grandes. Familiares são do bem, patronais do mal.
A injustificável distinção entre familiar e agronegócio significa uma verdadeira heresia teórica, sem amparo na realidade agrária. Nos EUA, a maioria dos agricultores é familiar e opera em larga escala, contando com a ajuda da tecnologia. O padrão norte-americano se reproduz atualmente na fronteira agrícola do Mato Grosso, particularmente nas culturas da soja e do algodão. A gestão é familiar, porém altamente empresarial.
No Brasil, graças à ideologia barata, o conceito de familiar passou a ser sinônimo de pequeno agricultor. Mais ainda, distante do mercado e isolado das cadeias produtivas. Pior, pobre e indefeso. Virou a coqueluche da esquerda boboca. Uma verdadeira tragédia do pensamento.
Ora, familiar tem a ver com gestão, não com tamanho. E agronegócio exige vinculação ao mercado. Somente estão fora do agronegócio os agricultores de subsistência, como são grande parte dos assentados de reforma agrária. Estes cultivam e criam para auto-consumo. Nessa condição, excluídos do mercado, encontram-se também metade dos agricultores tradicionais do país, principalmente no Nordeste. Faze-los progredir, integrando-os às cadeias produtivas, deve ser o miolo da política pública.
Quando se analisam as estatísticas agrárias, se verifica que os pequenos agricultores são importantes na produção de alimentos, como o feijão. O cereal que segue para abastecer as metrópoles, todavia, advém de produtores comerciais, boa tecnologia, gestão empresarial. No tamanho, são pequenos, na qualidade são enormes.
Milhares de produtores do Paraná, organizados em cooperativas, produzem soja para exportação. Cafeicultores mineiros, pequenos em área, colhem o melhor café do Brasil. Fruticultores paulistas, altamente tecnificados, dão show de competência. Todos são familiares e, simultaneamente, expoentes do agronegócio.
Dizem que manga comida com leite faz mal. Não procede. Espalhada pelo patrão, a mentira procurava impedir o consumo de leite pelos escravos. Segregar o agricultor familiar, à semelhança da crendice do leite, significa criar uma distinção enganosa. Atrapalha, não ajuda, a enfrentar os dilemas da economia agrária.
Jornal BIOCOM 18
Meu caro Paulo
Ótima sua idéia de incluir OVN na maratona de eficiência energética da foto abaixo.
Vamos ver se sensilbilizamos algum professor de universidade a utilizar OVN nalgum protótipo.
O maior problema será conseguir um motor de ciclo Diesel suficientemente pequeno para a adaptação.
Enquanto isso, seria racional que no lugar da gasolina, nossos estudantes utilizassem nosso álcool, e que os organizadores promovessem veículos mais próximos da realidade, ou seja, práticos em termos de uso, trajeto, carga e velocidade.
Meu caro Telmo
Belo texto e exemplo sobre o uso de OVN nos EUA.
Lamentável apenas o último parágrafo, sobre a possível multa aos "infratores" que utilizarem óleos vegetais em seus veículos. Eu esperava que este tipo de coisa só existisse no dito quinto mundo, e que a indústria do ptróleo não chegasse a tais níveis de mediocridade em regiões que se julgam desenvolvidas.
Meus caros Gert e Telmo
A injeção e o comércio de energias nas redes é algo simples de mais, que a turma complica e impede para criar dificuldades, com o objetivo de vender facilidades.
É inconcebível que paguem apenas R$ 0,14 pelo KW da cogeração com biomassa, enquanto o povo tem de comprar o mesmo kW a R$ 0,45.
Essa ladroagem desistimula a cogeração do setor canavieiro, madeireiro, e demais biomassas, sem falar dos trâmites e burocracias envolvidas.
Um mercado racional não pode nunca funcionar com um nhenhenhé desses.
Meu caro Geraldo
Discordo que somos preguiçosos. Somos enganados.
A rede bobo manipula tudo e todos. É este o nosso virus HIV que destroe toda a esperança de um povo batalhador.
Quanto ao presidente, não somos os únicos a aguentar um mentiroso politiqueiro. Nos EUA, a figura é ainda mais grotesca, que fraudou inclusive a contagem de votos.
Meu caro Trigger
Nossa indignação com os políticos não tem limites, e a cada ano ou mês que passa, ela aumenta.
Como o principal insumo da humanidade, em termos monetários, é a energia, suas políticas são as mais imbecis imagináveis.
No mundo todo, a energia é esbanjada porque é muito barata. Imagina, 1 litro de água num restaurante é mais caro do que 1 litro de óleo vegetal no supermercado.
Dessa equação incoerente resultam todas as demais barbáries.
Hoje, o litro de carbono concentrado vale apenas R$ 1,50, e, para que o macaco vire racional, seu valor terá que ser 10 vezes maior.
Meu caro Telmo
O calor infernal que varre o hemisfério norte, varre também o sul. Nunca vi um inverno tão chocho como o de agora. Meu estoque de lenha da lareira não quer baixar.
E mesmo assim, na Europa as concessionárias preferem promover apagões do que comprar energia dos pequenos, visto que suas sujas usinas térmicas não foram dimensionadas para as temperaturas altas agora vigentes.
Meu caro Pastor Fuchs
Como ainda não consegui comprar óleo virgem, utilizo óleo refinado para me certificar de que as estórias sobre o uso de 50% de OVN em frotas de motores eletrônicos no MT não são boatos, e resolvi experimentar a variação de 30 a 70% de OVR num Golf 1.9 TDI.
Já rodei 5.000 km com OVR50, sendo o óleo refinado comprado em supermercado. Meu único medo é a partida a frio, onde penso que a maior viscosidade pode forçar alguns componentes da injeção. Quanto ao funcionamento, tá um brinco. Percebo que tem mais torque em baixa rotação e menos em alta. Fumaça só com o motor frio. E o cheiro de fritura é bem menor do que no meu velho Toyota paraguaio. O consumo a 80 km/h está na faixa dos 22 km/l e a 140 km/h em 15 km/l.
Meu caro Hernani
Desculpe-me o esquecimento da candidatura Hernani de Sá a Deputado Federal pela Bahia.
Certamente teremos um ferrenho defensor dos óleos vegetais junto àquela casa de aproveitadores.
Agradeço também ao vídeo da entrevista da HH, que me cativou e se tornou assim minha candidata.
Meu caro Hayashi
Tua pergunta: quem terá preço maior? óleo combustível ou comestível?
Pelo andar da carruagem hoje, o combustível é mais caro, pois se pega um óleo nobre, refinado e se faz a desnecessária e cara transesterificação.
No futuro próximo, ambos terão o mesmo preço, pois serão exatamente iguais, afora taxas, impostos e propinas.
Num futuro mais distante, ambos deverão ficar mais caros, acompanhando a elevação do preço das energias.
Meus caros Kerber, Nikolaus e Carlos
As impurezas em geral tem muito mais afinidade e solubilidade com a água do que com o óleo. Portanto fazer a lavagem do óleo de fritura, deve retirar boa parte de seus ácidos, sais, açúcares, etc.
O ideal é fazer a análise dos óleos utilizados, e na Alemanha existe até um pequeno kit químico para esta verificação prática, para então se fazer a neutralização necessária.
Meu caro Evandro
Geralmente se utiliza as resistências elétricas nos kits baseados no sistema de tanque único a óleo vegetal, sem o tanque adicional de Diesel para a partida dos motores.
Conheci pessoalmente o Paulo Galvão, que produz as extrusoras de óleo vegetal virgem www.bindgalvao.com.br, semana passada, quando proferi palestra na Associação de Engenheiros de Cascavel.
Aproveitei as presenças dos Eng. Cabrini e Eng. Rossafa - presidente e ex-presidente do CREA-PR para reforçar a necessidade do envolvimento dos conselhos de engenharia nas questões energéticas do país.
Meu caro Anderson
Na Alemanha, já começam a taxar as bioenergias, porque sabem que o ptróleo vai prá 100 dólares ainda este ano, e porque os arrecadadores, lá como cá, são insaciáveis.
Meus caros Clarissa, Milton e Francisco
Percebe-se que os políticos pensam apenas em seus mandatos, e que "o futuro" pensam ser responsabilidade apenas dos próximos. Isso explica a ganância e a miopia de suas atitudes. A poucos anos passados ainda existiam estrategistas que faziam projeções por algumas décadas, mas hoje, tudo se resume ao imediato.
Nosso planeta até aguenta produzir um monte de eucalipto, cana e beterraba, o que ele não aguenta é fazer isso via astronômicas, insustentáveis e imbecís monoculturas. Temos que descentralizar os ganhos, as energias, as produções, etc, para que tudo se resolva de maneira harmoniosa, como teima em nos ensinar a própria natureza.
Meus caros Osvino e Gert
A matéria sobre meu veículo e palestra na Agrifam em Agudos - SP, saiu bastante truncada, o reporter abrandou muito a gravação e distorceu os assuntos. Mesmo assim a repercussão está sendo muito boa. Muitas pessoas ficaram realmente emocianadas... mais do que eu.
Agradeço aos organizadores a chance de divulgação que deram às reais bioenergias microdistribuídas.
Minha cara Alessandra
Os óleos vegetais necessitam de alta temperatura para sua combustão, o que só é possível com a elevada compressão dos motores Diesel. E é essa elevada taxa de compressão que faz estes motores serem também perto de 50% mais eficientes do que os motores do ciclo Otto (gasolina), resultando em mais quilômetros rodados por litro de combustível. No mundo todo a tendência é o ciclo Diesel, que será sem dúvida abastecido pelos graciosos óleos vegetais naturais.
Meu caro Trigger
Meu Golf a óleo vegetal tem placa fria... se eu cair na mão da policia... estou frito.
O governador do Acre deu ordens expressas ao Detran AC para regularizarem meus carros, a pedido do presidente do CREA AC Eng. Sopchaki, e estou aguardando o resultado. Afora isso estamos movendo ações judiciais contra os estados de SC e PR bem como contra seus Detrans, além de um mandato de segurança no PR contra o estado e o Detran. Quem está à frente desta inglória luta é a candidata a deputada federal por SC, Dra. Ana Echevenguá, cujo número é 4020.
De concreto, por enquanto, recebi apenas uma intimação para comparecer na polícia federal... veremos o que querem.
Meu caro Fernando
Tua idéia de abastecer as forças armadas com biocombustível racional é realmente estratégica.
Mas, no nosso caso, como não temos dinheiro nem para a comida dos recrutas, certamente o falta também para investimentos.
Sou da opinião de que deveríamos desenvolver mísseis com ogivas nucleares, movidas a carvão ou óleo vegetal...
Com a palavra, meu amigo Eng. Loures, especialista em propulsão do INPE...
Meus caros Dunas, Nikolaus e Fuchs
Como a bioenergia nem nasceu ainda, muitos de seus meios de utilização ainda estão a ser desenvolvidos e aperfeiçoados. O importante é possibilitar seu uso distribuído, de todas as formas, inclusive com o intercâmbio de energia elétrica, a ENEREDE.
Não é com decretos de escrivaninha e com miopias de arrecadação que se resolvem os problemas.
Todos os equipamentos envolvidos tem seus custos de manutenção e de operação que necessitam ser considerados, e que não são baixos.
O importante é perceber que em muitos casos, o pequeno pode ser mais eficiente do que o grande, como nos mostra a natureza todo o dia.
Aliás os Dinossauros não sobreviveram... mas os pernilongos sim, e temos que cuidar da nossa sobrevivência para que a vida não se transforme só em vermes e cactos.
Meu caro Emerson
A fabricação da motocicleta econômica, foi o motivo pelo qual retornei a minha terra natal, Rio Negro - PR, há 15 anos passados, onde um sócio me convenceu a fazer algo parecido com as motonetas 100 cc que existem hoje em dia, econômicas, automáticas, partida elétrica, etc. Ele ficou de fazer o motor e eu o resto. Do resto fiz 5 protótipos, sendo que o último se encontra em nosso museu municipal. O primeiro motor, por conta do sócio, aguardo até hoje...
Entre estes protótipos, consta uma motoneta elétrica, com 5 baterias de fusca, autonomia de 40 km e velocidade máxima de 40 km/h.
Dentre inúmeros, são estes experimentos, com suas frustrações, felicidades, dificuldades e resultados, que me dão a base para as afirmações que divulgo e rebato hoje em dia.
Meus caros Oscar e Juergen
Imaginem só, o maior produtor de etanol do mundo (EUA) utiliza o milho, que rende muito menos do que a mandioca, a batata doce, a beterraba, a cana de açúcar, etc. A tal ponto chega a estupidêz humana, que sustenta e subsidia uma colossal agricultura ineficiente e burra, apenas para não deixar outros continentes se desenvolverem. Isso demonstra a falcatrua do comércio internacional, e nós ainda lambemos seus pés.
Bioenergia chega à agricultura familiar
http://novo.mnp.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=380563&Itemid=2
No evento AGRIFAN mencionado, em Agudos - SP, o produto mais fantástico exposto, era uma microdestilaria de álcool da empresa www.limana.com.br, além é claro, de meu veículo Golf movido a OVN50.
Lá proferi palestra sobre a BIOENEREDE para um auditório entusiasmado e cheio, que me interrompia para efusivas e gratificantes palmas "em pé".
A notícia, meio distorcida, se encontra mais abaixo e em
http://www.noticiasagricolas.com.br/conteudo.php?id=08008&t=id
Petrobras será submetida a auditoria na Bolívia
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=1917
Aliás seria interessante uma auditoria na brasileira também, para ver se esse tal do H-bio não é simplesmente a adição de OVN ao Diesel fóssil...
Filme: Além do Cidadão Kane
http://video.google.com/videoplay?docid=-570340003958234038&q=rede+globo
Dura uma hora e meia, mas basta apertar pause para parar e continuar quando quiser (sem fechar)
Trata sobre o monopólio da rede bobo, como trapaceia. É bom para relembrar como "eram" o Lula, o ACM e outros malfeitores, ladrões e mentirosos.
Frases e perfil da candidata HH
http://www.senado.gov.br/web/senador/hehelena/raioX.htm
Coerente, honesta, culta, bem intencionada, inteligente e com amor no coração... tomara que se mantenha assim e siga em frente.
E para quem quiser assistir sua entrevista na rede bobo:
http://teveaberta.blogspot.com/2006/08/helosa-helena-2-entrevistada-do-jn.html
Etanol é alternativa para os emergentes
http://www.intelog.net/site/default.asp?TroncoID=907492&SecaoID=508074&SubsecaoID=715052&Template=../
artigosnoticias/user_exibir.asp&ID=216294
Artigo muito bom...
Europeus querem transformar vinho em álcool
http://www.zoonews.com.br/noticiax.php?idnoticia=87440
Ao contrário do que sugere o autor, não devemos subsidiar nossa agricultura NUNCA.
Pelo contrário. Devemos acabar com todos os subsídios, parar de exportar por bagatela e taxar os produtos que importamos... é o que basta.
HidroBioabraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
Divulgação autorizada, desejável e nem precisa citar a fonte...
"Quem tem os inimigos internos que o Brasil tem não precisa de inimigos externos" - Otacílio
De: Oscar Baldoni [oscarbaldoni@temais.com.br]
Enviada em: sexta-feira, 11 de agosto de 2006 05:30
Para: Adriano Benayon
Cc: Thomas Renatus Fendel
Assunto: Fw: ENC: [BioCom] RES: Se eles podem, logo tambem podemos.
Prezados Amigos :
Isto que estamos vivendo, é uma verdadeira guerra de desinformação.
Agora vocês entendem o que eu passei há 25 anos.
Imaginem a movimentação para desacreditar uma coisa que estava funcionando perfeitamente ... e prometia se multiplicar. Isso gerou pânico nos senhores do petróleo. Se mobilizaram e nos mataram. Um verdadeiro crime. Poderia ser feita uma investigação histórica, achando as atas das reuniões da diretoria (se é que foi conservado), onde tratavam todas as questões e os problemas. Poderiamos deduzir as intenções.
O tema da batata doce que "descobrem" agora é velho. Naturalmente, produz de 3 a 4 vezes mais que o milho, na mesma área. Muito bem. Enfrente da Agroquímica, sobre a estrada de rodagem, tinha terras privilegiadas por causa da proximidade da industria, a 7 km. da cidade, etc. Decidiram plantar batata doce ali mesmo. Isso foi em 1984, já funcionando a todo vapor diversas formas de sabotagem.
Eu levo à Agroquímica a novidade do destocador que não estragava a terra, "comendo" o toco no lugar, desarrolhado pela empresa GAMMA COBRA de São Paulo. Entenderam perfeitamente e até desejavam que a empresa se estabelecesse em Sinop, outorgando um hectare na zona industrial para erguer a fábrica ... mas não utilizaram os destocadores, encomendando o serviço de destoca a uma empresa tradicional, que empregou o método tradicional, ou seja, empurrou para as "leiras" o pouco humus e matéria orgânica disponível.
Plantaram a batata doce e o resultado foi um desastre. Não saiu nada. Esse problema era temido a tal ponto, que tenho uma foto da reunião que promoveu Enio Pipino com os produtores, mandando eles plantar "no toco", ou seja manualmente nas derrubadas, sem destocar. Dava trabalho, mas a
produção era interessante. Aconteceu que a Agroquímica não aguentou os ataques, cedeu e deixou na mão a todos os produtores que acreditaram ... conheci colonos que perderam 100 hectares de mandioca e até 150. Tudo apodreceu.
Passando à beterraba, que é uma boa alternativa para o açucar, imaginem plantando isso em forma industrial na Argentina, onde não pode subsolar muito porque as plantas crescem demais. Lá foi instalada, na provincia de Santa Fe uma fábrica moderna, nova ... que foi impedida de funcionar já na presidencia de Alfonsin. O engenheiro Ricardo Figueroa, de OYRSA, conhece
toda a historia, o nome dos legisladores que exigiram dinheiro graúdo extorquindo à empresa, etc. Vergonha.
Prezado Fendel : É tudo assim. Nós estamos na linha de frente. Veja no boletim de hoje : Embaixo da nota que fez o reporter Jair Aceituno, colocaram toda a caterva = Preciso nomear ?
Eu estou com problema semelhante com os fornos. Oficialmente nada querem fazer para o coitado do trabalhador. Que se dane. Cansei de explicar as autoridades. Abraços para todos de Oscar
----- Original Message -----
From: "Fendel" <thomas@fendel.com.br>
To: "Oscar" <oscarbaldoni@temais.com.br>
Cc: "Adriano Benayon" <benayon@terra.com.br>
Sent: Thursday, August 10, 2006 6:31 PM
Subject: ENC: ENC: [BioCom] RES: Se eles podem, logo tambem podemos veja
-----Mensagem original-----
De: energy-juergen@web.de [mailto:energy-juergen@web.de]
Enviada em: quarta-feira, 9 de agosto de 2006 18:41
Para: Fendel
Assunto: Re: ENC: [BioCom] RES: Se eles podem, logo tambem podemos veja
hallo Thomas,
interessant, hier noch zwei Links zu mandioca (saxava) aus China und
Guayana, das ist ja gerade um die Ecke von Brasilien. da tut sich weltweit ganz gewaltig was.
Gib bei google news USA nur cassava ethanol einun da sind heute 47 Meldungen. Zwei davon hier:
http://www.worldwatch.org/node/4351
http://www.stabroeknews.com/index.pl/article_general_news?id=56500071
De: Emerson [emersonlnribeir@uol.com.br]
Enviada em: sexta-feira, 11 de agosto de 2006 13:53
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: Motocicleta economica
Prioridade: Alta
Estive lendo uma materia no:
http://www.biodieselbr.com/noticias/biodiesel/engenheiro-defende-uso-oleo-vegetal-puro-motores-diesel-08-08-06.htm
e gostaria de receber mais informações sobre a "motocicleta econômica".
Grato Emerson
De: w.fuchs [w.fuchs@uol.com.br]
Enviada em: quinta-feira, 10 de agosto de 2006 13:52
Para: Fendel
Cc: Biocom; Evandro; nilton romanowski; Valdison Marques de Lima
Assunto: Re: ENC: [Bioenergia-l] RES: Banha de porco
Prezados,
vejam para onde vai a grana do contribuinte: A FINEP está com edital para desenvolver tecnologia para o biodiesel, p. ex., encontrar catalisadores alternativos e menos efluentes (águas sujas resultantes) do processo de esterificação.
http://www.finep.gov.br//fundos_setoriais/acao_transversal/editais/Chamada_Publica_MCT_FINEP_Acao_
Transversal_Biodiesel_10_2006.pdf
Quanto ao cebo e gordura animal, falta fazer as contas em comparação com o biogás. Menos riscos ambientais, menos dispêndio de energia. Deixemos as bactérias trabalhar. Uma tonelada de matéria orgânica produz biogás/energia equivalente a 70 litros de gasolina. Em Estocolmo um trem
de subúrbio anda 20km com o biogás de uma vaca...
Saudações
P. Werner Fuchs
Fendel wrote:
Meu caro Zanini
Vc que já criou porco e está andando a óleo vegetal... leia esta sugestão de>nosso amigo Nikolaus, que diz que 1 hectare dá muito mais banha do que OV...
HidroBioabraços Fendel
-----Mensagem original-----
De: biomasa@ibw.com.ni [biomasa@ibw.com.ni]
Enviada em: quinta-feira, 10 de agosto de 2006 07:09
Para: Bioenergia
Assunto: Re: [Bioenergia-l] RES: Se eles podem, logo tambem podemos veja
Sensibilidade: Confidencial
Estimado Fendel
El uso de grassa de cerdo es mas facil que propuesta en el articullo. Simplemente tomas los cortes de carne y de grassa y de piel de cerdo y lo pasas por un "CUTTER" para formar una pasta fina , despues haces una hydrolisis basica con NaOH para solubilisar todo que es proteina y separas las
fraciones que se forman en acidos grassos libres, proteinas hydrolisados y restos no solubilisables. La parte proteina hydrolisable se neutralisa con HCl y despues se introduce en la linea de roducion de bioplasticos. El parte acidos grassos liebres se transfrorma via transesterificacion acido en Biodiesel.
Un cerdo de 250 a 280 kg de peso vivo de da entre 90 a 110 kg de grasa.Los cerdos puede transformar acucar con una efficiencia de entre 75 a 80 % en grassa. Acucar en alkohol la efficiencia es theoreticamente en 66% pero en la practica es alrededor de 50%. En cerdos la fabrica animal mismo se regula, no necesita regulacion electronica y mecanica , es una fabrica que se autoregula y se repara por si mismo y antes de pasar a un nivel de desgaste y mayor inversion se transforma en los productos finales, no queda una ruina industrial, la fabrica mismo se convierte en producto. Los acucares que queden inclusive el estiercol de los cerdos son la base para
un levadura que puede convertir estos restos tambien a grassas via fermentacion. ( Lipomyces sharkey) Asi la efficiencia total del systema es alredeor de 80%. La carne transformado en salsichas y carne ahumado tiene excellente precio en el mercado y paga toda la cuenta, asi la parte energetica es libre de costos. La parte grassa pura que puede separar se antes de hydrolisar las proteinas puede ser mesclado con un poco de diesel y mantener se a si liquido para un systema de dos tanques con precalientamento del combustible antes de injectar lo al motor.
Asi no necesitas transesterificar todo la grasa en Biodiesel, si no puedes utilisar pelo menos un 60 % de la grasa total directamente sin transformacion en Biodiesel. ( reducion de costos) Imagina cuantos cerdos se producen anualmente para carne ( 90 kg) si tu llevas estos cerdos a un peso de 250 kg cuanto kg de Biodiesel o combustible puedes producier addicionalmente sin alterar mucho la parte carne.
Con saludos amistosos Nikolaus
From: "Fendel" <thomas@fendel.com.br>
Date: 2006/08/09 Wed PM 06:02:37 EST
To: "dunas" <omles@brturbo.com.br>
CC: Biocom <biocom@grupos.com.br>,
Bioenergia <Bioenergia-l@jatoba.esalq.usp.br>
Subject: [Bioenergia-l] RES: Se eles podem, logo tambem podemos veja
Meu caro Dunas
Fazendo a neutralização, a filtragem e a retirada de água das gorduras>animais, necessárias para a transesterificação, as banhas qualificadas resultantes podem ser utilizadas diretamente em motores adaptados para óleos vegetais, com tanque e tubulação aquecidos, tornando desnecessários a>energia, os insumos, o frete e o custo adicional de processamento em biodiesel.
Além é claro de possibilitar uma renda maior ao pequeno produtor familiar.
Segundo a receita do Bioprofessor Nikolaus da Nicarágua, a criação de porcos energéticos resulta em produção maior de triglicerídios animas, em mesma área de plantio, do que triglicerídios vegetais, além da produção de carne e estrume.
HidroBioabraços Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
Divulgação autorizada, desejável e nem precisa citar a fonte...
"Quem tem os inimigos internos que o Brasil tem não precisa de inimigos externos" - Otacílio
d e: Fernando Cordioli Garcia [fernandocordioli@yahoo.com.br]
Enviada em: quarta-feira, 9 de agosto de 2006 18:48
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: matérial bélico - combustível diferenciado.. .?
Prezado Fendel,
Perdoe-me, mas eu estava lendo sobre as guerras atuais, e lembrei-me do senhor, pelo que gostaria de lhe perguntar: o senhor já tentou algum contato com as forças armadas para aproveitamento de seus kits em material bélico? Na guerra moderna, a utilização de derivado de
petróleo em larga escala é simplesmente inviável, e num país continental, a manutenção de uma campanha por meses é uma dos fatores de vitória contra algum agressor em nosso território. Logo, relevante a utilização de carburantes alternativos que não mdemandem muita logística, refinamento, transporte etc.. Estarei ao dispor.
Fernando Cordioli Garcia - Florinópolis - SC
De: trigger.br@gmail.com [trigger.br@gmail.com]
Enviada em: quarta-feira, 9 de agosto de 2006 17:59
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: Re: [BioCom] ENC: IMPOSTO - Que vergonha! Não sei nem o que dizer....
Boa Tarde Sr. Fendel,
Gostaria de lhe perguntar como o Sr. conseguiu autorização ou legalizar os carros que o Sr. tem a "Diesel"?
Pois um carro a gasoilina tem q trocar o motor pra rodar no oleo vegetal, mas como legalizar isso?
Pergunto, pois a uns 5 anos tinha uma Parati, e consegui achar um motor de Kombi Diesel, novinho pra comprar e colocar nela, mas ai fui em despachante ciretram e me disseram q não tem jeito e tal, se a policia para no comando apreende e tal.
Aki sou "pinto pequeno" (desculpe-me pela expressão), então na epoca deixei tudo quieto.
Jeito deve ter, mas não faço nem ideia de como, por isso que lhe faço a pergunta.
Abraços
De: Alessandra - Prospecta Corretora [alessandra@prospecta.srv.br]
Enviada em: quarta-feira, 9 de agosto de 2006 09:16
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: Parabens
Caro Sr Fendel,
Recebi um e-mail falando de uma de suas palestras e sou COMPLETAMENTE a favor do desenvolvimento de novas alternativas.
São pessoas como o Sr. que nos fazem acreditar em um futuro melhor, com menos destruição do meio ambiente e busca de novas soluções.
Gostaria de saber se esse kit de conversão só é adaptável em motores a diesel ou podem ser usados tb em motores a gasolina.
Atenciosamente,
Alessandra Denik del Valle
De: ECOLOGIA EM AÇÃO [gfischer.joi@terra.com.br]
Enviada em: terça-feira, 8 de agosto de 2006 22:13
Assunto: UM ENGENHEIRO QUE É O ORGULHO DA CLASSE.
De: OSVINO [ocavedon@gmail.com]
Enviada em: terça-feira, 8 de agosto de 2006 20:31
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: [BioCom] Engenheiro defende uso de óleo vegetal puro nos motores diesel
Quando o Brasil irá acordar para esta realidade, que irá beneficiar os brasileiros?
Parabéns Fendel!!! E tantos outros anônimos que lutam por um Brasil melhor!!
A divulgação é a nossa arma.
Engenheiro defende uso de óleo vegetal puro nos motores diesel
08/08/06 - Ao mesmo tempo em que o governo e os centros de pesquisa se empolgam com o biodiesel, o engenheiro mecânico Thomas Renatus Fendel, de Rio Negro (PR), defende que, ao invés de adicionar o óleo vegetal ao diesel, os motores de ciclo diesel devem ser adaptados para consumir o óleo puro.
No sábado, dia 5, em palestra na 4ª Agrifam (Feira de Agricultura Familiar), o técnico afirmou que o biodiesel “é um engano”. “É a mesma coisa que adicionar álcool à gasolina para fazer biogasolina”. Daí sua tese de adaptar os motores ao óleo vegetal, que não polui e pode ser extraído de qualquer fonte, até mesmo do reaproveitamento de frituras.
Na opinião de Fendel, o biodiesel é uma solução paliativa, cara, complexa e sujeita ao oligopólio energético. Para sustentar sua tese, ele apresentou um automóvel Golf movido a diesel e adaptado para óleo vegetal.
Relatou ter andado 25 mil quilômetros com uma Saveiro que fazia 18 km/l com óleo de soja colhido em cozinhas de pastelarias. Falou ainda de automóveis tipo popular que podem fazer até 30 km/l com óleo vegetal.
Mercado aos ‘pequenos’
A principal proposta do engenheiro é abrir o mercado energético para o pequeno produtor, dentro da mesma idéia defendida pela Fetaesp ao trazer a microdes-tilaria de álcool à Agrifam.
“Nós temos os motores e os meios para convertê-los a queimar os óleos de produtos que hoje exportamos in-natura. Vamos processar isso tudo aqui”, propõe.
Formado pela Faculdade de Engenharia de Guaratinguetá (hoje Unesp), o palestrante é apaixonado pelas inovações. Ganha a vida produzindo máquinas especiais para a indústria e a agricultura mas, paralelamente, trabalha em seus inventos.
Já produziu uma motocicleta econômica, trabalha em processos de geração de energia e recuperação de calor e diz que sua paixão é substituir os combustíveis fósseis pelo óleo vegetal, álcool, biogás e outros.
Seu trabalho está exposto no site www.fendel.com.br
Gerar (e vender) energia
Fendel revelou aos presentes à sua palestra que há 12 anos mantém uma pequena microusina de eletricidade que gera 10 kW/h e que injeta, clandestinamente, essa eletricidade na rede. Sua esperança é conseguir desenvolver um processo de co-geração e receber por isso.
Sua tese é de que pequenas usinas particulares sejam autorizadas a funcionar no período das 18h às 21h ou 22h — período quando ocorre o pico de consumo.
Para gerar essa energia, as usinas usariam óleo vegetal, lenha ou qualquer outro combustível de biomassa, aproveitando-se o calor do radiador e dos escapamentos do motor para aquecer água.
“Isso, num hotel ou empresa, representa uma grande economia e seria a garantia de abastecimento no horário de pico”, defende.
Pelo sistema os pequenos produtores venderiam eletricidade no pico e a comprariam na baixa demanda.
Jair Aceituno Fonte: Jornal Bom Dia - Bauru/SP
http://www.udop.com.br/index.php?cod=51176&tipo=clipping
Grupo Virtual "BIOCOMBUSTÍVEIS - PRODUÇÃO SOCIAL DOMÉSTICA" - Nosso e-mail: biocom@grupos.com.br. Uma bio-homenagem aberta a Thomas Renatus Fendel - www.fendel.com.br.
To: TudoSobrePlantas@googlegroups.com
Data: Seg 7 ago 2006 20:33
De: "Francisco"
C oncordo. O certo é reduzir e racionar o consumo para depois pensar em outras alternativas. Não existe solução com essa cultura de consumo, haja alternativas. Todos querem muito de tudo
----- Original Message -----
From: milton krieger
To: TudoSobrePlantas@googlegroups.com
Sent: Monday, August 07, 2006 4:33 PM
Subject: [TSP] Re: Biocombustíveis e meio ambiente?=
A solução é melhoria do transporte coletivo, o biocombustível erra ao temtar manter o modelo do carro próprio, com cem cavalos, que serve para levar um burro da casa ao trabalho e do trabalho para casa. Milton.
Clarissa Tag <clarissatag@gmail.com> escreveu:
pergunta: onde será plantada a matéria-prima? sem redução, reutilização e educação, nosso planeta aguenta produzir tanta mamona, eucalipto, cana, beterraba, soja e palma???
De: TudoSobrePlantas@googlegroups.com [mailto:TudoSobrePlantas@googlegroups.com]
Em nome de Anderson Porto
Enviada em: segunda-feira, 7 de agosto de 2006 00:46
Para: tudosobreplantas@googlegroups.com
Assunto: [TSP] Artigo recomendado por Anderson Porto: Alemanha passa a taxar biodieselGrupo TSP,
Anderson Porto, lhe recomenda o artigo 'Alemanha passa a taxar biodiesel'.Coment.:
Olha aí, Fendel! Estão querendo equiparar os preços lá na Alemanha, puxando o preço do biodiesel para cima, através de sobretaxas, pois "a não-taxação dos biocombustíveis permitiria lucros relativamente altos na cadeia de produção". Não é mole não..................................
Alemanha passa a taxar biodiesel
Enviado por Anderson Porto na Categoria 7 de Agosto de 2006 @ 00:28 In Notícias
A isenção de impostos sobre biodiesel acaba exatamente quando o combustível se torna mais popular entre os alemães, e os fazendeiros expandem a produção ...
Artigo do blog.tudosobreplantas.com.br - http://blog.tudosobreplantas.com.br
URL para o artigo: http://blog.tudosobreplantas.com.br/2006/08/07/alemanha-passa-a-taxar-biodiesel/
De: Evandro [evandro.petrobras@gmail.com]
Enviada em: domingo, 6 de agosto de 2006 20:47
Para: barra.vilavelha@gmail.com; jfintra@uai.com.br; Marcio F. Barci; Fendel
Assunto: QUE RESISTENCIA É ESSA ? PODE SER INTERESSANTE!!!!!!!!!
Óleo vegetal move máquina sem danificar motor
Kit desenvolvido por produtor rural aquece o óleo, que pode ser usado em máquinas agrícolas
Niza Souza
Um kit simples, formado por duas resistências, pode tornar viável o uso de óleo vegetal como combustível em máquinas movidas a diesel, sem danificar o motor. Há cinco anos os produtores Luiz Fernando Nasorri, de Maracaju (MS), e Paulo Galvão, do Paraná, em parceria com a Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati), da Secretaria de Agricultura, pesquisam o óleo de girassol em máquinas agrícolas.
Esta semana, iniciaram a última etapa da pesquisa. Uma máquina, equipada com o kit, trabalhará 24 horas por dia, até completar 2 mil horas de trabalho, abastecida apenas com óleo vegetal bruto.
"Já fizemos vários testes pequenos, não com trabalho pesado", diz Nasorri. Depois de completar a carga horária, o motor do trator será aberto para avaliação. A expectativa é a de que não haja danos, nem redução na durabilidade do motor. Além disso, espera-se ainda reduzir o consumo de combustível.
Segundo o produtor, o rendimento esperado, com base em testes anteriores, é de um gasto cerca de 10% menor, em comparação com o diesel. "Um trator que gaste em média 10 litros de diesel por hora, com o óleo vegetal deve gastar 9 litros." Se as pesquisas confirmarem os resultados dos testes, a economia no custo da produção deve ser considerável. "Pagamos em torno de R$ 2 o litro do diesel. O óleo de soja bruto, prensado na fazenda, sai por R$ 1,20."
FONTES ALTERNATIVAS
A idéia dos produtores surgiu com a necessidade de encontrar fontes de energia alternativas em função dos consecutivos aumentos de preço do óleo diesel. O grande entrave, porém, para o uso do óleo vegetal em motores é a viscosidade desse tipo de óleo, que é muito grosso. "A grossura do óleo vegetal é dez vezes superior à do diesel", diz o agrônomo Sylmar Denucci, da Cati. "A razão de transformar óleo vegetal in natura em biodiesel é torná-lo mais fino. Se tivermos um mecanismo para fazer isso, com custo menor, é mais viável usar o óleo vegetal", acredita Denucci. E o aquecimento do óleo vegetal o torna mais fino.
E é justamente isso que o kit criado pelos produtores faz. As resistências aquecem o óleo, a uma temperatura de 75 graus, antes que ele chegue à bomba injetora. "Se o óleo vegetal atingir os bicos das bombas injetoras a uma temperatura superior a 70 graus já tem viscosidade semelhante à do diesel", diz.
Depois das 2 mil horas de trabalho e da avaliação definitiva do kit, os produtores pretendem começar a produzi-lo em escala comercial e colocá-lo à venda em todo o País. Nasorri estima que o preço do kit deverá ser em torno de R$ 4 mil.
Enquanto os kits não chegam ao mercado, o agrônomo da Cati afirma que uma receitinha simples - 30% de óleo vegetal (soja, girassol), 65% de diesel e 5% de gasolina (funciona como solvente, para diluir o óleo vegetal) - pode ser usada tranqüilamente pelos produtores em máquinas a diesel. "É compatível com os equipamentos que temos hoje e não causa dano aos motores."
SAIBA MAIS: Cati, tel. (0--19) 3743-3700
De: carlosmaria [grupo@savoiapower.com]
Enviada em: terça-feira, 8 de agosto de 2006 16:46
Para: bioenergia-l@jatoba.esalq.usp.br
Assunto: [Bioenergia-l] biodiesel de aceite usado
Hola Romeu:
Puedes lavar el oleo usado con igual volumen de agua limpia y tibia. Dejas
un dia decantando y extraes el oleo limpio desde arriba. Si lo calientas
luego a 60-70ºC, podras filtrarlo como agua.
Mas informacion sobre pequeñas plantas de biodiesel puedes leer en
www.biodiesel.8k.com
saludos
carlosmaria
De: biomasa@ibw.com.ni [mailto:biomasa@ibw.com.ni]
Enviada em: terça-feira, 8 de agosto de 2006 15:02
Para: Bioenergia
Assunto: Re: [Bioenergia-l] RE:
Estimado Sr. Kerber!
Si usted seca el aceite bien el sal deberia salir como solido cristalino y debe
ser filtrable. Saludos cordiales
Nikolaus
De: Romeu Kerber [kerberkerber@hotmail.com]
Enviada em: quinta-feira, 3 de agosto de 2006 15:59
Para: bioenergia-l@jatoba.esalq.usp.br
Assunto: [Bioenergia-l] RE: Digest Bioenergia-l, volume 28, assunto 1
Boa tarde.
Conversando a respeito do aproveitamento do óleo de fritura de
restaurantes, foi levantada a questão do sal que foi utilizado no tempero do
alimento que foi frito. A presença do mesmo no óleo filtrado utilizado no
motor não traria problemas de corrosão? Como seria possível remover este
sal do óleo? Um abraço.
De: hayashi@embraer.com.br [hayashi@embraer.com.br]
Enviada em: quinta-feira, 3 de agosto de 2006 16:04
Para: T82@yahoogroups.com
Assunto: [T82] ADMconstruirá unidade de biodiesel no Brasil
Fendel,
O que custará mais para o consumidor: Uma lata de óleo (de 900ml!)
comestivel ou um litro de óleo combustivel?
De: Lista do Agronegócio [lista-do-agronegocio-1@uol.com.br]
Enviada em: quinta-feira, 3 de agosto de 2006 15:39
Para: bioenergia-l@jatoba.esalq.usp.br
Cc: Ana Candida Echevenguá
Assunto: OVN deputados-->Re: Digest Bioenergia-l, volume 28, assunto 1
Prioridade: Alta
Fendel e demais
Você disse: "Pelo menos as pessoas de SC e de SP não precisam votar nulo para deputados
federais.
Em SC temos a Ana Echevenguá e em SP temos o Adriano Benayon, para defender
nossos OVNs e combater a bioenganação em franco desenvolvimento."
NA BAHIA
Não se esqueça que na Bahia temos(veja seu perfil), www.hernanisa.com.br ,meu filho de 25 anos, candidato a deputado federal .
Seu número é 50.00.
Se alguém puder colaborar com material para a campanha, uma vez que ele não é neto de ACM, nem filho do governador Paulo Souto e seu pai é o guerreiro mais antigo em prol dos OVN.
Em anexo o aperto (sem resposta) que deu na PETROBRAS e MDA , durante a Semana do Fazendeiro na Bahia. na apresentação do biodiesel pela petrobras e MDA.
Abraço Hernani Sá(O pai)
De: w.fuchs [w.fuchs@uol.com.br]
Enviada em: quarta-feira, 2 de agosto de 2006 21:38
Para: Fendel
Cc: Telmo Heinen-E; Oscar Baldoni
Assunto: Re: RES: Auto-suficiência em petróleo pode estar perto do fim
Aliás, o óleo extraído a frio, antes da decantação, também é chamado de óleo bruto. Depois ele recebe duas filtragens: a primeira em torno de 20 micra (=óleo comestível), a segunda de 0,5 a 1 micron (=óleo combustível). É esse o segredo descoberto pelos agricultores austríacos e alemães: boa secagem (para mais ou menos 8%), e depois a microfiltragem.
Lá na Colônia Witmarsum extraímos 15 lt/h em uma prensa de 100-140Kg/h. em breve esperamos estar em condições de comercializar a mini-usina compacta, com a mesma capacidade, mas com todos os equipamentos montados sobre uma plataforma de 1,20 x 2,20 metros (mais o secador por micro-ondas, que assegura melhor descascamento e liberação do óleo). As análises, ainda parciais, dão índices excelentes. Usado no motor, o óleo de soja dá aquele cheiinho de pastel frito!
Saudações
P. Werner Fuchs
De: Telmo [enunciado@yahoo.com.br]
Enviada em: terça-feira, 1 de agosto de 2006 23:36
Para: biocom@grupos.com.br
Cc: Adriano Benayon; Notícias Agrícolas; marcos@aprosoja.com.br; João Batista Olivi; Ana Amélia Lemos; GLOBAL Financial Adviser
Assunto: [BioCom] Europa: As limitações da energia nuclear
Europa: As limitações da energia nuclear
Paris, 31/07/2006 - O intenso calor que afeta a Europa neste verão reduz a produção das centrais nucleares e deixa em evidência as limitações desta fonte de energia, advertem cientistas e ambientalistas. A onda de calor que desde junho açoita a Alemanha, Espanha, França e outros países levou as autoridades a deixarem de lado suas próprias normas sobre a temperatura máxima da água vertida nos rios pelo sistema de refrigeração das centrais. No último dia 24, o governo francês anunciou que permitiria às instalações nucleares despejar nos rios água com altas temperaturas. Com esta medida pretende "garantir o fornecimento de eletricidade ao país", segundo comunicado oficial.
A França conta com 58 centrais de energia atômica que respondem por quase 80% da eletricidade produzida no país. Trinta e sete ficam perto de rios onde seus sistemas de refrigeração vertem suas águas. A seca que acompanha as altas temperaturas reduziu o volume de água dos rios, o que poderia obrigar algumas centrais a paralisar suas atividades. Em circunstâncias normais, as regulamentações ambientais limitam a temperatura máxima das águas despejadas pelos sistemas de refrigeração, para proteger a flora e fauna dos rios.
"As autoridades francesas defendem há muitos anos as usinas nucleares argumentando que geram energia limpa, são boas para o meio ambiente e ajudam a combater o aquecimento planetário porque não emitem gases causadores do efeito estufa", disse à IPS Stephane Lhomme, coordenador da rede ambiental Sortir du Nucléaire. "Agora que o aquecimento eleva a temperatura no verão, testemunhamos o contrário. Esse fenômeno mostra as limitações das instalações de energia nuclear, que está destruindo nosso meio ambiente", acrescentou. No verão de 2003, as autoridades francesas permitiram que as usinas nucleares despejassem muita água quente nos rios, o que causou consideráveis danos à flora e fauna fluviais, disse Lhomme.
Segundo as atas do Comitê Nacional de Vigilância encarregado dos despejos de água pelos reatores, entre 21 de agosto e 3 de setembro de 2003 "as altas temperaturas da água podem ter produzido uma concentração de amoníaco, potencialmente tóxica para a fauna dos rios". Essas atas registram a concentração de amoníaco nos cursos d'água, que superou as normas européias. Ao mesmo tempo, a França importa de países vizinhos cerca de dois mil megawatts diários para compensar a redução na sua produção de eletricidade. Enquanto as autoridades francesas não respeitaram suas próprias normas ambientais, os fornecedores de energia da Alemanha reduziram a atividade em alguns reatores nucleares para limitar o despejo de água quente e, assim, proteger a flora e a fauna dos rios.
Os reatores alemães Kruemmel, Brunsbjuettle e Brokdorf, ao longo do rio Elba, que flui deste este país em direção ao norte, reduziram sua produção. O mesmo aconteceu com as centrais elétricas alimentadas com petróleo, gás e carvão localizadas no rio Reno. O reator nuclear Isar 1, instalado perto de Munique e o de Neckarwestheim, próximo a Stuttgart, foram autorizados a verter nos rios próximos água com temperatura mais elevada do que a permitida. Na Espanha, a central nuclear de Santa María de Garoña, um dos oito reatores do país, fechou na semana retrasada por causa das altas temperaturas registradas no rio Ebro, para onde vão as águas de seu sistema de refrigeração. Essa unidade, a mais antiga da Espanha, fornecia 20% da eletricidade produzida no país.
O especialista alemão Hermann Scheer, afirmou que a situação evidencia a necessidade de uma radical mudança política. "Devemos investir muito em fontes de energia renováveis e nos desfazermos o quanto antes da nuclear", disse à IPS. Scheer é presidente a Eurosolar, a associação européia de fontes de energia renováveis, e ganhou o prêmio Nobel Alternativo por seu compromisso com o meio ambiente. Na França, o especialista em questões nucleares Hubert Reeves pediu urgência ao governo no sentido de "investir bastante" em fontes de energia renováveis. "Estamos atrás de muitos sócios europeus, como Alemanha, Dinamarca e Espanha, e não podemos esperar até que a crise energética atinja seu ponto máximo para encontrar uma alternativa ao modelo atual", disse à IPS. Uma crise encontra-se "na esquina", afirmou. As fontes de energia fóssil estão se esgotando, e "a tecnologia nuclear não resolverá os problemas atuais em um prazo razoável. Devemos abandonar a energia atômica e investir em formas alternativas", acrescentou.
Fonte: Ag.Envolverde/IPS
De: trigger.br@gmail.com [trigger.br@gmail.com]
Enviada em: segunda-feira, 31 de julho de 2006 17:44
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: [BioCom] Vamos nos mudar
http://br.invertia.com/noticias/noticia.aspx?idNoticia=200607311853_INV_29751010
Sacanagem esse, pais, tudo aki é afunilado pra "meia-duzia" de trambiqueirossssss........
O pcc podia fazer o favor em atirar e matar politicos sacanas.
Os sanguessugas de 118 já caiu pra 60, e até o final fica somente 3 e olhe lá..........
Na veja on-line "Brasil, paraiso dos bancos" todos os paises pesquisados e vendo quais são as suas 4 principais empresas em faturamento, o Brasil é o unico no mundo com 3 bancos, mas é claro a petrobras é a 1°, depois vem os bancos bradesco itau e se não me engano o santander.
Alias nos outros paises vi algo interessante, a maiorias dos paises tem entre meio como suas principais empresas no minimo 1 de energia ou petroleo.
Brasilia tem que afundar, ou por terremoto, ou por bomba atomica, num é possivel um negocio desses.
Aki se rasga dinheiro, e o pouco q sobra fica pros canalhas do "robalto nacional".
Abraços a todos de um Brasileiro indignado....
Wagner Gimenez
msn: trigger@cteinet.com.br
De: ggalo10 [ggalo10@terra.com.br]
Enviada em: domingo, 30 de julho de 2006 09:40
Para: thomas
Assunto: Re:ENC: Jornal BIOCOM 16
Caro Sr. Thomaz
Quero agradecer-lhe por ter me enviado copia das mensagens abaixo. Quero deixar claro que não sou engenheiro, mas aprecio bastante o tema dos combustiveis, acho que é preciso, sim, o país como um todo pensar e discutir a atual matriz enegetica e possivelmente substituir a atual, fossil, por uma renovavel e menos poluidora.
Só que, como brasileiro, já na casa dos 63, experiente da vida, que trabalha desde os 11 anos de idade, que continua trabalhando mesmo aposentado (mais um dos rapinados pelo sapo recentemente) confesso que não acredito que qualquer iniciativa desse tipo seja apoiada por autoridades e seja bem sucedida no país tupiniquim.
E explico por que: Somos um povo de maioria preguiçosa, fisica e mentalmente. Essa maioria prefere comprar pronto ou pagar royalties a trabalhar duro e fazer por conta propria. A maioria composta de macunaimas... E, que elege uma figura grotesca e ridicula para a presidencia.
Geraldo Alaécio Galo Guarulhos, SP.
De: gfischer.joi@terra.com.br [gfischer.joi@terra.com.br]
Enviada em: domingo, 30 de julho de 2006 11:12
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: [BioCom] Res: Novas regras para co-geração
Telmo e demais,
Sobre a redução da remuneração da energia injetada nas redes dos corporados que controlam
tudo no Brasil.
Era totalmente esperado esse canibalismo dos vampiros mensaleiros do governo federal, que não se
interessam na capitalização dos agricultores, (por enquanto só os mega empreendedores, e posteriormente os e agricultores familiares), mas tão somente tem o olho gordo para arranjar dinheiro para a compra de votos de analfabetos indiretamente, para se perpetuarem na mais longa ditadura socialista terrorista dos tempos modernos que a nação vai ter que viver.
Assim é sugado o Banco do Brasil que financia de tudo. A Caixa e o maior caixa de tudo que é para a compra de votos é a Petrobrás. Esse grande sumidouro de dinheiro abastecido pelos consumidores de gasolina, alcool e diesel, além dos produtos do petróleo - todos os sinteticos que entram nos plasticos, tem controle de preço majorado pela corporação.
Uma roubalheira organizada paga pelo povão burro que vota nessa gente com a motretagem da elite que concentra a riqueza no pais e que nada faz, pois esta muito bom como esta.
Passar de R$ 22,60 em dezembro para R$ 3,20 em junho deste ano, pode ser considerado um caso de policia internacional, a maior safadeza que se poderia esperar para uma solução brasileira tão genial e que viria minorar os problemas que teremos nos próximos meses com as reservas de nossas represas geradoras de energia e que estão abastecendo os tres estados do Sul - RS,SC e Pr, pela estiagem que aqui corre secando os rios e paralizando as hidrelétricas da região com a inclusão da "invencivel" gigante Itaipú.
Com as mudanças do clima podemos dizer que sindicalista gazeteiro jamais poderia ter sido eleito presidente da maior NAÇÃO energética do Planeta que esta se esvaindo e perdendo totalmente a força pelos sangue-sugas que estão em todas as partes, começando com os mais altos impostos do planeta, que não tem retorno.
Calcularam os estrategistas de campanha do "nove dedos" que essa diferença de R$ 19,40 poderia ser paga pelos consumidores de energia elétrica, que continarão a pagar o mesmo preço e que os usineiros abririam mão desse retorno pelos investimentos que fizeram.
A vergonha do povo não-analfabeto, é cada vez maior.
Conheço brasileiros que ao se apresentarem no exterior nos seminários sobre clima, impostos, corrupção, desvios de conduta, simplesmente se identificam como Paraguaios.
Não temos em quem votar afinal...........................
Gert Roland Fischer
Há 69 anos assistindo as sacanagens pactuadas pelos eleitos no Brasil.
-----Mensagem original-----
De: Telmo [mailto:enunciado@yahoo.com.br]
Enviada em: sábado, 29 de julho de 2006 22:31
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: [BioCom] Novas regras para co-geração podem frear investimentos
Novas regras para co-geração podem frear investimentos
As usinas de açúcar e álcool do Centro-Sul do país podem frear seus investimentos em co-geração de energia a partir do bagaço da cana. O desânimo reflete mudanças nas metodologias e critérios de valorização de preços para as usinas térmicas feitas no último leilão de energia nova promovido pelo governo federal, em junho.
Já foram investidos no Brasil cerca de R$ 3,8 bilhões em co-geração de energia a partir do bagaço de cana nos últimos quatro anos. E as usinas estimam que esse valor pode crescer oito vezes por conta do potencial que poderá ser gerado no país, segundo fontes do setor.
No último leilão realizado, dos 21 projetos de biomassa envolvendo cana somente quatro empresas se habilitaram para vender energia. No leilão de dezembro passado, quatro das dez usinas habilitadas venderam energia, de acordo com Onório Kitayama, consultor da União da Agroindústria Canavieira de São Paulo (Unica).
O grupo Cosan, maior do país, com 17 usinas, estava com seis usinas preparadas para participar do leilão de junho, mas recuou, afirmou Pedro Mizutani, vice-presidente administrativo da companhia. "Essas alterações pegaram as empresas de surpresa", afirmou o executivo. O grupo já investiu R$ 250 milhões em duas usinas. O Cosan já comercializa 90 megawatts, mas tem potencial para 600 MW.
As mudanças nos critérios de cálculos do preço para as ofertas das usinas de biomassa, ocorridas no último leilão, não estão condizentes com as avaliações efetuadas pelas usinas, que tinham como parâmetro os preços praticados no último leilão realizado em dezembro de 2005. Uma das principais mudanças diz respeito ao Custo Econômico de Curto Prazo (CEC), que, em média, passou de R$ 22,60 em dezembro para R$ 3,20 em junho. A expectativa do setor para o próximo leilão de energia, programado para o dia 10 de outubro, é de que haja uma recuperação dos preços pagos.
O preço médio do MW para as usinas hidrelétricas ficou em R$ 126,77, enquanto para as termelétricas foi de R$ 132,39. O teto máximo estipulado pelo governo foi de R$ 125 para hidrelétrica e R$ 140 para as térmicas. Em dezembro, as usinas chegaram a receber R$ 160. Os valores só foram maiores, em alguns casos de usinas hidrelétricas, porque considerou-se uma taxa pelo uso do bem público (UBP).
O governo federal começou a dar maior importância aos projetos de energia alternativos, como uma forma de complementação aos projetos realizados por grandes hidrelétricas e aproveitar fontes geradoras para atender a pequenos e médios consumidores. Atualmente, 10% das usinas de açúcar e álcool do país - um total de 350 usinas - vendem energia excedente. As usinas do país tem um consumo próprio de cerca de 2,6 mil megawatts de energia, dos quais cerca de 1,1 mil megawatts já são comercializados. O potencial que pode ser gerado a partir das usinas instaladas é de 8 mil megawatts, o que representa "meia usina de Itaipu".
Para produzir mais energia, a rentabilidade tem de ser parecida com a do açúcar e do álcool, segundo Eduardo Pereira de Carvalho, presidente da União da Agroindústria Canavieira de São Paulo (Unica). Hoje 85% da eletricidade gerada no país vem das hidroelétricas. A energia a partir da biomassa, na qual as usinas estão inseridas, representa 2% do total, no país, segundo o especialista em energia Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infra-Estrutura (CBIE).
Maurício Tolmasquim, presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), responsável pelo leilão, reconhece que houve uma mudança na metodologia de valorização dos preços. Segundo ele, em dezembro de 2005 ainda não tinha sido publicado o programa decenal. Os cálculos de dezembro foram baseados em uma configuração antiga que o governo tinha como referência. Os cálculos para os leilões a partir deste ano foram feitos a partir do programa decenal, o que mudou os critérios de pagamento, segundo Tolmasquin. No leilão previsto para o dia 10 de outubro, Tolmasquin afirmou que será efetuada uma revisão dos critérios utilizados em junho, mas os novos valores não serão nos mesmos patamares de dezembro de 2005.
Segundo Tolmasquin, a taxa de retorno para as usinas, considerando os patamares de junho, são atraentes. Pires, do CBIE, discorda. Segundo ele, a taxa de retorno para o setor sucroalcooleiro não pode ser inferior a 10% por que não compensariam os investimentos feitos pelas usinas em infra-estrutura para a produção de energia. Hoje a taxa de retorno de açúcar e álcool está em torno de 25% a 30%.
Para Carlos Roberto Silvestrin, vice-presidente executivo da Cogen/SP (Associação Paulista de Cogeração de Energia), o governo, visando maior transparência, deveria incluir a metodologia e os critérios a serem praticados, nas audiências públicas previstas para o leilão, para que o setor tome conhecimento dos critérios que serão definidos para o respectivo leilão. "É importante que o setor elétrico conheça mais como opera o setor de biomassa e, este como está operando o setor elétrico".
Do Valor Econômico
Grupo Virtual "BIOCOMBUSTÍVEIS - PRODUÇÃO SOCIAL DOMÉSTICA" - Nosso e-mail: biocom@grupos.com.br.
Uma bio-homenagem aberta a Thomas Renatus Fendel - www.fendel.com.br.
De: Telmo Heinen-U [urupemba@yahoo.com.br]
Enviada em: terça-feira, 1 de agosto de 2006 19:29
Para: Deca Furtado
Cc: Thomas Renatus Fendel
Assunto: Re: Carro Vegetariano...
-----Mensagem Original-----
De: Deca Furtado
Para: "Undisclosed-Recipient:;"@rede.mg.gov.br
Enviada em: terça-feira, 1 de agosto de 2006 19:18
Carro "vegetariano" vira alternativa para motoristas americanos
Data: 1/8/2006
da Efe, em Nova York
No país que mais consome batatas fritas e gasolina, não poderia haver solução melhor: o chamado "carro vegetariano", que funciona com litros e litros de óleo vegetal. No momento em que os preços do combustível nos Estados Unidos andam nas alturas, alguns motoristas têm optado por converter seus carros para o sistema de combustão vegetal, uma alternativa mais econômica e que respeita o ambiente.
Os novos sistemas, operados apenas em carros com motor a diesel, são fabricados e instalados por várias empresas em todo o país, entre elas a Frybrid, Golden Fuel Systems, Greasecar, Plant Drive, Vegi Stroke e a Plantroleum.
Na Greasecar, cerca de 300 equipamentos de conversão são vendidos por mês por aproximadamente US$ 1.500 cada --incluindo o custo da instalação--, e, segundo um porta-voz da empresa, o negócio cresceu quase 20% desde a mais recente alta de preços da gasolina.
Dave Kandell, que mora em Nova York e um dos que optaram pelo sistema de combustão vegetal, está feliz com os resultados. No entanto, tem de enfrentar o embaraço de ir aos restaurantes à procura de óleo, em vez de dirigir-se ao posto de gasolina.
O sistema "vegetariano" funciona em todo tipo de clima, inclusive nas mais baixas temperaturas e opera com dois tanques de combustível: um para diesel e outro extra para óleo vegetal. O motor é ligado e desligado com o motor a diesel, que é responsável pelo aquecimento do óleo vegetal em outro tanque. Uma ligação elétrica permite a mudança entre um sistema de combustão e outro.
Restaurantes de luxo
Embora o sistema funcione com qualquer tipo de óleo, vegetal novo ou usado (desde que esteja filtrado e livre de água, bactérias ou componentes químicos), o que é utilizado em restaurantes de luxo é melhor do que o tipo hidrogenado, próprio das redes de fast food. Os fabricantes de sistemas de combustão de óleo vegetal esclarecem que o sistema não funciona com biodiesel.
Em termos de custos, os motores de combustão a óleo vegetal parecem trazer um certo alívio aos motoristas, já que enquanto o preço do galão de diesel (3,78 litros) se situa em cerca de US$ 3, um galão de óleo vegetal usado custa entre US$ 1,50 e US$ 2,49.
A economia proporcionada pelo sistema inovador também atende aos donos de restaurantes, que pagam pelo resíduo do óleo, e é apreciada pelos ecologistas, por gerar um índice de poluição menor.
Segundo a Greasecar, a combustão do óleo vegetal, produto que também é renovável, não emana sulfeto --o principal agente cancerígeno associado ao diesel-- e emite menos dióxido de carbono que os combustíveis derivados do petróleo, vinculados às mudanças climáticas. No entanto, tais vantagens não indicam que o óleo vegetal vá substituir o petróleo como fonte de energia.
Calcula-se que os restaurantes dos EUA desprezam 100 milhões de galões de óleo por ano, mas essa quantidade só substituiria 0,07% dos 140 bilhões de galões de gasolina consumidos anualmente pelos americanos, supondo que todos usem o sistema à base de diesel, segundo Briante.
Além disso, a Agência de Proteção Ambiental (EPA, na sigla em inglês) dos EUA alertou recentemente que esses sistemas violam a lei Clean Air Act, que estabelece padrões para emissão de gás poluentes na atmosfera, e que a conversão dos carros pode gerar uma multa de US$ 2.750 para seus proprietários.
De: Paulo Rodrigues [pchr@cdtn.br]
Enviada em: quarta-feira, 9 de agosto de 2006 08:46
Para: FENDEL tecnologia
Assunto: ambientebrasil - portal ambiental (2).htm
Fendel,
Como sempre, aí vai mais uma sugestão não ortodoxa de minha parte: não seria uma interessante estratégia também divulgar o uso direto de combustíveis vegetais junto aos profissinais que primam em buscar a excelência tecnológica?
Veja a reportagem abaixo e avalie se não seria interessante provocar o interesse deles em fazer um maratona semelhante, mas com combustíveis vegetais (aproveitando a onda do biodiesel) ao invés da gasolina. E aí você entraria com o seu sistema Elsbett (ou adaptações mais leves, se for o caso)?
Acesse http://carsale.uol.com.br/noticias/ed101not6406.shtml para ver mais detalhes da maratona.
Inté, Paulo
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