JUNHO
/ 2007
JORNAL BIOCOM 29
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Na edição Biocom28 consta um gráfico ostentado pelo IPCC (painel do clima) em 2001, que passou a ser conhecido como "taco de hóquei", pois, segundo os ferrenhos e bem pagos defensores da catástrofe climática, a temperatura da terra está em franca e acelerada aceleração.
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Interessante que o mesmo IPCC, em 1990, apresentou outro gráfico, com outra curva... bem diferente...
com uma curva "muito quente" no período medieval, curva essa que simplesmente "sumiu" sem maiores explicações nos "eshtudosh" e nos gráficos mais recentes.
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A dúvida é qual das duas é a verdadeira... pois uma contradiz radicalmente a outra...
detalhes em:
http://www.alerta.inf.br/index.php?news=721
E quem se interessa por climatologia, ou pela polêmica do aquecimento global, não pode deixar de consultar o blogue do climatologista português Rui G. Moura, bastante didático:
http://mitos-climaticos.blogspot.com/
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Na figura abaixo temos a conjugação do verbo pagar impostos "neshtepaísh".
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E enquanto o salário do povo permanece estático, o dos "trabalhadores" políticos prolifera feito eucalipto em banhado ensolarado, como bem caracteriza a charge abaixo:
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Meu caro Professor Vasconcelos
A fé faz o homem prosperar.
Mas não é a fé no divino, no esotérico, no papai noel.
É a fé no seu próprio eu, na persistência, no raciocínio.
Meus caros Guilherme e Rivadávia
Como aventado acima, a questão climática está se tornando verdadeira paranóia, com objetivos claros anti-desenvolvimentistas do quinto mundo.
Para a realidade bioenergética, até seria favoravel criar o pânico do aquecimento global carbônico, mas, devido às suas inúmeras outras qualidades e possibilidades, a bioenergia dispensa mentiras e armações.
Meu caro Ronaldo
Além do custo (o bioBOBOdiesel é mais caro do que o OV) existe o desnecessário subsídio governamental e a burra concentração de produção e comercialização.
Testes não autorizados, feitos no LACTEC - PR, demonstraram que motores a OV20, tiveram sua durabilidade aumentada em 20%...
Claro, se estes testes fossem divulgados... cairia a máscara do bioBOBO e por isso foram "engavetados"...
Meu caro Telmo
Pois é... os "pishkijadoresh" precisam "pishkijar" aquilo que lhes é encomendado e faturado.
E para isso, manipulam o que bem entendem... pintam e bordam... pois o povo, cada vez mais analfabeto funcional, acredita até que coelho bota ovo.
O phoder mundial não admite concorrência... querem vida boa só prá eles...
O quinto mundo... que continue imundo, subdesenvolvido, doente, raquítico e servil.
Excelentes as duas matérias abaixo sobre a enganação climática, explicadas pelo Professor Molion..
Meu caro Estevão
Pois é... certificar etanol, pra que? Claro... pra adoçar o desnecessário e estúpido corporativismo porcotrolífero.
Cachaça, que vai pro estômago... não necessita de "qualidade" nenhuma... mas os motores, ah, esses sim... têm estômago muito mais sensível...
Quanta enganação... quanta mentira... quanta crendice... para abestalhar o povo e chupar seu suado sangue...
Notícias Diversas:
A grande farsa do aquecimento global:
http://www.youtube.com/v/1JCVjg7H94s
Interessante coleção de vídeos curtos, legendados em português, que evidenciam a falsidade ideológica do efeito estufa.
Bioenergia é vantajosa até 2013, diz técnico
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=5383
Que idiotas... e depois? Teremos energia esotérica?
BNDES melhora regras para térmicas e transmissão
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=5386
Usinas térmicas deveriam ser abolidas, só se permitindo equipamentos menores de cogeração distribuídos (BIOENEREDE)
Informações sobre etanol de sorgo doce com o Dr. Belum Redy da icrisat
http://www.icrisat.org/satrends/june2007.htm
enviadas pelo meu bioamigo Alemão Juergen
A farsa dos atentados de 11 de setembro:
http://video.google.com/videoplay?docid=695524731610937717
Filme longo que explica e demonstra a implosão artificial das torres gêmeas...
Ibama dá licença prévia para usinas do rio Madeira
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=5544
E tem mais que dar mesmo... pros peixes basta fazer umas escadinhas e uns tanquinhos... e a questão do assoreamento, é boa pra quem quer comercializar areia...
HidroBioAbraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
"Com as bioenergias distribuídas você enche o próprio bolso, e não o dos estrangeiros" - Paulo Lenhardt
Participe do grupo BIOCOM: http://www.grupos.com.br/group/biocom
From: Estevao
To: biocom@grupos.com.br
Sent: Friday, July 06, 2007 12:38 PM
Subject: Re: [BioCom] Re: Certificando o Etanol - atzigo no FT
Com certeza a certificação, é só para barrar os pequenos produtores que não poderão bancar com todas as fases para terem o produto com a "qualidade exigida", e venderão suas produções para os que têm o certificado,
O papo do lulu, ou melhor, Lula, dizer que os usineiros são os salvadores é idiotice, vamos lembrar dos estoques reguladores de álcool, quando foram buscar não havia nada, tanques vazios, isso só representou uma módica quantia de aproximadamente 60bilhões, que os usineiros até hoje não devolveram aos cofres públicos. O modus operandis das quadrilhas foi o seguintes: 1º esconderam o álcool, os carros pararam nas garagens, ninguém mais queria carro a álcool, "fizeram um acordo", com o governo para ter estoque regulador, porém teriam que receber para armazenar, recebiam pelo produto que iriam armazenar, pelo aluguel dos tanques durante o período da entresafra, e não estocavam nada, ganhavam duas vezes, e agora vão salvar o país? De quem? Onde estava a Petrobras? Sem eles o Brasil está salvo, faz quinhentos anos que os usineiros mamam na "mãe zona", álcool na mamadeira para deixar o "gigante adormecido" bêbado.
Hehehe, Brasil,sil,sil, Gooooooooll.
De: Telmo Heinen
Reenviada em: domingo, 08 de julho de 2007 21:26
Assunto: Aquecimento Global é só terrorismo climático - É, parece que o Bush não é "tão burro assim" não...! se nega a assinar o Protocolo de Kioto...
"Aquecimento Global é só terrorismo climático"
Pesquisador diz que tendência dos próximos anos é o esfriamento da Terra e que efeito estufa é tese manipulada pelos países ricos.
...o que se percebe é que há um aumento da temperatura primeiro e, depois, a concentração de gás carbônico vai atrás...
Por Rodrigo Rangel
O professor Luiz Carlos Molion é daqueles cientistas que não temem nadar contra a corrente.
Na Rio 92 (ou Eco 92), quando o planeta discutia o aumento do buraco na camada de ozônio, ele defendeu que não havia motivo para tamanha preocupação.
Numa conferência, peitou o badalado mexicano Mario Molina, mais tarde Nobel de Química, um dos primeiros a fazer o alerta.
Agora, a guerra acadêmica de Molion tem outro nome: aquecimento global.
Pós-doutor em meteorologia formado na Inglaterra e nos Estados Unidos, membro do Instituto de Estudos Avançados de Berlim e representante da América Latina na Organização Meteorológica Mundial, esse paulista de 61 anos defende com veemência a tese de que a temperatura do planeta não está subindo e que a ação do homem, com a emissão crescente de gás carbônico (CO2) e outros poluentes, nada tem a ver com o propalado aquecimento global.
Boa notícia?
Nem tanto, diz. Molion sustenta que está em marcha um processo de resfriamento do planeta.
"Estamos entrando numa nova era glacial, o que para o Brasil poderá ser pior", pontifica.
Para Molion, por trás da propagação catastrófica do aquecimento global há um movimento dos países ricos para frear o desenvolvimento dos emergentes.
O professor ainda faz uma reclamação: diz que cientistas contrários à tese estão escanteados pelas fontes de financiamento de pesquisa.
ISTOÉ - Com base em que o sr. diz que não há aquecimento global?
Molion - É difícil dizer que o aquecimento é global.
O Hemisfério Sul é diferente do Hemisfério Norte, e a partir disso é complicado pegar uma temperatura e falar em temperatura média global.
Os dados dos 44 Estados contíguos dos EUA, que têm uma rede de medição bem mantida, mostram que nas décadas de 30 e 40 as temperaturas foram mais elevadas que agora.
A maior divergência está no fato de quererem imputar esse aquecimento às atividades humanas, particularmente à queima de combustíveis fósseis, como petróleo e carvão, e à agricultura, atrás da agropecuária, que libera metano.
Quando a gente olha a série temporal de 150 anos usada pelos defensores da tese do aquecimento, vê claramente que houve um período, entre 1925 e 1946, em que a temperatura média global sofreu um aumento de cerca de 0,4 grau centígrado.
Aí a pergunta é: esse aquecimento foi devido ao CO2?
Como, se nessa época o homem liberava para a atmosfera menos de 10% do que libera hoje? Depois, no pós-guerra, quando a atividade industrial aumentou, e o consumo de petróleo também, houve uma queda nas temperaturas.
ISTOÉ - Qual seria a origem das variações de temperatura?
Molion - Há dez anos, descobriu-se que o Oceano Pacífico tem um modo muito singular na variação da sua temperatura.
Me parece lógico que o Pacífico interfira no clima global.
Primeiro, a atmosfera terrestre é aquecida por debaixo, ou seja, temos temperaturas mais altas aqui na superfície e à medida que você sobe a temperatura vai caindo - na altura em que voa um jato comercial, por exemplo, a temperatura externa chega a 45 ou 50 graus abaixo de zero.
Ora, o Pacífico ocupa um terço da superfície terrestre. Juntando isso tudo, claro está que, se houver uma variação na temperatura da superfície do Pacífico, vai afetar o clima.
ISTOÉ - O IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática, da ONU) está errado?
Molion - O painel não leva em consideração todos os dados.
Outra coisa que incomoda bastante, e que o Al Gore [ex vice- presidente dos EUA e estrela do documentário Uma verdade inconveniente, sobre mudanças no clima] usa muito, é a concentração de CO2.
O IPCC diz claramente que a concentração atingida em 2005, de 339 partes por milhão, ou ppm, foi a maior dos últimos 650 mil anos. Isso é uma coisa ridícula.
Eles usam uma série iniciada em 1957 e não fazem menção a medições de concentração de gás carbônico anteriores.
É como se nunca ninguém tivesse se preocupado com isso.
O aumento de CO2 não é um fenômeno novo. Nos últimos 150 anos, já chegou a 550, 600 ppm.
Como é que se jogam fora essas medidas?
Só porque não interessam ao argumento?
O leigo, quando vê a coisa da maneira que é apresentada, pensa que só começaram a medir nos últimos 50 anos.
O Al Gore usou no filme a curva do CO2 lá embaixo há 650 mil anos e, agora, decolando.
Ridículo, palhaço.
ISTOÉ - Esses temores são cíclicos?
Molion - Eu tenho fotos da capa da Time em 1945 que dizia:
"O mundo está fervendo."
Depois, em 1947, as manchetes diziam que estávamos indo para uma nova era glacial.
Agora, de novo se fala em aquecimento.
Não é que os eventos sejam cíclicos, porque existem muitos fatores que interferem no clima global.
Sem exagero, eu digo que o clima da Terra é resultante de tudo o que ocorre no universo.
Se a poeira de uma supernova que explodiu há 15 milhões de anos for densa e passar entre o Sol e a Terra, vai reduzir a entrada de radiação solar no sistema e mudar o clima.
Esse ciclo de aquecimento muito provavelmente já terminou em 1998.
Existem evidências, por medidas feitas via satélite e por cruzeiros de navio, de que o oceano Pacífico está se aquecendo fora dos trópicos
- daí o derretimento das geleiras
- e o Pacífico tropical está esfriando, o que significa que estamos entrando numa nova fase fria.
Quando esfria é pior para nós.
ISTOÉ - Por que é pior?
Molion - Porque quando a atmosfera fica fria ela tem menor capacidade de reter umidade e aí chove menos.
Eu gostaria que aquecesse realmente porque, durante o período quente, os totais pluviométricos foram maiores, enquanto de 1946 a 1976 a chuva no Brasil como um todo ficou reduzida.
O aumento de CO2 não é novo. Nos últimos 150 anos, já atingiu 600 ppm. Mas o Al Gore usou a curva do CO2 de 650 mil anos atrás
ISTOÉ - No que isso pode interferir na vida do brasileiro?
Molion - As conseqüências para o Brasil são drásticas.
O Sul e o Sudeste devem sofrer uma redução de chuvas da ordem de 10% a 20%, dependendo da região.
Mas vai ter invernos em que a freqüência de massas de ar polar vai ser maior, provocando uma freqüência maior de geadas.
A Amazônia vai ter uma redução de chuvas e, principalmente, a Amazônia oriental e o sul da Amazônia vão ter uma freqüência maior de seca, como foi a de 2005.
O Nordeste vai sofrer redução de chuva.
O que mais me preocupa é que, do ponto de vista da agricultura, as regiões sul do Maranhão, leste e sudeste do Pará, Tocantins e Piauí são as que apresentam sinais mais fortes.
Essas regiões preocupam porque são a fronteira de expansão da soja brasileira.
A precipitação vai reduzir e certamente vai haver redução de produtividade. Infelizmente, para o Brasil é pior do que seria se houvesse o aquecimento.
ISTOÉ - A quem interessaria o discurso do "aquecimento"?
Molion - Quando eu digo que muito provavelmente estamos num processo de resfriamento, eu faço por meio de dados.
O IPCC, o nome já diz, é constituído de pessoas que são designadas por seus governos.
Os representantes do G-7 não vão aleatoriamente.
Vão defender os interesses de seus governos.
No momento em que começa uma pressão desse tipo, eu digo que já vi esse filme antes, na época do discurso da destruição da camada de ozônio pelos CFCs, os compostos de clorofluorcarbonos.
Os CFCs tinham perdido o direito de patente e haviam se tornado domínio público.
Aí inventaram a história de que esses compostos estavam destruindo a camada de ozônio.
Começou exatamente com a mesma fórmula de agora.
Em 1987, sob liderança da Margaret Thatcher, fizeram uma reunião em Montreal de onde saiu um protocolo que obrigava os países subdesenvolvidos a eliminar os CFCs.
O Brasil assinou.
Depois, ficamos sabendo que assinou porque foi uma das condições impostas pelo FMI para renovar a dívida externa brasileira.
É claro que o interesse por trás disso certamente não é conservacionista.
ISTOÉ - Mas reduzir a emissão de CFCs não foi uma medida importante?
Molion - O Al Gore no filme dele diz "nós resolvemos um problema muito crucial que foi a destruição da camada de ozônio".
Como resolveram, se cientistas da época diziam que a camada de ozônio só se recuperaria depois de 2100?
Na Eco 92, eu disse que se tratava de uma atitude neocolonialista.
No colonialismo tradicional se colocam tropas para manter a ordem e o domínio.
No neocolonialismo a dominação é pela tecnologia, pela economia e, agora, por um terrorismo climático como é esse aquecimento global.
O fato é que agora a indústria, que está na Inglaterra, França, Alemanha, no Canadá, nos Estados Unidos, tem gases substitutos e cobra royalties de propriedade.
E ninguém fala mais em problema na camada de ozônio, sendo que, na realidade, a previsão é de que agora em outubro o buraco será um dos maiores da história.
ISTOÉ - O sr. também vê interesses econômicos por trás do diagnóstico do aquecimento global?
Molion - É provável que existam interesses econômicos por detrás disso, uma vez que os países que dominam o IPCC são os mesmos países que já saíram beneficiados lá atrás.
ISTOÉ - Não é teoria conspiratória concluir que há uma tentativa de frear o desenvolvimento dos países emergentes?
Molion - O que eu sei é que não há bases sólidas para afirmar que o homem seja responsável por esse aquecimento que, na minha opinião, já acabou.
Em 1798, Thomas Malthus, inglês, defendeu que a população dos países pobres, à medida que crescesse, iria querer um nível de desenvolvimento humano mais adequado e iria concorrer pelos recursos naturais existentes.
É possível que a velha teoria malthusiana esteja sendo ressuscitada e sendo imposta através do aquecimento global, porque agora querem que nós reduzamos o nosso consumo de petróleo, enquanto a sociedade americana, sozinha, consome um terço do que é produzido no mundo.
ISTOÉ - Para aceitar a tese do sr., é preciso admitir que há desonestidade dos cientistas que chancelam o diagnóstico do aquecimento global...
Molion - Eu digo que cientistas são honestos, mas hoje tem muito mais dinheiro nas pesquisas sobre clima para quem é favorável ao aquecimento global.
Dinheiro que vem dos governos, que arrecadam impostos das indústrias que têm interesse no assunto.
Muitos cientistas se prostituem, se vendem para ter os seus projetos aprovados.
Dançam a mesma música que o IPCC toca.
ISTOÉ - O sr. se considera prejudicado por defender a linha oposta?
Molion - Na Eco 92, eu debati com o Mario Molina, que foi quem criou a hipótese de que os clorofluorcarbonos estariam destruindo o ozônio.
Ele, em 1995, virou prêmio Nobel de Química.
E o professor Molion ficou na geladeira.
De 1992 a 1997 eu não fui mais convidado para nenhum evento internacional.
Eu tinha US$ 50 mil que o Programa das Nações Unidas havia repassado para fazer uma pesquisa na Amazônia e esse dinheiro foi cancelado.
Em 1987, sob Thatcher, países subdesenvolvidos foram obrigados a eliminar os CFCs. Foi uma das condições impostas pelo FMI
ISTOÉ - O cenário que o sr. traça inclui ou exclui o temor de cidades litorâneas serem tomadas pelo aumento do nível dos oceanos?
Molion - Também nesse aspecto, o que o IPCC diz não é verdade.
É possível que, com o novo ciclo de resfriamento, o gelo da Groenlândia possa aumentar e pode ser até que haja uma ligeira diminuição do nível do mar.
ISTOÉ - Pela sua tese, seria o começo de uma nova era glacial?
Molion - Como já faz 15 mil anos que a última Era Glacial terminou, e os períodos interglaciais normalmente são de 12 mil anos, é provável que nós já estejamos dentro de uma nova era glacial.
Obviamente a temperatura não cai linearmente, mas a tendência de longo prazo certamente é decrescer, o que é mau para o homem.
Eu gostaria muito que houvesse realmente um aquecimento global, mas na realidade os dados nos mostram que, infelizmente, estamos caminhando para um resfriamento.
Mas não precisa perder o sono, porque vai demorar uns 100 mil anos para chegar à temperatura mínima.
E quem sabe, até lá, a gente não encontre as soluções para a humanidade.
De: Telmo Heinen - Formosa (GO)
Reenviada em: domingo, 8 de julho de 2007 17:43
Assunto: Especialista em meteorologia prevê resfriamento global nos próximos 15 anos
...o que se percebe é que há um aumento da temperatura primeiro e, depois, a concentração de gás carbônico vai atrás...
Por Monique Maia e Julio Cruz Neto, da Agência Brasil
Pesquisadores e representantes da Agência Nacional de Águas (ANA) estiveram reunidos recentemente para debater mudanças climáticas e impactos sobre os recursos hídricos do Brasil. Entre eles, uma voz dissonante afirmava que a Terra não está esquentando, que o gás carbônico não aquece o planeta e que o homem não é o principal responsável pela emissão de gases poluentes, contrariando as principais conclusões do quarto relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês), divulgado este ano.
Professor da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), Molion é dono de um currículo que inclui formação em física pela Universidade de São Paulo (USP), doutorado em meteorologia pela Universidade de Wisconsin (EUA) e pós-doutorado em Hidrologia de Florestas pelo Instituto de Hidrologia (Inglaterra), além de uma passagem de 25 anos pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), onde foi diretor. Mas isso não intimida outros especialistas ouvidos pela Agência Brasil, que discordam firmemente de suas contestações.
Sobre a temperatura, Molion alega que o planeta passa por fases alternantes provocadas por fenômenos naturais: aquecimento entre 1925 e 1946, resfriamento entre 1947 e 1976, novo aquecimento de 1977 a 1998 e, no momento, um resfriamento que ainda não terminou. "Minha previsão é de que nesses próximos 15 anos vai haver um resfriamento, porque o Sol está entrando em um período de menor produção de energia". Para ele, o planeta deve esfriar em torno de 0,1 a 0,2 graus em média.
O pesquisador aponta que a superfície terrestre passa atualmente por um período interglacial - entre dois períodos em que fica coberta de gelo. Lembra que houve quatro períodos anteriores como esse e as temperaturas eram mais elevadas com níveis de gás carbônico menores. "Isso é sinal de que o gás carbônico não é responsável pelo aumento de temperatura. Muito pelo contrário: o que se percebe é que há um aumento da temperatura primeiro e, depois, a concentração de gás carbônico vai atrás".
Molion defende ainda que a quantidade de gás carbônico emitida pelo homem é três vezes menor que a de fluxos naturais da fotossíntese em florestas, oceanos e solos.
O IPCC divulgou relatórios este ano que revelam que a maior parte do aquecimento dos últimos 50 anos se deve aos gases de efeito estufa produzidos por atividades humanas, já que as emissões aumentaram 70% entre 1970 e 2004. Os estudos apontam que 49 bilhões de toneladas de gás carbônico são despejadas na atmosfera por ano.
Os pesquisadores Carlos Nobre e Thelma Krug, ambos membros do Inpe e do IPCC, ficaram inconformados ao ouvir as opiniões de Molion e disseram que não há como contestar a seriedade das conclusões do estudo.
Ela, que é secretária nacional de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental e doutora pela University of Sheffield (Inglaterra), diz ter conhecimento suficiente para afirmar que qualquer questionamento é "infundado".
Nobre, que fez doutorado no Massachussets Institute of Technology (EUA) e pós-doutorado em Maryland (EUA), comentou que o professor não está mais na ativa. No currículo lattes de Molion, consta a publicação de três artigos em periódicos no ano passado e nenhum neste ano; nenhum texto em jornal ou revista desde 2003; e dois trabalhos completos em anais de congressos neste ano.
O relatório do IPCC aponta que a Terra vai se tornar mais quente até o ano de 2100, o que significa aumento do nível do mar e catástrofes naturais mais intensas. Pelas projeções dos 2.500 cientistas que participaram do estudo, o aumento será de 1,8 a 4 graus. Apesar de os índices de gases de efeito estufa e aerosóis terem se mantido estáveis nos últimos anos, a concentração desses gases deve causar aquecimento de 0,1 grau por década nos próximos 20 anos. Nos países do Hemisfério Norte, o aquecimento será mais intenso. As principais causas são as emissões e o aumento da concentração de gases poluentes, principalmente por causa do uso de combustíveis fósseis, como o petróleo.
"Nós devemos ser a mudança que queremos ver no Mundo."
From: ronaldo
To: biocom@grupos.com.br
Sent: Wednesday, July 04, 2007 5:54 AM
Subject: [BioCom] O mico do biodiesel,da Gazeta Mercantil.
A produção de biodiesel está ameaçada. A rentabilidade do combustível ficou quase nula depois da alta dos preços do óleo de soja, que acumulou 45% nos últimos 12 meses. Por isso, grande parte dos fabricantes de biodiesel deixou de operar ou está no vermelho porque tem de atender a contratos firmados nos leilões da ANP, diz Nivaldo Trama, presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Biodiesel (Abiodiesel).
Segundo Miguel Biegai Jr., da Safras & Mercado, há oito meses cai a rentabilidade das empresas que produzem biodiesel. Em junho chegou a 18%. A situação se agravou com a queda de 2,2% nos preços nos leilões da ANP desde maio de 2006.
Página C-7 (Gazeta Mercantil/1ª Página - Pág. 1)(Fabiana Batista)
From: Guilherme
To: biocom@grupos.com.br
Sent: Friday, June 22, 2007 9:55 AM
Subject: Para Refletir...RE: [BioCom] Biocombustíveis. Revolução ainda está longe, diz FT0
Para refletir....
http://www.alerta.inf.br/index.php?news=721
http://infomix-cf.blogspot.com/2007/06/os-privilegiados-os-biocombustveis-e-os.html
From: Prof. J. Vasconcelos
To: Helena1 ; Fendel ; RCM ; Hernani de Sá
Sent: Monday, June 25, 2007 10:08 PM
Subject: Fw: O SEGREDO!!!
O SEGREDO!!!
Em certa esquina por onde passavam muitas pessoas, um mendigo sentava-se na calçada e ao lado colocava uma placa com os dizeres:
"Vejam como sou feliz"! Sou um homem próspero, sei que sou bonito, sou muito importante, tenho uma bela residência, vivo confortavelmente, sou um sucesso, sou saudável e bem "humorado".
Alguns passantes o olhavam intrigado, outros o achavam doido e outros até davam-lhe dinheiro.
Todos os dias, antes de dormir, ele contava o dinheiro e notava que a cada dia a quantia era maior.
Numa bela manhã, um importante e arrojado executivo, que já o observava há algum tempo, aproximou-se e lhe disse:
"Você é muito criativo! Não gostaria de colaborar numa campanha da empresa?"
"Vamos lá. Só tenho a ganhar!", respondeu o mendigo.
Após um caprichado banho e com roupas novas, foi levado para a empresa. Daí para frente sua vida foi uma seqüência de sucessos e a certo tempo ele se tornou um dos sócios majoritários.
Numa entrevista coletiva à imprensa, ele esclareceu de como conseguira sair da mendicância para tão alta posição. Contou ele:
- Bem, houve época em que eu costumava me sentar nas calçadas com uma placa ao lado, que dizia: " Sou um nada neste mundo! Ninguém me ajuda! Não tenho onde morar! Sou um homem fracassado e maltratado pela vida! Não consigo um mísero emprego que me renda alguns trocados ! Mal consigo sobreviver! "
As coisas iam de mal a pior quando, certa noite, achei um livro e nele atentei para um trecho que dizia: " Tudo que você fala a seu respeito vai se reforçando. Por pior que esteja a sua vida, diga que tudo vai bem. Por mais que você não goste de sua aparência, afirme-se bonito. Por mais pobre que seja você , diga a si mesmo e aos outros que você é próspero. "
Aquilo me tocou profundamente e, como nada tinha a perder, decidi trocar os dizeres da placa para: " Vejam como sou feliz! Sou um homem próspero, sei que sou bonito, sou muito importante, tenho uma bela residência, vivo confortavelmente, sou um sucesso, sou saudável e bem humorado."
E a partir desse dia tudo começou a mudar, a vida me trouxe a pessoa certa para tudo que eu precisava, até que cheguei onde estou hoje.
Tive apenas que entender o Poder das Palavras.
O Universo sempre apoiará tudo o que dissermos, escrevermos ou pensarmos a nosso respeito e isso acabará se manifestando em nossa vida como realidade.
Enquanto afirmarmos que tudo vai mal, que nossa aparência é horrível, que nossos bens materias são ínfimos, a tendência é que as coisas fiquem piores ainda, pois o Universo as reforçará. Ele materializa em nossa vida todas as nossas crenças.
Uma repórter, ironicamente, questionou:
- O senhor está querendo dizer que algumas palavras escritas numa simples placa modificaram a sua vida?
Respondeu o homem, cheio de bom humor:
"Claro que não, minha ingênua amiga! Primeiro eu tive que acreditar nelas! "