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OPINIÕES
E COMENTÁRIOS
Jornal BIOCOM 5
Meus caros Adriano, Anderson, Dirley, Gert e Oscar
O título: "Biomassa para quem" pode ser ampliado: "Brasil
para quem" com exatamente os mesmos argumentos.
É uma pouca vergonha a sacanagem com a qual a nossa hierarquia
trata o nosso sofrido povo, sob os aplausos, torcida e orientações
do poder mundial. Veja, somos o único país do mundo, onde
automóveis a Diesel são proibidos. E por quê são
proibidos? Porque a porcobrás tem excedentes de gasolina, que vende
pelo dobro do preço para o abobado e chupado brasileiro, em relação
ao preço da gasolina excedente exportada.
E mesmo com esse excedente de gasolina, ou seja, falta de óleo
Diesel, a porcobrás e seus tutores men$ali$ta$ não admitem
a venda e o uso de óleos vegetais combustíveis, já
fazem mais de 30 anos.
Para emgambelar o povo, espalham notícias medíocres como
glicerina e acroleina, ou seja: a glicerina, afirmam não "queimar",
e a acroleína afirmam ser cancerígena. Vagabundos, idiotas,
não sabem que trinitroglicerina explode sem faísca? Para
queimar a glicerina basta elevar um pouco a temperatura de combustão
nos motores, com um kit, ou como ocorre em todos os motores de injeção
indireta e pré-câmara, a elevação da temperatura
ocorre por taxa de compressão maior.
Quanto à acroleína, ela se forma também nos motores
a gasolina, a Diesel e a biobobodiesel. Quem fuma, absorve grandes quantidades
deste hidrocarboneto cíclico. A acroleína degrada rapidamente
no ar, sendo que a metade desaparece em um dia ao reagir com outras substâncias
da atmosfera na presença de luz solar. Além disso, a acroleína
não é considerada cancerígena pela IARC.
De acordo com a patente US 6,545,177 (2000, Nippon Shokubai) a oxidação
da acroleína se dá em fase gasosa na presença de
um catalisador de óxido metálico. E o catalisador mantém
a atividade após 8000 h de operação. Ou seja, traduzindo
para o leigo, para que os bostas contrários aos óleos vegetais
naturais entendam: Instalando oxi-catalizadores nos tubos de descarga
dos motores, a acroleína "queima" quase que completamente.
Saliento que aqui no Brasil, terra de máfias mentirosas porcas,
nenhum motor Diesel tem oxi-catalizadores, enquanto a lei nacional os
exige para todos os motores a álcool.
Isso porque, no porco Diesel daqui, tem enxofre, o que acaba danificando
os oxi-catalizadores. Ou seja, se estes energúmenos substituíssem
o enxofre por óleo vegetal no Diesel fóssil, poderiam exigir
motores muito menos poluentes. Já. Imediatamente.
Mas não, preferem continuar fodendo o povo. Agora pensam em fazer
o caro e desnecessário biobobodiesel, que nenhum fabricante de
motores e componentes igualmente aceita. Ora, se os fabricantes têm
de se adaptar ao caro, corrosivo e instável biobobodiesel, por
que não se adaptam logo aos baratos, neutros e estáveis
óleos vegetais? Chega de putaria. Chega de enrabar o povo.
Meu caro Rolf
A máfia fóssil denigre criminosamente e intencionalmente
a imagem das hidroelétricas e das bioenergias, apenas para gerar
lucros mesquinhos e imediatos a seus assassinos e larápios acionistas,
mesmo sabendo que o pico do porcotróleo ocorre agora em 2006, ou
seja, a curva de produção fóssil líquida alcançou
seu máximo, e daqui pra frente, a produção não
consegue acompanhar a necessidade de consumo, muitos poços estão
exauridos, produzindo cada vez menos, enquanto os não descobertos,
são cada vez menores e mais difíceis de serem bombados.
Meu caro Telmo
Tendo o álcool uma octanagem maior do que a gasolina, a badalada
tecnologia "flex" não passa de uma acochambração,
aliás assim como a conversão para GN ou os "triflex"
visto que o metano (GN) suporta uma taxa de compressão ainda maior
que o álcool, e portanto motores dedicados (exclusivos) poderiam
ter rendimentos melhores.
Então, por pura putaria política, até hoje é
proibido ao pequeno produtor comercializar etanol, e toda a frota nacional
é mais beberrona, em pleno agonizante terceiro milênio.
Mein Lieber Nikolaus
Traduzi teu texto com meu parco inglês, pois tuas pesquisas bioenergéticas
são sempre extraordinárias, e faço questão
de que mais gente tenha acesso a tuas informações:
"Prezado Fendel!
A maneira mais eficiente de produzir carvão vegetal é um
processo de carvoejamento pressurizado, onde o material molhado ou seco
é aquecido artificialmente até 300 graus centígrados,
num tanque fechado pressurizado, e então vc adiciona ar com um
pequeno compressor por um lado e retira o gás do outro lado do
tanque, mantendo a pressão interna em 10 kgf/cm2. Com material
fino o carvoejamento leva 30 minutos e com lenha de diâmetro maior
(15 cm) leva até 80 minutos para carbonizar completamente o material
orgânico. Vc mantém a temperatura na faixa dos 400 graus
e então a maior parte do alcatrão é condensada internamente
ao próprio carvão, e uma quantidade muito pequena de alcatrão
sai do tanque pressurizado. O gás de saída é misturado
a carvão moído, que previamente é embebido em amônia
e o CO2 e CO são capturados formando uréia no interior dos
poros do carvão. O gás remanescente contém principalmente
metano (CH4) e hidrogênio (H2) que pode ser utilizado num motor
para geração de energia elétrica. O calor do gás
de saída pode ser utilizado para gerar vapor. (Um processo desenvolvido
por uma universidade Americana)
A carbonização pressurizada foi desenvolvida nos longínquos
anos vinte, e o professor Antal, da Universidade do Havaí, tentou
patentear este simples conhecimento da arte muitas vezes nos últimos
5 anos. A eficiência passa dos 50%. Estou construindo uma unidade
de 3 m3 para iniciar com as experiências de carvoejamento em setembro
deste ano.
Quero fazer algumas tentativas sérias com a nova "terra preta"
para melhorar a qualidade dos solos em nossa fazenda na Bolívia.
Se o projeto alcançar os resultados almejados, esperamos obter
créditos de CO2 por retirarmos imensa quantidade de CO2 da atmosfera,
e enterrá-la para os próximos 10.000 anos, aumentando a
fertilidade do solo e sua produtividade.
Com as melhores saudações, Nikolaus".
Para os interessados nas propriedades da "terra preta" é
só vasculhar as broncas anteriores, em www.fendel.com.br onde nosso
bioamigo alemão Juergen já fez inúmeras referências
sobre suas qualidades.
Quanto aos créditos de CO2, meu caro Nikolaus, não se iluda
com eles, pois não passam de estúpida negociata praticada
por espertalhões ao sabor do vento, ou seja, além de critérios
politiqueiros e subjetivos, este comércio virtual é estúpido,
pois incentiva a queima dos porcos fósseis, com meras gorgetas
e diplomas falsos.
Meu caro Heinz
A piadinha em que o diabo "em campanha" engana um político
reflete exatamente como se sente o brasileiro.
Desde a idade da pedra, as hierarquias existem para sugar o povo. Os governantes
são um bando de desocupados que, em conchavos e conluios, traçam
estratégias e jogatinas para beneficiar seus próximos com
o trabalho e o suor do grande resto iludido. E dê-lhes futebol e
religião. Ultimamente, nem pão mais recebem.
Meu caro Paulo
Embora seja possível elevar a produção do carvão
vegetal acima de 40% (como explica nosso mestre Dr. Nikolaus Foidl no
texto acima traduzido) defendo aumentar o rendimento total do processo.
Releia e veja que falo em aproveitar a energia dos 60% restantes (fumaça
ainda desperdiçada). Em base seca, esta fumaça compõe-se
basicamente de gases condensáveis e não condensáveis.
Não é porque vc não conhece as propriedades desta
fumaça, que contém boa parte dos 60% restantes do poder
calorífico útil da biomassa, que ela deve ser jogada fora.
Boa parte desta fumaça pode ser reaproveitada, no mínimo
como energia. Para teu conhecimento, esta fumaça contém
metano, hidrogênio, alcatrões, ácido acético
e muitos outros componentes, sem falar do calor exotérmico do carvoejamento,
que também pode ser aproveitado.
Aliás,é exatamente por isso, para aproveitar o calor residual,
que na Dinamarca são proibidas grandes e porcas termoelétricas.
Apenas são permitidas pequenos equipamentos de cogeração,
com mais que o dobro de rendimento. E exatamente o mesmo raciocínio
temos que aplicar aos arcaicos fornos de carvoejamento.
Não é porque sempre fomos porcos, que temos que continuar
no chiqueiro. Detalhes em www.fendel.com.br sob os títulos "ENEREDE"
e "Perguntas e Respostas".
Meu caro Anderson
O presidente da Bolívia é exemplo de bravo e isolado combatente
contra o neocolonialismo, que na realidade é pior que o escravagismo.
Os escravos tinham o que comer e onde dormir. Boa parte do povo neoenganado
não tem nem isso, e trabalha muito mais.
Mudando de saco para mala, veja só a incompetência dos órgãos
ambientais e da mídia, na notícia: "A Direção
Geral do Meio Ambiente denunciou que a EBX ignorou a possibilidade de
utilizar gás natural, abundante na Bolívia, em vez do carvão
vegetal, como agente redutor para a obtenção de "ferro
esponja"."
É claro que utilizar carvão vegetal reflorestado com árvores
diversas (bioenergia, mesmo que ainda arcaica) é muito melhor do
que utilizar o porco gás natural fóssil.
Neste caso o Evo Morales está sendo míope, está indo
no blablablá da onda, esquece que em poucos anos se esgotam seus
fósseis, além de emporcalhar a atmosfera, pois a maior parte
do carbono do metano será liberado à atmosfera, e não
será fixado ao ferro gusa.
Este é um ótimo exemplo para demonstrar a que nível
temos que repensar a economia, a ecologia e a bioenergia. Ou seja, toda
a civilização...
Meu caro Hernani
Imagina a coragem de Collor para chamar a indústria nacional de
"fábricas de carroças", o que na realidade continuam
sendo até hoje. Carroças sujas e gastonas.
A estúpida moda são enormes e pesadas carroçanetes,
com motores de 201 burros. (O "um" é por conta de seus
proprietários).
Na Alemanha já rodam protótipos de automóvel com
2 lugares longitudinais, que fazem 100 km com apenas 1 litro de óleo
vegetal.
Ah! se o Collor visse um carro desses... seria capaz de se reanimar para
nova eleição.
No último seminário sobre bioenergia na Assembléia
aqui do PR, mostrei tuas fotos com os ônibus a óleo de soja,
tuas bombas de óleos de amendoím e dendê, bem como
tua Parati a óleo de babaçú, com a qual o Collor
deu uma voltinha (e então foi fulminantemente afastado da presidência).
Neste seminário estava presente o alto comando da concessionária
de EE do PR - Copel, e aproveitei para lhes mostrar mais uma vez como
é simples, eficiente e benéfica a ENEREDE, como é
intrinsicamente seguro injetar EE nas redes através de geradores
assíncronos, e como todos saem lucrando. Aliás, essa é
uma ótima maneira de viabilizar biodigestores, principalmente de
dejetos de animais confinados, como porcos e galinhas.
Falei e mostrei inclusive a fotografia de minha hidroelétrica de
10 kW, que injeta clandestinamente EE na rede da concessionária,
a mais de 14 anos, dia e noite, sem interrupção.
Meu caro Nelson
Pelo menos o novo centro da Embrapa se chama Agroenergia, e não
"biobobodiesel", isso já é um bom começo,
um enorme avanço.
Pena que a sede é em Brasília... afinal nem tudo pode ser
perfeito.
Tudo bem que a cada mês se crie um novo centro para a "bioenergia",
isso realmente é relevante, mas está na hora de deixar os
coquetéis e tapinhas nas costas de lado, e pôr a mão
no triglicerídio, na graxa orgânica e nos óleos biológicos.
Está na hora de bater na mesa e exigir motores a óleo vegetal
qualificado, bem como adicionar diretamente óleo vegetal ao diesel
fóssil, começando com 10%, e forçando a indústria
a engolir bioenergia racional, assim como fez o Bautista com o álcool,
que continua boicotado aqui até hoje, apesar do olho gordo de literalmente
todo o mundo em cima de nosso fantástico proálcool, e ninguém
cogita fazer biobobagasolina de etanol, hehehé, embora tenha alguns
doutores de escrivaninha (que devem ser de Brasília) querendo fazer
biobobohidrogênio do nosso sacaneado etanol...
Sem enfiar os óleos vegetais naturais na marra no rabo da indústria
automobilística, não conseguiremos convencê-los, afinal
estão desacostumados a serem racionais, receber e a obedecer ordens.
Ainda dormem sobre os louros do passado e demoram a perceber sua agonia,
seu emporcalhamento da atmosfera, seu modo insustentável de ser.
Meu caro Oscar
Quanto ao boicote do biobobodiesel por Figueiredo... que esta estória
fique enterrada... assim se fez um bem involuntário.
Quanto à sacanagem e boicote ao álcool de mandioca, na mesma
época, sou solidário à tua indignação,
e espero que mais gente crie coragem para relatar e investigar o ocorrido,
afim de que sirva de exemplo, para que a cachorrada atual crie vergonha
e aprenda a ser perene e lógico.
Meu caro Pastor Fuchs
Fazer biobobodiesel de mamona, chega a ser um crime contra os enganados,
como atestam as experiências e relatórios dos mega projetos
pseudo familiares fracassadas até agora. A torta da mamona necessita
ser tratada para neutralizar a toxina, para ser utilizada em ração
animal.
O óleo de mamona (óleo de rícino), além de
ter maior valor comercial, ser ótimo lubrificante, e de ser utilizado
em muitas outras aplicações mais nobres, serve como uma
das matérias primas para a oleoquímica, para a produção
dos bioplásticos.
Portanto, mesmo com a concessão de vergonhosos e vultosos subsídios,
já estamos assistindo a derrocada do desnecessário e oneroso
biobobodiesel.
E para quem tem dúvidas do estúpido neocolonialismo, recomendo
a leitura na revista "Caros Amigos" de março: Natalia
Viana entrevista o americano John Perkins, um agente confesso de sabotagem
econômica contra países pobres.
Antiabobalhantes HidroBioabraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
Divulgação autorizada e desejável.
"Wissen sollte immer kostenlos und frei verfuegbar sein" - Nikolaus
Foidl - Sabedoria deveria sempre ser disponibilizada livre e grátis.
De: w.fuchs
Enviada em: segunda-feira, 1 de maio de 2006 11:22
Para: Fendel
Assunto: [Fwd: Mamona e biodíesel - tudo farsa]
Ninguém entendeu a sutileza do Requião: Lula, esse teu biodiesel
não serve pra matar a fome do povo...
-------- Original Message --------
Subject: Mamona e biodíesel - tudo farsa
Date: Mon, 1 May 2006 10:32:13 -0300 (Hora oficial do Brasil)
From: Ecologia em Ação
Reply-To: Ecologia em Ação
A FARSA DA MAMONA E OS PSEUDOFABRICANTES DE BIODIESEL
Vittorio Medioli (*)
Segunda, 06 fevereiro 2006- O Tempo - BH - Logo após o discurso
em que Lula se apresentou humildemente como o Getúlio Vargas do
biodiesel e anunciou que a Petrobras contratou a compra de 65,3 milhões
de litros desse combustível, ofereceu um frasco de sementes de
mamonas ao governador do Paraná, Roberto Requião que, de
pronto, passou a mastigá-las como se fosse amendoim salgado.
Risadas de Lula e um aviso, "É tóxica".
Requião, governador de um Estado que "vive" de agricultura,
não sabia até ontem o básico, o bê-a-bá
que um trabalhador rural aprende antes mesmo de dar o primeiro golpe de
enxada.
Do óleo de mamona se extrai a ricina, um portentoso veneno, mais
mortífero que o da jararaca. Em pequenas quantidades, como se encontra
no óleo de mamona, provoca um poderoso efeito laxante. Todavia,
hoje foi banido da farmacopéia por sua elevada periculosidade.
As risadas de Lula-Getúlio e a fome de Requião (em ano eleitoral)
não são bons sinais para o programa do diesel vegetal. Um
programa que pode substituir o petróleo, gerar alternativas renováveis,
renda e emprego.
A própria toxicidade da mamona que será plantada, segundo
Lula, em grande quantidade no Nordeste trará problemas ambientais
desde o plantio até a industrialização. Mamona deverá
doer não só no estômago e nos pulmões dos desavisados,
ela afetará já na primeira fase os bolsos dos agricultores.
É um óleo, próprio para uso lubrificante, comercializado
a US$ 1.000 a tonelada, valor que lhe garante competitividade com o barril
de petróleo acima de US$ 150. Absurdo, ainda, suar para produzir
um óleo de US$ 1.000 a tonelada para transformá-lo em diesel
que vale internacionalmente US$ 480.
Alguém usaria uísque de 18 anos para produzir outro de 8
anos?
A relação custo/benefício e as características
químicas da mamona não atendem ao programa de biodiesel,
como não atendem por outras razões sementes oleaginosas
como a soja, o nabo forrageiro, o girassol e o amendoim.
Nos ambientes (sérios) de estudo e pesquisa já se conhecem
essas limitações. É uma pena, todavia, que apareçam
nas telas de televisão malabaristas para badalar o assunto.
Por que razão os maiores esmagadores mundiais de soja (quem mais
entende do assunto) não aderiram ao programa exaltado por Lula?
Tem algo errado. Ou tem algo eleitoreiro demais.
Ainda sobre a mamona: vale lembrar que a produtividade média por
hectare no Brasil é de uma tonelada, seu preço é
R$ 500 e requer plantio e colheita manual a cada ano. Um hectare fornece,
portanto, cerca de 440 litros (40% do peso da semente) de biodiesel por
cada hectare plantado, uma quantidade ínfima para um plano de larga
abrangência e geração de renda.
Basta pensar que um hectare de cana, que se replanta uma vez a cada quatro
colheitas, produz em média no Brasil 7.000 litros de combustível.
Mais problemas: a combustão do biodiesel de mamona, pelo excesso
de resíduos, empastela o motor.
Com o mundo movido a dinheiro precisa enfrentar outro obstáculo:
não existe margem econômica para quem planta apenas mamona,
para quem extrai seu óleo visando ao combustível e para
quem o comercializa como biodiesel. Outra impossibilidade crônica
é o fato de que a União e os Estados deveriam retirar todos
os tributos que mordem na venda de combustível e fornecer subsídios
desbragados a todos os participantes da cadeia.
Preste-se atenção, também, ao rol das empresas que
assinaram contrato com a Petrobras: a maioria delas não tem condição
de produzir nem poucos litros por dia, suas plantas industriais são
tecnicamente inviáveis e rudimentares.
Quem é técnico do setor alerta que em menos de dois anos
esses pseudofabricantes fecharão as portas, algumas sem ter produzido
uma tonelada.
Na Internet sobram alertas, explicações científicas,
cálculos econômicos sobre a inviabilidade do programa lançado
pelo Planalto.
Alguns, professores e cientistas, o ridicularizam sem meios termos.
Ainda é preciso lembrar que a Petrobras, coordenadora oficial do
programa, ganha (e muito) com extração de petróleo.
Sabemos que na estatal são todos santos, mas não existe
dentro dela qualquer estímulo para desenvolver uma tecnologia que
concorra com seu monopólio. Ou alguém gostaria de atirar
no próprio pé?
O programa é viciado de ingerências, de exaltações
eleitoreiras, de demagogia, de lógica marqueteira. Pretende- se
com ele fazer sonhar o "pobre" nordestino, como já se
tenta com a transposição do São Francisco que nunca
dará certo, pois se trata de "loucuras" sem lastro.
O biodiesel chegará sim a resultados, por outros caminhos, com
outras técnicas que não as propaladas. Até lá
os improvisos, as precipitações, as sabotagens, os interesses
oblíquos e eleitorais provocarão perdas de tempo precioso
e de capitais. Um enxame de escroques já ronda o negócio,
alguns cobrando royalties e preços obscenos para vender água
com açúcar como elixir de longa vida!
Os tropeços do programa, em suas fases iniciais, deixarão
a via livre aos combustíveis fósseis, a cada dia, mais caros
e lucrativos.
E se Requião não sabe o que come, Lula não sabe o
que diz, ou diz apenas o que é bom para aumentar seu cacife eleitoral.
(*) VITTORIO MEDIOLI é colunista do jornal O Tempo de Belo Horizonte
From: Oscar Baldoni
To: Telmo Heinen
Cc: Thomas Renatus Fendel ; Gert Roland Fischer ; iturra ; Adriano Benayon
; Hernani De Sá Filho ; Maikel Zanini ; Allison Zanini ; Elvio
Zanini
Sent: Friday, April 28, 2006 8:09 AM
Subject: Enviando email: primeiras-pesquisas-decada-de-80-25-04-06
Esta noticia:
http://www.biodieselbr.com/index.php?option=com_content&task=view&id=1706&Itemid=0
de Figueiredo PROIBINDO O BIODIESEL em 1984 ?, ao mesmo tempo que permitiram
a sabotagem descarada da produção de álcool de mandioca,
foi demais para mim. Enio Pipino formava parte das comitivas do presidente
para o exterior. Ele foi recebido em confiança pelo povo de Sinop
e até se emocionou pelo carinho da população. Em
Paris, um dia pegou Enio Pipino e fez questão de explicar a Valery
Giscard D' Estaing que era um empresário pioneiro do álcool
de mandioca, etc., sabendo que a França tinha feito algumas pesquisas
ao respeito e até desarrolhado uma plantadeira automática,
etc. Isto já é um caso de polícia. Eu já falei
que as petroleiras mobilizaram até a maçonaria e não
acreditaram. Agora fico sabendo que, na mesma cidade de Maringá,
PROIBE FAZER BIODIESEL, alegando questão de segurança nacional
???
Sendo verdade o afirmado pelo Sr. Richard Fontana (quem duvida é
louco), temos que ir fundo e investigar mais. Porque ainda estamos rodeados
de cúmplices da época, que podem fazer de novo as mesmas
cagadas.
Eu estou agitando isto agora, porque em caso contrário não
sou fiel ao Pais que me acolheu, onde passei a maior parte dos anos.
Já é dificil trabalhar e pesquisar. Mas, com gente ao teu
lado que diz ajudar e está te enfiando uma faca nas costas, é
impossível.
Essa ... "Proibição", deve estar registrada. Tem
que ter um fundamento, um escrito, alguma coisa. Isto não pode
ficar assim.
De: Nelson IAPAR
Enviada em: sexta-feira, 28 de abril de 2006 12:11
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: Fw: Embrapa Agroenergia
Ministro anuncia criação da Embrapa Agroenergia
(Gestão C&T on-line n. 483, 27 de abril a 3 de maio de 2006)
O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Roberto Rodrigues,
anunciou que o governo investirá R$ 10 milhões na criação
de um centro tecnológico voltado à pesquisa e desenvolvimento
em agroenergia, a Embrapa Agroenergia. O anúncio ocorreu na noite
de ontem (26), durante a comemoração dos 33 anos da Empresa
Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em Brasília.
Segundo informações do Ministério da Agricultura,
Pecuária e Abastecimento (Mapa), R$ 5 milhões serão
liberados ainda este ano e a outra metade em 2007. A iniciativa integra
o Plano Nacional de Agroenergia para o período de 2006 a 2011.
A sede será em Brasília, mas o centro tecnológico
terá ramificações estaduais e desenvolverá
pesquisas com cana-de-açúcar, mandioca, oleagionosas adicionáveis
em biodiesel e outras fontes de energia alternativa.
Ainda de acordo com o Mapa, o governo federal lançou, na semana
passada, a proposta de criação de uma instituição,
envolvendo os setores público e privado, para incentivar o desenvolvimento
da pesquisa em agroenergia. “Esse consórcio vai estimular
financeiramente e, com planos definidos, os trabalhos do centro de alta
tecnologia em agroenergia”, disse Rodrigues. A parceria público-privada
para criação da instituição de fomento à
agroenergia deverá envolver a Embrapa, Itaipu Binacional, Banco
do Brasil e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social
(BNDES).
Durante a solenidade, Rodrigues também lançou o Programa
de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (Prolapec),
que permitirá a transferência de tecnologia para incentivar
o agronegócio e a sustentabilidade dos ecossistemas brasileiros.
O presidente da Embrapa, Sílvio Crestana, anunciou ainda a criação
da Embrapa África, com sede em Gana.
O ministro da C&T, Sergio Rezende, que participou da cerimônia,
visitou o estande da ABIPTI montado especialmente para a quinta edição
da exposição “Ciência para a Vida”, que
acontece na sede da Embrapa, em Brasília, até o dia 30 de
abril.
Segundo Maria Elisabete Ferreira, gerente da Unidade de Gestão
Ambiental da ABIPTI e uma das responsáveis pelo estande, durante
a visita, o ministro reiterou a sua participação no Congresso
ABIPTI 2006, que ocorrerá de 3 a 5 de maio, em Campinas.
Mais informações sobre a Embrapa, no site www.embrapa.br.
Embrapa quer atrair capital para ampliar investimentos (Valor Econômico)
http://revistagloborural.globo.com/GloboRural/0,6993,EEC1185025-1935,00.html
De: Hernani S
Enviada em: quinta-feira, 27 de abril de 2006 21:07
Para: biocom@grupos.com.br
Cc: Biocom
Assunto: Risadas e Collor-OVN: CORRUPTOS?->Re: [BioCom] Res: Re: (JMA
e RMA): Biomassa para quem
Companheiro Guerreiro Fendel.
Perdoai-os, pois não sabem o que fazem.
Fique certo que a verdade demora mais não falha e....
Você verá que quem ri por último ri bem melhor!
Eles vão saber (agora, um pouco tarde!) que o biodiesel - presente
de FHC para LULA satisfaz apenas aos poderosos (como sempre), em detrimento
da nação.
Collor foi corajoso, Lula cauteloso.
Liguem o som e Vejam entrevista dos dois em www.mucao.net ou www.mucao.com.br
ou http://www.mucao.net/entrevista/entrevista_fernando_collor_mello.mp3
Abraços,
Hernani Sá
----- Original Message -----
From: Fendel
To: Hernani Lopes de Sà Filho
Sent: Thursday, April 27, 2006 3:08 PM
Subject: Res: Corruptos
Re: [BioCom] Res: Re: (JMA e RMA): Biomassa para quem
Olá meu caro Hernani
Ontem em minha apresentação na assembléia do PR,
mostrei 4 fotos tuas... a de teu carro a óleo vegetal, Collor em
teu carro, os ônibus e as bombas de óleo de amendoím
e dendê...
Quando eu disse que Collor caiu por causa dos óleos vegetais...
deram risada...
Bioabraços
Fendel
-----Mensagem original-----
De: Hernani Lopes de Sà Filho
Enviada em: terça-feira, 25 de abril de 2006 18:23
Para: Thomas Fendel; Fendel tecnologia
Assunto: CORRUPTOS?->Re: [BioCom] Res: Re: (JMA e RMA): Biomassa para
quem
----- Original Message -----
From: Hernani Sá
To: biocom@grupos.com.br
Caro Gert Roland Fischer Eng. Agronomo. E demais caros,
Peço-lhe que antes de atacar os funcionários públicos,
faça alguma ressalva.
Realmente tem funcionários bandidos(DE TODOS OS PODERES), colocados
em seus postos, por conveniência política.
Gostaria de lhe dizer que sou funcionário público (inativo
desde o ano passado) ingresso por concurso público com um salário
miserável (no entorno de R$ 1000,00 até 2004, agora com
R$4000,00), apesar da minha formação de engenheiro (veja
www.biocombustíveis.com.br )- poderia estar ganhando mais de R$
50.000,00.
Gastei 30 anos da minha vida defendendo um projeto que está despontando
como solução MUNDIAL, para uma gravíssima crise energética
por vir dentro em breve e poderá levar o Brasil ao patamar de potência
energética.
Acredito que como outros companheiros (a grande maioria) pagamos para
trabalhar, continuamos funcionário público por ser um meio
de defender nossos ideais; pois possuímos estabilidade.
NÃO RECEBEMOS FUNDO DE GARANTIA, compensado pela estabilidade e
aposentadoria integral (uma merda!).
Quanto aos impostos, não vão para os funcionários
públicos mas sim para os POLÍTICOS CORRUPTOS, de todos os
poderes e outros poderosos, que não tem vergonha de roubar e trair
seu país.
Se lembre que os FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS defendem seu presente
e futuro; seu, de seus filhos, dos seus netos e demais entes queridos
(O POVO BRASILEIRO!).
O resto da sua matéria...perfeito!
UM GRANDE ABRAÇO.
Hernani Sá
De: Anderson Porto
Enviada em: quarta-feira, 26 de abril de 2006 14:34
Para: sosverde@yahoogrupos.com.br
Cc: FENDEL tecnologia
Assunto: Bolívia impede construção de siderúrgica
brasileira.
Enquanto isso, lá na Bolívia, o presidente tem peito para
enfrentar a "poderosa" Petrobrás.
Lá eles pensam em defender as florestas, aqui... Bem... Nem precisa
falar, né?
Quando será que nossos políticos deixarão de ser
covardes e incompetentes ??? Presidente Lula, quando é que o Brasil
vai começar a enfrentar as mega gigantes empresas poluidoras e
destruidoras ??? [ACP]
Bolívia impede construção de siderúrgica
brasileira.
Segundo o país, a filial EBX-Bolívia já tinha começado
a construção de dois de quatro altos fornos, violando leis
por não possuir licença ambiental.
EFE
LA PAZ - O governo da Bolívia declarou inviável a construção
de uma usina siderúrgica da brasileira EBX, que transforma ferro
em ferro fundido com carvão vegetal como redutor, porque afetaria
os recursos florestais, informou, nesta terça-feira, a agência
estatal ABI.
Segundo o governo, a filial EBX-Bolívia já tinha começado
há nove meses a construção de dois de quatro altos
fornos, previstos na província Germán Busch, fronteira com
o Brasil, violando leis por não possuir licença ambiental.
Além disso, a Direção Geral do Meio Ambiente denunciou
que a EBX ignorou a possibilidade de utilizar gás natural, abundante
na Bolívia, em vez do carvão vegetal, como agente redutor
para a obtenção de "ferro esponja".
Segundo a ABI, a grande demanda de carvão vegetal da siderúrgica,
cerca de 450 mil toneladas por ano, causaria uma forte pressão
sobre as áreas de florestas da região.
O governo, presidido pelo socialista Evo Morales, quer dar prioridade
ao uso de gás natural para a redução do ferro, e
deseja promover a industrialização desse recurso natural
em vez de exportá-lo, para, assim, obter mais lucro.
Fonte: http://www.estadao.com.br/ultimas/economia/noticias/2006/abr/11/195.htm
De: Paulo Cesar da Costa Pinheiro/Engenharia Mecanica/ENG
Enviada em: quarta-feira, 26 de abril de 2006 12:27
Para: Bioenergia
Assunto: [Bioenergia-l] Carbonização
Prezados Colegas,
O processo de carbonização é um processo exotérmico.
O rendimento alcançado nos fornos de alvenaria é de até
40%. Os 60% restantes liberado no processo de carbonização
se reintroduzidos no processo de carbonização (visando a
secagem, pirólise etc), NÃO vão aumentar o rendimento
do processo de carbonização, pois nele já existe
energia de sobra.
Esta fração de energia liberada (energia de baixa temperatura)
só pode ser aproveitada em um OUTRO processo: secagem de lenha
para OUTRO fim, geração de água quente etc
O alcatrão também pode ser parcialmente recuperado e tem
grande valor energético, químico e agrícola.
Atenciosamente,
Paulo Cesar C. Pinheiro
LC2 - Laboratório de Combustão e Carbonização
UFMG
Dept. Engenharia Mecanica da UFMG
De: Gustavo Heinz Schmidt Wiggers
Enviada em: quarta-feira, 26 de abril de 2006 02:07
Assunto: A morte do senador - Reflexão para os brasileiros
Florianópolis/SC, 26 de abril de 2006.
Senhores destinatários, entre os quais Senadores, Deputados Federais,
Estaduais e Vereadores, envio-lhes "historinha" para refletirmos.
Em que pese torcer para que essa ojeriza que acontece em Brasília
seja exceção, o que não parece, ao menos pela mídia,
não posso deixar de concordar com o texto abaixo, só vemos
"benesses" em anos eleitorais.
Por que as obras não são distribuídas cotidianamente
e se deixa boa parte para começar em ano eleitoral (último
ano de mandato)?
Por que só em ano eleitoral se faz todos concursos ou grande parte
deles?
Por que só se investe em asfalto se sabemos que a cada 1 real investido
em saneamento ecomiza-se futuramente 4 reais na área de saúde?
Por que Governador de Estado ao terminar o mandato (de 4 anos) passa a
receber como Desembargador para o resto de sua vida? Vide art. 195 da
Constituição do Estado de SC. www.alesc.sc.gov.br
Detalhe: Isso não é contra determinado Governador e sim
contra essa vergonha disposta na Constituição de SC, que
dá essa "benesse" e não previu, por exemplo, Defensoria
Pública e sim a vergonha da Defensoria Dativa (art. 104 da Carta
Estadual e LC Estadual 155/97), que vai contra a CRFB/88, art. 134 e LC
Federal 80/94.
Chega dessa vergonha!!!
Será que teremos que anular mais de 50% de nossos votos para mostrar
a que tamanho está o nosso INCONFORMISMO com os políticos
profissionais do Brasil?
Será que o Brasil, Santa Catarina e Florianópolis me merecem
como cidadão? Estou cada vez mais pensando que não.
Será que pessoas como Thomas Fendel (www.fendel.com.br), cientista
brasileiro, revolucionário na área de energia limpa, bioenergia,
nunca terá um apoio de banco de fomento como BNDES para popularizar
suas invenções a todo povo brasileiro? Até quando
Fendel terá de legalizar carro no Paraguai, porque, SALVO MELHOR
JUÍZO, e eu li e confirmo que no Brasil mesmo com resolução
ou da ANP ou norma do CONTRAN poderia se rodar com carro a óleo
vegetal, mas Fendel foi impedido, SALVO MELHOR JUÍZO, pelo DETRAN-PR!!!
Senhores Senadores, Deputados Federais e Estaduais do PR fiquem de olho
e depois não chorem se Fendel for morar na Alemanha por só
lá receber o DEVIDO E NECESSÁRIO apoio do Governo!!!
Quantos serás que terei de escrever para que este país seja,
quiçá daqui a 100 anos, uma Suécia, Dinamarca ou
Finlândia em transparência, seriedade e honestidade?
Com a certeza de que receberei uma resposta dos políticos profissionais
que são destinatários desta, principalmente em ano eleitoral,
despeço-me.
Gustavo H. S. Wiggers
OAB/SC - 15.722
De: nikolaus foidl
Enviada em: terça-feira, 25 de abril de 2006 23:35
Para: Fendel
Assunto: Re: jornal BIOCOM 4
Dear Fendel!
The most efficient way to produce charcoal is a pressure charring process
where the wet or dry material is artificially heated up to 300 degrees
Celsius in a closed pressure tank and then you add with a small compressor
air at one side and take out gas on the other end maintaining the 10 bar
pressure inside the tank. With fine material it takes 30 minutes with
bigger diameter wood ( 15 cm diameter) it takes up to 80 minutes to completely
char the organic material. You keep the temperature range in about 400
degrees then most of the tar is condensing inside the charcoal
and very low amount of tar leaves the pressure tank. The out coming gas
is mixed with fine milled charcoal which previously is soaked in ammonia
and the CO2 and CO are captured forming urea inside the pores of the charcoal.
The remaining gas contains mainly CH4 and H2 an can be used in a motor
for electricity production. The heat of the leaving gas can be used for
steam production. (a process developed by a American university) The pressure
carbonization was developed way back in the twenties but Prof.Antal from
the University of Hawaii managed to patent this simple prior known art
several times in the last 5 years. Efficiency is up over 50%. I am constructing
a 3 m3 unit to start carbonization in September this year. I want to do
some serious trials with the new terra preta to improve soil quality in
our farm in Bolivia. If the project brings the expected results we hope
to get CO2 credits for taking out this huge quantity of CO2 out of the
atmosphere and burry it for the next 10.000 years and improve soil
fertility and productivity.
with best regards Nikolaus
De: Telmo
Enviada em: terça-feira, 25 de abril de 2006 19:06
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: [BioCom] Motor "Flex" - a constatação
(tardia....!)
25/04/06-Bicombustíveis: apesar de bem aceita, tecnologia dos flex
fuel precisa melhorar
Veículo: UOL Economia
As montadoras de veículos comemoram todos os meses os resultados
obtidos com a venda de veículos bicombustíveis, conhecidos
como flex fuel. Não é para menos. Só no mês
de março, 76,6% dos carros vendidos no Brasil podiam ser abastecidos
com álcool ou com gasolina.
Com a tecnologia brasileira já consolidada, depois de três
anos de lançada, a questão agora é sobre o desempenho
dos motores flex assunto discutido no Simpósio de Tecnologias Automotvas
da SAE Brasil, realizado nesta segunda-feira (24), em São Paulo.
Apesar da forte aceitação por parte da população,
alguns críticos acusaram a Indústria de não oferecer
outra opção aos usuários. A Volkswagen, por exemplo,
prometeu aposentar o Santana, seu único carro a álcool,
já no próximo mês.
Desempenho
Outra acusação é quanto ao suposto avanço
tecnológico oferecido pelos modelos. O tão propagado bom
desempenho dos carros com mais de uma opção de abastecimento
não seria verdade.
Esses motores, apesar de aceitar o álcool, teriam sido fabricados
para o abastecimento preferencial da gasolina, quando o contrário
seria o mais recomendado para um País que inventou o álcool
combustível. Essa alternativa da indústria dificultaria
o reconhecimento do álcool por esses motores, o que comprometeria
a performance do carro.
Brasil no exterior
Para o diretor de Engenharia da Delphi (empresa que investe em soluções
para veículos), se esta foi a estratégia escolhida pelo
Brasil como principal alternativa ao petróleo, o País precisa
agora investir em aperfeiçoamento para que a tecnologia possa chegar
a outros países.
Já para o gerente executivo de Desenvolvimento de Motores e Transmissores
da Volkswagen, João Alvarez Filho, não basta investir no
aperfeiçoamento do motor, mas também na melhoria do combustível.
Ele diz que o motor precisa queimar os combustíveis, mas, antes,
é obrigado a queimar produtos alheios à composição
do álcool ou da gasolina, como água do mar, por exemplo.
Apesar dessas controvérsias, a tecnologia brasileira já
chegou à Europa. Em alguns países, os primeiros modelos
já são triflex. Além do álcool e da gasolina,
outra opção oferecida pelos europeus é o abastecimento
com Gás Natural Veicular (GNV).
De: Rolf Gieseler 2006
Enviada em: terça-feira, 25 de abril de 2006 15:02
Para: Lista da ACEF - Associação Catarinense de Engenhei
Cc: Debates na área florestal em língua portuguesa
Assunto: [Floresta-l] ISTO TEM QUE SER DIVULGADO ESCANCARADAMENTE.
SILVICULTURE-SE.
Um comparativo de custos de geração de energia (Gcal) a
partir de diferentes fontes, mencionado em "Anuário Brasileiro
de Agroenergia", mostra que se a base for carvão mineral,
são necessários R$ 189; óleo combustível são
gastos R$ 82; gás natural R$ 71, e eucalipto R$ 36. Fonte: Anuário
Brasileiro de Agroenergia, 2006.
SBS - Sociedade Brasileira de Silvicultura
De: Oscar Baldoni
Enviada em: quarta-feira, 26 de abril de 2006 08:26
Para: Thomas Renatus Fendel
Cc: Telmo Heinen; Gert Roland Fischer;
Assunto: Fw: Idéia adicional
Prezado Eng° Fendel = Eu bato nesta tecla por diversos motivos :
1°) Porque sou um velho cabeça dura. Isso não posso
negar.
2°) Até que tenhamos elementos para o produtor que está
longe poder se defender, corre o risco de estragar os motores.
Conheço os caras e o senhor também. São bastante
limitados. Dos dois sistemas = Lidar com o venenoso (e caro) metanol e
outras porcarias ou empregar esta alternativa mais em conta e que não
possam errar nem se machucar, prefiro esta.
3°) Lembram do trator CBT ? Eu esteve na fábrica. Enorme. Maravilhosa.
Alguém sabe porque fechou ? Eu sei que sou um delirante, mas ...
e se ela abrir de novo fazendo MOTORES ELKO e o CAVALO MECANICO ? ...
Assim aproveitamos na íntegra todos os óleos, inclusive
baixamos os preços a limites nem imaginados.
EXEMPLO = Números grosseiros : Suponhamos o preço de venda
do óleo ou que tenha que ser comprado de terceiros a R$ 1,60, mas,
tendo esses elementos QUE JA DEVERIAM ESTAR DISPONIVEIS HÁ QUASE
20 ANOS, podemos colocar num tanque aquecido partes iguais de gordura
animal R$ 0,40 o litro e os óleos vegetais. Total, uma média
de R$ 1,00 o LITRO. Hoje em Sinop está o óleo diesel entre
2,25 e 2,38 o litro. A diferença é tão grande que
amortiza rápidamente a troca de motores.
EM RESUMO : Estamos dando voltas sobre o mesmo tema, quando já
deveriamos ter TODOS OS MOTORES DE TODOS OS VEICULOS, COM O SISTEMA DIESEL
- ELKO.
Temos que entender que isso significava furar o balão das multis
do petróleo, incluida nossa paquidémica Petrobrás.
O FATO DE NÃO LANÇAR ESSE MOTOR ATE AGORA, PROVA O CONLUIO
ENTRE OS FABRICANTES DE VEICULOS E AS MULTIS DO PETROLEO.
NÃO VOU ESCONDER MINHA FRUSTRAÇÃO E RAIVA, SE APARECEM
OS CHINESES COM A NOVIDADE ...
Afinal não é muito dificil fazer o motor. Tem que partir
de um canhão por cilindro, sem a tampa como estamos acostumados.
Se concentrar em fazer um pistão adequado, que suporte o esforço,
temperatura e pressão. Os elementos são um pouco mais caros
mas, em função da durabilidade (400.000 KM.) compensa. Temos
uma bomba injetora por cilindro e um bom sistema de refrigeração
de óleo e mais nada.
EU PERGUNTO = NÃO TEM CAPITAIS NO BRASIL PARA ENCARAR ESTA ATIVIDADE
?
Não vou comentar o que estão fazendo este e os outros governos,
porque não adianta mais.
Abraços de Oscar.
----- Original Message -----
From: Adriano Benayon
To: Oscar Baldoni
Sent: Tuesday, April 25, 2006 11:38 PM
Subject: Re: Idéia adicional
Prezado Sr. Oscar Baldoni,
Em aditamento ao e-mail de hoje, agradeço também esta comunicação
adicional. Guardei-a em minha pasta referente à biomassa, e ela
certamente é de grande valor.
Não sei se está informado de que eu elaborei um projeto
para a substituição completa dos derivados de petróleo
pelos da biomassa, o que pode ser feito em 10 anos, a um custo bastante
moderado e com benefícios estupendos para o País. Creio
que fiz uma breve referência a isso no artigo sobre a biomassa.
O projeto foi apresentado pelo Dr. Enéas e peloDr. Elimar do PRONA.
Lógico que esse projeto tem chances mínimas de prosperar
numa Câmara dos Deputados grandemente corrompida e corrupta, além
de subordinada ao Executivo, subserviente aos interesses da indústria
mundial do petróleo, como aos bancos mundiais.
Mas o principal objetivo de sua elaboração e apresentação
é mostrar que o caminho é perfeitamente viável e
deve fazer parte do programa de governo de qualquer partido político
que trabalhe em favor do Brasil.
Cordialmente,
Adriano Benayon
----- Original Message -----
From: Oscar Baldoni
To: Adriano Benayon
Sent: Sunday, April 23, 2006 5:24 PM
Subject: Idéia adicional
Doutor ADRIANO BENAYON
Prezado Doutor : Esqueci de lhe comentar que em nosso forno pode ser colhido
o ácido pirolenhoso, condensando os gases de saída entre
86 e 130° C.
Fora isso, acho que a temperatura interna (ajudado porque está
embaixo do nível da terra) atinge o valor de 350 a 400° C na
fase perto da carbonização total. Esse calor poderá
ser aproveitado para destilar óleos em forma descentralizada, justamente
começando nos lugares onde chegam mais caros e temos mais biomassa
desperdiçada.
Isso, somado ao fato do simples manuseio, durabilidade indeterminada com
só limpeza, faz do forno um aliado na luta contra a dependência
do petróleo.
Falta estudar a geração de gases aproveitáveis, com
as variantes de injeção de vapor de água, etc.
Naturalmente a idéia aponta a gerar empregos em volumes não
imaginados, fazendo uma verdadeira revolução, empregando
mão de obra para obter energia.
Muito obrigado Oscar Armando Baldoni
-----Mensagem original-----
De: Oscar Baldoni
Enviada em: quarta-feira, 26 de abril de 2006 07:31
Para: Telmo Heinen
Cc: Gert Roland Fischer; Thomas Renatus Fendel;
Assunto: Fw: Biomassa para Quem ?
----- Original Message -----
From: Adriano Benayon
To: Oscar Baldoni
Sent: Tuesday, April 25, 2006 11:06 PM
Subject: Re: Biomassa para Quem ?
Prezado Sr. Oscar Baldoni,
Fiquei muito honrado com a sua mensagem, por ver que meus artigos foram
bem apreciados por pessoa com sua vivência da realidade rural e
com experiência em soluções energéticas inovativas.
Por suas palavras percebi que o Sr. compreendeu que o nosso País
é hoje uma terra ocupada, que a nossa sociedade não conta
com governo próprio (aquilo a que dão esse nome age em função
de poderosos interesses estrangeiros - o atual governo como os precedentes).
Que podemos fazer? Meu esforço de há muitos anos é
entender a história disso em detalhes e no seu conjunto. Por isso
pesquiso e escrevo há muito tempo. Se esse entendimento avançar
nas mentes de alguns brasileiros que seja, de qualidade, algum fruto terá
resultado de nosso trabalho, sempre com a esperança de que algum
dia consigamos a massa crítica para reverter a intolerável
e cada vez mais grave situação que se vive.
Ainda que materialmente eu não tenha grandes preocupações,
não posso ficar indiferente ao destino do País, que é
também o de nossos descendentes e o de tanta gente boa que aqui
conhecemos. Infelizmente muitos de nossos jovens, inclusive os mais próximos
de nós, pensam em deixar o País.
Acabei escrevendo quase um novo artigo nesta resposta, a que me permito
acrescentar o texto de uma que enviei hoje a outro correspondente e que
tem relação com o nosso tema:
"Pois é. O que aconteceu no Brasil foi que nos anos 50 já
se havia formado no Brasil, e principalmente em São Paulo, uma
base produtiva bastante extensa, composta por grande número de
pequenas e médias empresas e mesmo algumas grandes, todas de capital
nacional.
Isso ocorreu no país que tem, de longe, a mais rica dotação
de recursos naturais em todo o Planeta. Tudo isso já era visível,
pelo menos em potencial, desde os anos 30 e 40 (senão antes disso).
Tornou-se, pois, uma questão estratégica para as potências
imperiais evitar que prosseguisse no Brasil um processo de real desenvolvimento
econômico e social, mesmo porque o governo, desde a revolução
de 1930 e até 1945, e novamente de 1950 a 1954, apoiava esse processo
(Era Vargas).
Mais tarde (anos 70) o sr. Kissinger, agente do império, confessou,
em declaração, que não seria tolerável a criação
de um novo Japão no Hemisfério Sul. A alusão ao Japão
não passa de uma metáfora para designar uma grande potência
industrial, o que, se viesse a acontecer no Brasil, representaria um poder
incomparavelmente maior que o do Japão, dadas as quase ilimitadas
possibilidades de crescimento que o território e os recursos natuarais
do Brasil ensejam.
Os planejadores do império intensificaram sua penetração
no País, em parte pela força, pois forçaram sob ameaça
de invasão, a concessão das bases militares no Norte e Nordeste
durante a 2ª Guerra Mundial e aproveitaram-se da amizade forçada,
de resto sob um presidente norte-americano razoavelmente simpático
e favorável ao progresso (F.D. Roosevelt). Daí, investiram
para praticamente monopolizar o mercado de cinema no Brasil e para ocupar
o máximo de espaços culturais, em todos os terrenos, inclusive
o da música, que desvirtuaram.
Ao mesmo tempo, para promover o consumismo de que se prevalecem indústrias
de países mais avançados e empresas comerciais dotadas de
grandes verbas de publicidade para moldar os gostos e as preferências.
Ou seja: o império investiu pesadamente para formar o máximo
possível de alienados e robôs. Até na reforma da educação
(lei de diretrizes e bases, que impingiram, com a ajuda do sr. Jarbas
Passarino - olha ele aí de novo) - trataram de abaixar o nível
dos brasileiros. O mais grave de tudo foi o controle que assumiram das
políticas econômicas, promovendo a destruição
em massa das empresas de capital nacional para que o capital estrangeiro
reinasse.
Isso se foi consolidando e densificando desde 1954 e se tornou um reinado
absoluto, após os governos dos agentes fcollor e fhc. Este, como
se sabe, foi atraído para o serviço do Império pela
doação que fez a Fundação Ford ao CEBRAP,
o centro de estudos dirigido por fhc. Esse é apenas um exemplo
da ação do dinheiro imperial junto a lideranças e
a partidos políticos (lula e o PT, também e muito).
Os valores e a ideologia no Brasil ficaram substancialmente condicionados
pelos interesses das grandes corporações econômicas
(bancos e outras empresas transnacionais). Nem se precisa falar do papel
da mídia na ocultação das verdadeiras causas do descalabro
econômico e social sofrido pelo País. Nem de seu papel de
formar retardados por meio de novelas, programas de auditório e
programas ditos interativos, como o big brother.
Entende-se, pois, que não é um defeito inato aos brasileiros
ser usado ao bel-prazer do império. Apesar de tudo que este fez
para imbecilizar-nos, ainda há muita gente em condições
de se tornar livre. Deixem, pois, os derrotistas de fazer (involuntariamente
ou não) o jogo do império, ao abaixar a auto-estima nacional,
com esses epítetos de "palhaço", "otário"
etc. em relação aos brasileiros.
Conclusão: em vez de se lamentarem ao ver tanta passividade diante
do que os governichos fazem (a mando do Império, o que muitos desconhecem),
os brasileiros devem começar a congregar-se, a partir do entendimento
do contexto estratégico, com o objetivo de ações
que levem, um dia, às transformações políticas
que se fazem necessárias para reverter o lastimável processo
em que o Brasil foi metido nos últimos 64 anos, se datarmos de
1942 a aliança forçada durante a 2ª Guerra Mundial,
ou até mais tempo que isso.
Ainda uma observação. Nem sempre tudo foi no sentido de
o Brasil perder o controle sobre seus recursos. Durante a Era Vargas muitas
coisas importantes foram conseguidas para o Brasil, como a liquidação
da dívida externa em 1943, a recuperação da Vale
Rio Doce para o patrimônio nacional, a criação da
Fábrica Nacional de Motores, depois a da Petrobrás e muitíssima
coisa mais.
Nos governos de Costa e Silva, Médici e Geisel também houve
investimentos públicos importantes e algumas medidas corretas de
polítca, como o Código de Propriedade Industrial de 1971
(já revogado por uma Lei feita em Washington), embora esses governos
não tenham revertido as políticas monetária e fiscal
do de Castello Branco, inteiramente moldadas pelos interesses do império.
Não admira porque, por duas vezes, conspiraram e derrubaram o Presidente
Getúlio Vargas"
Por fim, congratulo-me com seu trabalho de desenvolvimento de fornos para
produzir carvão e lamento que, como as demais soluções
convenientes para o País, ele tem sido descartado. Quer mais exemplos?
O flexfuel faz perder 30 a 40% da octanagem do etanol. A mamona, empregada
nas experiências com biodiesel da Petrobrás e outras oficiais,
é uma das matérias-primas menos rentáveis para a
produção de óleo em grande escala (e de resto seu
alto valor recomenda usos especiais).
PS - Estou, com sua permissão, incluindo seu e-mail na lista à
qual costumo enviar os textos de meus artigos, tão logo publicados.
Abraços,
Adriano Benayon
----- Original Message -----
From: Oscar Baldoni
Cc: Thomas Renatus Fendel ; Telmo Heinen ;
Sent: Sunday, April 23, 2006 5:12 PM
Subject: Biomassa para Quem ?
Dionisio Cerqueira, Santa Catarina, 23 de abril de 2006
Ilmo. Sr. Doutor ADRIANO BENAYON
Prezado Senhor :
Hoje teve a sorte de conhecer seu excelente artigo "Biomassa para
Quem ?", por gentileza do Sr. Telmo Heinen que re enviou a um grupo
pequeno de pessoas que pensamos e nos preocupamos com os destinos do Brasil
e dos paises vizinhos (eu mesmo, nasci na Argentina há 65 anos).
Imprimi seu artigo, doutor, para ler melhor e captar todo seu significado,
que encontro perfeito. Digo mais, há tempos não encontro
tanta claridade de conceitos. Parabéns. Confesso agora que parei
de escrever e entrei na Internet com seu nome e deparei o portal do Instituto
do Sol. Li vários de seus artigo e aumentou ainda minha admiração.
A claridade de conceitos, expostos com valentia e firmeza, são
um facho de luz nas trevas que nos rodeiam.
Quando cumpri 40 anos, mudei para Mato Grosso, na fronteira agrícola,
porque quis. Poderia ter ficado am São Paulo, onde minha família
tinha indústria desde 1963 e desfrutava de comodidade. Mas, demonstrei
amar o Brasil, enfrentando as dificuldades e falta de um mínimo
conforto. Fiquei quase dez anos até que, exauridos economicamente,
vendemos as terras pela metade do preço que pagamos, ainda dando
prazo.
Em 1981 pagamos à vista o equivalente na época de 200 dólares
o hectare. Meu pai, Jorge Baldoni era formado técnico agrícola
(1909-2002) e dispus não empregar fogo e respeitar a lei e a natureza,
fazendo ilhas de trabalho rodeadas de pelo menos 50 metros de mata sem
mexer. Fomos tratados de loucos. Nós e um casal de alemães
éramos os únicos a não empregar fogo.
Tínhamos dois veículos tocados à carvão (um
caminhão e uma camionete) além de um conjunto gerador novo
mandado fazer na fábrica Geniogaz do saudoso Comandante Vicente
Mammana Neto, nosso amigo.
Para nos autoabastecer de carvão, estudamos todos os sistemas manuais
possíveis. Se pegamos o livro da FAO, nossa experiência é
maior ainda. Finalmente, seguindo um modelo francês de superfície,
meu pai me deu um xeque mate, mandando enterrar o forno. Assim o fiz e,
quando consegui que funcionasse em forma perfeita, nos deparamos que estávamos
em presença da solução para os coitados dos carvoeiros,
obrigados a velar sue serviço. Nosso forno pode ser largado por
conta. Mesmo nas mudanças de direção e intensidade
do vento, se estabiliza perfeitamente. Com os anos foi acrescentado de
outras melhoras e, no ano 2.000 solicitamos a patente, que leva o N°
PI 0001964-0. Até agora não conseguimos marcar a discussão
técnica do forno.
Oferecemos às autoridades. Ninguém deu a mínima.
Paralelamente estamos totalmente descapitalizados em função
da invasão chinesa. Podemos dar fé da corrupção
porque cansamos de efetuar denuncias junto à Receita Federal desde
o mesmo ano 2.000, sem resultado. Há poucos dias juntamos os antecedentes
e somaram 10 laudas, que elevamos a Polícia Federal.
Depois de ler seus artigos entendemos perfeitamente porque ninguém
nos atende. Tentamos explicar até no Núcleo de Ações
Estratégicas, que o emprego massivo de nossa ferramenta em forma
de baterias de 6 fornos permite ao atendente trabalhar tranqüilo,
todos os dias.
Não agüentamos mais ver tanto desperdício.
Estamos suspeitando que vamos ter uma invasão física de
chineses, comprando as terras para fazer o que bem entender. Se outrora
foi declarado o subsolo patrimônio nacional, não podemos
arriscar que as terras fiquem em mãos espúrias. Trata-se
de uma questão de segurança nacional.
Tenho certeza que nosso forno também poderá funcionar como
gasogênio. Ficamos sem recursos para continuar investigando.
Estou às suas ordens para qualquer esclarecimento. Em Sinop, MT.,
sofri junto aos colonos por causa do fechamento da usina de álcool
de mandioca. Houve sabotagem total.
Obrigado por sua atenção. Faço votos por sua felicidade
futura.
Atentamente : Oscar Armando Baldoni oscarbaldoni@temais.com.br
----- Original Message -----
De: gfischer
Enviada em: domingo, 23 de abril de 2006 21:07
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: [BioCom] Res: Re: (JMA e RMA): Biomassa para quem?
Dirley , não sou advogado, mas sou um brasileiro muito surrado
pelos funcionarios publicos que não abrem mão do imposto
que pagamos, pois é ele que os sustenta com aposentadoria integral,
emprestimos a juros simbolicos na caixa e no BB, e muito, muito mais,
e por isso precisam combrar impostos.
Para não pagar impostos o agricultor e a agricultora tem que:
PROVAR é familiar, - ai não tem problema de imposto,
Tem que dizer que tem um filho no MST, ai também não tem
problema de imposto,
tem que dizer que os tratores são velhos e que estão sendo
financiados pelo Banco do Brasil e se tiver que pagar imposto sobre o
combustivel não vai conseguir pagar o financiamento, e aí
também fica sem pagar o imposto.
Tem que dizer que tem mais de 10 filhos e que o pai sumiu,
Não pode ter internet, pois a cobrança do imposto virá
fatalmente por esse caminho.
Não pode morar em estrada asfaltada, por que fiscal não
anda de carro em estrada de barro ou poeira.
Tem que morar muito longe, ninguem do Governo vai longe.
Tem que dizer que não consegue bater as duas mãos..... heheheheh
Esses são os requisitos dos que não vão pagar impostos
sobre o biocombustivel que produzirem, no caso do alcool, metade é
para encher a cara, pois quem faz alcool, também faz cachaça.
O principal para não pagar imposto é não ter CNPJ
nem CPF, aliás, mais de 60 por cento da economia e dos brasileiros
da informalidade não tem nada dessas frescuras, e também
não tem mais talão de cheque e conta no banco, pois agora
temos novidades para quem tem conta no banco. Se voce tiver a desgraça
de não ter conseguido ganhar dinheiro com o teu negocio e não
tiver dinheiro para pagar o imposto, mas tem aquela "reserva tecnica
no Banco" para tratar da saude do pai ou da mãe que não
tem UNIMED, ou uma emergência, cuidado, o Juiz tira o dinheiro e
voce nem sabe que dia foi. O gerente de Banco não pode te avisar
de nada. Se avisar perde o emprego e pode ser até preso.
Tai a força da corporação.
Pode tudo. Quem não sabe, esta sabendo agora, aquela esperança
de que os combustiveis alternativos naturais poderiam ser o resgate da
cidadania, da dignidade, da esperança, pode tirar o cavalo da chuva
que não será assim, de jeito maneira.
Voce sabe que o Eng. Fendel por andar de carro e caminhão com motor
diesel, e usando o combustivel oleo vegetal, foi por diversas vezes preso
e os veiculos apreendidos. Uma puta sacanagem. Mas a Coroporação
da qual faz parte a policia rodoviaria, imagina quem, desconfiando que
o motor não estava usando o carissimo combustivel da PETROBRÁS,
tambem da corporação, seguraram o nosso engenheiro e começaram
a sacaneá-lo.
Mas Dirley, o oleo diesel vai ficar tão caro, (imagina a PETROBRAS,
não elevar os preços apesar da nossa tão badalada
e eleitoreira emancipação nacional de petroleo, ) que todo
agricultor que tiver um pouquinho de informação, vai fabricar
o proprio combustivel e se o IBAMA não consegue controlar os desmatamentos
que acontecem no Brasil, imagine os fiscais da fazenda fiscalizando mais
de 3 milhões de propriedades rurais onde sequer ainda tem asfalto
para chegar lá ? Ja teve, mas agora não tem mais.
Se hoje temos a informalidade para os impostos que são mais de
64, com uma carga de mais de 40% de tudo o que compramos, o caso do combustivel
a carga chega a 70%, não sera facil controlar o incontrolavel.
Será mais facil fazer combustivel em tempos de guerra que fabricar
cocaina e marijuana. Simples, sem complicação, o obvio.
Eu acho que teremos milhares de Tiradentes enfrentando a sacanagem dos
altos impostos no Brasil.
Como é que esse agricultur brasileiro que luta contra os impostos
que paga, contra o MST que fica o tempo todo ameaçando e invadindo
propriedades produtivas com o apoio do nove dedos, com todos os subsidios
que os agricultores europeus e americanos tem, mais os altos encargos
trabalhistas com juiz trabalhista sacando dinheiro da conta dos coitados,
com os altos juros que pagam para o Banco do Brasil que teve um lucro
exorbitante, hehehehehe, é muita sacanagem, não acaba nunca,
não vai fazer o seu proprio combustivel?
Ja estão fazendo e não é pouco. Estão usando
e não é pouco.
É um arrastão que esse governo que esta aí, com mais
de 35.000 cargos de confiança controlando as estatais e as não
estatais, para garantir os caixa dois de campanha, não terá
a minima competencia de controlar.
Em SC mais de 40% dos proprietarios de carros não conseguem mais
pagar o IPVA. Se o Governador em Campanha - O Luiz Henrique determinasse
a policia militar para realizar o fechamento de algumas vias para verificar
a situação, não teriam mais espaços para armazenar
tantos carros que estão com os emplacamentos vencidos. As fabricas
parariam por que os empregados sem carros não chegariam mais ao
serviço. Seria uma PANDEMIA geral.
Portanto meu amigo Dirley vejo com meus 69 anos de idade e 47 de profissão
de engenheiro agronomo autonomo, (ja tive 55 empregados e hoje não
tenho mais nenhum, os juizes trabalhistas acabaram com todas as vagas,
heheheheheh) a situação se deteriorando de tal forma que
entraremos em breve em convulsão social, pois ninguem mais suporta
ver a roubalheira que esta escancarada, as mentiras dos politicos, os
altos impostos e juros escorchantes, e o serviço publico parado
e deixando de funcionar, veja o caso da ANVISA, que as leis trabalhistas
incentivam greves de pessoas que jamais poderiam fazer greve pois não
se brinca com produtos como o estão fazendo e prejudicando tanta
e tanta gente que produz e paga impostos, ainda.
Este é o meu tirocinio e sei o que vai acontecer. A minha idade
permite olhar num espelho retrovisor bem grande e ele me mostra o que
será o futuro. É como faz o agrimensor, fixa uma estaca,
faz a visada, vira o aparelho em 180 graus e encherga o futuro.
Um grande abraço, sei que voce fez a pergunta sabendo tudo isso.
Mas o desabafo de um povo esta mal começando.
Esperemos para ver o que acontecerá e vai acontecer o pior, não
tenho a minima duvida.
Gert roland Fischer
Eng. Agronomo.
Lembre-se que se voce tem uma pequena cachoeira em sua propriedade, voce
não pode utilizar essa força para produzir a propria energia
, a agencia de eleltricidade corporativa vai de colocar na cadeia, pois
como vão medir o teu consumo para cobrar a energia. Quem vai fazer
a medição sem medidor?
Quem vai contabilizar o imposto do que o agricultor familiar.
-------Mensagem original-------
De: Dirley Ferreira
Data: 04/23/06 17:33:34
Para: Telmo Heinen; jornaldomeioambiente; agrisustentavel@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: (JMA e RMA): Biomassa para quem?
Prezado Telmo,
Essa é mesmo uma boa pergunta. Biomassa para quem?
Hoje há tecnologia barato, ao alcanse de qualquer produtor rural
medio para produzir alcool de cana de açucar e também óleo,
o de girassol por exemplo.
Com um investimento de alguns milhares de reais o produtor pode produzir
agroenergia para a frota essencial para o bom andamento da propriedade
rural. Alcool para o carro, óleo para os trtores e caminhões.
Eu gostaria de saber algo, com certeza aqui no grupo tem juristas competentes
que podem dar nos uma luz sobre esse tema. A minha pergunta é:
- Como ficaria diante dos órgãos do governo, do FISCO Federal
e dos estaduais por exemplo, o agricultor que produzir a sua própria
biomassa a partir da cana de açucar, girassol, dendê,...,
para abastecer seus tratores, colhetadeiras, conjunto geradores, ...?
E se esse produtor vender o excedente para os vizinhos?
Ele poderia trabalhar em paz ou alguém do governo vem na propriedade
cobrar alguma coisa, por exemplo: imposto?
Dirley Ferreira
De: Anderson Porto
Enviada em: terça-feira, 25 de abril de 2006 11:40
Para: sosverde@yahoogrupos.com.br
Cc: FENDEL tecnologia
Assunto: Biomassa para quem
BIOMASSA PARA QUEM?
Energia - questão estratégica
O preço do barril de petróleo bruto triplicou em menos de
três anos. Está em torno de US$ 60,00. Analistas avisados
prevêem escalada para um múltiplo disso. Engdahl e Roberts
esperam US$ 100,00 por barril, antes de 2010, e há prognósticos
acima de US$ 300,00 dentro dos próximos 10 anos.
A curva do consumo prossegue em ascensão, e a da descoberta de
novas jazidas em declínio. O problema, portanto, não é
só econômico. É estratégico, pois haverá
colapso energético, quando a produção de petróleo
não mais atender parte substancial da procura global.
Biomassa: solução, mas para quem?
Por isso, países consumidores prodigalizam subsídios para
promover energias renováveis. Por um paradoxo que só o modelo
econômico do Brasil explica, nossa produção de óleos
vegetais não chega a 1% da realizada pela Alemanha, cujos recursos
naturais são infinitamente menos favoráveis.
De qualquer forma, a inigualável combinação, existente
no Brasil, de terras utilizáveis, água e dias de sol tropical
por ano, levará a explorar nele a biomassa indispensável
para suprir grande parte da demanda mundial de energia. Corporações
transnacionais sabem que produzir no Brasil e exportar derivados da biomassa
é a saída para escapar ao colapso e para obter elevados
ganhos, graças aos altos rendimentos e ao baixo custo das matérias-primas
aqui cultiváveis.
Em suma, a questão não é fazer ou não fazer
um programa de produção de biomassa em grande escala. A
questão é quem vai fazer, ou, antes, quem vai comandar esse
programa.
Salvo óbices políticos, nada impede o Brasil de produzir
por ano, ao fim de 10 anos, 30 bilhões de litros de etanol e 45
bilhões de litros de biodiesel - o que supera o atual consumo interno
de gasolina, álcool e óleo diesel. Os investimentos requeridos
são modestos: R$ 4 bilhões por ano. Uma bagatela para um
país em que a formação bruta de capital fixo passa
de R$ 300 bilhões anuais, e cujo Tesouro Nacional mantém
inúteis no Banco Central R$ 235 bilhões, só para
dizer aos beneficiários das taxas de juros mais altas do mundo
que fiquem tranqüilos.
Contexto socioeconômico
O modo pelo qual será realizado o programa da biomassa determinará
a futura condição do Brasil: uma sociedade próspera,
se adotar o desenvolvimento autônomo, ou um megaHaiti, se investidores
não-residentes assumirem o controle da produção e
da comercialização.
Foi ruim a partida para essa corrida, dada há muito tempo, e o
Brasil precisa mudar de atitude, se ainda quiser ter alguma chance. O
País facilitou e subsidiou a apropriação por capitais
forâneos do principal dos meios de produção e do grosso
dos bancos, a ponto de tornar inusitada no Brasil a figura do executivo
não subordinado a uma empresa transnacional. Poucos setores são
exceção a esse respeito.
A submissão irrestrita à globalização foi
sinalizada pela adesão, em 1995, à Organização
Mundial do Comércio, seguida das emendas à ordem econômica
da Constituição. Daí, a legislação
brasileira foi banindo a possibilidade de o Estado intervir no domínio
econômico em favor da sociedade. Agora só intervém
para decretar as taxas de juros mais altas do mundo, o que não
decorre do mercado. Nem mesmo sendo esse mercado oligopolizado por grandes
bancos.
Enquanto o culto à globalização for religião
oficial, e o mercado divindade intocável, não será
possível ao Brasil assentar sua economia em bases sólidas,
com a biomassa ou com qualquer outra indústria. Sob essa religião
não há como: 1) impedir a morte no ovo de tudo que se poderia
tornar grande empresa produtiva; 2) criar as condições socioeconômicas
para que o desenvolvimento possa ocorrer.
O quadro político-institucional não tolera que o governo
impeça a compra de empresas de capital local por transnacionais.
Inúmeras firmas brasileiras, até pequenas, mas inovadoras,
têm sido adquiridas por corporações mundiais, por
ser irresistível a pressão para vender. Primeiro, porque
a demanda interna é fraca, em função da míngua
de investimentos no País, tributário, desde 1982, do serviço
da dívida pública, inflada pela dinâmica dos juros
compostos. Segundo, porque os juros são proibitivos, e os tributos,
dilapidados no serviço da dívida.
Assim, empresários aceitam a troca de valiosos ativos reais e intangíveis
por moedas inflacionadas. Pior que índios trocando terras por espelhinhos!
O dólar vem sendo aviltado, não só por emissões
do Tesouro dos EUA para cobrir colossais déficits de conta corrente,
mas, ainda mais, para sustentar a proliferação de ganhos
financeiros mal lastreados, como os dos derivativos. Embora com data incerta,
é evento certo a queda do dólar para fração
mínima de seu valor presente.
Capital e tecnologia ou recursos naturais e trabalho
Entrar com uma coisa ou entrar com a outra faz diferença vital.
Condena-se ao subdesenvolvimento todo país que não comanda
sua produção, por meio do capital e da tecnologia. E, mesmo
que, de início, tenha esse comando, termina por perdê-lo,
se a comercialização e o financiamento ficam a cargo de
centros estrangeiros. Em sua obra clássica, Civilisation Matérielle,
Économie et Capitalisme, Braudel fala da Polônia, país
que se tornou, no Século XVIII, fornecedor de cereais para o mercado
europeu, controlado por mercadores holandeses. O declínio resultante
foi tal, que a Polônia reinstituiu o regime de servidão,
antes abolido.
Situação semelhante se dá aqui e hoje, quando se
apela para reduzir o "custo-Brasil", uma senha para a eliminação
dos direitos trabalhistas. As exportações baseadas em baixos
custos de mão-de-obra é receita segura para a piora das
condições econômicas e sociais. Quem atribui a essas
exportações o crescimento do PIB chinês, ignora que
esse se deve, em primeiro lugar, a investimentos públicos nas infra-estruturas
econômica e social e, em segundo, a indústrias locais intensivas
de tecnologia.
Confirmando, contrario sensu, a lição sobre a Polônia,
a Dinamarca, na 2ª metade do Século XIX, viu-se alijada do
mercado mundial de bens agrários com a entrada de novos produtores
dotados de extensas terras férteis (EUA, Austrália, Argentina).
Na ótica do agronegócio, isso seria ruim. Não foi.
A perda desse mercado levou a Dinamarca a diversificar sua economia com
capital nacional, construindo máquinas e tecnologia para aproveitar
suas modestas matérias-primas. Foi o ponto de partida para o desenvolvimento.
Em suma, se brasileiros não controlarem a produção
e o comércio da biomassa, esta se somará a outros setores
do agronegócio e à extração mineral como mais
um a desperdiçar recursos naturais sem proveito para o capital
nacional nem para o trabalho. A quem tiver preconceito contra o primeiro,
deve-se lembrar que, se ele não se acumular no País, não
haverá nem investimentos nem empregos decentes para os brasileiros.
Exemplos gritantes são o nióbio e o quartzo, minérios
cuja oferta mundial está quase toda no Brasil, e em relação
aos quais: 1) o preço oficial de exportação do minério
é uma ínfima fração do preço no exterior,
já de si subavaliado; 2) as quantidades que figuram na estatística
são pequena fração do consumo aparente mundial; 3)
as matérias-primas são processadas e transformadas no exterior,
havendo aí imensa agregação de valor, desproporcional
aos custos dessas operações.
É de tal ordem de grandeza a dilapidação dos recursos
naturais do País, que a receita das subfaturadas exportações
brasileiras supera a das importações, malgrado o superfaturamento
destas. Esse é o caminho do Haiti, que muita gente imagina ter
sido sempre pobre. Grande engano.
Derrotada em batalhas ultramarinas, a França foi posta, durante
a negociação do tratado de paz, em 1763, na contingência
de perder ou o Haiti ou o Québec (Canadá). Fez a escolha
natural: ficou com o Haiti, rica colônia exportadora de produtos
tropicais. Também os bolivianos sabem hoje que, do Eldorado da
prata de Potosi, do Século XVII, não restaram senão
buracos em suas montanhas.
O declínio do Brasil foi desencadeado por dois processos interligados
- e intensos de 1955 a 1975 -, a desnacionalização e o aumento
do grau de concentração. Estudo de Newfarmer e Mueller para
a Comissão de Assuntos Estrangeiros do Senado dos EUA, publicado
em 1975, constatava, já na 1ª metade dos anos 70, a estrutura
oligopolista do grosso da indústria e seu controle por empresas
multinacionais.
Esses processos radicalizaram-se com as privatizações dos
anos 90 e não são estranhos ao serviço da dívida.
Tudo resultou na estagnação econômica e no desastre
das condições sociais. A participação dos
salários no PIB caiu de 60% em 1964 para 30% em 2005.
O Eldorado da biomassa
A biomassa pode trazer as vantagens de um verdadeiro Eldorado. No estado
atual da técnica são possíveis preços de produtor
dos combustíveis de biomassa inferiores em, pelo menos, R$ 0,50
aos dos derivados de petróleo. A vantagem da biomassa independe,
pois, de subsídios. Além disso, seu uso fará elevar
as exportações de petróleo e a taxa de conservação
deste.
Os ganhos crescerão com a tecnologia a ser desenvolvida com a produção,
embora já haja rendimentos excelentes: a cana-de-açúcar
e a mandioca, com de 6.000 litros por hectare/ano ou mais. No caso dos
óleos, o dendê, com 6.000 litros e os pinhões, 3.000
litros ha./ano.
Completada a substituição, em 10 anos, far-se-á economia,
no 10º ano, de, no mínimo, R$ 37,5 bilhões, além
da acumulada nesses 10 anos, de mais de R$ 200 bilhões. Esses formidáveis
valores crescerão em função do aumento dos preços
do petróleo. Os subprodutos da biomassa valem outro tanto: a) da
cana-de-açúcar: o bagaço, o vinhoto, as folhas, a
palha; b) das oleaginosas: o farelo, proteína para alimentação
animal.
Os investimentos totais nas culturas e na indústria da biomassa
exigem, no máximo, R$ 4 bilhões por ano, o que implica rentabilidade
altíssima, atraente para o setor privado. Essa quantia é
apenas 1,3% do investimento de capital fixo feito no País, onde,
de resto, se desperdiçam mais de R$ 200 bilhões/ano no excesso
das taxas de juros.
É modesto o custo da conversão de motores para combustíveis
de origem vegetal, e os ganhos para o consumidor crescem com o pleno aproveitamento
da octanagem do álcool, da qual cerca de 35% se perdem no esquema
flexfuel.
Emprego
A produção de biomassa é intensiva de trabalho, enquanto
a do petróleo o é de capital. O que toca ao trabalho do
valor agregado pela Petrobrás não passa de 7,5%. Além
disso, serão criados empregos para quadros qualificados, na pesquisa
de espécies e modos de cultivo, bem como nos processos de transformação
industrial e novos usos. Há, ainda, o novo campo da alcoolquímica
e da bioquímica das oleaginosas.
A coleta destas não comporta mecanização e sua expansão
exigirá área 4 vezes maior que a usada para a cana-de-açúcar
e o etanol, segmento que, só no Estado de São Paulo, emprega
400 mil trabalhadores organizados e ocupa menos de 3 milhões de
hectares.
Dobrando-se a área, no caso do etanol, o incremento nos empregos
é de 400 mil. Para as oleaginosas, são 1,2 milhões,
multiplicados por 1,5 (dada a maior intensividade de mão-de-obra).
Isso resulta em 1,8 milhões de empregos nos óleos e 2,2
milhões no total. Estimando-se três empregos indiretos para
um cada desses, são 8,8 milhões, o suficiente para eliminar
quase todo o desemprego computado nas estatísticas oficiais.
Meio ambiente
Além da captação do CO2, as culturas da biomassa
trarão benefícios ao meio-ambiente e à saúde,
em função de seu efeito sobre a cobertura vegetal de extensas
áreas. As áreas preservadas ou reflorestadas pelo plantio
de árvores oleaginosas serão um múltiplo das ocupadas
pelas lavouras de cana-de-açúcar e de mandioca.
Mais notável, os subprodutos permitirão recuperar cerca
de metade das terras desmatadas para pastagens, as quais ocupam área
cinco vezes maior que a de todas as lavouras. Poder-se-iam, assim, reflorestar
40% das áreas de pastagens, ou seja, 100 milhões de ha.
Exportação
Os impressionantes ganhos econômicos, de geração de
emprego, ambientais, bem como as terras recuperáveis para reflorestamento,
que se podem obter com a produção de energia para o mercado
interno, serão multiplicados por 2, por 3, ou por fator ainda maior,
desde que se façam os investimentos para atender a ilimitada procura
existente pela energia da biomassa, não só por seus custos
serem inferiores aos dos derivados de petróleo, mas também
pela falta deste.
Publicado em "A Nova Democracia", ano IV, nº 29, abril
de 2006.Adriano Benayon Doutor em Economia. Autor de "Globalização
versus Desenvolvimento" (ed. Escrituras)
Jornal BIOCOM 6
Meu caro Telmo
Perfeitas as tuas análises e respostas sobre o biobobodiesel.
Estou cá pensando com meus botões... para simplificar e
racionalisar a documentação de um veículo, e em nome
da santa e beata bioenergia, deve-se eliminar a informação:
que tipo de combustível utiliza, pois é algo completamente
mentiroso e desnecessário.
Se consta gasolina é balela, pois nos postos nacionais se vende
apenas o A25 ou seja 25% de álcool.
Com a besteira do flex ou triflex, a opção é do motorista,
e igualmente nada interessa esta informação ao solícito
guarda de trânsito, imbuído do mais alto senso de utilidade,
em averiguar documentos...
Assim, a escolha do combustível deveria ser opção
exclusiva do Jarbas, ainda mais daqui prá frente, época
de vacas magras em agonizante porcotróleo, e a cada dia aparecem
novas misturas e "combustíveis" inusitados, muitos estúpidos
como biobobodiesel, hidrogênio e ar comprimido, mas tudo bem...
a escolha é do proprietário iludido e enganado, e a polícia
não tem nada a ver com isso, pelo menos não a da rua ou
estrada.
Os veículos deveriam obedecer às normas de emissões
globais, a cada ano mais rigorosas e pt saudações. Emissões
e balanços energéticos globais, pois de nada adianta ser
um porco na fabricação do bobocombustível e uma ovelha
na utilização...
Assim acaba a putaria nacional em que limpos e pequenos veículos
a álcool tem restrições a emissões muito mais
exigentes do que os porcos carroções a Diesel fóssil
subsidiado, com seus limites de emissões muito mais tolerantes
e sujos.
Quanto ao texto do Lucas Mendes: "EUA - Brasil com gás e,
etanol..." imagine só quando o galão da porca gasolina
norteamericana (hoje US$3) bater logologo nos 9 dólares, hehehé...
aí... que se cuidem os patos e abobalhados países tropicais,
sem bomba atômica.
Meu caro Hernani
Recebí outro belo vídeo de teu filho, com 47 MB, onde vc
aparece andando em tua paratí a óleo de dendê natural,
e onde vc afirma que teu motor de kombi foi aberto com 50.000 km, se apresentando
melhor do que se tivesse sido tocado a Diesel fóssil.
Assim que ficar pronto meu passat variant alemão com motor 1.9
TDI, injeção eletrônica com estonteantes 1800 kgf/cm2,
e eu conseguir fazer uma mutreta para emplacá-lo neste país
do "porcotróleo é nosso", vou precisar viajar
um pouco para finalmente testar pessoalmente e exaustivamente meu kit
a óleo vegetal, e então prometo te visitar em teu castelo
de Ilhéus - BA.
Quanto a meu jeito escrachado de escrever, é a única maneira
que encontrei para divulgar minhas pesquisas e filosofias, que aliás
nada mais são do que antigas previsões cronológicas
da triste e corrupta realidade, que se torna pública a cada dia
que passa... aliás nenhuma editora quis vender meu livro, e nehuma
vassala mídia de porte até então divulgava meus textos.
Em compensação, hoje já me perguntam quanto cobro
por uma palestra, que continuo fazendo grátis, cobrando apenas
as despesas de viagem, que podem inclusive ser pagas com óleo de
fritura, hehehé.
Meu caro Valfrido Pantaneiro
Primeiro, OVN - óleos vegetais naturais, não são
biobobodiesel, não confunda vantagem com sacanagem.
Segundo, sempre que se produz bioenergia, ocorre a produção
de outros produtos e subprodutos em quantidade maior, como: comida (farelos)
fertilizantes (vinhoto) energia (bagaço) e muito mais.
A bioenergia descentralizada e distribuída permite inclusive a
cultura orgânica das mais diversas espécies, onde o resíduo
de um produto ou processo serve de alimento ao outro. Simplesmente fantástico,
sustentável, desenvolvimentista e perene.
O pequeno pode ser muito mais eficiente e mais racional que o grande,
pagador de mensalões e propinas para ser exclusivo.
Para tal urge implantar também a ENEREDE, coisa que demonstro,
divulgo e lato a mais de 15 anos, e que agora começa a pipocar
de maneira ridícula e mesquinha, por exemplo em alguns projetos
na suinocultura e galinhacultura no oeste do PR e SC.
Meu caro Adriano
Que bom, que além do Bautista e do Iturra, agora tenho contato
com vc, mais um bioamigo militante ativo do Instituto do Sol.
Convido-o a participar da lista biocom@grupos.com.br onde debatemos principalmente
assuntos ligados à bioenergia.
Basta mandar um email a este endereço, que vc recebe uma resposta
com as orientações.
Quanto às leis daqui, vivemos num balaio de gatos, ratos e novelos,
onde cada representante pensa que quantidade é melhor que qualidade.
Aqui se retiram as responsabilidades dos cidadãos e faz-se de conta
que o estado cuida de tudo, em todos os setores, imitando, feitos papagaios
analfabetos o que vêem de pior e corporativo em outros países.
Assim, por exemplo, utilizar capacete e cinto de segurança deveria
ser responsabilidade e problema exclusivo de cada um. Envolver a polícia
neste contrôle, apenas gera corrupção. É uma
piada "exigir" cinto de segurança dos motoristas e não
dos passageiros de um ônibus, onde os assentos deveriam ser igualmente
resistentes e ter cintos de 3 pontos. Seria problema e responsabilidade
exclusiva do passageiro utilizá-lo ou não.
Voltando à bioenergia, os detalhes técnicos são facílimos
de serem implantados ou resolvidos. O que falta são os babacas
detalhes políticos e administrativos. Parece que a humanidade ao
invés de ficar mais inteligente, está cada vez mais bêsta.
Veja só nossas modas, nossas artes, nossas músicas... tudo
lixo alienado da pior espécie.
Te parabenizo pela elaboração do projeto sobre bioenergias
que vc fez para o Prona, para o Enéas. Mande meu hidrobioabraço
ao ex-barbudo. Foi um projeto realmente extraordinário, e na época
mandei algumas sugestões a um deputado que faz ou fêz parte
do encaminhamento. Esse projeto, ter sido rejeitado na comissão
de meio ambiente, como vc relata, é caso de polícia federal,
é caso de mensalão, é algo ordinário de propina
descarada. Eta bando de filhos da Puta.
Fico imaginando o parecer do MME a respeito. Estes bostas só querem
saber de porcotróleo, benesses próprias e maracutaia. Até
hoje sacaneiam nosso fantástico e mundialmente cobiçado
etanol.
Recebi um parecer destes ratos, a anos passados, quando enviei meu ante-projeto
sobre a lei dos óleos vegetais ao senador do PR - Álvaro
Dias, que o encaminhou à assessoria técnica do senado. Olha,
a análise destes fedorentos roedores de cofres públicos,
dá dor de barriga a qualquer ser racional, ou de rir, ou de raiva,
pois é inacreditável as cretinisses que "analisaram".
Relendo agora teu triste relato, nem sei se posso divulgá-lo aqui
no BIOCOM, se estou autorizado a tal.
Mas como percebo que vc é um homem do bem, um batalhador incansável,
acredito que vc não vai me sensurar por esta indiscreção,
pois afinal nossa luta é a mesma, e quanto mais gente for corretamente
e devidamente informada, mais rápida será a desinfetação
do planalto central para promover o inevitável sucesso das imprescindíveis
e eternas bioenergias.
Meu caro Patelli
Obrigado por divulgar a matéria de como deveria ser a nossa secular
civilização, baseada nos óleos vegetais, texto imperdível
produzido pela Clarissa Tag, que, para meu entendimento, é a mais
fantástica escritora sustentável de todos os tempos, na
teoria e na prática, pois para contribuir com o bem estar comum,
além de ativa, agradável e inteligente articulista, comercializa
produtos orgânicos certificados no RJ.
Minha querida e idolatrada poetiza Clarissa Tag
Teus manuscritos são um poema em homenagem à vida. Por
favor, sempre me mande em separado teus colossais textos.
A carta de Araçatuba, de autoria outra, nada mais é do que
a confirmação das bobagens que envolvem o biobobodiesel.
O biobobodiesel fica pseudo-viável, apenas se continuarem sacaneando
os óleos vegetais naturais e a partir do momento em que o Diesel
fóssil alcançar o preço de R$ 4,00 o litro, o que
não vai demorar muito a acontecer, devido ao crescimento do consumo
de energia líquida ser maior que sua produção, pois
apesar da propaganda contrária, os fósseis estão
no gogó.
A turma do biobobodiesel necessita atacar violentamente os OVN, pois caso
contrário fica óbvio que o biobobodiesel é como fazer
biobobagasolina... uma insanidade, uma falcatrua, uma pouca vergonha coorporativa.
Meu caro Delmar
O artigo do Rui Nogueira sobre o gás boliviano, e a maioria dos
demais choradores, críticos e elogiadores do cacique valente, se
esquecem do fundamental, (inclusive o cacique), da agressão ao
equilíbrio da natureza e do pico do porcotróleo.
Enquanto discutem soberania, democracia e corrupção, nada
se fala sobre eficiência, futuro e sustentabilidade.
Estão tergiversando sobre anéis e brincos em dedos e orelhas
cancerosas e necrosadas.
Mesmo sendo o porco gás boliviano surupiado quase que de graça
por nossa idolatrada porcobrás, quem é que paga essa intocável
porcobrás e seus corruptodutos?
Como pode o sujo e finito GN ser vendido aqui a preço tão
ridículo de baixo?
A única explicação é a enganação,
e demorou para que todo este lamaçal eleitoral corporativo viesse
à tona.
E continuam bajulando os agonizantes e imundos fósseis, com mentiras
e tapa olhos, enquanto sacaneiam nossas espetaculares bioenergias e nossas
fantásticas hidroelétricas.
Para demonstrar que de Brasília, além de muita merda, também
sai esporadicamente alguma coisa que presta, segue conexão a um
texto que demonstra os ótimos resultados de nossa política
externa de combate aos subsídios agrícolas na Europa, em
especial a onda de fechamento de usinas de açúcar subsidiado
na UE:
http://www.zoonews.com.br/noticiax.php?idnoticia=78994
Assim aumenta em muito a nossa responsabilidade e oportunidade de produzir
energia racional, afinal açúcar e seus bioparentes, incluso
o álcool, são pura energia atmosfera limpante.
E espero iludido que nosso preço de exportação do
bioetanol seja maior do que o preço pago aqui pelo sacaneado povo...
afinal numa democracia de fato, não tem razão ser o contrário.
O chupador e ladrão governo que cubra decentes impostos de exportação.
Estamos, sem mérito de paraquedista atual nenhum, com o queijo
e a faca da bioenergia na mão. O mérito, a verdade seja
dita, é todo do prodigioso Bautista, de sua velha equipe e de seus
antigos bioamigos.
Quem quizer saber um pouco mais sobre as putarias no setor do porcotróleo,
mais especificamente os criminosos subsídios e negociatas envolvendo
o porco gás natural boliviano, acesse a conexão:
http://www.mnp.org.br/materias.php?mat_id=78331&canal_id=13
Antiabobalhantes HidroBioabraços carbono seqüestrantes
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
Divulgação autorizada e desejável.
"Suzane von Richthofen consultando o advogado:
- Eu tenho alguma chance de ser absolvida?
- Só se for julgada pelo Congresso Nacional!"
De: Delmar Philippsen
Enviada em: sábado, 6 de maio de 2006 06:56
Para: Undisclosed-Recipient:;
Assunto: BOLÍVIA: VALE A PENA LER
PIOR QUE POLÍTICO DE ESQUERDA (""PROGRESSISTA""),
SÓ JORNALISTA QUE TENTA JUSTIFICAR O INDEFENSÁVEL !! ÊTA
RAÇA DESPREZÍVEL E INÚTIL.
http://www.primeiraleitura.com.br/auto/entenda.php?id=7484
De: Clarissa Tag
Enviada em: sexta-feira, 5 de maio de 2006 10:44
Para: Fendel
Assunto: carta de araçatuba
http://agenciact.mct.gov.br/index.php?action=/content/view&cod_objeto=33726
Clarissa Taguchi
Cia. Ecológica do Brasil
http://www.ciaecobrasil.com.br
De: patellijr
Enviada em: quinta-feira, 4 de maio de 2006 07:53
Para: undisclosed-recipients:
Assunto: O biocombustível é um dos maiores exemplos do que
poderíamos ter sido e não fomos: uma outra sociedade.
http://www.consciencia.net/2006/0503-biocombustivel.html
De: Adriano Benayon
Enviada em: quarta-feira, 3 de maio de 2006 17:31
Para: Fendel
Assunto: Re: jornal BIOCOM 5
Prezado Eng. Fendel,
Grato pela transmissão de seus comentários no jornal BIOCOM
e, em especial, pelos numerosos e valiosos elementos técnicos de
informação, que guardei com o teor de seu texto. Com satisfação,
verifiquei que eles confirmam, com riqueza de pormenores, as concepções
que tenho formado sobre a questão da biomassa, fazendo parte, como
faço, do Instituto do Sol, presidido pelo Prof. Bautista Vidal.
Há muitos anos venho mostrando o absurdo da política econômica
que o sistema mundial de poder faz praticar no Brasil, bem como a total
ilegalidade de tudo que se faz, inclusive das próprias leis, pois
se está sob um regime em que atentar contra o País não
é crime. Ou seja, mesmo quando ainda resta alguma coisa de correto
nas leis, isso não é aplicado.
Estarei incluindo seu e-mail na lista à qual costumo enviar os
artigos após a publicação.
Sou doutor em economia, título que obtive na Alemanha, em 1976.
Não sou especialista em biomassa, mas tenho há muitos anos
me informado a respeito, inclusive por contatos com o Prof. Bautista Vidal,
desde há mais de 20 anos. Tenho feito alguma coisa como vice-presidente
do Instituto do Sol, OSCIP da qual o Prof. Bautista é o presidente.
Como tudo no País está sob o comando de quem quer torpedear
qualquer coisa que sirva ao País, todos os estudos e trabalhos
que temos feito, ou são desaproveitados, ou são aproveitados
em parte por entidades governamentais ou privadas, todas as quais têm
terminado por dar um cano no instituto.
Sou membro da Comissão Executiva Nacional do PRONA, o partido do
Dr. Enéas, a quem tenho prestado consultoria sobre assuntos econômicos
e políticos nos últimos três anos. Nessa qualidade,
elaborei projeto que obrigaria a substituir o atual consumo de gasolina
e diesel de petróleo por etanol e por óleos vegetais, num
período de 10 anos.
O Dr. Enéas até conseguiu a assinatura de todos os líderes
de partidos para que o projeto possa ser apreciado diretamente no Plenário,
quando isso for oportuno (o que parece ser nunca). Enquanto isso, ele
tramita nas comissões. Foi aprovado na comissão de desenvolvimento
e rejeitado na comissão de meio-ambiente. Que tal?
Outra coisa. Quer saber como? O relator foi um tal deputado do PT da Bahia,
de nome leonardo monteiro (e que está em sua lista de destinatários
da internet). Esse sujeito, depois de ter prometido que daria parecer
favorável, deu-o contrário. Suas "justificativas"
para isso são um amontoado de cretinices elaborado sabe onde? No
Ministério de Minas e Energia.
Sabe quantos deputados havia na comissão, além do presidente
da comissão, quando o parecer contrário ao projeto foi aprovado?
Dois. Nem o relator estava presente. Um outro deputado, esse do psol do
Ceará, leu-o. O quórum (são precisos 10 presentes)
ocorre da seguinte maneira: os deputados vão assinando uma lista
e retirando-se imediatamente; então as assinaturas na lista fazem
fazer de conta que eles estão presentes à sessão.
O PRONA nada pôde fazer, porque não tem nenhum membro nessa
comissão.
Cordialmente,
Adriano Benayon
De: Valfrido M. Chaves
Enviada em: terça-feira, 2 de maio de 2006 15:51
Para: Fendel
Assunto: Re: jornal BIOCOM 5
Fendel: estou sempre vendo sua luta em torno da temática do biodiesel.
Estou com uma indagação: se hoje, só para fazer a
agricultura para consumo interno/exportação, já há
toda uma celeuma mataXagricultura, estando o conflito envolvendo os reflorestamentos
(desertos verdes), como se já estivéssemos atingido nosso
limite do aproveitamento de nossas áreas agricultáveis,
onde é que iríamos plantar para o biodiesel? Deixaríamos
de plantar o quê? Desculpe-me se achar a pergunta idiota, mas temos
nossos limites até pelo nosso campo de interesse e atividade. Bom
trabalho! Valfrido
De: Hernani Lopes de Sà Filho
Enviada em: quarta-feira, 3 de maio de 2006 12:21
Para: Fendel; T82@yahoogroups.com
Assunto: Rindo para não corar->e: [T82] AIRBUS- A380
Fendel,
Você é o cara mais irônico que já conheci.
Suas colocações e suas mensagens, são perfeitas e
da forma que as coloca, transforma nosso choro em risos, com mais vontade
de agir.
OVN abraços.
Hernani Sá(o pai)
----- Original Message -----
From: "Fendel" <thomas@fendel.com.br>
To: <T82@yahoogroups.com>
Sent: Wednesday, May 03, 2006 11:29 AM
Subject: RES: [T82] AIRBUS- A380
Meu caro Gilberto
Lindos os videos sobre o A380.
Vendo a aparafusadeira conectando as asas, lembrei de meu projeto semelhante
e mais compacto na Embraer, fazem uns 5 anos.
Apos umas 10 visitas e reunioes, meu orcamento era de uma parafusadeira
hidraulica www.hytorc.com.br com controle microprocessado de pressao do
oleo e emissao automatica de relatorios de torques nos parafusos. Seria
necessario modificar os parafusos e as porcas, eliminando inclusive a
necessidade da contra-chave do outro lado da juncao...
Infelizmente nao usei gravata e o mercedes que utilizei nas visitas era
um onibus de linha.
Assim, nao me deram o devido credito, e nao sei se hoje ainda utilizam
o perigoso e sofrido modo do torquimetro manual, em espaco confinado,
complicado e apertadissimo.
Hidrobioabracos Fendel
-----Mensagem original-----
De: Gilberto Simoes
Enviada em: terca-feira, 2 de maio de 2006 22:59
Para: T82@yahoogroups.com
Assunto: [T82] AIRBUS- A380
Como construir um AIRBUS A380 em 7 minutos...
http://video.google.com/videoplay?docid=-3046542226114078023&q=A380
-----Mensagem original-----
De: lista-do-agronegocio-1
Enviada em: segunda-feira, 1 de maio de 2006 11:28
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: Revolução ou Renovação?: [BioCom]
RES: PT É UM SACO DE GATOS
Prezado Fendel e Demais
Estou trabalhando politicamente para a RENOVAÇÃO total.
Vou acreditar no PSOL da Senadora Heloisa Helena, nos jovens e mulheres
ainda sem mácula; como meu filho de 24 anos.l Veja www.hernanisa.com.br
Obrigado pela referência à minha carroça.
Agora estou preparando outra (meu velho jipe) para usar e divulgar seu
kit
Precisamos de vocês aqui em Ilhéus para entrevistas coletivas,
na região do cacau e costa do dendê.
Abraços Hernani Sá
----- Original Message -----
From: thomas@fendel.com.br
To: biocom@grupos.com.br
Sent: Sunday, April 30, 2006 9:28 PM
Subject: [BioCom] RES: PT É UM SACO DE GATOS
Caros Bioamantes
Se PT, Arena ou PMDB... tanto faz... é farinha do mesmo saco furado,
é água do mesmo poço contaminado, da mesma chuva
envenenada.
O que diferencia os gatos dos ratos dos seres decentes, são suas
idéias e atitudes.
As hierarquias estão aí para servir uns poucos em detrimento
da grande maioria.
E quem quebrar este círculo viciado e porco, é assassinado
ou removido.
Collor foi deposto porque andou na carroça a óleo vegetal
de nosso amigo Hernani de Sá - http://www.biocombustiveis.com.br/
. Foto anexa.
-------Mensagem original-------
Hidrobioabraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
Divulgação autorizada e desejável.
"Wissen sollte immer kostenlos und frei verfuegbar sein" - Nikolaus
Foidl - Sabedoria deveria sempre ser disponibilizada livre e grátis.
De: Delmar Philippsen
Enviada em: sábado, 29 de abril de 2006 06:55
Para: Oscar Baldoni
Assunto: Re: SENSACIONAL: O PT É UM SACO DE GATOS
Sr. Oscar
Discordo do senhor com relação à Argentina. O seu
país quebrou há cerca de 10 anos, por causa do populismo,
irresponsabilidade fiscal, da asssociação entre governo
corrupto, partido corrupto (peronista) políticos corruptos, empresários
corruptos e sindicato corrupto, implantado há 50 anos na época
do Peron.
É o mesmo que está acontecendo no nosso país. No
Brasil, o PT nada maís é do que um partido formado por parasitas
- sindicalistas -que jamais tiveram que dar "duro" na vida como
qualquer trabalhador, agricultor, profissional liberal, empresário
de micro, pequeno e médio porte. O PT, desde sua origem, teve um
objetivo: conquistar o poder para acomodar esta classe de inúteis
que hoje aí está; Nunca uma malta de parasitas e mentirosos
enganou tanto. Nunca tantos fizeram tanto mal a um país, dizendo
que sabiam como fazer o bem para outros. Como bem definiu alguém
um dia, o PT é o partido dos burgueses sem capital.
Att Delmar
De: Telmo
Enviada em: quinta-feira, 4 de maio de 2006 20:05
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: [BioCom] EUA - Brasil com gás e, etanol...
Lucas Mendes: EUA - Brasil com gás e, etanol... Colunista diz que
etanol brasileiro é motivo de inveja entre os norte-americanos.
Medido por centímetro quadrado de jornal ou minuto de televisão,
o Brasil nunca teve tanto gás na imprensa americana....
Iraque? Desastre! Katrina? Desastre! Gasolina a US$ 3 o galão?
Imperdoável.
Se o preço não cair, não importa o partido, bye bye
governo. E quem tem coragem de dizer ao consumidor americano que, mais
do que vítima, ele é o criminoso?
Tente convencer o Joe que ele consome duas vezes mais energia do que um
inglês ou um japonês ou que US$ 3 é um preço
razoável comparado com os US$ 6 que os alemães pagam. Ou
que o Tio Sam é um esbanjador. Tem apenas 4,5% da população
do mundo e consome 25% do petróleo.
Quando a gasolina ainda estava a US$ 2 o galão estas verdades ainda
eram digeríveis, mas a US$ 3, quem disser que o preço está
correto, que os motoristas devem dirigir e reclamar menos, perde a eleição
ou não se elege.
'Efeito colateral'
Gasolina a US$ 3 já foi promovida a "crise" pelo governo
e com o barril de petróleo arrebentando os US$ 70, desceu em Washington
o ministro do Petróleo da Arábia Saudita, Ali al Naimi.
Há muito tempo não via um árabe tão simpático
e vivo na televisão.
Diante de uma platéia que parecia hostil ele mantinha um sorriso
e argumentos irresistíveis. A Arábia Saudita é a
favor da queda do preço, da conservação de energia,
não tem nenhum interesse no barril a US$ 75 e não está
preocupada com o investimento americano em etanol. Pelo contrario. O saudita
verde saiu aplaudido.
Um dos efeitos colaterais positivos desta crise é a imagem do Brasil
nos Estados Unidos. Não temos Castros, nem Chávez, nem Morales
e Humalas e estamos nadando em etanol que, no momento, além de
invejável, é o caminho mais promissor para reduzir a dependência
americana no petróleo estrangeiro.
Medido por centímetro quadrado de jornal ou minuto de televisão,
o Brasil nunca teve tanto gás na imprensa americana....
-----Mensagem original-----
De: Telmo Heinen
Para: ADE QUIMICA LTDA
Enviada em: terça-feira, 2 de maio de 2006 23:44
Assunto: Re: Mamona no RS
Prezado Sr. Cláudio, há questões e questões.
1) O Sr. está aonde? O Sr. quer plantar mamona para fazer biodiesel
ou para vender o óleo em São Paulo a 800 dólares
a tonelada?
2) Eu conheço Rio Grande e sei o quanto tem de areia por lá....
mas não se esqueça, planta que passa "fome" produz
pouco...
3) Colheu 2,7 t de "bagas" ou de "sementes" (Baga
debulhada - a baga rende uns 60% de sementes)? Plantou "hectares"
ou era "canteiro"de experimento?
4) Atualmente a cotação da mamona está em R$ 29,00
por saco de 60 kg de sementes.... Veja em http://www.balcom.com.br
5) Mecanizar esta cultura, principalmente a colheita, é uma coisa
não alcançada ainda. Portanto, colheita manual depende de
colher as bagas e secá-las ao sol. Isto no RS vai ser muito difícil
por causa do clima que tem. Aqui do Centro-Oeste, aliás da metade
de São Paulo para cima, dá para plantar em dezembro/janeiro
e 180 a 210 dias depois, na colheita, já é período
de seca e dá para secar em terreiros comuns, pelo sol...
6) Vamos supor uma colheita de 30 sc de sementes (1.800 kg/ha) e vendê-la
a R$ 30,00 por saco... dá um faturamento de R$ 900,00 por hectare.
O custo por menor que seja, dificilmente será inferior a R$ 500,00/ha,
então o lucro bruto seria de R$ 400,00 por ha - Para uma cultura
praticamente manual onde uma família faria de 2 a 5 ha/ano, daria
uma renda anual de 800 a 2.000 reais... Quem se satisfaz com isto? (Dá
muito menos do que ficar recebendo o Bolsa Família + Cesta básica)
7) O preço de 29,00 a 30,00 constantes na cotação
atual... é porque o óleo está sendo vendido a cerca
de 800 a 1.000 dólares por tonelada em São Paulo ou Belo
Horizonte... veja a cotação em http://www.aboissa.com.br
Para fazer biodiesel não dá para pagar este valor para ter
a matéria prima. Quem compraria este biodiesel?
8) Quem faria biodiesel com um óleo deste valor, se pode comprar
óleo de soja por 500 dólares a tonelada para fazer o mesmo
biodiesel?
9) 2.700 kg de média por hectare é uma média maior
do que a média da soja que está por volta de 43 a 44 sacos
por hectare...
10) Finalmente, o Governo deveria fomentar a fabricação
de motores que utilizassem o óleo vegetal in natura assim como
foi feito com o álcool mas, que infelizmente 30 anos depois estamos
prestes a perder também com esta moda de Carros Flex... Nunca um
motor flex terá o mesmo rendimento do que se fosse um motor próprio
para álcool ou próprio para gasolina
Analise todas estas informações e veja se tenho ou não
razão para dizer que "o primeiro sintoma da paixão
costuma ser o último da sensatez..." e para quem pensa que
a voz do povo é a voz de Deus, veja alguns equívocos do
povo: Crucificação de Jesus Cristo. Pasteur teve que desmentir
que as infecções eram causadas por microorganismos, o outro
teve que "engolir" de volta quando afirmou que a Terra era redonda
e, até no julgamento do Collor o povo se enganou...
Por isto existe o ditado "é muito perigoso ter razão
em uma coisa sobre a qual todos estão equivocados..."
Telmo Heinen - Formosa (GO)
-----Mensagem Original-----
De: ADE QUIMICA LTDA
Para: telmoheinen
Enviada em: terça-feira, 2 de maio de 2006 23:06
Assunto: mamona
Prezado Telmo,
Estava lendo teu comentario "Caro Dionei, cuidado. O primeiro sintoma
de paixão costuma ser o último da sensatez... Envie-me o
seu e-mail para melhores informações. Sou primo do Rogério
de Wallau, vice-presidente da CaixaRS (ex-funcionário do BANRISUL).
Acho que mamona no RS... bem... " e, não consigo entender
teu posicionamento.
Tem gente lá no RS, Vinema - Sr. Machado, dizendo que já
colheu 2,7 ton/ha de mamona, de cultivares por ele desenvolvida, e está
levando, por exemplo, o cultivo da mamona para o municipio do Rio Grande,
que para quem conhece a região, só tem areia de praia.
Pode ser? Saudações, Claudio
De: Telmo
Enviada em: terça-feira, 2 de maio de 2006 20:42
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: [BioCom] Amigos na Comissão de Minas e Energia?
Quem tem amigos (Deputados) na Comissão de Minas e Energia, envie-lhe(s)
uma mensagem a respeito desta votação:
A Semana - 2/5/2006 14h05
Minas e Energia pode votar incentivo a microdestilarias
A Comissão de Minas e Energia se reúne amanhã e poder
votar o Projeto de Lei 5369/05, que cria o Programa Nacional de Microdestilarias
de Álcool (Pronamicra), destinado a financiar prioritariamente
as cooperativas de produção agrícola e a produção
de agricultura familiar. O objetivo da proposta, do deputado Ivo José
(PT-MG), é incentivar a produção de álcool
combustível por microdestilarias.
O relator, deputado Betinho Rosado (PFL-RN), recomenda a aprovação
de substitutivo que cria incentivos fiscais para as cooperativas de pequenos
produtores e para as pequenas destilarias de álcool combustível
(com capacidade de produção de até 10 mil litros
por dia) e autoriza a venda direta de sua produção ao consumidor
final ou aos postos revendedores.
De: Telmo
Enviada em: terça-feira, 2 de maio de 2006 20:49
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: [BioCom] + uma Audiência com pouca gente... (Álcool)
Produtores de álcool e outros biocombustíveis discutem Código
de Combustíveis em Audiência Pública
A Semana - 2/5/2006 12h00 - Alguém dos Senhores foi convidado para
dar a sua opinião? Pois é, eu também não podereir
ir lá - Estou ocupado com Girassol.
A Comissão Especial do Código de Combustíveis realiza
amanhã audiência pública para ouvir representantes
de produtores de álcool, óleos vegetais e biodiesel. Entre
os projetos de lei em análise na comissão estão o
PL 2671/89, do Senado, que define as atividades dos postos de combustíveis;
e o PL 2316/03, do deputado licenciado Eduardo Gomes (PSDB-TO), que cria
o Código Brasileiro de Combustíveis.
Foram convidados para a audiência:
- o presidente da União da Agroindústria Canavieira de São
Paulo, Eduardo Pereira de Carvalho;
- o presidente da Associação dos Produtores de Álcool
e Acúcar do Estado do Paraná (Alcoopar), Anísio Tormena;
- o presidente do Sindicato da Indústria do Açúcar
e do Álcool do Estado de Alagoas (Sindaçúcar -AL),
Pedro Robério de Melo Nogueira;
- o presidente da Associação Brasileira das Indústrias
de Óleos Vegetais (Abiove), Juan Diego Ferrés;
- o presidente da Associação Brasileira das Indústrias
de Biodiesel (Abiodiesel), Nivaldo Trama; e um representante do Ministério
da Agricultura.
De: Telmo
Enviada em: terça-feira, 2 de maio de 2006 17:56
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: [BioCom] Bautista diz que Boliívia está correta!
Físico (Bautista Vidal) diz que Brasil deve defender ação
de Evo Morales - Ele afirmou que a Petrobras precisa agir "de acordo
com o princípio brasileiro, respeitador do patrimônio das
outras nações".
02/05/2006 - 17h01min André Deak, Repórter da Agência
Brasil (Nosso ídolo está corretíssimo!!! - Telmo)
Brasília – O físico José Walter Bautista Vidal
disse que o Brasil precisa defender a nacionalização das
refinarias de petróleo e gás na Bolívia, medida anunciada
ontem (1º) pelo presidente Evo Morales. "O Brasil tem que defender
a todo custo esse princípio da soberania, porque é um país
que tem tudo a perder. Se não respeitarmos esse princípio,
os outros irão usar isso contra nós", afirmou.
Bautista Vidal, que coordenou a implementação do Programa
Nacional do Álcool (Proálcool) e hoje trabalha na implantação
do biodiesel no país, afirmou que está sendo difundida uma
idéia "errada", de que a Bolívia está agredindo
o Brasil, uma vez que a Petrobras também foi afetada pela decisão.
"Não é verdade. A Bolívia está resgatando
um patrimônio estratégico fundamental", afirmou, em
entrevista à Rádio Nacional.
Na opinião do físico brasileiro, Morales tomou uma decisão
correta. "Ele está certo. O petróleo é um patrimônio
do povo boliviano, assim como as reservas minerais do Brasil são
um patrimônio do povo brasileiro".
Vidal citou como exemplo a mineradora brasileira Vale do Rio Doce, privatizada
durante o governo de Fernando Henrique Cardoso. "Hoje, a Vale age
de acordo com grupos internacionais e não de acordo com os interesses
do Brasil. É um atentado contra a soberania das nações
que grupos estrangeiros se apropriem desses recursos".
Ele afirmou que a Petrobras precisa agir "de acordo com o princípio
brasileiro, respeitador do patrimônio das outras nações".
Entretanto, segundo ele, "há indícios de que a empresa
está agindo contra esses princípios, o que levou o povo
boliviano a reagir. Essa posição é incompatível
com os interesses brasileiros. A Petrobras não pode atuar da mesma
forma que outras companhias de petróleo", acrescentou.
02/05/2006 Telmo Heinen, Formosa (GO)
De: Telmo
Enviada em: terça-feira, 2 de maio de 2006 12:12
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: [BioCom] Ref. óleo de mamona
Quanto ao óleo de mamona aqui em Goiás, sucederá
o seguinte:
As Fábricas de Biodiesel "comprarão" a mamona
para satisfazer as exigências do "Selo Combustível Social"
mas extrairão o óleo naturalmente e cobiçam vendê-lo
em São Paulo ou Belo Horizonte por 800 a 1.000 dólares a
tonelada e na prática adquirirão óleo de soja (Cerca
de 500 dólares a t) para FAZER o biodiesel que "já
venderam" nos dois leilões que foram feitos...
Aliás, comentando-se isto com mentores do Ministério do
Desenvolvimento Agrário, nada obsta tal intento - uma vez que a
comprovação dos 10% necessários aqui no Centro-Oeste,
é simplesmente pelo valor das matérias primas adquiridas,
não importando o destino que for dado posteriormente...
Entendeu?
Não é tudo "uma farsa" portanto...
Aquele velho ditado continua válido... "Negócio que
não tem segredo, não vai prá frente...!"
Tudo tem sempre uma segunda intenção, incrível.
Telmo.
De: Telmo
Enviada em: domingo, 30 de abril de 2006 21:07
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: [BioCom] Biodiesel - Equívocos
B R A S I L UM PAÍS DE T O L O S - Somos considerados tolos por
muitos políticos e pela imprensa...
Prezado Prof. Emílio, o Sr. está equivocado. Primeiro, quanto
mais biodiesel for fabricado, mais comida (alimento) sobrará! -
Simples: Haverá um excesso de farelos à disposição.
Segundo, não são 40 milhões de barrís (159
L) de óleo diesel que o Brasil consome por ano. Atualmente são
cerca de 38 bilhões de litros.
A fome também não vai acabar no mundo, por uma simples razão...
os que mais passam fome, residem muito longe de onde tem comida sobrando.
Atualmente o mundo produz quase 400 kg de cereais para cada habitante/ano
+ todas as frutas + todas as verduras + todas as carnes + sal + açúcar
+ mel + pescados + extrativismo + mandioca + não sei o quê,
pode fazer as contas, ninguém consegue engolir tanta coisa ao longo
do ano.
Substituir florestas por plantações de palma (dendê)
não parece ser tão ruim assim.
Atualmente o mundo consome 84 milhões de barrís de petróleo
por dia, considerando que apenas a metade se transforma em combustíveis,
precisaríamos algo como 42 milhões de barrís líquidos
e se tudo fosse de dendê, 305 milhões de hectares plantados
seriam suficientes (3,05 milhões de km2), para comparar, o Brasil
possui mais de 8 milhões de km2 - Mas tem que descontar o álcool
cujo potencial para aumentar a produção é grande
e todos os outros óleos vegetais produzidos ou que vierem a ser
produzidos. Ainda tem o seguinte, quando o combustível ficar com
preço maior, certamente surgurão veículos mais econômicos
que os atuais, aliás principalmente os americanos vão ter
que abrir mão das "banheiras" (Carrões beberrões)
deles em troca de outros mais econômicos.
Ah!, o biodiesel se torna bem econômico com o barril de petróleo
a US$ 100.00 por barril e que pode ser atingido no fim do ano de 2006.
Além disto, hidrogênio - esquece! Energia nuclear também.
Energia eólica e solar, aí sim tem muito futuro. Outro grande
futuro é na gaseificação de qualquer biomassa, desde
as folhas e o bagaço da cana-de-açúcar, capim elefante
etc... madeiras, restos de qualquer coisa e que se tornarão econômicos
com petróleo acima de 100 dólares por barril!! Álcool
de cana, de milho etc...
Rudolf Diesel usou óleo de amendoim por volta de 1900 a 1903...
e tanto ele como Henry Ford não acreditavam no petróleo,
caso contrário certamente teriam sido os primeiros donos de empresas
petrolíferas.
De qualquer maneira fazer biodiesel é uma tolice. O correto seria
fazer motores tipo ELKO para consumir qualquer óleo ou gordura,
ocorre que o poder reinante não pensa assim... Veja no site http://www.fendel.com.br
Sim, ainda temos 17 milhões de hectares de babaçú
nativo Brasil afora, capaz de produzir 1.000 a 1.500 litros de óleo
por hectare por ano... é só colher! Não colhem porque
ainda é muito barato! Oiticica, macaúba, pequí e
muitas outras plantas. Veja também http://www.pinhaomanso.com.br
Abs, telmoheinen@yahoo.com.br
Grupo Virtual BIOCOM - "Tribuna Virtual da Produção
Social Doméstica de Biocombustíveis" - Nosso e-mail:
biocom@grupos.com.br. Uma bio-homenagem aberta a Thomas Renatus Fendel
- www.fendel.com.br.
Jornal BIOCOM 7
Meu caro Brito (Cote)
Hehehé, tua notícia da Argentina, mostra que o biobobodiesel
por lá (e também na Espanha) apronta das suas... e não
poderia ser diferente.
Isso corrobora a lógica cartesiana a favor dos fantásticos
óleos vegetais, pois nada melhor do que utilizar um biocombustível
natural, barato, estável e qualificado, em motores específicos.
O resto é vagabundagem, é estupro, é assalto ao bolso
do povo. Até quando? Minha nossa senhora...
Meu caro Gert
Acabo de retornar do seminário "energias do futuro" www.stef.com.br
em que me deram a honra de participar do evento paralelo promovido pelo
BioPastor Fuchs, com demonstração do Toyota pirata e do
cogerador clandestino, ambos movidos a óleos vegetais virgens.
Claro que o evento principal deu ênfase ao biobobodiesel, capengas
células combustíveis e idiotahidrogênio, defendidos
por seus malformados falastrões engravatados, capitaneados pela
FIEP e COPEL. Aliás, fui como vice-presidente da FIEP, já
que sou conselheiro, e representei o coordenador do sistema daqui de Rio
Negro.
E desde que "forcei a barra" para participar da "comissão
de energias" da FIEP, a vários anos, nunca mais houve reunião...
Por quê será?
Para salvar o evento principal da total mediocridade, o Professor Dr.
Ernst Schrimpff da Alemanha fez uma apresentação explêndida,
ele que foi um dos grandes responsáveis pelo sucesso das racionais
leis alemãs das energias renováveis, onde o crescimento
é exponencial, ao contrário da Inglaterra, com suas energias
renováveis engatinhando vagarosamente, exemplo chinfrim que serviu
de base para o nosso apadrinhado PROINFA.
O Professor alemão apresentou um gráfico com os respectivos
resultados: Na Inglaterra as energias renováveis permanecem rastejando
na latrina, enquanto na Alemanha seu progresso é estrondoso. (
Enquanto aqui no Brasil, estamos substituindo renováveis hidroelétricas
por porcas termoelétricas...)
Infelizmente deram muito pouco tempo ao Professor Schrimpff, que começou
atrasado, não por culpa dele, óbvio, que como germânico
pontual e respeitador dos limites, interrompeu sua magnífica apresentação
pela metade, quando recebeu o aviso de "tempo encerrado" da
dileta "organização". Felizmente ele reapresentou
seu fantástico trabalho no outro dia, na Colônia Wittmarsum
- PR, por 4 horas, onde a equipe do Pastor Fuchs implantou uma usina de
óleo virgem de soja, que já não consegue atender
a demanda, e de onde está saindo um projeto compacto de miniusina
de óleo vegetal, simplesmente fantástico. Parabéns.
Informações com carlos@biovegetal.com.br
No evento paralelo, em compensação ocorreram várias
apresentações com o pé no chão, como por exemplo
as microusinas a óleo vegetal já mencionadas, que proporcionam
ganhos 8 vezes maiores aos agricultores familiares, do que a simples e
sacaneada entrega dos grãos aos intermediários, além
de promover a produção concomitante de comida, desenvolvimento
e auto-estima, e em contraste e substituição à nefasta
agricultura fumageira.
Também meu concorrente gaúcho fabricante de kits, Paulo
Lenhardt demonstrou sua S10 a óleo de fritura, com a qual já
rodou mais de 50.000 km e que falou esta espetacular metáfora:
"Ao invés de retirar o dinheiro de nosso bolso e dar ao bush,
devemos retirá-lo do bolso esquerdo e devolvê-lo ao nosso
bolso direito".
Ele também falou sobre o progresso das colônias gaúchas,
que seguem os preceitos da agricultura orgânica.
Para minha grande decepção, até meu querido e idolatrado
Bautista Vidal está defendendo misteriosamente o biobobodiesel.
Que tragédia lamentável. Ninguém é perfeito.
Justo ele, que foi o grande responável pelo desenvolvimento e sucesso
do motor exclusivo a álcool. Imperdoável.
O Professor Schrimpff defende a energia solar e os veículos elétricos.
Tentei lhe convencer que o rendimento dos motores elétricos de
90% tem de ser multiplicado pelo rendimento de 90% do inversor e pelos
70% de rendimento das baterias, resultando em 57%, próximo do rendimento
do muito mais barato e simples motor ELKO a óleo vegetal, de quase
50%.
Ele nos informou que em 2 anos estará no mercado mundial um trator
John Deere, com motor exclusivo a óleo vegetal.
O grande saldo positivo do evento foi a insistência do Professor
Schrimpff da necessidade de 2 leis, a exemplo da Alemanha:
1a lei: - promoção e liberação para o uso
irrestrito das energias renováveis
2a lei: - injeção de qualquer fração de EE
nas redes, a preços compatíveis.
Como não poderia deixar de ser, no evento "principal"
escutei várias mensões e elogios ao abobado mercado de carbono,
seus créditos e MDL.
Tenho a comentar o seguinte: Se ao invés de correr atrás
de estúpidas esmolas que apenas permitem aos porcos continuarem
porcos, e promulgássemos as 2 leis simples e eficientes recomendadas
pelo Schrimpff, e que venho divulgando a décadas, os resultados
reais seriam muito melhores e imediatos.
Pensem no seguinte: Uma tonelada de carbono "seqüestrada"
do ar é comercializada a ridículos 1 a 5 Euros, dependendo
da cara do freguês, enquanto esta mesma tonelada de carbono em forma
de gasolina vale atualmente algo como 600 Euros. Agora imaginemos um colono
coletando merda de porco e efetuando sua biodigestão com coleta
do biogás, queimado num motor gerador. Numa negociata ao sabor
do fedor do vento, o proprietário dos suínos receberá
talvês míseros 3 Euros adicionais pela tC, para um serviço,
que ele tinha a obrigação de ter feito já a muito
tempo, se o próprio dono não fosse também um porco
em termos de preservação ambiental. Agora, se ele puder
simplesmente conectar seu equipamento na ENEREDE e vender a energia correspondente
a 1 tonelada de carbono, ele receberia uns 500 Euros pela EE injetada
excedente correspondente e comercializada de forma coerente. E todos e
tudo sairia lucrando.
Claro que para isso não se pode usar o estúpido, mensalista
e apadrinhado PROINFA, e muito menos o badalado e míope mercado
de carbono; para isso é necessário implantar a ENEREDE,
coisa simples, universal, justa, ecológica, rápida e fácil.
Detalhes em www.fendel.com.br
Ah! como seria bom para a humanidade, se os engravatados das FIEPs, COPELs
e etc, entendessem este rudimentar raciocínio, pois ainda creio
que não sejam todos bandidos. Ainda acredito serem ignorantes...
e não por falta de insistência...
Meu caro Zoccola
Sou do palpite de que o Brasil deve ser signatário da ALBA e que
Lula aprenda a cumprir suas promessas, com e como o Evo.
Claro que o idealizador Chaves não é nenhuma flor que se
cheire, mas é muito menos fedida que o assassino bush.
Meu caro Valfrido Pantaneiro
A resposta que vc procura, foi redigida abaixo pelo biohomeopata veterinário
Raymundo, em especial para vc... e como está perfeita... nem me
atrevo a remendos...
Meu caro Raymundo
Apesar de tua bela resposta ao Valfrido, me recuso a anexar teu outro
texto sobre bioenergia, pois nele vc fala a favor do biobobodiesel, artigo
que vc escreveu a 4 mãos com o Fernando, Presidente da Associação
de Engenheiros da porcobrás. Será que vcs ainda não
perceberam a diferença entre OVN e biobobodiesel? Vc está
sendo ludibriado. E o Fernando já assistiu a pelo menos duas palestras
minhas... lamentável. Quem quiser o texto, que te escreva.
Meu caro Hernani e meu caro Telmo
Pelo fato do óleo vegetal ter muito menos oxigênio na molécula,
comparado ao etanol, resulta que a densidade energética dos OVN
é praticamente 2 vezes superior a do álcool, fazendo que
um veículo movido a óleo de soja, tenha o dôbro da
autonomia com o mesmo tanque, massa e dimensões.
Também os OVN requerem muito menos energia externa adicional para
serem produzidos.
Se o álcool pudesse ser produzido e comercializado em pequena escala,
e se a ENEREDE estivesse implantada, o rendimento energético de
produção de álcool poderia ser aumentado consideravelmente,
pois em escala de agricultura familiar, deveria ser adicionado um biodigestor
no ciclo, melhorando o balanço energético, além de
otimizar o balanço de nutrientes e venenos, reduzindo e até
eliminando a necessidade de fertilizantes químicos e de agrotóxicos,
pois o ciclo dos nutrientes é quase que totalmente fechado, muito
pouco sai das propriedades, e pode ser repôsto orgânicamente.
O Professor Schrimpff mostrou uma tabela interessante, que mais ou menos
pode ser traduzida assim: O grande vilão insustentável é
o badalado Synfuel (liquefação de biomassa gaseificada)
com a necessidade de energia de até 30 vagões de lenha para
a produção de apenas 1 vagão de combustível,
e o grande campeão de sustentabilidade são os óleos
vegetais, onde ocorre o contrário, um vagão de óleo
vegetal pode fornecer a energia suficiente para a produção
de até 30 vagões de óleo vegetal.
As demais bioenergias se encontram entre estes extremos, incluso o biobobohidrogênio,
que se localiza nas vizinhanças do Bioboboóleo obtido da
liquefação de madeira ou resíduos gaseificados -
a igualmente estúpida coqueluche na qual aposta e investe a corrupta
indústria automotora e porcotrólea mundial.
Esta magnífica e contundente tabela, o professor não pode
explicar detalhadamente no seminário... em respeito ao tempo dedicado
aos demais contadores de lorotas...
Mein Lieber Juergen
Traduzo aqui teu e-mail recebido, para demonstrar que a putaria energética
não é exclusividade nossa:
"Assunto: Corrupção e Veja
Olá Thomas. A corrupção é geral. Aqui na Alemanha
existe a malha fortemente radicada de Rothschild e consorciados, em redes
de energia, gas, bancos, adubos nitrogenados, Reiffeisen e monopólios
de postos combustíveis.
Alguns milhões para políticos corruptos já não
me aborrecem mais. O problema real é o abobalhamento das pessoas
e a cobertura intencional da mentira, por exemplo sobre biomassa.
Veja a campanha mundial contra os óleos vegetais, em nome de orangotangos
em Boréo (África) ou em nome de pessoas famintas, que não
tem dinheiro, pois ninguém lhes compra os óleos vegetais,
a preços vergonhosamente baixos como no caso da mamona no Brasil,
e porque as pessoas não recebem crédito para comprar uma
pequena prensa de óleo vegetal.
Mas a solução vem. Decentralizada e de feitio próprio,
se óleo ou EE, e com ou sem oleoduto ou linhas de transmissão
continentais.
Retransmito aqui um interessante número sobre os custos de distribuição
de EE na Alemanha, de 7,7 centavos de Euro por kWh contra os custos de
produção de apenas 3,6 centavos de Euro, que obtive da página
da Tetzlaff com seu Bio-hidrogênio.
Wilhelm Raiffeisen foi um homem bom, que no século 19 na Alemanha
fundou os sindicatos para os agricultores.
Seu nome continuou a ser utilizado por uma organização camuflada
de Rothschild, responsável pela venda de adubo nitrogenado e aspersores
de venenos com o intúito de explorar os colonos. Portanto exatamente
o contrário do que queria Wilhelm Raiffeisen. São um bando
de vampiros, que vcs também tem aí no Brasil.
Aqui mais 2 endereços com os "negócios" na Europa
e em toda parte onde Raiffeisen atua. Eles tem várias fábricas
de amônia na Ucrânia, que são "viáveis"
apenas com preços irrisórios de gás natural, mas
vendida com altos preços na Europa, devido ao "alto valor
do petróleo".
http://www.kyivpost.com/opinion/oped/24436/
http://news.google.de/news?hl=en&ned=tus&ie=UTF-8&q=firtash+raiffeisen&btnG=Search+News
Juergen."
É, meu caro Juergen, 7,7 centavos de Euro correspondem a R$ 0,25/kWh
apenas para a distribuição, o que é um preço
elevadíssimo, que cobre qualquer custo de geração
distribuída, por qualquer energia renovável, e sem corrupção,
sem mensalão, sem propina e sem lobby.
Meu caro Sartozão rehidrogenado...
A tecnologia do syngas e synfuel, na qual se baseia tua conexão
ao H2 fóssil, foi desenvolvida e utilizada na Alemanha na época
da 2a. guerra, a partir do carvão mineral, e abandonada pela elevada
ineficiência do processo.
Claro que os oligopólios fósseis, tentam de toda forma salvar
sua imagem suicida, com anedotas, afinal, ninguém mesmo se preocupa
com os conceitos fundamentais e elementares do ciclo da vida. Preferem
sonhar com uma insustentável sociedade na lua ou mesmo com estações
espaciais religiosas.
Assim também a turma do biobobonegóciodamoda tenta ressucitar
o syngas e synfuel, inclusive no Brasil... onde são necessários
mais do que 120 vagões de bagaço de cana, para se obter
um vagão de biocombustível líquido...
Pelo menos, para gerar EE a caro e ineficiente H2 obtido diretamente,
não será necessário liquefazê-lo a -253C...
Bombear CO2 às profundezas da terra, tem seu custo adicional considerável,
e etc...
Note, nehum destes especialistas e seus artigos informam sobre o balanço
de massas, de energias, etc.
Meu caro Benayon
O estudo de "custos do biobobodiesel", com tantos "não
foram considerados" ... num papel, serve para acender uma lareira,
e mesmo assim... é fraco...
Meu caro Baldini
O Professor Schrimpff é acima de tudo um entusiasta da energia
solar direta, como vc.
Ele demonstrou transparências com casas e até indústrias
autônomas em energia, apenas providos com painéis solares
térmicos e fotovoltaicos, e isso lá nos gélidos países
europeus. Uma das casas autônomas tinha um tanque isolado de acumulação
de água quente solar em seu porão, que recebia a energia
absorvida durante o verão e a liberava no inverno.
Claro que o ideal é a conexão dos painéis solares
fotovoltaicos com a rede de EE, pois aí há a benéfica
e essencial troca de energias e total aproveitamento dos investimentos.
Segundo seus cálculos, a energia elétrica da Alemanha pode
ser suprida apenas com coletores nos telhados existentes.
Ele também explicou o funcionamento de um fogão solar noturno,
onde a energia do dia era armazenada num circuito com óleo vegetal,
que circulava pelo efeito de termosifão, e à noite podia-se
cozinhar com esta energia acumulada.
O que ele deixou bem claro, pelo menos para mim, é a necessidade
das 2 leis racionais de incentivos às energias renováveis.
Oras, se temos este sucesso na Alemanha, por quê temos que inventar
bobagens por aqui como o Proinfa? Por quê não pegamos o que
está mastigado por lá, e aperfeiçoamos aqui? Não
tem sentido construirmos aqui rodas triangulares...
Meu caro Professor Conforto
Conforte-se em saber que aos 73 anos, vc tem um ideal na vida, que agora
finalmete vc vai concretizar; teu sonho: se dedicar aos óleos vegetais
naturais. Coisa simples, fantástica e cheia de prazer...
E, mais fácil ainda é injetar EE na rede. Vc já leu
meu livro? E a seção de perguntas e respostas em ENEREDE?
Gostaria de saber especificamente quais são tuas dúvidas...
para não ser muito repetitivo (mais do que já sou, hehehé...)
Não se acanhe, às vezes não consigo imaginar as dúvidas,
e as elementares tem de ser devidamente esclarecidas.
É muito bom eu poder ensinar as coisas fundamentais, camufladas
durante séculos, em prol das máfias e oligopólios.
Por aqui já passaram doutores professores universitários
eletricistas, que nunca viram um relógio registrador andar para
trás... e saíram daqui meio zonsos... incrédulos...
Dias destes uma admiradora minha do "Iogurte" disse que sou
considerado louco pela maioria das pessoas que me conhecem...
Concordo. Minha próxima loucura bioenergética será
transportar uma corrente e cadeado, e assim que meu carro for apreendido,
vou me algemar ao volante, com a chave escondida em casa... e já
estou vendo a cena, hehehé... vou mijar e cagar no pátio
da solícita e abnegada polícia rodoviária federal...
e aguardar a rede bôbo.
Hoje estou inspirado, consegui bolar um pré-filtro simples, eficiente
e barato para as bombas elétricas de meus kits conversores de motores
Diesel para óleo vegetal, coisa que estava martelando na cachola
a meses, e que daqui prá frente fará parte do equipamento.
Também recebi um telefonema com rasgados elogios de uma doutora,
assídua leitora deste semanário, e fã das bioenergias
racionais.
Percebo a cada dia que as mulheres são seres mais evoluídos
que os homens.
É uma pena e um atraso, suas ausências em FIEPs, COPELs,
etc.
Para mais uma demonstração de como somos um bando de bostas
idiotas: pagamos uma "taxa" aos eua, de R$ 0,35 por litro, para
podermos exportar nosso fabuloso e cobiçado álcool, por
merreca, aos porcos e esbanjadores norteamericanos.
Certamente esta taxa equivale a um subsídio de 50%, pago pelo abobalhado
povo brasileiro ao porco esquema de dominação. Disso resulta
na prática, que nosso esfarrapado Sezinho da esquina paga 4 x mais
pelo mesmo álcool nacional, do que o porco bush...
Eita políticos filhos da PUTA. Deixo aqui meu voto de louvor ao
índio Evo.
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=1099
Meu amigo Ermitão da ilha da Madeira - Portugal, mandou o seguinte
texto publicado no Globo:
"Geisel batalhou contra a construção do gasoduto boliviano.
Seu argumento era: "E quando fecharem a válvula, o que é
que eu faço? Mando o Exército lá abrir?""
O que demonstra mais uma vez a sacanagem e a corrupção envolvendo
nossa porcobrás e seus mensalistas parlamentares, qual seja: não
foi por falta de aviso e de empenho do próprio mandatário
máximo da nação, que agora o gasporcoduto cria problemas
previstos e avisados, sem falar que continuamos queimando e jogando fora
o mesmo GN em todas as refinarias e poços nacionais, GN comprado
em dólares, usasse ou não...
Engraçado... agora todo mundo foi contra o gásporcoduto,
incluso os próprios engenheiros da porcobrás...
Se foram contra, por quê o construíram? Por quê não
fizeram campanha denunciando a maracutaia?
A revista:
http://www.permaculturalatina.org.br/
deu destaque aos óleos vegetais, com artigos de vários bioamantes.
Artigo sobre a pós-pós-guerra-fria:
http://www.mnp.org.br/materias.php?mat_id=78751&canal_id=13
onde os suínos norteamericanos estão finalmente indo chafurdar
na merecida bancarrota.
Aliás, por quê o patriota e religioso bush não manda
as filhotas dele ao Iraque?
Antiabestalhantes HidroBioabraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
Divulgação autorizada e desejável.
"Wissen sollte immer kostenlos und frei verfuegbar sein" - Nikolaus
Foidl - Sabedoria deveria sempre ser disponibilizada livre e grátis.
De: conforti
Enviada em: sábado, 13 de maio de 2006 23:49
Para: Fendel
Assunto: 200%soliedariedade
Prezadíssimo Fendel,
Volto segurando o renovado nojo que me invadiu quanto aos depoimentos
de Carmem Barreto e da AEPET do qual se depreende o grau criminoso de
lesa-pátria do FHC, que eu já conhecia. E que hoje continua.
Aos 73 anos de idade o velho e fatigado combatente das salas universitárias
tem, certamente, o direito de fruir da sua aposentadoria.
Enjoado também com os meandros escorregadios da nossa Justiça,
pretendo encerrar minha luta de advogado logo que termine a maior Ação
de toda minha vida e os maiores horários já contratados
por mim. O que não significa que tenha deixado a arena. Mas continuarei
a luta escrevendo contra as patifarias..
E ficarei intensamente nos ÓLEOS. Comprei uma Tobatta e mandei
reformar zero KM. Estou negociando outra e mais um trator Kubota; e o
que vier, inclusive uma Saveiro diesel. É o meu campo de experimentação
sendo montado.
Esbocei uma mini-usina com base nos experimentos da Embrapa de Goiânia.
Descobri um equipamento para extração de óleo de
soja, completamente abandonado e estou tentando chegar a ele. Comprar
ou arrendar.
Comecei a montar um esquema de captura de óleos de cozinha usado;
e já obtive, sem muito trabalho, mais de cem litros.
Espero a Tobatta voltar revisada para começar o uso metódico
de adições, e exames de motor.
Plano: montar um "pastel-diesel" público para gerar energia
elétrica dia e noite.
A propósito: como fazer a injeção de eletricidade
na rede? Pode ajudar-me nos detalhes?
Voltarei com resultados logo os tenha. Por hora é só.
Abraços apertados do, Darcy Conforto.
De: rbaldini
Enviada em: terça-feira, 16 de maio de 2006 09:39
Para: Fendel
Assunto: RES: [BioCom] O petróleo é nosso (deles)!!!
Caro Fendel,
Aprecio seu acompanhamento do setor e gostaria de ter seu engajamento
na área de energia solar, pois como você sabe, é inconcebível
que não se crie mecanismos de incentivo a esta forma direta de
utilização quando vivemos num país com uma média
de insolação acima dos 3000w/m²/dia. Venho tentando
sensibilizar setores para que se crie leis municipais, estaduais e federais
a exemplo do que se fez nos países onde a energia solar teve grande
impulso, tais como: isenção de IPTU no valor do equipamento
solar instalado no imóvel, isenção de ICMS e IPI
para coletores solares e painel fotovoltaicos. Alguns benefícios
ao longo destes 20 anos de luta temos conseguido, mas ainda é pouco
para se estruturar um mercado. O ideal seria a criação de
uma política abrangente e eficaz que coloque o país na rota
do desenvolvimento da energia solar com a industria local. Tenho acompanhado
seus emails e vejo que sua batalha no front dos bio-combustíveis
é grande, e quero lhe propor que lance foco também para
a energia solar de transformação direta ( fotovoltaico)
e de aquecimento (térmica), para os seus interlocutores de sua
lista de emails que são formadores de opinião e podem se
sensibilizar com esta solução energética num país
ensolarado.
Solar-abraços
Ruberval Baldini
Presidente - ABEAMA - www.abeama.org.br
Associação Brasileira de Energia Alternativa e Meio Ambiente
rbaldini
De: Adriano Benayon
Enviada em: domingo, 14 de maio de 2006 23:54
Para: Fendel
Assunto: Re: Quanto custa produzir biodiesel?
Prezado Fendel,
Muito grato pela transmissão destes resultados de estudos da CEPEA
e Dedini. São sem dúvida importantes, e guardei-os em meus
arquivos, tendo-os lido e grifado alguns dos elementos que me pareceram
mais significativos. É, porém, um texto prolixo e repetitivo.
A mesma coisa poderia ter sido escrita em menos da metade do espaço
que ocupa.
Além disso, eles não discriminam os custos do processamento
industrial dos das matérias-primas. Além disso, não
entendi essa estória de o subproduto farelo encarecer o óleo
produzido.
Creio que haveria muito a discutir sobre esses dados, especialmente por
quem entende mais do assunto. Uma pergunta que faço, de leigo na
atividade de campo, é a seguinte: pesquisaram em mais de uma parte
do Norte os custos reais do dendê? Este foi plantado há quanto
tempo nas zonas pesquisadas? (imagino que se uma palmeira dessas dura
30 anos, os custos do investimento podem ser diluídos nesse prazo).
A(s) zona(s) pesquisada(s) apresenta(m) condições ótimas
para o dendê?
Por que nada se fez a respeito dos pinhões em outras regiões?
E assim por diante, haveria muitas indagações.
Abraços, Adriano Benayon
----- Original Message -----
From: Fendel To: Biocom
Cc: Bioenergia Sent: Saturday, May 13, 2006 2:04 PM
Subject: ENC: Quanto custa produzir biodiesel?
De: J Alex Sartorelli
Enviada em: segunda-feira, 15 de maio de 2006 15:53
Para: Turma 82
Assunto: [T82] Petrobras participa de projeto internacional para viabilizar
a Era do Hidrogênio
A notícia é meio requentada, mas queria um parecer da subcomissão
de energia da turma...
Mais detalhes técnicos em
https://www.hfpeurope.org/uploads/1105/1608/CACHET_WRIGHT_TechDays05_051208.pdf
(Petrobras é citada) []´s Sartorelli
A Petrobras firmou sua participação no Projeto Cachet (Carbon
Dioxide Capture via Hydrogen Energy Technology) no último dia 5
de abril, em Londres. O projeto visa viabilizar a produção
de hidrogênio combustível a partir do gás natural,
com captura de gás carbônico (CO2 - Dióxido de Carbono).
O projeto multicliente, que tem um investimento da ordem de 13 milhões
de euros (33 milhões de reais), conta com a participação
de 29 instituições, entre elas, universidades e institutos
de pesquisas de toda Europa e da China, empresas, como a British Petroleum,
a Shell e a Chevron Texaco, com financiamento da União Européia.
De: juergen Lochbuehler-Enzmann
Enviada em: domingo, 14 de maio de 2006 04:50
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: Korruption und veja
Hallo Thomas,
die Korruption ist überall.
Hier ist das Geflecht von Rothschild und Konsorten fest etabliert als
Stromnetz, Gasnetz, Bankensystem, Stickstoffdünger, Raiffeisen, und
Tankstellen-Monopol.
Ein paar Millionen für einen korruptenPoitiker regen mich schon gar
nicht mehr auf. Das wirkliche Problem ist die Verdummung der Menschen
und die absichtliche Unterdrückung der Wahrheit, zum Beispiel über
Biomasse.
Siehe die Kampagne weltweit gegen Pflanzenöl angeblich wg. der Orang
Utans in Borneo oder wg. der hungernden Menschen, die kein Geld haben,
weil ihnen niemand das Pflanzenöl abkauft! oder zu Schandpreisen
wie im Fall der mamona-Nüsse, und weil die Leute keinen Kredit bekommen
für eine kleine Ölpresse.
Aber die Lösung kommt. dezentral und selbstgemacht, ob Öl oder
Strom und mit oder ohne Pipeline oder Überland-Stromleitung.
Übrigens eine interessante Zahl über die Verteilungskosten im
Stromnetz in Deutschland, das sind 7,7 Euro-Cent pro kWh gegenüber
Erzeugung nur 3,6 Cent. siehe Anhang habe ich mir herauskopiert aus er
site von Tetzlaff mit seinem Bio-wasserstoff.
Wilhelm Raiffeisen war ein guter Mann, der im 19. Jahrhundert in Deutschland
die Genosssenschaften für Bauern gründete.
Sein Name wurde weiterverwendet für eine Tarnorganiation von Rothschild,
die für den Verkauf von Stickstoffdünger und Giftspritzen zustämdig
ist und zum Aussaugen der Bauern. also das Gegenteil von dem, ws Wilhelm
Raiffeisen wollte. Ist nur eine Bande vonVampiren. Aber die habt ihr in
Brasilien ja auch.
Hier noch zwei Links zu den "Geschäften" in europa, und
überall hat Raiffeisen die Finger drin. Die haben nämlich mehrere
Fabriken für Ammoniak in der Ukraine, und die können nur mit
sehr billigem Erdgas rentabel arbeiten. Wird dann aber sehr teuer in Europa
verkauft wg. der "hohen Ölpreise".
http://www.kyivpost.com/opinion/oped/24436/
http://news.google.de/news?hl=en&ned=tus&ie=UTF-8&q=firtash+raiffeisen&btnG=Search+News
juergen
De: Hernani S
Enviada em: terça-feira, 9 de maio de 2006 22:44
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: Farelo!!!Re: [BioCom] Re: [TSP] Jornal BIOCOM 6
Telmo e demais,
O farelo da torta do dendê (palmiste) é componente excelente
para rações, o resíduo da extração
do óleo da polpa, são fibras curtas, excelentes para pincéis,
estofados e combustível para caldeiras; entre outras, a casca riquíssima
em lignina, se presta para carvão ativado e outras aplicações
nobres.
Digo o mesmo para, babaçu, coco, ouricurí e outras palmáceas;
culturas perenes.
Mamona????
Quanto a custos, a primeira fase da produção do álcool;
é a extração do CALDO, antes da fermentação
e destilação.
Portanto produzur óleo é muito mais barato que produzir
álcool.
E ainda tem o tempo de residência que implica na maior quantidade
de equipamentos para o álcool, entre outras.
Caro Fendel.
A avaliação da parati com dendê foi feita aos 50mil
km em 1985.
Abraços Hernani Sá
----- Original Message -----
From: Telmo
To: biocom@grupos.com.br
Sent: Tuesday, May 09, 2006 6:57 PM
Subject: Re: [BioCom] Re: [TSP] Jornal BIOCOM 6
Três considerações sobre as indagações:
Ferver ou cozinhar ajuda a retirar mais óleo. Não basta
dizer ou escrever, produto tal contém tantos % de óleo,
é preciso ver quanto o seu sistema de extração consegue
retirar... A frio, difícilmente passsa muito dos 70%...
Vinhoto é um excelente adubo sim, contém muito K2O(Potássio).
"Secá-lo" como leu ou ouviu, serve para retirar (evaporar)
água pura que é reutilizada no Processo e, principalmente
para reduzir o volume do vinhoto para transporte e aplicação:
O produto que consome mais energia para a planta produzir, é nesta
ordem: 1) óleo; 2) proteina; 3) sacarídeos e 4) amido.
Produzir óleo de dendê, babaçú, pequi, macauba,
buriti e pinhão manso etc... é o mais barato. O diabo é
que estas plantas demoram a produzir e deixam farelos pouco aproveitáveis
para alimentação humana ou animal.
Telmo Heinen - Formosa (GO)
-----Mensagem Original-----
De: fgiannella
Para: <biocom@grupos.com.br>
Cc: "Bioenergia" "Floresta"
Enviada em: terça-feira, 9 de maio de 2006 10:40
Assunto: [BioCom] Re: [TSP] Jornal BIOCOM 6
parece que o vinhoto da cana de açucar não é tao
bom assim, acho que não pode ser usado sem tratamento, ja ouvi
falar que pra virar fertilizante precisa ser secado.
F alando nisso outro dia vi uma reportagem na globonews sobre o biodiesel,
apareceu todo o processo de fabricação feito por um pesquisador,
como ele estava usando sementes de soja disse que não precisava
ferver. Tem sementes que precisam ser fervidas para se extrair o oleo?
Afinal o que é mais barato? Produzir alcool ou oleo natural, apostando
nas plantas que tem alta produção (dende,macauba, pequi,
buriti etc..)?
De: Raymundo Araujo Filho
Enviada em: domingo, 7 de maio de 2006 17:47
Para: Fendel;
Assunto: Re: Jornal BIOCOM 6
Queridíssimo Fendel
Tenho sempre lido sua preciosas informações e diálogos.
Ando envolvido, desta vez no Sul de MG, em projeto de Leite e Laticínios
Ecológicos em pequena propriedade (50ha). Em pouco tempo estaremos
com uma pequena unidade de transformação artesanal do leite,
em produtos de qualidade.
Assim, mais uma vez vamos provar que uma pequena propriedade pode se viabilizar
economica e socialmente. DESDE QUE a agregação de valor
aos produtos se dê na própria área de produção,
ou em pequenas unidades coletivas, cujos donos e/ou sócios são
os próprios produtores e suas famílias.
Esta unidade que estamos projetando não é típica
da agricultura familiar. Esta tem empregados, sofrendo por isso uma segregação
absurda tanto ideologicamente pelos nossos "esquerdistas" de
plantão e pelas leis dos financiamntos da produção,
que colocam este tipo de propriedade em uma "zona cinzenta"
dos financiamentos. Nem fazem parte das Organizações Sociais
(MST, MLST e outras) com as suas "vias políticas" (=
adesão) para conquistas, mesmo parciais, de seus intentos, nem
têm representantes no Agronegócio Empresarial. São
apenas escravos dos grandes laticínios monopolistas.
É uma pequena propriedade que gera 10 empregos diretos (com todos
os direitos trabalhistas), e cerca de incontáveis indiretos (pelas
atividades satélites interligadas). A família proprietária
é de gente religiosa, militante na Fé e na Política.
Todos (pais aposentados) e filhos, profissionais da clase média
carioca, sem posses suplementares. Gente decente que me levou para a região
para estabelecer uma experiência ecológica em um ambiente
de uso indiscriminado de drogas, fertilizantes e venenos no ambiente e
animais. Faz, portanto um contraponto importante na região.
Mas, mesmo assim, são considerados párias. Encarados como
empresários por uns (a nossa "esquerda") e mal quisto
por outros por respeitarem seus empregados e combater as práticas
viciadas e viciantes do uso de nosso solo.
Mas, estamos resistindo! Em breve estaremos colocando leite e laticínios
à disposição daqueles que procuram alimentos de boa
qualidade, e não esta porqueira que nos oferecem hoje no comércio
convencional. Com um projeto financiado pela própria família
(DEUS sabe como!)
Penso da seguinte forma: Se um pequeno e deficitário proprietário
rural e sua família ffdoram capazes, SEM AUXÍLIO NENHUM,
implantar um projeto desta natureza e que chegará a bom termo,
por que será que claudicam tanto os projetos da Agricultura Familiar
e de fomento á pequena agricultura, a maioria financiados por esta
simbiose perversa e sem nitidez das cúpulas dos Movimentos Sociais
do campo e o governo?
Por que o BNDES não é utilizado para um forte financiamento
do setor, com as mesmas benesses que os mega projetos que os grandes empresáriso
recebem daquela casa de tolerância? Dispensamos apenas a benesse
do não pagamento das faturas, tão comunmente acobertadas
pelos executivos do BNDES.
Serão os nosso valorosos combatentes do campo tão conservadores
quanto seus algozes das elites rurais, quanto à concepção
de Desenvolvimento Rural?
Temo que sim: Aí mesmo, na Escola Pan Americana de Agricultura
Familiar (na Lapa, se não me engano) sob a direção
do MST, estava para ser aprovado um projeto de Laticínio a um custo
de R$240 mil, para 30 famílias com uma produção pequena
de leite, dentro de um financiamento de"fundo perdido", como
me "tranquilizou" uma das lideranças do projeto (este
sequer sabia o bê a bá do setor).
Veja só: Este é um valor equivalente a cerca de 12 pequenas
agroindústrias que projetamos para inúmeros produtos primários
articulados para as comunidades, principalmente aqueles de consumo mais
volumoso nas próprias famílias e para articulação
para compras sociais para as redes assistidas por governos ou entidades
mantenedoras.
Isto permite uma inserção social e comercial destas famílias
produtoras e, agora, agroindustriais no cenário. Evitando que naufraguem
no Comércio Convencional, tendo de disputar com as grandes empresas,
gigantes do setor (quase todas transacionais).
É por este caminho, o da DIVERSIFICAÇÃO é
que poderemos responder à jocosa mensagem do Valfrido sobre "aonde
plantaremos a Biomassa para nosso Biocombustível? Assim, de forma
equilibrada poderemos agregar valores à Biomassa, FAZENDO A PRIMEIRA
EXTRAÇÂO DOS ÓLEOS sob a batuta dos próprios
Agricultores e/ou Produtores. em pequenas unidades de baixa complexidade,
integrando-a (a atividade de produção de biomassa) ao cenário
da agricultura diversa dos núcleos de agricultura familiar. Inúmeras
espécies para a Biomassa são de grande valor em fases de
preparo do solo para plantio. Outras, como o Pinhão são
parte da natureza local, que deve ser recuperada, no lugar do Eucalipto.
outras, como o abacateiro têm diversas opções de comercialização.
E assim vai.... .
Desta forma, talvez os tirássemos da iníqua posição
de receberem "cerca de R$3mil POR ANO" pelo plantio de sementes
para Biomassa, como disse o inefável e ignorante presidente Lulla,
no lançamento do insuficiente e elitizante programa de biocombustíveis
do (des)governo federal.
Assim, democratizando e verticalizando o plantio e o processamento (em
sua primeira fase) disseminaríamos esta opção de
desenvolvimento social, desarticulando o Biocombustível apenas
como um bom e predador (agro)negócio.
E como admitir o palntio de massa vegetal para combustível que
irá limpar o nosso ar, permitindo que se utilizem fertilizantes
industriais, venenos agriícolas e sementes transgênicas?
Assim estaremos poluindo igualmente, trocando seis por meia dúzia.
álém de tornarmos o nosso programa energéticos dependente
dos preços praticados pelas transacionais como Monsanto, Singenta,
Novartis, Rhodia, que dominam a tecnologia e patentes da morte.
Mas, segue o idiota do planalto surdo, cego e mudo às evidências.
Intereseses maiores e inconfessáveis o cercam, hoje. Não
tenho dúvidas.
Encaminho, em anexo, artigo que escrevi a quatro mão com Fernado
Siqueira (AEPET) sobre o assunto.
Um grande abraço e saudades do amigo Raymundo
De: Valfrido M. Chaves
Enviada em: domingo, 7 de maio de 2006 15:46
Para: Fendel
Assunto: Re: Jornal BIOCOM 6
Fendel: o que quero dizer é isto: para adoção e expansão
do ovn haverá aumento da área agrícola? Como isso
se dará se, pela comunidade ambientalista e Mídia, já
atingimos o limite de nosso desmatamento possível? Não é
o que a Consertation veicula na mídia nacional e todo mundo acha
lindo? Será possivel e econômicamente fazer agricultura nas
áreas de transição com mais de 50% de reserva obrigatória?
Onde plantar-se-há?
Desculpe, posso estar com algum pressuposto falso, mas minha indagação
é sincera. Meu abraço, Valfrido
De: Armando Zoccola Filho
Enviada em: segunda-feira, 8 de maio de 2006 11:39
Para: Undisclosed-Recipient:;
Assunto: Alternativa Bolivariana
Abaixo o site onde pode ser consultado o "Acordo Cuba, Venezuela
e Bolívia"
http://port.pravda.ru/mundo/03-05-2006/10920-bolivar-0
De: ECOLOGIA EM AÇÃO
Enviada em: quarta-feira, 10 de maio de 2006 11:34
Para: fendel
Assunto: RES: Re: [BioCom] os 1°s
Fendel, meus parabéns.
Espero que os agronegocios do nosso grupo prosperem, pois os tempos estão
mudando para nosso grupo.
De: Fendel
Data: 05/10/06 11:28:16
Para: ECOLOGIA EM AÇÃO
Assunto: RES: Re: [BioCom] os 1°s
Gert, É um parceiro que comprou um kit, quer testá-lo, e
está fazendo um monte de sugestões...
O interesse dele é se tornar um representante instalador no ES
e RJ
Bioabraços Fendel
Obs: De minha parte, todos os envolvidos e "concorrentes" na
questão dos OVN são parceiros... e tento distribuir as informações
mais corretas possíveis.
De: ECOLOGIA EM AÇÃO
Enviada em: terça-feira, 9 de maio de 2006 11:14
Para: fendel
Assunto: Fw: Re: [BioCom] os 1°s
Fendel é contigo ou ja tem concorrentes ? Gert
De: evandro
Data: 05/09/06 10:45:17
Para: biocom@grupos.com.br
Assunto: Re: [BioCom] os 1°s
Rafael, o kit usa os principios basicos de queima completa do OV: aquecimento
do OV e rotação alta do motor.
Para obter o aquecimento o kit conta com um filtro aquecedor que usa agua
do radiador para obter 90° C de temp do OV, enquanto o filtro enquadra
o OV a 100 microns, usando elementos de filtragem de 1113, levei a D-20
para a oficina para lanternar, devo pegar na 2ª feira, me ligue e
conversamos, pois quero fazer algumas melhorias no kit, ok ?
sds Evandro 27-3260-1341
Em 09/05/06, raquiles escreveu:
Evandro,
Vendo sua mensagem no grupo me deixou curioso. Como moro em Vila Velha,
gostaria de saber como é o funcionamento do kit. Estou para comprar
um veículo a diesel e também tenho interesse no kit.
Abraço, Rafael Coffler
evandro wrote:
Fendel, rodei os 1000 km com ov, de vitoria/ES a Rio/RJ ida e volta. Obrigado,
pelo kit pois deu tudo certo.
bio abraços. Evandro
De: COTE-Consultoria Ltda.
Enviada em: quarta-feira, 10 de maio de 2006 11:11
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: ENC: Las licuadoras siguen generando debate. El país merece
un modelo sustentable
Prezados. Segue comentários de nosso correspondente em Buenos Aires.
Saudações,
BRITO
Enviada em: quarta-feira, 10 de maio de 2006 01:01
Para: unlisted-recipients:; no To-header on input
Assunto: Las licuadoras siguen generando debate. El país merece
un modelo sustentable
Le envío abajo una opinión que me hizo llegar nuestro asociado
Lic. Jorge Kaloustian, sobre el tema de la posible gran población
de licuadoras para producir biodiesel que podrían radicarse en
el Chaco y en otros lugares del País.
Son muchos los que todavía hoy creen que se puede establecer una
política de Estado en materia de biodiesel, promoviendo su producción
en el "fondo de la casa", utilizando las "simpáticas"
licuadoras, las que según sus impulsores, desafían a la
escala con un planteo sencillo y son más eficientes que cualquiera
de las plantas de última generación, logrando producir biodiesel
a $ 1 por litro (Costo de producción de las rudimentarias prensas?...Nómina
de empleados en blanco?... Seguros?... Calidad normalizada?... Seguridad
industrial?... Destino del glicerol?... Seguridad del almacenamiento y
control de emanaciones de metanol?... Laboratorio de control de calidad?...
IVA?... Cupo fiscal para lograr las exenciones?...etc.)...
Una política simplista de este tipo, tarde o temprano, puede hundir
al plan nacional de biocombustibles en el fracaso (y quizás esto
sea lo que buscan muchos, lamentablemente). Para los detractores del biodiesel,
las licuadoras fueron funcionales, ya que les otorgaron "argumentos"
para demostrar que no eran necesarios los incentivos que otorgaba el texto
original del proyecto de ley de biocombustibles del Senador Luis Falcó
y otros, dando lugar a justificar la desnaturalización del mismo.
Con solo repasar lo que ocurrió en la Municipalidad de Paysandú
o consultar a nuestro amigo, Señor Aldo Neumann, de Darregueira,
Provincia de Buenos Aires -ambos usuarios de licuadoras, "madrugados"
en su buena fe- es fácil demostrar en que terminará un programa
basado en ellas. Pero en Argentina, lo que es funcional al bolsillo, "es
bueno", equivalente a decir que "lo prohibido tienta".
Si esto avanza desordenadamente, muchísimos argentinos se frustrarán
con el biodiesel, tal cual se frustró un amigo mío residente
en España, que cargó biodiesel en una estación cercana
a Barcelona, en un auto alemán último modelo y de muy alta
gama, y debido a la pésima calidad del producto que le expendieron,
se generaron enormes desperfectos sobre su vehículo, que originaron
reparaciones con un costo superior a Euros 5.000. Luego de ese episodio,
para mi amigo, biodiesel es sinónimo de lo peor.
Ojalá el sentido común y el ánimo de investigación
profunda impere en las autoridades al momento de discernir que tipo de
modelo merece el plan nacional de biocombustibles de nuestro país.
Mientras tanto, no deberíamos cansarnos de alertar a las autoridades
sobre la inoportunidad de seguir inaugurando en actos oficiales -con corte
de cinta inclusive- plantas de producción de biodiesel que no están
habilitadas y que están imposibilitadas de cumplir protocolos de
seguridad, de calidad y tratamiento de efluentes, por falta de tecnología.
Invito a leer abajo, las apreciaciones del Lic. Jorge Kaloustian.
Saludos cordiales. Claudio
Jornal BIOCOM 8
Meu caro Fernando
O artigo com a microhidroelétrica de ferro velho, no Perú,
é do perú, hehehé.
Enquanto nossas autoridades constituídas arrotam besteiras e fazem
esterco, joga-se fora milhares de oportunidades de geração
de energia distribuída aqui no Brasil.
Em qualquer lugar daqui, num raio de 10 km, encontramos inúmeras
fontes de energia renovável, que apenas não são aproveitadas
devido a nossas leis burras, estúpidas e mensalistas, que as proíbem.
Meu caro Odair
1- O fogão solar noturno é composto de uma caixa de óleo
vegetal, dentro da qual se encontra um barril ou panela. A caixa (ou tambor
externo) é isolado termicamente, e se encontra num nível
um pouco superior à placa coletora de energia solar (diurna, é
claro). Esta placa possue 3 espelhos laterais para concentrar os raios
solares adjacentes sobre a placa. Por esta placa circula, pelo princípio
do termo-sifão, o óleo vegetal que está na caixa,
onde o óleo quente, mais leve que o óleo frio, sobe fazendo
com que o próprio sol atue também como uma bomba (o mesmo
princípio é utilizado para aquecer água num sistema
com placas solares ou com serpentina no fogão a lenha).
Bem, foi isso que consegui entender da fotografia mostrada pelo Professor
Schrimpff, no evento www.stef.com.br, e-sítio em que as demais
palestras sobre "energias do futuro" aparecem, com excessão
das ministradas pelo Professor Schrimpff e por mim...
2- Quanto ao kit de óleo vegetal para a comunidade carente, posso
fazer a doação.
3- Sobre a locomotiva, necessito saber mais detalhes; se for a Diesel
fóssil, poderá ser propelida a óleos vegetais, e
se for a vapor, poderá ser alimentada com lenha.
Meu caro Rolf
Lendo tua manifestação em apoio aos óleos vegetais
naturais, me lembrei que foi vc um dos primeiros a me enviar aquele fantástico
artigo da revista "4 rodas" dos anos 80, sobre o lendário
motor ELKO, do qual foram produzidos artesanalmente, naquela época,
mais de 1000 unidades na Alemanha, instalados principalmente em automóveis
VW Passat e Mercedes 190, a um sobreprêço de aproximadamente
R$ 20.000,00 cada.
Até hoje ainda existem alguns destes motores rodando na Alemanha,
e inclusive uns 3 aqui no Brasil, como geradores de EE. Na época,
seu inventor Ludwig Elsbett tentou produzir este motor em série
aqui no Brasil, mas...
A outra opção que vc menciona, a do Biogás, faz parte
da revolução e da evolução da agropecuária.
Imagina só o colono poder vender e intercambiar EE com a concessionária,
a preços decentes. Claro que para isso é necessário
copiar e aperfeiçoar a lei das energias renováveis da Alemanha,
onde as concessionárias são obrigadas a comprar qualquer
fração de EE e a pagar bem por ela. Esse progresso não
é possível com leis mesquinhas e apadrinhadas como o nosso
Proinfa.
Hoje tive a grata satisfação de relembrar meu passado bioenergético...
pois segui um carro movido a lenha... e bati um papo com seu dono (já
tinha feito isso a uns 5 anos passados). É o tal do gasogênio,
muito utilizado durante e após a 2a. guerra. Fiz um destes em meus
tempos de estudante, adaptado num Dodge Dart.
O carro dele, C10 Chevrolet, está muito bom, anda bem, uma maravilha
em constante evolução, e anda exclusivamente com madeira
picada e seca.
Rio Negro - PR já foi a capítal nacional da Bioenergia...
aqui havia uma fábrica de gasogênios nos idos de 1945.
Meu caro Telmo, meu caro Hernani e meu caro Brito
Esta nova moda de craquear OVN da porcobrás é outra de suas
bioporcalhadas, uma porcopalhaçada, pelo mesmo motivo, que nenhum
débil adiciona nosso maravilhoso álcool ao refino do porcotróleo,
assim é igualmente besteira abobalhante adicionar os extraordinários
óleos vegetais aos imundos fósseis em refino. Isso é
uma típica atitude da engenharia de araque, que procura pêlo
em ôvo, para alardear e difundir que cachorro é ovíparo.
E ainda querem patentear esta bobagem, francamente, quero ver o vassalo
e vagabundo INPI patentear ovo de cachorro, digo, de cadela. É
só o que falta.
Nessa cachorrada enrolada e enganadora do craqueamento, entra também
o bobo hidrogênio, que não é nada barato, nem ecológico
de ser produzido, e para engambelar a opinião pública analfabeta,
ainda chamam esta patifaria toda de H-Bio.
Parênteses: Um litro de boboH2, liquefeito a -253C (quase a temperatura
do zero absoluto) tem apenas 81 g de bobohidrogênio, e pasmem, sabem
quantos gramas de hidrogênio contém num litro de magnífico
óleo vegetal encontrado em cada semente? Resposta: 110 gramas,
e claro, hidrogênio em forma de energia utilizável, simples,
barato e eficiente, afora todo o biocarbono seqüestrado em poucos
meses, com toda a sua energia.
E agora me vem estes especialistas de gibi infantil, com esta historinha
do craqueamento do óleo vegetal natural, como se fosse a redenção
da agricultura.
É na verdade apenas a redenção da agonizante, suicida
e corrupta porcobrás, para dar-lhe mais alguns meses de sobrevida,
em detrimento do capacho povo brasileiro, que em troca de sua ignorância,
recebe os mais caros combustíveis do planeta, idem telefone, EE,
juros bancários, água, esgoto, etc, etc.
Resumindo, craquear moléculas de óleo vegetal é tão
estúpido como polimerizar moléculas de álcool, para
fazer estúpida, cara e desnecessária biogasolina.
Certamente nenhum patife terá essa meleca de idéia, quiça
irá patentear a biogasolina, esta bandidagem, e divulgar como coisa
espetacular.
Está na hora do CONFEA e CREAs responsabilizarem estes ratos fedorentos
por seus atos bandidos.
É como no caso do corrupto suinogasoduto boliviano... agora que
a merda está feita, todos foram contra...
Meu caro Marcello
O que realmente está por detrás da sacanagem envolvendo
os óleos vegetais naturais é a ganância e burrice
da indústria porcolífera mundial.
Ao invés de perceberem sua redenção nas simples e
eficientes bioenergias, tentam boicotá-las e difamá-las
com os mais torpes artifícios e artimanhas.
O próprio Rudolf Diesel, foi afogado no mar, quando tentou difundir
seu magnífico motor a óleo de amendoím.
Veja, na Áustria, o governo está incentivando todos os agricultores
a utilizar óleos vegetais, enquanto que aqui, tem parlamentar mensalista
babaca e corrupto bolando leis para impedir o uso dos OVN como combustíveis.
Meu Bioamigo Juergen da Alemanha me mandou um artigo, em que 1600 agricultores
austríacos se uniram em 11 comunidades ou cooperativas para extração
e uso direto de óleo vegetal virgem em seus tratores, caminhões
e carros, produzindo em 4.500 hectares austríacos, a canola, girassol,
e outras oleaginosas, num total de 4,5 milhões de litros de óleo
vegetal e 9 milhões de kg de ração. Os investimentos
somam 1,6 milhões de Euros. O governo austríaco vai acompanhar
os agricultores e arcar com um terço dos pioneiros investimentos,
demonstrando seu forte impulso, para se tornar a maior região renovável
da Europa, conforme informa seu ministro da agricultura Stockinger.
No momento, o programa austríaco se baseia em 2 caminhos:
1. - Sem kit, os óleos vegetais virgens podem ser misturados diretamente
ao tanque dos veículos a Diesel, nas proporções de
15 a 50% dependendo do tipo de motor.
2. - Motores adaptados, onde os motores andam exclusivamente a óleos
vegetais, com kits que variam de 3.000 a 5.000 Euros.
Estes custos são amortizados em máquinas cuja carga horária
de uso ultrapassa as 500 horas anuais. Como já verificado e comprovado
em inúmeros experimentos práticos.
Enquanto isso, aqui no Brasil, atualmente os abnegados fabricantes de
tratores e inteligentes institutos de pesquisa, simplesmente enchem de
óleo vegetal os tanques dos tratores e espalham as fotografias
com os estragos...
Meu caro Conte
Nos países mais gélidos do planeta, com a Escandinávia,
onde uma árvore tem de pedir licença à outra, para
pegar um pouco de sol e para poder crescer merreca, o PIB é mais
da metade baseado no setor florestal e lá, eles realmente tem programas
efetivos para implantar as imprescindíveis energias renováveis.
Lá o sol tem valor. Lá eles não se apegam a besteiras
e falcatruas como o mercado de carbono, lá eles utilizam as energias
renováveis porque estão concientes, não como aqui,
onde tudo vira negociata, onde tudo vira benefício particular,
onde as árvores crescem 40 vezes mais rápido do que lá.
Aqui, os mensalões ditam as regras para os abastados, e o povo
que se foda calado, e pague a conta.
Lá é diferente. Lá tudo gira em torno da sustentabilidade.
Lá eles sabem utilizar racionalmente os bens da natureza, sem agredir.
Lá os porcos bandidos e suínos espertalhões são
expulsos, e vem para cá avacalhar com tudo, e aqui ainda são
recebidos como heróis bajulados.
Minha querida e idolatrada Ana
Na Dinamarca são proibidas termoelétricas, de qualquer tipo.
Enquanto aqui, neste país de políticos e técnicos
verdadeiramente filhos da puta, implantam agora estas merdas, e ainda
por cima "tetraflex" divulgados como se fossem a coisa mais
maravilhosa do mundo.
Qualquer porca termoelétrica tem rendimento inferior a 50%, sendo
50 e tantos porcento da energia desperdiçada.
Se no lugar destas babaquices, houvesse a ENEREDE, houvesse a obrigação
das concessionárias comprar qualquer fração de EE
e a pagar bem por isso, poderia-se instalar pequenos cogeradores bioenergéticos,
com rendimento de 95%, pois os pequenos empreendimentos como hotéis,
condomínios residenciais, academias, etc podem e necessitam utilizar
calor em seus negócios, que pode muito bem ser suprido pela energia
térmica residual dos pequenos cogeradores.
A putaria é tamanha, que estes mesmos cafagestes que falam maravilhas
das dinossáuricas termoelétricas fósseis, são
os responsáveis pela imoral propaganda contra nossas fantásticas
hidroelétricas renováveis.
Em todo o mundo a hidroeletricidade é cobiçada e vangloriada,
inclusive é considerada a rainha das energias renováveis,
enquanto aqui, estes porcos emporcalhadores do meio ambiente inventam
lorotas a respeito, e implantam a todo custo, suas sujas e ineficientes
termoelétricas, emissoras de carbono ao ar.
Meu caro Hernani
Caramba, quanto material e quanto trabalho vc realizou na década
de 80, em prol da verdadeira bioenergia.
Imagino a cena: o frágil menino de estilingue (vc) enfrentando
o encastelado gigante e porco golias (a porcobrás, a porcANP).
Nem sei como vc ainda está vivo...
Está na hora de desmascarar este bando de ratos que só sabem
estuprar, exaurir e enganar o povo brasileiro.
Chega de cafetinagem energética.
Chega de molecagem traveca.
Por quê se negam a copiar e a melhorar os bons exemplos mundiais?
Antiabestalhantes HidroBioabraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
Divulgação autorizada e desejável.
“Los problemas de Brazil son dos: los extiernos e los intiernos.
Los extiernos son Morales e los intiernos son Imorales.” (Hugo Chávez).
De: Hernani Lopes de Sà Filho
Enviada em: domingo, 21 de maio de 2006 14:11
Ana & Fendel,
É possível obter meus artigos nos sites dos jornais ou em
seus arquivos. Tenho alguns que a traça não traçou.
Vou procurar.
Além dessas tenho mais de trezentas entrevistas para jornais, revistas,
rádios, para a TV, tenho gravado em fitas antigas (com mofo-vou
tentar recuperar) no Fantástico, Auto-esporte, Globo Rural, Manchete
Rural, TvE,
mais de 4horas, rádios, etc... Abrç. Hernani
From: anaechev
Esse material está disponível na internet?
Citando Fendel
Nossa, quanta matéria...
Dá prá anexar algum artigo?
De: Hernani Lopes de Sà Filho
FENDEL & ANA.
Os Onibus da CTC-Rio, circularam entre 1979 e 1981 (Confirmo depois).
Os ensaios de campo, foram precedidos por ensaios em laboratórios
do INT e de bancada no CTA-SP, Foi fruto de convênio entre as instituições
do governo federal: INT,FTI,CTA e a CTC do Rio de Janeiro.
Os Diretores das mesmas eram respectivamente: Cel.Lopes Pereira, (INT,FTI)
Cel.Montandon (CTA) e Cel. Nelson Brás (da CTC).
Eu fui o responsável técnico, como chefe do Grupo de Engenaria,
pelas formulações e ensaios.
ALGUMAS MATÉRIAS( ENTREVISTAS DA ÉPOCA) - JORNAIS/REVISTAS/TELEVISÃO
"INT estuda mistura de óleos. É outra opção"
Rio de Janeiro - Jornal do Comércio - 27/11/79
"O novo diesel" (Joelmir Betting)-matéria negativa
Jornal - O GLOBO - 8/02/80
"Técnico do MIC contesta críticas a mistura de óleo"-minha
entrevista
contra em Joelmir Betting
Jornal - O GLOBO - 9/02/80
"Chuva atrasou dendê para os testes nos ônibus da CTC.
Jornal - O GLOBO - 29/02/80
"Após o dendê será testado o óleo de
amendoim"
Jornal - O GLOBO - 29/02/1980
"Dendê e amendoim testados no INT movem ônibus da CTC"
FTI/Rio de Janeiro - Tecnologia Jornal - 4/03/1980
"Dendê e amendoim nos ônibus da CTC.Concluída
a 1ª fase.
Tecnologia Jornal - 5/03/80
"Álcool com dendê e diesel uma mistura excelente para
motor"
Tecnologia Jornal - 7/06/80
"Álcool com dendê e diesel, uma mistura excelente
para motor".
Tecnologia Jornal - junho/1980
"Ônibus movidos à mistura com dendê tem desempenho
normal"
Jornal do Comércio - 27/06/80
"Óleos vegetais já podem substituir até 30%
do diesel"
Tecnologia Jornal - agosto/1980
"Breve em todos os motores:
amendoim, mamona, babaçu e dendê."
Salvador -Ba - Jornal - A TARDE - 06/10/80
"Experiência da CTC no Rio com dendê e amendoim aprova"
Rio de Janeiro - RJ - Jornal do BRASIL - 12/10/80
"INT faz os testes finais com óleos vegetais nos veículos
diesel
do Estado"
Jornal do Brasil - 15/10/80
"Um ilheense na busca de solução para o problema
do petróleo"
Diário da Tarde - Ilhéus - 8/12/80
"Óleos vegetais - projeto INTOL - passa nos testes"'
São Paulo - Revista - Comércio & Mercados - Dez/1980
"Óleos vegetais poderão substituir o diesel - Experiência
na
CTC".
Jornal O GLOBO - Panorama econômico 81 - 29/05/81
"Mistura do óleo vegetal ao diesel ainda demora"
Jornal - O GLOBO - RIO 18/10/80
"Óleo vegetal, uma alternativa que não polui"
Jornal do Brasil
Bom domingo.
From: anaechev
O Fendel é exagerado, Hernani.
A Justiça em Santa Catarina é excessivamente morosa. E não
há grandes decisões corajosas.
Mas precisamos tentar, espernear...
Os ônibus a óleo vegetal circularam quando? Com a permissão
de quem? Por que saíram de circulação?
Citando Fendel
Hernani, hehehé... vc ainda não conhece a Ana...
Se ela quiser, ela convence qualquer juiz a me dar um "habeas corpus"
bioenergético na hora, hehehé...
Para tal estamos municiando ela com os devidos fatos, argumentos e realidades.
Aliás, estou anexando algumas fotos tuas, que talvez ela possa
anexar ao processo como exemplo:
1 - Collor em tua Parati movida a óleo bruto de dendê.
2 - Teus ônibus a óleos vegetais no RJ
3 - Tua equipe com bomas de óleo de amendoim e óleo de dendê
Estou adaptando um motor eletrônico moderno a óleo vegetal
num Passat Variant 94 (parecido com tua Parati).
Acontece que neste país de bostas corruptos aqui, não é
possível andar com Diesel em automóveis (somos o único
país do mundo com essa palhaçada) pois a porcobrás
não consegue produzir o porcodiesel suficiente, enquanto exporta
a porcagasolina excedente por micharia...
De: Hernani Lopes de Sà Filho
Ana & Fendel,
Desculpe Ana, mas desiludido com os biojuizesmensalitas (estou aprendendo
o bioportuguês), acredito que vai demorar muito liberar o carro
de Fendel.
De: anaechev
Enviada em: domingo, 21 de maio de 2006 13:42
Para: Fendel
Cc: Hernani Lopes de Sà Filho
Assunto: termelétrica multicombustível
Governo estuda implantar conceito de geração multicombustível
em termelétricas. CNPE anuncia medida, em teste pela Petrobras,
que prevê substituição de gás natural por álcool,
GLP, GNL e diesel em usinas, em caso de emergência
Fábio Couto, da Agência CanalEnergia, Mercado Livre - 19/05/2006
De: Paulo Conte
Enviada em: sábado, 20 de maio de 2006 15:04
Para: Fendel
Assunto: Países escandinavos lideram movimento futuro com emissões
zero de CO2
Países escandinavos lideram movimento futuro com emissões
zero de CO2
Além de Kyoto, que prevê a redução de emissões
de gases do efeito estufa na Europa em 8% até 2012, Estocolmo tem
uma meta ainda mais desafiante. No ano de 2050, a capital sueca pretende
ser 100% livre de combustíveis fósseis e, com isso; zerar
as quase 3.500 quilotoneladas de CO2 que seus 750 mil habitantes produzem
hoje.
"A meta é dura, mas precisamos fazer isso para prever algumas
conseqüências climáticas", afirma a prefeita da
cidade, Viviann Gunnarsson, durante a conferência Um Futuro com
emissões zero de CO2. Nos últimos dois anos, a cidade já
investiu €41.8 milhões em 45 projetos climáticos.
Atualmente, 62% do sistema de aquecimento de Estocolmo vêm de biocombustíveis.
A incineração do lixo gera energia elétrica e aquecimento
e duas de suas usinas de energia são 100% renováveis.
No setor de transportes, metrôs e trens circulam movidos à
energia verde, 30 ônibus a biogás e 253 a etanol. A meta
e aumentar em mais 130 ônibus a biogás e 132 a etanol até
2009; chegando assim à marca de 100% livre de combustíveis
fósseis em 2020.
"Outro importante passo para que cidade alcance a meta é o
uso de biocombustíveis", diz Viviann. Estocolmo é rodeada
por canais e, para um melhor aproveitamento da estrutura natural, a prefeitura
pretende investir em novos ferry-boats para transporte público
movidos a energia limpa.
Com relação ao uso de automóveis, em dezembro do
ano passado, 50% dos carros utilizavam biogás ou etanol. O objetivo
é que em 2010 todos sejam abastecidos com combustível verde.
Para isso, Viviann já planeja a implantação de imposto
por circulação de veículos no centro da cidade, medida
já aplicada por muitas cidades grandes ao redor do mundo.
Eco-cidadãos - Porém não é apenas o governo
que precisa investir para tornar uma cidade energeticamente limpa. Os
cidadãos também precisam mudar seus hábitos. Pensando
nisso, Estocolmo guia seus moradores para um estilo de vida sustentável;
incentivando o menor uso de energia ou emprego de fontes renováveis
e da eficiência energética.
O melhor exemplo de uma possível mudança de comportamento
vem do projeto Consumo esperto com menos energia e emissões de
carbono (Smart Consumption with less Energy and Carbon Emissions). Através
do registro de todos os recibos de bens, serviços, eletricidade
e combustível consumidos por 60 famílias, o uso de energia
e a emissão de carbono de cada cidadão são calculados.
Com esta informação em mãos, cada família
recebe sugestões de como reduzir emissões vindas da energia
direta e indireta consumidas, assim como são capazes de diminuir
seus gastos.
Em março de 2007, depois de um ano do primeiro cálculo energético,
uma nova medida de cada família será realizada e um novo
«perfil energético» será feito. Assim será
possível ver se cada família participante obteve sucesso
na redução do consumo de energia, assim como nas emissões
de carbono. (Paula Scheidt/ CarbonoBrasil)
De: Marcello Capelli
Enviada em: sexta-feira, 19 de maio de 2006 21:16
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: óleo vegetal
Lí a respeito sobre as vantagens do uso do óleo vegetal
como combustível e fico surpreso de saber que não exploramos
todo o potencial a nível comercial.
Pergunto: o problema é político? pressão externa
, envolvendo outros países?
Gostaria realmente de poder entender o descaso com a tercnologia e que,
pelo que lí dominamos e temos como produzir em grande escala. Agradeceria
se pudesse esclarecer minhas dúvidas.
ass: Marcello Capelli
De: COTE-Consultoria Ltda
Enviada em: sábado, 20 de maio de 2006 09:51
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: ENC: biodiesel
Prezado Fendel.
Gostaríamos de seus comentários sobre esta reportagem.
Saudações,
Brito - Cote Consultoria - Divisão de Cereais
Visite nosso site: www.cote.com.br
De: Hernani Lopes de Sà Filho
Enviada em: sexta-feira, 19 de maio de 2006 21:20
Para: GLOBAL Financial Adviser; Abrasgraos-Y
Cc: João Batista Olivi; Ana Amélia Lemos
Assunto: A morte o biodiesel-Re: 5 Slides sobre o H-Bio
Como disse antes:
A morte do biodiesel e o renascimento dos OVNs.
A petrobras redescobre a própria roda!!!.
Devido a grande avanço propiciado pela INTERNET, as soluções
estão convergindo para a solução ideal.
"os sabichões, os que pensam que são, os corruptos,
não tem como enganar a todos durante todo o tempo nem por muito
mais tempo".
Depois explico. Hernani Sá (o pai)
From: Hernani Lopes de Sà Filho
To: Fabiano Prado Barretto
Cc: cacau-l
Sent: Friday, May 19, 2006 10:50 AM
Subject: Memória curta!--Petrobras anuncia adição
de óleo vegetal no refino do diesel a partir de 2007
Fabiano,
From: Hernani Lopes de Sà Filho
To: Fabiano Prado Barretto
Cc: cacau-l
Sent: Friday, May 19, 2006 10:50 AM
Subject: Memória curta!--Petrobras anuncia adição
de óleo vegetal no refino do diesel a partir de 2007
Fabiano,
Nossos políticos e principalmente os jornalistas tem memória
curta!!!!.
Será doença? , ignorância ou mensalão?
É INCRÍVEL COMO ESTÃO TENTANDO PATENTEAR O IMPATENTEÁVEL
(bioodiesel, craqueamento e agora essa!!).
CADÊ A COMPETÊNCIA DO INPI?
Veja mensagens abaixo, por favor.
Abraço, Hernani Sá ( o pai) www.;biocombustiveis.com.br
COMPANHEIROS,
Custos de combustível na produção de cacau (podem
aproveitar, eu tenho os KITS de Fendel).
Mensagem abaixo.
Vocês podem ser auto-suficientes!
----- Original Message -----
From: Hernani S
: Não é novidade!!!-Re: [BioCom] Óleo vegetal misturado
no petróleo...
Caros Fendel, Telmo e demais
No início da década de 80, foi discutido e a petrobras adicionou
azeite de dendê (ÓLEO DE PALMA) numa refinaria do Ceará
e obteve proporcionalmente mais diesel e querosene.
É óbvio que foi abafado e a PETROBRAS ESQUECEU?
Eu tenho jornais da época.
Foi abafado e o diesel subsidiado(?) para esconder a verdadeira solução
que interessaria aos brasileiros; os OVN, que todos, desde que tenham
pelo menos um quintal, poderiam produzir de maneira simples
Acredito que está reaparecendo agora, para quebrar o projeto da
EMBRAPA(que também não é novidade).
É FO.....
QUEM PAGA O MAIOR MENSALÃO EXTENSIVO A QUASE TODOS?.
Fendel me disse uma vez que gostaria de ser otimista quanto eu.
Mas quem viveu a experiência, quotidiana, durante mais e 30 anos,
não pode ter mais dúvida.
Não tem jeito!!! vai que ser AGORA! (próximo governo)
Não adianta tentar esconder, a verdadeira solução
vai ser implantada no próximo governo( a não ser que desestabilizem
a América Latina).
Abraços a todos, Hernani Sá (o pai) www.hernanisa.com.br
(o filho)
----- Original Message -----
From: Telmo
To: lista-do-agronegocio-1
Sent: Friday, May 19, 2006 8:11 AM
Subject: [BioCom] Óleo vegetal misturado no petróleo...
Prezado Fendel,
Como é que nunca ninguém discutiu isto antes, aumentar o
volume do petróleo, adicionando-lhe óleo vegetal antes do
craqueamento?
Hoje às 11h00 no auditório da Petrobrás será
concedida entrevista coletiva pelo Sr. Paulo Roberto Costa sobre o chamado
"H-Bio"
Aguardo sua interpretação.
Abs, Telmo Heinen - Formosa (GO)
----- Original Message -----
From: Fabiano Prado Barretto
To: cacau-l
Sent: Friday, May 19, 2006 10:20 AM
Subject: [Cacau-l] Petrobras anuncia adição de óleo
vegetal no refino do diesel a partir de 2007
http://www.radiobras.gov.br/materia_i_2004.php?materia=265177&q=1&editoria=
From: Rolf Gieseler 2006
To: leitor
Sent: Friday, May 19, 2006 7:44 AM
Subject: SANTA, DIA 19-05-2006, PG 6 - REPORTAGEM BIODIESEL - PG 6
Prezados Senhores
Com relação a matéria sobre biodiesel faltou a publicação
de outras opções energéticas de custo bem inferior
e aplicação nas propriedades rurais gerando emprego e renda
e reduzindo o efeito estufa por se tratar de energias renovaveis( oleo
vegetal, biodigestores capturando gas metano de efeito estufa e produção
de alcool combustivel)
CARTA PARA OPINIÃO DO LEITOR
NÃO AO BIODIESEL
BIODIESEL – é mais um monopólio na mão da Petrobrás
- extração da glicerina do óleo vegetal em plantas
industriais caras. Inteligente é o uso de óleo vegetal (soja,
mamona, pinhão manso, etc) puro como combustível em tratores
e veículos . A adaptação para uso direto de OV- óleo
vegetal em tratores custa R$ 500,00. O uso do álcool e do biodigestor
(gás metano de efeito estufa) em granjas de suínos e aves
como coogerador de energia, todos produzidos em propriedades rurais são
outras opções energéticas de baixíssimo custo.
Quem sabe com a novela “Bolívia” isto acontece.
Eng.º Florestal Rolf Gieseler Fone
89052-001 - Blumenau - SC
Caso se interessem na questão do OV- óleo vegetal e outros
vão aí alguns links SUGIRO UM REPORTAGEM SOBRE O ASSUNTO
E CONTÉM COMIGO PARA MAIS INFORMAÇÃO
ASSUNTO OV - óleo vegetal
www.elsbett.de
www.biocar.de
www.wolf-pflanzenoel-technik.de
www.greasecar.com
www.fendel.com.br
ASSUNTO - biodigestores
www.mct.gov.br/Clima/cigmc/pdf/AnexoIII_Sadia.pdf - Resultado Adicional
-
www.ibps.com.br/index.asp?idnoticia=3011 - 55k - Resultado Adicional -
www.conpet.gov.br/artigos/artigo. php?segmento=corporativo&id_artigo=18
- 27k -
www.agcert.com.br
De: Odair - Assessor da Presidência
Enviada em: terça-feira, 16 de maio de 2006 20:47
Para: Fendel
Assunto: Re: Jornal BIOCOM 7
Grão-Sacristão Eng.° Mecânico THOMAS RENATUS FENDEL
Mui digno Diretor-Presidente da FENDEL Tecnologia
Fineza informar-me como fazer o citado fogão solar noturno. Preciso
dele para o trabalho pioneiro na Comunidade tradicional Banto, de afro-descendentes.
Por certo, se somará aos equipamentos de geração
de energia mediante nova tecnologia de acréscimo de eficiência
a aerogeradores a ser lá experimentada e aos painéis fotovoltáicos
previstos, bem como aos coletores solares planos (para aquecimento da
água) e aos dispositivos de tratamento de dejetos (biodigestores
etc).
II. Qual a perspectiva da FENDEL Tecnologia poder fornecer kit de conversão
para uso na referida Comunidade?
III. Gentileza também informar como poderemos formular proposta
de utilização de biocombustível em locomotiva de
composição ferroviária e quais os dados necessários
para preparação de anteprojeto nesse sentido.
Atenciosamente Eng.° Civil ODAIR SANTOS JUNIOR
Assessor de Águas e Meio Ambiente da Presidência do CREA-MG
De: Fernando Gómez Mancilla
Enviada em: terça-feira, 16 de maio de 2006 21:39
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: micro_usina
Estimado Sr. Fendel: me tomo a liberdade de encaminhar o anexo, que diz
respeito a construção de uma micro - usina hidroelétrica,
no Perú.
Sei que o Sr. saberá mais de como difundi-la.
Atte Fernando Gomez Mancilla
Obs.: "chatarra" significa "ferro velho, algo jogado fora,
que não presta mais".
Jornal BIOCOM 9
Meu caro Marcelo Guimarães
BIOCOM nasceu de uma homenagem e pesquisa de meu Bioamigo Gonzaga, arquiteto
em Curitiba, e fã das energias renováveis. Foi ele que criou
o grupo Biocom, e eu usei o nome para este jornal.
És uma das poucas pessoas que me servem de exemplo na luta pelas
microdestilarias de álcool e pelas pesquisas de fixação
de nitrogênio no solo.
Patrocinadores virão, pois afinal o mundo está se conscientizando
da realidade bioenergética, que por cá continua boicotada.
Alguns textos ótimos em alemão estão em http://www.bv-pflanzenoele.de/
Sei que moras no campo, sem acesso à internet, e para acelerar
tuas ímpares pesquisas e divulgar teus resultados, certamente terás
que te conectar.
Meu caro Telmo
Na receita da Cati, de 30% OVN, 5% gasolina e 65% Diesel, minha sugestão
é trocar os 5% da gasolina por 5% de álcool, pois o álcool
é bioenergia.
Meu caro Miguel
Obrigado pelo contato e desculpe-me responder via este jornal, pois assim
quem sabe alguém possa te informar quem trabalha com os sistemas
de refrigeração por absorção que procuras.
Meu Bioamigo Jack, aí de Portugal, informa que na embaixada de
Israel há uma brochura sobre uma empresa que usa este sistema a
30 anos.
As ferramentas de busca informatizada vasculham artigos com as palavras
chave e assim mais pessoas se beneficiam e podem desenvolver leis e trâmites
necessários.
Para obter energia "zero" no meio do circuito elétrico,
é necessário gerar uma energia considerável, e isso
seria a segunda etapa da ENEREDE, com controladores "conecte e funcione"
e que deveriam também corrigir e evitar as ressonâncias,
harmônicos e etc, além da carga elétrica, seu objetivo
principal. Penso que esta tecnologia de contrôle que vcs estão
desenvolvendo aí em Portugal é um avanço considerável,
e vai possibilitar inclusive a reversão da energia, ou seja, pode-se
passar além da duplicação da energia transmitida,
ou seja com a reversão se transmite o triplo de energia original,
no mesmo circuto e investimento em linhas. Parabéns e sucesso na
empreitada.
Meu caro Hernani
O governo e a Pbrás fazem propaganda maciça para que não
se discutam preços e impostos.
Agora querem misturar petróleo com óleos vegetais antes
do refino, com a adição de hidrogênio...
Tudo para continuar sugando o povo e manter suas regalias.
Mas, felizmente a cortina está caindo...
Meu caro XXX
Para injetar EE na rede, o ideal é um gerador assíncrono
(motor de gaiola funcionando como gerador).
Quanto ao motor Diesel, ele deve ser adaptado ao óleo vegetal,
com um kit. Aí na Europa tem mais de 30 fabricantes de kits.
Eu misturo o óleo de fritura com a mesma quantia de água
e agito mecanicamente durante 10 minutos. Depois deixo decantar por 2
semanas e recolho o óleo limpo de cima. Claro que o ideal é
verificar se o óleo atende à norma que está sendo
elaborada na Alemanha, para o óleo de canola.
Meu caro Cícero
Eu que te agradeço a oportunidade ímpar de poder mostrar
e defender os óleos vegetais e a ENEREDE para uma boa parcela da
engenharia de motores da Mercedes do Brasil.
Para mim também, a reação da platéia foi muito
positiva e agradável.
Veja, se além do motor, vc consegue também a doação
do chassi, cabine, cx de câmbio, pneus, etc...
Ao pessoal envolvido com a fórmula truck, informe que tem motor
adaptado que rende mais a OVN do que a Diesel, e que seria muito interessante,
em termos comerciais para a Mercedes, apresentar um caminhão vencedor
sustentável, hehehé...
Gostei de conhecer a "oficina" de motores e principalmente o
motor "exportação" com eletrônica nas bombas
individuais e mais eletrônica nos bicos injetores... até
sonhei com este motor se deliciando com óleo refinado de soja aquecido...
Sobre minha presença num encontro de turma, é só
deixar eu mostrar alguns gráficos e figuras por 20 minutos...
Quanto ao casamento, está marcado para 08/07 e todos os meus bioamantes
"de fora" estão convidados como padrinhos, inclusive
o Mússio. Claro, será um biocasamentosemináriocaipira,
com direito a 1/2 hora de palestra do noivo, folclore alemão e
barril de chopp.
Traje: Índio, alemão, polaco ou caipira.
O carro da noiva (que chamo de Índia Bolivariana em homenagem ao
Evo) será movido a lenha (gasogênio) e o da lua de mel a
óleo de fritura.
Meu amigo eólico Bisca virá especialmente da Irlanda, e
meu bioamigo Botucatú virá de ônibus a OVN, com lugar
para frete adicional, e portanto, habilitem-se, hehehé. Passagem:
5 litros de óleo refinado.
O Mestre de cerimônia será meu bioamigo coroinha do CREA
- MG, o padre será meu bioamigo Contesinho do MP-PR e meu bioamigo
missB cantará "Corneto Mio" na chegada da noiva.
Meu Bioamigo alemão Juergen enviou um fantástico artigo
contra a conversa mole mundial de difamação do etanol, escrito
em alemão, (alguém se habilita em traduzir?) por Karl Weiss
e Elmar Getto:
http://www.rbi-aktuell.de/cms/front_content.php?client=1&lang=1&idcat=17&idart=7248
e um outro (em espanhol) sobre agricultura sem fertilizantes químicos:
http://www.comunicacion.amc.edu.mx/noticias/nuevo-biofertilizante-ayuda-a-la-productividad/
O artigo:
http://www.zoonews.com.br/noticiax.php?idnoticia=81367
Trata sobre a primeira empresa brasileira do setor de alimentos a realizar
a venda de créditos de carbono.
Claro que seria muito melhor vender a EE dos chiqueiros, do que o inócuo
cambalacho do mercado de carbono...
O artigo:
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=1269
Trata sobre o fracasso do apadrinhado Proinfa.
Claro que a ENEREDE seria muito melhor, efetiva e sustentável.
O artigo:
http://www.mnp.org.br/materias.php?mat_id=79716&canal_id=13
Trata sobre a pressão de Hugo Ghaves para que empresas brasileiras
que operam em seu país participem de missão comercial na
Bolívia.
Pelo menos, o Hugo não é vendilhão, e ajuda os demais
a saírem da latrina em que chafurdam.
O fantástico artigo:
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=1257
Do honorável professor da UnB Adriano Benayon, informa que o Brasil
não precisaria continuar pagando os maiores juros do planeta.
Segundo ele, a política econômica é voltada para os
grandes empresários e especuladores, nacionais e estrangeiros:
"É escandaloso os royalties do petróleo no Brasil estarem
em apenas 5%, enquanto no Oriente Médio são cobrados 30%;
na Venezuela, 40%; e na Bolívia, de Evo Morales, devem passar para
82%."
Esta decisão cabe ao Ministro de Minas e Energia e pode ser retroativa
no tempo, se usar a cláusula "condições excepcionais".
O artigo:
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=1253
É sobre o projeto de transformação de capim em ''carvão
verde''.
Além de ser bobagem utilizar alcatrão como combustível,
a Pbrás poderia patentear um projeto para adicionar capim verde
ao porcotróleo... no lugar do óleo vegetal...
O artigo:
http://www.zoonews.com.br/noticiax.php?idnoticia=80984
Descreve as perdas na agricultura familiar com o H-Bio.
Claro... estas biobobagens servem apenas para perpetuar a vida da insustentável
Pbrás.
O artigo:
http://www.zoonews.com.br/noticiax.php?idnoticia=80997
Informa que o biodiesel, produzido a partir de vários óleos
vegetais, pode estar com seus dias contados.
Que bom, que as bioasneiras já estão sendo desmascaradas.
O artigo:
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=1228
Fala sobre o plebiscito que decidiu pela instalação de termelétrica
fóssil em Cachoeira do Sul - RS.
Isso demonstra e confirma e manipulação provocada pela vassala
mídia, a favor de interesses mesquinhos de poucos, em detrimento
da vida de muitos.
O artigo:
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=1232
Informa que a Vale do Rio Doce investe menos em hidrelétricas.
Ou seja, estão trocando energia hidráulica renovável
por porcas termoelétricas...
O artigo:
http://www.power.inf.br/notic_dia.php?cod=1235
Descreve a vontade de agricultores em fazer biodiesel com soja.
Infelizmente desconhecem que OVN seria mais barato, mais eficiente e melhor.
Abaixo mais alguns artigos em português, alemão e inglês,
enviados pelo Juergen, sobre Johanna Döbereiner, bactérias
para fixação de nitrogênio do ar, bem como sobre o
feijão bravo do Ceará.
No último endereço tem o sítio do Clark Erickson
sobre "terra preta".
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-204X2001001100005
http://www.gsf.de/Aktuelles/Presse/miscanthus.phtml
http://www.pubmedcentral.gov/articlerender.fcgi?artid=106570
http://www.idrc.ca/en/ev-27778-201-1-DO_TOPIC.html
http://www.fao.org/docrep/003/v9327e/V9327E03.htm
http://www.sas.upenn.edu/~cerickso/
Meu outro Bioamigo alemão Prehn (radicado aqui no Brasil) informa
que na Alemanha acaba de ser inaugurada a primeira bomba para venda de
Biogás do mundo, onde veículos transformados para o sujo
gás natural, agora podem se abastecer com limpo metano renovado,
não fóssil.
HidroBioabraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
Divulgação autorizada e desejável.
“Los problemas de Brazil son dos: los extiernos e los intiernos.
Los extiernos son Morales e los intiernos son Imorales.” (Hugo Chávez).
De: Cícero
Enviada em: sábado, 27 de maio de 2006 20:17
Para: T82@yahoogroups.com
Assunto: [T82] Fendel na DaimlerChrysler
Como muitos de vocês, eu já não tenho mais muita paciência
em ler todos os longos e-mails do Fendel batendo sempre na mesma tecla.
Por outro lado tenho que admirar a coragem e perseverança com que
luta para tentar esclarecer alguns pontos que a maioria de nós
nessa lista não conheceria não fosse por ele.
Por isso alguns de vocês vão achar inacreditável,
mas não satisfeito em receber os e-mails quase diários do
Fendel, ainda por cima convidei-o a fazer uma palestra na DaimlerChrysler,
empresa em que trabalho na área de desenvolvimento de motores diesel.
Achei que, concordando ou não com os pontos de vista que ele gosta
tanto de expressar, seria interessante para os meus colegas ouvirem o
que ele tem a dizer. Afinal de contas, é muito difícil receber
de outra forma informações técnicas sobre os aspectos
negativos do hidrogênio e biodiesel como combustíveis, ou
sobre o potencial dos óleos vegetais.
Aproveitei que existe um programa de palestras culturais semanais sobre
assuntos diversos na empresa e enviei um convite ao Fendel. Para minha
surpresa, ele aceitou de imediato, mesmo tendo que viajar de Rio Negro
para São Paulo especialmente para isso.
Foram 60 minutos de apresentação em que ele conseguiu expor
sua posição sobre bioenergia e cogeração,
temas que a essa altura todos nós já conhecemos depois de
anos de doutrinação nessa nossa lista.
O que posso dizer é que a reação da platéia
foi positiva. Muitos colegas de trabalho vieram comentar comigo no dia
seguinte que foi a primeira vez em que foram apresentados a um outro lado
da atual crise energética, com uma discussão diferente sobre
as opções sendo oferecidas para as futuras fontes de energia.
Muitos concordaram 100% com as posições do Fendel e outros
o consideraram radical - houve até quem o chamasse de louco em
plena apresentação. Vocês hão de concordar
que isso seria de se esperar, nós que já conhecemos nosso
colega e a veemência com que defende suas idéias.
O fato é que a grande maioria gostou de ter assistido a apresentação.
Bio-bobo-diesel, Porcobrás e falácia são 3 termos
que ficaram na cabeça dos meus colegas, que acharam graça
na insistência com que foram repetidos.
Como não poderia deixar de ser, agradeci satisfeito ao Fendel pela
apresentação e estou agora tentando descobrir algum meio
de possibilitar a doação de um motor Mercedes para ele fazer
suas experiências.
Fora da palestra, nosso encontro foi infelizmente rápido demais
para 2 colegas que não se viam há 18 anos e o papo que pudemos
ter foi no caminho entre o aeroporto de Congonhas, onde fui apanhá-lo,
e a fábrica em São Bernardo. Fiquei contente em sentir que
ele está bem de físico e de espírito. Dei uma bronca
nele por não ter o hábito de prestigiar nossos encontros
e ele confessou que tem medo de encontrar o Mússio... rs
Fofoca pra turma em primeira mão: ele me contou que vai se casar
muito em breve (formalizando na verdade uma relação já
existente de convivência do casal) com uma moça de Rio Negro.
É isso que eu tinha para contar. Fendel, mais uma vez muito obrigado.
De: XXX
Enviada em: sexta-feira, 26 de maio de 2006 10:34
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: como faco...?
Desculpe a ortografia bioamigo, e que este computador e "gringo"...
To fazendo um master aqui em Barcelona e quero dar un sentido pratico
a esse trem...
Aqui a producion de energia esta aberta, ou seja, vc. poe uma maquina
pra funcionar, e vende a energia atraves de um agende de mercado. O regime
especial (geracion atraves de fontes renovaveis, ou residuos) e onde quero
me meter: atraves de oleo de fritura.
Quanto a parte tecnica mecanica da coisa, cual a melhor solucion para
um moto gerador em regime continuo (CA sincrona - 1.1MW): o motor diesel
deve ser preparado de que manera para ser economico e necessitar o menor
numero de paradas possivel?
E o sistema de lavagem e filtragem de oleo de fritura, vc. tem um esquema?
Por favor me ajude, se possivel... Um bioabraco, saude e sorte...
De: Hernani Lopes de Sà Filho
Enviada em: sábado, 27 de maio de 2006 12:59
Companheiros.
Quem souber, por favor informe; é importante para nossa luta política
( www.hernanisa.com.br) em prol do Brasil e dos brasileiros.
É mais uma explicação porque os sabichões
sempre boicotaram os Óleos Vegetais Naturais.
Sabem porque?
Resp. ROUBO ZERO!
Alguém tem uma relação dos preços dos combustíveis
fósseis de 1969 até 1980?
E a relação entre quantidade de ônibus e caminhões
?:
a) a gasolina
b) a diesel
É muito importante conhecermos.
Hernani Sá(o pai)
----- Original Message -----
FORMAÇÃO DE PREÇO DA GASOLINA QUE NÓS OTÁRIOS
PAGAMOS:(em R$/litro):
Gasolina "A" 800ml (pura, vendida pela Petrobras)= 0,80
Alcool anidro 200 ml (20% misturado à gasolina)= 0,24
TOTAL = 1,04
CIDE - PIS/COFINS (IMPOSTOS FEDERAIS)= 0,44
ICMS (IMPOSTO ESTADUAL)= 0,64
TOTAL DE IMPOSTOS (108% DO PREÇO BRUTO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!)=
1,08
TOTAL (CUSTO + IMPOSTOS)= 2,12
LUCRO DA DISTRIBUIDORA (EM MÉDIA POR LITRO)= 0,08
FRETE (EM MÉDIA POR LITRO)= 0,02
LUCRO DO POSTO (EM MÉDIA POR LITRO)= 0,25
VALOR NA BOMBA COM IMPOSTOS = 2,47
VALOR NA BOMBA SEM IMPOSTOS = 1,39
SE VOCE COMSOME 200 LITROS DE GASOLINA POR MES, O BOLO FICA ASSIM DIVIDIDO:
DONO DO CARRO (OTÁRIO 1) GASTA: R$ 494,00
DONO DO POSTO (OTÁRIO 2) GANHA: R$ 50,00
DONO DO CAMINHÃO (OTÁRIO 3) GANHA: R$ 4,00
DISTRIBUIDORA (JÁ NÃO TÃO OTÁRIA ASSIM) GANHA:
R$ 16,00
GOVERNO (O LADRÃO DA HISTÓRIA) - EMBOLSA: R$ 216,00
De: Miguel Morgado
Enviada em: quinta-feira, 25 de maio de 2006 19:11
Para: thomas@fendel.com.br
Assunto: EuroSolar Portugal
Caro Thomas,
Li seu capítulo de perguntas e respostas em sua página na
net e achei bem curioso!
Você sabe que a minha Empresa, EUROSOLAR esta a implementar em duas
províncias da região sul de Portugal aquilo que convencionamos
designar por “projecto de produção distribuída
do baixo Alentejo”
Trata-se de 260 micro estações solares que produzem energia
eléctrica junto a ao nó de índice inferior de (toda)
a rede de distribuição ( O posto de transformação),
(associada a mesma subestação) e o dimensionamento é
justamente feito para fazer tender para ZERO, a corrente eléctrica
na meia distancia ( eléctrica ) entre o nó de índice
(n) e o nó de índice (n-1). Agora estamos trabalhando num
sistema de monitorização e controlo para evitar que a rede
entre em ressonância. As vantagens que você enumera para a
produção distribuída estão ái. A questão
agora é evitar que a rede entre em ressonância, para isso
nos monitorizamos a impedância activa, a tensão a corrente
e a segunda derivada dv/dt2.
Neste momento estou procurando fabricantes de máquinas de absorção
(brometo de lítio) ou amónia, com o Sol como fonte primaria,
já com alguma experiência no mercado. Você conhece
algo ai no Brasil. Sei que no Sul existe bastante. Se achar interessante
e vir que pode haver formas de cooperação entre nossas Empresas
por favor diga algo.
Obrigado por seu tempo. Miguel Morgado - EUROSOLAR
De: Telmo Heinen-
Enviada em: quarta-feira, 24 de maio de 2006 18:38
Para: Thomas Renatus Fendel
Assunto: Fw: Kit p/ oleo vegetal
Veja o Kit do Fendel: http://www.fendel.com.br
Telmo.
E é justamente isso que o kit criado pelos produtores faz. As resistências
aquecem o óleo, a uma temperatura de 75 graus, antes que ele chegue
à bomba injetora. "Se o óleo vegetal atingir os bicos
das bombas injetoras a uma temperatura superior a 70 graus já tem
viscosidade semelhante à do diesel", diz.
Depois das 2 mil horas de trabalho e da avaliação definitiva
do kit, os produtores pretendem começar a produzi-lo em escala
comercial e colocá-lo à venda em todo o País. Nasorri
estima que o preço do kit deverá ser em torno de R$ 4 mil.
Enquanto os kits não chegam ao mercado, o agrônomo da Cati
afirma que uma receitinha simples - 30% de óleo vegetal (soja,
girassol), 65% de diesel e 5% de gasolina (funciona como solvente, para
diluir o óleo vegetal) - pode ser usada tranqüilamente pelos
produtores em máquinas a diesel. "É compatível
com os equipamentos que temos hoje e não causa dano aos motores."
De: reginaggss
Enviada em: segunda-feira, 22 de maio de 2006 11:26
Para: thomas
Assunto: Re:Jornal BIOCOM
Comandante Fendel,
1. Considero que a "Agência Fendel de Bioenergia" já
é um sucesso. Você parece não gostar do nome acima
mas acho que é uma boa.
2. Gostaria de receber os textos do Gert e do Schrimptf e outros de tecnicos
alemães, escritos em alemão pois estou fazendo um esforço
para aprender o alemão técnico referente a área de
Bioenergia.
3. Acho que a "Agência" deve ter um sentido profissional,
comprometida com a verdade dos fatos como você vem tentando fazer.
Neste sentido julgo que você poderia ter em breve PATROCINADORES.
Abraços, Marcelo Guimarães
De: Estevao Pereira
Enviada em: quarta-feira, 24 de maio de 2006 01:32
Para: Fendel
Assunto: Re: mistura de OVN,
Ilmo. Sr. Thomas Renatus Fendel,
Preliminarmente, agradeço sua resposta e informações,
vou experimentar aos poucos, porém a minha dúvida é
se não vai entupir os bicos etc? O diesel dilui a viscosidade do
OVN?
Outrossim, preciso pagar o seu livro, do qual fiz uma cópia no
micro, e sempre leio.
Por favor valor, bco, c/c, etc.
Grato pela atenção - Estevao Pereira - Curitiba
De: estevaoestevao
Enviada em: segunda-feira, 22 de maio de 2006 12:22
Para: thomas@fendel.com.br
Cc: telmoheinen
Assunto: OVN
Olá. Ilmo. Sr. Thomas, e Sr. Telmo!
O que está acontecendo com a Petrobras? H-bio?
Realmente estão atras de melhor combustível, energético
e social, ou é + uma arapuca para o povo brasileiro?
Grato
Estevao Pereira
De: Adriano Benayon
Enviada em: domingo, 21 de maio de 2006 22:39
Para: Fendel
Assunto: Re: Jornal BIOCOM 8
Caro Fendel,
Grato pelo envio de mais um BIOCOM, sempre com informações
e esclarecimentos importantes para quem deseja compreender as possibilidades
da biomassa.
Outra coisa. Além de alguns parlamentares nada favoráveis
aos interesses nacionais, sua lista de destinatários, ao que vejo,
inclui o dep. Leonardo Monteiro (PT-BA). Esse foi o relator do Projeto
3.960/2004 que o fez desaprovar na Comissão de Meio-Ambiente da
Câmara. Creio que já lhe contei como foi. Numa incrível
sessão dessa comissão com dois deputados presentes, além
de seu presidente.
Depois de haver dito que daria parecer pela aprovação (ao
Dr. Enéas e a mim), não teve pejo de apresentar um relatório
repleto de absurdos, elaborado, como ele mesmo confessa, no Ministério
das Minas e Energia. O meu trabalho, "considerações
sobre o projeto 3.960 ..." demonstra aqueles absurdos (sem se referir
diretamente a eles).
A ministra do Meio Ambiente é a que propugnou o projeto das Florestas,
aprovado pelo Legislativo, por proposta do Poder Executivo. Com ele se
internacionalizarão imensas áreas do território nacional,
o que tipifica crime punível com a pena de morte, conforme está
dito expressamente no Código Penal Militar.
Abs. Adriano Benayon
De: Hernani Lopes de Sà Filho
Enviada em: terça-feira, 23 de maio de 2006 09:15
Para: Fendel; Ana Candida Echevenguá
Assunto: Recebi esta hoje-há,há,há:Re Da Vida-Re:
biocombustível
Fendel.
A putaria de hoje!
Hernani Sá(o pai)
Óleo Vegetal Puro no motor: suicídio econômico
André Luis Pereira, Redação MB do Brasil na Agrishow
Ribeirão 2006)
Esse é o conteúdo que foi retirado do motor de um trator
Valtra após 600 horas de trabalho utilizando Óleo Vegetal
Puro (lembrem-se que biodiesel não é óleo vegetal).
A "gosma" é uma mistura de hidrocarbonetos e carvão,
muito parecida com asfalto.
Esse é o resultado do desconhecimento de muitos agricultores que
usam hoje esse verdadeiro veneno para motores.
Biodiesel é o produto de uma reação química
entre etanol ou metanol (alcool) com um óleo vegetal ou gordura
animal na presença de um catalisador. O biodiesel em si é
um éster do alcool utilizado para fabricá-lo.
Óleo vegetal não é Biodiesel.
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