JULHO
/ 2007
JORNAL BIOCOM 30
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A foto é uma homenagem exagerada do Gert, aos OVs...
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E essa retrata a realidade de um pai, que quer saber se o filho tem vocação para uma carreira no crime organizado, privado ou estatal...
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Meus caros Vicente e Álvaro
O padrão de vida "aceitável" tem de ser repensado...
Não é possível que todos sejam quinquilionários Onassis ou miseráveis Luizinhos.
Tampouco é justo que uns poucos amealhem fortunas imensuráveis, e a outros nada sobra.
Tal processo não é democracia, é cleptocracia.
Não é de hoje que vivemos num mundo de mentiras e de enganações.
No Brasil, essa moléstia começou em 21 de abril de 1500, e nunca mais parou.
O grande mérito do PT é o de tornar evidentes as enganações políticas de todos os tempos...
Meus caros Telmo e Alberto
Com o intuito de jogar areia no fabuloso potencial bioenergético brasileiro, criam as mais bestas teorias contrárias.
O objetivo é unicamente manter o "phoder mundial" nas mãos de poucos abençoados.
Nem se dão conta da ridícula e maléfica estorinha que papagueiam.
Urinam no próprio prato...
My dear Nikolaus
É impressinante o poder de compra do dinheiro...
Negocia-se a vida da própria mãe, e a dos netos, por bagatela, sem falar no salário dos "shientishtash" contratados, verdadeiros mágicos de teorias abstratas e magos de números assustadores.
Na idade média, o inferno era temido como é hoje o tal do aquecimento global.
Lá os bruxos contavam estorinhas esotéricas arrepiantes, que hoje são substituídas por profecias informatizadas, em máquinas burras alimentados com dados manipulados.
Só falta mesmo o pastor alemão Bento 16 proclamar o apocalipse carbônico... e quem sabe, trocará por dízimo a ouro, logo o faça...
Meu caro Juergen
Os números e dados que vc nos fornece freqüentemente são maravilhosos. Muito obrigado.
Demonstram como é bela e pródiga a espetacular natureza.
Mesmo mal tratada e mal usada, ela continua a evoluir automaticamente a cada hora.
Infelizmente as verdadeiras informações sobre a bioenergia são todas boicotadas e o que circula nos meios de comunicação popular são imprestáveis e infectantes coliformes fecais.
Meu caro Ronaldo
Tudo o que passa na mão das grandes corporações e pelo des-governo, tem cláusulas de confidencialidade ex ou implícitas.
Em se tratando de energias, muitos preços não são divulgados e discutidos... veja por exemplo o descalabro de nossas tarifas elétricas...
Meus caros Ana e Raymundo
Quanta poesia...
O mencionado Rifkin e o não mencionado Capra são baboseiristas de primeira linha.
Não tem formação técnica, nem curricular, nem acadêmica.
Defendem o idiota hidrogênio... um conto de fadas... de Julio Verne...
A bioenergia não necessita de nada disso...
O "pobrema" não é o carbono... e sim a energia.
O porco primeiro mundo não tem donde tirar tanta energia para sustentar seu modo insustentável de ser e de agir, e por isso, faz campanha orquestrada para que o "resto" do mundo permaneça na miséria... com o objetivo mesquinho único de prolongar seu status de esbanjador hipócrita pseudo-consciente.
Como é que uma variação de apenas 0,01% de CO2 na atmosfera pode causar tanto "aquecimento"?
Há 650 milhões de anos, quando surgiu a vida no universo, havia aqui na atmosfera terrestre bárbaros 16% de CO2... que foi todo consumido pela fotossíntese, transformado em carbono fóssil, e em oxigênio atmosférico, que por sua vez saltou de 1% para 21% neste período...
Cantar a cantilena do aquecimento é fazer coro com os bandidos que orquestram o escravagismo do quinto mundo.
Ancap altera contrato para favorecer a estatal
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=5693
Tudo igual na américa latrina... ignorância minha pensar que no Uruguai seria diferente...
Óleo de soja ganha espaço nos tanques
http://revistagloborural.globo.com/GloboRural/0,6993,EEC1150920-1935,00.html
Artigo no Globo Rural
Etanol a partir de palmeiras injetadas com enzimas
http://physorg.com/news103298996.html
Artigo em inglês, enviado por meu bioamigo alemão Juergen.
Versão em português do "Dancem macacos, dancem!"
http://br.youtube.com/watch?v=anAYwLwVG3U&mode=related&search
Vale a pena ver... nota 10...
HidroBioAbraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
"Com as bioenergias distribuídas você enche o próprio bolso, e não o dos estrangeiros" - Paulo Lenhardt
Participe do grupo BIOCOM: http://www.grupos.com.br/group/biocom
From: Raymundo Araujo Filho
To: Ana Echevenguá ; Fendel
Sent: Saturday, August 18, 2007 1:20 PM
Subject: Re: Dewscarbonizar
Estimada Ana
Aqui da Venezuela, onde estou de visita e trabalho, continuo atento às coisas.
Concordo plenamente quanto à necessidade de descarbonização.
Mas, este debate não pode ficar solto, sem pesos e medidas.
A China, os EEUU e a Europa emitem cerca de 80% do carbono causador do efeito estufa. Além de, juntos, terem percentualmente menos florestas e áreas verdes, do que, juntos, há 50 anos atrás.
Coisas simples, de grande visibilidade para que juntemos pessoas a iniciar o entendimento sofre o efeito estufa e parar de culpar o pum das vacas por isso.
Por isso, penso que discutir isso, sem uma perspectiva da crítica ao tipo de desenvolvimento que necessitamos ter, é apenas uma arma para reduzir a perspectiva de desenvolvimento dos países pobres.
O desenvolvimento perdulário (inclusive da China) destes países ricos é a principal causa de nosso desastre ambiental. O Lula se prepara para contribuir com isso, fazendo o "Biodiesel for Export" para limpar a imagem dos verdadeiros poluidores do planeta.
Uma redução de 10% da emissão destes países, em 10 anos, já quebraria o galho, inicialmente da humanidade. Isso corresponderia, por exemplo, que nos países ricos, ninguém fosse de carro a distâncias menores do que 150 metros, que as pessoas deixassem a luz desligada ao sair de casa ou quartos de hotel, e outras coisas simples como cortar, em 10 anos, indiscriminadamente 10% da energia consumida pelos ricos. Ou que a China parasse de fabricar suas réplicas de brinquedos que causam a morte de crianças por contaminação de chumbo.
Sem esta perspectiva, esta discussão fica sem rumo, a meu ver.
ABS
Raymundo
Ana Echevenguá escreveu:
Descarbonizar
Ana Echevenguá
Cientistas prevêem que, neste século, a temperatura global vai aumentar em até 4ºC, devido à queima de combustíveis fósseis. Este aquecimento implica degelo, enchentes, morte, tempestades... em suma, destruição de vidas e da economia dos locais atingidos.
O IPCC - Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas - declarou que as decisões humanas são as grandes culpadas pela crise climática global. A ONU foi mais objetiva: ao dizer que o setor de transportes é um inimigo do meio ambiente, afirmou o óbvio: que o uso de carros e de aviões (movidos a combustíveis fósseis) amplia a emissão de gases poluentes.
Claro que a substituição do uso de combustíveis fósseis encontra barreiras políticas e econômicas difíceis de serem derrubadas. Mesmo assim, a necessidade da geração de energias limpas para garantir a sobrevivência da espécie humana está provocando mudanças nas instituições econômicas, políticas e sociais, a exemplo do que fizeram o carvão e a máquina a vapor. Temos hoje uma proliferação de marcos regulatórios ambientais internacionais que mexem com mercados e legislações; e conferem às empresas novas exigências.
Mas o principal motivo para o incentivo global às tecnologias limpas é econômico:
- primeiramente, as empresas pensaram: vamos deixar de ganhar dinheiro nos territórios que vão desaparecer sob as águas e nos que serão destruídos por fenômenos climáticos;
- em segundo lugar, elas sabem que a sua postura socioambientalmente correta é bem vista pelos consumidores e acionistas: marcas com ações socioambientais agregam valores (e lucro) aos produtos;
- por último, há farta distribuição de verba para a descarbonização: linhas de crédito para pesquisa e projetos voltados para a produção de energia limpa, para implantação de tecnologias de descarbonização, para a redução do uso de combustíveis de origem fóssil e não-renováveis. No âmbito internacional, há ‘créditos para o seqüestro de carbono’. Isso é a Ecoeconomia!
Com tudo isso, ficou mais fácil concluir que, para ser sustentável, é preciso descarbonizar a sua cadeia produtiva, cortar as emissões de carbono, diminuindo a queima de combustíveis fósseis.
Descarbonizar? Sim; ou seja, diminuir a emissão de carbono em qualquer atividade de sua cadeia de produção e neutralizar, através de reflorestamento, por exemplo, o carbono poluente que sobrou.
Várias empresas já aderiram a esta idéia: estão banindo o carbono da sua cadeia produtiva, com apoio de investidores e consumidores. Seu novo lema é: ‘Descarbonizar é a solução’ (para garantir lucros); seqüestrar carbono, retirar CO2 da atmosfera. A meta é usar combustíveis ambientalmente mais limpos e advindos de fontes renováveis.
Diariamente, tomamos ciência de ações de sucesso, voltadas ao emergente Econegócio da Descarbonização. Tais projetos devem:
- atender às regras legais,
- reduzir impactos socioambientais,
- aumentar o valor de mercado das empresas e
- além dos rendimentos agregados, devem colocar dinheiro no caixa.
Logo, logo teremos a lista das mais descarbonizadas do mundo. E ninguém vai querer ficar de fora sob pena de ser taxado de irresponsável e de perder mercado (porque os consumidores estão de olho).
Mas descarbonizar não é novidade. No livro ‘A Economia do Hidrogênio’, Jeremy Rifkin comenta que a premonição de Julio Verne sobre o futuro do hidrogênio já era alvo de estudos desde o último quartel do século 19, com a progressiva descarbonização da energia. “Em menos de um século, a madeira dera lugar ao carvão, e o carvão estava sendo desafiado por um novo arrivista, o petróleo. A “descarbonização” da energia, que levaria inevitavelmente ao futuro do hidrogênio, já estava a caminho”. Jeremy Rifkin é um dos grandes pensadores da nova economia. Preside a Foundation on Economic Trends, sediada em Washington. E prega que, sob pena de sucumbirmos, devemos trocar todo o combustível derivado do petróleo por energias limpas que causam pouco impacto para meio ambiente.
Nesta seara, o Poder Público também foi chamado à responsabilidade: precisa descarbonizar a sua cadeia de produção. A sua frota de veículos, que transporta servidores, governados e cargas, deve usar combustível limpo.
A Bahia, por exemplo, está articulando este projeto. Baseada em dados fornecidos pelo WMO - World Meteorological Organization e o PNUMA - Programa da ONU para o Meio Ambiente, estuda até mesmo a adoção do um selo "DCarb Bahia". Pretende inserir nos editais de licitação para obras e serviços públicos, por exemplo, exigência de inventário de carbono e ações de descarbonização.
Faça também a sua parte, com o intuito de descarbonizar o planeta. Com certeza, as decisões que você tomou até hoje contribuíram – e muito – para o aquecimento da Terra.
* - advogada ambientalista, coordenadora do programa televisivo Eco&Ação - Ecologia e Responsabilidade, e-mail: ana@ecoeacao.com.br
Ana Echevenguá - Coordenadora do Programa Eco&ação - www.ecoeacao.com.br - (48) 84064397 - Florianópolis, SC.
From: Ronaldo
To: biocom@grupos.com.br
Sent: Monday, July 16, 2007 4:35 AM
Subject: [BioCom] Cáusula de confidencialidade
CEMIG: Venda de energia à Argentina tem cláusula de confidencialidade
A energia que será vendida pela Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) para a Argentina tem cláusulas de confidencialidade e os preços acordados não podem ser divulgados. Segundo o superintendente de Compra e Venda de Energia no Atacado da Cemig, José Raimundo Dias Fonseca, o volume que está sendo contratado, e que deverá ser de 130 MW médios, no limite, é suficiente para atender cerca de 800 mil domicílios residenciais. Fonseca ainda lembrou que, no ano passado, a estatal fechou contrato de fornecimento, por 30 anos, para ser entregue a partir de 2009, a R$ 125 por MWh. Uma energia, portanto, com preço inferior à que é produzida em Igarapé, que será transmitida para a Argentina, já que esta última utiliza combustível.
Fonte: Estadão
From: energy-juergen@web.de
To: thomas@fendel.com.br
Sent: Sunday, August 12, 2007 12:38 AM
Subject: sorgo doce e batata doce e Paraná
Hallo Thomas,
Técnico da maior competência, ampla visão das questões que desafiam o mundo neste final de século - a produção de alimentos e de energia alternativa - o professor Léo da Rocha Lima foi um dos principais responsáveis pela usina de produção de álcool que o grupo Sinop Agro-Química implantou em Mato Grosso do Sul, a partir de 1975, num investimento (na época) de US$ 40 milhões. Buscando tecnologia na Europa - em especial na Noruega e, com assessoria da GebbBecker (indústria alemã fundada em 1750) que, num certo momento, chegou a se associar ao projeto - a Usina começou utilizando a raiz de mandioca como matéria-prima para a obtenção do álcool. Com uma produção de 175 litros/tonelada de mandioca (enquanto a cana-de-açúcar dá 65 litros/tonelada), apresentou um problema: a impossibilidade da colheita mecanizada, o que inviabilizou a sua utilização dentro de quantidade necessária para a capacidade da usina. Testou-se, então, a batata-doce - com uma produtividade maior (188 litros por tonelada), chegando-se depois ao grão de sorgo - este com o melhor resultado na produção: 425 litros por tonelada. Cultura relativamente recente, de origem asiática e introduzida no Brasil a partir do Rio Grande do Sul, o sorgo revelou-se a melhor matéria prima para a produção de álcool. Infelizmente, o programa apresentou problemas a partir de 1985 e hoje a Sinop (que recorreu a empréstimos internacionais, em dólar, para implantar a indústria) tenta equacionar-se dentro de uma nova realidade.
Gefunden in
http://www.tabloidedigital.com.br/ler.php?id=766
Juergen
From: energy-juergen@web.de
To: thomas@fendel.com.br
Sent: Tuesday, July 10, 2007 6:38 PM
Subject: sorgo doce
Olá,
números fantásticos da China,
http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2007/07/04/china_vai_plantar_cana_de_acucar_e_sorgo_para_produzir_etanol_909497.html
http://energiasrenovaveis.wordpress.com/2007/07/04/china-vai-plantar-cana-de-acucar-e-sorgo-para-produzir-etanol/
e mais sobre Johnson Grass (sorghum halepense) em
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0100-736X2006000400003&script=sci_arttext
Juergen
From: energy-juergen@web.de
To: "Fendel"
Sent: Thursday, August 09, 2007 8:18 PM
Subject: Re: Re:batata doce e resultados da palha (tops)
Olá,
encontrei mais uns dados sobre batata doce, e isso é sobre cultivares já antigos, os novos de Tocantins podem dar ainda mais matéria vegetal (três a quatro cuttings por ano).
Do link só a parte sobre energia, que diz, que só a palha (tops) dá mais forragem do que milho verde para silagem:
Energy
In India, tops can add up to 10–32 MT/ha to 77 MT in 3 or 4 cuttings per year. The sweet potato is regarded as a valuable raw material for producing alcohol (also tactic acid, acetone, butanol, vinegar, and yeast). A hectare of sweet potato can feed more people than a hectare of cereal grains, with less energy input. "The green weight yield per acre of sweetpotato vines is greater than the yield of green corn for silage" ca 15–50 tons per hectare (Patterson, 1979). Indonesia is planning 2000 gasohol plants, with the fuel coming from sweetpotato, cassava, and sugar cane (AVRDC Centerpoint, winter 1981/1982).
aqui o link da Universidade purdue:
http://www.hort.purdue.edu/newcrop/duke_energy/Ipomoea_batatas.html
Juergen
Muito obrigado, meu caro Juergen
Pelas informações a respeito das bactérias benéficas para a bioenergia, em pesquisas brasileiras...
Hba Fendel
From: energy-juergen@web.de
To: "Telmo Heinen; "Thomas Renatus Fendel"
Cc: dilsonrc@yahoo.com.br; luizclesioburitialto@hotmail.com; mc2163@hotmail.com
Sent: Thursday, August 09, 2007 9:36 AM
Subject: Re: batata doce e diazotrophicus
Caros amigos,
a batata doce (ipomoea batatas) também utiliza o simbionte Gluconacetobacter
diazotrophicus para fixar nitrogênio do ar, como a cana, simbiose essa descoberta por Johanna Döbereiner.
Agora o homem que sabe tudo acerca disso é Dr. José Ivo Baldani, da Embrapa, em Seropedica, div. agrobiologia.
juergen (diazotrophicus)
http://www.jornalcana.com.br/conteudo/noticia.asp?area=Pesquisa%26Desenvolvimento&secao=Cana-Clipping&id_materia=24831
http://agenciact.mct.gov.br/index.php/content/view/42908.html
http://www.araujosam.net/2007/01/03/bacteria-do-%E2%80%9Cbem%E2%80%9D-podera-substituir-uso-de-fertilizantes-industrializados-na-
cultura-da-cana-de-acucar/
From: energy-juergen@web.de
To: "Telmo Heinen" "Thomas Renatus Fendel"
Cc: dilsonrc@yahoo.com.br; luizclesioburitialto@hotmail.com; mc2163@hotmail.com
Sent: Monday, August 06, 2007 5:05 PM
Subject: Re: [BioCom] Re: Seminario regional de Sorocaba e batata doce
Caros amigos,
a batata doce também é consorciada com o dendezeiro, e talvez com leguminosas como pueraria phaseoloides. Teremos álcool e óleo vegetal para motores Listeroid ou Fendel-Diesel.
Juergen
http://209.85.129.104/search?q=cache:WEVB7nHcr8wJ:www.embrapa.br/noticias/banco_de_noticias/2007/maio/foldernoticia.2007-05-11.5628368136/noticia.2007-05-11.0819556555/getView+%22batata+doce%22+consorciado&hl=en&ct=clnk&cd=1&gl=de
http://www.procitropicos.org.br/index.cfm?saction=conteudo&mod=7657418709010615&id=7C6B362D-9ABA-281A-3817AA3F3980D5F1
Von: "Telmo Heinen"
Gesendet: 06.08.07 03:49:42
An: "Thomas Renatus Fendel"
CC: dilsonrc@yahoo.com.br, luizclesioburitialto@hotmail.com, mc2163@hotmail.com
Betreff: Re: [BioCom] Re: Seminario regional de Sorocaba e outros
Bioprocessos obtenção etanol batata doce:
http://www.cna.org.br/tecppa/Apresenta/UFT.M%E1rcio%20Silveira.pdf
Telmo.
De: Fendel
Para: biocom@grupos.com.br
Cc: Dilson Caceres
Enviada em: domingo, 5 de agosto de 2007 21:28
Assunto: [BioCom] Re: Seminario regional de Sorocaba e outros
Meu caro Dilson
Te apresento meu bioamigo alemão Juergen, que adorou tua notícia da batata doce... com produção de 10.000 litros de etanol por hectare ano. Realmente números fantásticos.
Em Agudos, vi o trator da Cati, sendo apresentado na Agrifam, com motor de injeção indireta e funcionando a óleo de girassol prensado a frio, desde 2002...
Hba
Fendel
From: To energy-juergen@web.de
To: "Fendel"
Sent: Sunday, August 05, 2007 9:14 PM
Subject: Re: Seminario regional de Sorocaba e outros
Superklasse.
Finalmente o circulo se fecha. Listeroid diesel queima tudo, embora seja que os motores da India têm qualidade muito variável.
Óleo: extrair com vapor e depois com Hexane dá o máximo rendimento de óleo, com qualidade cada vez pior mas queimável num Listeroid.
Batata doce já é usada em Guiana, tinha enviado um artigo para o Biocomm, há meio ano ou mais, junto com cassava (mandioca)
juergen
(Envio outro email acerca turbinas.)
Von: "Fendel"
Gesendet: 06.08.07 01:58:52
An: nfoidl@desa.com.bo
CC: "Bioenergia" bioenergia-l@jatoba.esalq.usp.br
Betreff: Re: Seminario regional de Sorocaba e outros
Meu caro Dilson
Coincidentemente acho que deveríamos fazer uma estátua do Bautista no meio do lago Paranoá em Brasília... e maior do que a estátua da "liberdade" em Nova York... pois nada como as bioenergias descentralizadas para a "liberdade" do povo. (livres da cancerígena porcobrás...)
Obrigado pelas palavras de incentivo. Gostei muito de teus certeiros comentários na mesa de Sorocaba.
Nas fotos que vc mostrou, tinha um motor estacionário "Lister" a óleo de pinhão manso... (não é bioBOBOdiesel...)
Que fantástica essa informação sobre etanol de batata doce... e por favor, me mantenha informado...
Me fez lembrar que aqui, na beira da estrada, os agricultores vendem sacos de batata de 50 kg, a R$ 5,00...
Sobre prensas para oleaginosas, ando divulgando as seguintes:
www.apitec.com.br
www.bindgalvao.com.br
www.greenpecas.com.br
www.ecirtec.com.br
www.granjatec.com.br
http://dcpsc1.bloombiz.com/
prehn@zipmail.com.br
HidroBioabraços
Fendel
From: dilson caceres
To: thomas@fendel.com.br
Sent: Wednesday, August 01, 2007 7:14 PM
Subject: Seminario regional de Sorocaba e outros
Thomas,
estivemos juntos na mesa no final das palestras de Sorocaba. Andei dando alguns palpites nas suas respostas porque eram assuntos do meu dia a dia, pois me meto a falar sobre oleaginosas para biodiesel. Primeiro foi sobre o Bautista Vidal, meu grande ídolo, que só não tem um monumento porque como diz o velho jargão, quem merece não precisa deles. O outro questionamento foi sobre outras opções para produção de biocombustivel e eu complementei sua resposta com álcool de batata doce.
Pois bem, estou enviando este e-mail por diversos motivos. O primeiro é para te dar meus parabéns pela brilhante explanação. Você fala como meus ascendentes espanhois, anarquistas, dos quais herdei alguma coisa.
O segundo assunto tem a ver com a batata doce. Você disse que estimulou um amigo a montar uma indústria de mini destilarias de álcool. Estive há pouco tempo no Piauí, no congresso de biocombustiveis e assisti a palestra de um professor da Universidade Federal do Tocantins que tem uma mini destilaria para produzir álcool de batata doce, obtendo, como eu disse em Sorocaba, 180 litros de álcool por tonelada de batata. Tem batata produzindo 60 ton/ha. Isto devemos divulgar, e ainda se você tiver algum interessado na parte industrial eu gostaria de produzir estas batatas, porque além do álcool, podemos alimentar gado com a massa fermentada e com a sobra de ramas, agregando valor a produção. Sou agrônomo e trabalho c/oSylmar.
Um outro assunto que eu gostaria de tratar com você é sobre as prensas para extrair óleo a frio.Elas dão baixo rendimento em óleo, sobra muito nas tortas e às vezes torna-se limitante na alimentação de bovinos. Tenho alguma experiência com as tortas de girassol e algum trabalho publicado, sou divulgador do uso destas prensas para o agricultor fazer seu próprio óleo, agregar valor com a alimentação de bovinos, porém tem este inconveniente. Estou transferindo p/você esta preocupação porque percebi que você é o homem das soluções. Vamos continuar falando,
Um abraço Dilson Caceres
From: Nikolaus Foidl
To: Fendel
Sent: Tuesday, July 10, 2007 8:32 PM
Subject: Re: jornal BIOCOM 29
Dear Fendel!
You are right we had a temperature hike in the medieval times and at this time the CO2 Level was lowest. Some 400 years of temperature measurements and Co2 measurements give not a single correlation between Temperature and CO2 level. So a lot of scientists speak of a fraud regarding influence of mankind on weather. The only influence you can prove at the moment is sunspots and temperature. There is a direct very close correlation between sunspots and temperature during the last 100 years. ( before it was not measured). So there are huge economic interests involved in creating the fear of CO2 triggering weather. As well hundreds of thousands of scientists all over the world live very well on this fear and it seems that this fear can move billions of people to start to change there habits which might at least change the quality of air, water and possibly life for future generations. ( hopefully) For us we still will be cannon fodder for the corrupts and powerful of this shit laden world.
Best regards Nikolaus
From: Telmo
To: biocom@grupos.com.br
Cc: Alberto Tamer
Sent: Sunday, July 08, 2007 11:03 AM
Subject: [BioCom] Etanol não encareceu alimentos
Apoiado! Quem passa fome hoje em dia, é porque não tem renda para adquirir comida! Comida tem para 12 bilhões de pessoas no mundo. É só somar as quantidades produzidas e dividi-la pelo número de "sobreviventes"...
Etanol não encareceu alimentos
Mais uma onda de reação ao etanol. A Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), que antes era favorável, agora mudou (por que será?). Associa-se à Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) para dizer que o álcool combustível é bom, tem futuro no Brasil, mas ameaça os preços dos alimentos. Uma estranha coincidência (será?) divulgar o relatório nas vésperas da reunião sobre o tema, em Bruxelas, onde Lula foi o principal convidado. Isso confirma apenas que o lobby da Opep ganha força e agressividade. Afinal, seus integrantes embolsam dezenas de bilhões de dólares vendendo por US$ 74 o petróleo que produzem por US$ 10 o barril.
É mentira deslavada! Lula reagiu à altura. Por que não falaram no aumento do preço dos alimentos quando o petróleo pulou de US$ 28 para US$ 74? Ninguém respondeu porque não tinha o que responder.
OS PREÇOS SUBIRAM ANTES
Mas Lula perdeu excelente oportunidade para refutar a grande mentira endossada pela OCDE e pela FAO, a de que o etanol é a causa da elevação dos preços dos produtos agrícolas. Mentira, mentira deslavada e vergonhosa que precisa ser desmascarada. Por quê? Nos últimos 12 meses, os preços de todas as commodities agrícolas, metálicas e minerais explodiram! E o etanol ainda nem havia entrado no mercado! Vamos aos números.
1) Em 12 meses, o índice em dólar de todas as commodities aumentou 22,7%, com base em 2000.
2) O das commodities alimentícias subiram 28,7%.
3) Dos metais, 23,5%.
4) De todas as commodities industriais, 17,9%.
A fonte é a revista britânica Economist, que publica semanalmente a evolução dos preços.
FOI A CHINA
O que aconteceu? Ora, todos sabem. Peter Mandelson sabe, Susan Schwab sabe, Durão Barroso sabe. Mas não admitem e não dizem. Os preços de todas as commodities - e não só as agrícolas, senhores "protetores da humanidade" - explodiram quando a China entrou no mercado comprando tudo o que precisava. Alimentos, minerais, tudo. A culpa não é nossa. É dela.
Tomem nota, senhores que contestam; atente para isso, presidente: "Os preços dos alimentos aumentaram antes, muitíssimo antes de o etanol ter surgido como opção parcial para combater o aquecimento global. Ele não gera fome, gera a salvação ambiental. E essa fome consumidora dos países emergentes recém-chegados ao mercado vai continuar, pois a China cresce a 10,8%, a Índia, a 9,1%, e a Rússia, a 7,9%, sem contar outros asiáticos. Esse é um problema antigo e o etanol é novo.
EUA, TEIMOSIA IRRACIONAL
E os EUA? Esse é um caso especial de teimosia inspirada em falso geopoliticismo. Eles insistem em produzir etanol do milho a um custo de US$ 65, quando o etanol da cana não passa de US$ 35. E ainda gastam US$ 4,5 bilhões subsidiando a produção. Poderia ser compensador ante os US$ 74 do petróleo, mas não é, pois este produz uma gama de produtos essenciais, como a nafta, não só gasolina.
Argumento: não queremos depender do etanol importado. Sim, mas continuam dependendo do petróleo em US$ 74, que importam desse imprevisível Oriente Médio islâmico que fanatizou o petróleo e nos mantém como reféns?
Os americanos absorvem 21 milhões barris por dia e importam 60% do que consomem. Um dia, terão de optar entre importar etanol do Brasil ou aceitar um aumento ainda maior dos preços dos alimentos, provocado pela redução da área plantada com produtos agrícolas em favor do milho. É ilógico, é irracional, mas é isso. São cautelosos quanto à sua soberana independência, mas terão de se curvar ao etanol, como se curvam ao petróleo do Oriente Médio, entre eles o do Irã. O problema é inteiramente deles, não nosso. Estamos investindo em 86 usinas até 2012. Teremos etanol para quem quiser, sobretudo para China e Japão, que está construindo gasodutos aqui.
MAIS IRRACIONALIDADE
Os EUA taxam pesadamente o etanol de cana para proteger os produtores de milho, que subsidiam. Com isso, porém, pressionam o preço do etanol, do milho e de outros produtos que consomem internamente. E depois vêm culpar o etanol... Por que não deixar o nosso produto entrar por US$ 35 para substituir o deles, de US$ 65, e incentivar os fazendeiros para que continuem a produzir milho e outros grãos a preços menores para o mercado interno e também exportar, reduzindo as pressões inflacionárias?
E A AMAZÔNIA, HEIN?
E agora os europeus, que, como sempre dizem sim, mas agem como não, querem defender a nossa Amazônia da invasão da cana. Querem também defender os países pobres que sofrerão com a alta dos alimentos, mas pouco ou nada fazem para ajudar as antigas colônias africanas, essas, sim, necessitadas de socorro. Eles são vítimas da corrupção endêmica de seus governantes, quase sempre ditadores sanguinários que roubam ou vendem os alimentos doados.
A culpa é nossa? É do etanol? Mentira escandalosa, que precisa ser desmistificada.Quanto à Amazônia dos europeus, dos americanos, da FAO, da OCDE, também é burrice ou má-fé. Escolho a segunda opção, pois os técnicos agrícolas europeus - mundiais - sabem perfeitamente que o solo amazônico não é apto para o plantio de cana. Mas outras culturas desalojadas pela cana podem invadir a Amazônia! Certo? Errado. A cana ocupa apenas 0,4% do território nacional, 2% das terras agricultáveis, refuta Lula
POBREZA? MAS ELA DIMINUIU!
Mas aumenta a pobreza! Também não, embora haja muita exploração do trabalhador rural, o que deve ser combatido pela fiscalização, não com o fim do emprego. "A indústria do etanol já criou, diretamente, 1,5 milhão de empregos e indiretamente, 4,5 milhões, no Brasil", afirma Lula, em artigo no Valor de quinta-feira. Mas no Brasil a pobreza diminuiu com o etanol, contra-ataca o presidente. Com a simples adição de 25% de álcool de cana reduzimos 40% do consumo e a importação de combustíveis fósseis. Mais: deixamos de emitir 120 milhões de toneladas de gás carbônico.
E OS OUTROS? HÁ SOLUÇÃO
Certo, mas os outros países produtores de etanol não estão fazendo, refutam os europeus e as eternas carpideiras, fanáticas das ONGs que são contra o óleo combustível nas termoelétricas, a energia nuclear e as hidrelétricas que 'ameaçam" o ambiente (Ufa! Haja ignorância ou má fé!). Ora, se não estão fazendo isso, é problema deles. A solução não é acabar com o etanol, mas não comprar desses países que o produzem com custos humanos e ambientais.
*E-mail: at@attglobal.net
From: Álvaro Pedreira de Cerqueira
To: Undisclosed-Recipient:;
Sent: Friday, May 11, 2007 12:42 PM
Subject: Fw: Fw: Os senhores da guerra...
Prezado Vicente,
Você escreveu ontem, respondendo à mensagem que enviei com fotos espetaculares de belonaves da Marinha e fantásticos aviões da USAF, que revelam pequena parte do poderio bélico dos Estados Unidos: "Não sei se é uma nação de merda ou uma merda de nação pois só sabe fazer guerra. Mantém um padrão de vida ilusório e graças à desgraça de outros povos."
Compreendo seu ponto de vista pois, como ensinou o fundador da sociologia, Max Weber: "O homem é produto do meio". Sendo funcionário da Petrobras, você está integrado ao ambiente corporativista da empresa, que é nacionalista, antiamericano, estatizante e, no governo Lula, mais comunista do que jamais foi. Quero comentar sua opinião em duas partes: primeiro, dizendo que infelizmente o Brasil é que é uma nação de merda. Explico: um país de dimensões continentais, cheio de recursos naturais, inclusive petróleo, sem terremotos nem tufões, entrou no século 21 com IDH - Índice de Desenvolvimento Humano (da ONU) abaixo do de Cuba. O que é simplesmente escandaloso! É este o índice que mede o verdadeiro e pleno desenvolvimento econômico e social de uma nação.
Tudo porque a estúpida mentalidade mercantilista herdada de Portugal criou um Estado cada vez mais inchado e que é um fim em si mesmo. Com uma quadrilha que cada vez ganha mais e rouba mais, não investindo em educação fundamental nem em saneamento básico, que são os verdadeiros e principais papéis do Estado. A Petreobras monopolista é outra megaestupidez. Há meio século a empresa rouba os brasileiros, cobrando o dobro dos preços internacionais dos derivados. O petróleo nunca foi "nosso", mas dos funcionários da Petrossauro, como a chamava o saudoso Roberto Campos.
O monopólio é da União, mas a empresa se apoderou dele. Não precisando concorrer no mercado, abandonou os objetivos da Lei 2004, que é tornar o Brasil auto-suficiente na produção de óleo. Em vez de empregar o capital, saído do bolso dos pagadores de impostos, e concentrar as atividades na pesquisa de hidrocarbonetos, na exploração e principalmente na PERFURAÇÃO das áreas indicativas de prováveis jazidas, em terra e no mar, os burocratas "donos" virtuais da empresa, junto com políticos safados (pleonasmo), decidiram investir nas áreas mais lucrativas, como refino e transporte. Ficou sem capital para perfurar o suficiente para encontrar o ouro líquido. Além de burlar a Lei, cometeram esta BURRICE, que lhes era muito mais rendosa, inclusive aos políticos, que fizeram inchar o vasto cabide de empregos, remunerados com salários e benefícios acima do mercado de trabalho. Chegou a ter mais de 60 mil funcionários e não sei quantos mil aspones, num esbanjamento descarado do dinheiro dos contribuintes.
E criou o fundo de pensão Petros, para o qual passou a doar ilegalmente boa parte do lucro, em gigantesca fraude. Fundo esse sempre gerido temerariamente e periodicamente saqueado pelos dirigentes, com novos e periódicos aportes ilegais de recursos para tapar os rombos (ou roubos), sangrando o capital de giro da empresa. O resultado é que a Petrossauro nunca conseguiu atingir a auto-suficiência na produção de óleo, e a empresa se encarregou de importar o ouro negro, um negócio da China para os compradores, que aliás têm uma formidável caixa preta, tanto nas importações de óleo cru, como na de insumos e peças, também comprados no Brasil. Quem já tentou ser fornecedor da empresa, como eu, sabe do "esquema" duríssimo de penetrar. Eu desisti.
Resultado, as duas crises do petróleo dos anos 70 pegaram o Brasil de calças curtas, pois os preços mais do que decuplicaram, por decisão da OPEP, e isto custou o sangue dos brasileiros, multiplicando estupidamente a dívida externa, novo fator de atraso no crescimento da economia e no empobrecimento adicional do nosso povo, enquanto os privilegiados petroleiros prosperavam alegremente, na sua condição de minoria parasita da sociedade brasileira.
As "Sete Irmãs"
Se ao menos a Petrossauro fosse estatal mas não monopolista, a coisa seria diferente. Mas como é até hoje monopolista, se dá ao luxo de pagar apenas 5% de royalties aos estados produtores de óleo. E tem, ou tinha, o absurdo privilégio de não pagar imposto de renda. E os dividendos ao Tesouro, para remunerar o capital saído do bolso dos trouxas brasileiros, sempre foram ridiculamente baixos, pois a empresa sempre foi pouco lucrativa, além de -- como toda estatal -- escamotear os lucros.
Caso o caudilho populista Getúlio Vargas tivesse decidido abrir licitação internacional para a exploração do nosso petróleo (aí sim, ele seria realmente "nosso"), em vez de criar a Petrossuro, as chamadas "Sete Irmãs", ESSO, SHELL, MOBILOIL, TEXACO e outras que não me lembro, que vencessem a licitação, seriam remuneradas com pouco mais de 20% (isso mesmo, VINTE POR CENTO) do valor do óleo extraído de nossas jazidas, para remunerar os seus custos e lucros, entregando limpinhos ao Tesouro Nacional cerca de 80% (OITENTA POR CENTO) ouro. É claro, empregariam você e seus colegas nas atividades exploratórias, mas não com salários e benefícios acima do mercado. Nem criariam cabides de empregos de parasitas e aspones. Capitalistas brasileiros e estrangeiros investiriam em refinarias e indústrias petroquímicas, e também empregariam seus colegas, com remuneração justa e competitiva.
Então, Vicente, este é um dos motivos de o Brasil ser uma nação de merda. Quando o Brasil tiver a sorte de eleger um presidente liberal, como Nikolas Sarkozy (a França finalmente acordou), teremos de dividir a Petrossauro em suas três atividades, de exploração, de refino e de transporte, e privatizá-las todas, para o bem dos futuros brasileiros, entre os quais estarão meus netos. E privatizar todas as demais estatais também. São empresas-problema, geridas por "paraquedistas" (como dizia o saudoso mestre Eugênio Gudin, sabe quem foi ele? Fundou a primeira escola de economia no Brasil) que nunca pagaram duplicata com dinheiro do próprio bolso, e nomeados por apadrinhamento político, não tendo experiência nem noção de risco de negócios. Isto em empresas monopolistas, como a Petrossuro, não é nenhum problema, pois ela não precisa ter compromisso com eficiência nem produtividade, já que forma os preços a partir dos custos que tiver, já que não precisa concorrer no mercado. Os consumidores que se f....
Assisti na Cidade do México, em 1992, a uma entrevista do saudoso Prof. Milton Friedman, prêmio Nobel de Economia, na TV, dizer: "No monopólio, o produtor é o senhor e o consumidor, o escravo."
Deixo a segunda parte para amanhã, para falar sobre a grande Nação norte-americana.
Abrs.,
Álvaro P. de Cerqueira
Adm. pela FGV-SP
From: vilanet@petrobras.com.br
To: "Álvaro Pedreira de Cerqueira"
Sent: Thursday, May 10, 2007 7:41 AM
Subject: Re: Fw: Os senhores da guerra...
Prezado Álvaro
Não sei se é uma nação de merda ou uma merda de nação pois só sabe fazer guerra. Mantém um padrão de vida ilusório e graças à desgraça de outros povos.
Atenciosamente
Vicente Lassandro Neto
GEÓLOGO, ECOLOGISTA e Engenheiro em Petróleo
Telefones - Horário de Trabalho
Sistema Petrobras - 821-4252
Sistema Nacional - 071XX3350-4252
Mudando, rompendo, dilacerando e estraçalhando paradigmas, na área do entendimento de como funciona o nosso Planeta Terra ( GEOLOGIA ), podemos afirmar, com toda a convicção técnica, que a "Bacia" do Recôncavo e as demais bacias a ela assemelhadas, em questões de pesquisa e extração de petróleo, são tão jovens que nelas, ainda, não nasceram os dentes e, em particular, a "Bacia" do Recôncavo, pode dar, ela só, a auto-suficiência de petróleo ao Brasil.