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OPINIÕES E COMENTÁRIOS

2006
 
             

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MAIO / 2006

Jornal BIOCOM 5

Meus caros Adriano, Anderson, Dirley, Gert e Oscar

O título: "Biomassa para quem" pode ser ampliado: "Brasil para quem" com exatamente os mesmos argumentos.
É uma pouca vergonha a sacanagem com a qual a nossa hierarquia trata o nosso sofrido povo, sob os aplausos, torcida e orientações do poder mundial. Veja, somos o único país do mundo, onde automóveis a Diesel são proibidos. E por quê são proibidos? Porque a porcobrás tem excedentes de gasolina, que vende pelo dobro do preço para o abobado e chupado brasileiro, em relação ao preço da gasolina excedente exportada.
E mesmo com esse excedente de gasolina, ou seja, falta de óleo Diesel, a porcobrás e seus tutores men$ali$ta$ não admitem a venda e o uso de óleos vegetais combustíveis, já fazem mais de 30 anos.
Para emgambelar o povo, espalham notícias medíocres como glicerina e acroleina, ou seja: a glicerina, afirmam não "queimar", e a acroleína afirmam ser cancerígena. Vagabundos, idiotas, não sabem que trinitroglicerina explode sem faísca? Para queimar a glicerina basta elevar um pouco a temperatura de combustão nos motores, com um kit, ou como ocorre em todos os motores de injeção indireta e pré-câmara, a elevação da temperatura ocorre por taxa de compressão maior.
Quanto à acroleína, ela se forma também nos motores a gasolina, a Diesel e a biobobodiesel. Quem fuma, absorve grandes quantidades deste hidrocarboneto cíclico. A acroleína degrada rapidamente no ar, sendo que a metade desaparece em um dia ao reagir com outras substâncias da atmosfera na presença de luz solar. Além disso, a acroleína não é considerada cancerígena pela IARC.
De acordo com a patente US 6,545,177 (2000, Nippon Shokubai) a oxidação da acroleína se dá em fase gasosa na presença de um catalisador de óxido metálico. E o catalisador mantém a atividade após 8000 h de operação. Ou seja, traduzindo para o leigo, para que os bostas contrários aos óleos vegetais naturais entendam: Instalando oxi-catalizadores nos tubos de descarga dos motores, a acroleína "queima" quase que completamente.
Saliento que aqui no Brasil, terra de máfias mentirosas porcas, nenhum motor Diesel tem oxi-catalizadores, enquanto a lei nacional os exige para todos os motores a álcool.
Isso porque, no porco Diesel daqui, tem enxofre, o que acaba danificando os oxi-catalizadores. Ou seja, se estes energúmenos substituíssem o enxofre por óleo vegetal no Diesel fóssil, poderiam exigir motores muito menos poluentes. Já. Imediatamente.
Mas não, preferem continuar fodendo o povo. Agora pensam em fazer o caro e desnecessário biobobodiesel, que nenhum fabricante de motores e componentes igualmente aceita. Ora, se os fabricantes têm de se adaptar ao caro, corrosivo e instável biobobodiesel, por que não se adaptam logo aos baratos, neutros e estáveis óleos vegetais? Chega de putaria. Chega de enrabar o povo.


Meu caro Rolf

A máfia fóssil denigre criminosamente e intencionalmente a imagem das hidroelétricas e das bioenergias, apenas para gerar lucros mesquinhos e imediatos a seus assassinos e larápios acionistas, mesmo sabendo que o pico do porcotróleo ocorre agora em 2006, ou seja, a curva de produção fóssil líquida alcançou seu máximo, e daqui pra frente, a produção não consegue acompanhar a necessidade de consumo, muitos poços estão exauridos, produzindo cada vez menos, enquanto os não descobertos, são cada vez menores e mais difíceis de serem bombados.


Meu caro Telmo

Tendo o álcool uma octanagem maior do que a gasolina, a badalada tecnologia "flex" não passa de uma acochambração, aliás assim como a conversão para GN ou os "triflex" visto que o metano (GN) suporta uma taxa de compressão ainda maior que o álcool, e portanto motores dedicados (exclusivos) poderiam ter rendimentos melhores.
Então, por pura putaria política, até hoje é proibido ao pequeno produtor comercializar etanol, e toda a frota nacional é mais beberrona, em pleno agonizante terceiro milênio.


Mein Lieber Nikolaus

Traduzi teu texto com meu parco inglês, pois tuas pesquisas bioenergéticas são sempre extraordinárias, e faço questão de que mais gente tenha acesso a tuas informações:
"Prezado Fendel!
A maneira mais eficiente de produzir carvão vegetal é um processo de carvoejamento pressurizado, onde o material molhado ou seco é aquecido artificialmente até 300 graus centígrados, num tanque fechado pressurizado, e então vc adiciona ar com um pequeno compressor por um lado e retira o gás do outro lado do tanque, mantendo a pressão interna em 10 kgf/cm2. Com material fino o carvoejamento leva 30 minutos e com lenha de diâmetro maior (15 cm) leva até 80 minutos para carbonizar completamente o material orgânico. Vc mantém a temperatura na faixa dos 400 graus e então a maior parte do alcatrão é condensada internamente ao próprio carvão, e uma quantidade muito pequena de alcatrão sai do tanque pressurizado. O gás de saída é misturado a carvão moído, que previamente é embebido em amônia e o CO2 e CO são capturados formando uréia no interior dos poros do carvão. O gás remanescente contém principalmente metano (CH4) e hidrogênio (H2) que pode ser utilizado num motor para geração de energia elétrica. O calor do gás de saída pode ser utilizado para gerar vapor. (Um processo desenvolvido por uma universidade Americana)
A carbonização pressurizada foi desenvolvida nos longínquos anos vinte, e o professor Antal, da Universidade do Havaí, tentou patentear este simples conhecimento da arte muitas vezes nos últimos 5 anos. A eficiência passa dos 50%. Estou construindo uma unidade de 3 m3 para iniciar com as experiências de carvoejamento em setembro deste ano.
Quero fazer algumas tentativas sérias com a nova "terra preta" para melhorar a qualidade dos solos em nossa fazenda na Bolívia. Se o projeto alcançar os resultados almejados, esperamos obter créditos de CO2 por retirarmos imensa quantidade de CO2 da atmosfera, e enterrá-la para os próximos 10.000 anos, aumentando a fertilidade do solo e sua produtividade.
Com as melhores saudações, Nikolaus".

Para os interessados nas propriedades da "terra preta" é só vasculhar as broncas anteriores, em www.fendel.com.br onde nosso bioamigo alemão Juergen já fez inúmeras referências sobre suas qualidades.
Quanto aos créditos de CO2, meu caro Nikolaus, não se iluda com eles, pois não passam de estúpida negociata praticada por espertalhões ao sabor do vento, ou seja, além de critérios politiqueiros e subjetivos, este comércio virtual é estúpido, pois incentiva a queima dos porcos fósseis, com meras gorgetas e diplomas falsos.

Meu caro Heinz

A piadinha em que o diabo "em campanha" engana um político reflete exatamente como se sente o brasileiro.
Desde a idade da pedra, as hierarquias existem para sugar o povo. Os governantes são um bando de desocupados que, em conchavos e conluios, traçam estratégias e jogatinas para beneficiar seus próximos com o trabalho e o suor do grande resto iludido. E dê-lhes futebol e religião. Ultimamente, nem pão mais recebem.


Meu caro Paulo

Embora seja possível elevar a produção do carvão vegetal acima de 40% (como explica nosso mestre Dr. Nikolaus Foidl no texto acima traduzido) defendo aumentar o rendimento total do processo. Releia e veja que falo em aproveitar a energia dos 60% restantes (fumaça ainda desperdiçada). Em base seca, esta fumaça compõe-se basicamente de gases condensáveis e não condensáveis. Não é porque vc não conhece as propriedades desta fumaça, que contém boa parte dos 60% restantes do poder calorífico útil da biomassa, que ela deve ser jogada fora. Boa parte desta fumaça pode ser reaproveitada, no mínimo como energia. Para teu conhecimento, esta fumaça contém metano, hidrogênio, alcatrões, ácido acético e muitos outros componentes, sem falar do calor exotérmico do carvoejamento, que também pode ser aproveitado.
Aliás,é exatamente por isso, para aproveitar o calor residual, que na Dinamarca são proibidas grandes e porcas termoelétricas. Apenas são permitidas pequenos equipamentos de cogeração, com mais que o dobro de rendimento. E exatamente o mesmo raciocínio temos que aplicar aos arcaicos fornos de carvoejamento.
Não é porque sempre fomos porcos, que temos que continuar no chiqueiro. Detalhes em www.fendel.com.br sob os títulos "ENEREDE" e "Perguntas e Respostas".


Meu caro Anderson

O presidente da Bolívia é exemplo de bravo e isolado combatente contra o neocolonialismo, que na realidade é pior que o escravagismo.
Os escravos tinham o que comer e onde dormir. Boa parte do povo neoenganado não tem nem isso, e trabalha muito mais.
Mudando de saco para mala, veja só a incompetência dos órgãos ambientais e da mídia, na notícia: "A Direção Geral do Meio Ambiente denunciou que a EBX ignorou a possibilidade de utilizar gás natural, abundante na Bolívia, em vez do carvão vegetal, como agente redutor para a obtenção de "ferro esponja"."
É claro que utilizar carvão vegetal reflorestado com árvores diversas (bioenergia, mesmo que ainda arcaica) é muito melhor do que utilizar o porco gás natural fóssil.
Neste caso o Evo Morales está sendo míope, está indo no blablablá da onda, esquece que em poucos anos se esgotam seus fósseis, além de emporcalhar a atmosfera, pois a maior parte do carbono do metano será liberado à atmosfera, e não será fixado ao ferro gusa.
Este é um ótimo exemplo para demonstrar a que nível temos que repensar a economia, a ecologia e a bioenergia. Ou seja, toda a civilização...


Meu caro Hernani

Imagina a coragem de Collor para chamar a indústria nacional de "fábricas de carroças", o que na realidade continuam sendo até hoje. Carroças sujas e gastonas.
A estúpida moda são enormes e pesadas carroçanetes, com motores de 201 burros. (O "um" é por conta de seus proprietários).
Na Alemanha já rodam protótipos de automóvel com 2 lugares longitudinais, que fazem 100 km com apenas 1 litro de óleo vegetal.
Ah! se o Collor visse um carro desses... seria capaz de se reanimar para nova eleição.
No último seminário sobre bioenergia na Assembléia aqui do PR, mostrei tuas fotos com os ônibus a óleo de soja, tuas bombas de óleos de amendoím e dendê, bem como tua Parati a óleo de babaçú, com a qual o Collor deu uma voltinha (e então foi fulminantemente afastado da presidência).
Neste seminário estava presente o alto comando da concessionária de EE do PR - Copel, e aproveitei para lhes mostrar mais uma vez como é simples, eficiente e benéfica a ENEREDE, como é intrinsicamente seguro injetar EE nas redes através de geradores assíncronos, e como todos saem lucrando. Aliás, essa é uma ótima maneira de viabilizar biodigestores, principalmente de dejetos de animais confinados, como porcos e galinhas.
Falei e mostrei inclusive a fotografia de minha hidroelétrica de 10 kW, que injeta clandestinamente EE na rede da concessionária, a mais de 14 anos, dia e noite, sem interrupção.


Meu caro Nelson

Pelo menos o novo centro da Embrapa se chama Agroenergia, e não "biobobodiesel", isso já é um bom começo, um enorme avanço.
Pena que a sede é em Brasília... afinal nem tudo pode ser perfeito.
Tudo bem que a cada mês se crie um novo centro para a "bioenergia", isso realmente é relevante, mas está na hora de deixar os coquetéis e tapinhas nas costas de lado, e pôr a mão no triglicerídio, na graxa orgânica e nos óleos biológicos. Está na hora de bater na mesa e exigir motores a óleo vegetal qualificado, bem como adicionar diretamente óleo vegetal ao diesel fóssil, começando com 10%, e forçando a indústria a engolir bioenergia racional, assim como fez o Bautista com o álcool, que continua boicotado aqui até hoje, apesar do olho gordo de literalmente todo o mundo em cima de nosso fantástico proálcool, e ninguém cogita fazer biobobagasolina de etanol, hehehé, embora tenha alguns doutores de escrivaninha (que devem ser de Brasília) querendo fazer biobobohidrogênio do nosso sacaneado etanol...
Sem enfiar os óleos vegetais naturais na marra no rabo da indústria automobilística, não conseguiremos convencê-los, afinal estão desacostumados a serem racionais, receber e a obedecer ordens. Ainda dormem sobre os louros do passado e demoram a perceber sua agonia, seu emporcalhamento da atmosfera, seu modo insustentável de ser.


Meu caro Oscar

Quanto ao boicote do biobobodiesel por Figueiredo... que esta estória fique enterrada... assim se fez um bem involuntário.
Quanto à sacanagem e boicote ao álcool de mandioca, na mesma época, sou solidário à tua indignação, e espero que mais gente crie coragem para relatar e investigar o ocorrido, afim de que sirva de exemplo, para que a cachorrada atual crie vergonha e aprenda a ser perene e lógico.


Meu caro Pastor Fuchs

Fazer biobobodiesel de mamona, chega a ser um crime contra os enganados, como atestam as experiências e relatórios dos mega projetos pseudo familiares fracassadas até agora. A torta da mamona necessita ser tratada para neutralizar a toxina, para ser utilizada em ração animal.
O óleo de mamona (óleo de rícino), além de ter maior valor comercial, ser ótimo lubrificante, e de ser utilizado em muitas outras aplicações mais nobres, serve como uma das matérias primas para a oleoquímica, para a produção dos bioplásticos.
Portanto, mesmo com a concessão de vergonhosos e vultosos subsídios, já estamos assistindo a derrocada do desnecessário e oneroso biobobodiesel.

E para quem tem dúvidas do estúpido neocolonialismo, recomendo a leitura na revista "Caros Amigos" de março: Natalia Viana entrevista o americano John Perkins, um agente confesso de sabotagem econômica contra países pobres.

Antiabobalhantes HidroBioabraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
Divulgação autorizada e desejável.
"Wissen sollte immer kostenlos und frei verfuegbar sein" - Nikolaus Foidl - Sabedoria deveria sempre ser disponibilizada livre e grátis.

De: w.fuchs
Enviada em: segunda-feira, 1 de maio de 2006 11:22
Para: Fendel
Assunto: [Fwd: Mamona e biodíesel - tudo farsa]
Ninguém entendeu a sutileza do Requião: Lula, esse teu biodiesel não serve pra matar a fome do povo...

 

-------- Original Message --------
Subject: Mamona e biodíesel - tudo farsa
Date: Mon, 1 May 2006 10:32:13 -0300 (Hora oficial do Brasil)
From: Ecologia em Ação
Reply-To: Ecologia em Ação
A FARSA DA MAMONA E OS PSEUDOFABRICANTES DE BIODIESEL
Vittorio Medioli (*)
Segunda, 06 fevereiro 2006- O Tempo - BH - Logo após o discurso em que Lula se apresentou humildemente como o Getúlio Vargas do biodiesel e anunciou que a Petrobras contratou a compra de 65,3 milhões de litros desse combustível, ofereceu um frasco de sementes de mamonas ao governador do Paraná, Roberto Requião que, de pronto, passou a mastigá-las como se fosse amendoim salgado.
Risadas de Lula e um aviso, "É tóxica".
Requião, governador de um Estado que "vive" de agricultura, não sabia até ontem o básico, o bê-a-bá que um trabalhador rural aprende antes mesmo de dar o primeiro golpe de enxada.
Do óleo de mamona se extrai a ricina, um portentoso veneno, mais mortífero que o da jararaca. Em pequenas quantidades, como se encontra no óleo de mamona, provoca um poderoso efeito laxante. Todavia, hoje foi banido da farmacopéia por sua elevada periculosidade.
As risadas de Lula-Getúlio e a fome de Requião (em ano eleitoral) não são bons sinais para o programa do diesel vegetal. Um programa que pode substituir o petróleo, gerar alternativas renováveis, renda e emprego.
A própria toxicidade da mamona que será plantada, segundo Lula, em grande quantidade no Nordeste trará problemas ambientais desde o plantio até a industrialização. Mamona deverá doer não só no estômago e nos pulmões dos desavisados, ela afetará já na primeira fase os bolsos dos agricultores.
É um óleo, próprio para uso lubrificante, comercializado a US$ 1.000 a tonelada, valor que lhe garante competitividade com o barril de petróleo acima de US$ 150. Absurdo, ainda, suar para produzir um óleo de US$ 1.000 a tonelada para transformá-lo em diesel que vale internacionalmente US$ 480.
Alguém usaria uísque de 18 anos para produzir outro de 8 anos?
A relação custo/benefício e as características químicas da mamona não atendem ao programa de biodiesel, como não atendem por outras razões sementes oleaginosas como a soja, o nabo forrageiro, o girassol e o amendoim.
Nos ambientes (sérios) de estudo e pesquisa já se conhecem essas limitações. É uma pena, todavia, que apareçam nas telas de televisão malabaristas para badalar o assunto.
Por que razão os maiores esmagadores mundiais de soja (quem mais entende do assunto) não aderiram ao programa exaltado por Lula?
Tem algo errado. Ou tem algo eleitoreiro demais.
Ainda sobre a mamona: vale lembrar que a produtividade média por hectare no Brasil é de uma tonelada, seu preço é R$ 500 e requer plantio e colheita manual a cada ano. Um hectare fornece, portanto, cerca de 440 litros (40% do peso da semente) de biodiesel por cada hectare plantado, uma quantidade ínfima para um plano de larga abrangência e geração de renda.
Basta pensar que um hectare de cana, que se replanta uma vez a cada quatro colheitas, produz em média no Brasil 7.000 litros de combustível.
Mais problemas: a combustão do biodiesel de mamona, pelo excesso de resíduos, empastela o motor.
Com o mundo movido a dinheiro precisa enfrentar outro obstáculo: não existe margem econômica para quem planta apenas mamona, para quem extrai seu óleo visando ao combustível e para quem o comercializa como biodiesel. Outra impossibilidade crônica é o fato de que a União e os Estados deveriam retirar todos os tributos que mordem na venda de combustível e fornecer subsídios desbragados a todos os participantes da cadeia.
Preste-se atenção, também, ao rol das empresas que assinaram contrato com a Petrobras: a maioria delas não tem condição de produzir nem poucos litros por dia, suas plantas industriais são tecnicamente inviáveis e rudimentares.
Quem é técnico do setor alerta que em menos de dois anos esses pseudofabricantes fecharão as portas, algumas sem ter produzido uma tonelada.
Na Internet sobram alertas, explicações científicas, cálculos econômicos sobre a inviabilidade do programa lançado pelo Planalto.
Alguns, professores e cientistas, o ridicularizam sem meios termos.
Ainda é preciso lembrar que a Petrobras, coordenadora oficial do programa, ganha (e muito) com extração de petróleo. Sabemos que na estatal são todos santos, mas não existe dentro dela qualquer estímulo para desenvolver uma tecnologia que concorra com seu monopólio. Ou alguém gostaria de atirar no próprio pé?
O programa é viciado de ingerências, de exaltações eleitoreiras, de demagogia, de lógica marqueteira. Pretende- se com ele fazer sonhar o "pobre" nordestino, como já se tenta com a transposição do São Francisco que nunca dará certo, pois se trata de "loucuras" sem lastro.
O biodiesel chegará sim a resultados, por outros caminhos, com outras técnicas que não as propaladas. Até lá os improvisos, as precipitações, as sabotagens, os interesses oblíquos e eleitorais provocarão perdas de tempo precioso e de capitais. Um enxame de escroques já ronda o negócio, alguns cobrando royalties e preços obscenos para vender água com açúcar como elixir de longa vida!
Os tropeços do programa, em suas fases iniciais, deixarão a via livre aos combustíveis fósseis, a cada dia, mais caros e lucrativos.
E se Requião não sabe o que come, Lula não sabe o que diz, ou diz apenas o que é bom para aumentar seu cacife eleitoral.
(*) VITTORIO MEDIOLI é colunista do jornal O Tempo de Belo Horizonte


From: Oscar Baldoni
To: Telmo Heinen
Cc: Thomas Renatus Fendel ; Gert Roland Fischer ; iturra ; Adriano Benayon ; Hernani De Sá Filho ; Maikel Zanini ; Allison Zanini ; Elvio Zanini
Sent: Friday, April 28, 2006 8:09 AM
Subject: Enviando email: primeiras-pesquisas-decada-de-80-25-04-06
Esta noticia:
http://www.biodieselbr.com/index.php?option=com_content&task=view&id=1706&Itemid=0
de Figueiredo PROIBINDO O BIODIESEL em 1984 ?, ao mesmo tempo que permitiram a sabotagem descarada da produção de álcool de mandioca, foi demais para mim. Enio Pipino formava parte das comitivas do presidente para o exterior. Ele foi recebido em confiança pelo povo de Sinop e até se emocionou pelo carinho da população. Em Paris, um dia pegou Enio Pipino e fez questão de explicar a Valery Giscard D' Estaing que era um empresário pioneiro do álcool de mandioca, etc., sabendo que a França tinha feito algumas pesquisas ao respeito e até desarrolhado uma plantadeira automática, etc. Isto já é um caso de polícia. Eu já falei que as petroleiras mobilizaram até a maçonaria e não acreditaram. Agora fico sabendo que, na mesma cidade de Maringá, PROIBE FAZER BIODIESEL, alegando questão de segurança nacional ???
Sendo verdade o afirmado pelo Sr. Richard Fontana (quem duvida é louco), temos que ir fundo e investigar mais. Porque ainda estamos rodeados de cúmplices da época, que podem fazer de novo as mesmas cagadas.
Eu estou agitando isto agora, porque em caso contrário não sou fiel ao Pais que me acolheu, onde passei a maior parte dos anos.
Já é dificil trabalhar e pesquisar. Mas, com gente ao teu lado que diz ajudar e está te enfiando uma faca nas costas, é impossível.
Essa ... "Proibição", deve estar registrada. Tem que ter um fundamento, um escrito, alguma coisa. Isto não pode ficar assim.


De: Nelson IAPAR
Enviada em: sexta-feira, 28 de abril de 2006 12:11
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: Fw: Embrapa Agroenergia
Ministro anuncia criação da Embrapa Agroenergia
(Gestão C&T on-line n. 483, 27 de abril a 3 de maio de 2006)
O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Roberto Rodrigues, anunciou que o governo investirá R$ 10 milhões na criação de um centro tecnológico voltado à pesquisa e desenvolvimento em agroenergia, a Embrapa Agroenergia. O anúncio ocorreu na noite de ontem (26), durante a comemoração dos 33 anos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em Brasília.
Segundo informações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), R$ 5 milhões serão liberados ainda este ano e a outra metade em 2007. A iniciativa integra o Plano Nacional de Agroenergia para o período de 2006 a 2011. A sede será em Brasília, mas o centro tecnológico terá ramificações estaduais e desenvolverá pesquisas com cana-de-açúcar, mandioca, oleagionosas adicionáveis em biodiesel e outras fontes de energia alternativa.
Ainda de acordo com o Mapa, o governo federal lançou, na semana passada, a proposta de criação de uma instituição, envolvendo os setores público e privado, para incentivar o desenvolvimento da pesquisa em agroenergia. “Esse consórcio vai estimular financeiramente e, com planos definidos, os trabalhos do centro de alta tecnologia em agroenergia”, disse Rodrigues. A parceria público-privada para criação da instituição de fomento à agroenergia deverá envolver a Embrapa, Itaipu Binacional, Banco do Brasil e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Durante a solenidade, Rodrigues também lançou o Programa de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (Prolapec), que permitirá a transferência de tecnologia para incentivar o agronegócio e a sustentabilidade dos ecossistemas brasileiros. O presidente da Embrapa, Sílvio Crestana, anunciou ainda a criação da Embrapa África, com sede em Gana.
O ministro da C&T, Sergio Rezende, que participou da cerimônia, visitou o estande da ABIPTI montado especialmente para a quinta edição da exposição “Ciência para a Vida”, que acontece na sede da Embrapa, em Brasília, até o dia 30 de abril.
Segundo Maria Elisabete Ferreira, gerente da Unidade de Gestão Ambiental da ABIPTI e uma das responsáveis pelo estande, durante a visita, o ministro reiterou a sua participação no Congresso ABIPTI 2006, que ocorrerá de 3 a 5 de maio, em Campinas.
Mais informações sobre a Embrapa, no site www.embrapa.br.
Embrapa quer atrair capital para ampliar investimentos (Valor Econômico)
http://revistagloborural.globo.com/GloboRural/0,6993,EEC1185025-1935,00.html

De: Hernani S
Enviada em: quinta-feira, 27 de abril de 2006 21:07
Para: biocom@grupos.com.br
Cc: Biocom
Assunto: Risadas e Collor-OVN: CORRUPTOS?->Re: [BioCom] Res: Re: (JMA e RMA): Biomassa para quem
Companheiro Guerreiro Fendel.
Perdoai-os, pois não sabem o que fazem.
Fique certo que a verdade demora mais não falha e....
Você verá que quem ri por último ri bem melhor!
Eles vão saber (agora, um pouco tarde!) que o biodiesel - presente de FHC para LULA satisfaz apenas aos poderosos (como sempre), em detrimento da nação.
Collor foi corajoso, Lula cauteloso.
Liguem o som e Vejam entrevista dos dois em www.mucao.net ou www.mucao.com.br
ou http://www.mucao.net/entrevista/entrevista_fernando_collor_mello.mp3
Abraços,
Hernani Sá

----- Original Message -----
From: Fendel
To: Hernani Lopes de Sà Filho
Sent: Thursday, April 27, 2006 3:08 PM
Subject: Res: Corruptos
Re: [BioCom] Res: Re: (JMA e RMA): Biomassa para quem
Olá meu caro Hernani
Ontem em minha apresentação na assembléia do PR, mostrei 4 fotos tuas... a de teu carro a óleo vegetal, Collor em teu carro, os ônibus e as bombas de óleo de amendoím e dendê...
Quando eu disse que Collor caiu por causa dos óleos vegetais... deram risada...
Bioabraços
Fendel

-----Mensagem original-----
De: Hernani Lopes de Sà Filho
Enviada em: terça-feira, 25 de abril de 2006 18:23
Para: Thomas Fendel; Fendel tecnologia
Assunto: CORRUPTOS?->Re: [BioCom] Res: Re: (JMA e RMA): Biomassa para quem

----- Original Message -----
From: Hernani Sá
To: biocom@grupos.com.br
Caro Gert Roland Fischer Eng. Agronomo. E demais caros,
Peço-lhe que antes de atacar os funcionários públicos, faça alguma ressalva.
Realmente tem funcionários bandidos(DE TODOS OS PODERES), colocados em seus postos, por conveniência política.
Gostaria de lhe dizer que sou funcionário público (inativo desde o ano passado) ingresso por concurso público com um salário miserável (no entorno de R$ 1000,00 até 2004, agora com R$4000,00), apesar da minha formação de engenheiro (veja www.biocombustíveis.com.br )- poderia estar ganhando mais de R$ 50.000,00.
Gastei 30 anos da minha vida defendendo um projeto que está despontando como solução MUNDIAL, para uma gravíssima crise energética por vir dentro em breve e poderá levar o Brasil ao patamar de potência energética.
Acredito que como outros companheiros (a grande maioria) pagamos para trabalhar, continuamos funcionário público por ser um meio de defender nossos ideais; pois possuímos estabilidade.
NÃO RECEBEMOS FUNDO DE GARANTIA, compensado pela estabilidade e aposentadoria integral (uma merda!).
Quanto aos impostos, não vão para os funcionários públicos mas sim para os POLÍTICOS CORRUPTOS, de todos os poderes e outros poderosos, que não tem vergonha de roubar e trair seu país.
Se lembre que os FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS defendem seu presente e futuro; seu, de seus filhos, dos seus netos e demais entes queridos (O POVO BRASILEIRO!).
O resto da sua matéria...perfeito!
UM GRANDE ABRAÇO.
Hernani Sá

De: Anderson Porto
Enviada em: quarta-feira, 26 de abril de 2006 14:34
Para: sosverde@yahoogrupos.com.br
Cc: FENDEL tecnologia
Assunto: Bolívia impede construção de siderúrgica brasileira.
Enquanto isso, lá na Bolívia, o presidente tem peito para enfrentar a "poderosa" Petrobrás.
Lá eles pensam em defender as florestas, aqui... Bem... Nem precisa falar, né?
Quando será que nossos políticos deixarão de ser covardes e incompetentes ??? Presidente Lula, quando é que o Brasil vai começar a enfrentar as mega gigantes empresas poluidoras e destruidoras ??? [ACP]

Bolívia impede construção de siderúrgica brasileira.
Segundo o país, a filial EBX-Bolívia já tinha começado a construção de dois de quatro altos fornos, violando leis por não possuir licença ambiental.
EFE
LA PAZ - O governo da Bolívia declarou inviável a construção de uma usina siderúrgica da brasileira EBX, que transforma ferro em ferro fundido com carvão vegetal como redutor, porque afetaria os recursos florestais, informou, nesta terça-feira, a agência estatal ABI.
Segundo o governo, a filial EBX-Bolívia já tinha começado há nove meses a construção de dois de quatro altos fornos, previstos na província Germán Busch, fronteira com o Brasil, violando leis por não possuir licença ambiental.
Além disso, a Direção Geral do Meio Ambiente denunciou que a EBX ignorou a possibilidade de utilizar gás natural, abundante na Bolívia, em vez do carvão vegetal, como agente redutor para a obtenção de "ferro esponja".
Segundo a ABI, a grande demanda de carvão vegetal da siderúrgica, cerca de 450 mil toneladas por ano, causaria uma forte pressão sobre as áreas de florestas da região.
O governo, presidido pelo socialista Evo Morales, quer dar prioridade ao uso de gás natural para a redução do ferro, e deseja promover a industrialização desse recurso natural em vez de exportá-lo, para, assim, obter mais lucro.
Fonte: http://www.estadao.com.br/ultimas/economia/noticias/2006/abr/11/195.htm


De: Paulo Cesar da Costa Pinheiro/Engenharia Mecanica/ENG
Enviada em: quarta-feira, 26 de abril de 2006 12:27
Para: Bioenergia
Assunto: [Bioenergia-l] Carbonização
Prezados Colegas,
O processo de carbonização é um processo exotérmico. O rendimento alcançado nos fornos de alvenaria é de até 40%. Os 60% restantes liberado no processo de carbonização se reintroduzidos no processo de carbonização (visando a secagem, pirólise etc), NÃO vão aumentar o rendimento do processo de carbonização, pois nele já existe energia de sobra.
Esta fração de energia liberada (energia de baixa temperatura) só pode ser aproveitada em um OUTRO processo: secagem de lenha para OUTRO fim, geração de água quente etc
O alcatrão também pode ser parcialmente recuperado e tem grande valor energético, químico e agrícola.
Atenciosamente,
Paulo Cesar C. Pinheiro
LC2 - Laboratório de Combustão e Carbonização UFMG
Dept. Engenharia Mecanica da UFMG

De: Gustavo Heinz Schmidt Wiggers
Enviada em: quarta-feira, 26 de abril de 2006 02:07
Assunto: A morte do senador - Reflexão para os brasileiros
Florianópolis/SC, 26 de abril de 2006.
Senhores destinatários, entre os quais Senadores, Deputados Federais, Estaduais e Vereadores, envio-lhes "historinha" para refletirmos.
Em que pese torcer para que essa ojeriza que acontece em Brasília seja exceção, o que não parece, ao menos pela mídia, não posso deixar de concordar com o texto abaixo, só vemos "benesses" em anos eleitorais.
Por que as obras não são distribuídas cotidianamente e se deixa boa parte para começar em ano eleitoral (último ano de mandato)?
Por que só em ano eleitoral se faz todos concursos ou grande parte deles?
Por que só se investe em asfalto se sabemos que a cada 1 real investido em saneamento ecomiza-se futuramente 4 reais na área de saúde?
Por que Governador de Estado ao terminar o mandato (de 4 anos) passa a receber como Desembargador para o resto de sua vida? Vide art. 195 da Constituição do Estado de SC. www.alesc.sc.gov.br
Detalhe: Isso não é contra determinado Governador e sim contra essa vergonha disposta na Constituição de SC, que dá essa "benesse" e não previu, por exemplo, Defensoria Pública e sim a vergonha da Defensoria Dativa (art. 104 da Carta Estadual e LC Estadual 155/97), que vai contra a CRFB/88, art. 134 e LC Federal 80/94.
Chega dessa vergonha!!!
Será que teremos que anular mais de 50% de nossos votos para mostrar a que tamanho está o nosso INCONFORMISMO com os políticos profissionais do Brasil?
Será que o Brasil, Santa Catarina e Florianópolis me merecem como cidadão? Estou cada vez mais pensando que não.
Será que pessoas como Thomas Fendel (www.fendel.com.br), cientista brasileiro, revolucionário na área de energia limpa, bioenergia, nunca terá um apoio de banco de fomento como BNDES para popularizar suas invenções a todo povo brasileiro? Até quando Fendel terá de legalizar carro no Paraguai, porque, SALVO MELHOR JUÍZO, e eu li e confirmo que no Brasil mesmo com resolução ou da ANP ou norma do CONTRAN poderia se rodar com carro a óleo vegetal, mas Fendel foi impedido, SALVO MELHOR JUÍZO, pelo DETRAN-PR!!! Senhores Senadores, Deputados Federais e Estaduais do PR fiquem de olho e depois não chorem se Fendel for morar na Alemanha por só lá receber o DEVIDO E NECESSÁRIO apoio do Governo!!!
Quantos serás que terei de escrever para que este país seja, quiçá daqui a 100 anos, uma Suécia, Dinamarca ou Finlândia em transparência, seriedade e honestidade?
Com a certeza de que receberei uma resposta dos políticos profissionais que são destinatários desta, principalmente em ano eleitoral, despeço-me.
Gustavo H. S. Wiggers
OAB/SC - 15.722

De: nikolaus foidl
Enviada em: terça-feira, 25 de abril de 2006 23:35
Para: Fendel
Assunto: Re: jornal BIOCOM 4
Dear Fendel!
The most efficient way to produce charcoal is a pressure charring process where the wet or dry material is artificially heated up to 300 degrees Celsius in a closed pressure tank and then you add with a small compressor air at one side and take out gas on the other end maintaining the 10 bar
pressure inside the tank. With fine material it takes 30 minutes with bigger diameter wood ( 15 cm diameter) it takes up to 80 minutes to completely char the organic material. You keep the temperature range in about 400 degrees then most of the tar is condensing inside the charcoal
and very low amount of tar leaves the pressure tank. The out coming gas is mixed with fine milled charcoal which previously is soaked in ammonia and the CO2 and CO are captured forming urea inside the pores of the charcoal.
The remaining gas contains mainly CH4 and H2 an can be used in a motor for electricity production. The heat of the leaving gas can be used for steam production. (a process developed by a American university) The pressure carbonization was developed way back in the twenties but Prof.Antal from the University of Hawaii managed to patent this simple prior known art several times in the last 5 years. Efficiency is up over 50%. I am constructing a 3 m3 unit to start carbonization in September this year. I want to do some serious trials with the new terra preta to improve soil quality in our farm in Bolivia. If the project brings the expected results we hope to get CO2 credits for taking out this huge quantity of CO2 out of the atmosphere and burry it for the next 10.000 years and improve soil
fertility and productivity.
with best regards Nikolaus

De: Telmo
Enviada em: terça-feira, 25 de abril de 2006 19:06
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: [BioCom] Motor "Flex" - a constatação (tardia....!)
25/04/06-Bicombustíveis: apesar de bem aceita, tecnologia dos flex fuel precisa melhorar
Veículo: UOL Economia
As montadoras de veículos comemoram todos os meses os resultados obtidos com a venda de veículos bicombustíveis, conhecidos como flex fuel. Não é para menos. Só no mês de março, 76,6% dos carros vendidos no Brasil podiam ser abastecidos com álcool ou com gasolina.
Com a tecnologia brasileira já consolidada, depois de três anos de lançada, a questão agora é sobre o desempenho dos motores flex assunto discutido no Simpósio de Tecnologias Automotvas da SAE Brasil, realizado nesta segunda-feira (24), em São Paulo.
Apesar da forte aceitação por parte da população, alguns críticos acusaram a Indústria de não oferecer outra opção aos usuários. A Volkswagen, por exemplo, prometeu aposentar o Santana, seu único carro a álcool, já no próximo mês.
Desempenho
Outra acusação é quanto ao suposto avanço tecnológico oferecido pelos modelos. O tão propagado bom desempenho dos carros com mais de uma opção de abastecimento não seria verdade.
Esses motores, apesar de aceitar o álcool, teriam sido fabricados para o abastecimento preferencial da gasolina, quando o contrário seria o mais recomendado para um País que inventou o álcool combustível. Essa alternativa da indústria dificultaria o reconhecimento do álcool por esses motores, o que comprometeria a performance do carro.
Brasil no exterior
Para o diretor de Engenharia da Delphi (empresa que investe em soluções para veículos), se esta foi a estratégia escolhida pelo Brasil como principal alternativa ao petróleo, o País precisa agora investir em aperfeiçoamento para que a tecnologia possa chegar a outros países.
Já para o gerente executivo de Desenvolvimento de Motores e Transmissores da Volkswagen, João Alvarez Filho, não basta investir no aperfeiçoamento do motor, mas também na melhoria do combustível.
Ele diz que o motor precisa queimar os combustíveis, mas, antes, é obrigado a queimar produtos alheios à composição do álcool ou da gasolina, como água do mar, por exemplo.
Apesar dessas controvérsias, a tecnologia brasileira já chegou à Europa. Em alguns países, os primeiros modelos já são triflex. Além do álcool e da gasolina, outra opção oferecida pelos europeus é o abastecimento com Gás Natural Veicular (GNV).


De: Rolf Gieseler 2006
Enviada em: terça-feira, 25 de abril de 2006 15:02
Para: Lista da ACEF - Associação Catarinense de Engenhei
Cc: Debates na área florestal em língua portuguesa
Assunto: [Floresta-l] ISTO TEM QUE SER DIVULGADO ESCANCARADAMENTE.
SILVICULTURE-SE.
Um comparativo de custos de geração de energia (Gcal) a partir de diferentes fontes, mencionado em "Anuário Brasileiro de Agroenergia", mostra que se a base for carvão mineral, são necessários R$ 189; óleo combustível são gastos R$ 82; gás natural R$ 71, e eucalipto R$ 36. Fonte: Anuário Brasileiro de Agroenergia, 2006.
SBS - Sociedade Brasileira de Silvicultura

De: Oscar Baldoni
Enviada em: quarta-feira, 26 de abril de 2006 08:26
Para: Thomas Renatus Fendel
Cc: Telmo Heinen; Gert Roland Fischer;
Assunto: Fw: Idéia adicional
Prezado Eng° Fendel = Eu bato nesta tecla por diversos motivos :
1°) Porque sou um velho cabeça dura. Isso não posso negar.
2°) Até que tenhamos elementos para o produtor que está longe poder se defender, corre o risco de estragar os motores.
Conheço os caras e o senhor também. São bastante limitados. Dos dois sistemas = Lidar com o venenoso (e caro) metanol e outras porcarias ou empregar esta alternativa mais em conta e que não possam errar nem se machucar, prefiro esta.
3°) Lembram do trator CBT ? Eu esteve na fábrica. Enorme. Maravilhosa. Alguém sabe porque fechou ? Eu sei que sou um delirante, mas ... e se ela abrir de novo fazendo MOTORES ELKO e o CAVALO MECANICO ? ... Assim aproveitamos na íntegra todos os óleos, inclusive baixamos os preços a limites nem imaginados.
EXEMPLO = Números grosseiros : Suponhamos o preço de venda do óleo ou que tenha que ser comprado de terceiros a R$ 1,60, mas, tendo esses elementos QUE JA DEVERIAM ESTAR DISPONIVEIS HÁ QUASE 20 ANOS, podemos colocar num tanque aquecido partes iguais de gordura animal R$ 0,40 o litro e os óleos vegetais. Total, uma média de R$ 1,00 o LITRO. Hoje em Sinop está o óleo diesel entre 2,25 e 2,38 o litro. A diferença é tão grande que amortiza rápidamente a troca de motores.
EM RESUMO : Estamos dando voltas sobre o mesmo tema, quando já deveriamos ter TODOS OS MOTORES DE TODOS OS VEICULOS, COM O SISTEMA DIESEL - ELKO.
Temos que entender que isso significava furar o balão das multis do petróleo, incluida nossa paquidémica Petrobrás.
O FATO DE NÃO LANÇAR ESSE MOTOR ATE AGORA, PROVA O CONLUIO ENTRE OS FABRICANTES DE VEICULOS E AS MULTIS DO PETROLEO.
NÃO VOU ESCONDER MINHA FRUSTRAÇÃO E RAIVA, SE APARECEM OS CHINESES COM A NOVIDADE ...
Afinal não é muito dificil fazer o motor. Tem que partir de um canhão por cilindro, sem a tampa como estamos acostumados. Se concentrar em fazer um pistão adequado, que suporte o esforço, temperatura e pressão. Os elementos são um pouco mais caros mas, em função da durabilidade (400.000 KM.) compensa. Temos uma bomba injetora por cilindro e um bom sistema de refrigeração de óleo e mais nada.
EU PERGUNTO = NÃO TEM CAPITAIS NO BRASIL PARA ENCARAR ESTA ATIVIDADE ?
Não vou comentar o que estão fazendo este e os outros governos, porque não adianta mais.
Abraços de Oscar.


----- Original Message -----
From: Adriano Benayon
To: Oscar Baldoni
Sent: Tuesday, April 25, 2006 11:38 PM
Subject: Re: Idéia adicional
Prezado Sr. Oscar Baldoni,
Em aditamento ao e-mail de hoje, agradeço também esta comunicação adicional. Guardei-a em minha pasta referente à biomassa, e ela certamente é de grande valor.
Não sei se está informado de que eu elaborei um projeto para a substituição completa dos derivados de petróleo pelos da biomassa, o que pode ser feito em 10 anos, a um custo bastante moderado e com benefícios estupendos para o País. Creio que fiz uma breve referência a isso no artigo sobre a biomassa.
O projeto foi apresentado pelo Dr. Enéas e peloDr. Elimar do PRONA. Lógico que esse projeto tem chances mínimas de prosperar numa Câmara dos Deputados grandemente corrompida e corrupta, além de subordinada ao Executivo, subserviente aos interesses da indústria mundial do petróleo, como aos bancos mundiais.
Mas o principal objetivo de sua elaboração e apresentação é mostrar que o caminho é perfeitamente viável e deve fazer parte do programa de governo de qualquer partido político que trabalhe em favor do Brasil.
Cordialmente,
Adriano Benayon


----- Original Message -----
From: Oscar Baldoni
To: Adriano Benayon
Sent: Sunday, April 23, 2006 5:24 PM
Subject: Idéia adicional
Doutor ADRIANO BENAYON
Prezado Doutor : Esqueci de lhe comentar que em nosso forno pode ser colhido o ácido pirolenhoso, condensando os gases de saída entre 86 e 130° C.
Fora isso, acho que a temperatura interna (ajudado porque está embaixo do nível da terra) atinge o valor de 350 a 400° C na fase perto da carbonização total. Esse calor poderá ser aproveitado para destilar óleos em forma descentralizada, justamente começando nos lugares onde chegam mais caros e temos mais biomassa desperdiçada.
Isso, somado ao fato do simples manuseio, durabilidade indeterminada com só limpeza, faz do forno um aliado na luta contra a dependência do petróleo.
Falta estudar a geração de gases aproveitáveis, com as variantes de injeção de vapor de água, etc.
Naturalmente a idéia aponta a gerar empregos em volumes não imaginados, fazendo uma verdadeira revolução, empregando mão de obra para obter energia.
Muito obrigado Oscar Armando Baldoni

-----Mensagem original-----
De: Oscar Baldoni
Enviada em: quarta-feira, 26 de abril de 2006 07:31
Para: Telmo Heinen
Cc: Gert Roland Fischer; Thomas Renatus Fendel;
Assunto: Fw: Biomassa para Quem ?


----- Original Message -----
From: Adriano Benayon
To: Oscar Baldoni
Sent: Tuesday, April 25, 2006 11:06 PM
Subject: Re: Biomassa para Quem ?
Prezado Sr. Oscar Baldoni,
Fiquei muito honrado com a sua mensagem, por ver que meus artigos foram bem apreciados por pessoa com sua vivência da realidade rural e com experiência em soluções energéticas inovativas.
Por suas palavras percebi que o Sr. compreendeu que o nosso País é hoje uma terra ocupada, que a nossa sociedade não conta com governo próprio (aquilo a que dão esse nome age em função de poderosos interesses estrangeiros - o atual governo como os precedentes).
Que podemos fazer? Meu esforço de há muitos anos é entender a história disso em detalhes e no seu conjunto. Por isso pesquiso e escrevo há muito tempo. Se esse entendimento avançar nas mentes de alguns brasileiros que seja, de qualidade, algum fruto terá resultado de nosso trabalho, sempre com a esperança de que algum dia consigamos a massa crítica para reverter a intolerável e cada vez mais grave situação que se vive.
Ainda que materialmente eu não tenha grandes preocupações, não posso ficar indiferente ao destino do País, que é também o de nossos descendentes e o de tanta gente boa que aqui conhecemos. Infelizmente muitos de nossos jovens, inclusive os mais próximos de nós, pensam em deixar o País.
Acabei escrevendo quase um novo artigo nesta resposta, a que me permito acrescentar o texto de uma que enviei hoje a outro correspondente e que tem relação com o nosso tema:
"Pois é. O que aconteceu no Brasil foi que nos anos 50 já se havia formado no Brasil, e principalmente em São Paulo, uma base produtiva bastante extensa, composta por grande número de pequenas e médias empresas e mesmo algumas grandes, todas de capital nacional.
Isso ocorreu no país que tem, de longe, a mais rica dotação de recursos naturais em todo o Planeta. Tudo isso já era visível, pelo menos em potencial, desde os anos 30 e 40 (senão antes disso). Tornou-se, pois, uma questão estratégica para as potências imperiais evitar que prosseguisse no Brasil um processo de real desenvolvimento econômico e social, mesmo porque o governo, desde a revolução de 1930 e até 1945, e novamente de 1950 a 1954, apoiava esse processo (Era Vargas).
Mais tarde (anos 70) o sr. Kissinger, agente do império, confessou, em declaração, que não seria tolerável a criação de um novo Japão no Hemisfério Sul. A alusão ao Japão não passa de uma metáfora para designar uma grande potência industrial, o que, se viesse a acontecer no Brasil, representaria um poder incomparavelmente maior que o do Japão, dadas as quase ilimitadas possibilidades de crescimento que o território e os recursos natuarais do Brasil ensejam.
Os planejadores do império intensificaram sua penetração no País, em parte pela força, pois forçaram sob ameaça de invasão, a concessão das bases militares no Norte e Nordeste durante a 2ª Guerra Mundial e aproveitaram-se da amizade forçada, de resto sob um presidente norte-americano razoavelmente simpático e favorável ao progresso (F.D. Roosevelt). Daí, investiram para praticamente monopolizar o mercado de cinema no Brasil e para ocupar o máximo de espaços culturais, em todos os terrenos, inclusive o da música, que desvirtuaram.
Ao mesmo tempo, para promover o consumismo de que se prevalecem indústrias de países mais avançados e empresas comerciais dotadas de grandes verbas de publicidade para moldar os gostos e as preferências.
Ou seja: o império investiu pesadamente para formar o máximo possível de alienados e robôs. Até na reforma da educação (lei de diretrizes e bases, que impingiram, com a ajuda do sr. Jarbas Passarino - olha ele aí de novo) - trataram de abaixar o nível dos brasileiros. O mais grave de tudo foi o controle que assumiram das políticas econômicas, promovendo a destruição em massa das empresas de capital nacional para que o capital estrangeiro reinasse.
Isso se foi consolidando e densificando desde 1954 e se tornou um reinado absoluto, após os governos dos agentes fcollor e fhc. Este, como se sabe, foi atraído para o serviço do Império pela doação que fez a Fundação Ford ao CEBRAP, o centro de estudos dirigido por fhc. Esse é apenas um exemplo da ação do dinheiro imperial junto a lideranças e a partidos políticos (lula e o PT, também e muito).
Os valores e a ideologia no Brasil ficaram substancialmente condicionados pelos interesses das grandes corporações econômicas (bancos e outras empresas transnacionais). Nem se precisa falar do papel da mídia na ocultação das verdadeiras causas do descalabro econômico e social sofrido pelo País. Nem de seu papel de formar retardados por meio de novelas, programas de auditório e programas ditos interativos, como o big brother.
Entende-se, pois, que não é um defeito inato aos brasileiros ser usado ao bel-prazer do império. Apesar de tudo que este fez para imbecilizar-nos, ainda há muita gente em condições de se tornar livre. Deixem, pois, os derrotistas de fazer (involuntariamente ou não) o jogo do império, ao abaixar a auto-estima nacional, com esses epítetos de "palhaço", "otário" etc. em relação aos brasileiros.
Conclusão: em vez de se lamentarem ao ver tanta passividade diante do que os governichos fazem (a mando do Império, o que muitos desconhecem), os brasileiros devem começar a congregar-se, a partir do entendimento do contexto estratégico, com o objetivo de ações que levem, um dia, às transformações políticas que se fazem necessárias para reverter o lastimável processo em que o Brasil foi metido nos últimos 64 anos, se datarmos de 1942 a aliança forçada durante a 2ª Guerra Mundial, ou até mais tempo que isso.
Ainda uma observação. Nem sempre tudo foi no sentido de o Brasil perder o controle sobre seus recursos. Durante a Era Vargas muitas coisas importantes foram conseguidas para o Brasil, como a liquidação da dívida externa em 1943, a recuperação da Vale Rio Doce para o patrimônio nacional, a criação da Fábrica Nacional de Motores, depois a da Petrobrás e muitíssima coisa mais.
Nos governos de Costa e Silva, Médici e Geisel também houve investimentos públicos importantes e algumas medidas corretas de polítca, como o Código de Propriedade Industrial de 1971 (já revogado por uma Lei feita em Washington), embora esses governos não tenham revertido as políticas monetária e fiscal do de Castello Branco, inteiramente moldadas pelos interesses do império.
Não admira porque, por duas vezes, conspiraram e derrubaram o Presidente Getúlio Vargas"
Por fim, congratulo-me com seu trabalho de desenvolvimento de fornos para produzir carvão e lamento que, como as demais soluções convenientes para o País, ele tem sido descartado. Quer mais exemplos? O flexfuel faz perder 30 a 40% da octanagem do etanol. A mamona, empregada nas experiências com biodiesel da Petrobrás e outras oficiais, é uma das matérias-primas menos rentáveis para a produção de óleo em grande escala (e de resto seu alto valor recomenda usos especiais).
PS - Estou, com sua permissão, incluindo seu e-mail na lista à qual costumo enviar os textos de meus artigos, tão logo publicados.
Abraços,
Adriano Benayon


----- Original Message -----
From: Oscar Baldoni
Cc: Thomas Renatus Fendel ; Telmo Heinen ;
Sent: Sunday, April 23, 2006 5:12 PM
Subject: Biomassa para Quem ?
Dionisio Cerqueira, Santa Catarina, 23 de abril de 2006
Ilmo. Sr. Doutor ADRIANO BENAYON
Prezado Senhor :
Hoje teve a sorte de conhecer seu excelente artigo "Biomassa para Quem ?", por gentileza do Sr. Telmo Heinen que re enviou a um grupo pequeno de pessoas que pensamos e nos preocupamos com os destinos do Brasil e dos paises vizinhos (eu mesmo, nasci na Argentina há 65 anos).
Imprimi seu artigo, doutor, para ler melhor e captar todo seu significado, que encontro perfeito. Digo mais, há tempos não encontro tanta claridade de conceitos. Parabéns. Confesso agora que parei de escrever e entrei na Internet com seu nome e deparei o portal do Instituto do Sol. Li vários de seus artigo e aumentou ainda minha admiração. A claridade de conceitos, expostos com valentia e firmeza, são um facho de luz nas trevas que nos rodeiam.
Quando cumpri 40 anos, mudei para Mato Grosso, na fronteira agrícola, porque quis. Poderia ter ficado am São Paulo, onde minha família tinha indústria desde 1963 e desfrutava de comodidade. Mas, demonstrei amar o Brasil, enfrentando as dificuldades e falta de um mínimo conforto. Fiquei quase dez anos até que, exauridos economicamente, vendemos as terras pela metade do preço que pagamos, ainda dando prazo.
Em 1981 pagamos à vista o equivalente na época de 200 dólares o hectare. Meu pai, Jorge Baldoni era formado técnico agrícola (1909-2002) e dispus não empregar fogo e respeitar a lei e a natureza, fazendo ilhas de trabalho rodeadas de pelo menos 50 metros de mata sem mexer. Fomos tratados de loucos. Nós e um casal de alemães éramos os únicos a não empregar fogo.
Tínhamos dois veículos tocados à carvão (um caminhão e uma camionete) além de um conjunto gerador novo mandado fazer na fábrica Geniogaz do saudoso Comandante Vicente Mammana Neto, nosso amigo.
Para nos autoabastecer de carvão, estudamos todos os sistemas manuais possíveis. Se pegamos o livro da FAO, nossa experiência é maior ainda. Finalmente, seguindo um modelo francês de superfície, meu pai me deu um xeque mate, mandando enterrar o forno. Assim o fiz e, quando consegui que funcionasse em forma perfeita, nos deparamos que estávamos em presença da solução para os coitados dos carvoeiros, obrigados a velar sue serviço. Nosso forno pode ser largado por conta. Mesmo nas mudanças de direção e intensidade do vento, se estabiliza perfeitamente. Com os anos foi acrescentado de outras melhoras e, no ano 2.000 solicitamos a patente, que leva o N° PI 0001964-0. Até agora não conseguimos marcar a discussão técnica do forno.
Oferecemos às autoridades. Ninguém deu a mínima.
Paralelamente estamos totalmente descapitalizados em função da invasão chinesa. Podemos dar fé da corrupção porque cansamos de efetuar denuncias junto à Receita Federal desde o mesmo ano 2.000, sem resultado. Há poucos dias juntamos os antecedentes e somaram 10 laudas, que elevamos a Polícia Federal.
Depois de ler seus artigos entendemos perfeitamente porque ninguém nos atende. Tentamos explicar até no Núcleo de Ações Estratégicas, que o emprego massivo de nossa ferramenta em forma de baterias de 6 fornos permite ao atendente trabalhar tranqüilo, todos os dias.
Não agüentamos mais ver tanto desperdício.
Estamos suspeitando que vamos ter uma invasão física de chineses, comprando as terras para fazer o que bem entender. Se outrora foi declarado o subsolo patrimônio nacional, não podemos arriscar que as terras fiquem em mãos espúrias. Trata-se de uma questão de segurança nacional.
Tenho certeza que nosso forno também poderá funcionar como gasogênio. Ficamos sem recursos para continuar investigando.
Estou às suas ordens para qualquer esclarecimento. Em Sinop, MT., sofri junto aos colonos por causa do fechamento da usina de álcool de mandioca. Houve sabotagem total.
Obrigado por sua atenção. Faço votos por sua felicidade futura.
Atentamente : Oscar Armando Baldoni oscarbaldoni@temais.com.br

----- Original Message -----
De: gfischer
Enviada em: domingo, 23 de abril de 2006 21:07
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: [BioCom] Res: Re: (JMA e RMA): Biomassa para quem?
Dirley , não sou advogado, mas sou um brasileiro muito surrado pelos funcionarios publicos que não abrem mão do imposto que pagamos, pois é ele que os sustenta com aposentadoria integral, emprestimos a juros simbolicos na caixa e no BB, e muito, muito mais, e por isso precisam combrar impostos.
Para não pagar impostos o agricultor e a agricultora tem que:
PROVAR é familiar, - ai não tem problema de imposto,
Tem que dizer que tem um filho no MST, ai também não tem problema de imposto,
tem que dizer que os tratores são velhos e que estão sendo financiados pelo Banco do Brasil e se tiver que pagar imposto sobre o combustivel não vai conseguir pagar o financiamento, e aí também fica sem pagar o imposto.
Tem que dizer que tem mais de 10 filhos e que o pai sumiu,
Não pode ter internet, pois a cobrança do imposto virá fatalmente por esse caminho.
Não pode morar em estrada asfaltada, por que fiscal não anda de carro em estrada de barro ou poeira.
Tem que morar muito longe, ninguem do Governo vai longe.
Tem que dizer que não consegue bater as duas mãos..... heheheheh
Esses são os requisitos dos que não vão pagar impostos sobre o biocombustivel que produzirem, no caso do alcool, metade é para encher a cara, pois quem faz alcool, também faz cachaça.
O principal para não pagar imposto é não ter CNPJ nem CPF, aliás, mais de 60 por cento da economia e dos brasileiros da informalidade não tem nada dessas frescuras, e também não tem mais talão de cheque e conta no banco, pois agora temos novidades para quem tem conta no banco. Se voce tiver a desgraça de não ter conseguido ganhar dinheiro com o teu negocio e não tiver dinheiro para pagar o imposto, mas tem aquela "reserva tecnica no Banco" para tratar da saude do pai ou da mãe que não tem UNIMED, ou uma emergência, cuidado, o Juiz tira o dinheiro e voce nem sabe que dia foi. O gerente de Banco não pode te avisar de nada. Se avisar perde o emprego e pode ser até preso.
Tai a força da corporação.
Pode tudo. Quem não sabe, esta sabendo agora, aquela esperança de que os combustiveis alternativos naturais poderiam ser o resgate da cidadania, da dignidade, da esperança, pode tirar o cavalo da chuva que não será assim, de jeito maneira.
Voce sabe que o Eng. Fendel por andar de carro e caminhão com motor diesel, e usando o combustivel oleo vegetal, foi por diversas vezes preso e os veiculos apreendidos. Uma puta sacanagem. Mas a Coroporação da qual faz parte a policia rodoviaria, imagina quem, desconfiando que o motor não estava usando o carissimo combustivel da PETROBRÁS, tambem da corporação, seguraram o nosso engenheiro e começaram a sacaneá-lo.
Mas Dirley, o oleo diesel vai ficar tão caro, (imagina a PETROBRAS, não elevar os preços apesar da nossa tão badalada e eleitoreira emancipação nacional de petroleo, ) que todo agricultor que tiver um pouquinho de informação, vai fabricar o proprio combustivel e se o IBAMA não consegue controlar os desmatamentos que acontecem no Brasil, imagine os fiscais da fazenda fiscalizando mais de 3 milhões de propriedades rurais onde sequer ainda tem asfalto para chegar lá ? Ja teve, mas agora não tem mais.
Se hoje temos a informalidade para os impostos que são mais de 64, com uma carga de mais de 40% de tudo o que compramos, o caso do combustivel a carga chega a 70%, não sera facil controlar o incontrolavel.
Será mais facil fazer combustivel em tempos de guerra que fabricar cocaina e marijuana. Simples, sem complicação, o obvio.
Eu acho que teremos milhares de Tiradentes enfrentando a sacanagem dos altos impostos no Brasil.
Como é que esse agricultur brasileiro que luta contra os impostos que paga, contra o MST que fica o tempo todo ameaçando e invadindo propriedades produtivas com o apoio do nove dedos, com todos os subsidios que os agricultores europeus e americanos tem, mais os altos encargos trabalhistas com juiz trabalhista sacando dinheiro da conta dos coitados, com os altos juros que pagam para o Banco do Brasil que teve um lucro exorbitante, hehehehehe, é muita sacanagem, não acaba nunca, não vai fazer o seu proprio combustivel?
Ja estão fazendo e não é pouco. Estão usando e não é pouco.
É um arrastão que esse governo que esta aí, com mais de 35.000 cargos de confiança controlando as estatais e as não estatais, para garantir os caixa dois de campanha, não terá a minima competencia de controlar.
Em SC mais de 40% dos proprietarios de carros não conseguem mais pagar o IPVA. Se o Governador em Campanha - O Luiz Henrique determinasse a policia militar para realizar o fechamento de algumas vias para verificar a situação, não teriam mais espaços para armazenar tantos carros que estão com os emplacamentos vencidos. As fabricas parariam por que os empregados sem carros não chegariam mais ao serviço. Seria uma PANDEMIA geral.
Portanto meu amigo Dirley vejo com meus 69 anos de idade e 47 de profissão de engenheiro agronomo autonomo, (ja tive 55 empregados e hoje não tenho mais nenhum, os juizes trabalhistas acabaram com todas as vagas, heheheheheh) a situação se deteriorando de tal forma que entraremos em breve em convulsão social, pois ninguem mais suporta ver a roubalheira que esta escancarada, as mentiras dos politicos, os altos impostos e juros escorchantes, e o serviço publico parado e deixando de funcionar, veja o caso da ANVISA, que as leis trabalhistas incentivam greves de pessoas que jamais poderiam fazer greve pois não se brinca com produtos como o estão fazendo e prejudicando tanta e tanta gente que produz e paga impostos, ainda.
Este é o meu tirocinio e sei o que vai acontecer. A minha idade permite olhar num espelho retrovisor bem grande e ele me mostra o que será o futuro. É como faz o agrimensor, fixa uma estaca, faz a visada, vira o aparelho em 180 graus e encherga o futuro.
Um grande abraço, sei que voce fez a pergunta sabendo tudo isso. Mas o desabafo de um povo esta mal começando.
Esperemos para ver o que acontecerá e vai acontecer o pior, não tenho a minima duvida.
Gert roland Fischer
Eng. Agronomo.
Lembre-se que se voce tem uma pequena cachoeira em sua propriedade, voce não pode utilizar essa força para produzir a propria energia , a agencia de eleltricidade corporativa vai de colocar na cadeia, pois como vão medir o teu consumo para cobrar a energia. Quem vai fazer a medição sem medidor?
Quem vai contabilizar o imposto do que o agricultor familiar.

-------Mensagem original-------
De: Dirley Ferreira
Data: 04/23/06 17:33:34
Para: Telmo Heinen; jornaldomeioambiente; agrisustentavel@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: (JMA e RMA): Biomassa para quem?
Prezado Telmo,
Essa é mesmo uma boa pergunta. Biomassa para quem?
Hoje há tecnologia barato, ao alcanse de qualquer produtor rural medio para produzir alcool de cana de açucar e também óleo, o de girassol por exemplo.
Com um investimento de alguns milhares de reais o produtor pode produzir agroenergia para a frota essencial para o bom andamento da propriedade rural. Alcool para o carro, óleo para os trtores e caminhões.
Eu gostaria de saber algo, com certeza aqui no grupo tem juristas competentes que podem dar nos uma luz sobre esse tema. A minha pergunta é:
- Como ficaria diante dos órgãos do governo, do FISCO Federal e dos estaduais por exemplo, o agricultor que produzir a sua própria biomassa a partir da cana de açucar, girassol, dendê,..., para abastecer seus tratores, colhetadeiras, conjunto geradores, ...?
E se esse produtor vender o excedente para os vizinhos?
Ele poderia trabalhar em paz ou alguém do governo vem na propriedade cobrar alguma coisa, por exemplo: imposto?
Dirley Ferreira

De: Anderson Porto
Enviada em: terça-feira, 25 de abril de 2006 11:40
Para: sosverde@yahoogrupos.com.br
Cc: FENDEL tecnologia
Assunto: Biomassa para quem
BIOMASSA PARA QUEM?
Energia - questão estratégica
O preço do barril de petróleo bruto triplicou em menos de três anos. Está em torno de US$ 60,00. Analistas avisados prevêem escalada para um múltiplo disso. Engdahl e Roberts esperam US$ 100,00 por barril, antes de 2010, e há prognósticos acima de US$ 300,00 dentro dos próximos 10 anos.
A curva do consumo prossegue em ascensão, e a da descoberta de novas jazidas em declínio. O problema, portanto, não é só econômico. É estratégico, pois haverá colapso energético, quando a produção de petróleo não mais atender parte substancial da procura global.
Biomassa: solução, mas para quem?
Por isso, países consumidores prodigalizam subsídios para promover energias renováveis. Por um paradoxo que só o modelo econômico do Brasil explica, nossa produção de óleos vegetais não chega a 1% da realizada pela Alemanha, cujos recursos naturais são infinitamente menos favoráveis.
De qualquer forma, a inigualável combinação, existente no Brasil, de terras utilizáveis, água e dias de sol tropical por ano, levará a explorar nele a biomassa indispensável para suprir grande parte da demanda mundial de energia. Corporações transnacionais sabem que produzir no Brasil e exportar derivados da biomassa é a saída para escapar ao colapso e para obter elevados ganhos, graças aos altos rendimentos e ao baixo custo das matérias-primas aqui cultiváveis.
Em suma, a questão não é fazer ou não fazer um programa de produção de biomassa em grande escala. A questão é quem vai fazer, ou, antes, quem vai comandar esse programa.
Salvo óbices políticos, nada impede o Brasil de produzir por ano, ao fim de 10 anos, 30 bilhões de litros de etanol e 45 bilhões de litros de biodiesel - o que supera o atual consumo interno de gasolina, álcool e óleo diesel. Os investimentos requeridos são modestos: R$ 4 bilhões por ano. Uma bagatela para um país em que a formação bruta de capital fixo passa de R$ 300 bilhões anuais, e cujo Tesouro Nacional mantém inúteis no Banco Central R$ 235 bilhões, só para dizer aos beneficiários das taxas de juros mais altas do mundo que fiquem tranqüilos.
Contexto socioeconômico
O modo pelo qual será realizado o programa da biomassa determinará a futura condição do Brasil: uma sociedade próspera, se adotar o desenvolvimento autônomo, ou um megaHaiti, se investidores não-residentes assumirem o controle da produção e da comercialização.
Foi ruim a partida para essa corrida, dada há muito tempo, e o Brasil precisa mudar de atitude, se ainda quiser ter alguma chance. O País facilitou e subsidiou a apropriação por capitais forâneos do principal dos meios de produção e do grosso dos bancos, a ponto de tornar inusitada no Brasil a figura do executivo não subordinado a uma empresa transnacional. Poucos setores são exceção a esse respeito.
A submissão irrestrita à globalização foi sinalizada pela adesão, em 1995, à Organização Mundial do Comércio, seguida das emendas à ordem econômica da Constituição. Daí, a legislação brasileira foi banindo a possibilidade de o Estado intervir no domínio econômico em favor da sociedade. Agora só intervém para decretar as taxas de juros mais altas do mundo, o que não decorre do mercado. Nem mesmo sendo esse mercado oligopolizado por grandes bancos.
Enquanto o culto à globalização for religião oficial, e o mercado divindade intocável, não será possível ao Brasil assentar sua economia em bases sólidas, com a biomassa ou com qualquer outra indústria. Sob essa religião não há como: 1) impedir a morte no ovo de tudo que se poderia tornar grande empresa produtiva; 2) criar as condições socioeconômicas para que o desenvolvimento possa ocorrer.
O quadro político-institucional não tolera que o governo impeça a compra de empresas de capital local por transnacionais. Inúmeras firmas brasileiras, até pequenas, mas inovadoras, têm sido adquiridas por corporações mundiais, por ser irresistível a pressão para vender. Primeiro, porque a demanda interna é fraca, em função da míngua de investimentos no País, tributário, desde 1982, do serviço da dívida pública, inflada pela dinâmica dos juros compostos. Segundo, porque os juros são proibitivos, e os tributos, dilapidados no serviço da dívida.
Assim, empresários aceitam a troca de valiosos ativos reais e intangíveis por moedas inflacionadas. Pior que índios trocando terras por espelhinhos! O dólar vem sendo aviltado, não só por emissões do Tesouro dos EUA para cobrir colossais déficits de conta corrente, mas, ainda mais, para sustentar a proliferação de ganhos financeiros mal lastreados, como os dos derivativos. Embora com data incerta, é evento certo a queda do dólar para fração mínima de seu valor presente.
Capital e tecnologia ou recursos naturais e trabalho
Entrar com uma coisa ou entrar com a outra faz diferença vital. Condena-se ao subdesenvolvimento todo país que não comanda sua produção, por meio do capital e da tecnologia. E, mesmo que, de início, tenha esse comando, termina por perdê-lo, se a comercialização e o financiamento ficam a cargo de centros estrangeiros. Em sua obra clássica, Civilisation Matérielle, Économie et Capitalisme, Braudel fala da Polônia, país que se tornou, no Século XVIII, fornecedor de cereais para o mercado europeu, controlado por mercadores holandeses. O declínio resultante foi tal, que a Polônia reinstituiu o regime de servidão, antes abolido.
Situação semelhante se dá aqui e hoje, quando se apela para reduzir o "custo-Brasil", uma senha para a eliminação dos direitos trabalhistas. As exportações baseadas em baixos custos de mão-de-obra é receita segura para a piora das condições econômicas e sociais. Quem atribui a essas exportações o crescimento do PIB chinês, ignora que esse se deve, em primeiro lugar, a investimentos públicos nas infra-estruturas econômica e social e, em segundo, a indústrias locais intensivas de tecnologia.
Confirmando, contrario sensu, a lição sobre a Polônia, a Dinamarca, na 2ª metade do Século XIX, viu-se alijada do mercado mundial de bens agrários com a entrada de novos produtores dotados de extensas terras férteis (EUA, Austrália, Argentina). Na ótica do agronegócio, isso seria ruim. Não foi. A perda desse mercado levou a Dinamarca a diversificar sua economia com capital nacional, construindo máquinas e tecnologia para aproveitar suas modestas matérias-primas. Foi o ponto de partida para o desenvolvimento.
Em suma, se brasileiros não controlarem a produção e o comércio da biomassa, esta se somará a outros setores do agronegócio e à extração mineral como mais um a desperdiçar recursos naturais sem proveito para o capital nacional nem para o trabalho. A quem tiver preconceito contra o primeiro, deve-se lembrar que, se ele não se acumular no País, não haverá nem investimentos nem empregos decentes para os brasileiros.
Exemplos gritantes são o nióbio e o quartzo, minérios cuja oferta mundial está quase toda no Brasil, e em relação aos quais: 1) o preço oficial de exportação do minério é uma ínfima fração do preço no exterior, já de si subavaliado; 2) as quantidades que figuram na estatística são pequena fração do consumo aparente mundial; 3) as matérias-primas são processadas e transformadas no exterior, havendo aí imensa agregação de valor, desproporcional aos custos dessas operações.
É de tal ordem de grandeza a dilapidação dos recursos naturais do País, que a receita das subfaturadas exportações brasileiras supera a das importações, malgrado o superfaturamento destas. Esse é o caminho do Haiti, que muita gente imagina ter sido sempre pobre. Grande engano.
Derrotada em batalhas ultramarinas, a França foi posta, durante a negociação do tratado de paz, em 1763, na contingência de perder ou o Haiti ou o Québec (Canadá). Fez a escolha natural: ficou com o Haiti, rica colônia exportadora de produtos tropicais. Também os bolivianos sabem hoje que, do Eldorado da prata de Potosi, do Século XVII, não restaram senão buracos em suas montanhas.
O declínio do Brasil foi desencadeado por dois processos interligados - e intensos de 1955 a 1975 -, a desnacionalização e o aumento do grau de concentração. Estudo de Newfarmer e Mueller para a Comissão de Assuntos Estrangeiros do Senado dos EUA, publicado em 1975, constatava, já na 1ª metade dos anos 70, a estrutura oligopolista do grosso da indústria e seu controle por empresas multinacionais.
Esses processos radicalizaram-se com as privatizações dos anos 90 e não são estranhos ao serviço da dívida. Tudo resultou na estagnação econômica e no desastre das condições sociais. A participação dos salários no PIB caiu de 60% em 1964 para 30% em 2005.
O Eldorado da biomassa
A biomassa pode trazer as vantagens de um verdadeiro Eldorado. No estado atual da técnica são possíveis preços de produtor dos combustíveis de biomassa inferiores em, pelo menos, R$ 0,50 aos dos derivados de petróleo. A vantagem da biomassa independe, pois, de subsídios. Além disso, seu uso fará elevar as exportações de petróleo e a taxa de conservação deste.
Os ganhos crescerão com a tecnologia a ser desenvolvida com a produção, embora já haja rendimentos excelentes: a cana-de-açúcar e a mandioca, com de 6.000 litros por hectare/ano ou mais. No caso dos óleos, o dendê, com 6.000 litros e os pinhões, 3.000 litros ha./ano.
Completada a substituição, em 10 anos, far-se-á economia, no 10º ano, de, no mínimo, R$ 37,5 bilhões, além da acumulada nesses 10 anos, de mais de R$ 200 bilhões. Esses formidáveis valores crescerão em função do aumento dos preços do petróleo. Os subprodutos da biomassa valem outro tanto: a) da cana-de-açúcar: o bagaço, o vinhoto, as folhas, a palha; b) das oleaginosas: o farelo, proteína para alimentação animal.
Os investimentos totais nas culturas e na indústria da biomassa exigem, no máximo, R$ 4 bilhões por ano, o que implica rentabilidade altíssima, atraente para o setor privado. Essa quantia é apenas 1,3% do investimento de capital fixo feito no País, onde, de resto, se desperdiçam mais de R$ 200 bilhões/ano no excesso das taxas de juros.
É modesto o custo da conversão de motores para combustíveis de origem vegetal, e os ganhos para o consumidor crescem com o pleno aproveitamento da octanagem do álcool, da qual cerca de 35% se perdem no esquema flexfuel.
Emprego
A produção de biomassa é intensiva de trabalho, enquanto a do petróleo o é de capital. O que toca ao trabalho do valor agregado pela Petrobrás não passa de 7,5%. Além disso, serão criados empregos para quadros qualificados, na pesquisa de espécies e modos de cultivo, bem como nos processos de transformação industrial e novos usos. Há, ainda, o novo campo da alcoolquímica e da bioquímica das oleaginosas.
A coleta destas não comporta mecanização e sua expansão exigirá área 4 vezes maior que a usada para a cana-de-açúcar e o etanol, segmento que, só no Estado de São Paulo, emprega 400 mil trabalhadores organizados e ocupa menos de 3 milhões de hectares.
Dobrando-se a área, no caso do etanol, o incremento nos empregos é de 400 mil. Para as oleaginosas, são 1,2 milhões, multiplicados por 1,5 (dada a maior intensividade de mão-de-obra). Isso resulta em 1,8 milhões de empregos nos óleos e 2,2 milhões no total. Estimando-se três empregos indiretos para um cada desses, são 8,8 milhões, o suficiente para eliminar quase todo o desemprego computado nas estatísticas oficiais.
Meio ambiente
Além da captação do CO2, as culturas da biomassa trarão benefícios ao meio-ambiente e à saúde, em função de seu efeito sobre a cobertura vegetal de extensas áreas. As áreas preservadas ou reflorestadas pelo plantio de árvores oleaginosas serão um múltiplo das ocupadas pelas lavouras de cana-de-açúcar e de mandioca.
Mais notável, os subprodutos permitirão recuperar cerca de metade das terras desmatadas para pastagens, as quais ocupam área cinco vezes maior que a de todas as lavouras. Poder-se-iam, assim, reflorestar 40% das áreas de pastagens, ou seja, 100 milhões de ha.
Exportação
Os impressionantes ganhos econômicos, de geração de emprego, ambientais, bem como as terras recuperáveis para reflorestamento, que se podem obter com a produção de energia para o mercado interno, serão multiplicados por 2, por 3, ou por fator ainda maior, desde que se façam os investimentos para atender a ilimitada procura existente pela energia da biomassa, não só por seus custos serem inferiores aos dos derivados de petróleo, mas também pela falta deste.
Publicado em "A Nova Democracia", ano IV, nº 29, abril de 2006.Adriano Benayon Doutor em Economia. Autor de "Globalização versus Desenvolvimento" (ed. Escrituras)


Jornal BIOCOM 6

Meu caro Telmo

Perfeitas as tuas análises e respostas sobre o biobobodiesel.
Estou cá pensando com meus botões... para simplificar e racionalisar a documentação de um veículo, e em nome da santa e beata bioenergia, deve-se eliminar a informação: que tipo de combustível utiliza, pois é algo completamente mentiroso e desnecessário.
Se consta gasolina é balela, pois nos postos nacionais se vende apenas o A25 ou seja 25% de álcool.
Com a besteira do flex ou triflex, a opção é do motorista, e igualmente nada interessa esta informação ao solícito guarda de trânsito, imbuído do mais alto senso de utilidade, em averiguar documentos...
Assim, a escolha do combustível deveria ser opção exclusiva do Jarbas, ainda mais daqui prá frente, época de vacas magras em agonizante porcotróleo, e a cada dia aparecem novas misturas e "combustíveis" inusitados, muitos estúpidos como biobobodiesel, hidrogênio e ar comprimido, mas tudo bem... a escolha é do proprietário iludido e enganado, e a polícia não tem nada a ver com isso, pelo menos não a da rua ou estrada.
Os veículos deveriam obedecer às normas de emissões globais, a cada ano mais rigorosas e pt saudações. Emissões e balanços energéticos globais, pois de nada adianta ser um porco na fabricação do bobocombustível e uma ovelha na utilização...
Assim acaba a putaria nacional em que limpos e pequenos veículos a álcool tem restrições a emissões muito mais exigentes do que os porcos carroções a Diesel fóssil subsidiado, com seus limites de emissões muito mais tolerantes e sujos.
Quanto ao texto do Lucas Mendes: "EUA - Brasil com gás e, etanol..." imagine só quando o galão da porca gasolina norteamericana (hoje US$3) bater logologo nos 9 dólares, hehehé... aí... que se cuidem os patos e abobalhados países tropicais, sem bomba atômica.


Meu caro Hernani

Recebí outro belo vídeo de teu filho, com 47 MB, onde vc aparece andando em tua paratí a óleo de dendê natural, e onde vc afirma que teu motor de kombi foi aberto com 50.000 km, se apresentando melhor do que se tivesse sido tocado a Diesel fóssil.
Assim que ficar pronto meu passat variant alemão com motor 1.9 TDI, injeção eletrônica com estonteantes 1800 kgf/cm2, e eu conseguir fazer uma mutreta para emplacá-lo neste país do "porcotróleo é nosso", vou precisar viajar um pouco para finalmente testar pessoalmente e exaustivamente meu kit a óleo vegetal, e então prometo te visitar em teu castelo de Ilhéus - BA.
Quanto a meu jeito escrachado de escrever, é a única maneira que encontrei para divulgar minhas pesquisas e filosofias, que aliás nada mais são do que antigas previsões cronológicas da triste e corrupta realidade, que se torna pública a cada dia que passa... aliás nenhuma editora quis vender meu livro, e nehuma vassala mídia de porte até então divulgava meus textos.
Em compensação, hoje já me perguntam quanto cobro por uma palestra, que continuo fazendo grátis, cobrando apenas as despesas de viagem, que podem inclusive ser pagas com óleo de fritura, hehehé.

 

Meu caro Valfrido Pantaneiro

Primeiro, OVN - óleos vegetais naturais, não são biobobodiesel, não confunda vantagem com sacanagem.
Segundo, sempre que se produz bioenergia, ocorre a produção de outros produtos e subprodutos em quantidade maior, como: comida (farelos) fertilizantes (vinhoto) energia (bagaço) e muito mais.
A bioenergia descentralizada e distribuída permite inclusive a cultura orgânica das mais diversas espécies, onde o resíduo de um produto ou processo serve de alimento ao outro. Simplesmente fantástico, sustentável, desenvolvimentista e perene.
O pequeno pode ser muito mais eficiente e mais racional que o grande, pagador de mensalões e propinas para ser exclusivo.
Para tal urge implantar também a ENEREDE, coisa que demonstro, divulgo e lato a mais de 15 anos, e que agora começa a pipocar de maneira ridícula e mesquinha, por exemplo em alguns projetos na suinocultura e galinhacultura no oeste do PR e SC.


Meu caro Adriano

Que bom, que além do Bautista e do Iturra, agora tenho contato com vc, mais um bioamigo militante ativo do Instituto do Sol.
Convido-o a participar da lista biocom@grupos.com.br onde debatemos principalmente assuntos ligados à bioenergia.
Basta mandar um email a este endereço, que vc recebe uma resposta com as orientações.
Quanto às leis daqui, vivemos num balaio de gatos, ratos e novelos, onde cada representante pensa que quantidade é melhor que qualidade. Aqui se retiram as responsabilidades dos cidadãos e faz-se de conta que o estado cuida de tudo, em todos os setores, imitando, feitos papagaios analfabetos o que vêem de pior e corporativo em outros países.
Assim, por exemplo, utilizar capacete e cinto de segurança deveria ser responsabilidade e problema exclusivo de cada um. Envolver a polícia neste contrôle, apenas gera corrupção. É uma piada "exigir" cinto de segurança dos motoristas e não dos passageiros de um ônibus, onde os assentos deveriam ser igualmente resistentes e ter cintos de 3 pontos. Seria problema e responsabilidade exclusiva do passageiro utilizá-lo ou não.
Voltando à bioenergia, os detalhes técnicos são facílimos de serem implantados ou resolvidos. O que falta são os babacas detalhes políticos e administrativos. Parece que a humanidade ao invés de ficar mais inteligente, está cada vez mais bêsta. Veja só nossas modas, nossas artes, nossas músicas... tudo lixo alienado da pior espécie.
Te parabenizo pela elaboração do projeto sobre bioenergias que vc fez para o Prona, para o Enéas. Mande meu hidrobioabraço ao ex-barbudo. Foi um projeto realmente extraordinário, e na época mandei algumas sugestões a um deputado que faz ou fêz parte do encaminhamento. Esse projeto, ter sido rejeitado na comissão de meio ambiente, como vc relata, é caso de polícia federal, é caso de mensalão, é algo ordinário de propina descarada. Eta bando de filhos da Puta.
Fico imaginando o parecer do MME a respeito. Estes bostas só querem saber de porcotróleo, benesses próprias e maracutaia. Até hoje sacaneiam nosso fantástico e mundialmente cobiçado etanol.
Recebi um parecer destes ratos, a anos passados, quando enviei meu ante-projeto sobre a lei dos óleos vegetais ao senador do PR - Álvaro Dias, que o encaminhou à assessoria técnica do senado. Olha, a análise destes fedorentos roedores de cofres públicos, dá dor de barriga a qualquer ser racional, ou de rir, ou de raiva, pois é inacreditável as cretinisses que "analisaram".
Relendo agora teu triste relato, nem sei se posso divulgá-lo aqui no BIOCOM, se estou autorizado a tal.
Mas como percebo que vc é um homem do bem, um batalhador incansável, acredito que vc não vai me sensurar por esta indiscreção, pois afinal nossa luta é a mesma, e quanto mais gente for corretamente e devidamente informada, mais rápida será a desinfetação do planalto central para promover o inevitável sucesso das imprescindíveis e eternas bioenergias.


Meu caro Patelli

Obrigado por divulgar a matéria de como deveria ser a nossa secular civilização, baseada nos óleos vegetais, texto imperdível produzido pela Clarissa Tag, que, para meu entendimento, é a mais fantástica escritora sustentável de todos os tempos, na teoria e na prática, pois para contribuir com o bem estar comum, além de ativa, agradável e inteligente articulista, comercializa produtos orgânicos certificados no RJ.


Minha querida e idolatrada poetiza Clarissa Tag

Teus manuscritos são um poema em homenagem à vida. Por favor, sempre me mande em separado teus colossais textos.
A carta de Araçatuba, de autoria outra, nada mais é do que a confirmação das bobagens que envolvem o biobobodiesel.
O biobobodiesel fica pseudo-viável, apenas se continuarem sacaneando os óleos vegetais naturais e a partir do momento em que o Diesel fóssil alcançar o preço de R$ 4,00 o litro, o que não vai demorar muito a acontecer, devido ao crescimento do consumo de energia líquida ser maior que sua produção, pois apesar da propaganda contrária, os fósseis estão no gogó.
A turma do biobobodiesel necessita atacar violentamente os OVN, pois caso contrário fica óbvio que o biobobodiesel é como fazer biobobagasolina... uma insanidade, uma falcatrua, uma pouca vergonha coorporativa.


Meu caro Delmar

O artigo do Rui Nogueira sobre o gás boliviano, e a maioria dos demais choradores, críticos e elogiadores do cacique valente, se esquecem do fundamental, (inclusive o cacique), da agressão ao equilíbrio da natureza e do pico do porcotróleo.
Enquanto discutem soberania, democracia e corrupção, nada se fala sobre eficiência, futuro e sustentabilidade.
Estão tergiversando sobre anéis e brincos em dedos e orelhas cancerosas e necrosadas.
Mesmo sendo o porco gás boliviano surupiado quase que de graça por nossa idolatrada porcobrás, quem é que paga essa intocável porcobrás e seus corruptodutos?
Como pode o sujo e finito GN ser vendido aqui a preço tão ridículo de baixo?
A única explicação é a enganação, e demorou para que todo este lamaçal eleitoral corporativo viesse à tona.
E continuam bajulando os agonizantes e imundos fósseis, com mentiras e tapa olhos, enquanto sacaneiam nossas espetaculares bioenergias e nossas fantásticas hidroelétricas.

Para demonstrar que de Brasília, além de muita merda, também sai esporadicamente alguma coisa que presta, segue conexão a um texto que demonstra os ótimos resultados de nossa política externa de combate aos subsídios agrícolas na Europa, em especial a onda de fechamento de usinas de açúcar subsidiado na UE:
http://www.zoonews.com.br/noticiax.php?idnoticia=78994
Assim aumenta em muito a nossa responsabilidade e oportunidade de produzir energia racional, afinal açúcar e seus bioparentes, incluso o álcool, são pura energia atmosfera limpante.
E espero iludido que nosso preço de exportação do bioetanol seja maior do que o preço pago aqui pelo sacaneado povo... afinal numa democracia de fato, não tem razão ser o contrário. O chupador e ladrão governo que cubra decentes impostos de exportação. Estamos, sem mérito de paraquedista atual nenhum, com o queijo e a faca da bioenergia na mão. O mérito, a verdade seja dita, é todo do prodigioso Bautista, de sua velha equipe e de seus antigos bioamigos.

Quem quizer saber um pouco mais sobre as putarias no setor do porcotróleo, mais especificamente os criminosos subsídios e negociatas envolvendo o porco gás natural boliviano, acesse a conexão:
http://www.mnp.org.br/materias.php?mat_id=78331&canal_id=13


Antiabobalhantes HidroBioabraços carbono seqüestrantes
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
Divulgação autorizada e desejável.
"Suzane von Richthofen consultando o advogado:
- Eu tenho alguma chance de ser absolvida?
- Só se for julgada pelo Congresso Nacional!"


De: Delmar Philippsen
Enviada em: sábado, 6 de maio de 2006 06:56
Para: Undisclosed-Recipient:;
Assunto: BOLÍVIA: VALE A PENA LER
PIOR QUE POLÍTICO DE ESQUERDA (""PROGRESSISTA""), SÓ JORNALISTA QUE TENTA JUSTIFICAR O INDEFENSÁVEL !! ÊTA RAÇA DESPREZÍVEL E INÚTIL.
http://www.primeiraleitura.com.br/auto/entenda.php?id=7484


De: Clarissa Tag
Enviada em: sexta-feira, 5 de maio de 2006 10:44
Para: Fendel
Assunto: carta de araçatuba
http://agenciact.mct.gov.br/index.php?action=/content/view&cod_objeto=33726
Clarissa Taguchi
Cia. Ecológica do Brasil
http://www.ciaecobrasil.com.br


De: patellijr
Enviada em: quinta-feira, 4 de maio de 2006 07:53
Para: undisclosed-recipients:
Assunto: O biocombustível é um dos maiores exemplos do que poderíamos ter sido e não fomos: uma outra sociedade.
http://www.consciencia.net/2006/0503-biocombustivel.html


De: Adriano Benayon
Enviada em: quarta-feira, 3 de maio de 2006 17:31
Para: Fendel
Assunto: Re: jornal BIOCOM 5
Prezado Eng. Fendel,
Grato pela transmissão de seus comentários no jornal BIOCOM e, em especial, pelos numerosos e valiosos elementos técnicos de informação, que guardei com o teor de seu texto. Com satisfação, verifiquei que eles confirmam, com riqueza de pormenores, as concepções que tenho formado sobre a questão da biomassa, fazendo parte, como faço, do Instituto do Sol, presidido pelo Prof. Bautista Vidal.
Há muitos anos venho mostrando o absurdo da política econômica que o sistema mundial de poder faz praticar no Brasil, bem como a total ilegalidade de tudo que se faz, inclusive das próprias leis, pois se está sob um regime em que atentar contra o País não é crime. Ou seja, mesmo quando ainda resta alguma coisa de correto nas leis, isso não é aplicado.
Estarei incluindo seu e-mail na lista à qual costumo enviar os artigos após a publicação.
Sou doutor em economia, título que obtive na Alemanha, em 1976. Não sou especialista em biomassa, mas tenho há muitos anos me informado a respeito, inclusive por contatos com o Prof. Bautista Vidal, desde há mais de 20 anos. Tenho feito alguma coisa como vice-presidente do Instituto do Sol, OSCIP da qual o Prof. Bautista é o presidente.
Como tudo no País está sob o comando de quem quer torpedear qualquer coisa que sirva ao País, todos os estudos e trabalhos que temos feito, ou são desaproveitados, ou são aproveitados em parte por entidades governamentais ou privadas, todas as quais têm terminado por dar um cano no instituto.
Sou membro da Comissão Executiva Nacional do PRONA, o partido do Dr. Enéas, a quem tenho prestado consultoria sobre assuntos econômicos e políticos nos últimos três anos. Nessa qualidade, elaborei projeto que obrigaria a substituir o atual consumo de gasolina e diesel de petróleo por etanol e por óleos vegetais, num período de 10 anos.
O Dr. Enéas até conseguiu a assinatura de todos os líderes de partidos para que o projeto possa ser apreciado diretamente no Plenário, quando isso for oportuno (o que parece ser nunca). Enquanto isso, ele tramita nas comissões. Foi aprovado na comissão de desenvolvimento e rejeitado na comissão de meio-ambiente. Que tal?
Outra coisa. Quer saber como? O relator foi um tal deputado do PT da Bahia, de nome leonardo monteiro (e que está em sua lista de destinatários da internet). Esse sujeito, depois de ter prometido que daria parecer favorável, deu-o contrário. Suas "justificativas" para isso são um amontoado de cretinices elaborado sabe onde? No Ministério de Minas e Energia.
Sabe quantos deputados havia na comissão, além do presidente da comissão, quando o parecer contrário ao projeto foi aprovado? Dois. Nem o relator estava presente. Um outro deputado, esse do psol do Ceará, leu-o. O quórum (são precisos 10 presentes) ocorre da seguinte maneira: os deputados vão assinando uma lista e retirando-se imediatamente; então as assinaturas na lista fazem fazer de conta que eles estão presentes à sessão. O PRONA nada pôde fazer, porque não tem nenhum membro nessa comissão.
Cordialmente,
Adriano Benayon


De: Valfrido M. Chaves
Enviada em: terça-feira, 2 de maio de 2006 15:51
Para: Fendel
Assunto: Re: jornal BIOCOM 5
Fendel: estou sempre vendo sua luta em torno da temática do biodiesel. Estou com uma indagação: se hoje, só para fazer a agricultura para consumo interno/exportação, já há toda uma celeuma mataXagricultura, estando o conflito envolvendo os reflorestamentos (desertos verdes), como se já estivéssemos atingido nosso limite do aproveitamento de nossas áreas agricultáveis, onde é que iríamos plantar para o biodiesel? Deixaríamos de plantar o quê? Desculpe-me se achar a pergunta idiota, mas temos nossos limites até pelo nosso campo de interesse e atividade. Bom trabalho! Valfrido


De: Hernani Lopes de Sà Filho
Enviada em: quarta-feira, 3 de maio de 2006 12:21
Para: Fendel; T82@yahoogroups.com
Assunto: Rindo para não corar->e: [T82] AIRBUS- A380
Fendel,
Você é o cara mais irônico que já conheci.
Suas colocações e suas mensagens, são perfeitas e da forma que as coloca, transforma nosso choro em risos, com mais vontade de agir.
OVN abraços.
Hernani Sá(o pai)

----- Original Message -----
From: "Fendel" <thomas@fendel.com.br>
To: <T82@yahoogroups.com>
Sent: Wednesday, May 03, 2006 11:29 AM
Subject: RES: [T82] AIRBUS- A380
Meu caro Gilberto
Lindos os videos sobre o A380.
Vendo a aparafusadeira conectando as asas, lembrei de meu projeto semelhante e mais compacto na Embraer, fazem uns 5 anos.
Apos umas 10 visitas e reunioes, meu orcamento era de uma parafusadeira hidraulica www.hytorc.com.br com controle microprocessado de pressao do oleo e emissao automatica de relatorios de torques nos parafusos. Seria
necessario modificar os parafusos e as porcas, eliminando inclusive a necessidade da contra-chave do outro lado da juncao...
Infelizmente nao usei gravata e o mercedes que utilizei nas visitas era um onibus de linha.
Assim, nao me deram o devido credito, e nao sei se hoje ainda utilizam o perigoso e sofrido modo do torquimetro manual, em espaco confinado, complicado e apertadissimo.

Hidrobioabracos Fendel


-----Mensagem original-----
De: Gilberto Simoes
Enviada em: terca-feira, 2 de maio de 2006 22:59
Para: T82@yahoogroups.com
Assunto: [T82] AIRBUS- A380
Como construir um AIRBUS A380 em 7 minutos...
http://video.google.com/videoplay?docid=-3046542226114078023&q=A380

-----Mensagem original-----
De: lista-do-agronegocio-1
Enviada em: segunda-feira, 1 de maio de 2006 11:28
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: Revolução ou Renovação?: [BioCom] RES: PT É UM SACO DE GATOS
Prezado Fendel e Demais
Estou trabalhando politicamente para a RENOVAÇÃO total.
Vou acreditar no PSOL da Senadora Heloisa Helena, nos jovens e mulheres ainda sem mácula; como meu filho de 24 anos.l Veja www.hernanisa.com.br
Obrigado pela referência à minha carroça.
Agora estou preparando outra (meu velho jipe) para usar e divulgar seu kit
Precisamos de vocês aqui em Ilhéus para entrevistas coletivas, na região do cacau e costa do dendê.
Abraços Hernani Sá

----- Original Message -----
From: thomas@fendel.com.br
To: biocom@grupos.com.br
Sent: Sunday, April 30, 2006 9:28 PM
Subject: [BioCom] RES: PT É UM SACO DE GATOS
Caros Bioamantes
Se PT, Arena ou PMDB... tanto faz... é farinha do mesmo saco furado, é água do mesmo poço contaminado, da mesma chuva envenenada.
O que diferencia os gatos dos ratos dos seres decentes, são suas idéias e atitudes.
As hierarquias estão aí para servir uns poucos em detrimento da grande maioria.
E quem quebrar este círculo viciado e porco, é assassinado ou removido.
Collor foi deposto porque andou na carroça a óleo vegetal de nosso amigo Hernani de Sá - http://www.biocombustiveis.com.br/ . Foto anexa.

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Hidrobioabraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
Divulgação autorizada e desejável.
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De: Delmar Philippsen
Enviada em: sábado, 29 de abril de 2006 06:55
Para: Oscar Baldoni
Assunto: Re: SENSACIONAL: O PT É UM SACO DE GATOS
Sr. Oscar
Discordo do senhor com relação à Argentina. O seu país quebrou há cerca de 10 anos, por causa do populismo, irresponsabilidade fiscal, da asssociação entre governo corrupto, partido corrupto (peronista) políticos corruptos, empresários corruptos e sindicato corrupto, implantado há 50 anos na época do Peron.
É o mesmo que está acontecendo no nosso país. No Brasil, o PT nada maís é do que um partido formado por parasitas - sindicalistas -que jamais tiveram que dar "duro" na vida como qualquer trabalhador, agricultor, profissional liberal, empresário de micro, pequeno e médio porte. O PT, desde sua origem, teve um objetivo: conquistar o poder para acomodar esta classe de inúteis que hoje aí está; Nunca uma malta de parasitas e mentirosos enganou tanto. Nunca tantos fizeram tanto mal a um país, dizendo que sabiam como fazer o bem para outros. Como bem definiu alguém um dia, o PT é o partido dos burgueses sem capital.
Att Delmar


De: Telmo
Enviada em: quinta-feira, 4 de maio de 2006 20:05
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: [BioCom] EUA - Brasil com gás e, etanol...
Lucas Mendes: EUA - Brasil com gás e, etanol... Colunista diz que etanol brasileiro é motivo de inveja entre os norte-americanos.
Medido por centímetro quadrado de jornal ou minuto de televisão, o Brasil nunca teve tanto gás na imprensa americana....
Iraque? Desastre! Katrina? Desastre! Gasolina a US$ 3 o galão? Imperdoável.
Se o preço não cair, não importa o partido, bye bye governo. E quem tem coragem de dizer ao consumidor americano que, mais do que vítima, ele é o criminoso?
Tente convencer o Joe que ele consome duas vezes mais energia do que um inglês ou um japonês ou que US$ 3 é um preço razoável comparado com os US$ 6 que os alemães pagam. Ou que o Tio Sam é um esbanjador. Tem apenas 4,5% da população do mundo e consome 25% do petróleo.
Quando a gasolina ainda estava a US$ 2 o galão estas verdades ainda eram digeríveis, mas a US$ 3, quem disser que o preço está correto, que os motoristas devem dirigir e reclamar menos, perde a eleição ou não se elege.
'Efeito colateral'
Gasolina a US$ 3 já foi promovida a "crise" pelo governo e com o barril de petróleo arrebentando os US$ 70, desceu em Washington o ministro do Petróleo da Arábia Saudita, Ali al Naimi. Há muito tempo não via um árabe tão simpático e vivo na televisão.
Diante de uma platéia que parecia hostil ele mantinha um sorriso e argumentos irresistíveis. A Arábia Saudita é a favor da queda do preço, da conservação de energia, não tem nenhum interesse no barril a US$ 75 e não está preocupada com o investimento americano em etanol. Pelo contrario. O saudita verde saiu aplaudido.
Um dos efeitos colaterais positivos desta crise é a imagem do Brasil nos Estados Unidos. Não temos Castros, nem Chávez, nem Morales e Humalas e estamos nadando em etanol que, no momento, além de invejável, é o caminho mais promissor para reduzir a dependência americana no petróleo estrangeiro.
Medido por centímetro quadrado de jornal ou minuto de televisão, o Brasil nunca teve tanto gás na imprensa americana....

-----Mensagem original-----
De: Telmo Heinen
Para: ADE QUIMICA LTDA
Enviada em: terça-feira, 2 de maio de 2006 23:44
Assunto: Re: Mamona no RS
Prezado Sr. Cláudio, há questões e questões.
1) O Sr. está aonde? O Sr. quer plantar mamona para fazer biodiesel ou para vender o óleo em São Paulo a 800 dólares a tonelada?
2) Eu conheço Rio Grande e sei o quanto tem de areia por lá.... mas não se esqueça, planta que passa "fome" produz pouco...
3) Colheu 2,7 t de "bagas" ou de "sementes" (Baga debulhada - a baga rende uns 60% de sementes)? Plantou "hectares" ou era "canteiro"de experimento?
4) Atualmente a cotação da mamona está em R$ 29,00 por saco de 60 kg de sementes.... Veja em http://www.balcom.com.br
5) Mecanizar esta cultura, principalmente a colheita, é uma coisa não alcançada ainda. Portanto, colheita manual depende de colher as bagas e secá-las ao sol. Isto no RS vai ser muito difícil por causa do clima que tem. Aqui do Centro-Oeste, aliás da metade de São Paulo para cima, dá para plantar em dezembro/janeiro e 180 a 210 dias depois, na colheita, já é período de seca e dá para secar em terreiros comuns, pelo sol...
6) Vamos supor uma colheita de 30 sc de sementes (1.800 kg/ha) e vendê-la a R$ 30,00 por saco... dá um faturamento de R$ 900,00 por hectare. O custo por menor que seja, dificilmente será inferior a R$ 500,00/ha, então o lucro bruto seria de R$ 400,00 por ha - Para uma cultura praticamente manual onde uma família faria de 2 a 5 ha/ano, daria uma renda anual de 800 a 2.000 reais... Quem se satisfaz com isto? (Dá muito menos do que ficar recebendo o Bolsa Família + Cesta básica)
7) O preço de 29,00 a 30,00 constantes na cotação atual... é porque o óleo está sendo vendido a cerca de 800 a 1.000 dólares por tonelada em São Paulo ou Belo Horizonte... veja a cotação em http://www.aboissa.com.br Para fazer biodiesel não dá para pagar este valor para ter a matéria prima. Quem compraria este biodiesel?
8) Quem faria biodiesel com um óleo deste valor, se pode comprar óleo de soja por 500 dólares a tonelada para fazer o mesmo biodiesel?
9) 2.700 kg de média por hectare é uma média maior do que a média da soja que está por volta de 43 a 44 sacos por hectare...
10) Finalmente, o Governo deveria fomentar a fabricação de motores que utilizassem o óleo vegetal in natura assim como foi feito com o álcool mas, que infelizmente 30 anos depois estamos prestes a perder também com esta moda de Carros Flex... Nunca um motor flex terá o mesmo rendimento do que se fosse um motor próprio para álcool ou próprio para gasolina
Analise todas estas informações e veja se tenho ou não razão para dizer que "o primeiro sintoma da paixão costuma ser o último da sensatez..." e para quem pensa que a voz do povo é a voz de Deus, veja alguns equívocos do povo: Crucificação de Jesus Cristo. Pasteur teve que desmentir que as infecções eram causadas por microorganismos, o outro teve que "engolir" de volta quando afirmou que a Terra era redonda e, até no julgamento do Collor o povo se enganou...
Por isto existe o ditado "é muito perigoso ter razão em uma coisa sobre a qual todos estão equivocados..."
Telmo Heinen - Formosa (GO)

-----Mensagem Original-----
De: ADE QUIMICA LTDA
Para: telmoheinen
Enviada em: terça-feira, 2 de maio de 2006 23:06
Assunto: mamona
Prezado Telmo,
Estava lendo teu comentario "Caro Dionei, cuidado. O primeiro sintoma de paixão costuma ser o último da sensatez... Envie-me o seu e-mail para melhores informações. Sou primo do Rogério de Wallau, vice-presidente da CaixaRS (ex-funcionário do BANRISUL). Acho que mamona no RS... bem... " e, não consigo entender teu posicionamento.
Tem gente lá no RS, Vinema - Sr. Machado, dizendo que já colheu 2,7 ton/ha de mamona, de cultivares por ele desenvolvida, e está levando, por exemplo, o cultivo da mamona para o municipio do Rio Grande, que para quem conhece a região, só tem areia de praia.
Pode ser? Saudações, Claudio

De: Telmo
Enviada em: terça-feira, 2 de maio de 2006 20:42
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: [BioCom] Amigos na Comissão de Minas e Energia?
Quem tem amigos (Deputados) na Comissão de Minas e Energia, envie-lhe(s) uma mensagem a respeito desta votação:
A Semana - 2/5/2006 14h05
Minas e Energia pode votar incentivo a microdestilarias
A Comissão de Minas e Energia se reúne amanhã e poder votar o Projeto de Lei 5369/05, que cria o Programa Nacional de Microdestilarias de Álcool (Pronamicra), destinado a financiar prioritariamente as cooperativas de produção agrícola e a produção de agricultura familiar. O objetivo da proposta, do deputado Ivo José (PT-MG), é incentivar a produção de álcool combustível por microdestilarias.
O relator, deputado Betinho Rosado (PFL-RN), recomenda a aprovação de substitutivo que cria incentivos fiscais para as cooperativas de pequenos produtores e para as pequenas destilarias de álcool combustível (com capacidade de produção de até 10 mil litros por dia) e autoriza a venda direta de sua produção ao consumidor final ou aos postos revendedores.

De: Telmo
Enviada em: terça-feira, 2 de maio de 2006 20:49
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: [BioCom] + uma Audiência com pouca gente... (Álcool)
Produtores de álcool e outros biocombustíveis discutem Código de Combustíveis em Audiência Pública
A Semana - 2/5/2006 12h00 - Alguém dos Senhores foi convidado para dar a sua opinião? Pois é, eu também não podereir ir lá - Estou ocupado com Girassol.
A Comissão Especial do Código de Combustíveis realiza amanhã audiência pública para ouvir representantes de produtores de álcool, óleos vegetais e biodiesel. Entre os projetos de lei em análise na comissão estão o PL 2671/89, do Senado, que define as atividades dos postos de combustíveis; e o PL 2316/03, do deputado licenciado Eduardo Gomes (PSDB-TO), que cria o Código Brasileiro de Combustíveis.
Foram convidados para a audiência:
- o presidente da União da Agroindústria Canavieira de São Paulo, Eduardo Pereira de Carvalho;
- o presidente da Associação dos Produtores de Álcool e Acúcar do Estado do Paraná (Alcoopar), Anísio Tormena;
- o presidente do Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool do Estado de Alagoas (Sindaçúcar -AL), Pedro Robério de Melo Nogueira;
- o presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), Juan Diego Ferrés;
- o presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Biodiesel (Abiodiesel), Nivaldo Trama; e um representante do Ministério da Agricultura.

De: Telmo
Enviada em: terça-feira, 2 de maio de 2006 17:56
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: [BioCom] Bautista diz que Boliívia está correta!
Físico (Bautista Vidal) diz que Brasil deve defender ação de Evo Morales - Ele afirmou que a Petrobras precisa agir "de acordo com o princípio brasileiro, respeitador do patrimônio das outras nações".
02/05/2006 - 17h01min André Deak, Repórter da Agência Brasil (Nosso ídolo está corretíssimo!!! - Telmo)
Brasília – O físico José Walter Bautista Vidal disse que o Brasil precisa defender a nacionalização das refinarias de petróleo e gás na Bolívia, medida anunciada ontem (1º) pelo presidente Evo Morales. "O Brasil tem que defender a todo custo esse princípio da soberania, porque é um país que tem tudo a perder. Se não respeitarmos esse princípio, os outros irão usar isso contra nós", afirmou.
Bautista Vidal, que coordenou a implementação do Programa Nacional do Álcool (Proálcool) e hoje trabalha na implantação do biodiesel no país, afirmou que está sendo difundida uma idéia "errada", de que a Bolívia está agredindo o Brasil, uma vez que a Petrobras também foi afetada pela decisão. "Não é verdade. A Bolívia está resgatando um patrimônio estratégico fundamental", afirmou, em entrevista à Rádio Nacional.
Na opinião do físico brasileiro, Morales tomou uma decisão correta. "Ele está certo. O petróleo é um patrimônio do povo boliviano, assim como as reservas minerais do Brasil são um patrimônio do povo brasileiro".
Vidal citou como exemplo a mineradora brasileira Vale do Rio Doce, privatizada durante o governo de Fernando Henrique Cardoso. "Hoje, a Vale age de acordo com grupos internacionais e não de acordo com os interesses do Brasil. É um atentado contra a soberania das nações que grupos estrangeiros se apropriem desses recursos".
Ele afirmou que a Petrobras precisa agir "de acordo com o princípio brasileiro, respeitador do patrimônio das outras nações". Entretanto, segundo ele, "há indícios de que a empresa está agindo contra esses princípios, o que levou o povo boliviano a reagir. Essa posição é incompatível com os interesses brasileiros. A Petrobras não pode atuar da mesma forma que outras companhias de petróleo", acrescentou.
02/05/2006 Telmo Heinen, Formosa (GO)

De: Telmo
Enviada em: terça-feira, 2 de maio de 2006 12:12
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: [BioCom] Ref. óleo de mamona
Quanto ao óleo de mamona aqui em Goiás, sucederá o seguinte:
As Fábricas de Biodiesel "comprarão" a mamona para satisfazer as exigências do "Selo Combustível Social" mas extrairão o óleo naturalmente e cobiçam vendê-lo em São Paulo ou Belo Horizonte por 800 a 1.000 dólares a tonelada e na prática adquirirão óleo de soja (Cerca de 500 dólares a t) para FAZER o biodiesel que "já venderam" nos dois leilões que foram feitos...
Aliás, comentando-se isto com mentores do Ministério do Desenvolvimento Agrário, nada obsta tal intento - uma vez que a comprovação dos 10% necessários aqui no Centro-Oeste, é simplesmente pelo valor das matérias primas adquiridas, não importando o destino que for dado posteriormente...
Entendeu?
Não é tudo "uma farsa" portanto...
Aquele velho ditado continua válido... "Negócio que não tem segredo, não vai prá frente...!"
Tudo tem sempre uma segunda intenção, incrível.
Telmo.


De: Telmo
Enviada em: domingo, 30 de abril de 2006 21:07
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: [BioCom] Biodiesel - Equívocos
B R A S I L UM PAÍS DE T O L O S - Somos considerados tolos por muitos políticos e pela imprensa...
Prezado Prof. Emílio, o Sr. está equivocado. Primeiro, quanto mais biodiesel for fabricado, mais comida (alimento) sobrará! - Simples: Haverá um excesso de farelos à disposição. Segundo, não são 40 milhões de barrís (159 L) de óleo diesel que o Brasil consome por ano. Atualmente são cerca de 38 bilhões de litros.
A fome também não vai acabar no mundo, por uma simples razão... os que mais passam fome, residem muito longe de onde tem comida sobrando. Atualmente o mundo produz quase 400 kg de cereais para cada habitante/ano + todas as frutas + todas as verduras + todas as carnes + sal + açúcar + mel + pescados + extrativismo + mandioca + não sei o quê, pode fazer as contas, ninguém consegue engolir tanta coisa ao longo do ano.
Substituir florestas por plantações de palma (dendê) não parece ser tão ruim assim.
Atualmente o mundo consome 84 milhões de barrís de petróleo por dia, considerando que apenas a metade se transforma em combustíveis, precisaríamos algo como 42 milhões de barrís líquidos e se tudo fosse de dendê, 305 milhões de hectares plantados seriam suficientes (3,05 milhões de km2), para comparar, o Brasil possui mais de 8 milhões de km2 - Mas tem que descontar o álcool cujo potencial para aumentar a produção é grande e todos os outros óleos vegetais produzidos ou que vierem a ser produzidos. Ainda tem o seguinte, quando o combustível ficar com preço maior, certamente surgurão veículos mais econômicos que os atuais, aliás principalmente os americanos vão ter que abrir mão das "banheiras" (Carrões beberrões) deles em troca de outros mais econômicos.
Ah!, o biodiesel se torna bem econômico com o barril de petróleo a US$ 100.00 por barril e que pode ser atingido no fim do ano de 2006.
Além disto, hidrogênio - esquece! Energia nuclear também. Energia eólica e solar, aí sim tem muito futuro. Outro grande futuro é na gaseificação de qualquer biomassa, desde as folhas e o bagaço da cana-de-açúcar, capim elefante etc... madeiras, restos de qualquer coisa e que se tornarão econômicos com petróleo acima de 100 dólares por barril!! Álcool de cana, de milho etc...
Rudolf Diesel usou óleo de amendoim por volta de 1900 a 1903... e tanto ele como Henry Ford não acreditavam no petróleo, caso contrário certamente teriam sido os primeiros donos de empresas petrolíferas.
De qualquer maneira fazer biodiesel é uma tolice. O correto seria fazer motores tipo ELKO para consumir qualquer óleo ou gordura, ocorre que o poder reinante não pensa assim... Veja no site http://www.fendel.com.br
Sim, ainda temos 17 milhões de hectares de babaçú nativo Brasil afora, capaz de produzir 1.000 a 1.500 litros de óleo por hectare por ano... é só colher! Não colhem porque ainda é muito barato! Oiticica, macaúba, pequí e muitas outras plantas. Veja também http://www.pinhaomanso.com.br
Abs, telmoheinen@yahoo.com.br
Grupo Virtual BIOCOM - "Tribuna Virtual da Produção Social Doméstica de Biocombustíveis" - Nosso e-mail: biocom@grupos.com.br. Uma bio-homenagem aberta a Thomas Renatus Fendel - www.fendel.com.br.


Jornal BIOCOM 7

Meu caro Brito (Cote)

Hehehé, tua notícia da Argentina, mostra que o biobobodiesel por lá (e também na Espanha) apronta das suas... e não poderia ser diferente.
Isso corrobora a lógica cartesiana a favor dos fantásticos óleos vegetais, pois nada melhor do que utilizar um biocombustível natural, barato, estável e qualificado, em motores específicos. O resto é vagabundagem, é estupro, é assalto ao bolso do povo. Até quando? Minha nossa senhora...


Meu caro Gert

Acabo de retornar do seminário "energias do futuro" www.stef.com.br em que me deram a honra de participar do evento paralelo promovido pelo BioPastor Fuchs, com demonstração do Toyota pirata e do cogerador clandestino, ambos movidos a óleos vegetais virgens.
Claro que o evento principal deu ênfase ao biobobodiesel, capengas células combustíveis e idiotahidrogênio, defendidos por seus malformados falastrões engravatados, capitaneados pela FIEP e COPEL. Aliás, fui como vice-presidente da FIEP, já que sou conselheiro, e representei o coordenador do sistema daqui de Rio Negro.
E desde que "forcei a barra" para participar da "comissão de energias" da FIEP, a vários anos, nunca mais houve reunião... Por quê será?
Para salvar o evento principal da total mediocridade, o Professor Dr. Ernst Schrimpff da Alemanha fez uma apresentação explêndida, ele que foi um dos grandes responsáveis pelo sucesso das racionais leis alemãs das energias renováveis, onde o crescimento é exponencial, ao contrário da Inglaterra, com suas energias renováveis engatinhando vagarosamente, exemplo chinfrim que serviu de base para o nosso apadrinhado PROINFA.
O Professor alemão apresentou um gráfico com os respectivos resultados: Na Inglaterra as energias renováveis permanecem rastejando na latrina, enquanto na Alemanha seu progresso é estrondoso. ( Enquanto aqui no Brasil, estamos substituindo renováveis hidroelétricas por porcas termoelétricas...)
Infelizmente deram muito pouco tempo ao Professor Schrimpff, que começou atrasado, não por culpa dele, óbvio, que como germânico pontual e respeitador dos limites, interrompeu sua magnífica apresentação pela metade, quando recebeu o aviso de "tempo encerrado" da dileta "organização". Felizmente ele reapresentou seu fantástico trabalho no outro dia, na Colônia Wittmarsum - PR, por 4 horas, onde a equipe do Pastor Fuchs implantou uma usina de óleo virgem de soja, que já não consegue atender a demanda, e de onde está saindo um projeto compacto de miniusina de óleo vegetal, simplesmente fantástico. Parabéns. Informações com carlos@biovegetal.com.br
No evento paralelo, em compensação ocorreram várias apresentações com o pé no chão, como por exemplo as microusinas a óleo vegetal já mencionadas, que proporcionam ganhos 8 vezes maiores aos agricultores familiares, do que a simples e sacaneada entrega dos grãos aos intermediários, além de promover a produção concomitante de comida, desenvolvimento e auto-estima, e em contraste e substituição à nefasta agricultura fumageira.
Também meu concorrente gaúcho fabricante de kits, Paulo Lenhardt demonstrou sua S10 a óleo de fritura, com a qual já rodou mais de 50.000 km e que falou esta espetacular metáfora: "Ao invés de retirar o dinheiro de nosso bolso e dar ao bush, devemos retirá-lo do bolso esquerdo e devolvê-lo ao nosso bolso direito".
Ele também falou sobre o progresso das colônias gaúchas, que seguem os preceitos da agricultura orgânica.
Para minha grande decepção, até meu querido e idolatrado Bautista Vidal está defendendo misteriosamente o biobobodiesel. Que tragédia lamentável. Ninguém é perfeito. Justo ele, que foi o grande responável pelo desenvolvimento e sucesso do motor exclusivo a álcool. Imperdoável.
O Professor Schrimpff defende a energia solar e os veículos elétricos. Tentei lhe convencer que o rendimento dos motores elétricos de 90% tem de ser multiplicado pelo rendimento de 90% do inversor e pelos 70% de rendimento das baterias, resultando em 57%, próximo do rendimento do muito mais barato e simples motor ELKO a óleo vegetal, de quase 50%.
Ele nos informou que em 2 anos estará no mercado mundial um trator John Deere, com motor exclusivo a óleo vegetal.
O grande saldo positivo do evento foi a insistência do Professor Schrimpff da necessidade de 2 leis, a exemplo da Alemanha:
1a lei: - promoção e liberação para o uso irrestrito das energias renováveis
2a lei: - injeção de qualquer fração de EE nas redes, a preços compatíveis.
Como não poderia deixar de ser, no evento "principal" escutei várias mensões e elogios ao abobado mercado de carbono, seus créditos e MDL.
Tenho a comentar o seguinte: Se ao invés de correr atrás de estúpidas esmolas que apenas permitem aos porcos continuarem porcos, e promulgássemos as 2 leis simples e eficientes recomendadas pelo Schrimpff, e que venho divulgando a décadas, os resultados reais seriam muito melhores e imediatos.
Pensem no seguinte: Uma tonelada de carbono "seqüestrada" do ar é comercializada a ridículos 1 a 5 Euros, dependendo da cara do freguês, enquanto esta mesma tonelada de carbono em forma de gasolina vale atualmente algo como 600 Euros. Agora imaginemos um colono coletando merda de porco e efetuando sua biodigestão com coleta do biogás, queimado num motor gerador. Numa negociata ao sabor do fedor do vento, o proprietário dos suínos receberá talvês míseros 3 Euros adicionais pela tC, para um serviço, que ele tinha a obrigação de ter feito já a muito tempo, se o próprio dono não fosse também um porco em termos de preservação ambiental. Agora, se ele puder simplesmente conectar seu equipamento na ENEREDE e vender a energia correspondente a 1 tonelada de carbono, ele receberia uns 500 Euros pela EE injetada excedente correspondente e comercializada de forma coerente. E todos e tudo sairia lucrando.
Claro que para isso não se pode usar o estúpido, mensalista e apadrinhado PROINFA, e muito menos o badalado e míope mercado de carbono; para isso é necessário implantar a ENEREDE, coisa simples, universal, justa, ecológica, rápida e fácil. Detalhes em www.fendel.com.br
Ah! como seria bom para a humanidade, se os engravatados das FIEPs, COPELs e etc, entendessem este rudimentar raciocínio, pois ainda creio que não sejam todos bandidos. Ainda acredito serem ignorantes... e não por falta de insistência...


Meu caro Zoccola

Sou do palpite de que o Brasil deve ser signatário da ALBA e que Lula aprenda a cumprir suas promessas, com e como o Evo.
Claro que o idealizador Chaves não é nenhuma flor que se cheire, mas é muito menos fedida que o assassino bush.


Meu caro Valfrido Pantaneiro

A resposta que vc procura, foi redigida abaixo pelo biohomeopata veterinário Raymundo, em especial para vc... e como está perfeita... nem me atrevo a remendos...


Meu caro Raymundo

Apesar de tua bela resposta ao Valfrido, me recuso a anexar teu outro texto sobre bioenergia, pois nele vc fala a favor do biobobodiesel, artigo que vc escreveu a 4 mãos com o Fernando, Presidente da Associação de Engenheiros da porcobrás. Será que vcs ainda não perceberam a diferença entre OVN e biobobodiesel? Vc está sendo ludibriado. E o Fernando já assistiu a pelo menos duas palestras minhas... lamentável. Quem quiser o texto, que te escreva.


Meu caro Hernani e meu caro Telmo

Pelo fato do óleo vegetal ter muito menos oxigênio na molécula, comparado ao etanol, resulta que a densidade energética dos OVN é praticamente 2 vezes superior a do álcool, fazendo que um veículo movido a óleo de soja, tenha o dôbro da autonomia com o mesmo tanque, massa e dimensões.
Também os OVN requerem muito menos energia externa adicional para serem produzidos.
Se o álcool pudesse ser produzido e comercializado em pequena escala, e se a ENEREDE estivesse implantada, o rendimento energético de produção de álcool poderia ser aumentado consideravelmente, pois em escala de agricultura familiar, deveria ser adicionado um biodigestor no ciclo, melhorando o balanço energético, além de otimizar o balanço de nutrientes e venenos, reduzindo e até eliminando a necessidade de fertilizantes químicos e de agrotóxicos, pois o ciclo dos nutrientes é quase que totalmente fechado, muito pouco sai das propriedades, e pode ser repôsto orgânicamente.
O Professor Schrimpff mostrou uma tabela interessante, que mais ou menos pode ser traduzida assim: O grande vilão insustentável é o badalado Synfuel (liquefação de biomassa gaseificada) com a necessidade de energia de até 30 vagões de lenha para a produção de apenas 1 vagão de combustível, e o grande campeão de sustentabilidade são os óleos vegetais, onde ocorre o contrário, um vagão de óleo vegetal pode fornecer a energia suficiente para a produção de até 30 vagões de óleo vegetal.
As demais bioenergias se encontram entre estes extremos, incluso o biobobohidrogênio, que se localiza nas vizinhanças do Bioboboóleo obtido da liquefação de madeira ou resíduos gaseificados - a igualmente estúpida coqueluche na qual aposta e investe a corrupta indústria automotora e porcotrólea mundial.
Esta magnífica e contundente tabela, o professor não pode explicar detalhadamente no seminário... em respeito ao tempo dedicado aos demais contadores de lorotas...


Mein Lieber Juergen

Traduzo aqui teu e-mail recebido, para demonstrar que a putaria energética não é exclusividade nossa:
"Assunto: Corrupção e Veja
Olá Thomas. A corrupção é geral. Aqui na Alemanha existe a malha fortemente radicada de Rothschild e consorciados, em redes de energia, gas, bancos, adubos nitrogenados, Reiffeisen e monopólios de postos combustíveis.
Alguns milhões para políticos corruptos já não me aborrecem mais. O problema real é o abobalhamento das pessoas e a cobertura intencional da mentira, por exemplo sobre biomassa.
Veja a campanha mundial contra os óleos vegetais, em nome de orangotangos em Boréo (África) ou em nome de pessoas famintas, que não tem dinheiro, pois ninguém lhes compra os óleos vegetais, a preços vergonhosamente baixos como no caso da mamona no Brasil, e porque as pessoas não recebem crédito para comprar uma pequena prensa de óleo vegetal.
Mas a solução vem. Decentralizada e de feitio próprio, se óleo ou EE, e com ou sem oleoduto ou linhas de transmissão continentais.
Retransmito aqui um interessante número sobre os custos de distribuição de EE na Alemanha, de 7,7 centavos de Euro por kWh contra os custos de produção de apenas 3,6 centavos de Euro, que obtive da página da Tetzlaff com seu Bio-hidrogênio.
Wilhelm Raiffeisen foi um homem bom, que no século 19 na Alemanha fundou os sindicatos para os agricultores.
Seu nome continuou a ser utilizado por uma organização camuflada de Rothschild, responsável pela venda de adubo nitrogenado e aspersores de venenos com o intúito de explorar os colonos. Portanto exatamente o contrário do que queria Wilhelm Raiffeisen. São um bando de vampiros, que vcs também tem aí no Brasil.
Aqui mais 2 endereços com os "negócios" na Europa e em toda parte onde Raiffeisen atua. Eles tem várias fábricas de amônia na Ucrânia, que são "viáveis" apenas com preços irrisórios de gás natural, mas vendida com altos preços na Europa, devido ao "alto valor do petróleo".
http://www.kyivpost.com/opinion/oped/24436/
http://news.google.de/news?hl=en&ned=tus&ie=UTF-8&q=firtash+raiffeisen&btnG=Search+News
Juergen."
É, meu caro Juergen, 7,7 centavos de Euro correspondem a R$ 0,25/kWh apenas para a distribuição, o que é um preço elevadíssimo, que cobre qualquer custo de geração distribuída, por qualquer energia renovável, e sem corrupção, sem mensalão, sem propina e sem lobby.


Meu caro Sartozão rehidrogenado...

A tecnologia do syngas e synfuel, na qual se baseia tua conexão ao H2 fóssil, foi desenvolvida e utilizada na Alemanha na época da 2a. guerra, a partir do carvão mineral, e abandonada pela elevada ineficiência do processo.
Claro que os oligopólios fósseis, tentam de toda forma salvar sua imagem suicida, com anedotas, afinal, ninguém mesmo se preocupa com os conceitos fundamentais e elementares do ciclo da vida. Preferem sonhar com uma insustentável sociedade na lua ou mesmo com estações espaciais religiosas.
Assim também a turma do biobobonegóciodamoda tenta ressucitar o syngas e synfuel, inclusive no Brasil... onde são necessários mais do que 120 vagões de bagaço de cana, para se obter um vagão de biocombustível líquido...
Pelo menos, para gerar EE a caro e ineficiente H2 obtido diretamente, não será necessário liquefazê-lo a -253C...
Bombear CO2 às profundezas da terra, tem seu custo adicional considerável, e etc...
Note, nehum destes especialistas e seus artigos informam sobre o balanço de massas, de energias, etc.


Meu caro Benayon

O estudo de "custos do biobobodiesel", com tantos "não foram considerados" ... num papel, serve para acender uma lareira, e mesmo assim... é fraco...


Meu caro Baldini

O Professor Schrimpff é acima de tudo um entusiasta da energia solar direta, como vc.
Ele demonstrou transparências com casas e até indústrias autônomas em energia, apenas providos com painéis solares térmicos e fotovoltaicos, e isso lá nos gélidos países europeus. Uma das casas autônomas tinha um tanque isolado de acumulação de água quente solar em seu porão, que recebia a energia absorvida durante o verão e a liberava no inverno.
Claro que o ideal é a conexão dos painéis solares fotovoltaicos com a rede de EE, pois aí há a benéfica e essencial troca de energias e total aproveitamento dos investimentos.
Segundo seus cálculos, a energia elétrica da Alemanha pode ser suprida apenas com coletores nos telhados existentes.
Ele também explicou o funcionamento de um fogão solar noturno, onde a energia do dia era armazenada num circuito com óleo vegetal, que circulava pelo efeito de termosifão, e à noite podia-se cozinhar com esta energia acumulada.
O que ele deixou bem claro, pelo menos para mim, é a necessidade das 2 leis racionais de incentivos às energias renováveis.
Oras, se temos este sucesso na Alemanha, por quê temos que inventar bobagens por aqui como o Proinfa? Por quê não pegamos o que está mastigado por lá, e aperfeiçoamos aqui? Não tem sentido construirmos aqui rodas triangulares...


Meu caro Professor Conforto

Conforte-se em saber que aos 73 anos, vc tem um ideal na vida, que agora finalmete vc vai concretizar; teu sonho: se dedicar aos óleos vegetais naturais. Coisa simples, fantástica e cheia de prazer...
E, mais fácil ainda é injetar EE na rede. Vc já leu meu livro? E a seção de perguntas e respostas em ENEREDE?
Gostaria de saber especificamente quais são tuas dúvidas... para não ser muito repetitivo (mais do que já sou, hehehé...)
Não se acanhe, às vezes não consigo imaginar as dúvidas, e as elementares tem de ser devidamente esclarecidas.
É muito bom eu poder ensinar as coisas fundamentais, camufladas durante séculos, em prol das máfias e oligopólios.
Por aqui já passaram doutores professores universitários eletricistas, que nunca viram um relógio registrador andar para trás... e saíram daqui meio zonsos... incrédulos...

Dias destes uma admiradora minha do "Iogurte" disse que sou considerado louco pela maioria das pessoas que me conhecem...
Concordo. Minha próxima loucura bioenergética será transportar uma corrente e cadeado, e assim que meu carro for apreendido, vou me algemar ao volante, com a chave escondida em casa... e já estou vendo a cena, hehehé... vou mijar e cagar no pátio da solícita e abnegada polícia rodoviária federal... e aguardar a rede bôbo.

Hoje estou inspirado, consegui bolar um pré-filtro simples, eficiente e barato para as bombas elétricas de meus kits conversores de motores Diesel para óleo vegetal, coisa que estava martelando na cachola a meses, e que daqui prá frente fará parte do equipamento.
Também recebi um telefonema com rasgados elogios de uma doutora, assídua leitora deste semanário, e fã das bioenergias racionais.
Percebo a cada dia que as mulheres são seres mais evoluídos que os homens.
É uma pena e um atraso, suas ausências em FIEPs, COPELs, etc.

Para mais uma demonstração de como somos um bando de bostas idiotas: pagamos uma "taxa" aos eua, de R$ 0,35 por litro, para podermos exportar nosso fabuloso e cobiçado álcool, por merreca, aos porcos e esbanjadores norteamericanos.
Certamente esta taxa equivale a um subsídio de 50%, pago pelo abobalhado povo brasileiro ao porco esquema de dominação. Disso resulta na prática, que nosso esfarrapado Sezinho da esquina paga 4 x mais pelo mesmo álcool nacional, do que o porco bush...
Eita políticos filhos da PUTA. Deixo aqui meu voto de louvor ao índio Evo.
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=1099

Meu amigo Ermitão da ilha da Madeira - Portugal, mandou o seguinte texto publicado no Globo:
"Geisel batalhou contra a construção do gasoduto boliviano. Seu argumento era: "E quando fecharem a válvula, o que é que eu faço? Mando o Exército lá abrir?""
O que demonstra mais uma vez a sacanagem e a corrupção envolvendo nossa porcobrás e seus mensalistas parlamentares, qual seja: não foi por falta de aviso e de empenho do próprio mandatário máximo da nação, que agora o gasporcoduto cria problemas previstos e avisados, sem falar que continuamos queimando e jogando fora o mesmo GN em todas as refinarias e poços nacionais, GN comprado em dólares, usasse ou não...

Engraçado... agora todo mundo foi contra o gásporcoduto, incluso os próprios engenheiros da porcobrás...
Se foram contra, por quê o construíram? Por quê não fizeram campanha denunciando a maracutaia?

A revista:
http://www.permaculturalatina.org.br/
deu destaque aos óleos vegetais, com artigos de vários bioamantes.

Artigo sobre a pós-pós-guerra-fria:
http://www.mnp.org.br/materias.php?mat_id=78751&canal_id=13
onde os suínos norteamericanos estão finalmente indo chafurdar na merecida bancarrota.

Aliás, por quê o patriota e religioso bush não manda as filhotas dele ao Iraque?

Antiabestalhantes HidroBioabraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
Divulgação autorizada e desejável.
"Wissen sollte immer kostenlos und frei verfuegbar sein" - Nikolaus Foidl - Sabedoria deveria sempre ser disponibilizada livre e grátis.

 

De: conforti
Enviada em: sábado, 13 de maio de 2006 23:49
Para: Fendel
Assunto: 200%soliedariedade
Prezadíssimo Fendel,
Volto segurando o renovado nojo que me invadiu quanto aos depoimentos de Carmem Barreto e da AEPET do qual se depreende o grau criminoso de lesa-pátria do FHC, que eu já conhecia. E que hoje continua.
Aos 73 anos de idade o velho e fatigado combatente das salas universitárias tem, certamente, o direito de fruir da sua aposentadoria.
Enjoado também com os meandros escorregadios da nossa Justiça, pretendo encerrar minha luta de advogado logo que termine a maior Ação de toda minha vida e os maiores horários já contratados por mim. O que não significa que tenha deixado a arena. Mas continuarei a luta escrevendo contra as patifarias..
E ficarei intensamente nos ÓLEOS. Comprei uma Tobatta e mandei reformar zero KM. Estou negociando outra e mais um trator Kubota; e o que vier, inclusive uma Saveiro diesel. É o meu campo de experimentação sendo montado.
Esbocei uma mini-usina com base nos experimentos da Embrapa de Goiânia.
Descobri um equipamento para extração de óleo de soja, completamente abandonado e estou tentando chegar a ele. Comprar ou arrendar.
Comecei a montar um esquema de captura de óleos de cozinha usado; e já obtive, sem muito trabalho, mais de cem litros.
Espero a Tobatta voltar revisada para começar o uso metódico de adições, e exames de motor.
Plano: montar um "pastel-diesel" público para gerar energia elétrica dia e noite.
A propósito: como fazer a injeção de eletricidade na rede? Pode ajudar-me nos detalhes?
Voltarei com resultados logo os tenha. Por hora é só.
Abraços apertados do, Darcy Conforto.


De: rbaldini
Enviada em: terça-feira, 16 de maio de 2006 09:39
Para: Fendel
Assunto: RES: [BioCom] O petróleo é nosso (deles)!!!
Caro Fendel,
Aprecio seu acompanhamento do setor e gostaria de ter seu engajamento na área de energia solar, pois como você sabe, é inconcebível que não se crie mecanismos de incentivo a esta forma direta de utilização quando vivemos num país com uma média de insolação acima dos 3000w/m²/dia. Venho tentando sensibilizar setores para que se crie leis municipais, estaduais e federais a exemplo do que se fez nos países onde a energia solar teve grande impulso, tais como: isenção de IPTU no valor do equipamento solar instalado no imóvel, isenção de ICMS e IPI para coletores solares e painel fotovoltaicos. Alguns benefícios ao longo destes 20 anos de luta temos conseguido, mas ainda é pouco para se estruturar um mercado. O ideal seria a criação de uma política abrangente e eficaz que coloque o país na rota do desenvolvimento da energia solar com a industria local. Tenho acompanhado seus emails e vejo que sua batalha no front dos bio-combustíveis é grande, e quero lhe propor que lance foco também para a energia solar de transformação direta ( fotovoltaico) e de aquecimento (térmica), para os seus interlocutores de sua lista de emails que são formadores de opinião e podem se sensibilizar com esta solução energética num país ensolarado.
Solar-abraços
Ruberval Baldini
Presidente - ABEAMA - www.abeama.org.br
Associação Brasileira de Energia Alternativa e Meio Ambiente
rbaldini


De: Adriano Benayon
Enviada em: domingo, 14 de maio de 2006 23:54
Para: Fendel
Assunto: Re: Quanto custa produzir biodiesel?
Prezado Fendel,
Muito grato pela transmissão destes resultados de estudos da CEPEA e Dedini. São sem dúvida importantes, e guardei-os em meus arquivos, tendo-os lido e grifado alguns dos elementos que me pareceram mais significativos. É, porém, um texto prolixo e repetitivo. A mesma coisa poderia ter sido escrita em menos da metade do espaço que ocupa.
Além disso, eles não discriminam os custos do processamento industrial dos das matérias-primas. Além disso, não entendi essa estória de o subproduto farelo encarecer o óleo produzido.
Creio que haveria muito a discutir sobre esses dados, especialmente por quem entende mais do assunto. Uma pergunta que faço, de leigo na atividade de campo, é a seguinte: pesquisaram em mais de uma parte do Norte os custos reais do dendê? Este foi plantado há quanto tempo nas zonas pesquisadas? (imagino que se uma palmeira dessas dura 30 anos, os custos do investimento podem ser diluídos nesse prazo). A(s) zona(s) pesquisada(s) apresenta(m) condições ótimas para o dendê?
Por que nada se fez a respeito dos pinhões em outras regiões?
E assim por diante, haveria muitas indagações.
Abraços, Adriano Benayon

----- Original Message -----
From: Fendel To: Biocom
Cc: Bioenergia Sent: Saturday, May 13, 2006 2:04 PM
Subject: ENC: Quanto custa produzir biodiesel?


De: J Alex Sartorelli
Enviada em: segunda-feira, 15 de maio de 2006 15:53
Para: Turma 82
Assunto: [T82] Petrobras participa de projeto internacional para viabilizar a Era do Hidrogênio
A notícia é meio requentada, mas queria um parecer da subcomissão de energia da turma...
Mais detalhes técnicos em
https://www.hfpeurope.org/uploads/1105/1608/CACHET_WRIGHT_TechDays05_051208.pdf
(Petrobras é citada) []´s Sartorelli
A Petrobras firmou sua participação no Projeto Cachet (Carbon Dioxide Capture via Hydrogen Energy Technology) no último dia 5 de abril, em Londres. O projeto visa viabilizar a produção de hidrogênio combustível a partir do gás natural, com captura de gás carbônico (CO2 - Dióxido de Carbono). O projeto multicliente, que tem um investimento da ordem de 13 milhões de euros (33 milhões de reais), conta com a participação de 29 instituições, entre elas, universidades e institutos de pesquisas de toda Europa e da China, empresas, como a British Petroleum, a Shell e a Chevron Texaco, com financiamento da União Européia.


De: juergen Lochbuehler-Enzmann
Enviada em: domingo, 14 de maio de 2006 04:50
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: Korruption und veja
Hallo Thomas,
die Korruption ist überall.
Hier ist das Geflecht von Rothschild und Konsorten fest etabliert als Stromnetz, Gasnetz, Bankensystem, Stickstoffdünger, Raiffeisen, und Tankstellen-Monopol.
Ein paar Millionen für einen korruptenPoitiker regen mich schon gar nicht mehr auf. Das wirkliche Problem ist die Verdummung der Menschen und die absichtliche Unterdrückung der Wahrheit, zum Beispiel über Biomasse.
Siehe die Kampagne weltweit gegen Pflanzenöl angeblich wg. der Orang Utans in Borneo oder wg. der hungernden Menschen, die kein Geld haben, weil ihnen niemand das Pflanzenöl abkauft! oder zu Schandpreisen wie im Fall der mamona-Nüsse, und weil die Leute keinen Kredit bekommen für eine kleine Ölpresse.
Aber die Lösung kommt. dezentral und selbstgemacht, ob Öl oder Strom und mit oder ohne Pipeline oder Überland-Stromleitung.
Übrigens eine interessante Zahl über die Verteilungskosten im Stromnetz in Deutschland, das sind 7,7 Euro-Cent pro kWh gegenüber Erzeugung nur 3,6 Cent. siehe Anhang habe ich mir herauskopiert aus er site von Tetzlaff mit seinem Bio-wasserstoff.
Wilhelm Raiffeisen war ein guter Mann, der im 19. Jahrhundert in Deutschland die Genosssenschaften für Bauern gründete.
Sein Name wurde weiterverwendet für eine Tarnorganiation von Rothschild, die für den Verkauf von Stickstoffdünger und Giftspritzen zustämdig ist und zum Aussaugen der Bauern. also das Gegenteil von dem, ws Wilhelm Raiffeisen wollte. Ist nur eine Bande vonVampiren. Aber die habt ihr in Brasilien ja auch.
Hier noch zwei Links zu den "Geschäften" in europa, und überall hat Raiffeisen die Finger drin. Die haben nämlich mehrere Fabriken für Ammoniak in der Ukraine, und die können nur mit sehr billigem Erdgas rentabel arbeiten. Wird dann aber sehr teuer in Europa verkauft wg. der "hohen Ölpreise".
http://www.kyivpost.com/opinion/oped/24436/
http://news.google.de/news?hl=en&ned=tus&ie=UTF-8&q=firtash+raiffeisen&btnG=Search+News
juergen


De: Hernani S
Enviada em: terça-feira, 9 de maio de 2006 22:44
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: Farelo!!!Re: [BioCom] Re: [TSP] Jornal BIOCOM 6
Telmo e demais,
O farelo da torta do dendê (palmiste) é componente excelente para rações, o resíduo da extração do óleo da polpa, são fibras curtas, excelentes para pincéis, estofados e combustível para caldeiras; entre outras, a casca riquíssima em lignina, se presta para carvão ativado e outras aplicações nobres.
Digo o mesmo para, babaçu, coco, ouricurí e outras palmáceas; culturas perenes.
Mamona????
Quanto a custos, a primeira fase da produção do álcool; é a extração do CALDO, antes da fermentação e destilação.
Portanto produzur óleo é muito mais barato que produzir álcool.
E ainda tem o tempo de residência que implica na maior quantidade de equipamentos para o álcool, entre outras.

Caro Fendel.
A avaliação da parati com dendê foi feita aos 50mil km em 1985.
Abraços Hernani Sá

----- Original Message -----
From: Telmo
To: biocom@grupos.com.br
Sent: Tuesday, May 09, 2006 6:57 PM
Subject: Re: [BioCom] Re: [TSP] Jornal BIOCOM 6
Três considerações sobre as indagações:
Ferver ou cozinhar ajuda a retirar mais óleo. Não basta dizer ou escrever, produto tal contém tantos % de óleo, é preciso ver quanto o seu sistema de extração consegue retirar... A frio, difícilmente passsa muito dos 70%...
Vinhoto é um excelente adubo sim, contém muito K2O(Potássio). "Secá-lo" como leu ou ouviu, serve para retirar (evaporar) água pura que é reutilizada no Processo e, principalmente para reduzir o volume do vinhoto para transporte e aplicação:
O produto que consome mais energia para a planta produzir, é nesta ordem: 1) óleo; 2) proteina; 3) sacarídeos e 4) amido.
Produzir óleo de dendê, babaçú, pequi, macauba, buriti e pinhão manso etc... é o mais barato. O diabo é que estas plantas demoram a produzir e deixam farelos pouco aproveitáveis para alimentação humana ou animal.
Telmo Heinen - Formosa (GO)


-----Mensagem Original-----
De: fgiannella
Para: <biocom@grupos.com.br>
Cc: "Bioenergia" "Floresta"
Enviada em: terça-feira, 9 de maio de 2006 10:40
Assunto: [BioCom] Re: [TSP] Jornal BIOCOM 6
parece que o vinhoto da cana de açucar não é tao bom assim, acho que não pode ser usado sem tratamento, ja ouvi falar que pra virar fertilizante precisa ser secado.
F alando nisso outro dia vi uma reportagem na globonews sobre o biodiesel, apareceu todo o processo de fabricação feito por um pesquisador, como ele estava usando sementes de soja disse que não precisava ferver. Tem sementes que precisam ser fervidas para se extrair o oleo?
Afinal o que é mais barato? Produzir alcool ou oleo natural, apostando nas plantas que tem alta produção (dende,macauba, pequi, buriti etc..)?


De: Raymundo Araujo Filho
Enviada em: domingo, 7 de maio de 2006 17:47
Para: Fendel;
Assunto: Re: Jornal BIOCOM 6
Queridíssimo Fendel
Tenho sempre lido sua preciosas informações e diálogos. Ando envolvido, desta vez no Sul de MG, em projeto de Leite e Laticínios Ecológicos em pequena propriedade (50ha). Em pouco tempo estaremos com uma pequena unidade de transformação artesanal do leite, em produtos de qualidade.
Assim, mais uma vez vamos provar que uma pequena propriedade pode se viabilizar economica e socialmente. DESDE QUE a agregação de valor aos produtos se dê na própria área de produção, ou em pequenas unidades coletivas, cujos donos e/ou sócios são os próprios produtores e suas famílias.
Esta unidade que estamos projetando não é típica da agricultura familiar. Esta tem empregados, sofrendo por isso uma segregação absurda tanto ideologicamente pelos nossos "esquerdistas" de plantão e pelas leis dos financiamntos da produção, que colocam este tipo de propriedade em uma "zona cinzenta" dos financiamentos. Nem fazem parte das Organizações Sociais (MST, MLST e outras) com as suas "vias políticas" (= adesão) para conquistas, mesmo parciais, de seus intentos, nem têm representantes no Agronegócio Empresarial. São apenas escravos dos grandes laticínios monopolistas.
É uma pequena propriedade que gera 10 empregos diretos (com todos os direitos trabalhistas), e cerca de incontáveis indiretos (pelas atividades satélites interligadas). A família proprietária é de gente religiosa, militante na Fé e na Política. Todos (pais aposentados) e filhos, profissionais da clase média carioca, sem posses suplementares. Gente decente que me levou para a região para estabelecer uma experiência ecológica em um ambiente de uso indiscriminado de drogas, fertilizantes e venenos no ambiente e animais. Faz, portanto um contraponto importante na região.
Mas, mesmo assim, são considerados párias. Encarados como empresários por uns (a nossa "esquerda") e mal quisto por outros por respeitarem seus empregados e combater as práticas viciadas e viciantes do uso de nosso solo.
Mas, estamos resistindo! Em breve estaremos colocando leite e laticínios à disposição daqueles que procuram alimentos de boa qualidade, e não esta porqueira que nos oferecem hoje no comércio convencional. Com um projeto financiado pela própria família (DEUS sabe como!)
Penso da seguinte forma: Se um pequeno e deficitário proprietário rural e sua família ffdoram capazes, SEM AUXÍLIO NENHUM, implantar um projeto desta natureza e que chegará a bom termo, por que será que claudicam tanto os projetos da Agricultura Familiar e de fomento á pequena agricultura, a maioria financiados por esta simbiose perversa e sem nitidez das cúpulas dos Movimentos Sociais do campo e o governo?
Por que o BNDES não é utilizado para um forte financiamento do setor, com as mesmas benesses que os mega projetos que os grandes empresáriso recebem daquela casa de tolerância? Dispensamos apenas a benesse do não pagamento das faturas, tão comunmente acobertadas pelos executivos do BNDES.
Serão os nosso valorosos combatentes do campo tão conservadores quanto seus algozes das elites rurais, quanto à concepção de Desenvolvimento Rural?
Temo que sim: Aí mesmo, na Escola Pan Americana de Agricultura Familiar (na Lapa, se não me engano) sob a direção do MST, estava para ser aprovado um projeto de Laticínio a um custo de R$240 mil, para 30 famílias com uma produção pequena de leite, dentro de um financiamento de"fundo perdido", como me "tranquilizou" uma das lideranças do projeto (este sequer sabia o bê a bá do setor).
Veja só: Este é um valor equivalente a cerca de 12 pequenas agroindústrias que projetamos para inúmeros produtos primários articulados para as comunidades, principalmente aqueles de consumo mais volumoso nas próprias famílias e para articulação para compras sociais para as redes assistidas por governos ou entidades mantenedoras.
Isto permite uma inserção social e comercial destas famílias produtoras e, agora, agroindustriais no cenário. Evitando que naufraguem no Comércio Convencional, tendo de disputar com as grandes empresas, gigantes do setor (quase todas transacionais).
É por este caminho, o da DIVERSIFICAÇÃO é que poderemos responder à jocosa mensagem do Valfrido sobre "aonde plantaremos a Biomassa para nosso Biocombustível? Assim, de forma equilibrada poderemos agregar valores à Biomassa, FAZENDO A PRIMEIRA EXTRAÇÂO DOS ÓLEOS sob a batuta dos próprios Agricultores e/ou Produtores. em pequenas unidades de baixa complexidade, integrando-a (a atividade de produção de biomassa) ao cenário da agricultura diversa dos núcleos de agricultura familiar. Inúmeras espécies para a Biomassa são de grande valor em fases de preparo do solo para plantio. Outras, como o Pinhão são parte da natureza local, que deve ser recuperada, no lugar do Eucalipto. outras, como o abacateiro têm diversas opções de comercialização. E assim vai.... .
Desta forma, talvez os tirássemos da iníqua posição de receberem "cerca de R$3mil POR ANO" pelo plantio de sementes para Biomassa, como disse o inefável e ignorante presidente Lulla, no lançamento do insuficiente e elitizante programa de biocombustíveis do (des)governo federal.
Assim, democratizando e verticalizando o plantio e o processamento (em sua primeira fase) disseminaríamos esta opção de desenvolvimento social, desarticulando o Biocombustível apenas como um bom e predador (agro)negócio.
E como admitir o palntio de massa vegetal para combustível que irá limpar o nosso ar, permitindo que se utilizem fertilizantes industriais, venenos agriícolas e sementes transgênicas? Assim estaremos poluindo igualmente, trocando seis por meia dúzia. álém de tornarmos o nosso programa energéticos dependente dos preços praticados pelas transacionais como Monsanto, Singenta, Novartis, Rhodia, que dominam a tecnologia e patentes da morte.
Mas, segue o idiota do planalto surdo, cego e mudo às evidências. Intereseses maiores e inconfessáveis o cercam, hoje. Não tenho dúvidas.
Encaminho, em anexo, artigo que escrevi a quatro mão com Fernado Siqueira (AEPET) sobre o assunto.
Um grande abraço e saudades do amigo Raymundo


De: Valfrido M. Chaves
Enviada em: domingo, 7 de maio de 2006 15:46
Para: Fendel
Assunto: Re: Jornal BIOCOM 6
Fendel: o que quero dizer é isto: para adoção e expansão do ovn haverá aumento da área agrícola? Como isso se dará se, pela comunidade ambientalista e Mídia, já atingimos o limite de nosso desmatamento possível? Não é o que a Consertation veicula na mídia nacional e todo mundo acha lindo? Será possivel e econômicamente fazer agricultura nas áreas de transição com mais de 50% de reserva obrigatória? Onde plantar-se-há?
Desculpe, posso estar com algum pressuposto falso, mas minha indagação é sincera. Meu abraço, Valfrido


De: Armando Zoccola Filho
Enviada em: segunda-feira, 8 de maio de 2006 11:39
Para: Undisclosed-Recipient:;
Assunto: Alternativa Bolivariana
Abaixo o site onde pode ser consultado o "Acordo Cuba, Venezuela e Bolívia"
http://port.pravda.ru/mundo/03-05-2006/10920-bolivar-0


De: ECOLOGIA EM AÇÃO
Enviada em: quarta-feira, 10 de maio de 2006 11:34
Para: fendel
Assunto: RES: Re: [BioCom] os 1°s
Fendel, meus parabéns.
Espero que os agronegocios do nosso grupo prosperem, pois os tempos estão mudando para nosso grupo.

De: Fendel
Data: 05/10/06 11:28:16
Para: ECOLOGIA EM AÇÃO
Assunto: RES: Re: [BioCom] os 1°s
Gert, É um parceiro que comprou um kit, quer testá-lo, e está fazendo um monte de sugestões...
O interesse dele é se tornar um representante instalador no ES e RJ
Bioabraços Fendel
Obs: De minha parte, todos os envolvidos e "concorrentes" na questão dos OVN são parceiros... e tento distribuir as informações mais corretas possíveis.

De: ECOLOGIA EM AÇÃO
Enviada em: terça-feira, 9 de maio de 2006 11:14
Para: fendel
Assunto: Fw: Re: [BioCom] os 1°s
Fendel é contigo ou ja tem concorrentes ? Gert


De: evandro
Data: 05/09/06 10:45:17
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: Re: [BioCom] os 1°s
Rafael, o kit usa os principios basicos de queima completa do OV: aquecimento do OV e rotação alta do motor.
Para obter o aquecimento o kit conta com um filtro aquecedor que usa agua do radiador para obter 90° C de temp do OV, enquanto o filtro enquadra o OV a 100 microns, usando elementos de filtragem de 1113, levei a D-20 para a oficina para lanternar, devo pegar na 2ª feira, me ligue e conversamos, pois quero fazer algumas melhorias no kit, ok ?
sds Evandro 27-3260-1341

Em 09/05/06, raquiles escreveu:
Evandro,
Vendo sua mensagem no grupo me deixou curioso. Como moro em Vila Velha, gostaria de saber como é o funcionamento do kit. Estou para comprar um veículo a diesel e também tenho interesse no kit.
Abraço, Rafael Coffler


evandro wrote:
Fendel, rodei os 1000 km com ov, de vitoria/ES a Rio/RJ ida e volta. Obrigado, pelo kit pois deu tudo certo.
bio abraços. Evandro

De: COTE-Consultoria Ltda.
Enviada em: quarta-feira, 10 de maio de 2006 11:11
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: ENC: Las licuadoras siguen generando debate. El país merece un modelo sustentable
Prezados. Segue comentários de nosso correspondente em Buenos Aires.
Saudações,
BRITO
Enviada em: quarta-feira, 10 de maio de 2006 01:01
Para: unlisted-recipients:; no To-header on input
Assunto: Las licuadoras siguen generando debate. El país merece un modelo sustentable
Le envío abajo una opinión que me hizo llegar nuestro asociado Lic. Jorge Kaloustian, sobre el tema de la posible gran población de licuadoras para producir biodiesel que podrían radicarse en el Chaco y en otros lugares del País.
Son muchos los que todavía hoy creen que se puede establecer una política de Estado en materia de biodiesel, promoviendo su producción en el "fondo de la casa", utilizando las "simpáticas" licuadoras, las que según sus impulsores, desafían a la escala con un planteo sencillo y son más eficientes que cualquiera de las plantas de última generación, logrando producir biodiesel a $ 1 por litro (Costo de producción de las rudimentarias prensas?...Nómina de empleados en blanco?... Seguros?... Calidad normalizada?... Seguridad industrial?... Destino del glicerol?... Seguridad del almacenamiento y control de emanaciones de metanol?... Laboratorio de control de calidad?... IVA?... Cupo fiscal para lograr las exenciones?...etc.)...
Una política simplista de este tipo, tarde o temprano, puede hundir al plan nacional de biocombustibles en el fracaso (y quizás esto sea lo que buscan muchos, lamentablemente). Para los detractores del biodiesel, las licuadoras fueron funcionales, ya que les otorgaron "argumentos" para demostrar que no eran necesarios los incentivos que otorgaba el texto original del proyecto de ley de biocombustibles del Senador Luis Falcó y otros, dando lugar a justificar la desnaturalización del mismo.
Con solo repasar lo que ocurrió en la Municipalidad de Paysandú o consultar a nuestro amigo, Señor Aldo Neumann, de Darregueira, Provincia de Buenos Aires -ambos usuarios de licuadoras, "madrugados" en su buena fe- es fácil demostrar en que terminará un programa basado en ellas. Pero en Argentina, lo que es funcional al bolsillo, "es bueno", equivalente a decir que "lo prohibido tienta".
Si esto avanza desordenadamente, muchísimos argentinos se frustrarán con el biodiesel, tal cual se frustró un amigo mío residente en España, que cargó biodiesel en una estación cercana a Barcelona, en un auto alemán último modelo y de muy alta gama, y debido a la pésima calidad del producto que le expendieron, se generaron enormes desperfectos sobre su vehículo, que originaron reparaciones con un costo superior a Euros 5.000. Luego de ese episodio, para mi amigo, biodiesel es sinónimo de lo peor.
Ojalá el sentido común y el ánimo de investigación profunda impere en las autoridades al momento de discernir que tipo de modelo merece el plan nacional de biocombustibles de nuestro país. Mientras tanto, no deberíamos cansarnos de alertar a las autoridades sobre la inoportunidad de seguir inaugurando en actos oficiales -con corte de cinta inclusive- plantas de producción de biodiesel que no están habilitadas y que están imposibilitadas de cumplir protocolos de seguridad, de calidad y tratamiento de efluentes, por falta de tecnología.
Invito a leer abajo, las apreciaciones del Lic. Jorge Kaloustian.
Saludos cordiales. Claudio

Jornal BIOCOM 8


Meu caro Fernando

O artigo com a microhidroelétrica de ferro velho, no Perú, é do perú, hehehé.
Enquanto nossas autoridades constituídas arrotam besteiras e fazem esterco, joga-se fora milhares de oportunidades de geração de energia distribuída aqui no Brasil.
Em qualquer lugar daqui, num raio de 10 km, encontramos inúmeras fontes de energia renovável, que apenas não são aproveitadas devido a nossas leis burras, estúpidas e mensalistas, que as proíbem.


Meu caro Odair

1- O fogão solar noturno é composto de uma caixa de óleo vegetal, dentro da qual se encontra um barril ou panela. A caixa (ou tambor externo) é isolado termicamente, e se encontra num nível um pouco superior à placa coletora de energia solar (diurna, é claro). Esta placa possue 3 espelhos laterais para concentrar os raios solares adjacentes sobre a placa. Por esta placa circula, pelo princípio do termo-sifão, o óleo vegetal que está na caixa, onde o óleo quente, mais leve que o óleo frio, sobe fazendo com que o próprio sol atue também como uma bomba (o mesmo princípio é utilizado para aquecer água num sistema com placas solares ou com serpentina no fogão a lenha).
Bem, foi isso que consegui entender da fotografia mostrada pelo Professor Schrimpff, no evento www.stef.com.br, e-sítio em que as demais palestras sobre "energias do futuro" aparecem, com excessão das ministradas pelo Professor Schrimpff e por mim...
2- Quanto ao kit de óleo vegetal para a comunidade carente, posso fazer a doação.
3- Sobre a locomotiva, necessito saber mais detalhes; se for a Diesel fóssil, poderá ser propelida a óleos vegetais, e se for a vapor, poderá ser alimentada com lenha.


Meu caro Rolf

Lendo tua manifestação em apoio aos óleos vegetais naturais, me lembrei que foi vc um dos primeiros a me enviar aquele fantástico artigo da revista "4 rodas" dos anos 80, sobre o lendário motor ELKO, do qual foram produzidos artesanalmente, naquela época, mais de 1000 unidades na Alemanha, instalados principalmente em automóveis VW Passat e Mercedes 190, a um sobreprêço de aproximadamente R$ 20.000,00 cada.
Até hoje ainda existem alguns destes motores rodando na Alemanha, e inclusive uns 3 aqui no Brasil, como geradores de EE. Na época, seu inventor Ludwig Elsbett tentou produzir este motor em série aqui no Brasil, mas...
A outra opção que vc menciona, a do Biogás, faz parte da revolução e da evolução da agropecuária. Imagina só o colono poder vender e intercambiar EE com a concessionária, a preços decentes. Claro que para isso é necessário copiar e aperfeiçoar a lei das energias renováveis da Alemanha, onde as concessionárias são obrigadas a comprar qualquer fração de EE e a pagar bem por ela. Esse progresso não é possível com leis mesquinhas e apadrinhadas como o nosso Proinfa.
Hoje tive a grata satisfação de relembrar meu passado bioenergético... pois segui um carro movido a lenha... e bati um papo com seu dono (já tinha feito isso a uns 5 anos passados). É o tal do gasogênio, muito utilizado durante e após a 2a. guerra. Fiz um destes em meus tempos de estudante, adaptado num Dodge Dart.
O carro dele, C10 Chevrolet, está muito bom, anda bem, uma maravilha em constante evolução, e anda exclusivamente com madeira picada e seca.
Rio Negro - PR já foi a capítal nacional da Bioenergia... aqui havia uma fábrica de gasogênios nos idos de 1945.


Meu caro Telmo, meu caro Hernani e meu caro Brito

Esta nova moda de craquear OVN da porcobrás é outra de suas bioporcalhadas, uma porcopalhaçada, pelo mesmo motivo, que nenhum débil adiciona nosso maravilhoso álcool ao refino do porcotróleo, assim é igualmente besteira abobalhante adicionar os extraordinários óleos vegetais aos imundos fósseis em refino. Isso é uma típica atitude da engenharia de araque, que procura pêlo em ôvo, para alardear e difundir que cachorro é ovíparo.
E ainda querem patentear esta bobagem, francamente, quero ver o vassalo e vagabundo INPI patentear ovo de cachorro, digo, de cadela. É só o que falta.
Nessa cachorrada enrolada e enganadora do craqueamento, entra também o bobo hidrogênio, que não é nada barato, nem ecológico de ser produzido, e para engambelar a opinião pública analfabeta, ainda chamam esta patifaria toda de H-Bio.
Parênteses: Um litro de boboH2, liquefeito a -253C (quase a temperatura do zero absoluto) tem apenas 81 g de bobohidrogênio, e pasmem, sabem quantos gramas de hidrogênio contém num litro de magnífico óleo vegetal encontrado em cada semente? Resposta: 110 gramas, e claro, hidrogênio em forma de energia utilizável, simples, barato e eficiente, afora todo o biocarbono seqüestrado em poucos meses, com toda a sua energia.
E agora me vem estes especialistas de gibi infantil, com esta historinha do craqueamento do óleo vegetal natural, como se fosse a redenção da agricultura.
É na verdade apenas a redenção da agonizante, suicida e corrupta porcobrás, para dar-lhe mais alguns meses de sobrevida, em detrimento do capacho povo brasileiro, que em troca de sua ignorância, recebe os mais caros combustíveis do planeta, idem telefone, EE, juros bancários, água, esgoto, etc, etc.
Resumindo, craquear moléculas de óleo vegetal é tão estúpido como polimerizar moléculas de álcool, para fazer estúpida, cara e desnecessária biogasolina.
Certamente nenhum patife terá essa meleca de idéia, quiça irá patentear a biogasolina, esta bandidagem, e divulgar como coisa espetacular.
Está na hora do CONFEA e CREAs responsabilizarem estes ratos fedorentos por seus atos bandidos.
É como no caso do corrupto suinogasoduto boliviano... agora que a merda está feita, todos foram contra...


Meu caro Marcello

O que realmente está por detrás da sacanagem envolvendo os óleos vegetais naturais é a ganância e burrice da indústria porcolífera mundial.
Ao invés de perceberem sua redenção nas simples e eficientes bioenergias, tentam boicotá-las e difamá-las com os mais torpes artifícios e artimanhas.
O próprio Rudolf Diesel, foi afogado no mar, quando tentou difundir seu magnífico motor a óleo de amendoím.
Veja, na Áustria, o governo está incentivando todos os agricultores a utilizar óleos vegetais, enquanto que aqui, tem parlamentar mensalista babaca e corrupto bolando leis para impedir o uso dos OVN como combustíveis.
Meu Bioamigo Juergen da Alemanha me mandou um artigo, em que 1600 agricultores austríacos se uniram em 11 comunidades ou cooperativas para extração e uso direto de óleo vegetal virgem em seus tratores, caminhões e carros, produzindo em 4.500 hectares austríacos, a canola, girassol, e outras oleaginosas, num total de 4,5 milhões de litros de óleo vegetal e 9 milhões de kg de ração. Os investimentos somam 1,6 milhões de Euros. O governo austríaco vai acompanhar os agricultores e arcar com um terço dos pioneiros investimentos, demonstrando seu forte impulso, para se tornar a maior região renovável da Europa, conforme informa seu ministro da agricultura Stockinger.
No momento, o programa austríaco se baseia em 2 caminhos:
1. - Sem kit, os óleos vegetais virgens podem ser misturados diretamente ao tanque dos veículos a Diesel, nas proporções de 15 a 50% dependendo do tipo de motor.
2. - Motores adaptados, onde os motores andam exclusivamente a óleos vegetais, com kits que variam de 3.000 a 5.000 Euros.
Estes custos são amortizados em máquinas cuja carga horária de uso ultrapassa as 500 horas anuais. Como já verificado e comprovado em inúmeros experimentos práticos.
Enquanto isso, aqui no Brasil, atualmente os abnegados fabricantes de tratores e inteligentes institutos de pesquisa, simplesmente enchem de óleo vegetal os tanques dos tratores e espalham as fotografias com os estragos...


Meu caro Conte

Nos países mais gélidos do planeta, com a Escandinávia, onde uma árvore tem de pedir licença à outra, para pegar um pouco de sol e para poder crescer merreca, o PIB é mais da metade baseado no setor florestal e lá, eles realmente tem programas efetivos para implantar as imprescindíveis energias renováveis.
Lá o sol tem valor. Lá eles não se apegam a besteiras e falcatruas como o mercado de carbono, lá eles utilizam as energias renováveis porque estão concientes, não como aqui, onde tudo vira negociata, onde tudo vira benefício particular, onde as árvores crescem 40 vezes mais rápido do que lá.
Aqui, os mensalões ditam as regras para os abastados, e o povo que se foda calado, e pague a conta.
Lá é diferente. Lá tudo gira em torno da sustentabilidade. Lá eles sabem utilizar racionalmente os bens da natureza, sem agredir. Lá os porcos bandidos e suínos espertalhões são expulsos, e vem para cá avacalhar com tudo, e aqui ainda são recebidos como heróis bajulados.


Minha querida e idolatrada Ana

Na Dinamarca são proibidas termoelétricas, de qualquer tipo.
Enquanto aqui, neste país de políticos e técnicos verdadeiramente filhos da puta, implantam agora estas merdas, e ainda por cima "tetraflex" divulgados como se fossem a coisa mais maravilhosa do mundo.
Qualquer porca termoelétrica tem rendimento inferior a 50%, sendo 50 e tantos porcento da energia desperdiçada.
Se no lugar destas babaquices, houvesse a ENEREDE, houvesse a obrigação das concessionárias comprar qualquer fração de EE e a pagar bem por isso, poderia-se instalar pequenos cogeradores bioenergéticos, com rendimento de 95%, pois os pequenos empreendimentos como hotéis, condomínios residenciais, academias, etc podem e necessitam utilizar calor em seus negócios, que pode muito bem ser suprido pela energia térmica residual dos pequenos cogeradores.
A putaria é tamanha, que estes mesmos cafagestes que falam maravilhas das dinossáuricas termoelétricas fósseis, são os responsáveis pela imoral propaganda contra nossas fantásticas hidroelétricas renováveis.
Em todo o mundo a hidroeletricidade é cobiçada e vangloriada, inclusive é considerada a rainha das energias renováveis, enquanto aqui, estes porcos emporcalhadores do meio ambiente inventam lorotas a respeito, e implantam a todo custo, suas sujas e ineficientes termoelétricas, emissoras de carbono ao ar.


Meu caro Hernani

Caramba, quanto material e quanto trabalho vc realizou na década de 80, em prol da verdadeira bioenergia.
Imagino a cena: o frágil menino de estilingue (vc) enfrentando o encastelado gigante e porco golias (a porcobrás, a porcANP).
Nem sei como vc ainda está vivo...
Está na hora de desmascarar este bando de ratos que só sabem estuprar, exaurir e enganar o povo brasileiro.
Chega de cafetinagem energética.
Chega de molecagem traveca.
Por quê se negam a copiar e a melhorar os bons exemplos mundiais?


Antiabestalhantes HidroBioabraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
Divulgação autorizada e desejável.
“Los problemas de Brazil son dos: los extiernos e los intiernos. Los extiernos son Morales e los intiernos son Imorales.” (Hugo Chávez).


De: Hernani Lopes de Sà Filho
Enviada em: domingo, 21 de maio de 2006 14:11
Ana & Fendel,
É possível obter meus artigos nos sites dos jornais ou em seus arquivos. Tenho alguns que a traça não traçou. Vou procurar.
Além dessas tenho mais de trezentas entrevistas para jornais, revistas, rádios, para a TV, tenho gravado em fitas antigas (com mofo-vou tentar recuperar) no Fantástico, Auto-esporte, Globo Rural, Manchete Rural, TvE,
mais de 4horas, rádios, etc... Abrç. Hernani

From: anaechev
Esse material está disponível na internet?
Citando Fendel
Nossa, quanta matéria...
Dá prá anexar algum artigo?
De: Hernani Lopes de Sà Filho

FENDEL & ANA.
Os Onibus da CTC-Rio, circularam entre 1979 e 1981 (Confirmo depois).
Os ensaios de campo, foram precedidos por ensaios em laboratórios do INT e de bancada no CTA-SP, Foi fruto de convênio entre as instituições do governo federal: INT,FTI,CTA e a CTC do Rio de Janeiro.
Os Diretores das mesmas eram respectivamente: Cel.Lopes Pereira, (INT,FTI) Cel.Montandon (CTA) e Cel. Nelson Brás (da CTC).
Eu fui o responsável técnico, como chefe do Grupo de Engenaria, pelas formulações e ensaios.
ALGUMAS MATÉRIAS( ENTREVISTAS DA ÉPOCA) - JORNAIS/REVISTAS/TELEVISÃO

"INT estuda mistura de óleos. É outra opção"
Rio de Janeiro - Jornal do Comércio - 27/11/79

"O novo diesel" (Joelmir Betting)-matéria negativa
Jornal - O GLOBO - 8/02/80

"Técnico do MIC contesta críticas a mistura de óleo"-minha entrevista
contra em Joelmir Betting
Jornal - O GLOBO - 9/02/80

"Chuva atrasou dendê para os testes nos ônibus da CTC.
Jornal - O GLOBO - 29/02/80

"Após o dendê será testado o óleo de amendoim"
Jornal - O GLOBO - 29/02/1980

"Dendê e amendoim testados no INT movem ônibus da CTC"
FTI/Rio de Janeiro - Tecnologia Jornal - 4/03/1980

"Dendê e amendoim nos ônibus da CTC.Concluída a 1ª fase.
Tecnologia Jornal - 5/03/80

"Álcool com dendê e diesel uma mistura excelente para motor"
Tecnologia Jornal - 7/06/80

"Álcool com dendê e diesel, uma mistura excelente para motor".
Tecnologia Jornal - junho/1980

"Ônibus movidos à mistura com dendê tem desempenho normal"
Jornal do Comércio - 27/06/80

"Óleos vegetais já podem substituir até 30% do diesel"
Tecnologia Jornal - agosto/1980

"Breve em todos os motores:
amendoim, mamona, babaçu e dendê."
Salvador -Ba - Jornal - A TARDE - 06/10/80

"Experiência da CTC no Rio com dendê e amendoim aprova"
Rio de Janeiro - RJ - Jornal do BRASIL - 12/10/80

"INT faz os testes finais com óleos vegetais nos veículos diesel
do Estado"
Jornal do Brasil - 15/10/80

"Um ilheense na busca de solução para o problema do petróleo"
Diário da Tarde - Ilhéus - 8/12/80

"Óleos vegetais - projeto INTOL - passa nos testes"'
São Paulo - Revista - Comércio & Mercados - Dez/1980

"Óleos vegetais poderão substituir o diesel - Experiência na
CTC".
Jornal O GLOBO - Panorama econômico 81 - 29/05/81

"Mistura do óleo vegetal ao diesel ainda demora"
Jornal - O GLOBO - RIO 18/10/80

"Óleo vegetal, uma alternativa que não polui"
Jornal do Brasil

Bom domingo.

From: anaechev
O Fendel é exagerado, Hernani.
A Justiça em Santa Catarina é excessivamente morosa. E não há grandes decisões corajosas.
Mas precisamos tentar, espernear...
Os ônibus a óleo vegetal circularam quando? Com a permissão de quem? Por que saíram de circulação?
Citando Fendel
Hernani, hehehé... vc ainda não conhece a Ana...
Se ela quiser, ela convence qualquer juiz a me dar um "habeas corpus" bioenergético na hora, hehehé...
Para tal estamos municiando ela com os devidos fatos, argumentos e realidades.
Aliás, estou anexando algumas fotos tuas, que talvez ela possa anexar ao processo como exemplo:
1 - Collor em tua Parati movida a óleo bruto de dendê.
2 - Teus ônibus a óleos vegetais no RJ
3 - Tua equipe com bomas de óleo de amendoim e óleo de dendê
Estou adaptando um motor eletrônico moderno a óleo vegetal num Passat Variant 94 (parecido com tua Parati).
Acontece que neste país de bostas corruptos aqui, não é possível andar com Diesel em automóveis (somos o único país do mundo com essa palhaçada) pois a porcobrás não consegue produzir o porcodiesel suficiente, enquanto exporta a porcagasolina excedente por micharia...
De: Hernani Lopes de Sà Filho

Ana & Fendel,
Desculpe Ana, mas desiludido com os biojuizesmensalitas (estou aprendendo o bioportuguês), acredito que vai demorar muito liberar o carro de Fendel.


De: anaechev
Enviada em: domingo, 21 de maio de 2006 13:42
Para: Fendel
Cc: Hernani Lopes de Sà Filho
Assunto: termelétrica multicombustível
Governo estuda implantar conceito de geração multicombustível em termelétricas. CNPE anuncia medida, em teste pela Petrobras, que prevê substituição de gás natural por álcool, GLP, GNL e diesel em usinas, em caso de emergência
Fábio Couto, da Agência CanalEnergia, Mercado Livre - 19/05/2006

De: Paulo Conte
Enviada em: sábado, 20 de maio de 2006 15:04
Para: Fendel
Assunto: Países escandinavos lideram movimento futuro com emissões zero de CO2
Países escandinavos lideram movimento futuro com emissões zero de CO2
Além de Kyoto, que prevê a redução de emissões de gases do efeito estufa na Europa em 8% até 2012, Estocolmo tem uma meta ainda mais desafiante. No ano de 2050, a capital sueca pretende ser 100% livre de combustíveis fósseis e, com isso; zerar as quase 3.500 quilotoneladas de CO2 que seus 750 mil habitantes produzem hoje.
"A meta é dura, mas precisamos fazer isso para prever algumas conseqüências climáticas", afirma a prefeita da cidade, Viviann Gunnarsson, durante a conferência Um Futuro com emissões zero de CO2. Nos últimos dois anos, a cidade já investiu €41.8 milhões em 45 projetos climáticos.
Atualmente, 62% do sistema de aquecimento de Estocolmo vêm de biocombustíveis. A incineração do lixo gera energia elétrica e aquecimento e duas de suas usinas de energia são 100% renováveis.
No setor de transportes, metrôs e trens circulam movidos à energia verde, 30 ônibus a biogás e 253 a etanol. A meta e aumentar em mais 130 ônibus a biogás e 132 a etanol até 2009; chegando assim à marca de 100% livre de combustíveis fósseis em 2020.
"Outro importante passo para que cidade alcance a meta é o uso de biocombustíveis", diz Viviann. Estocolmo é rodeada por canais e, para um melhor aproveitamento da estrutura natural, a prefeitura pretende investir em novos ferry-boats para transporte público movidos a energia limpa.
Com relação ao uso de automóveis, em dezembro do ano passado, 50% dos carros utilizavam biogás ou etanol. O objetivo é que em 2010 todos sejam abastecidos com combustível verde. Para isso, Viviann já planeja a implantação de imposto por circulação de veículos no centro da cidade, medida já aplicada por muitas cidades grandes ao redor do mundo.
Eco-cidadãos - Porém não é apenas o governo que precisa investir para tornar uma cidade energeticamente limpa. Os cidadãos também precisam mudar seus hábitos. Pensando nisso, Estocolmo guia seus moradores para um estilo de vida sustentável; incentivando o menor uso de energia ou emprego de fontes renováveis e da eficiência energética.
O melhor exemplo de uma possível mudança de comportamento vem do projeto Consumo esperto com menos energia e emissões de carbono (Smart Consumption with less Energy and Carbon Emissions). Através do registro de todos os recibos de bens, serviços, eletricidade e combustível consumidos por 60 famílias, o uso de energia e a emissão de carbono de cada cidadão são calculados. Com esta informação em mãos, cada família recebe sugestões de como reduzir emissões vindas da energia direta e indireta consumidas, assim como são capazes de diminuir seus gastos.
Em março de 2007, depois de um ano do primeiro cálculo energético, uma nova medida de cada família será realizada e um novo «perfil energético» será feito. Assim será possível ver se cada família participante obteve sucesso na redução do consumo de energia, assim como nas emissões de carbono. (Paula Scheidt/ CarbonoBrasil)


De: Marcello Capelli
Enviada em: sexta-feira, 19 de maio de 2006 21:16
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: óleo vegetal
Lí a respeito sobre as vantagens do uso do óleo vegetal como combustível e fico surpreso de saber que não exploramos todo o potencial a nível comercial.
Pergunto: o problema é político? pressão externa , envolvendo outros países?
Gostaria realmente de poder entender o descaso com a tercnologia e que, pelo que lí dominamos e temos como produzir em grande escala. Agradeceria se pudesse esclarecer minhas dúvidas.
ass: Marcello Capelli


De: COTE-Consultoria Ltda
Enviada em: sábado, 20 de maio de 2006 09:51
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: ENC: biodiesel
Prezado Fendel.
Gostaríamos de seus comentários sobre esta reportagem.
Saudações,
Brito - Cote Consultoria - Divisão de Cereais
Visite nosso site: www.cote.com.br

De: Hernani Lopes de Sà Filho
Enviada em: sexta-feira, 19 de maio de 2006 21:20
Para: GLOBAL Financial Adviser; Abrasgraos-Y
Cc: João Batista Olivi; Ana Amélia Lemos
Assunto: A morte o biodiesel-Re: 5 Slides sobre o H-Bio
Como disse antes:
A morte do biodiesel e o renascimento dos OVNs.
A petrobras redescobre a própria roda!!!.
Devido a grande avanço propiciado pela INTERNET, as soluções estão convergindo para a solução ideal.
"os sabichões, os que pensam que são, os corruptos, não tem como enganar a todos durante todo o tempo nem por muito mais tempo".
Depois explico. Hernani Sá (o pai)

From: Hernani Lopes de Sà Filho
To: Fabiano Prado Barretto
Cc: cacau-l
Sent: Friday, May 19, 2006 10:50 AM
Subject: Memória curta!--Petrobras anuncia adição de óleo vegetal no refino do diesel a partir de 2007
Fabiano,


From: Hernani Lopes de Sà Filho
To: Fabiano Prado Barretto

Cc: cacau-l
Sent: Friday, May 19, 2006 10:50 AM
Subject: Memória curta!--Petrobras anuncia adição de óleo vegetal no refino do diesel a partir de 2007
Fabiano,
Nossos políticos e principalmente os jornalistas tem memória curta!!!!.
Será doença? , ignorância ou mensalão?
É INCRÍVEL COMO ESTÃO TENTANDO PATENTEAR O IMPATENTEÁVEL (bioodiesel, craqueamento e agora essa!!).
CADÊ A COMPETÊNCIA DO INPI?
Veja mensagens abaixo, por favor.
Abraço, Hernani Sá ( o pai) www.;biocombustiveis.com.br

COMPANHEIROS,
Custos de combustível na produção de cacau (podem aproveitar, eu tenho os KITS de Fendel).
Mensagem abaixo.
Vocês podem ser auto-suficientes!


----- Original Message -----
From: Hernani S
: Não é novidade!!!-Re: [BioCom] Óleo vegetal misturado no petróleo...
Caros Fendel, Telmo e demais
No início da década de 80, foi discutido e a petrobras adicionou azeite de dendê (ÓLEO DE PALMA) numa refinaria do Ceará e obteve proporcionalmente mais diesel e querosene.
É óbvio que foi abafado e a PETROBRAS ESQUECEU?
Eu tenho jornais da época.
Foi abafado e o diesel subsidiado(?) para esconder a verdadeira solução que interessaria aos brasileiros; os OVN, que todos, desde que tenham pelo menos um quintal, poderiam produzir de maneira simples
Acredito que está reaparecendo agora, para quebrar o projeto da EMBRAPA(que também não é novidade).

É FO.....
QUEM PAGA O MAIOR MENSALÃO EXTENSIVO A QUASE TODOS?.
Fendel me disse uma vez que gostaria de ser otimista quanto eu.
Mas quem viveu a experiência, quotidiana, durante mais e 30 anos, não pode ter mais dúvida.
Não tem jeito!!! vai que ser AGORA! (próximo governo)
Não adianta tentar esconder, a verdadeira solução vai ser implantada no próximo governo( a não ser que desestabilizem a América Latina).
Abraços a todos, Hernani Sá (o pai) www.hernanisa.com.br (o filho)


----- Original Message -----
From: Telmo
To: lista-do-agronegocio-1
Sent: Friday, May 19, 2006 8:11 AM
Subject: [BioCom] Óleo vegetal misturado no petróleo...
Prezado Fendel,
Como é que nunca ninguém discutiu isto antes, aumentar o volume do petróleo, adicionando-lhe óleo vegetal antes do craqueamento?
Hoje às 11h00 no auditório da Petrobrás será concedida entrevista coletiva pelo Sr. Paulo Roberto Costa sobre o chamado "H-Bio"
Aguardo sua interpretação.
Abs, Telmo Heinen - Formosa (GO)

----- Original Message -----
From: Fabiano Prado Barretto
To: cacau-l
Sent: Friday, May 19, 2006 10:20 AM
Subject: [Cacau-l] Petrobras anuncia adição de óleo vegetal no refino do diesel a partir de 2007
http://www.radiobras.gov.br/materia_i_2004.php?materia=265177&q=1&editoria=


From: Rolf Gieseler 2006
To: leitor
Sent: Friday, May 19, 2006 7:44 AM
Subject: SANTA, DIA 19-05-2006, PG 6 - REPORTAGEM BIODIESEL - PG 6
Prezados Senhores
Com relação a matéria sobre biodiesel faltou a publicação de outras opções energéticas de custo bem inferior e aplicação nas propriedades rurais gerando emprego e renda e reduzindo o efeito estufa por se tratar de energias renovaveis( oleo vegetal, biodigestores capturando gas metano de efeito estufa e produção de alcool combustivel)

CARTA PARA OPINIÃO DO LEITOR
NÃO AO BIODIESEL
BIODIESEL – é mais um monopólio na mão da Petrobrás - extração da glicerina do óleo vegetal em plantas industriais caras. Inteligente é o uso de óleo vegetal (soja, mamona, pinhão manso, etc) puro como combustível em tratores e veículos . A adaptação para uso direto de OV- óleo vegetal em tratores custa R$ 500,00. O uso do álcool e do biodigestor (gás metano de efeito estufa) em granjas de suínos e aves como coogerador de energia, todos produzidos em propriedades rurais são outras opções energéticas de baixíssimo custo. Quem sabe com a novela “Bolívia” isto acontece.
Eng.º Florestal Rolf Gieseler Fone
89052-001 - Blumenau - SC

Caso se interessem na questão do OV- óleo vegetal e outros vão aí alguns links SUGIRO UM REPORTAGEM SOBRE O ASSUNTO E CONTÉM COMIGO PARA MAIS INFORMAÇÃO
ASSUNTO OV - óleo vegetal
www.elsbett.de
www.biocar.de
www.wolf-pflanzenoel-technik.de
www.greasecar.com
www.fendel.com.br
ASSUNTO - biodigestores
www.mct.gov.br/Clima/cigmc/pdf/AnexoIII_Sadia.pdf - Resultado Adicional -
www.ibps.com.br/index.asp?idnoticia=3011 - 55k - Resultado Adicional -
www.conpet.gov.br/artigos/artigo. php?segmento=corporativo&id_artigo=18 - 27k -
www.agcert.com.br

De: Odair - Assessor da Presidência
Enviada em: terça-feira, 16 de maio de 2006 20:47
Para: Fendel
Assunto: Re: Jornal BIOCOM 7
Grão-Sacristão Eng.° Mecânico THOMAS RENATUS FENDEL
Mui digno Diretor-Presidente da FENDEL Tecnologia
Fineza informar-me como fazer o citado fogão solar noturno. Preciso dele para o trabalho pioneiro na Comunidade tradicional Banto, de afro-descendentes. Por certo, se somará aos equipamentos de geração de energia mediante nova tecnologia de acréscimo de eficiência a aerogeradores a ser lá experimentada e aos painéis fotovoltáicos previstos, bem como aos coletores solares planos (para aquecimento da água) e aos dispositivos de tratamento de dejetos (biodigestores etc).
II. Qual a perspectiva da FENDEL Tecnologia poder fornecer kit de conversão para uso na referida Comunidade?
III. Gentileza também informar como poderemos formular proposta de utilização de biocombustível em locomotiva de composição ferroviária e quais os dados necessários para preparação de anteprojeto nesse sentido.
Atenciosamente Eng.° Civil ODAIR SANTOS JUNIOR
Assessor de Águas e Meio Ambiente da Presidência do CREA-MG


De: Fernando Gómez Mancilla
Enviada em: terça-feira, 16 de maio de 2006 21:39
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: micro_usina
Estimado Sr. Fendel: me tomo a liberdade de encaminhar o anexo, que diz respeito a construção de uma micro - usina hidroelétrica, no Perú.
Sei que o Sr. saberá mais de como difundi-la.
Atte Fernando Gomez Mancilla
Obs.: "chatarra" significa "ferro velho, algo jogado fora, que não presta mais".



Jornal BIOCOM 9


Meu caro Marcelo Guimarães

BIOCOM nasceu de uma homenagem e pesquisa de meu Bioamigo Gonzaga, arquiteto em Curitiba, e fã das energias renováveis. Foi ele que criou o grupo Biocom, e eu usei o nome para este jornal.
És uma das poucas pessoas que me servem de exemplo na luta pelas microdestilarias de álcool e pelas pesquisas de fixação de nitrogênio no solo.
Patrocinadores virão, pois afinal o mundo está se conscientizando da realidade bioenergética, que por cá continua boicotada.
Alguns textos ótimos em alemão estão em http://www.bv-pflanzenoele.de/
Sei que moras no campo, sem acesso à internet, e para acelerar tuas ímpares pesquisas e divulgar teus resultados, certamente terás que te conectar.


Meu caro Telmo

Na receita da Cati, de 30% OVN, 5% gasolina e 65% Diesel, minha sugestão é trocar os 5% da gasolina por 5% de álcool, pois o álcool é bioenergia.


Meu caro Miguel

Obrigado pelo contato e desculpe-me responder via este jornal, pois assim quem sabe alguém possa te informar quem trabalha com os sistemas de refrigeração por absorção que procuras. Meu Bioamigo Jack, aí de Portugal, informa que na embaixada de Israel há uma brochura sobre uma empresa que usa este sistema a 30 anos.
As ferramentas de busca informatizada vasculham artigos com as palavras chave e assim mais pessoas se beneficiam e podem desenvolver leis e trâmites necessários.
Para obter energia "zero" no meio do circuito elétrico, é necessário gerar uma energia considerável, e isso seria a segunda etapa da ENEREDE, com controladores "conecte e funcione" e que deveriam também corrigir e evitar as ressonâncias, harmônicos e etc, além da carga elétrica, seu objetivo principal. Penso que esta tecnologia de contrôle que vcs estão desenvolvendo aí em Portugal é um avanço considerável, e vai possibilitar inclusive a reversão da energia, ou seja, pode-se passar além da duplicação da energia transmitida, ou seja com a reversão se transmite o triplo de energia original, no mesmo circuto e investimento em linhas. Parabéns e sucesso na empreitada.


Meu caro Hernani

O governo e a Pbrás fazem propaganda maciça para que não se discutam preços e impostos.
Agora querem misturar petróleo com óleos vegetais antes do refino, com a adição de hidrogênio...
Tudo para continuar sugando o povo e manter suas regalias.
Mas, felizmente a cortina está caindo...


Meu caro XXX

Para injetar EE na rede, o ideal é um gerador assíncrono (motor de gaiola funcionando como gerador).
Quanto ao motor Diesel, ele deve ser adaptado ao óleo vegetal, com um kit. Aí na Europa tem mais de 30 fabricantes de kits.
Eu misturo o óleo de fritura com a mesma quantia de água e agito mecanicamente durante 10 minutos. Depois deixo decantar por 2 semanas e recolho o óleo limpo de cima. Claro que o ideal é verificar se o óleo atende à norma que está sendo elaborada na Alemanha, para o óleo de canola.


Meu caro Cícero

Eu que te agradeço a oportunidade ímpar de poder mostrar e defender os óleos vegetais e a ENEREDE para uma boa parcela da engenharia de motores da Mercedes do Brasil.
Para mim também, a reação da platéia foi muito positiva e agradável.
Veja, se além do motor, vc consegue também a doação do chassi, cabine, cx de câmbio, pneus, etc...
Ao pessoal envolvido com a fórmula truck, informe que tem motor adaptado que rende mais a OVN do que a Diesel, e que seria muito interessante, em termos comerciais para a Mercedes, apresentar um caminhão vencedor sustentável, hehehé...
Gostei de conhecer a "oficina" de motores e principalmente o motor "exportação" com eletrônica nas bombas individuais e mais eletrônica nos bicos injetores... até sonhei com este motor se deliciando com óleo refinado de soja aquecido...
Sobre minha presença num encontro de turma, é só deixar eu mostrar alguns gráficos e figuras por 20 minutos...
Quanto ao casamento, está marcado para 08/07 e todos os meus bioamantes "de fora" estão convidados como padrinhos, inclusive o Mússio. Claro, será um biocasamentosemináriocaipira, com direito a 1/2 hora de palestra do noivo, folclore alemão e barril de chopp.
Traje: Índio, alemão, polaco ou caipira.
O carro da noiva (que chamo de Índia Bolivariana em homenagem ao Evo) será movido a lenha (gasogênio) e o da lua de mel a óleo de fritura.
Meu amigo eólico Bisca virá especialmente da Irlanda, e meu bioamigo Botucatú virá de ônibus a OVN, com lugar para frete adicional, e portanto, habilitem-se, hehehé. Passagem: 5 litros de óleo refinado.
O Mestre de cerimônia será meu bioamigo coroinha do CREA - MG, o padre será meu bioamigo Contesinho do MP-PR e meu bioamigo missB cantará "Corneto Mio" na chegada da noiva.


Meu Bioamigo alemão Juergen enviou um fantástico artigo contra a conversa mole mundial de difamação do etanol, escrito em alemão, (alguém se habilita em traduzir?) por Karl Weiss e Elmar Getto:
http://www.rbi-aktuell.de/cms/front_content.php?client=1&lang=1&idcat=17&idart=7248
e um outro (em espanhol) sobre agricultura sem fertilizantes químicos:
http://www.comunicacion.amc.edu.mx/noticias/nuevo-biofertilizante-ayuda-a-la-productividad/

O artigo:
http://www.zoonews.com.br/noticiax.php?idnoticia=81367
Trata sobre a primeira empresa brasileira do setor de alimentos a realizar a venda de créditos de carbono.
Claro que seria muito melhor vender a EE dos chiqueiros, do que o inócuo cambalacho do mercado de carbono...

O artigo:
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=1269
Trata sobre o fracasso do apadrinhado Proinfa.
Claro que a ENEREDE seria muito melhor, efetiva e sustentável.

O artigo:
http://www.mnp.org.br/materias.php?mat_id=79716&canal_id=13
Trata sobre a pressão de Hugo Ghaves para que empresas brasileiras que operam em seu país participem de missão comercial na Bolívia.
Pelo menos, o Hugo não é vendilhão, e ajuda os demais a saírem da latrina em que chafurdam.

O fantástico artigo:
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=1257
Do honorável professor da UnB Adriano Benayon, informa que o Brasil não precisaria continuar pagando os maiores juros do planeta.
Segundo ele, a política econômica é voltada para os grandes empresários e especuladores, nacionais e estrangeiros: "É escandaloso os royalties do petróleo no Brasil estarem em apenas 5%, enquanto no Oriente Médio são cobrados 30%; na Venezuela, 40%; e na Bolívia, de Evo Morales, devem passar para 82%."
Esta decisão cabe ao Ministro de Minas e Energia e pode ser retroativa no tempo, se usar a cláusula "condições excepcionais".

O artigo:
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=1253
É sobre o projeto de transformação de capim em ''carvão verde''.
Além de ser bobagem utilizar alcatrão como combustível, a Pbrás poderia patentear um projeto para adicionar capim verde ao porcotróleo... no lugar do óleo vegetal...

O artigo:
http://www.zoonews.com.br/noticiax.php?idnoticia=80984
Descreve as perdas na agricultura familiar com o H-Bio.
Claro... estas biobobagens servem apenas para perpetuar a vida da insustentável Pbrás.

O artigo:
http://www.zoonews.com.br/noticiax.php?idnoticia=80997
Informa que o biodiesel, produzido a partir de vários óleos vegetais, pode estar com seus dias contados.
Que bom, que as bioasneiras já estão sendo desmascaradas.

O artigo:
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=1228
Fala sobre o plebiscito que decidiu pela instalação de termelétrica fóssil em Cachoeira do Sul - RS.
Isso demonstra e confirma e manipulação provocada pela vassala mídia, a favor de interesses mesquinhos de poucos, em detrimento da vida de muitos.

O artigo:
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=1232
Informa que a Vale do Rio Doce investe menos em hidrelétricas.
Ou seja, estão trocando energia hidráulica renovável por porcas termoelétricas...

O artigo:
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=1235
Descreve a vontade de agricultores em fazer biodiesel com soja.
Infelizmente desconhecem que OVN seria mais barato, mais eficiente e melhor.

Abaixo mais alguns artigos em português, alemão e inglês, enviados pelo Juergen, sobre Johanna Döbereiner, bactérias para fixação de nitrogênio do ar, bem como sobre o feijão bravo do Ceará.
No último endereço tem o sítio do Clark Erickson sobre "terra preta".
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-204X2001001100005
http://www.gsf.de/Aktuelles/Presse/miscanthus.phtml
http://www.pubmedcentral.gov/articlerender.fcgi?artid=106570
http://www.idrc.ca/en/ev-27778-201-1-DO_TOPIC.html
http://www.fao.org/docrep/003/v9327e/V9327E03.htm
http://www.sas.upenn.edu/~cerickso/

Meu outro Bioamigo alemão Prehn (radicado aqui no Brasil) informa que na Alemanha acaba de ser inaugurada a primeira bomba para venda de Biogás do mundo, onde veículos transformados para o sujo gás natural, agora podem se abastecer com limpo metano renovado, não fóssil.


HidroBioabraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
Divulgação autorizada e desejável.
“Los problemas de Brazil son dos: los extiernos e los intiernos. Los extiernos son Morales e los intiernos son Imorales.” (Hugo Chávez).


De: Cícero
Enviada em: sábado, 27 de maio de 2006 20:17
Para: T82@yahoogroups.com
Assunto: [T82] Fendel na DaimlerChrysler
Como muitos de vocês, eu já não tenho mais muita paciência em ler todos os longos e-mails do Fendel batendo sempre na mesma tecla. Por outro lado tenho que admirar a coragem e perseverança com que luta para tentar esclarecer alguns pontos que a maioria de nós nessa lista não conheceria não fosse por ele.
Por isso alguns de vocês vão achar inacreditável, mas não satisfeito em receber os e-mails quase diários do Fendel, ainda por cima convidei-o a fazer uma palestra na DaimlerChrysler, empresa em que trabalho na área de desenvolvimento de motores diesel.
Achei que, concordando ou não com os pontos de vista que ele gosta tanto de expressar, seria interessante para os meus colegas ouvirem o que ele tem a dizer. Afinal de contas, é muito difícil receber de outra forma informações técnicas sobre os aspectos negativos do hidrogênio e biodiesel como combustíveis, ou sobre o potencial dos óleos vegetais.
Aproveitei que existe um programa de palestras culturais semanais sobre assuntos diversos na empresa e enviei um convite ao Fendel. Para minha surpresa, ele aceitou de imediato, mesmo tendo que viajar de Rio Negro para São Paulo especialmente para isso.
Foram 60 minutos de apresentação em que ele conseguiu expor sua posição sobre bioenergia e cogeração, temas que a essa altura todos nós já conhecemos depois de anos de doutrinação nessa nossa lista.
O que posso dizer é que a reação da platéia foi positiva. Muitos colegas de trabalho vieram comentar comigo no dia seguinte que foi a primeira vez em que foram apresentados a um outro lado da atual crise energética, com uma discussão diferente sobre as opções sendo oferecidas para as futuras fontes de energia. Muitos concordaram 100% com as posições do Fendel e outros o consideraram radical - houve até quem o chamasse de louco em plena apresentação. Vocês hão de concordar que isso seria de se esperar, nós que já conhecemos nosso colega e a veemência com que defende suas idéias.
O fato é que a grande maioria gostou de ter assistido a apresentação.
Bio-bobo-diesel, Porcobrás e falácia são 3 termos que ficaram na cabeça dos meus colegas, que acharam graça na insistência com que foram repetidos.
Como não poderia deixar de ser, agradeci satisfeito ao Fendel pela apresentação e estou agora tentando descobrir algum meio de possibilitar a doação de um motor Mercedes para ele fazer suas experiências.
Fora da palestra, nosso encontro foi infelizmente rápido demais para 2 colegas que não se viam há 18 anos e o papo que pudemos ter foi no caminho entre o aeroporto de Congonhas, onde fui apanhá-lo, e a fábrica em São Bernardo. Fiquei contente em sentir que ele está bem de físico e de espírito. Dei uma bronca nele por não ter o hábito de prestigiar nossos encontros e ele confessou que tem medo de encontrar o Mússio... rs
Fofoca pra turma em primeira mão: ele me contou que vai se casar muito em breve (formalizando na verdade uma relação já existente de convivência do casal) com uma moça de Rio Negro.
É isso que eu tinha para contar. Fendel, mais uma vez muito obrigado.


De: XXX
Enviada em: sexta-feira, 26 de maio de 2006 10:34
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: como faco...?
Desculpe a ortografia bioamigo, e que este computador e "gringo"...
To fazendo um master aqui em Barcelona e quero dar un sentido pratico a esse trem...
Aqui a producion de energia esta aberta, ou seja, vc. poe uma maquina pra funcionar, e vende a energia atraves de um agende de mercado. O regime especial (geracion atraves de fontes renovaveis, ou residuos) e onde quero me meter: atraves de oleo de fritura.
Quanto a parte tecnica mecanica da coisa, cual a melhor solucion para um moto gerador em regime continuo (CA sincrona - 1.1MW): o motor diesel deve ser preparado de que manera para ser economico e necessitar o menor numero de paradas possivel?
E o sistema de lavagem e filtragem de oleo de fritura, vc. tem um esquema?
Por favor me ajude, se possivel... Um bioabraco, saude e sorte...


De: Hernani Lopes de Sà Filho
Enviada em: sábado, 27 de maio de 2006 12:59
Companheiros.
Quem souber, por favor informe; é importante para nossa luta política ( www.hernanisa.com.br) em prol do Brasil e dos brasileiros.
É mais uma explicação porque os sabichões sempre boicotaram os Óleos Vegetais Naturais.
Sabem porque?
Resp. ROUBO ZERO!
Alguém tem uma relação dos preços dos combustíveis fósseis de 1969 até 1980?
E a relação entre quantidade de ônibus e caminhões ?:
a) a gasolina
b) a diesel
É muito importante conhecermos.
Hernani Sá(o pai)


----- Original Message -----
FORMAÇÃO DE PREÇO DA GASOLINA QUE NÓS OTÁRIOS PAGAMOS:(em R$/litro):
Gasolina "A" 800ml (pura, vendida pela Petrobras)= 0,80
Alcool anidro 200 ml (20% misturado à gasolina)= 0,24
TOTAL = 1,04
CIDE - PIS/COFINS (IMPOSTOS FEDERAIS)= 0,44
ICMS (IMPOSTO ESTADUAL)= 0,64
TOTAL DE IMPOSTOS (108% DO PREÇO BRUTO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!)= 1,08
TOTAL (CUSTO + IMPOSTOS)= 2,12
LUCRO DA DISTRIBUIDORA (EM MÉDIA POR LITRO)= 0,08
FRETE (EM MÉDIA POR LITRO)= 0,02
LUCRO DO POSTO (EM MÉDIA POR LITRO)= 0,25
VALOR NA BOMBA COM IMPOSTOS = 2,47
VALOR NA BOMBA SEM IMPOSTOS = 1,39
SE VOCE COMSOME 200 LITROS DE GASOLINA POR MES, O BOLO FICA ASSIM DIVIDIDO:
DONO DO CARRO (OTÁRIO 1) GASTA: R$ 494,00
DONO DO POSTO (OTÁRIO 2) GANHA: R$ 50,00
DONO DO CAMINHÃO (OTÁRIO 3) GANHA: R$ 4,00
DISTRIBUIDORA (JÁ NÃO TÃO OTÁRIA ASSIM) GANHA: R$ 16,00
GOVERNO (O LADRÃO DA HISTÓRIA) - EMBOLSA: R$ 216,00


De: Miguel Morgado
Enviada em: quinta-feira, 25 de maio de 2006 19:11
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: EuroSolar Portugal
Caro Thomas,
Li seu capítulo de perguntas e respostas em sua página na net e achei bem curioso!
Você sabe que a minha Empresa, EUROSOLAR esta a implementar em duas províncias da região sul de Portugal aquilo que convencionamos designar por “projecto de produção distribuída do baixo Alentejo”
Trata-se de 260 micro estações solares que produzem energia eléctrica junto a ao nó de índice inferior de (toda) a rede de distribuição ( O posto de transformação), (associada a mesma subestação) e o dimensionamento é justamente feito para fazer tender para ZERO, a corrente eléctrica na meia distancia ( eléctrica ) entre o nó de índice (n) e o nó de índice (n-1). Agora estamos trabalhando num sistema de monitorização e controlo para evitar que a rede entre em ressonância. As vantagens que você enumera para a produção distribuída estão ái. A questão agora é evitar que a rede entre em ressonância, para isso nos monitorizamos a impedância activa, a tensão a corrente e a segunda derivada dv/dt2.
Neste momento estou procurando fabricantes de máquinas de absorção (brometo de lítio) ou amónia, com o Sol como fonte primaria, já com alguma experiência no mercado. Você conhece algo ai no Brasil. Sei que no Sul existe bastante. Se achar interessante e vir que pode haver formas de cooperação entre nossas Empresas por favor diga algo.
Obrigado por seu tempo. Miguel Morgado - EUROSOLAR


De: Telmo Heinen-
Enviada em: quarta-feira, 24 de maio de 2006 18:38
Para: Thomas Renatus Fendel
Assunto: Fw: Kit p/ oleo vegetal
Veja o Kit do Fendel: http://www.fendel.com.br
Telmo.
E é justamente isso que o kit criado pelos produtores faz. As resistências aquecem o óleo, a uma temperatura de 75 graus, antes que ele chegue à bomba injetora. "Se o óleo vegetal atingir os bicos das bombas injetoras a uma temperatura superior a 70 graus já tem viscosidade semelhante à do diesel", diz.
Depois das 2 mil horas de trabalho e da avaliação definitiva do kit, os produtores pretendem começar a produzi-lo em escala comercial e colocá-lo à venda em todo o País. Nasorri estima que o preço do kit deverá ser em torno de R$ 4 mil.
Enquanto os kits não chegam ao mercado, o agrônomo da Cati afirma que uma receitinha simples - 30% de óleo vegetal (soja, girassol), 65% de diesel e 5% de gasolina (funciona como solvente, para diluir o óleo vegetal) - pode ser usada tranqüilamente pelos produtores em máquinas a diesel. "É compatível com os equipamentos que temos hoje e não causa dano aos motores."


De: reginaggss
Enviada em: segunda-feira, 22 de maio de 2006 11:26
Para: thomas
Assunto: Re:Jornal BIOCOM
Comandante Fendel,
1. Considero que a "Agência Fendel de Bioenergia" já é um sucesso. Você parece não gostar do nome acima mas acho que é uma boa.
2. Gostaria de receber os textos do Gert e do Schrimptf e outros de tecnicos alemães, escritos em alemão pois estou fazendo um esforço para aprender o alemão técnico referente a área de Bioenergia.
3. Acho que a "Agência" deve ter um sentido profissional, comprometida com a verdade dos fatos como você vem tentando fazer. Neste sentido julgo que você poderia ter em breve PATROCINADORES.
Abraços, Marcelo Guimarães


De: Estevao Pereira
Enviada em: quarta-feira, 24 de maio de 2006 01:32
Para: Fendel
Assunto: Re: mistura de OVN,
Ilmo. Sr. Thomas Renatus Fendel,
Preliminarmente, agradeço sua resposta e informações, vou experimentar aos poucos, porém a minha dúvida é se não vai entupir os bicos etc? O diesel dilui a viscosidade do OVN?
Outrossim, preciso pagar o seu livro, do qual fiz uma cópia no micro, e sempre leio.
Por favor valor, bco, c/c, etc.
Grato pela atenção - Estevao Pereira - Curitiba

De: estevaoestevao
Enviada em: segunda-feira, 22 de maio de 2006 12:22
Para: thomas@fendel.com.br
Cc: telmoheinen
Assunto: OVN
Olá. Ilmo. Sr. Thomas, e Sr. Telmo!
O que está acontecendo com a Petrobras? H-bio?
Realmente estão atras de melhor combustível, energético e social, ou é + uma arapuca para o povo brasileiro?
Grato
Estevao Pereira


De: Adriano Benayon
Enviada em: domingo, 21 de maio de 2006 22:39
Para: Fendel
Assunto: Re: Jornal BIOCOM 8
Caro Fendel,
Grato pelo envio de mais um BIOCOM, sempre com informações e esclarecimentos importantes para quem deseja compreender as possibilidades da biomassa.
Outra coisa. Além de alguns parlamentares nada favoráveis aos interesses nacionais, sua lista de destinatários, ao que vejo, inclui o dep. Leonardo Monteiro (PT-BA). Esse foi o relator do Projeto 3.960/2004 que o fez desaprovar na Comissão de Meio-Ambiente da Câmara. Creio que já lhe contei como foi. Numa incrível sessão dessa comissão com dois deputados presentes, além de seu presidente.
Depois de haver dito que daria parecer pela aprovação (ao Dr. Enéas e a mim), não teve pejo de apresentar um relatório repleto de absurdos, elaborado, como ele mesmo confessa, no Ministério das Minas e Energia. O meu trabalho, "considerações sobre o projeto 3.960 ..." demonstra aqueles absurdos (sem se referir diretamente a eles).
A ministra do Meio Ambiente é a que propugnou o projeto das Florestas, aprovado pelo Legislativo, por proposta do Poder Executivo. Com ele se internacionalizarão imensas áreas do território nacional, o que tipifica crime punível com a pena de morte, conforme está dito expressamente no Código Penal Militar.
Abs. Adriano Benayon


De: Hernani Lopes de Sà Filho
Enviada em: terça-feira, 23 de maio de 2006 09:15
Para: Fendel; Ana Candida Echevenguá
Assunto: Recebi esta hoje-há,há,há:Re Da Vida-Re: biocombustível
Fendel.
A putaria de hoje!
Hernani Sá(o pai)
Óleo Vegetal Puro no motor: suicídio econômico
André Luis Pereira, Redação MB do Brasil na Agrishow Ribeirão 2006)
Esse é o conteúdo que foi retirado do motor de um trator Valtra após 600 horas de trabalho utilizando Óleo Vegetal Puro (lembrem-se que biodiesel não é óleo vegetal).
A "gosma" é uma mistura de hidrocarbonetos e carvão, muito parecida com asfalto.
Esse é o resultado do desconhecimento de muitos agricultores que usam hoje esse verdadeiro veneno para motores.
Biodiesel é o produto de uma reação química entre etanol ou metanol (alcool) com um óleo vegetal ou gordura animal na presença de um catalisador. O biodiesel em si é um éster do alcool utilizado para fabricá-lo.
Óleo vegetal não é Biodiesel.

Opiniões e Comentários - Abril/2006Opiniões e Comentários-Junho/2006