MAIO 2008
JORNAL BIOCOM 40
|
|
|
A foto acima é de uma micro usina hidroelétrica num país gélido qualquer. Notem o motoredutor azul, que no caso funciona como geradorampliador, ou seja, um redutor de engrenagens planetárias funcionando como aumentador das rotações obtidas pela roda de água, e um motor de gaiola (motor comum) funcionando como gerador assíncrono conectado à rede. Trata-se de uma construção simples, eficiente, de baixíssima manutenção e de elevado rendimento, que é utilizado para injetar energia nas redes públicas, a partir de pequenas fontes de energias renováveis, como quedas de água, ventos, bioenergias, etc. Trata-se da BIOENEREDE, ainda estupidamente proibida e desconhecida neççenoççopaíz. Um gerador descentralizado desses de
10 kW representa um faturamento (ou economia) de até R$ 3.600,00 por mês,
e se paga em menos de um ano...
|
|
Quem assistiu tropa de elite, entenderá a charge abaixo, quem não assistiu... recomendo que o faça. Lava a alma.
Tá na hora do Heleno falar mais grosso...
|
|
|
Meu caro Hartmann
Seguindo o abobalhamento ongueiro, nossas florestas valem muito menos do que as européias. Os orelhudos santificam as árvores amazônicas, e satanizam as árvores nos pampas. Como podem falar tanta abobrinha contra nossas florestas? Quer sejam nativas ou exóticas? O PIB de vários países gélidos depende das monoculturas florestais deles, o que significa que só aqui estas mesmas árvores são criminosas, só porque crescem nos trópicos muito mais rapidamente?
E assim se perpetuam e se propagam as sacanagens contra o desenvolvimento do quinto mundo.
Agora treinam até índios com o objetivo de assaltar eççepaíz, criar nações independentes, para poderem meter a mão mais fácil ainda, sem gastar sequer uma espoleta.
Meu caro Euclides
Reitero tua opinião de que muitos milicos não são flores que se cheirem, tal qual os políticos.
Em ambas corporações existem os bem intencionados e os menos piores...
Um apoio a um general que combate o roubo institucional, não é sinônimo de voltar pra ditadura milical, que, aliás, fez o serviço incompleto, muito mal feito, deixando escapar ladrões e assassinos, e que agora recebem imorais indenizações e aposentadorias.
Será que não existe nenhum humano decente capaz de tomar as rédeas e fazer esta nação sair do atoleiro?
Meu caro Vinhosa
De nossa candidata guerrilheira, assaltante e mentirosa, não se pode mesmo esperar outra coisa a não ser contratos espúrios, corporativistas, peleguistas e criminosos como esse que faz nossa porcobrás refém de máfias estrangeiras, como é o caso do comércio e produção de gases industrializados. A esse bando de malfeitores só interessa forrar as calcinhas e malões de papel verde.
Quanta propina não rola nestas negociatas? Quanto dinheiro é roubado do povo? E pior, essas benesses corporativas só beneficiam a maléfica centralização.
Produzir oxigênio se faz com um compressor e um resfriador, ambos processos intensivos em energia elétrica, que essas máfias recebem quase que de graça, às custas do lombo suado e estropiada do povo deççepaíz.
Oxigênio pode ser produzido em fundo de quintal, a matéria prima é o ar. O que inviabiliza sua produção descentralizada é apenas o crime tarifário elétrico, em que estes bandidos recebem o kW abaixo de R$ 0,07... enquanto o povo paga R$ 0,50. Só isso.
Meu caro Ferreira
A estorinha de meter a mão na água benta ou em mulher dada é bem menos maléfica do que o roubo amazônico.
Água benta não passa de sacanagem religiosa e mulher dada pelo menos e geralmente cobra para que seja manuseada. Já na Amazônia metem a mão gratuitamente, e roubam à vontade.
Meu caro Conte
Realmente ridícula a "pischkija schientífica" que papagaia serem os cidadãos mais limpos do que os camponeses.
Aliás, é percorrendo o campo que o rio Tietê fica novamente potável.
Meu caro Coelho
Como mostram as trágicas notícias, não há diferença entre direita e esquerda, entre os diversos partidos ou entre os políticos.
Até o falecido deputado Jefferson Peres reclamava do osso, mas não o soltava...
O Lulla deveria utilizar de sua popularidade para implantar os impostos de exportação e importação a serem pagos pelos países que negociam conosco... e não esfolar nosso povo com arrecadações cada vez mais escorchantes.
Gracias querida
Quem paga suas contas em dia e assume suas dívidas neççepaíz, se sente um idiota...
Como pode tanta falcatrua como nos casos da Varig, da Vale, etc., grassarem impunes pelos antros judiciais e políticos deççanação?
O que demonstra inequivocamente que tudo deve ser descentralizado.
Os oligo e monopólios só sobrevivem graças às benesses e negociatas.
Meu caro Telmo
Teve uma época em que houve grande bafafá, proibição e apreensão de sementes de pinhão manso:
http://www.biodieselbr.com/destaques/2007/acontecendo-pinhao-manso-20-09-07.htm
Sem dúvida foi mais um dos "mal-entendidos" que campeiam no setor das bioenergias, como aliás vc muito bem argumenta, e que pode até ter sido criado pela máfia dos subsídios agrícolas internacionais, com medo da nossa produtividade...
Baixo investimento trava hidrovia
http://www.mnp.org.br:80/index.php?pag=ver_noticia&id=430079
A máfia do transporte deççepaíz, é contra as hidrovias e as ferrovias...
Cúpula da fome nada propõe contra "situação dramática"
http://www.mnp.org.br:80/index.php?pag=ver_noticia&id=430001
É realmente ridículo que interesses mesquinhos internacionais, não gerem consenso entre os líderes políticos das nações. Isso demonstra claramente a burrice dessa gente...
Caso Alstom e os tucanos
http://casoalstomeostucanos.zip.net:80/
Como bem dito aqui em jornais BIOCOM anteriores, e as outras transnacionais? são santinhas? e os outros partidos?
Percebe-se o mar de lama fétida que é a tal da cleptocracia, digo, democracia...
Imprensa estrangeira denuncia a brasileira por partidarismo
http://www.youtube.com/watch?v=R4oKrj1R91g
Não é só em MG que a imprensa é vassala, corrupta e parcial... é neççepaíz (mundo) inteiro...
O Pálido Ponto Azul
http://br.youtube.com/watch?v=EjpSa7umAd8
Filminho de 6 minutos que nos mostra o quão insignificantes e estúpidos somos... numa fração de um pedacinho de pixel...
Os Petrogangsters, a Constituição e a Ministra Dilma
http://www.sindsprevrj.org.br/jornal/secao.asp?area=19&entrada=2233
Mais um primoroso artigo do Eng. João Vinhosa, denunciando as falcatruas da porcobráis.
HidroEólicosBioAbraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
"A mais poderosa e maior estatal deççepaíz: Mentirobráis" - Dora Kramer
"Idem do mundo" - Fendel
From: Telmo
To: biocom@grupos.com.br
Cc: euclidestrivoli; univaldoSent: Monday, June 09, 2008 9:56 PM
Subject: Re: [BioCom] China investirá 40 bilhões de dólares nos países de língua portuguesa-pinhão manso
De onde você tirou esta conclusão de que a Embrapa era contra o Pinhão Manso ?
Rapaz, eles sabem melhor do que ninguém que a melhor saída para a produção de óleos vegetais é através de culturas perenes.
1) Dendê (Palma) no região norte;
2) Macaúba em toda região do Cerrado;
3) Pinhão Manso em toda região de Cerrado e Caatinga onde chover mais ou menos;
4) Tungue, irmão gêmeo do Pinhão Manso - no Sul, já que o pinhão manso não tolera muito frio.
5) Moringa, Leucena, Pequi e muitas outras nas respectivas regiões.
Ah!, quer saber qual é o melhor óleo para fazer biodiesel ?
Resposta: Não é nada daquilo que muitos TOLOS andam discutindo. O melhor óleo para fazer biodiesel é simplesmente o óleo que for o mais barato...
Antes deste papo todo cumpre esclarecer que o IDEAL serias a fabricação de motores para utilização direta dos óleos vegetais.
Como porém esta guerra parece perdida...
Ah! qual é a fonte da sua noticia ? Ah, já vi.... Agência Lusa
Segue o texto:
Grupo chinês aplicará US$ 40 bilhões em biocombustíveis
Fonte: Agência Lusa
Data: 09/06/2008 10:31
A Geocapital, empresa de Macau criada para desenvolver negócios nos países de língua portuguesa, vai investir até US$ 40 bilhões na África, nos próximos dez anos, para produzir biocombustível em Angola, Moçambique e Guiné-Bissau. A informação foi dada à Agência Lusa por um dos administradores da companhia, Ambrose So. A previsão é iniciar a produção dentro de dois ou três anos, e atingir a capacidade máxima - 14 milhões de toneladas anuais - em 10 a 15 anos, disse o executivo.
"Todos os planos de estudos de viabilidade e desenvolvimento do produto estão concluídos até a fase final”, declarou Ambose So. O executivo destacou que a área a ser utilizada pelo projeto nos três países totaliza "dezenas de milhares" de quilômetros quadrados. Ambrose So frisou que a produção de biocombustível é "um projeto prioritário para a Geocapital", e que a companhia tem planos de produção e comercialização em todos os países de língua portuguesa, inclusive no Brasil.
A empresa de Macau pretende produzir biocombustível na África tendo como matéria-prima o pinhão-manso (jatropha), planta não-comestível comum na África e na América e, segundo alguns especialistas, um dos meios mais confiáveis e de melhor rendimento para a finalidade. A Geocapital nasceu da parceria entre o magnata chinês Stanley Ho, ligado ao setor de cassinos de Macau, e o investidor português Jorge Ferro Ribeiro.
Retorno local
Em declarações à Agência Lusa, Ferro Ribeiro explicou que os estudos que antecedem o investimento na África prevêem a criação de "projetos integrados, contemplando a existência de uma cadeia industrial em cada um dos países, abastecida em matéria-prima por produção agrícola local".
Além da produção garantida pela própria Geocapital, a empresa também se valerá de agricultores independentes, que terão acesso a apoio financeiro, assistência técnica e tecnológica, para assegurar um melhor aproveitamento das terras, disse Ferro Ribeiro.
Além de assegurar que "nenhuma das terras ligadas ao projeto interfere na produção agrícola tradicional", o empreendedor defendeu que os projetos vão contribuir para o “aumento e a melhoria da qualidade de outras produções agrícolas para fins alimentares, através da ampliação do quadro de apoio financeiro, técnico e tecnológico a agricultores locais e a associações de agricultores independentes”.
Para Ferro Ribeiro, a fixação da empresa nos países lusófonos terá como principais beneficiários as respectivas economias e as populações locais. "Quer pelos impactos econômicos, quer pelos milhares de empregos diretos e indiretos gerados, os projetos serão uma importante contribuição para a melhoria da qualidade de vida nesses países", afirmou o empresário luso.
Ferro Ribeiro destacou ainda que o projeto é importante na redução das emissões de carbono, o que será uma significativa ajuda para o esforço internacional de reequilíbrio e sustentabilidade ambiental. "Com estes projetos, a Geocapital avança na realização do seu propósito estratégico de atuar como instrumento empresarial na multiplicação das relações de cooperação econômica entre a China e os países de língua portuguesa, baseada na singularidade histórica e especial vocação de Macau para ser a plataforma de ligação entre o espaço econômico da lusofonia e a China”, concluiu.
Att, Telmo Heinen - Formosa (GO)
-----Mensagem Original-----
De: euclidestrivoli
Para: biocom@grupos.com.br
Enviada em: segunda-feira, 9 de junho de 2008 21:08
Assunto: [BioCom] China investirá 40 bilhões de dólares nos países de lingua portuguesa-pinhão manso
Caros amigos,
Conforme noticia em anexo, a China (Macau) vai investir junto com grupo português, 40 bilhões de dólares para produção de óleo vegetal combustivel a partir do pinhão manso (jatropha curca).
Segundo a EMBRAPA (lembram-se ?), o pinhão manso não era adequado para produção de óleo; indicavam a soja, não é mesmo ? Será que o grupo chinês é composto por loucos e idiotas, para investir numa atividade que a EMBRAPA não recomenda ?
Devemos fazer uma reflexão sobre o assunto...
Abraços Euclides
From: * Gracias*
To: Undisclosed-Recipient:;
Sent: Monday, June 09, 2008 11:01 AM
Subject: [lilicarabina] PIORA SITUAÇÃO DA TERROTISTA DILMA- PT
Governo livrou o comprador da Varig das dívidas
da Folha Online
O fundo norte-americano de investimento Matlin Patterson se livrou de uma dívida bilionária durante a compra da Varig e da VarigLog, em 2006. A companhia devia à época cerca de R$ 7,9 bilhões ao governo e a empresas, e sua dívida ativa estava na casa de R$ 2 bilhões.
Sob alegação de que os passivos tributários da Varig eram irrecuperáveis, um parecer da Fazenda Nacional isentou a Varig de suas dívidas com o Estado, para ser vendida dezessete dias depois a três brasileiros (Marco Antonio Audi, Luiz Eduardo Gallo e Marcos Haftel), sócios da companhia americana.
Contudo, outros três documentos contrários defendiam que quem arrematasse a companhia levaria também seu passivo tributário. Os pareceres que previam a isenção da dívida foram produzidos pela equipe de Manoel Felipe Brandão, ex-procurador-geral da Fazenda Nacional substituído durante as negociações por Luis Inácio Lucena Adams.
O texto final do governo sobre a Varig, que livra os compradores do passivo tributário, traz a assinatura de Adams.
From: Joaquim E. Caldas Coelho
To: politica-br@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, June 03, 2008 9:33 AM
Subject: *BR* Re: Presidente Lula e líderes mundiais discutirão em Roma a fome que assola o planeta.
Não é que alguma concordância é possível!!! Concordo com o sr. Fendel.
Só para provar que oposicionistas podem nos prestar grandes auxílios.
A citação do Sr. Fendel é clara e digna de se seguir ao pé da letra.
Sr. Fendel... tem o apoio de um petista sério à sua colocação.
Concordo em gênero, número e grau.
--- Em politica-br@yahoogrupos.com.br, "Fendel" <thomas@...> escreveu
É um erro infantil, o Lulla atacar o etanol de milho, de sorgo doce, etc... é um tiro no próprio pé...
Os subprodutos destes geram um monte de ração, no mínimo animal...
Ele deveria se ater aos hipócriats subsídios e aos imorais impostos de importação dos biocombustíveis.
From: Paulo Alfonso Conte
To: Undisclosed-Recipient:;
Sent: Friday, June 06, 2008 10:56 AM
Subject: Viver na cidade é melhor para o ambiente do que no campo
Já vi muita tolice escrita em nome da ciência, mas essa... é insuperável.
Claro que per capita o morador rural polui mais, porque é é multitarefário, ele faz de tudo.
Mesmo longe da sustentabilidade, ele produz o que consome. Ou quase tudo.
E quanto mais isolada a região, mais rural, só depende dele mesmo.
Logo, ele irá poluir mais que um paulistano que passa as tardes com a bunda enfiada num sofá assistindo TV (produzida na cidade) e comendo pipocas de um microondas (produzido na cidade) e tomando coca-cola (produzida na cidade).
Mas não interessa per capita, interessa o montante final.
Vai dizer que o transporte coletivo polui menos que o transporte rural?
Olha a quantidade de ônibus e metrôs que circulam numa cidade!
Não sei na zona rural dos USA, mas aqui o pessoal chega a andar à pé até uns 20 km em deslocamento.
E a única emissão atmosférica advém de suas flatulências!
Vai dizer que as indústrias urbanas poluem menos que o carvão que se queima na zona rural?
Babaquice!
Fosse assim, deveríamos desmatar tudo e aumentar o número de megalópoles!
Mas, como não é, e não importa em que zona estamos, zona urbana ou rural, o mais importante é mudarmos o rumo da sociedade de consumo.
E esse americano vender pipocas na esquina seria menos pernicioso à sociedade que continuar com suas pesquisas...
P.S. O próprio sítio que divulgou essa pesquisa já o fez de maneira errada. Interpretou errado, porque começa com um comparativo entre o paulistano e o caipira, quando a pesquisa fala da realidade americana. Se compararmos à nossa realidade, essa pesquisa será muito mais discrepante. Por acaso um seringueiro amazônico polui mais que metalúrigco do ABC? Nem individualmente e muito menos no montante.
E piora muito se se tornar presidente do país...
mudanças climáticas
06/06/2008
Viver na cidade é melhor para o ambiente do que no campo
Responda rápido: quem polui mais, quem mora em São Paulo ou quem vive no campo? Se você culpou o paulistano, está enganado. Um levantamento feito nos Estados Unidos revela que morar em áreas urbanas faz você poluir menos do que viver na zona rural.
Parece estranho, mas faz sentido. Pessoas que vivem em cidades poluem individualmente menos que pessoas que vivem no campo por diversos fatores. Em primeiro lugar, porque as coisas nas áreas urbanas ficam menos distantes umas das outras. Em segundo, porque o transporte coletivo é mais usado, o que diminui a emissão de poluentes per capita. Enquanto em uma grande cidade o uso de metrô e ônibus é mais difundido, em uma menor as pessoas precisam usar mais o carro, e por distâncias maiores. Além disso, na zona rural o uso de carvão e lenha para obtenção de energia é muito maior.
“O desenvolvimento mais compactado das cidades, com paredes divididas e menores distâncias, pode ajudar a reduzir as emissões de carbono por pessoa ou por dólar gasto”, explicou ao G1 um dos autores do estudo, Frank Southworth.
O levantamento feito nos Estados Unidos pela Brookings Institution mostrou que cada morador das 100 maiores áreas metropolitanas do país consome, em média, 2,47 toneladas de dióxido de carbono para obtenção de energia anualmente. Isso é 14% menos que a média geral do país, de 2,87 toneladas.
No total, essas cidades maiores ainda são mais poluentes que as outras, pois respondem por 56% do total de emissões. A diferença se mantém apenas na média per capita, porque essas áreas concentram dois terços da população americana.
Southworth acredita que a mesma diferença deve também ser encontrada mesmo em países como o Brasil, que não dependem tanto da queima de carvão para a obtenção de energia. “Não importa a fonte de energia. Principalmente porque quanto menor e mais isolada é a cidade, mais difícil é fazer as fontes de energia limpa valerem a pena, porque o mercado é muito restrito”, disse ele. (Fonte: G1)
From: Neil Ferreira
Sent: Friday, June 06, 2008 11:29 AM
Subject: mão na pia de água benta
NEIL eu vaio lulla FERREIRA
Não vejo as mulheres agradecidas a mais um elogio do lulla.
Neil quero saber quem escreveu essa Ferreira.
lulla disse:
"A Amazônia é como vidrinho de água benta, todo mundo quer meter o dedo".
Qualquer menino do interior sabe o que Lulla quis dizer e não disse – mas disse, sim.
No interior fala-se de mulher – e só de mulher – assim mais dada:
"Fulana é que nem pia de água benta, todo mundo mete a mão".
É mais uma pérola a juntar-se aquela do "trata bem teu ômi sinão ele veste o cuecão, vira as costa i vai drumi".
Tem ghost writer aí distrubuindo releases para a mídia chapa-branca, reivindicando a
autoria ?
neilferrei
From: joaovinhosa vinhosa
To: thomas@fendel.com.br
Sent: Tuesday, May 20, 2008 7:18 PM
Subject: PARA O "BANCO DE DADOS" DA MÃE DO PAC
Dilma Roussef é acusada de avalizar sociedade espúria entre Petrobras e multinacional White Martins
20/05/2008
Por Olyntho Contente, da Redação do Sindsprev/RJ
“A ministra Dilma Roussef foi a principal avalista da espúria sociedade entre a Petrobras e a multinacional White Martins que criou a Gemini, união que é um dos maiores crimes de lesa-pátria da história brasileira”. A acusação foi feita pelo engenheiro e ex-integrante do extinto Conselho Nacional do Petróleo, João Vinhosa. Ele se refere à empresa constituída para liquefazer e transportar gás natural no país, na qual a Petrobras é sócia minoritária, com 40% de participação, e a White, majoritária, com 60% das cotas.
“À época, Dilma era a ministra das Minas e Energia e presidente do Conselho Administrativo da Petrobras (cargo que ocupa ainda hoje). Portanto, o contrato que criou a Gemini, altamente lesivo aos interesses nacionais, foi assinado com o seu aval”, afirmou. No seu entender, o negócio foi arquitetado para beneficiar a multinacional, a começar pelo modelo societário em que a Petrobras, apesar de produtora da matéria-prima, optou por ser a sócia minoritária. Com isto, além de entregar à White, através da Gemini, o monopólio da produção e comercialização do gás natural liquefeito (GNL) no Brasil, assegurou que a empresa não tenha que prestar conta de seus atos aos órgãos federais como o Tribunal de Contas da União (TCU), já que é uma firma privada.
Enriquecendo com os campos gigantes
Por este motivo, a Gemini também não é obrigada a realizar licitações. “Foi fazendo uso deste direito que ela contratou sua própria sócia majoritária, a White Martins, para realizar todos os serviços necessários ao desenvolvimento de suas atividades (liquefação, logística, transporte e comercialização). Dá para imaginar o risco que corre o dinheiro público com o transporte do GNL feito pela White a preços sigilosos?”, questionou Vinhosa.
Mas, segundo denunciou, é outro aspecto o mais grave de todos os muitos gerados por esta injustificável sociedade, podendo trazer prejuízos para todo o país. O engenheiro lembrou que com a criação da Gemini, o governo Lula transformou a White (propriedade da norte-americana Praxair Inc.), na maior beneficiária da descoberta de novos e gigantescos campos, como o de Tupi, e outras mega-reservas de gás natural a serem encontradas.
“O único meio de exportar este gás para grandes consumidores, como Estados Unidos, União Européira, China e Japão é no estado líquido por navio. Caso queira, ela mesma, liquefazer o produto, a Petrobras terá que usar os serviços da Gemini, leia-se, White Martins, passando para a multinacional, bilhões de dólares, que poderiam ir para o caixa da própria Petrobras. Isto tudo porque desnecessariamente, se associou à White, para a produção e comercialização de GNL, quando poderia produzir sua tecnologia no ramo”, afirma Vinhosa.
Folha corrida
Segundo o engenheiro, o prejuízo com este “pedágio” poderá ser semelhante ao que teria havido se, quando resolveu entrar na atividade de refino de petróleo, a Petrobras tivesse aberto mão de se capacitar para isto e se associado a alguma empresa que detivesse este know how. “Com toda a certeza, pagaríamos rios de dinheiro ao sócio estrangeiro. E vamos fazer exatamente isto com a White Martins. A grande questão é: que interesses levaram o governo Lula a fazer isto?”, indagou. Ele lembra que tudo isto foi feito, com uma empresa investigada pelo próprio governo por formação de cartel e que praticou superfaturamento contra os hospitais federais do Rio de Janeiro, inclusive o Hospital Central do Exército (HCE).
From: euclidestrivoli
To: biocom@grupos.com.br
Sent: Monday, May 12, 2008 12:07 PM
Subject: Res: [BioCom] Re: O significado da exoneração do Gen Heleno
Prezado Professor,
Não está em discussão a reintrodução dos militares no cenário político brasileiro. Trata-se da manutenção da soberania e integridade do espaço físico do país, ameaçado por essas "concessões" realizadas por governantes que não têm nenhum traço de nacionalistas, oriundos também das mesmas forças externas que atuaram em 1964 e que foram apoiadas pelos atuais governantes, quinta-colunas de um imperialismo capitalista multinacional e que julgam o Brasil uma "reserva estratégica" para uso dos mesmos.
A função constitucional das Forças Armadas é impedir a realização desse crime de lesa-pátria que está sendo urdido na penumbra, por elementos desqualificados que se aboletaram do poder e dele fazem instrumento de enriquecimento pessoal ilícito.
"Brasil, um País de Tolos" Euclides
----- Original Message -----
From: Waldir
To: biocom@grupos.com.br
Cc: lilicarabina ; solidariosbrasil
Sent: Monday, May 12, 2008 10:02 AM
Subject: Re: [BioCom] Re: O significado da exoneração do Gen Heleno
O regime militar atrasou 30 anos o desenvolvimento do Brasil, a começar pela "detonação" do ensino público! O Brasil também cansou dos generais!!!!!
Prof. Dr. Waldir A. Bizzo
Departamento de Engenharia Térmica e de Fluidos
Faculdade de Engenharia Mecânica
UNICAMP - Universidade Estadual de Campinas
19 - 3521 3373 19 - 9121 0283 http://www.fem.unicamp.br/~bizzo
----- Original Message -----
From: euclidestrivoli
To: biocom@grupos.com.br
Sent: Sunday, May 11, 2008 7:31 PM
Subject: Enc: [BioCom] Re: O significado da exoneração do Gen Heleno
Caros amigos,
Na vida devemos adotar a postura ética e moral que julgarmos corretas. Quando somos colocados em situações difíceis, acredito que cada um deve reagir de modo consciente, adotando a posição que julga mais adequada.
Ou tomamos uma atitude de força, eliminando esses vendilhões da pátria definitivamente, ou seremos eternamente escravizados e humilhados, sem nenhum direito à liberdade de expressão.
Está na hora de definirmos nossas ansiedades e fazer prevalecer o conceito daquilo que achamos correto.
Este grupelho já ultrapassou, há muito, o limite razoável, sem que a sociedade tenha contraposto qualquer reação.
A história nos mostra que as grandes revoluções partiram de iniciativas de pequenos grupos, que conseguiram aglutinar o povo contra os desmandos de quadrilhas organizadas como essa, que buscam satisfazer seus interesses pessoais à custa da apropriação indébita da população. Só nos resta iniciar uma ampla campanha de desobediência civil, no mínimo, e deixar de lado medos e receios de revanches.
Um abraço do Euclides
----- Original Message -----
From: * Gracias*
Sent: Sunday, May 11, 2008 4:26 PM
Subject: Re: [lilicarabina] Re: O significado da exoneração do Gen Heleno
rsss
thomas, vc anda bebendo? kkkk
vc me faz rir, as vezes
não, nada acontecerá, pq o general heleno sabe que as FFAA estão tomadas por covardes e por comunistas
Hoje, MACHOS NAS FFAA só são o pessoal da antiga, a quem falta o vigor da juventude, aos demais falta patriotismo, falta amor ao país, amor ao BRASIL
----- Original Message -----
From: Fendel
Sent: Sunday, May 11, 2008 4:09 PM
Subject: [lilicarabina] Re: O significado da exoneração do Gen Heleno
E que tal, declarar Brasília independente do Brasil?
Transferir a nova capital prá outra cidade qualquer, e impedir a saída dos políticos do pranarto?
----- Original Message -----
From: Severino Mariz Filho
To: CABU
Sent: Sunday, May 11, 2008 10:54 AM
Subject: Re: O significado da exoneração do Gen Heleno
Prezado irmão brasileiro Carlos Alberto. Admitindo-se a monstruosa decisão de quem não tem compromisso com os objetivos permanentes do Brasil , na minha opinião, só resta ao General Heleno a insurreição militar, declarando a Amazonia independente do restante do Brasil até que se processe o afastamento dos vendilhões da pátria. Chegou a hora para o General Heleno testar sua liderança,como fez o General Mourão Filho , apoiado pelo patriota Governador Magalhaes Pinto e demais comandados.Ao seu chamado,eu creio, acorrerão milhares de brasileiros patriotas , prontos para repetirem o que disse o Coronel Antonio João, quando cercado por forças bem superiores às que comandava:" Sei que morro , mas o meu sangue e o dos meus companheiros servirá de protesto solene contra a invasão do solo de minha pátria".Tomada a decisão , estou certo que de que o Exercito, Marinha e Aeronautica estarão solidários com o General Heleno.Os traidores sairão com o rabo entre as pernas sem coragem para LADRAR.Mariz
----- Original Message -----
From: CABU
To: Undisclosed-Recipient:;
Sent: Sunday, May 11, 2008 8:04 AM
Subject: O significado da exoneração do Gen Heleno
Caros amigos
Se for verdade o que especulam os jornalistas Cláudio Humberto e Jorge Serrão sobre a possível exoneração do Gen Heleno de seu cargo no CMA, por ter sido o porta-voz do Comando e do Alto Comando do Exército no episódio da entrega de significativa parte do território nacional à ameaça dos interesses estrangeiros da "Nova Ordem Mundial", estará criada uma crise institucional que exigirá postura, lealdade e coragem moral dos soldados nos mais altos postos e investidos das mais importantes funções de comando.
Qualquer atitude do presidente neste sentido será prova de desconfiança na lealdade, na honestidade, na competência e nos propósitos do Comandante do Exército e de todo o Alto Comando, o que, salvo outro juízo, será o mais eloquente recado para todos os brasileiros, fardados ou não, de que a democracia no Brasil não é para todos e que aos militares resta, se não se impuserem pelo respaldo do prestígio que lhes empresta a sociedade e pelo compromisso de suas responsabilidades constitucionais, incorporarem-se aos grupos das minorias "cotistas" para fazer valer, pelo menos, seus direitos de cidadãos e de classe social discriminada e proibida de participar ou mesmo opinar sobre os assuntos para os quais por definição e criação são suas atribuições na vida nacional.
Pessoalmente, por força de formação e dos bons exemplos que selecionei ao longo dos rápidos 38 anos e 8 meses em que estive no serviço ativo, continuo a acreditar nos critérios do Exército para escolher e promover seus Generais, particularmente aqueles a quem confia os mais altos postos e responsabilidades. A estes não faltarão a coragem moral e o desapego de cargos e funções para reafirmar seu alinhamento com o pensamento expresso em momento tão oportuno e com tanta clareza pelo Gen Heleno. Jamais o deixarão só!
E, aqui cabe, mais uma vez, repetir parte da velha canção dos soldados de Cavalaria:
"Antes o Sol, sem eflúvio, sem luz e sem calor, nos encontre no chão a morrer, do que vivos sem te defender", ó Partia adorada, ó Virtudes Militares!!
Confiante abraço
PChagas
From: ivar hartmann
To: Fendel
Sent: Thursday, May 08, 2008 8:25 PM
Subject: Re: Re: O Preço da devastação!
Olá Fendel
É por plantar variedades de pinus para as papeleiras que a Noruega e seus habitantes vivem mal, não é?!
----- Original Message -----
From: Fendel
Sent: Wednesday, May 07, 2008 1:50 PM
Subject: Re: Re: O Preço da devastação!
Maravilhoso depoimento prático, meu caro Gert.
Afora que o espaçamento entre árvores pode ser maior, as espécies exóticas misturadas, etc, etc...
Aliás pelo que me consta, muitas florestas européias são exóticas...
Dias destes dei mais uma olhada num forum alemão sobre OV (óleo vegetal) donde fui expulso há anos... e lá, aqueles idiotas estavam metendo o pau na soja produzida aqui nos trópicos... e defendendo a canola subsidiada de lá...
Assim caminha a estúpida humanidade... cheia de doutores papagaios analfabetos de escrivaninha...
Heb[ ]s
Fendel
----- Original Message -----
From: gert roland fischer
Sent: Wednesday, May 07, 2008 12:50 PM
Subject: Res: Re: O Preço da devastação!
Experimento de plantio de exótica em area totalmente degradada no munipio de Guaramirim-SC em 1979. Em 2004 as exóticas que sobraram lutavam com a mata nativa que se recuperava, depois que as exóticas pioneiras criaram puleiros e sombra para as hombrofilas.
Análises de solo depois do corte dos pinus, mostraram que o mesmo havia-se recuperado graças aos pinus que serviram de muleta.
Solos de matas virgens e amostras do antigo plantio de pinus, mostram poucas diferenças.
O experimento em uma area de 75 ha. foi todo financiado pela empresa GRF-energia da Biomassa, entre os anos de 1979 e 2004.
Os 542 pinus coletados na área, renderam ao projeto R$ 65.000,00 ou pouco mais de R$ 110,00 por arvore. Os talhões plantados com especies nativas com a reintrodução de 36 variedades da região - em ambiente Mata Atlantica, correnspondendo a 73 ha. não podem ser colhidos por que os ambientalistas de carteirinha das grandes cidades não deixam.
Na região da araucaria, devido ao radicalismo dos ecologistas desinformados os proprietarios rurais arrancam as mudinhas de araucaria logo que brotam dos pinhões para nao terem problemas futuros com essa raça.
Os companheiros que desejarem mais informações sobre nativas e exoticas florestais, no que me puder ser possivel poderei atender.
Atenciosamente
Gert Roland Fischer
Eng. Agr. e especialista em manejo de bosques nativos e recuperação de solos degradados pela agricultura burra.
-------Mensagem original-------
De: Marcelo Müller
Data: 7/5/2008 11:34:40
Assunto: Re: O Preço da devastação!
Realmente Fendel, o Eucliptos não bebe mais água que outras espécies, essa teoria foi desmentida em estudos recentes. Porém, as florestas de eucaliptos e pínnus são extremamente prejudiciais ao ecosistema nativo do pais, pois, como todos sabem, são árvores exóticas, livres de um controle natural, como ocorre na Austrália e no hemisfério norte. Por isso estas espécies se multiplicam rapidamente (quase como os coelhos, hehe), e ainda, não permitem o desenvolvimento de outras espécies vegetais em seu entorno, devido a espessa camada de folhas e palhas que estas árvores espalham anualmente no solo da mata.
Att. Marcelo Müller
----- Original Message -----
From: Fendel
Sent: Tuesday, May 06, 2008 6:02 PM
Subject: Re: O Preço da devastação!
Meu caro Kerber
Afora as putarias políticas, por que será que não fazem papel com misturas arbóreas reflorestadas?
É tão elementar... e resolveria esse nhenhenhé...
Aliás como pode um eucalipto beber mais do que um pinus?
E se bebe... essa água evaporada volta em forma de chuva, água limpíssima... e até onde sei um floresta, independente do tipo é muito mais saudáveal aos riachos do que as pastagens...
Etc... etc...
HidroEólicosBioAbraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
Na tragédia brasileira não existem inocentes. Somos todos cúmplices por omissão, covardia e conivência (Ricardo Bergamini).
----- Original Message -----
From: Romeu Kerber
Subject: O Preço da devastação!
Buenas.
Na matéria a seguir, podemos ver mais uma vez como as coisas funcionam na realidade. Assim, quando assistirmos ferrenhos defensores do progresso, do desenvolvimento da região e outros argumentos muito bem fundamentados, é bom tentarmos olhar atrás da cortina para ver de fato quais são as verdadeiras intenções dos nossos políticos. O repórter foi gentil e deixou de fora a RBS e seus 'fazedores de opinião' , os quais defendem com ardor estas multinacionais. Quanto papel de jornal vão ganhar em troca da defesa das plantações de eucalipto??????????
Repórter Brasília - Edgar Lisboa
6/5/2008
O preço da devastação
Políticos gaúchos facilitaram a expansão indiscriminada das indústrias de celulose em troca de verbas destinadas às suas campanhas eleitorais em 2006, de acordo com uma série de reportagens do jornal Correio Braziliense denominada 'O preço da devastação'. 'Com contribuições de campanha para 19 políticos e a promessa de investimentos de R$ 10,7 bilhões em cinco anos, três grandes empresas produtoras de celulose (Votorantim, Stora Enso e Aracruz) invadiram a Metade Sul do Estado com florestas de eucaliptos', escreve o jornalista gaúcho Lúcio Vaz. 'As relações com o meio político foram azeitadas com doações no valor de R$ 2 milhões nas eleições de 2006, sendo R$ 500 mil para a governadora', cita a reportagem. O segundo lugar em doações foi o ex-governador peemedebista Germano Rigotto (R$ 251,8 mil). O terceiro colocado foi o ex-ministro das Cidades petista Olívio Dutra (R$ 185,7 mil). O presidente da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul, deputado estadual Alceu Moreira (PMDB), conseguiu angariar apenas R$ 14,9 mil com a Aracruz. Bem menos que o deputado Beto Albuquerque (PSB) que arrecadou da mesma empresa R$ 67 mil. Outro fato chama a atenção: o deputado Afonso Hamm (PP), que acaba de apresentar um projeto para facilitar o processo de implantação e expansão de empresas na faixa de fronteira, recebeu R$ 48 mil. O deputado Pompeo de Mattos (PDT), ferrenho defensor da redução da faixa de fronteira, levou R$ 30,4 mil em doações de produtos (resmas de papel). A coluna Repórter Brasília tentou contatar os deputados Hamm e Beto Albuquerque, mas até o fechamento desta edição não havia obtido resposta.
Pompeo de Mattos responde
'É o tipo da conversa sem fundamento, conversa para boi dormir', diz Pompeo de Mattos (PDT) sobre a reportagem do Correio Braziliense. 'A faixa de fronteira não tem nada a ver com celulose. As empresas podem arrendar a terra se quiserem. Eu defendo a faixa de fronteira como objeto de desenvolvimento e progresso, pois atualmente um quinto do Estado não pode receber investimentos', afirma Mattos. 'Hoje, a questão não é mais ter quartel, garantir a segurança nacional, queremos investimento nesta região', defende o pedetista.
Papeleiras respondem
As três empresas de produção de celulose rebateram ontem as acusações afirmando que 'não haverá prejuízos ao meio ambiente, como a ocorrência de secas e empobrecimento do solo, porque os seus projetos empregam tecnologias modernas, seguem o zoneamento ambiental do Estado e reservam grandes áreas para preservação da vegetação nativa'. Todavia, o Correio Braziliense publica hoje uma notícia em que narra a seca provocada no Uruguai pelas florestas de eucalipto.