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OPINIÕES E COMENTÁRIOS

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OUTUBRO / 2007

JORNAL BIOCOM 33

 

Na foto o cogerador clandestino a OV50 (50% de óleo vegetal) para demonstrar como é fácil injetar energia nas redes elétricas públicas. Este conjunto é composto de um motor Yanmar de 5 HP de injeção indireta, que está ligado a um motor elétrico assíncrono de 3 HP, que girando acima da velocidade síncrona e ligado à rede (excitação) funciona como gerador.

Outro exemplo clandestino está em: http://www.youtube.com/watch?v=xaXV57tnQDc&feature=user (embora o título esteja errado... pois não tem nada de bioBOBOdiesel) e sim cogeração com 60% de OV e aproveitamento do calor residual para aquecer água residencial.

E nesta foto vemos o registrador de EE, que roda para trás, quando se acelera o motor a OV50. Tal qual no filme abaixo, de outro gerador clandestino, cedido por nosso bioamigo Danilo.
http://www.youtube.com/watch?v=41VT0LZH7Mk

É uma pouca vergonha estes geradores terem que continuar clandestinos. Os "políticos de mierda deschtepaísch" deveriam fazer leis que forçassem as distribuidoras a comprar qualquer fração de EE distribuída e a pagar bem por ela. Ainda mais agora que se fala novamente em apagão: ...imoral, idiota e desnecessário.

 

Meus caros Benayon, Lucas, Professor Pannirselvam, Kerber, Tanizaki, Miguel, Geraldo, Amyra, Benedicto, Raymundo e Arnulf

O Engenheiro Vinhosa é um dos poucos "deschtepaísch" que, com conhecimento de fatos escancarados e escabrosos, enfrenta nossas nojentas máfias oficiais.
De nada adianta fazer mais um elefante corporativista para as bioenergias.
O estado por si só, quando não é ladrão, é sempre incompetente. Sempre.
Fazer uma EBA - Empresa Brasileira de Agroenergia servirá apenas para aumentar a bandalheira.
As bioenergias são, felizmente, descentralizadas, e é um equívoco tremendo tentar centralizá-las.
As leis "econômicas" deveriam privilegiar os pequenos, e não os grandes.
Não faz sentido uma empresa de fundo de quintal pagar 10 vezes mais pelo kW do que os eletrointensivos.
Duvidam? Então acessem:
http://www.brasildefato.com.br/v01/impresso/anteriores/jornal.2007-07-24.6084277294/editoria.2007-08-07.7058215352/materia.2007-08-08.0328055729
Nós pagamos R$ 0,50/kW...enquanto a Albrás paga menos que R$ 0,05/kW... e ainda reclama...
Uma pouca vergonha... um crime... que rede bobo nenhuma discute...
Aliás, nenhuma atividade deve ou necessita ser centralizada.
Imaginem só centralizar a fabricação de ovos, de flores, do alface... que absurdo.
Pois exatamente isso é feito com as energias... e como se não bastasse, ainda proíbem sua micro produção descentralizada, para garantir o estúpido monopólio..
Por isso precisamos fazer muitos geradores, e microdestilarias clandestinas...
Para que o enganado povo acorde e copie.
Temos que mudar nosso enfoque. Chega de campanhas burras, canalhas e mentirosas do tipo "O porcotróleo é nosso".
Pois, quem lucra com essa conversa mole são apenas os abençoados do rei, os corporativistas e pelegos.
Ao povo sobra pagar, pagar e pagar...
Nossos deuses também se enganam.
O meu Deus, o Bautista Vidal, é humano e se esquece da bandalheira que viram as empresas estatais ou privadas, em oligopólios e monopólios, sem exceção. Tudo vira benefício para poucos.
A relação serviço prestado/preço é medíocre.
O povo brasileiro paga uma das mais caras energias do mundo... com um dos menores salários...


Meu caro Kerber

As leis, oras, nossas leis são feitas para os idiotas, para o povo.
Tudo em consonância com o phoder mundial, a ordem suprema que vem do clube de Bildeberg...
http://pt.wikipedia.org/wiki/Clube_de_Bilderberg


Meu caro Alati

Como pode a jogatina política ser tão nefasta.
Como pode ascender ao palácio uma metamorfose ambulante? Sem o mínimo saber? Sem a mínima ética? Rodeado por seqüestradores, assassinos e assaltantes?
Da mesma forma, seus antecessores eram do mesmo quilate, embora de instrução formal
Para mim, a única explicação de tal embuste se baseia na religiosidade do povo, enganado desde a mais tenra idade com mentiras como natal e ovinhos de chocolate.
Infelizmente, os mais falastrões, os maiores mentirosos, os grandes larápios, se tornam políticos de renome.
E quanto piores, mais sucesso fazem.
Aos honestos resta o desprezo e a incompreensão.
Maldita humanidade desumana.


Usina nuclear vira arma contra emissões de CO2
http://www.power.inf.br:80/notic_dia.php?cod=6915
Na contramão da história... e ainda defendem abobrinhas como seqüestro de carbono pelo homem, coisa que qualquer plantinha faz de graça...

Vídeo de propaganda do livro de Diogo Mainardi censurado nos terminais da Infraero. O nome do livro é ¨Lula é a minha anta¨
http://br.youtube.com/watch?v=E_4juo8FGqQ
Claro, "neschtepaísch" só se divulga o que interessa ao homi... e a seu "schischtema".
HidroEólicosBioAbraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br

From: Eugenio Alati
Sent: Monday, October 01, 2007 10:25 AM
Subject: Decidir!
Amigos e inimigos.
Decidir a partida!
O cidadão comum está nas arquibancadas, sentado na platéia, assistindo uma farsa à margem da vida pública. No campo de jogo, no palco dos acontecimentos, na arena política, outros têm decidido por ele e pior, muito pior: contra ele! Na verdade, grandes setores das classes políticas e do funcionalismo público num conluio criminoso, se apossaram do Estado como se fosse um castelo, se enclausuram lá dentro e enquanto dividem o saque aos cofres públicos o cidadão comum está do lado de fora entregue ao seu próprio destino: vide milhares de crianças miseráveis, sem-terra, sem-teto, favelados! Nesta fraude contra a Nação, leis corporativistas, discriminatórias, funcionam como muralhas que concedem privilégios e vantagens exclusivas aos que estão dentro do castelo! Neste palco criminoso, uma estrutura jurídica protecionista propicia benefícios especiais à classe política e à do funcionalismo e pior, muito pior, benesses que são mantidas perniciosamente por aqueles que ficam nas filas do INSS, nos corredores dos hospitais, nos postinhos de saúde, sem nenhuma segurança nas periferias, nas ocupações das marginais! Os portões deste covil de traidores da Pátria são os partidos políticos, únicos meios de participar do castelo e de forma que os candidatos não sejam escolhidos pelos cidadãos comuns mas pelos donos dos partidos, os novos senhores feudais desta carcaça política cujo ardil se baseia no seguinte acerto de contas: “você trabalha para eu ser eleito e depois eu arranjo um belo cargo numa estatal para você quando repartiremos o assalto aos cofres públicos!”.
Atenciosamente.
Eugênio José Alati.
Em tempo: é tempo do cidadão comum descer ao gramado e decidir a partida!


From: "Romeu Kerber"
Sent: Wednesday, August 29, 2007 6:25 PM
Subject: Onde está o limite?
Buenas.
Mais uma dos nossos governantes, se é que se pode chamar o que está acontecendo de governo. Quando leio uma coisa destas, parece que estou vendo um mafioso dando as ordens para o Presidente, sentado em cima da mesa, bem ao estilo gangster.
A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ESTUPRADA!
Lula negocia com ingleses da Serasa, as dívidas e os dados sigilosos dos brasileiros.
O Governo federal comete mais uma inconstitucionalidade contra os cidadãos-eleitores contribuintes. O presidente Lula da Silva fechou um acordo com os ingleses para cometer o crime de violar a privacidade dos brasileiros. O Ministério da Fazenda e a Super Receita Federal prometem, em três semanas, incluir, na Serasa, o nome de brasileiros com débitos
tributários. Uma negociata destas seria motivo para um impeachment, por crime de lesa pátria e de responsabilidade. O agravante é que a Serasa pertence aos ingleses do Experian Group Limited, desde 26 de junho passado. Não foi por coincidência que este acordo inconstitucional entre o governo brasileiro e a Serasa foi anunciado, exatamente, na semana em que o prefeito
do distrito financeiro da City Londres, sir Lord Mayor John Stuttard, visita o Brasil. Na edição de 22 de março de 2007, o Alerta Total antecipou que os controladores ingleses da economia mundial controlariam as informações pessoais de cada cidadão brasileiro, com a conivência do governo petista, que é sustentado pela Oligarquia Financeira Transnacional. Vendida pelos
bancos brasileiros ao capital inglês, a Serasa possui o maior banco de dados da América Latina sobre consumidores, empresas e grupos econômicos.
O advogado Ives Gandra Martins considera que a medida viola não só o Código Tributário Nacional (CTN), mas também fere a Constituição, que assegura aos cidadãos o direito à privacidade. A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional estuda como será o cronograma de inclusão dos nomes dos devedores do Serasa. A inclusão na "lista negra" ocorrerá paulatinamente. Já está acertado, por exemplo, que contribuintes que tenham dívidas, mas
estejam com parcelamento em dia, não serão incluídos, assim como aqueles com bens
penhorados que estejam na fase de execução fiscal, e os que têm liminar na Justiça suspendendo a cobrança da dívida.
O Experian Group Limited é líder global na prestação de serviços analíticos e de informação a organizações e consumidores. A empresa é listada na Bolsa de Valores de Londres (London Stock Exchange), tem 13.500 funcionários em 36 países (atendendo a clientes em mais de 60 países) e gera receitas anuais de US$ 3,5 bilhões. A empresa tem sede administrativa
situada em Dublin, na Irlanda, e duas sedes operacionais, em Costa Mesa, Califórnia, e Nottingham, no Reino Unido. O executivo-chefe da empresa britânica é Don Robert.
No Brasil, a Experian comprou em meados de abril a Inform@rketing - uma empresa de marketing que atua no gerenciamento de campanhas e no tratamento de mailing lists. Entre os clientes da Experian, estão instituições financeiras, empresas de comunicações, planos de saúde, seguradoras, comércio varejista, empresas de vendas por correspondência e pela internet, entre outros.
O controle sobre as informações pessoais de cada cidadão brasileiro foi a maior tacada da City de Londres, que já comanda a reestruturação da Bola de Mercadorias & Futuros (BM&F) do Brasil. O negócio foi fechado por Alcides Lopes Tápias, presidente da Aggrego Consultores, que prestou consultoria para as companhias envolvidas na transação. O Experian adquiriu 65% da Serasa. Pagou US$ 1,2 bilhão (cerca de R$ 2,32 bilhões) pela empresa, que era controlada pelos bancos Itaú, Bradesco e Unibanco.
Após a operação, a fatia do Bradesco no capital da empresa passou de 26,50% para 8,36% (corresponde à venda de 676.503 ações ordinárias), do Itaú foi de 32,63% para 10,29% (832.176 ações), e do Unibanco caiu de 19,17% para 6,05% (489.195 ações ordinárias). Os três bancos continuam acionistas e indicam membros do conselho de administração. Além disso, os bancos Santander Banespa, ABN Amro Real e HSBC, que tinham participações de 7%, 5,32% e 4,33%, respectivamente, também venderam cerca de 68% de sua participação na Serasa.
Nos próximos seis meses, a participação da Experian na Serasa aumentará para 70%. A Experian controla três dos cinco principais grupos de análise de crédito do mundo - Estados Unidos, Reino Unido e Brasil.
Jorge Ferrão.
Fonte: alerta total.blogspot


From: Arnulf Fendel
To: Fendel
Sent: Monday, October 29, 2007 10:26 PM
Subject: RE: Campanha Popular pela Agroenergia é Nossa.
Hallo Thoma(tio)s
Boa discussão essa:
Você contra todo tipo de centralização, estatização, i.e., a favor do ovo.
E o douto e visionário Sr. Eng. Bautista Vidal ciente (por um lado) dos mecanismos, poderes, recursos a disposição e (por outro lado), da agilidade em identificar potencialidades, criar planos e transformá-los em Fatos - por parte dos “ricos sem escrúpulos”/imperialistas - propõem a mobilização de uma contra-forçaa popular (em conseqüência de natureza governamental/estatal –se democrática) num tema reconhecidamente estratégico (sem discussão), i.e., a favor da galinha.
E,…, a clássica pergunta: o que vem primeiro, o ovo ou a galinha?
E,… o povo responde com a sua sabedoria: cada moeda tem dois lados! Como o ovo não existe sem a galinha (e vice-versa).
Aí está realmente o trabalho árduo, o equilíbrio. Pois não permite descanso, requer esforço e vigilância permanentes já no papel ou plano, quanto mais na vida real.
Na minha opinião (eu mesmo já pensei teoricamente que, se eu tivesse muito dinheiro, a hora certa seria agora de comprar territórios a rodo no cinturão “Tropical”): é realmente urgente e necessário definir uma política de proteção contra a criação de oligopólios Privados nacionais ou estrangeiros .(Pergunta que também precisa de resposta: quais são mais nocivos – privados ou estatais -?) Desde a “Globalização” os capitais privados (internacionais) são mais poderosos que os Estatais (não esquecer por favor).
Este é o motivo pelo qual, na minha opinião, o mal menor é o caminho nacional-organizado, em última instância pelo “governo” - que se não circunstancialmente e satisfatoriamente democrático, tem por definição sê-lo e, por vocação da luta contínua e diária, potencial de tornar-se (democrático).
Para mim, tem se que achar um “denominador mínimo/máximo comum” destes (e porventura outros) aspectos.
Os problemas da vida são complexos ou multifacetados e conseqüentemente não triviais. Podem porém ser aproximados pela identificação dos aspectos fundamentais - e portanto determinantes ou primordiais (ai ai ai uma escala de valores)…
Fico hoje “poraqui”
Kuss und Schulecker
Dein Pfumpfes.

From: thomas@fendel.com.br
To: Bautista Vidal
Subject: Re: Campanha Popular pela Agroenergia é Nossa.
Date: Wed, 24 Oct 2007 20:28:35 -0300
Meu venerado Bautista Vidal
Está em voga, uma campanha para reestatizar a Vale e outra para privatar a porcobrás.
Sou contra as 2 opções.
Deveria-se pulverizar ambas e tudo.
Estes elefantes apenas servem para perpetuar falcatruas e enricar poucos.
Nada justifica a centralização.
E muito menos se tratando das bioenergias, por si só maravilhosamente descentralizadas.
Em 2005 produzimos no Brasil 25 bilhões de litros de leite e 18 bilhões de litros de etanol.
E todo este leite foi produzido sem ANL (agência nacional do leite) e sem leitebrás.
Adições de soda cáustica e de água no leite, são muito mais perigosas e difíceis de serem detectadas, do que água no etanol.
Qualificar e certificar o etanol é elementar, basta uma bolinha vermelha e outra verde, de densidades apropriadas.
Para evitar a invasão de especuladores e resolver os problemas seculares relativos ao etanol, basta permitir o microcomércio do etanol. Basta a BIOENEREDE.
E claro, tem-se que acabar com todas as benesses e subsídios aos grandes, como energia elétrica, juros, impostos e matérias primas.
Quem faz cachaça, faz álcool, e basta que os pequenos tenham regras equivalentes aos grandes, para que apareçam as ineficiências das engessadas corporações gigantescas.
O etanol continua sacaneado até hoje. Até hoje ninguém confia no etanol. Não é?
Não confia porque está na mão de oligopólios, e toda produção tem de passar na mão da porcobrás.
Pra quê? Pra nada, apenas pra promover passeios desnecessários e inócua acumulação de poder.
Não se justifica uma campanha: "O leite é nosso".
Aliás, nos EUA a gasolina é muito mais barata que aqui... e o salário deles é muito superior ao nosso.
Claro que todos os subsídios de lá também são equivocados, mas lá não tem essas coisas de:
"O porcotróleo é nosso." Eles invadem, saqueiam e pronto.
Nós não precisamos disso. Basta criar o microcomércio das energias. A BIOENEREDE.
Aliás, não precisamos nem criar, é suficiente não proibir e assegurar direitos iguais e deveres proporcionais entre grandes e pequenos.
E se quisermos evitar a espoliação estrangeira, criemos taxas de exportações diretamente proporcionais às quantidades exportadas, onde grandes volumes pagam porcentagens maiores.
Taí uma sugestão para a CPMF: Eliminam-se todos os impostos e cria-se a CDMFP, D de definitiva e P de proporcional, em que, quanto maior a transação, maior a taxa. Elementar. E tudo está resolvido.
Certo de tua compreensão e apoio, permaneço muito honrado com tua régia atenção.
Fortes HidroBioAbraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
"Tem tanto ladrão mandando que imagino o roubo uma ciencia." - Geraldo Galo


From: Raymundo Araujo Filho
To: Fendel
Sent: Wednesday, October 31, 2007 1:06 PM
Subject: Re: "A agroenergia é nossa!" - EBA empresa brasileira de bioenergia.
Prezadíssimo Fendel e demais da lista
Fendel sabe que concordo totalmente com a estratégia de pulverização da produção de energia, em formas e situações de baixa complexidade e alto rendimento e custo-benefício. Além de libertar a sociedade da cafetinagem de nossos bens e necessidades vitais por uma cambada de malandros (ou pior).
E também vejo espaço para iniciativas mais concentradoras na produção, em circunstâncias necessárias em implantação de polos de desenvolvimento, por exemplo.
Embora alguns me achem velho para isso, comungo firmemente da utopia autonomista, tendo incorporado em meus fundamentos políticos o que nos foi legado por Joseph Proudhon. Enrico Malatesta e tantos outros.
Mas, o combate à burguesia e, em especial a burguesia monopolista (hoje representada por sociedades anônimas transacionais e algumas empresas familiares gigantes) deve estar sempre na nossa alça de mira.
Portanto, acho que a situação da Petrobrás, e de outras grandes empresas estratégicas (poucas ainda nas mãos da União e as doadas a monopolistas) é complexa e, a meu ver, a depreciação destas empresas apenas contribui com a sanha assassina e comercial da dita burguesia monopolistas e seus agentes, pois pretendem cavalgá-las por muito tempo ainda, aliás como fazem com a população brasileira e mundial. Assim, pretendem criar fôlego para novas cafetinagens, no século XXII.
Seja qual for a decisão a ser tomada quanto às funções destas empresas (Petrobrás e outras estratégicas) deve ser feito em ambiente público e não privado.
Mesmo que o nosso ambiente público não seja confiável, é nele que estas riquezas estratégicas devem estar. Deixá-las à mercê dos particulares não resolverá nenhum tipo de problema e ainda acelerará a entrega de nossas riquezas naturais e danos ambientais incontroláveis. O que precisamos é desprivatizar o Estado Brasileiro. Depois, aí sim, poderemos ver o que fazemos com ele.
Sou um autonomista que se recusa a confundir a utopia da abolição do Estado, com a ENTREGA do Estado a Particulares.
Por outro lado, quero alertar que os EUA, Canadá, China, Europa, juntas, produzem 90% da poluição planetária por combustíveis fósseis.
A luta principal é que reduzam eles as suas emissões e plantem cerca de duas árvores por habitante de seu país, como estratégia competente para combate ao efeito estufa (como bem nos explicou o Fendel, recentemente).
Portanto, não seria nada demais que o nosso petróleo continuasse as ser utilizado por nós, enquanto construímos as alternativas energéticas para a revolução deste século. A integração energética da América latina e caribe é essencial neste momento, para fazer frente ao neoliberalismo globalizado e suas ramificações.
Se há uma chance de invertemos a exoneração de nosso petróleo e a sua queima perdulária ou manutenção como reservas nos países ricos (prevendo os tempos vindouros), esta chance está no ambiente de gerência pública e não privada.
E, mesmo que alguns nutram (com todo o direito) alguma utopia referente a simples liquidação deste tipo de empresa, e para que este utopia possa ser perseguida, deve-se reconhecer que, neste momento, não há condições objetivas para isso. Só que o problema continua. A Petrobrás e congêneres são empresas gigantescas, que atuam em setores estratégicos em relação às nossas riquezas naturais e não vão acabar, ou serem desmontadas, por simples quereres.
E, na impossibilidade de privatizar estas empresas, as transacionais e grupos monopolistas terão o maior prazer (e interesses) para incentivar o discurso dos que propõem a simples pulverização ou pura extinção delas. Uma aliança que, só pela sua análise estrutural, já nos demonstra o equívoco que é.
E nós, que consigamos implementar na sociedade as nossas idéias e concepções. E o Fendel é magistral nesta arte.


From: Benedicto Moreira
To: Fendel
Sent: Friday, October 26, 2007 8:52 PM
Subject: Re: "A agroenergia é nossa!" - EBA empresa brasileira de bioenergia.
PARABÉNS! Gostei deveras, Fendel. Falou e disse. Quem, ainda hoje, defende economia centralizada e criação de estatais, está, de há muito, nas prateleiras da história, cativo de ideologias defuntas. Que citem, em todo o planeta, somente uma nação estatizante desenvolvida. Não tem! E onde tem - inclusive o petróleo, somente 8, Brasil no meio - todas são pobres, sem nenhuma exceção. Estatais não sou "do" povo, mas "sobre" o povo.
É o que dá cutucar gente da área - competente como você -, com vara curta e idéia ultrapassada, própria de "pentelhos", ou de viúvos do Muro de Berlim.
Admiração - abraço - Prof. B/Moreira ( segue mensagem afim)

----- Original Message -----
Em 26/10/07, Fendel escreveu:
Minha querida Amyra e meus caros Galo, Miguel, Missao, Kerber, Prof . Pannirselvam e Benayon.
Seria a EBA equivalente a uma EPE, cujo presidente desconhece os valores das tarifas de EE nacionais vigentes?
Seria comandada por um espertalhão qualquer, do tipo que patenteou a transesterificação?
Seria mais um cabidal pros imorais partidos políticos?
O porcotróleo nunca foi nosso... sempre foi, e continua sendo de meia centena de "companheiros"...
Não seria mais um golpe? mais uma teta a ser exaurida pela banda podre? como diz o Galo?
Chega de sustentar os ladrões do planalto como enfatiza o Miguel.
Pra que cometer mais erros? mais falcatruas? como aponta o Missao.
Temos que reagir e acordar da anestesia geral que nos abate, como bem lembra o Kerber.
E como insiste o Professor Pannirselvam, em seu precário português:
- O suco do fruto do caju é uma delícia, e é um crime real, seu imenso desperdício.
- A microdestilaria pode agregar muitos outros produtos, impossíveis de serem feitos pelos grandes.
- As microdestilarias podem ser flexíveis, alimentadas com vários xaropes doces.
- É primordial o microcomércio de energias, a BIOENEREDE.
- Continuamos desperdiçando mais da metade do carbono dos vegetais, sem usá-lo eficazmente.
- O Chile, uma titica comparada ao Brasil, produz mais frutas que nós.
Se, como bem observa o Benayon, o estado não cumpre seu papel, em nenhuma área, como esperar que seja diferente ou eficiente com a bioenergia?
Se, todas as grandes empresas, quer sejam estatais ou privadas, atuam no interesse de grupos externos, que controlam os mercados "deschtepaísch", não será diferente a malversação das bioenergias centralizadas.
Sem dúvida o estado deveria ser nosso, mas não é, e o é cada vez menos. Fato cristalino ululante.
Nada justifica centralizar o comércio do álcool, do biogás, dos OVs, dos resíduos agroflorestais.
Não faz sentido, levar o etanol da vila Leocárdia de Curitiba, para a vila Pafúncia em Fortaleza.
O que deve ser feito é dar mais liberdade aos pequenos, e cobrar mais obrigações dos grandes. Exatamente o contrário de nossas porcas leis vigentes, que oneram o povo trabalhador e distribuem benesses aos grandes e à, por isso mesmo, miserável massa eleitoral dos vales-tudo.
A biomassa não necessita de tutela e nem de benesses. O que ela necessita é de apenas asas livres.
O estado mal cuida da saúde, da segurança e das demais obrigações que lhe são devidas, e portanto não deve se meter em assuntos que não lhe dizem respeito. Felizmente o estado não cuida da internet, que por isso mesmo funciona. Imagina o estado se metendo no tráfego de bits, que merda seria.
Igualmente o estado deve ficar fora do tráfego de elétrons (energia elétrica) e de moléculas combustíveis.
Não se justifica esta intervenção que redunda apenas em peleguismos políticos e vantagens mensaleiras.
Ciente das barbáries deschtepaísch, não consigo ver algo de positivo numa porcobrás, meu caro Banayon, e não é má vontade. É ridículo o papo "O porcotróleo é nosso". Isso é mentira, e vc sabe disso. Se o porcotróleo fosse nosso, o preço da nossa gasolina seria inferior a dos eua, nos iludem que somos autosuficientes, e ainda por cima pagamos uma das gasolinas mais caras do mundo, e da pior qualidade.
Foi-se o tempo em que qualquer coisa estatal prestava. Fazem séculos.
HidroBioAbraços
Eng. Thomas Renatus Fendel
www.fendel.com.br
"No Brasil, é assim: quando um pobre rouba, ele vai para a cadeia, mas, quando um rico rouba, ele vira ministro." Luiz Inácio Lula da Silva (atual presidente da República Federativa do Brasil)


From: Editores BECE-REBIA
To: Fendel ; Sent: Thursday, October 25, 2007 10:13 AM
Subject: "A agroenergia é nossa!"
"......Na visão perspicaz e matuta do professor Bautista Vidal, grande especialista em energia, nacionalista convicto e assumido, estamos executando a pior estratégia agro-ambiental: devolvendo o país para os portugueses, vendendo-o para o americanos, distribuindo-o para os japoneses indelicadamente e sem pedir desculpas pelos estragos, usando como papel de embrulho (reciclado) os juros do FMI. Pai, perdoai-os, eles não sabem o que fazem. O Professor Bautista Vidal sabe e prova o que diz...."


From: ggalo10
To: thomas
Sent: Thursday, October 25, 2007 10:53 AM
Subject: Re:[Spam] Re: Campanha Popular pela Agroenergia é Nossa.
Caro Fendel,
Concordo totalmente contigo... O povo tupiniquim é, em geral, idiota, não sabe fazer contas, come merda e ainda ri, come mortadela e arrota peru, usa camisa de seda com calça rasgada na bunda, e outras coisinhas mais.
E isso faz tempo, meu caro... De forma que não é surpresa que a maioria apoie o sapo-exú que os incentive a bancar sempre o trouxa. Haja vista o caso dos empréstimos vinculados ao INSS. Uma mamata aos bancos... E eles, aposentados, entraram feito patinhos.


From: Miguel Heinen
To: Fendel ; Sent: Thursday, October 25, 2007 11:48 AM
Subject: Re: Campanha Popular pela Agroenergia é Nossa.
DESCENTRALIZAÇÃO JÁ!!!
Vamos tirar Brasília do nosso Bolso!!
"O Federalismo é o Caminho para o Brasil".
Acesse www.federalista.org.br e participe.
Deus Salve os Pagadores de Impostos.
(AF)Miguel Heinen - Posto do Miguel
Santo Cristo-RS (55) 3541-1151


From: Missao Tanizaki
Sent: Thursday, October 25, 2007 10:50 AM
Subject: Equipe p/ Energia Alternativa:
" Plante Árvores Nativas (Clique aqui) – estará contribuindo para a Preservação do Meio Ambiente e a Biodiversidade ! "
Prezado Colega,
Cometi um erro !
Essa é a conclusão a que cheguei ao ler a mensagem do Colega FENDEL.
Vale a pena ler a sua mensagem referente à Campanha Popular pela Agroenergia é Nossa.
O Colega FENDEL abre um novo espaço para toda a Categoria dos FFA's - investir nas Cooperativas ÉTICAS de Pequenos Produtores Agropecuários para Micro-Produção & Micro-Comercialização de Agro-Combustíveis (Etanol e Óleo Vegetal Combustível).
Devemos substituir a Campanha Popular pela Agroenergia é Nossa por uma Campanha que contribua por Direitos Iguais para todos que quiserem Produzir e Comercializar Agro-Combustíveis.
Nos Direitos Iguais, ainda, incluo a questão de Desenvolvimento de Pesquisas voltadas a desenvolvimento de Motores de Alta Eficiência Energética e a utilização de Óleo Vegetal Combustível. Essa questão precisa ser encaminhada a todos os Parlamentares que tem apoiado a lutas por Um Brasil ÉTICO e Sustentável.
Óleo Vegetal Combustível X Eficiência Energética X Cooperativas de Pequenos Produtores (Ética)
MISSAO TANIZAKI
Fiscal Federal Agropecuário
Bacharel em Química
missao@agricultura.gov.br
TUDO POR UM BRASIL / MUNDO MELHOR


From: Romeu Kerber
To: Fendel
Sent: Thursday, October 25, 2007 8:19 AM
Subject: RE: Campanha Popular pela Agroenergia é Nossa.
Caro Fendel.
Graças a Deus ainda temos gente pensando neste País. Esta é a prova, e quem sabe a idéia decole e se torne realidade. Mesmo com a indiferença da maioria do povo que parece anestesiado, é possível que isto aconteça, mas as pressões contrárias são muito maiores do que podemos imaginar. Nossa mídia então nem se fala. Submissa, venal, sem o mínimo patriotismo, nossa imprensa é paga, e se submete aos que lhe patrocinam. Nossos homens públicos são o que vemos. Nosso legislativo uma vergonha. Contar com quem numa parada como esta? Mas vamos imaginar que tudo corra certo, e que os interesses da população prevaleçam. Isto vai motivar aos que lutam por esta causa.
Abração.


From: "Pannirselvam P.V"
To: bioenergia-l@jatoba.esalq.usp.br
Sent: Wednesday, October 24, 2007 8:42 PM
Subject: [Bioenergia-l] Re: Digest Bioenergia-l, volume 42, assunto 24:Futuro Evolução de Micro destilarias
Nosso caros membros de lista de BIoenergia
Quando nosso querido provisionário de Agroenergia , Eng. Fendel diz :
Na minha opinião, o grande feito histórico mundial foi nosso proálcool...
aliás que continua estupidamente proibido aos pequenos...
Portanto a grande revolução do etanol está por vir... com as microdestilarias... que infelizmente continuam clandestinas "neschtepaísch"... mas que felizmente já existem às centenas mundo afora... a caminho das centenas de milhares...
Nos estamos acreditando isso, pois só do Rio Grande Norte estamos perdendo 500 000 toneladas de frutas de caju, pois somente exportando as castanhas de todo o nordeste chegamos a cerca de 2 vezes mais que isso. Macrousinas de beneficiamento de Agronegcio pelo Maisa não mais sustentáveis sem futuro. Uma perda de cerca de 500 000 00O kg por ano de caju, que tem valor não menor que 1 real por cada quilo. Imaginem perdas total como lixo, suas vitaminas e dinheiro vivos, enquando em SP estamos bebendo na maioria, até rico também, suco de laranja de limitação usando produto químico. Quando eu não entendia porque aqui em SP tudo precisa tomar este sabor de produto químico, pois tanta gente, tanto mercado, tudo mega negócios, só pode ser mandado pelo mercado de vendedores, supermercados , não pelo mercado de consumidor.
Mas ainda eu vejo feiras livres sobrevivendo em mega cidades também, o povo de SP pode tomar cajuínas, vinhos de caju também, além de suco de produto natural. A TAM e GOL não podem colocar nada natural, mas somente de mercado de vendedor, sem consideração ao consumidor.
Estamos junto com o pensamento do Eng. Fendel sobre o que já tivemos na verdadeira evolução de tecnologia, só faltando revoluções mesmo em microdistilarias. Temos certeza que nossa micro destilaria vai produzindo rapaduras de frutas, geléias e balas de frutas, bebidas, combustível de forma sustentada, voltado para mercado local e para o povo da ´
África que está passando fome, morrendo por falta de alimentos, enquanto estamos jogando
tanta frutas no mato como lixo.
TODOS OS ANOS ESTAMOS DESTACANDO ESTES PROBLEMAS, com mais de 20 trabalhos no AGRENER 2002, 2004 , 2006 BUSCANDO APOIO DE TUDO EMPRENDEDOR,
PRINCIPALMENTE JOVEM, para creditar estas revolucionárias microdistilarias a juntar cana e frutas perdidas. Vamos lutar juntos, não se trata de frutas como lixo, mas como oportunidade de pequenos negócios com grande lucros.
Sempre tivemos apoio de organizadores de AGRENER, UNICAMP, pois estamos longe de SP, mas todos somos responsáveis, pois acreditamos nos trabalhos de NIPE E AGRENER. Mas o governo não acredita nesses pesquisadores pois eles estão espalhados em todo o Brasil, não têm força para invadir o Congresso. Temos essa lista, vamos em frente usando a força da wiki, blog e internet.
No Brasi,l em tempos passados, muitos não acreditavam no etanol de mandioca, hoje estamos perdendo em quantidade de produção em relação aos EUA, mas nós acreditávamos. Perdemos empregos, pois tivemos sucesso.
Vamos acreditar e colaborar para a Microdistilaria Flexivel Brasileira usando toda a matéria prima que seja solução para o mundo de fome e apagão, que também temos, ainda pouco aqui em relação à África. Estamos perdendo metade de Co2 de matéria prima, quantidade igual de álcool nas destilarias. Vamos fazer algas e peixes de policultivos , assim a
microdistalaria revolucionária tem que produzir não só alimentos, mas também combustíveis e ração e papel de bagaço de cana, já que as destilarias Indianas já estã funcionando com caju.
Grande produtividade de micro alga usando Co2 de 60 toneladas por ha em curto tempo de 5 dias, pode viabilizar de forma econômica de reserva de água. Já divulgamos este biosistema integrado e anexo de micro destilaria com projeto de menor investimentos em relação ao que está funcionado nos EUA.
Concluímos de projetos de pesquisa recentes que é possível fazer policultivo de peixes usando ração de microalgas.
É possível resolver a separação de algas, pois concentrações muito pequenas de apenas 1%, usando tecnologia de filtração de áreas .
Neste sentido estamos elaborando projetos de viabilidade com foco em pequenos agro negócios de frutas. Precisamos logo de um BIOMASSBR autônomo com parcerias de todos, que visam todos os membros de listas que devem concorrer com a Petrobras energia, fazendo uma rede de conhecimentos visando inovação para micros. Sem esta BiomassBR de apoio, podemos perder possíveis revoluções de micros.
Se o governo Federal fizer um projeto de colocar recursos permanentes e rotativos para micro crédito produtivos para microdistilarias de biocombustível como fundo rotativos via Universidades , implementados via BIOMASSBR usando bancos, temos perspectivas de revolução de micro destilarias, tudo brasileiro, acredito ser possível. Se não, ao contrário, tenho dúvida de que nossos vizinhos de Chile, Argentina, Cabo Verde e Guiné, da África, podem comprar nosso caju e exportar. Vamos ficar todos só calados e olhando, já que atualmente a exportação de frutas do Chile é maior que a do Brasil, graças a boa política de lá. Se nossas escolas, universidades, governos e empresas vão continuar tratando frutas e biomassa como lixo, que realmente uma matéria prima de maior valor e de vitaminas, depois vamos fazer guerra de Imposto com Chile e Argentina, pois ainda não sabemos fazer de dever de casa como o Chile.
Pois sim, são possíveis estas revoluções de micro destilaria aqui em nossa país. Se não, podem ser de vizinhos, não nossa, pois com a necessidade surgem tecnologias, invenção e inovação.Vamos acordar, levantar, pois temos matérias primas, temos água, temos sol, tecnologia, temos povo que quer trabalho e emprego, só falta boa política de BIOMASSABR , que UNIVERSIDADES PODEM FORMULAR MELHOR QUE O GOVERNO, COMO NIPE e UNICAMP. Assim vamos juntos fazer esta revolução, não somente de imaginação e visão, do Eng Fendel,
Acreditado por professor pesquisador como eu, de mais de 30 anos, deixando meu país vim aqui para ver e participar desta inovações e revoluções, esperando há anos junto com colegas de FTI, UNIV ESTADUAL DE MARINGA , IPT, NTI E NIPE.
Vamos fazer esta revolução pela primeira vez aqui na terra do sol do BRASIL, não em outro lugar.
Micro destilarias de carvão, álcool , biodiesel, não um sonho, não uma utopia, mas uma realidade, onde não somente Petrobras pode fazer bom trabalho, mas sim UM novo BIOMASSBR que pode e deve fazer seu papel melhor.
Penso que nossa lista, ESALQ, NIPE e AGRENER de UNICAMP, USP e Universidades, não pode ficar parada, sem agir como catalisador, para não retardar estas micro destilarias e para que o BIOMASSABR esteja logo funcionando, movido pelo pequeno empresário e inovação junto com universidades.
Vamos acreditar, já passou o tempo de evolução, com certeza vamos ver a revolução
de combustível verde aqui, logo.
Sem duvida precisamos logo desta virada.
Estamos buscando apoio de BB. BNB, FINEP E BNDES e esperamos o apoio de todos, vamos ver um futuro verde se todos acreditarmos nesta evolução de microdestilarias e agricultura familiar para todo o Brasil, pois caju e frutas não precisam de maior espaço. Somente temos poucos estados produtores, pois nativas daqui graças a biodiversidade, cultiváveis em todos os lugares, viabilizando todos os territórios, podemos aproveitar as perdas de frutas para combustível e estamos resolvendo problemas.
Atenciosamente
Prof. Pannirselvam P.V., UFRN


De:"Fendel"
Para:"lucas oliveira", "BIOCOMBUSTIVEIS - Produção Social Doméstica" biocom@grupos.com.br,"solidariosbrasil" solidariosbrasil@yahoogrupos.com.br,"Sen. Paulo Renato Paim" PPAIM@senado.gov.br, benayon@terra.com.br, bautistav@uol.com.br
Cópia:"Bioenergia" bioenergia-l@jatoba.esalq.usp.br
Data:Thu, 25 Oct 2007 10:12:10 -0300
AssuntoRe: Campanha Popular pela Agroenergia é Nossa.
Meu caro Lucas
Não se justifica fazer papel em grande escala e de monocultura...
Pra fazer papel basta graveto, um liquidificador, uma peneira e alguns condimentos...
Idem, queijo, alumínio, aço, álcool, óleo vegetal, açúcar, chips (eletrônicos), etc, etc,etc...
Veja a notícia:
"Lula cobra ambição de empresas brasileiras"
http://www.mnp.org.br:80/index.php?pag=ver_noticia&id=414299
Oras, pra mim isso é errado, pra não dizer estúpido.
Lula quer dar mais benesses aos grandes... claro em detrimento dos pequenos... que continuam sifo.
Lula disse que finalmente o povo pode comprar automóveis... usados.... a prestações a perder de vista...
Coitado do povo... fazem financiamentos de 60, 80 meses... e acabam pagando 3 automóveis, digo sucatas.
Em 2 meses o enganado acorda e o sonho vira pesadelo... tem na garagem uma lata velha que pinga óleo, não anda e lhe come a bílis de raiva e tristeza. As financeiras não perdoam... e os coitados idiotas que caíram no conto... se lascam... e se arrependem amargamente, com um prejuízo enorme.... e dê-lhe propaganda consumista...
É como você diz... o estado foi competente para criar os elefantes tipo: vale, porcobrás, telebrás, csn, com muita corrupção e com enorme desvio de verbas e dinheiro público.
É como as estradas... que depois de agora porcamente reformadas pelo estado, entregam nas mãos dos companheiros... para arrecadarem vultosos pedágios...
Conheço os grandes Marcelo Guimarães e Sérgio Pataro pessoalmente. Fantásticas suas microusinas de etanol e leite. É isso mesmo. São exatamente eles que não necessitam da porcobrás, nem da leitebrás e nem da biobrás...
O que eles necessitam é o simples direito de poder vender o álcool e o leite deles diretamente, sem chupins atravessadores. Só isso. O que continua proibido "por lei".
E já que você é economista, reflita sobre a CDMFP, D de definitiva e P de progressiva, ou seja: maior o valor, maior a porcentagem, claro, em substituição aos demais imposchtosch...
Precisamos acabar com as benesses aos grandes. É esse o nosso HIV.
Precisamos fazer o contrário... os grandes tem de pagar mais, não menos... óbvio.
Hba
Fendel


From: Lucas Oliveira
To: Fendel
Sent: Thursday, October 25, 2007 6:45 AM
Subject: Re: Campanha Popular pela Agroenergia é Nossa.
Caro Colega;
A Petrobras é a maior empresa do pais, criada a partir da nacionalização do subsolo (igual os Estados Unidos fizeram na guerra de independência); a ineficiência corrupção e sucateamento foram regras para preparar a privatização. Ora, o Estado foi competente para cirar, desenvolver e tornar a Petrobras, a vale, a Telebras, a CSN, etc, empresas hoje importantíssimas, mas não é competente para Alavancá-las?
A combinação álcool e leite, como é feito em MG, é uma solução fenomenal para garantir a produção de energia, além de leite e carne. Procure o livro "Alcool e leite" do Marcelo Guimaraes, ex-presidente da Acesita energética.
A concentração, centralização é produto do dito "livre mercado" que faz os pequenos serem esmagados pelo grandes. A mente colonizada louva sempre o império e vê o Brasil como algo piegas. E na iniciativa privada, não existe fraude, corrupção? cuidado para não cair no discurso fácil global, da tv e da novela, pois é esse o seu discurso e argumento.
Cordialmente
Lucas de Oliveira
economista


From: Adriano Benayon
To: 'Fendel'
Cc: "joaovinhosa", 'Telmo Heinen'
Sent: Thursday, October 25, 2007 10:02 PM
Subject: RES: A MINISTRA DILMA E O GÁS NATURAL LIQUEFEITO
Caro Fendel,
Grato pela transmissão da carta do Sr. João Vinhosa. Já havia recebido relatos assinados por ele, sempre apontando, de maneira objetiva e com dados, falcatruas da transnacional White Martins.
O Estado brasileiro não vem cumprindo o papel que deveria ter, porque foi crescentemente controlado por empresas industriais e por bancos, sob a batuta de grandes grupos concentradores situados no exterior.
Cabe, pois, antes de deblaterar contra o Estado, entender porque ele entrou pelo caminho em que entrou, especialmente, como tenho afirmado, após a conspiração, organizada por Londres e Washington, a qual levou ao golpe militar que derrubou Vargas em 1954.
O Estado foi privatizado, antes mesmo de se fazerem as meganegociatas chamadas de privatizações. A Petrobrás foi parcialmente privatizada e comprometida pela Lei 9.478, puxada pelo maior traidor da História do País, o sr. fhc. Mas, mesmo quando ainda eram estatais, essas empresas já atuavam, em grande parte, no interesse de grupos externos, uma vez que estes já haviam controlado o Estado brasileiro.
Então, entendam: nós precisaremos de um Estado que seja nosso, mas de nada adianta ser contra o Estado em si. Enquanto vocês xingam o Estado e as estatais, as transnacionais sediadas no exterior controlam cada vez mais aquele e estas. O resultado é o empobrecimento do País e seu desfrute e saqueio.
O que Bautista Vidal defende é uma empresa mista, que seja forte o suficiente para fomentar a produção e a comercialização da biomassa realizada por pequenos produtores rurais e por pequenas unidades industriais. Largados à própria sorte, num ambiente em que o poder econômico e político das transnacionais é cada vez maior, é claro que estarão cada vez mais lascados.
Tanto você, como Bautista, como eu, sabemos que é indispensável, pelo menos, que os produtores locais não sejam atrapalhados pelos regulamentos da ANP etc., que também são feudos do poder concentrado (privado, quanto à sua propriedade, de empresas estrangeiras, inclusive as grandes, e de âmbito mundial, do petróleo).
Mas veja bem: quem manda fazer os regulamentos restritivos à comercialização dos derivados da biomassa não é propriamente o Estado brasileiro, mas sim seus controladores, que são os grupos e transnacionais estrangeiras. São desse tipo também as tradings que controlam o agronegócio.
Claro que nem adianta dialogar com pessoas preconcebidas (estou sem tempo responder uma mensagem do Telmo Heinen, meio debochada, na qual ele se esquivou de meus argumentos sobre seus preconceitos contra o brasileiro em geral). Pode ser um técnico, um produtor rural competente, mas não tem noção de questões de poder nacional e mundial. Há também um outro Heinen, que vem com aquela estória de federalismo, outra ilusão dos que nada sabem sobre o poder mundial, e imaginam que poderiam no Sul do Brasil fazer coisa muito diferente do que se faz no restante, submetidos àquele poder.
Para você, Fendel, que fala muito em Porcobrás, seria bom saber que a Petrobrás fez coisas positivas de enorme importância para o Brasil. Com os governos facilitando o domínio das transnacionais do Brasil (por interferência e corrupção grossa, inclusive da mídia, vinda do exterior), é claro que muita coisa tem andado errado com a Petrobrás, como já estava andando com outras estatais, mesmo antes de serem privatizadas.
Abraços,
Adriano Benayon

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